O Município de Silves vai marcar presença no Festival Nacional de Gastronomia, no dia 31 de outubro, na Casa do Campino, em Santarém, a convite da AMPV – Associação de Municípios Portugueses do Vinho. Integrado no Festival Nacional de Gastronomia, o Salão do Vinho e da Gastronomia, dinamizado este ano pela AMPV, reúne, de 22 […]
Os Fins de Semana Gastronómicos de Vieira do Minho estão de volta, no sábado e domingo, numa edição dedicada aos pratos confecionados com castanhas.
A iniciativa “Vieira, tradição à mesa 2026” pretende “valorizar a riqueza da gastronomia local, dar destaque aos produtos da época e promover a restauração do concelho, proporcionando a quem visita Vieira do Minho uma experiência que alia os sabores tradicionais à identidade do território”.
Durante este fim de semana, as castanhas assumem o protagonismo à mesa, integrando pratos que “evocam os sabores do outono e a tradição gastronómica minhota”.
“A iniciativa constitui também uma oportunidade para descobrir a oferta dos restaurantes aderentes e desfrutar da hospitalidade que caracteriza Vieira do Minho”, sublinha a autarquia.
A edição de 2026 dos Fins de Semana Gastronómicos apresenta um calendário diversificado, com propostas que percorrem os sabores “mais representativos da cozinha tradicional” ao longo do ano.
Depois das couves com feijão amarelo, do cozido à portuguesa, do cabrito da serra, do anho bordaleiro, do arroz de feijão amarelo com nacos à Vieira e da vitela assada, o programa prossegue em novembro com os pratos com cogumelos, terminando em dezembro com as papas de sarrabulho com rojões e castanhas.
A iniciativa é promovida pelo Município de Vieira do Minho e conta com a participação de diversos estabelecimentos de restauração do concelho. Para o próximo fim de semana, os interessados devem contactar os restaurantes aderentes para efetuar reserva, sendo que a participação gastronómica termina ao domingo.
Está a pensar ir comer fora? Veja aqui algumas sugestões de menus a preços económicos.
Se tem um restaurante e pretende colocar aqui – de forma gratuita – o seu menu, envio-o no dia anterior ou, no máximo, até às 10h00 do dia a que se refere para: guiaalgarve@gmail.com.
Aberto de terça a sábado, das 12h00 às 15h00 (almoço); das 15h00 às 17h00 (petiscos/snacks) e das 19h00 às 22h00 (jantar) e ao domingo, das 12h00 às 15h00
Tasca Ibérica (Portimão)
R. Poe. António Aleixo, Portimão
Aberto de 2ª a 6ª feira das 07h30 às 19h00
Restaurante Ti Emília (Portimão)
EN 124, nº6. Contacto: 963 795 627
Snack-Bar Raminha (Portimão)
Rua da Raminha, Lote 19, Loja A, Portimão
Contacto: 282 482 522
Quinta-feira:
Sopa do Dia
Carne de Porco c/ Ameijoas
Arroz de Safio
Petisqueira Os Moinhos (Portimão)
Rua Projectada À Rua Caldeira Do Moinho Edif. Abicada, Lj. 6, Portimão
Mundos maiores, mais estáveis, com mares e milhares de ilhas. “Numa perspetiva universal, porque haveria a Terra de ser a referência?”. A Terra pode não ser o planeta mais favorável à vida no Universo. Muitos cientistas acreditam que existem mundos onde os seres vivos podem prosperar durante muito mais tempo e desenvolver uma diversidade ainda maior do que a que conhecemos. São os chamados planetas superhabitáveis — e alguns poderão estar relativamente perto de nós. Estes mundos seriam ligeiramente maiores do que a Terra, teriam uma atmosfera mais espessa, temperaturas estáveis e vastas extensões de mares pouco profundos. E em
Vilamoura recebe a 31 de outubro uma proposta dedicada ao Halloween, com o Hilton Vilamoura As Cascatas Golf Resort & Spa a organizar, a partir das 19:00, um jantar buffet temático acompanhado por música ao vivo e atividades para os mais novos.
O jantar tem um preço de 50 euros por pessoa, sem bebidas incluídas, enquanto as crianças dos 0 aos 12 anos não pagam. A oferta gastronómica distribui-se por diferentes estações, com entradas frias, marisco, pratos quentes, show cooking e sobremesas preparadas especialmente para a ocasião.
Marisco, peixe, carne e show cooking
Entre as entradas encontram-se ostras, camarão cozido, sapateiras recheadas, tentáculos de polvo com trio de batata-doce assada, edamame e beterraba, além de salada de bacalhau com húmus de grão e azeitona preta.
A refeição inclui ainda sopa de peixe e pratos quentes como dueto de robalo e camarão com molho de aneto e pato assado com molho de laranja.
Na estação de show cooking serão preparados no momento medalhões de novilho, frango piri-piri, medalhões de salmão e lulas. O buffet inclui igualmente pizzas.
Sobremesas entram no espírito da noite
A componente temática ganha particular expressão na mesa de sobremesas, onde a equipa de pastelaria adaptou os nomes das propostas ao ambiente de Halloween.
Entre as opções estão “Miolos de rato em aroma sanguíneo”, uma mousse de chocolate branco e framboesa, “Caixão negro e morte súbita”, à base de brownie de chocolate e avelã, “Terra de cemitério”, com tiramisu de café, “Caldeirões de veneno”, de creme de pistácio, e “Leite de rato com teias de abóbora”, um leite-creme de abóbora.
A seleção é completada por red velvet, doce de leite e um bolo de Halloween.
Música ao vivo e pinturas faciais para crianças
Durante o jantar haverá música ao vivo, enquanto as crianças terão disponível uma estação de pinturas faciais inspirada na temática da noite.
"Uma noite de olhos postos no Universo!", eis o que propõe o Centro Ciência Viva de Lagos. A iniciativa tem lugar na sexta-feira, dia 16 de outubro, na Barragem da Bravura.
Este fim de semana na Póvoa de Lanhoso é dedicado ao pica no chão. O fim de semana gastronómico conta com 15 restaurantes aderentes e há ainda descontos de 10% nos alojamentos.
O pica no chão é uma iguaria típica desta região que está bem enraizado na identidade gastronómica da Póvoa de Lanhoso.
Os visitantes que optarem por ficar alojados na Póvoa de Lanhoso poderão usufruir de um desconto de 10% em todos os empreendimentos turísticos associados a esta iniciativa.
La imagen mental de los mundos que orbitan soles lejanos como esferas lisas y simétricas ha dejado de sostenerse en la realidad observacional. Un equipo internacional de astrónomos ha logrado medir por primera vez la silueta irregular de un planeta fuera del Sistema Solar, el gigante gaseoso WASP-17b, demostrando que las atmósferas exoplanetarias pueden albergar geometrías complejas, tridimensionales y claramente deformadas.
El hallazgo, publicado en la revista Nature Astronomy y codirigido por investigadores de la Universidad de Cornell (EE. UU.) y la Universidad de Bristol (Reino Unido), ha sido posible gracias a la sensibilidad del telescopio espacial James Webb y al despliegue de un método pionero bautizado como "cadenas de transmisión" o mapeo de tránsito.
Un gigante deformado por el calor y vientos huracanados
Situado a unos 1.300 años luz de la Tierra, WASP-17b pertenece a la categoría de los denominados "jupíteres calientes": colosos de gas que completan sus órbitas a una distancia tan corta de su estrella anfitriona que sus atmósferas alcanzan temperaturas extremas. Esta cercanía provoca un acoplamiento gravitatorio que mantiene una cara del planeta perpetuamente iluminada por la radiación estelar y la otra sumida en una noche permanente.
Los datos del JWST revelan que, si bien la estructura general del planeta es circular, presenta una marcada asimetría: uno de sus flancos está sustancialmente más abultado que el otro. La causa directa radica en la violenta circulación atmosférica. En el ecuador, vientos titánicos arrastran bolsas de aire abrasador desde el hemisferio diurno hacia el nocturno a través del lado vespertino, inflando la atmósfera en esa región. En contraste, el lado matutino, donde las masas de aire regresan enfriadas tras recorrer la oscuridad, registra temperaturas más bajas y una menor expansión.
"Los planetas son, de hecho, objetos tridimensionales, y al orbitar alrededor de su estrella sucede lo que predecimos. Ir más allá de los cálculos computacionales y observarlo en la realidad es otra cuestión", subraya Lili Alderson, investigadora postdoctoral en Cornell y autora principal del trabajo.
Del círculo plano a las "joyas" del borde planetario
Hasta ahora, los métodos tradicionales solían tratar a los exoplanetas en tránsito como discos geométricamente uniformes, asumiendo un radio idéntico a lo largo de todo su contorno. Frente al mapeo de eclipses –técnica previa que analizaba la luz cuando el astro se oculta tras su estrella–, la nueva herramienta desarrollada por los astrofísicos David Grant y Hanna Wakeford, de la Universidad de Bristol, rastrea el planeta mientras cruza justo por delante del disco estelar.
Al medir minuciosamente cómo se filtra la luz de la estrella anfitriona a través del borde de la atmósfera (el limbo) desde diferentes ángulos durante el tránsito, los investigadores pudieron calcular distancias variables desde el centro del planeta hasta su superficie aparente.
"En lugar de asumir que la atmósfera es un círculo con el mismo radio en toda su circunferencia, nuestra técnica permite determinar diferentes distancias desde el centro hasta el borde", explica Alderson. "Podemos recorrer el borde. Así, hemos pasado de imaginar un anillo liso a comprender exactamente dónde se encuentran las piedras preciosas en dicho anillo". Esa "joya" detectada coincidía con la protuberancia térmica predicha por los modelos en el ecuador vespertino.
Una nueva referencia para más de 6.000 mundos
La constatación empírica de estos procesos físicos sitúa a WASP-17b como un laboratorio de referencia para calibrar futuros modelos meteorológicos y climáticos fuera de nuestro vecindario cósmico. Con más de 6.000 exoplanetas confirmados hasta la fecha, disponer de una técnica capaz de resolver la tridimensionalidad y las corrientes térmicas abre la puerta a caracterizar con precisión atmósferas de mundos con condiciones físicas radicalmente dispares.
Como destaca la astrofísica Hanna Wakeford, disponer de un marco matemático robusto aplicable a los datos instrumentales de última generación supone un salto cualitativo para la disciplina: "Los resultados son una demostración realmente hermosa de la dinámica que se produce en estos mundos multidimensionales y multifacéticos".
Está a pensar ir comer fora? Veja aqui algumas sugestões de menus a preços económicos.
Se tem um restaurante e pretende colocar aqui – de forma gratuita – o seu menu, envio-o no dia anterior ou, no máximo, até às 10h00 do dia a que se refere para: guiaalgarve@gmail.com.
Aberto de terça a sábado, das 12h00 às 15h00 (almoço); das 15h00 às 17h00 (petiscos/snacks) e das 19h00 às 22h00 (jantar) e ao domingo, das 12h00 às 15h00
Tasca Ibérica (Portimão)
R. Poe. António Aleixo, Portimão
Aberto de 2ª a 6ª feira das 07h30 às 19h00
Friendly Bar Restaurante (Portimão)
Urbanização Vila Rosa Lote 12, Portimão. Contacto telefónico: 917 332 182
Aberto de 2ª a 6ª feira das 08h30 às 20h30
Menu desde 13€
Quarta-feira:
Sardinhas
Carapaus
Dourada
Asinhas de frango
Coelho
Mista de porco ( febras, lombo, salsicha)
Restaurante Ti Emília (Portimão)
EN 124, nº6. Contacto: 963 795 627
Snack-Bar Raminha (Portimão)
Rua da Raminha, Lote 19, Loja A, Portimão
Contacto: 282 482 522
Quarta-feira:
Sopa do Dia
Cabidela
Peixe Grelhado
Petisqueira Os Moinhos (Portimão)
Rua Projectada À Rua Caldeira Do Moinho Edif. Abicada, Lj. 6, Portimão
Está a pensar ir comer fora? Veja aqui algumas sugestões de menus a preços económicos.
Se tem um restaurante e pretende colocar aqui – de forma gratuita – o seu menu, envio-o no dia anterior ou, no máximo, até às 10h00 do dia a que se refere para: guiaalgarve@gmail.com.
Aberto de terça a sábado, das 12h00 às 15h00 (almoço); das 15h00 às 17h00 (petiscos/snacks) e das 19h00 às 22h00 (jantar) e ao domingo, das 12h00 às 15h00
Aberto de segunda-feira a sábado, das 07h30 às 22h00
Concelho de OLHÃO
A Minha Cozinha (Olhão)
Rua Dr. João José de Mendonça Cortez, nº 2, Olhão. Contactos: 965 121 030 e 289 723 095 Aberto de segunda a sábado, das 11h30 às 18h00
Manos Consta Restaurante (Olhão)
Sítio do Lamaceiro 253A, Olhão. Contacto: 289 101 750
Concelho de TAVIRA
Casa da Avó (Tavira)
Avenida Doutor Mateus Teixeira de Azevedo, Tavira. Contacto: 281 326 279/915 313 009. E-mail: casadaavo2020@outlook.pt Aberto de 2ª a sábado, das 12h00 às 21h00
Está a pensar ir comer fora? Veja aqui algumas sugestões de menus a preços económicos.
Se tem um restaurante e pretende colocar aqui – de forma gratuita – o seu menu, envio-o no dia anterior ou, no máximo, até às 10h00 do dia a que se refere para: guiaalgarve@gmail.com.
Aberto de segunda a sexta-feira, das 11h00 às 15h00
Concelho de OLHÃO
A Minha Cozinha (Olhão)
Rua Dr. João José de Mendonça Cortez, nº 2, Olhão. Contactos: 965 121 030 e 289 723 095
Aberto de segunda a sábado, das 11h30 às 18h00
Manos Consta Restaurante (Olhão)
Sítio do Lamaceiro 253A, Olhão. Contacto: 289 101 750
Concelho de TAVIRA
Casa da Avó (Tavira)
Avenida Doutor Mateus Teixeira de Azevedo, Tavira. Contacto: 281 326 279/915 313 009. E-mail: casadaavo2020@outlook.pt Aberto de 2ª a sábado, das 12h00 às 21h00
Não é preciso procurar um alimento exótico ou caro para reforçar a alimentação durante o outono. Entre as opções da época, há uma fruta particularmente simples que reúne fibras e vários compostos vegetais importantes: a maçã.
Num artigo publicado originalmente pela revista norte-americana Real Simple, três nutricionistas destacam a maçã como uma das melhores escolhas de outono para apoiar simultaneamente a saúde do cérebro, do coração e do intestino.
O segredo está, em parte, na fibra
As maçãs são uma fonte de fibra, incluindo pectina, um tipo de fibra solúvel. Esta fibra pode ser fermentada pelas bactérias do intestino e contribuir para o equilíbrio do microbioma. A fibra solúvel está também associada ao controlo do colesterol, um dos fatores relevantes para a saúde cardiovascular.
Uma revisão científica disponível através da National Library of Medicine destaca precisamente a interação entre a fibra, os polifenóis da maçã, a microbiota intestinal e potenciais benefícios cardiovasculares.
Casca concentra nutrientes importantes
As nutricionistas recomendam, sempre que possível, consumir a maçã com a casca, depois de devidamente lavada.
É precisamente aí que se encontra uma parte importante da fibra e de compostos vegetais como a quercetina, um flavonoide com ação antioxidante.
As maçãs contêm ainda outros polifenóis, compostos que têm sido estudados pelo seu possível papel na proteção das células contra o stress oxidativo e na redução de processos inflamatórios.
E o cérebro?
Os benefícios potenciais não ficam pelo intestino e pelo coração. Segundo as especialistas ouvidas pela Real Simple, os flavonoides presentes nas maçãs têm sido associados em estudos observacionais a indicadores de saúde cognitiva, embora isso não signifique que comer maçãs, por si só, previna doenças neurológicas.
O benefício deve ser entendido dentro de uma alimentação equilibrada e rica em fruta, vegetais e outros alimentos pouco processados.
Há outro alimento de outono que também se destaca
A maçã não é a única recomendação das nutricionistas. A batata-doce surge como uma segunda opção particularmente interessante.
Além de fibra solúvel, contém potássio e carotenoides, incluindo betacaroteno. O potássio desempenha um papel importante na regulação da pressão arterial, enquanto os carotenoides têm propriedades antioxidantes.
Uma escolha simples e fácil de incluir na alimentação
A vantagem da maçã está também na facilidade de consumo. Pode ser comida ao natural, acrescentada às papas de aveia, combinada com frutos secos ou utilizada em saladas e pratos cozinhados.
Assim, entre os alimentos típicos desta altura do ano, a maçã destaca-se pela combinação de fibra, pectina e polifenóis, nutrientes associados a benefícios para o intestino e para a saúde cardiovascular, com investigação também a explorar potenciais efeitos na função cerebral.
Colocar um ovo num copo com água é um dos truques caseiros mais conhecidos para testar a frescura. A ideia é simples: se ficar no fundo, está bom; se flutuar, deve ir para o lixo. Só que esta regra pode levar muita gente a deitar fora ovos que ainda estão próprios para consumo.
À medida que o ovo envelhece, a bolsa de ar que existe no seu interior vai aumentando. Um ovo muito fresco tende a ficar deitado no fundo do copo. Com o passar do tempo, pode começar a ficar mais vertical e, quando a bolsa de ar é suficientemente grande, acaba por subir à superfície.
Por isso, o teste da água funciona melhor como uma indicação sobre a idade do ovo do que como uma garantia de segurança alimentar.
Flutuou? Não o deite logo fora
Se o ovo subir à superfície, a recomendação é fazer uma segunda verificação. O ideal é parti-lo para um recipiente separado, antes de o juntar aos restantes ingredientes, e avaliar o cheiro e o aspeto.
Um ovo deteriorado costuma apresentar um odor desagradável evidente depois de aberto. Alterações anormais na cor ou no aspeto também são motivo para não o consumir.
E se o ovo ficar no fundo?
Também aqui convém não confiar cegamente no teste. Um ovo afundar-se significa normalmente que é mais fresco, mas isso não garante que esteja livre de bactérias ou que tenha sido sempre bem conservado.
A forma como foi armazenado, a integridade da casca e a confeção continuam a ser importantes para reduzir riscos.
Veja também a data na embalagem
Em Portugal e no resto da União Europeia, a data de durabilidade mínima dos ovos de galinha é fixada, no máximo, em 28 dias após a postura.
Por isso, além do teste da água, deve confirmar a data indicada na embalagem e ter em conta as condições em que os ovos foram conservados.
Lavar os ovos antes de guardar pode ser um erro
Outro hábito comum é lavar a casca antes de colocar os ovos no frigorífico. As regras europeias determinam que os ovos de categoria A, em regra, não devem ser lavados, uma vez que a lavagem pode afetar as barreiras naturais da casca e facilitar a entrada de microrganismos.
Também é aconselhável evitar grandes variações de temperatura durante a conservação.
Então quando deve deitar o ovo fora?
Se flutuar, não precisa de o mandar imediatamente para o lixo. O melhor é verificar a data, confirmar que a casca está intacta e partir o ovo à parte para avaliar cheiro, cor e aspeto. Se houver sinais de deterioração ou dúvidas sobre a forma como foi conservado, não deve consumi-lo.
Assim, da próxima vez que um ovo flutuar no copo, lembre-se: pode estar mais velho, mas isso não significa automaticamente que esteja estragado.
O Parque da Marina – Ria Center, em Olhão, recebe, nos dias 10 e 11 de outubro, a sétima edição dos Rituais do Sul, um evento que reúne artesanato, produtos regionais, gastronomia e animação cultural, numa iniciativa integrada no Outubro Rosa.
A programação decorre no sábado, entre as 14:00 e as 19:00, e no domingo, das 10:00 às 19:00, com entrada livre, procurando valorizar o trabalho de artesãos, produtores e criadores algarvios, ao mesmo tempo que promove a cultura, a criatividade e a solidariedade.
Ao longo dos dois dias, os visitantes poderão conhecer diferentes produtos e peças de artesanato, num espaço dedicado à divulgação das tradições e dos saberes locais.
A iniciativa pretende também proporcionar momentos de convívio entre a população, reunindo propostas culturais e experiências dirigidas a diferentes faixas etárias.
Artesanato e produtos regionais em destaque
O mercado constitui um dos principais atrativos dos Rituais do Sul, permitindo ao público contactar diretamente com artesãos, produtores e criadores que desenvolvem a sua atividade na região.
Entre as propostas encontram-se peças de artesanato e produtos locais, numa iniciativa que procura dar visibilidade ao trabalho desenvolvido no Algarve e contribuir para a preservação das tradições regionais.
A gastronomia integra igualmente o programa, complementando uma oferta que cruza cultura, criatividade e experiências associadas à identidade algarvia.
Música, dança e zumba animam o fim de semana
A programação cultural inclui momentos de música, dança e animação destinados a toda a família.
Entre as atividades previstas destaca-se uma atuação de Hip Hop Fusion, que levará ao recinto uma apresentação marcada pela dança e pelo movimento.
O evento contará também com a participação da ACASO, numa iniciativa que pretende destacar a importância da inclusão, da criatividade e da participação de todos na vida da comunidade.
Outro dos momentos previstos é uma sessão de zumba orientada por Elsa Romeira, que convida os participantes a juntarem-se a uma atividade de dança e exercício físico.
As propostas musicais e de animação complementam a vertente comercial e cultural do evento, procurando proporcionar momentos de convívio e entretenimento para toda a família.
Evento integra Outubro Rosa e promove solidariedade
A sétima edição dos Rituais do Sul está integrada no Outubro Rosa, iniciativa dedicada à sensibilização para o cancro da mama.
Além da programação cultural, o evento procura valorizar a solidariedade e a inclusão, reunindo diferentes participantes em torno da criatividade e das tradições algarvias.
A iniciativa pretende ainda funcionar como ponto de encontro entre a comunidade, os artesãos e os produtores locais, contribuindo para divulgar o trabalho desenvolvido na região.
Os Rituais do Sul decorrem no Parque da Marina – Ria Center, em Olhão, no sábado, 10 de outubro, entre as 14:00 e as 19:00, e no domingo, 11 de outubro, das 10:00 às 19:00. A entrada é livre.
Há uma nova morada em Portimão para quem procura petiscos e pratos de inspiração portuguesa sem uma conta demasiado pesada. O Petisc’ Aqui abriu portas na Estrada de Alvor, n.º 14, com petiscos diários a cinco euros, uma proposta de almoço a 13,50 euros e a intenção de recuperar o ambiente descontraído das tradicionais casas de petiscos.
Num comunicado enviado ao POSTAL, a gerência refere que o espaço nasceu este mês com uma ideia centrada na comida portuguesa, mas também no convívio à mesa. Bifanas, pregos, saladas frias e pratos tradicionais fazem parte de uma oferta pensada tanto para quem vive na cidade como para quem visita Portimão.
Petiscos a 5 euros fazem parte da proposta
Uma das apostas da nova casa são os petiscos diários por cinco euros, permitindo que a oferta vá mudando e dando aos clientes a possibilidade de experimentar diferentes sabores sem ter necessariamente de optar por uma refeição completa.
O conceito procura aproximar-se das antigas casas de petiscos, onde vários pratos chegavam à mesa para serem partilhados. A comida simples e ligada à tradição portuguesa é, por isso, apresentada como um dos pilares do espaço.
Foto: Petisc’ Aqui | DR
Ao almoço há um menu por 13,50 euros
Para quem procura uma refeição mais completa, existe uma proposta exclusiva para a hora de almoço. Por 13,50 euros, o menu inclui couvert, prato, uma bebida, sobremesa e café, com diferentes pratos previstos ao longo dos dias.
A ideia passa por oferecer uma alternativa a quem trabalha ou passa por esta zona de Portimão e pretende sentar-se à mesa sem ter de escolher todos os elementos da refeição separadamente. O menu de almoço surge, assim, como uma das ofertas mais completas da casa.
Imperial fica a um euro durante três horas
Ao final da tarde, o Petisc’ Aqui aposta noutra fórmula. Entre as 17 h e as 20 h, está previsto um período de Happy Hour durante o qual a imperial custa um euro, acompanhando a vertente de petiscos que marca o conceito do restaurante.
A iniciativa é dirigida sobretudo a quem procura fazer uma pausa depois do trabalho ou encontrar-se com amigos para comer alguma coisa. A proposta pretende reforçar a ideia de uma casa onde não seja obrigatório sentar-se para uma refeição longa para aproveitar o espaço.
Foto: Petisc’ Aqui | DR
Bifanas e pregos também chegam à mesa
A cozinha não se limita aos petiscos do dia. Entre as sugestões anunciadas encontram-se também bifanas, pregos, pratos tradicionais portugueses e saladas frias, numa carta que procura manter uma ligação clara aos sabores habitualmente encontrados à mesa em Portugal.
Mais do que criar uma experiência formal de restauração, o objetivo passa por estabelecer um espaço de bairro. A casa pretende receber clientes habituais da cidade, mas também visitantes interessados em experimentar alguns dos pratos e petiscos associados à gastronomia portuguesa.
“Estar à vontade e voltar”
A mensagem escolhida para apresentar o projeto resume essa intenção. “Queremos que as pessoas entrem no Petisc’ Aqui e sintam que estão num espaço onde podem comer bem, estar à vontade e voltar”, refere a equipa, que coloca o acolhimento ao lado do sabor e da tradição entre os elementos centrais da nova casa.
Com preços definidos para alguns dos momentos do dia, o Petisc’ Aqui entra na restauração de Portimão procurando ocupar um espaço simples: o de uma casa de petiscos onde é possível passar apenas para comer qualquer coisa, aproveitar uma refeição de almoço ou ficar à mesa durante mais tempo, sem afastar o foco da comida portuguesa.
As bolachas Maria são reconhecidas pela forma redonda, pela superfície lisa e pelos pequenos furos distribuídos pela massa. Embora possam parecer apenas parte do desenho que caracteriza este alimento, esses orifícios desempenham uma função concreta durante o processo de fabrico.
Escreve o jornal espanhol La Vanguardia, os furos estão relacionados com uma técnica de confeção conhecida como docking. O objetivo é perfurar a massa antes de esta entrar no forno, permitindo que o vapor escape durante a cozedura e evitando que a bolacha aumente de volume de forma irregular.
O problema começa quando a massa aquece
Durante a preparação existem pequenas bolsas de ar no interior da massa. Quando esta é submetida às temperaturas do forno, o ar e o vapor tendem a expandir-se, podendo provocar bolhas e alterações na superfície da bolacha.
A publicação explica que os pequenos furos criam pontos por onde esse vapor pode sair. Desta forma, é possível controlar melhor aquilo que acontece à massa enquanto coze e reduzir a formação de zonas elevadas ou deformações.
Furos ajudam a manter a bolacha plana
É esta técnica que contribui para que as bolachas conservem o formato plano que lhes é característico. Os orifícios não são, portanto, colocados para facilitar a absorção de leite, café ou chá, uma explicação que por vezes pode ser associada ao desenho deste alimento.
Também não são apresentados pela fonte como uma solução destinada simplesmente a tornar a bolacha mais resistente. A função está diretamente relacionada com aquilo que acontece dentro da massa enquanto esta permanece no forno.
Textura crocante também depende da cozedura
Ao facilitar a saída do vapor e limitar a formação de bolsas de ar maiores, o processo contribui para obter uma bolacha fina, uniforme e crocante. O desenho que se vê à superfície acaba, assim, por estar ligado ao método utilizado para alcançar o resultado pretendido.
Apesar de atualmente ser encontrada em vários países, a bolacha Maria tem uma história que recua ao século XIX. A origem exata não é apresentada como totalmente consensual, mas uma das versões mais divulgadas relaciona o seu aparecimento com um casamento da família real britânica.
Nome terá surgido por causa de uma duquesa russa
Segundo a mesma fonte, acredita-se que estas bolachas tenham começado a ser produzidas por ocasião do casamento da duquesa Maria Alexandrovna da Rússia com o príncipe Alfredo, filho da rainha Vitória. A empresa britânica Peek Freans viria posteriormente a comercializá-las.
A receita atravessou fronteiras e acabou por se tornar habitual em pequenos-almoços, lanches e sobremesas de vários países. Mais de um século depois, os pequenos furos continuam entre os elementos mais reconhecíveis da bolacha, embora a sua presença tenha uma explicação que vai muito além da decoração.
Cientistas, profissionais de saúde, autarcas e comunidades escolares reuniram-se na primeira Conferência “Heróis da Fruta” para discutir respostas à obesidade infantil, num encontro com mais de 500 participantes que assinalou os 15 anos do programa e colocou em debate a promoção de hábitos alimentares saudáveis nas escolas.
Promovida pela Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI), a conferência juntou representantes de todos os distritos e regiões autónomas e analisou também os resultados do projeto-piloto “Heróis da Fruta 2.0”, desenvolvido no ano letivo de 2025/2026 na freguesia da Ajuda.
A apresentação de novos dados recolhidos pelo Instituto de Saúde Ambiental da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa esteve no centro da discussão, que abordou a necessidade de intervenções baseadas em evidência, as desigualdades socioeconómicas e o impacto financeiro da obesidade no Serviço Nacional de Saúde.
De acordo com os dados apresentados no encontro, uma em cada três crianças vive com excesso de peso ou obesidade e cerca de 70% não consome hortofrutícolas diariamente. O programa “Heróis da Fruta”, criado em 2011, já envolveu cerca de um milhão de crianças em Portugal.
Estudo aponta aumento do consumo regular de fruta
Na abertura, o presidente da APCOI, Mário Silva, apresentou uma abordagem assente nos “Três Zeros da Obesidade: Zero Culpa, Zero Pressão e Zero Estigma”, defendendo que a obesidade deve ser encarada como uma doença crónica multifatorial influenciada pelos ambientes em que as crianças vivem.
“O objetivo da APCOI com o projeto Heróis da Fruta é tornar a ingestão diária de hortofrutícolas a opção mais fácil, económica e apelativa nas escolas, através de uma metodologia lúdica de apenas 5 a 15 minutos diários baseada em Replicar, Repetir e Recompensar”, afirmou Mário Silva.
Raquel Martins, nutricionista e investigadora no Instituto de Saúde Ambiental da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, apresentou resultados que apontam para um aumento significativo do consumo diário de fruta na escola.
Segundo a investigadora, 40% das crianças adquiriram o hábito regular de consumo na quarta semana, resultado que permitiu reduzir a duração da intervenção de 12 para cinco semanas.
“As crianças de famílias em maior vulnerabilidade socioeconómica (escalões A e B) foram as que responderam mais positivamente, atingindo 64% de consumo regular de fruta no final do estudo”, afirmou.
Carla Teodoro, educadora do 1.º ciclo e responsável por mais de 200 participantes no projeto desde 2012, destacou a integração da iniciativa na rotina escolar. “Inscrever os meus alunos nos Heróis da Fruta já não é uma opção, é uma tarefa da preparação do ano letivo. O projeto incentiva o elogio mútuo e a partilha: se um aluno não traz fruta, outro partilha a sua só para o colega poder pintar a estrelinha no passaporte”.
Já Ana Duarte, nutricionista e fundadora da “Mão na Nutrição”, salientou a componente emocional da intervenção. “Há uma magia única que as personagens transmitem. As crianças envolvem-se de tal forma que levam estas aprendizagens e escolhas de lanches coloridos para a vida”.
Elsa Lemos, mãe e porta-voz do Conselho de Pacientes da APCOI, defendeu uma abordagem sem estigma. “Eu vivo com obesidade, e friso isto porque eu não sou a minha doença; não resumo a minha essência a um número na balança. As palavras marcam e pesam. O grande mérito dos Heróis da Fruta é ser um projeto universal para todas as crianças, sem segregação nem julgamento”.
Projeto-piloto alcançou 90% das escolas da Ajuda
O segundo painel foi dedicado ao projeto “Heróis da Fruta 2.0”, desenvolvido na freguesia da Ajuda no âmbito da iniciativa Cities for Better Health, numa parceria entre a Novo Nordisk, APCOI, Instituto de Saúde Ambiental e Junta de Freguesia da Ajuda.
Raquel Martins revelou que a entrega semanal de cabazes de fruta e o apoio à recolha de dados permitiram alcançar uma adesão de 90% das escolas da freguesia e levaram 87% das crianças participantes a experimentar novos hortofrutícolas.
Helena Novais, diretora de Public Affairs da Novo Nordisk Portugal, defendeu a importância de atuar precocemente na prevenção. “Para derrotar as doenças crónicas, temos de agir muito mais cedo na prevenção. Definimos quatro pilares para parcerias com impacto: conhecimento da realidade local, confiança, complementaridade e um compromisso rigoroso com a avaliação dos resultados”.
O presidente da Junta de Freguesia da Ajuda, Jorge Marques, anunciou a continuidade do projeto no ano letivo de 2026/2027, com cofinanciamento e apoio logístico da autarquia.
Carla Sónia, chefe de divisão na Câmara Municipal de Lisboa, defendeu uma maior articulação entre os recursos já existentes. “É fundamental alinhar os recursos das autarquias, como a fruta escolar prevista nos cadernos de encargos, com a capacidade de dinamização da APCOI”.
Jo Jewell, responsável da Cities for Better Health, colocou o desafio de ampliar a experiência. “Como podemos passar deste piloto para a adoção desta abordagem em todas as escolas da cidade?”.
Especialistas alertam para custos da obesidade no SNS
No painel dedicado à saúde pública, Maria João Gregório, diretora do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável da Direção-Geral da Saúde, defendeu a articulação entre instituições públicas e sociedade civil.
A responsável afirmou que “o projeto Heróis da Fruta cumpre todos os critérios pedagógicos nacionais para ensinar a comer com continuidade, independência e rigoroso alinhamento com as diretrizes da DGS”.
José Silva Nunes, endocrinologista e presidente da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade, estimou em 1,15 mil milhões de euros anuais o impacto financeiro da obesidade no Serviço Nacional de Saúde.
“Apenas 1% desse montante é aplicado no tratamento direto da obesidade, enquanto 99% são absorvidos pelas complicações. A obesidade é uma doença crónica por si só e precisa de ser tratada a montante antes do surgimento das complicações”, afirmou.
José Camolas, nutricionista e professor na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, chamou a atenção para a necessidade de associar a oferta de alimentos a estratégias pedagógicas. “Disponibilizar fruta gratuita nas escolas sem dinamização pedagógica e incentivo comportamental é simplesmente desperdiçar dinheiro”.
Santi Gómez, diretor executivo da Gasol Foundation, apresentou a experiência espanhola e referiu a criação de um plano estratégico nacional envolvendo 18 ministérios e 200 medidas estruturais.
A conferência terminou com um apelo ao reforço da cooperação entre ciência, escolas, autarquias e comunidades, defendendo a extensão de intervenções de prevenção e literacia alimentar a mais municípios do país.
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