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Pedra Seca do Caramulo é patrimônio imaterial

É a terceira manifestação do concelho de Tondela a ser inscrita no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, depois da Festa das Cruzes do Guardão e do Barro Negro de Molelos.

© João Cosme

O anúncio destaca "a importância da Arte de Construções de Pedra Seca enquanto reflexo da identidade das comunidades da Serra do Caramulo, grupos e indivíduos que a praticam"
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Manuscrito de 1450 testemunho da importância dos figos e passas

O Arquivo Municipal de Loulé acolhe, no próximo dia 24 de outubro, a apresentação do n.º 30 da revista Al-Úlyá, publicação dedicada à história e património de Loulé, e do suplemento “Livro da Repartiçom da Fruita”, da autoria de Maria Valentina Ferreira, natural de Loulé e antiga docente e investigadora da Universidade de Lisboa.

O Livro da Repartiçom da Fruita regista os compromissos de produtores locais para o fornecimento de frutos secos ao concelho e os respetivos pagamentos.

Pela quantidade de transações e pelo número de produtores e mercadores envolvidos, o documento constitui um importante testemunho da dimensão que a produção e o comércio de figos e passas já assumiam em Loulé há quase seis séculos. 

A autora faz uma leitura do manuscrito para a escrita atual e analisa a sua linguagem e léxico, com particular atenção à onomástica, permitindo conhecer melhor as pessoas e a realidade social e económica de Loulé no século XV.

A sessão constitui uma oportunidade para redescobrir, através de um documento com mais de 570 anos, uma importante parte da história económica e social de Loulé.

A apresentação da revista estará a cargo da Professora Doutora Maria João Valente, da Universidade do Algarve, e a do suplemento será realizada pelo Professor Doutor Saul António Gomes, da Universidade de Coimbra.

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Simeone, l’impero immobiliare da 40 milioni: oltre 180 case a Madrid

Non tutti conoscono la carriera parallela a quella calcistica di Diego Simeone. Lo storico allenatore dell’Atletico Madrid è infatti diventato nel tempo un imprenditore immobiliare di primo piano nella capitale spagnola.

I numeri parlano per lui ed è arrivato a possedere oltre 180 immobili. Un patrimonio imponente, costruito insieme alla sua compagna Carla Pereyra. Ha messo nettamente radici a Madrid, dunque, ma nonostante ciò non cambia idea sul proprio futuro. Dopo l’addio alla seconda avventura sportiva, quella da tecnico, non approfitterà di nessuna delle case messe a reddito in Spagna. Volerà a casa, in Argentina.

L’allenatore-imprenditore

Simeone non è di certo il primo sportivo a darsi all’imprenditoria. Basti pensare ad Antonio Conte in Italia o a Cristiano Ronaldo, che ha costruito un impero. Per quanto non sia al vertice in questo settore, è innegabile però che raggiungere il suo status sia alquanto difficile.

Oltre 180 immobili residenziali a Madrid, come detto, per un valore complessivo stimato intorno ai 40 milioni di euro. Il tutto gestito tramite la società Carpersim, il cui nome unisce quelli del tecnico e della sua compagna Carla Pereyra.

Una gestione molto oculata, la loro, che ha portato quello che era un piccolo progetto a diventare una realtà ben strutturata. Il loro business si è infatti spostato dal semplice acquisto di appartamenti da mettere a reddito a progetti più ambiziosi, arrivando a comprendere anche residenze per studenti e un’agenzia di affitti.

Considerando i pressanti impegni di Simeone, è innegabile che a gestire l’impresa di famiglia sia prevalentemente Carla Pereyra. Proveniente da una famiglia di architetti, ha ampia esperienza lavorativa nel settore. Il tecnico non poteva trovare partner migliore nella vita e in affari.

La villa di Madrid

Tra tanti immobili, uno è quello di famiglia. Simeone vive in una zona residenziale esclusiva di Madrid. Ha scelto per sé e i suoi cari una villa di circa 1.900 metri quadrati, edificati su un terreno di quasi 3.000 mq. La proprietà vanta:

  • giardino;
  • piscina;
  • palestra;
  • ampi spazi esterni.

Stile minimalista, con materiali naturali, grandi vetrate e opere d’arte moderna, oltre a un camino e arredi ricercati. Nonostante questo scenario magnifico, però, resta vivo il sogno di tornare a casa: “Se mi chiedessero dove andrò a vivere quando smetterò di allenare, logicamente risponderei in Argentina. Dove, se no? È il mio Paese”.

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Município entregou chaves de 18 habitações reabilitadas no antigo bairro operário de Loulé

São 18 famílias que começam uma nova vida no histórico Bairro Municipal Frederico Ulrich, em Loulé, outrora conhecido como “Bairro Operário”. A Câmara Municipal de Loulé assinalou mais um marco na sua política de habitação com a entrega das chaves de 18 habitações totalmente reabilitadas, naquela que foi a primeira fase da empreitada.

A intervenção, financiada pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, passou pela reabilitação do espaço de cada um dos fogos, de tipologia T2 e T3, através da ampliação da área e compartimentação interior, bem como a requalificação dos respetivos logradouros, garantindo “novas e modernas condições de habitabilidade” para as famílias.

“É com enorme alegria que hoje devolvemos vida a esta obra, recuperando para as pessoas um projeto que, há mais de sete décadas, já colocava a dignidade das famílias no centro do desenho da nossa cidade, e que hoje volta a fazer exatamente isso”, afirmou o presidente da Câmara de Loulé, Telmo Pinto.

Mas este foi também um momento de valorização do património e identidade local – e sentimental – pela carga histórica que o bairro encerra. Nascido entre 1948 e 1950, desenhado originalmente pelo engenheiro Alberto da Silveira Ramos e pelo icónico arquiteto louletano Manuel Maria Laginha, o Bairro Frederico Ulrich foi a primeira iniciativa de habitação social em Loulé para famílias com poucos recursos. Alguns dos primeiros moradores continuam a viver aqui.

Mas o compromisso do Município com o Bairro Frederico Ulrich terá continuidade imediata com o arranque da segunda fase de reabilitação do edificado, correspondendo a 30 fogos. À semelhança do que aconteceu com a primeira fase, os moradores serão realojados temporariamente em apartamentos da cidade, e também em algumas das casas reabilitadas na primeira fase e que não foram ocupadas.

Durante a cerimónia, Telmo Pinto recordou o percurso iniciado em 2019, com o lançamento da Estratégia Local de Habitação, numa altura em que o parque habitacional do Município contava com apenas 280 fogos. Com as 18 chaves disponibilizadas esta quinta-feira, o concelho ultrapassa a marca das 490 casas, o que representa um crescimento superior a 70% em pouco mais de sete anos.

“Ainda temos muitos projetos pela frente”, assegurou o autarca. Para responder de forma robusta à pressão demográfica e à escalada de preços no setor imobiliário, a Autarquia está a avançar neste momento com mais de 500 novas habitações, através da aquisição de terrenos, projetos de compra e construção em vários pontos do concelho. “Já no próximo ano iremos avançar com mais 600 fogos”, anunciou Telmo Pinto.

Também o apoio ao arrendamento, que contemplou recenetemnte mais 65 famílias, continua a ser um instrumento importante para responder, no imediato, às necessidades habitacionais dos louletanos. No futuro, a Autarquia quer “triplicar o número de famílias apoiadas e aumentar também o valor atribuído”.

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Mercados de Olhão chegam à Grande Final das Novas 7 Maravilhas de Portugal

Os Mercados Municipais de Olhão estão na Grande Final Nacional das Novas 7 Maravilhas de Portugal, depois de garantirem, no passado sábado, a passagem à última fase do concurso.

Entre os 21 patrimónios apurados para a final nacional, os Mercados de Olhão são o único património representante do Algarve.

A passagem à final constitui um momento histórico para Olhão e para o Algarve. Depois de uma caminhada marcada pelo reconhecimento e pelo forte envolvimento da população, os Mercados Municipais de Olhão chegam, agora, ao momento decisivo da competição, com a possibilidade de serem eleitos uma das Novas 7 Novas Maravilhas de Portugal 2026.

“Hoje, os Mercados de Olhão já não representam apenas Olhão. Representam todo o Algarve”, destaca o presidente da Câmara Municipal, Ricardo Calé. “Chegar à Grande Final Nacional, sendo o único património algarvio entre os 21 finalistas, é motivo de enorme orgulho e demonstra a força da nossa identidade, da nossa história e daquilo que temos para mostrar ao país. Depois do folar e da Ria Formosa, com a eleição dos Mercados, seremos o único município do país com três Maravilhas”, acrescenta o autarca.

Com mais de um século de história, os Mercados Municipais são uma das imagens mais emblemáticas de Olhão. Mais do que um espaço de comércio, constituem um lugar de encontro, de memória e de identidade, profundamente ligado à relação da cidade com a Ria Formosa, com a pesca, com a gastronomia e com a vivência quotidiana dos olhanenses.

A Grande Final Nacional das Novas 7 Maravilhas de Portugal realiza-se no próximo dia 12 de setembro, às 21:30, em direto na TVI, reunindo os 21 Finalistas Nacionais, correspondentes aos três patrimónios mais votados em cada categoria. Os Mercados Municipais de Olhão concorrem na categoria Século XX.

Será durante esta gala que serão reveladas as Novas 7 Maravilhas de Portugal 2026.

Até lá, a votação do público continua aberta e será determinante para o resultado final. Para votar nos Mercados Municipais de Olhão, basta ligar para o 761 207 097. A votação pode, também, ser realizada através da aplicação TVI Pass, tendo cada voto o custo de 1€ + IVA. O Município de Olhão apela, assim, à mobilização de todos os olhanenses, algarvios e amigos de Olhão para esta última etapa da candidatura.

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“Famílias Navegadoras”: Visita Orientada e Peddy Paper pela História de Quarteira

O Museu Municipal de Loulé convida as famílias a embarcarem numa viagem pelo património marítimo com a atividade “Famílias Navegadoras”, no próximo dia 28 de agosto, às 18h30.

O evento decorre na Antiga Lota de Quarteira, no âmbito da exposição “Com os Pés na Terra e as Mãos no Mar. 6000 anos de História de Quarteira”.

A iniciativa propõe um fim de tarde dinâmico que cruza cultura, história e lazer. O programa arranca com uma visita orientada projetada para dar a conhecer a evolução do território e da comunidade que moldou a economia e a identidade local ao longo dos séculos. 

A jornada culmina com um peddy paper desafiante, no qual os participantes vestem a pele de verdadeiros exploradores e utilizam o “Diário de Bordo” como mapa para desvendar a exposição de forma envolvente. Trabalhando em equipa, as famílias serão convidadas a desvendar desafios didáticos e de observação enquanto percorrem os quatro núcleos da exposição: «Explorar a Terra», «Explorar o Mar», «Ocupar e Viver» e «Território». 

As vagas são limitadas. Os interessados devem realizar a sua inscrição através do e-mail servicos.educativos@cm-loule.pt ou pelo telefone 289 400 611.

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