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“Genes saltitantes”: porque os cães grandes vivem menos

Em muitas espécies de mamíferos, um tamanho maior corresponde a uma vida mais longa. No entanto, esse não é o caso dos cães. Uma análise genética sobre raças de cães apresenta explicações mais clara sobre o motivo pelo qual os cães de maior porte raramente vivem mais do que os seus parentes de menor porte. A correlação entre tamanho e idade deve-se provavelmente aos “genes saltitantes”, que inevitavelmente começam a desestabilizar o ADN canino à medida que envelhecem. Segundo a Popular Science, além de uma esperança de vida mais curta, os cães de maior porte também são mais propensos a

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A “força do bastão” no Porto: diretor da PSP justifica intervenção “proporcional”

Ministro Luís Neves avisa: “Quando as ordens são legais e legítimas, devem ser executadas de acordo com a necessidade de repor a ordem”. O ministro da Administração Interna considerou legitima a intervenção policial na última madrugada, no Porto, e sublinhou a necessidade de “repor a ordem”, lamentando “qualquer incidente” na sequência da atuação das forças de segurança. “Quando as ordens são legais e legítimas, devem ser executadas e devem ser executadas de acordo com a necessidade de repor a ordem, com essa necessidade e com essa adequação. E é isto que foi feito”, disse Luís Neves. O ministro da Administração

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O caminho (estreito) para o regresso de Passos ao poder

Antigo PM mantém convicção: não está disponível para enfrentar Montenegro em eleições internas e só volta depois de disputar e vencer legislativas. As muitas condicionantes para o regresso de Passos.

© ESTELA SILVA/LUSA

"Um político nunca tem o seu destino nas mãos", reconheceu Miguel Morgado, antigo assessor de Passos
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Microfone escondido no papel higiénico na OpenAI acabou com uma detenção do FBI

O FBI deteve Abdulrahman Alfozan, um engenheiro saudita de 35 anos que trabalhava na OpenAI desde julho de 2025, suspeito de instalar clandestinamente um dispositivo de gravação áudio numa sala de reuniões reservada à administração da empresa, em São Francisco. De acordo com o Departamento de Justiça dos EUA, Alfozan foi detido a 9 de outubro acusado de utilizar ou tentar utilizar um dispositivo eletrónico para intercetar comunicações. Caso seja condenado, poderá enfrentar uma pena máxima de cinco anos de prisão, uma multa de 250 mil dólares (cerca de 223 mil euros) e até três anos de liberdade condicional. Segundo

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Authorities investigate letters with 'suspicious substances' sent to congressional, election offices

Federal authorities are investigating letters that have been mailed to congressional and election offices nationwide and are urging recipients to treat the mailings as "potentially hazardous."

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Um guião de teatro está a ajudar crianças a conversar no Japão

Um programa de apoio após o horário escolar, em Kobe, no Japão, está a ajudar crianças com dificuldades de desenvolvimento a desenvolver a confiança e a autonomia através de atividades teatrais, numa abordagem ainda relativamente pouco comum no país. O programa, denominado Hokagorubi, promove atividades criativas através de peças teatrais com recurso à improvisação. Foi criado por Masatoshi Odaira, em 2020, depois de este ter adquirido experiência na área do teatro durante os seus estudos universitários e, posteriormente, ter ensinado expressão dramática a alunos de uma escola de educação especial. Segundo Odaira, as crianças que tinham dificuldade em manter uma

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Mais de 350 “casamentos infantis” em Baden-Württemberg; uma noiva tinha 11 anos

Estado na Alemanha registou 358 casamentos envolvendo menores desde 2012. Falta de dados dificulta avaliação do problema. Os resultados dizem respeito exclusivamente a Baden-Württemberg, um estado com cerca de 11,2 milhões de habitantes; não permitem determinar a dimensão nacional do problema na Alemanha. As autoridades do estado alemão registaram 358 casamentos envolvendo menores desde 2012, mas apenas oito foram anulados por decisão judicial definitiva. Os restantes 350 processos foram encerrados por outras razões, suscitando dúvidas sobre o destino das vítimas e a eficácia dos mecanismos de proteção existentes. Os dados foram divulgados numa resposta do Governo regional a um pedido

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“Onde está a carne?” é a pergunta que reina nas eleições nos EUA

E “quanto custa?”, já agora. Preço da carne de vaca torna-se arma política inesperada na campanha para as eleições de novembro. “Onde está a carne? E quanto custa?”. Estas perguntas estão na cabeça dos eleitores, resume a Associated Press. O preço da carne de vaca está a assumir um papel central na campanha para as eleições intercalares de novembro nos EUA, com democratas e republicanos a utilizarem os hábitos alimentares e o custo dos alimentos para conquistar eleitores. A discussão sobre a carne tornou-se mais um ponto de confronto político, num contexto marcado pela inflação e pelo aumento do custo

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E "quanto custa?", já agora. Preço da carne de vaca torna-se arma política inesperada na campanha para as eleições de novembro.
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EU Leaders Gather in Brussels for High-Stakes European Policy Summit

Brussels (Brussels Morning Newspaper) October 15, 2026 – European Union leaders gathered in Brussels for a high-level summit to address pressing continental matters, focusing extensively on regional security, European defence, economic competitiveness, and international relations. The multi-day meeting … Read more

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Japoneses privados de sono competem para ver quem descansa melhor

No Japão, dezenas de participantes que se consideram especialistas em dormir competiram para ver quem conseguia adormecer mais depressa e ter um sono de melhor qualidade, numa competição organizada por uma empresa de colchões. O concurso, denominado “Matt Race”, realizou-se em Tóquio, a 5 de outubro, e foi organizado pela Koala Sleep Japan. Os participantes, equipados com dispositivos de monitorização do sono, deitaram-se em colchões e tiveram até 90 minutos para dormir, disputando um prémio superior a dois milhões de ienes, equivalente a cerca de 11 mil euros. “O Japão é frequentemente descrito como um país que sofre de privação

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Motins em França podem provocar fuga de capitais e colapso dos bancos

Analistas da Macquarie, um grupo financeiro de Wall Street, avisam que a contestação social, a subida dos juros da dívida e a fragilidade das contas públicas podem levar os clientes a tirar o dinheiro dos bancos. O cenário é preocupante, mas, por agora, nada indica que esteja a acontecer. Há semanas que milhares de estudantes franceses saem à rua. Querem mais professores e melhores escolas. Os protestos espalharam-se por várias cidades e alguns acabaram à pancada com a polícia. Agora, há quem receie que a revolta chegue aos bancos. Segundo a Fortune, numa nota enviada a 12 de outubro aos

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Governo anuncia projeto-piloto de 500 mil euros para abate de javalis

Projeto-piloto abrange 65 concelhos de Portugal continental e prevê incentivos de até 70 euros por animal, com o objetivo de reduzir prejuízos agrícolas, acidentes rodoviários e riscos sanitários. O Governo lançou um projeto-piloto, com uma dotação de 500 mil euros, destinado a incentivar o abate adicional de javalis em mais de 1.300 zonas de caça de 65 concelhos, distribuídos por 15 distritos de Portugal continental. A iniciativa, denominada “Controlo de Densidades Excessivas de Javali em Áreas Críticas”, foi anunciada esta quarta-feira e decorrerá até 31 de maio de 2027. De acordo com o aviso publicado pelo Instituto da Conservação da

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Flessibilità in manovra e bollette. Doppia partita di Meloni al Consiglio europeo

Le idee, Giorgia Meloni, le ha chiare in testa: portare a casa dal Consiglio europeo tutto il buono possibile per l’Italia e la sua economia. Tanto per cominciare, la flessibilità sui conti pubblici, invocata da più parti, a cominciare dagli industriali, e senza la quale ogni intervento a sostegno di famiglie e imprese è praticamente impossibile. Attenzione, bisogna fare un passo indietro. Nei giorni scorsi la Commissione europea ha accordato all’Italia la famosa clausola Nec, che concede uno scostamento di bilancio da 28 miliardi fino al 2028, da mettere a servizio degli investimenti in efficientamento energetico e Difesa. Dunque, almeno nella logica di Bruxelles, l’Ue la sua parte l’ha fatta. Per Palazzo Chigi, invece, il punto di vista è un po’ diverso.

Non solo, infatti, Roma non disdegnerebbe una maggiore flessibilità sul deficit, (al 3,1% e dunque imprigionato, giova ricordarlo, nella procedura di infrazione che salvo sorprese cadrà tra qualche mese, non appena la traiettoria, calcoli del Tesoro alla mano, si riporterà entro fine anno sotto al 3%, per poi risalire al 3,4% nel 2027). Meloni vuole di più, ovvero utilizzare le maggiori risorse già liberate dall’attivazione della citata clausola Nec per forme più pure di sostegno alle imprese e ai nuclei. Tradotto, una delle questioni che porrà Meloni sul tavolo del Consiglio europeo, è permettere ai denari sbloccati dalla flessibilità concessa di confluire direttamente nella manovra, ma con destinazione all’opportunità anche diversa da Difesa e investimenti nell’energia.

Difficile dire l’Europa possa o meno dire di sì. Specialmente in costanza di altre aperture importanti da parte di Bruxelles. Come, per esempio, quella arrivata proprio in queste ore e che riguarda da vicino il decreto Bollette del febbraio scorso. Palazzo Chigi, infatti, ha previsto nel provvedimento un principio di disaccoppiamento del prezzo del gas sul costo dell’elettricità, al fine di porre fine all’eccessiva influenza che il primo ha sulla seconda. “Siamo vicini a una soluzione compatibile con le regole dell’Ue che consentirebbe di attuare la misura proposta, che ridurrebbe in modo efficace l’incidenza dei costi di generazione a gas sul prezzo complessivo dell’elettricità. Dopo discussioni intense e costruttive negli ultimi mesi tra la Commissione e le autorità italiane, si sta delineando un accordo di massima sugli elementi chiave”, hanno chiarito dalla Commissione alla vigilia del Consiglio.

Insomma, l’Italia chiede ma l’Europa, a suo dire, concede. Anche perché c’è la questione Ets sempre sulla sfondo. Roma ne farebbe volentieri a meno, adducendo al meccanismo che tassa il carbone una delle concause dell’aumento del costo dell’energia. Bruxelles, dopo un primo alleviamento dei vincoli, la scorsa estate, non ha più ripreso in mano il dossier. Tutto questo mentre il governo ha tracciato il perimetro della prossima legge di Bilancio. Il Documento programmatico di bilancio (Dpb) 2027, deliberato martedì dal Consiglio dei ministri e trasmesso nella notte alla Commissione europea e al Parlamento, delinea una manovra da circa 23,5 miliardi di euro per il 2027, pari a quasi un punto di Pil di interventi. Le coperture arrivano dal settore finanziario, dai risparmi dei ministeri e dai giochi, mentre la quota destinata a difesa e sicurezza energetica sarà finanziata con la clausola di salvaguardia nazionale.

L’impatto netto sui conti è pari allo 0,54% del Pil nel 2027, circa 13 miliardi, e allo 0,56% nel 2028, per poi ridursi allo 0,15% nel 2029. La bussola resta la stessa degli ultimi anni e qui ci ricollega direttamente al discorso delle richiesta italiane in sede di Consiglio europeo: il governo, si legge, “pone al centro della politica di bilancio la tutela del potere di acquisto delle famiglie, con particolare attenzione a quelle più fragili, nonché il sostegno alle imprese e gli investimenti” in una strategia che punta a rafforzare il potenziale di crescita “in continuità con l’azione già intrapresa dal governo, salvaguardando, al contempo, la sostenibilità della finanza pubblica”. Il quadro definitivo dipenderà però, come detto, dal confronto con Bruxelles. Il testo precisa, infatti, che “la definizione puntuale degli interventi che confluiranno nel disegno di legge di bilancio di prossima presentazione al Parlamento terrà conto degli esiti delle interlocuzioni in corso con le Autorità europee finalizzate alla migliore definizione del perimetro di attivazione della clausola nazionale di salvaguardia”.

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Ryanair lascia 13 aeroporti, quali le destinazioni coinvolte (e cosa cambia per l’Italia)

Ryanair lascia 13 aeroporti europei tra il 2026 e il 2027, interrompendo progressivamente i collegamenti con diverse delle sue destinazioni più popolari. Alla base di questa decisione ci sono soprattutto i costi aeroportuali, le tasse e le condizioni economiche considerate poco vantaggiose dalla compagnia low cost irlandese.

Perché Ryanair cancella i voli

La principale ragione economica alla base delle cancellazioni è la necessità di contenere i costi. Il modello delle compagnie low cost si fonda sulla capacità di mantenere tariffe competitive attraverso un’elevata produttività degli aeromobili, una gestione efficiente delle operazioni e accordi economici favorevoli con gli aeroporti.

Le tasse sui passeggeri, i diritti aeroportuali e gli altri oneri legati all’utilizzo degli scali possono però incidere sulla convenienza di una rotta. E se a questi costi si aggiungono quelli relativi alla sicurezza, ai servizi aeroportuali e al controllo del traffico aereo in determinati scali o tratte, la conseguenze sono due, ovvero:

  • la riduzione dei voli;
  • il posizionamento degli aeromobili su basi più convenienti, fino alla completa cancellazione dei collegamenti.

La scelta, quindi, non dipende soltanto dalla domanda turistica o dal numero di persone interessate a una destinazione, ma dalle condizioni contrattuali con gli aeroporti e il margine economico ottenibile da ciascun volo.

L’elenco delle destinazioni coinvolte

Alcune delle uscite dalla rete Ryanair sono già avvenute, mentre altre sono programmate per i prossimi mesi o per la fine della stagione invernale 2026 2027.

Ecco l‘elenco degli aeroporti dai quali la compagnia ha interrotto o prevede di interrompere tutti i collegamenti. Dopo Vigo, in Spagna, a gennaio 2026, hanno chiuso a marzo 2026:

  • Amman, in Giordania;
  • Asturie, in Spagna;
  • Clermont Ferrand, in Francia;
  • Ponta Delgada e Terceira, nelle Azzorre, in Portogallo.

Ad agosto 2026 ha chiuso invece a Rodez, in Francia, mentre questo ottobre è prevista la chiusura a:

  • Bodrum, in Turchia;
  • Dalaman, in Turchia;
  • Kalamata, in Grecia;
  • Niš, in Serbia;
  • Volos, in Grecia.

L’ultimo stop sarà invece a marzo 2027, a Brema, in Germania.

Le date si riferiscono al periodo di interruzione dei collegamenti o alla cessazione prevista delle operazioni. Chi intende partire da o per gli aeroporti interessati dagli stop di ottobre e marzo dovrebbe quindi prima verificare la disponibilità effettiva dei voli.

Che cosa cambia per l’Italia

Tra i collegamenti interessati dalla chiusura dell’aeroporto tedesco figura anche quello con Lamezia Terme, in Calabria. Se l’interruzione prevista per il 27 marzo 2027 sarà confermata nei termini annunciati, chi utilizza questo collegamento per raggiungere Brema dovrà organizzarsi diversamente.

Tuttavia, la compagnia ha specificato che ad essere cancellati saranno i collegamenti diretti. Quindi, rimarranno comunque accessibili le tratte con scalo intermedio, permettendo ai passeggeri di raggiungere la destinazione attraverso coincidenze operative presso altri hub della rete Ryanair.

Tuttavia, nonostante l’uscita dai 13 aeroporti, Ryanair ha programmato per il 2026 una media di 3.272 movimenti giornalieri, il 4% in più rispetto al 2025. L’idea è quella di ridurre la presenza in alcuni scali ma non ridimensionare l’intera attività. Il vettore trasferirà infatti la capacità liberata verso aeroporti che offrono tariffe inferiori, incentivi più vantaggiosi o prospettive di crescita della domanda.

Il meccanismo è quello di un’allocazione selettiva delle risorse. Gli aeromobili vengono destinati ai collegamenti che, secondo le valutazioni della compagnia, possono garantire i risultati migliori.

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Investigadores desvendam mistério de estatuetas de Vénus com 18.000 anos

Uma equipa de investigadores analisou 18 pequenas estatuetas de marfim encontradas em Mizyn, na Ucrânia, e concluiu que os seus criadores poderão ter reproduzido deliberadamente os padrões naturais do interior das presas de mamute. Num estudo publicado o mês passado na npj Heritage Science, os investigadores examinaram peças descobertas no início do século XX, junto de estruturas construídas com ossos de mamute. Três estatuetas foram encontradas debaixo de um crânio de mamute ou no seu interior, o que poderá indicar uma deposição intencional. De acordo com o La Brújula Verde, seis das peças foram reconstruídas digitalmente em três dimensões através

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