❌

Reading view

ADA apela à comunidade para ajudar a adquirir praticável de Ginástica Rítmica

Associação Desportiva Alvoreiros lança campanha de angariação de fundos para melhorar as condições de treino das suas atletas.

A Associação Desportiva Alvoreiros (ADA) está a mobilizar a comunidade para angariar fundos destinados à aquisição de um praticável de Ginástica Rítmica, equipamento essencial para proporcionar melhores condições de treino às suas atletas.

Com mais de uma centena de atletas, a ADA desempenha um papel importante na promoção do desporto, da atividade física e do desenvolvimento de crianças e jovens na região de Alvor e Portimão. A aquisição deste equipamento representa um passo importante para melhorar as condições em que as ginastas treinam e desenvolvem as suas capacidades.

Para concretizar este objetivo, a associação lançou uma campanha de angariação de fundos, com uma meta de 5.000 euros, apelando à participação de particulares, empresas e entidades que queiram contribuir para o desenvolvimento do desporto local.

Cada contributo pode fazer a diferença. Para além dos donativos monetários, a ADA procura estabelecer parcerias com empresas que queiram associar-se a este projeto e apoiar diretamente a prática desportiva e o desenvolvimento das jovens atletas.

A associação convida toda a comunidade a conhecer e divulgar esta iniciativa, ajudando a aproximar o projeto do seu objetivo. A campanha está disponível clicando aqui.

Para mais informações sobre a campanha, possibilidades de parceria ou outras formas de apoio, os interessados poderão contactar a Associação Desportiva Alvoreiros através dos seus canais oficiais.

Sobre a Associação Desportiva Alvoreiros

O Núcleo de Ginástica Rítmica de Alvor, hoje parte da Associação Desportiva Alvoreiros, foi fundado em 2011 com um propósito inovador: oferecer a prática desportiva feminina em Alvor. Somos uma associação de ginástica rítmica sediada em Alvor, Portimão, focada na formação de crianças e jovens atletas da região do Algarve.

A Associação Desportiva Alvoreiros promove a prática desportiva na região de Alvor e Portimão, com especial enfoque na Ginástica Rítmica e na formação desportiva de crianças e jovens.

  •  

Luís Montenegro é o novo bailarino do parlamento?

Paulo Raimundo elogiou dotes de dança do primeiro-ministro enquanto Paulo Núncio atacou previsões de Mário Centeno e chamou-o de "Professor Chibanga". Ainda houve tempo para provérbios desastrosos.

  •  

Outubro traz dois festivais , muita música e uma estreia inesperada no Cineteatro Louletano

Em outubro, o Cineteatro Louletano reinventa-se e aposta de novo em programação de referência, cruzando música, dança, teatro, cinema e espetáculos multidisciplinares, do lado de cá e de lá do Atlântico. Isto porque, neste mês, haverá duas peças com companhias vindas diretamente do Brasil, mais concretamente da Amazónia e de São Paulo.

E no dia 9, sexta-feira, há dança, com a junção da Companhia Maior e a do coreógrafo Victor Hugo Pontes. A peça chama-se “A esta hora, na infância neva” e é um espetáculo que cruza a infância e as gerações mais velhas e que conta com a participação de crianças previamente selecionadas, que irão “espelhar” os(as) intérpretes adultos(as) em alguns momentos. Na peça, os bailarinos mais velhos têm corpos que perdem força e velocidade, mas que ganham em definição e intenção. Em simultâneo, as gerações mais novas criam um espelho que nos permite refletir sobre o que ainda somos, daquilo que fomos… 

No fim de semana, sábado e domingo, há duas peças vindas do Brasil, no âmbito do Festival Todos São Palco – Mostra de Teatro Além do Equador, organizado pelo Teatrão. Sábado, dia 10, às 21h00, temos “O Avesso da Pele”, pelo Coletivo Ocutá, de São Paulo. A peça baseia-se no romance premiado de Jeferson Tenório (vencedor do prémio Jabuti 2021 na categoria Romance Literário). Conta a estória de um professor que é assassinado pela polícia, e a procura de um sentido, por parte do filho, numa busca pelo passado da família. 

Já no domingo, às 17h00, é a vez de “As Cores da América Latina”, peça que vem da Amazónia, da cidade de Manaus, com a Companhia Panorando. O espetáculo possui como norte três manifestações latino-americanas, a Fiesta de la Tirana (Chile), a Huaconada (Peru) e Cavalo-Marinho (Brasil) em intersecção com a Dança e o Teatro. Esta peça conta com o recurso de Audiodescrição, para pessoas cegas e/ou com baixa visão. O Festival traz consigo três oficinas de participação, nos dias 8, 10 e 11, nas quais se poderá inscrever através do email cinereservas@cm-loule.pt. Mais informações no site do Cineteatro Louletano.

A 13 de outubro, cinema, com mais um filme do ciclo Filme Francês do Mês, organizado pela Alliance Française em colaboração com o CTL. O título é “Grand Paris”, de Martin Jauvat (2022). Conta a estória de Leslie, um jovem parisiense que vive nos subúrbios, e do seu amigo, Renard. Ambos entram numa aventura, com a descoberta de um misterioso objeto que lhes dá dinheiro rapidamente. É no Auditório do Solar da Música Nova, às 21h00. 

À mesma hora, ali ao lado, no Palácio Gama Lobo, entre as 19h00 e as 21h00, decorre a oficina “Experimenta Criar (Invenção da Natureza)”, pela Gira Sol Azul. A oficina parte de conceitos científicos, filosóficos e históricos sobre a natureza e propõe exploração sonora e criação musical coletiva. É dirigida a todas as pessoas do setor da Educação e ao público em geral.  Inscrições pelo email cinereservas@cm-loule.pt

  •  

AORCA apresenta espetáculo de dança O QUE TORNA – de Susana Vilar

A AORCA – Associação de Observação, Regeneração e Criação na Actualidade, sedeada em Lagos, apresenta o espetáculo de dança intitulado ‘O QUE TORNA – de Susana Vilar’, para ver dia 23 de outubro, às 10h30 e 21h30 no Centro Cultural de Lagos .

Um solo de dança contemporânea que nasce de uma pesquisa sobre a mudança como espaço de transformação. Numa realidade social cada vez mais virtual e tecnológica, o corpo físico transforma-se, através de uma metamorfose líquida, em corpo máquina sem se questionar s obre o caminho.

Entre o desejo de mudança e a força de permanecer, entre a inevitabilidade da transformação e a resistência, são exploradas as ruturas que nos t ornam diferentes. É nesse processo de nos tornarmos outros, nós próprios. É nesse lugar que encontramos o sentido de parar, reparar e tornar novamente.

FICHA TÉCNICA

Direção artística e interpretação: Susana Vilar
Co-criação musical: Daniela Amaral Cardoso e Pedro Salvador
Co-criação e assistência: Sofia Brito
Apoio dramatúrgico: Ricardo Falcão
Cenografia e iluminação: Felipe Silva
Figurinos e design 3D: Ana Soares e Gabriel Serra
Direção de Produção: Alicja Gladysz
Comunicação e divulgação: Marta Santana Gonçalves
Produção: AORCA
Co-produção: Câmara Municipal de Lagos
Apoios: DGARTES; Centro Cultural de Lagos, OPART, E.P.E/Estúdios Victor Córdon, A CRL – Central Elétrica, Projeto 23 Milhas, Teatro Aveirense, Associação de Dança de Lagos, Junta de Freguesia São Gonçalo de Lagos

  •  
❌