Linha vermelha não avança por falta de visto à fiscalização




Os passes dos Transportes Urbanos de Braga vão ficar cerca de 25% mais baratos em 2027, naquele que é mais um passo no sentido da gratuitidade, que deverá acontecer até ao final deste mandato, foi anunciado esta terça-feira.
“Até ao final do mandato, durante os próximos anos, mas com muita probabilidade até ao final do mandato, vamos conseguir instituir o transporte público gratuito em Braga (…), a não ser que haja aí uma questão qualquer que eu não prevejo que venha a acontecer”, disse o presidente da Câmara, João Rodrigues, aos jornalistas, no final da reunião quinzenal do executivo.
Em 2026, o preço dos passes já sofreu um corte de 14%, estando para 2027 previsto um outro “à volta” dos 25%. “Não tenho o número certo, não tenho o número fechado, mas andará à volta dos 25%”, referiu.
O assunto dos preços dos transportes públicos foi levado a reunião pelo vereador do PS Pedro Sousa, que propôs um valor igual para os moradores da zona urbana e para os da periferia, ao contrário do que acontece atualmente, em que os que moram mais longe do centro pagam mais.
Para João Rodrigues, esta proposta não faz sentido, face à próxima gratuitidade dos transportes. Além disso, João Rodrigues frisou que o valor da redução do preço em cerca de 25% “será sempre superior ao da eliminação das duas coroas”.
Pedro Sousa contrapôs que, apesar disso, os residentes nas freguesias mais distantes do centro continuarão a pagar mais.

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A força da TAP nas ligações entre a Europa e o Brasil foi o principal atrativo da privatização de 49,9%, em que a Lufthansa bateu a proposta da Air France-KLM. Com a integração no grupo alemão, a companhia portuguesa vai ganhar ainda mais músculo nas rotas para o país da América Latina.
Se usarmos como referência a atual oferta de voos e lugares, a TAP estará entre as mais pequenas companhias do grupo alemão. Com 12% da capacidade total, igual à da ITA, fica…
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O aeroporto de Lisboa estagnou este verão segundo dados publicados pela Vinci, dona da ANA. Nos Açores, o tráfego de passageiros caiu 6,4% face ao mesmo período do ano passado, quando a Ryanair ainda voava para Ponta Delgada. Em sentido oposto, o Francisco Sá Carneiro foi o que mais cresceu.
Durante o terceiro trimestre passaram 10,21 milhões de passageiros pelo Aeroporto Humberto Delgado, menos 0,2% do que no mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados esta segunda-feira pela Vinci. No acumulado de janeiro a setembro, o crescimento é de apenas 0,7%.
Já o Porto voltou a registar um crescimento, com 5,43 milhões de passageiros a passarem pelo Francisco Sá Carneiro no terceiro trimestre, mais 7,1% do que no período homólogo. No acumulado do ano o aumento é exatamente da mesma ordem.
Também a crescer estão os aeroportos de Faro e Funchal, com crescimentos de 3,7% e 3%, respetivamente. Nos Açores, a ausência da Ryanair desde março faz-se notar nos números, com menos 6,4% de passageiros entre julho e setembro deste ano, tendência que se agrava para 8% quando contabilizados os primeiros nove meses.
Estes comportamentos individuais ditaram um crescimento homólogo de 2,1% no terceiro trimestre para o conjunto dos aeroportos nacionais, com um total de 22,5 milhões de passageiros. No acumulado do ano, o aumento é de 2,4% para 57,3 milhões de passageiros. Isto depois de setembro ter terminado com uma variação de 1,5%.
Dados que comparam com a quebra agregada de 1,5% em setembro nos aeroportos do grupo Vinci. No terceiro trimestre, o recuo é mais ligeiro: -0,6%. Neste período, destaque para os crescimentos da Sérvia (6,7%), Costa Rica (5,6%) e Cabo Verde (5,5%).

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A Etihad Airways registou um crescimento de 9% no número de passageiros transportados na rota Lisboa-Abu Dhabi, com a procura a crescer acima da capacidade disponibilizada, que aumentou 6%. “Portugal continua a ser um mercado estrategicamente importante para a Etihad na Europa”, afirmou ao TNews Antonio Panariello, head of Europe and UK da companhia.
A Global Business Travel Association (GBTA), organização profissional mundial no setor das viagens de negócios e reuniões, divulgou a sua posição sobre o pacote de medidas da União Europeia (UE) relativo aos passageiros, atualmente em negociação pelos órgãos legislativos da UE. A GBTA apoia os objetivos das reformas propostas, mas recomenda medidas adicionais para garantir o acesso não discriminatório aos serviços rodoviários, melhorar a gestão das reservas multimodais e assegurar uma resposta mais eficaz em casa de perturbações nas viagens.