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‘Lawless killing spree at sea resumes’ as US announces fresh boat bombings

US Southern Command carries out a “lethal kinetic strike on a low-profile vessel" on August 23, 2026. Photo: screenshot/US Southern Command/X
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This story originally appeared in Common Dreams on Aug. 24, 2026. It is shared here under a Creative Commons (CC BY-NC-ND 3.0) license.

The US military has resumed its campaign of bombing alleged drug-trafficking vessels after a two-month pause in a campaign that many legal experts and human rights groups believe constitutes a murder spree.

In a Monday social media post, US Southern Command (SOUTHCOM) said it carried out a “lethal kinetic strike on a low-profile vessel operating along established narco-trafficking routes” in the Pacific Ocean on Sunday. Two people were killed as a result of the attack, SOUTHCOM claimed.

In announcing the strike, SOUTHCOM Commander Gen. Francis Donovan said the attack was part of a campaign of “imposing total systemic friction on narco-terrorists—disrupting their operations, dismantling their leadership, and eliminating cartel terror across the region.”

Donovan’s boasts about the effectiveness of the boat strikes in combating the drug trade come less than a month after a leaked a Drug Enforcement Administration (DEA) analysis revealed that the boat-bombing campaign has not “reduced the amount of cocaine entering” the country, as drug cartels have found alternate methods for shipping their product into the US.

With the latest two casualties, the boat bombing campaign launched nearly a year ago by President Donald Trump’s administration has now claimed the lives of at least 223 people.

Adam Isaacson, director of the Defense Oversight program at the Washington Office on Latin America (WOLA), criticized the administration for resuming its boat bombings despite “overwhelming evidence that they are murder; that many, likely most, of the dead are either super-low-level or uninvolved with drugs; and that cocaine supply is unaffected.”

Brian Finucane, senior adviser to the US Program at the International Crisis Group, delivered a similarly scathing assessment, commenting that “the Trump administration’s lawless killing spree at sea resumes.”

Nicholas Grossman, professor of international relations at the University of Illinois, described the boat strike campaign as “murderous” and “illegal,” adding that its victims are “not terrorists” and “may not even be drug traffickers.”

Investigative journalist Camila Lourdes Galarza observed that “there’s still no proof any of the victims” of the boat strikes were involved in the drug trade.

Lourdes Galarza sarcastically added that if the victims had been drug traffickers, “the US would probably give them a deal” like the one given to Juan Orlando Hernández, the former president of Honduras who was pardoned by Trump last year despite being previously convicted on narcotics trafficking charges.

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Eleitores gerados por IA fazem campanha no TikTok e põem em xeque regra do TSE

Em um vídeo no TikTok, uma repórter pergunta a vários jovens em quem eles pretendem votar para presidente nas eleições deste ano. Todos respondem Lula e apresentam justificativas que vão desde a expectativa por mais oportunidades até relatos sobre sua origem humilde e a percepção de que o petista ajuda “gente como a gente”.

Em outro registro, uma idosa é abordada com a mesma pergunta. “Vou votar no Flávio [Bolsonaro], minha filha, porque o Brasil precisa de uma renovação de verdade na política para garantir segurança e um futuro melhor para nosso país”, responde.

As cenas parecem aquelas entrevistas de rua em formato rápido, conhecidas no jargão jornalístico como “povo fala”. Popular em redes de vídeos curtos, o formato já foi apontado pelo próprio TikTok como uma das tendências de produção de conteúdo na plataforma em 2024.

A novidade é que, agora, nem os repórteres nem os eleitores desses vídeos são reais. Um levantamento do Aos Fatos identificou ao menos 50 conteúdos no TikTok que simulam entrevistas e depoimentos sobre os dois principais candidatos da corrida presidencial deste ano: Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Publicados antes do início oficial da propaganda eleitoral, nesta segunda-feira (17), os conteúdos acumulavam, até aquela data, 7,4 milhões de visualizações — e apresentavam como espontâneas opiniões produzidas artificialmente. Em 18% deles sequer havia indicação de que as pessoas retratadas haviam sido geradas por IA, contrariando as regras da plataforma sobre conteúdos manipulados.

Especialistas ouvidos por Aos Fatos afirmam que a legislação eleitoral proíbe o uso de personagens fictícios gerados por IA, mas a responsabilização se torna mais complexa quando os vídeos são produzidos por terceiros, sem vínculo aparente com as campanhas.

O TikTok disse nesta sexta-feira (21) que removeu todos os conteúdos identificados por Aos Fatos por violarem as diretrizes da plataforma sobre mídia editada e conteúdo gerado por IA. Veja a íntegra da resposta da empresa no final desta reportagem.

Plataforma recomenda lado a lado vídeos gerados por IA (os três primeiros) e uma entrevista de rua real (à direita)
Plataforma recomenda lado a lado vídeos gerados por IA (os três primeiros) e uma entrevista de rua real (à direita)

‘Já decidiu seu voto?’

Nas falsas entrevistas, personagens declaram voto, elogiam candidatos ou explicam por que rejeitam determinado nome da disputa presidencial. Nos vídeos favoráveis a Lula, os eleitores artificiais se apresentam como beneficiários de políticas sociais ou atribuem ao petista melhorias em suas condições de vida.

Já nas peças pró-Bolsonaro, os falsos votantes associam o senador à renovação política e ao combate à corrupção e à criminalidade.

Falsos eleitores explicam os motivos para votar em Flávio Bolsonaro ou Lula
Falsos eleitores explicam os motivos para votar em Flávio Bolsonaro ou Lula

Outros conteúdos recorrem a estereótipos para atacar eleitores do PT. Neles, os personagens aparecem em locais insalubres — muitas vezes associados ao Nordeste —, vestem roupas sujas ou rasgadas e se dizem beneficiários de programas sociais, já que “não querem trabalhar”.

Os conteúdos manipulados também os representam como alheios à própria condição de vida: mesmo cercados por lixo ou vivendo em situações precárias, os falsos eleitores agradecem ao governo pelos benefícios recebidos e declaram apoio a Lula.

Falsos eleitores afirmam que votarão em Lula por terem sido beneficiados por programas sociais
Falsos eleitores afirmam que votarão em Lula por terem sido beneficiados por programas sociais

Para Leandro Petrin, especialista em direito eleitoral e sócio do escritório Callado, Petrin, Paes & Cezar Advogados, vídeos de supostos cidadãos comuns apoiando ou rejeitando uma candidatura podem sugerir que determinada opinião é compartilhada espontaneamente por uma parcela da sociedade.

“Um vídeo que simula um eleitor que não existe e atribui a esse personagem fictício uma declaração de voto não é apenas propaganda: é a fabricação de um fato social que nunca ocorreu”, explica.

Rogério Silva de Vargas, secretário-judiciário do TRE-RS (Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul), vai além e classifica conteúdos do tipo como fraude lesiva ao processo eleitoral, pois visam “iludir, confundir ou ludibriar o eleitorado” para conferir vantagem indevida.

O levantamento do Aos Fatos reuniu conteúdos encontrados por meio de buscas no TikTok e de recomendações feitas pela própria plataforma durante o monitoramento. Embora a maioria das contas não reúna grandes audiências individualmente, os 50 vídeos analisados somavam 7,4 milhões de visualizações.

Os primeiros registros identificados foram publicados em março, meses antes do início oficial da propaganda eleitoral. O volume começou a aumentar em junho e se concentrou sobretudo em julho e na primeira quinzena de agosto, período que coincide com a intensificação do calendário das eleições.

Aos Fatos não encontrou indícios aparentes de que as contas responsáveis pelos conteúdos tenham ligações com as campanhas de Lula ou Flávio Bolsonaro. A maior parte deles foi publicada por páginas dedicadas à produção de vídeos com inteligência artificial, entre eles perfis que simulam podcasts.

Há também contas voltadas para a produção de conteúdo político ou de apoio a determinado candidato, mas sem vínculo aparente com partidos ou campanhas.

Um dos perfis se apresenta como um podcast — também gerado por IA — mas mescla o conteúdo central com falsos depoimentos de eleitores
Um dos perfis se apresenta como um podcast — também gerado por IA — mas mescla o conteúdo central com falsos depoimentos de eleitores

O uso de personagens sintéticos na disputa já chegou à Justiça Eleitoral neste ano. Em abril, o PT acionou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra Dona Maria, personagem fictícia criada com IA que acumulou milhões de visualizações com críticas ao partido e ao governo Lula. A sigla pediu a suspensão do perfil sob a alegação de propaganda eleitoral antecipada negativa e disseminação de desinformação.

Legislação proíbe prática

O uso de inteligência artificial para simular depoimentos de votantes inexistentes não está fora do alcance das regras eleitorais. A Resolução 23.610/2019 do TSE proíbe o uso eleitoral de conteúdos sintéticos em áudio ou vídeo que criem ou manipulem a imagem ou a voz de pessoas vivas, falecidas ou fictícias.

A regra, portanto, não se restringe às deepfakes tradicionais, que atribuem falas ou comportamentos falsos a pessoas reais. “É uma irregularidade eleitoral, seja em formato de áudio ou de vídeo, seja para criar a imagem [ou a voz] de uma pessoa fictícia ou de uma pessoa real”, afirma Marcos Rafael Coelho, secretário-judiciário do TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul).

Isso não significa que qualquer vídeo com personagens gerados por IA deva ser automaticamente considerado ilícito. Marcos Jorge, coordenador jurídico do escritório Wilton Gomes Advogados, explica que é necessário verificar se o conteúdo foi produzido ou divulgado para favorecer ou prejudicar determinada candidatura.

A proibição também vale para conteúdos publicados antes do início oficial da propaganda eleitoral, em 16 de agosto. Segundo Jorge, durante a pré-campanha, a prática pode ser enquadrada como propaganda eleitoral por meio de proscrito — ou seja, pelo emprego antecipado de uma forma de propaganda que seria proibida durante a campanha.

A data da publicação tampouco impede que esses vídeos voltem a circular. O sistema de recomendação do TikTok seleciona conteúdos de acordo com as interações do usuário e informações do vídeo. Assim, uma gravação publicada meses antes pode voltar a ser recomendada já durante o período eleitoral.

Questionado por Aos Fatos, o TSE afirmou que não se manifesta sobre temas ou casos que possam vir a ser ou são objetos de análise na Justiça Eleitoral.

Responsabilidades

O fato dos conteúdos não terem vínculo aparente com candidatos ou campanhas não impede que haja irregularidade.

“Perfis de terceiros respondem civil e penalmente pelo conteúdo que produzem e publicam, independentemente de qualquer relação com candidatos. Sem esse vínculo, a resposta tende a ficar no campo da remoção de conteúdo e da responsabilização individual do autor, não alcançando as sanções mais severas do direito eleitoral (multa a candidato, cassação)”, afirma Petrin.

O cenário muda quando há evidências comprováveis de participação, contratação, financiamento, orientação ou conhecimento prévio da campanha. A depender da gravidade e da repercussão, o caso pode ser analisado pela justiça eleitoral sob a perspectiva de abuso de poder ou uso indevido dos meios de comunicação.

Rafael Maciel, sócio e head de inteligência artificial e proteção de dados do Lara Martins Advogados, pontua que há muitas dificuldades práticas para distinguir uma manifestação produzida de forma independente por um apoiador de uma ação coordenada com uma campanha.

Maciel explica ainda que as plataformas também estão sujeitas a obrigações previstas pelas regras eleitorais, como restrições à publicidade com IA, identificação de conteúdos sintéticos e deveres de diligência diante de publicações irregulares.

Segundo o especialista, as redes sociais não respondem automaticamente pelo conteúdo produzido por terceiros, mas podem ser responsabilizadas por falhas próprias, como o descumprimento de notificações ou decisões judiciais e deficiências nos mecanismos de segurança e moderação.

Aviso de IA não libera conteúdo

A presença de um aviso de que o vídeo foi produzido com inteligência artificial também não afasta a irregularidade, já que a resolução do TSE diferencia os usos permitidos de IA, sujeitos a regras de transparência, dos conteúdos sintéticos proibidos para fins eleitorais.

A regra exige que a fabricação ou manipulação seja informada de forma explícita e destacada, explica Coelho, secretário-judiciário do TRE-MS. “Mas quando se criam pessoas fictícias, como se fossem falsos eleitores dando depoimentos, aí a prática já entra na segunda camada porque ela é absolutamente proibida. Não importa se tem um rótulo falando que a inteligência é artificial”, ressaltou.

Marcos Jorge chama atenção ainda para outra questão: dizer apenas que um vídeo foi gerado por IA não necessariamente deixa claro ao usuário que o entrevistado não existe, que a entrevista nunca ocorreu e que a opinião apresentada não é de uma pessoa real.

Apesar da plataforma indicar que houve uso de IA, usuários demonstram acreditar que gravação mostra pessoas reais
Apesar da plataforma indicar que houve uso de IA, usuários demonstram acreditar que gravação mostra pessoas reais

As consequências podem se tornar mais graves quando o conteúdo sintético é empregado para disseminar desinformação ou atacar adversários.

Nesses casos, outras infrações podem se somar ao uso irregular de IA. Coelho explica que o emprego da tecnologia para atacar candidatos com desinformação ou discurso de ódio pode resultar em multas e, quando houver envolvimento ou responsabilização da candidatura beneficiada, ter consequências mais graves.

A depender das circunstâncias, a prática pode ainda ser entendida como uso indevido dos meios de comunicação social, com sanções que podem chegar à cassação de registro ou diploma e à inelegibilidade.

Porém, a aplicação dessas penalidades depende da comprovação da responsabilidade da candidatura e da gravidade da conduta.

Outro lado

Procurado pelo Aos Fatos, o TikTok informou que removeu todos os conteúdos enviados pela reportagem por violarem suas diretrizes sobre mídia editada e conteúdo gerado por inteligência artificial.

A plataforma afirmou que exige que os criadores sinalizem conteúdos sintéticos e que, mesmo quando rotulados, remove materiais que violem suas regras. Entre os conteúdos proibidos estão aqueles gerados ou significativamente editados por IA que possam induzir usuários ao erro sobre assuntos de interesse público ou simular material proveniente de uma fonte jornalística real.

A empresa também destacou as ações adotadas para as eleições de 2026 e afirmou que, durante o período eleitoral, seu foco “permanece em garantir a segurança das pessoas e proteger a integridade do TikTok”.

O caminho da apuração

Aos Fatos monitorou no TikTok vídeos que usam inteligência artificial para simular entrevistas e depoimentos de eleitores sobre Lula e Flávio Bolsonaro, por meio de buscas e do acompanhamento de conteúdos recomendados pela plataforma. A reportagem reuniu 50 vídeos. Também foram analisadas as contas responsáveis pelas publicações.

Em seguida, Aos Fatos consultou as regras do TSE sobre o uso de inteligência artificial nas eleições e entrevistou especialistas em direito eleitoral. Foram ouvidos Marcos Rafael Coelho, Rafael Maciel, Marcos Jorge, Leandro Petrin e Rogério Silva de Vargas, que contribuíram para a análise das práticas identificadas nos vídeos e de sua relação com as normas eleitorais.

Por fim, Aos Fatos entrou em contato com a assessoria de imprensa do TikTok e enviou todos os vídeos do levantamento, que foram excluídos posteriormente pela plataforma. O TSE também foi questionado sobre os achados da reportagem.

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Belgium nominates Hans Kluge as WHO Director General

The Belgian federal government has nominated Hans Kluge (pictured) for the position of Director-General of the World Health Organization (WHO).

“I am very honoured by the trust Belgium has placed in me and am grateful for the opportunity to take on this important responsibility,” Kluge said on X. “Serving the WHO has been the greatest privilege of my professional life.”

Kluge has served as WHO Regional Director for Europe since 2020 and began a second term in February 2025. Under WHO rules, he will step aside as WHO/Europe Director while campaigning for the role, a process that involves lobbying member states, NGOs and the organisation's largest funders.

Tried and tested
After qualifying as a doctor in Belgium, he began his international career with Médecins Sans Frontières in conflict settings in Liberia and Somalia. He subsequently coordinated tuberculosis programmes in Siberian prisons and across the former Soviet Union.

Kluge joined WHO in 1999, initially working on tuberculosis and HIV in...

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Pavilhão Municipal na Rota do Plano de manutenção do Parque de Desporto Municipal em São Brás de Alportel

O Município de São Brás de Alportel iniciou uma nova intervenção no Pavilhão Desportivo Municipal, destinada à recuperação e melhoria do sistema de drenagem de águas pluviais da cobertura da nave principal, reforçando as condições de proteção e conservação deste equipamento municipal.

A intervenção integra o Plano Anual de Manutenção do Parque de Desporto Municipal e surge na sequência do desgaste do algeroz metálico existente na cobertura da Nave Principal do Pavilhão Desportivo Municipal, cuja estanquidade se encontrava comprometida, permitindo a entrada de água no interior do pavilhão, sobretudo por escorrência ao longo das paredes.

Os trabalhos contemplam o corte da telha existente, com recurso a equipamento adequado, de forma a criar as condições necessárias à intervenção, seguindo-se a limpeza e o isolamento do algeroz atual e a instalação de um novo algeroz no seu interior, com ligação aos tubos de queda já existentes.

Está igualmente prevista a colocação de um remate em chapa sobre o murete, cobrindo a maior parte da secção do novo algeroz, com o objetivo de reforçar a proteção da estrutura e assegurar uma adequada condução das águas provenientes da cobertura.

Com um prazo de execução de 60 dias, a empreitada representa um investimento municipal de 11.600,00 euros.

Com esta intervenção, o Município prossegue o investimento na manutenção e valorização das infraestruturas municipais, promovendo melhores condições de conservação, segurança e utilização dos equipamentos ao serviço da comunidade.

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Olhão continua a celebrar Bicentenário da Câmara Municipal com espetáculo de videomapping

No próximo dia 28 de agosto, pelas 22:30, no Largo Sebastião Martins Mestre (Paços do Concelho), o Município de Olhão e o Artelier? – Teatro de Rua apresentam o espetáculo de videomapping intitulado “200 anos em movimento”, com o apoio da Junta de Freguesia de Olhão. 

Integrado no programa comemorativo do Bicentenário da Câmara Municipal de Olhão, o espetáculo assinala uma data particularmente significativa: 28 de agosto de 1826, dia a que corresponde a primeira ata que integra o acervo do Arquivo Municipal e que marca o arranque formal do funcionamento da estrutura camarária olhanense.

Ao longo de cerca de 70 minutos, “200 anos em movimento” propõe uma viagem pela história da Câmara Municipal de Olhão, revisitando acontecimentos, protagonistas e momentos marcantes dos seus dois séculos de existência. Através de uma linguagem contemporânea e de uma abordagem site-specific, o espetáculo recorre à tecnologia para projetar sobre os Paços do Concelho uma nova leitura da história e da identidade olhanenses.

A proposta artística vai, contudo, além da componente audiovisual. O espetáculo integra também uma dimensão de teatro participativo, colocando em interação, ao vivo, atores profissionais com elementos de diferentes núcleos e projetos teatrais não profissionalizados do concelho: a Universidade Sénior, o Grupo de Teatro Sénior de Olhão, o AlmaMonca, novo projeto teatral sediado em Moncarapacho, e jovens ligados à Casa Municipal da Juventude Hugo Charrão.

A criação do espetáculo resulta de um trabalho desenvolvido ao longo dos últimos meses, que incluiu pesquisa histórica, investigação de campo junto da comunidade e releitura artística dos 200 anos de percurso da Câmara Municipal.

“200 anos em movimento” pretende, assim, transformar o espaço público num lugar de encontro entre memória, comunidade e criação artística, celebrando dois séculos de história municipal através de uma experiência dirigida a toda a população e a quem visita Olhão.

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