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Pelo menos 30 bombeiros depositam capacetes como protesto enquanto aguardam resolução

Comandante Regional, Vaz Pinto, marca reunião de urgência para amanhã, 8 de outubro

Trinta e quatro bombeiros do Corpo de Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim entregaram esta quarta-feira, pelas 18:00 hrs, os seus capacetes à porta do quartel, numa ação de protesto perante a situação que se vive atualmente no Corpo de Bombeiros e na Associação Humanitária.

Refira-se que a iniciativa surge na sequência de uma carta subscrita pelos bombeiros e dirigida aos órgãos sociais da Associação Humanitária, onde são identificados 17 pontos considerados fundamentais e exigidas respostas concretas.

Na mesma carta, os bombeiros concederam 48 horas aos órgãos sociais para responderem às suas reivindicações e exigiram a sua demissão, caso não sejam tomadas medidas perante os problemas apresentados.

A entrega dos capacetes, segundo dizem, pretendeu ser um ato simbólico de protesto e de alerta para a comunidade, demonstrando a insatisfação dos bombeiros perante uma situação que consideram não poder continuar.

Os bombeiros fazem questão de deixar claro que o socorro às populações dos concelhos de Vila Real de Santo António e Castro Marim está assegurado, não estando esta ação de protesto a colocar em causa a resposta operacional às ocorrências.

Comandante Regional Vaz Pinto marca reunião de urgência

Na sequência da situação, o Comandante Regional de Emergência e Proteção Civil, Vaz Pinto, marcou uma reunião de urgência para amanhã (quinta-feira), 8 de outubro, no quartel dos Bombeiros de Vila Real de Santo António.

Os bombeiros esperam que esta reunião permita encontrar respostas concretas para os problemas que têm vindo a denunciar.

Perante o ocorrido, os bombeiros fazem questão de reafirmar que não estão contra a população, nem contra a missão de socorro que diariamente desempenham. Pelo contrário, afirmam estar a lutar para que o Corpo de Bombeiros tenha condições dignas para continuar a servir Vila Real de Santo António e Castro Marim.

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Sagres recebeu participantes de todos os continentes nos quatro dias de observação de aves e natureza

A 17.ª edição do Festival de Observação de Aves & Atividades de Natureza, que decorreu de 2 a 5 de outubro, em Sagres, voltou a afirmar-se como um ponto de encontro internacional para observadores de aves, especialistas e amantes da natureza.

Ao longo do Festival, 1.568 participantes, de 30 nacionalidades, tiveram à sua disposição um programa com 305 atividades dedicadas à observação de aves, à natureza e à biodiversidade.

Entre os principais resultados desta edição destaca-se o registo de 165 espécies de aves, incluindo o falcão-da-rainha que, por ser uma ave de rapina pouco frequente no nosso país, proporcionou um momento marcante para muitos observadores de aves.

A sexta-feira, 2 de outubro, ficou particularmente marcada por uma forte passagem migratória, proporcionando condições excecionais de observação em vários pontos do território. Em locais como Vale Santo, Cabranosa e Ponta da Atalaia, foram observados grandes números de cartaxos-nortenhos, rabirruivos-de-testa-branca e chascos-cinzentos, entre outras espécies.

A biodiversidade marinha esteve igualmente em destaque, com o registo de oito espécies de megafauna marinha, entre as quais a baleia-de-Bryde e o tubarão-martelo-liso, revelando a diversidade de espécies que pode ser observada na região, tanto em terra como no mar.

O Festival proporcionou igualmente momentos de encontro, aprendizagem e partilha de conhecimento entre participantes, especialistas e entidades ligadas à natureza, aproximando diferentes públicos das espécies e dos habitats da região.

Promovido pela Câmara Municipal de Vila do Bispo e organizado em parceria com a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA-BirdLife) e a Associação Almargem, o Festival de Observação de Aves & Atividades de Natureza reforça o posicionamento de Sagres como território de referência para a observação de aves e para o turismo de natureza.

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Dias Abertos da Gruta da Companheira permitem conhecer vestígios humanos com mais de 45 mil anos

Dias 17 e 24 outubro – 10h00

O Museu de Portimão promove, nos dias 17 e 24 de outubro, dois Dias Abertos na Gruta da Companheira, uma oportunidade para conhecer de perto este importante sítio arqueológico e os vestígios das ocupações humanas do Paleolítico Médio, identificados no âmbito das escavações arqueológicas que estão a decorrer no local, dirigidas por investigadores da Universidade do Algarve (UAlg).

A Gruta da Companheira é a segunda gruta do Algarve onde foram encontrados materiais associados à ocupação por comunidades neandertais. Com um elevado potencial de investigação, foi descoberta no início de 2016, durante os trabalhos de construção da nova ETAR de Portimão, no sítio da Companheira, quando foi localizada uma nova cavidade com vestígios arqueológicos.

Embora atualmente não seja possível visitar o interior da gruta, sabe-se que esta é constituída por duas pequenas câmaras horizontais e vários corredores, num comprimento estimado de cerca de 10 metros, sendo possível aceder a uma das galerias a partir da Estrada Nacional 125.

Vestígios humanos com mais de 45 mil anos

Após a descoberta, a Gruta da Companheira foi intervencionada pelo doutor João Cascalheira e pelo professor doutor Nuno Bicho, da Universidade do Algarve, tendo sido identificados e escavados depósitos com materiais arqueológicos atribuídos ao Paleolítico Médio, com mais de 45 mil anos.

Atualmente, decorre no local o projeto Finisterra – Trajetórias populacionais e dinâmicas culturais dos últimos neandertais no extremo oeste Europeu, dirigido por João Cascalheira e financiado pelo European Research Council, com o apoio logístico da Câmara Municipal de Portimão.

Os trabalhos arqueológicos desenvolvidos na zona da entrada original da gruta já atingiram mais de quatro metros de profundidade e permitiram identificar uma ligação com as galerias anteriormente conhecidas.

As escavações confirmaram a presença de ocupações neandertais no local e permitiram ainda identificar um novo conjunto de galerias, até agora desconhecidas, onde foram encontrados materiais arqueológicos e paleontológicos de grande relevância.

Embora os dados sejam ainda preliminares, foram identificadas várias ferramentas em pedra que serão, muito provavelmente, de fabrico neandertal, bem como numerosos restos de animais, entre os quais veados, cavalos, auroques e tartarugas.

Com um limite de 20 participantes por sessão, as inscrições devem ser efetuadas até ao dia 14 de outubro, para a primeira sessão clicando aqui e até 21 de outubro, para a segunda sessão, clicando aqui. A concentração dos participantes está prevista para as 10h00, no parque de estacionamento da ETAR da Companheira, sendo recomendado o uso de vestuário e calçado adequados.

O elevado interesse suscitado pela Gruta da Companheira, nomeadamente pela importância dos vestígios associados à presença do Homem de Neandertal, levou o Museu de Portimão a promover estas sessões abertas ao público. O sítio arqueológico assume particular relevância para o conhecimento das comunidades humanas que habitaram esta região há dezenas de milhares de anos e para a compreensão da evolução da Humanidade.

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‘Algarve em Série’ propõe uma viagem pelas páginas que deram a conhecer a região

Mostra bibliográfica patente até 31 de outubro, na Biblioteca Municipal de Faro

A Biblioteca Municipal de Faro recebe, até 31 de outubro, a mostra bibliográfica ‘Algarve em Série’ que reúne uma seleção de revistas e outras publicações em série dedicadas ao Algarve.

Ao longo do tempo, as publicações periódicas têm desempenhado um importante papel na preservação da memória e na divulgação do conhecimento sobre os territórios. Nesta mostra, diferentes publicações revelam olhares sobre a história, a cultura, o património, as paisagens, as tradições e o quotidiano algarvios.

Entre páginas que atravessaram décadas, encontram-se testemunhos de diferentes épocas, permitindo acompanhar a forma como o Algarve foi sendo retratado, estudado e divulgado, ao mesmo tempo que se redescobrem pessoas, lugares e acontecimentos que integram a identidade da região.

“Algarve em Série” é também um convite à leitura e à descoberta, numa viagem por diferentes momentos do Algarve através das páginas das publicações que contribuíram para dar a conhecer a região.

A mostra pode ser visitada na Biblioteca Municipal de Faro, até 31 de outubro, durante o horário de funcionamento da biblioteca.

Com entrada livre, a mostra pode ser visitada à segunda-feira das 14h00 às 19h30, de terça a sexta-feira das 09h30 às 19h30 e ao sábado das 14h00 às 19h30.

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Fighting big money in politics: California’s Community News Act

California Gov. Gavin Newsom signs the Community NEWS Act on Sept. 30, 2026. Photo via Office of Gov. Gavin Newsom

This article originally appeared on Dean Baker’s Patreon. It is reprinted here with permission.

Virtually everyone who is not a billionaire, or owned by one, agrees that we have to limit the ability of the rich to buy elections. While the Republican Party has taken “policy for sale” politics to a new level, there are plenty of Democrats who have been happy to support obviously awful policy in exchange for contributions from the AI industry, the pharmaceutical industry, the crypto industry, and Wall Street more generally. It costs a lot of money to run a competitive campaign and it’s hard to raise that from small contributions, so there will always be a temptation to bend policy positions to get some serious money.

While most people favor limits on campaign contributions, the current Supreme Court has made this very difficult. They have ruled that campaign contributions are speech and therefore any effort to limit campaign contributions is an unconstitutional restriction on speech.

There are some promising alternative paths that focus on making small donors matter. Seattle has a system of “democracy vouchers” that give every voter in local elections a modest sum that they can contribute to a candidate(s) of their choice. To qualify to get the vouchers, candidates must agree to limits on spending and large contributions.

Super-matches are a comparable system. Under this system, small dollar contributions can be matched up to 8 to 1, which means that even a $50 contribution can make a difference to a campaign. New York City, along with several other cities, have gone this route.

While these paths for amplifying the voice of ordinary people are promising, it will take much more to match the power of the billionaires. It is important to realize they exercise their political power in ways other than campaign contributions, primarily through their ownership of the media.

The importance of billionaire ownership goes far beyond the constant stream of lies and right-wing propaganda from Fox News. Last year, the very Trumpy Ellison family took control of CBS and immediately began to shift its news to the right. They are now taking control of CNN through the merger of Paramount and Warner Brothers. They also got control over TikTok, after Trump wrestled it away from a Chinese company for them.

Trumper Mark Zuckerberg owns Facebook and Instagram and is not shy about banning political material he doesn’t like. And Elon Musk bought Twitter, explicitly to advance his right-wing agenda. The rest of the media landscape doesn’t look much better. The rich and very rich own the countries’ newspapers and broadcast outlets, and most of these people lean right, even if they have not yet joined the Trump Reich.  

And let’s just be clear. The idea that the campaign ads bought by the rich can influence votes, but not the material that people see between the ads, is beyond absurd. Even if we banned all political contributions from rich people and corporations, the rich could still control elections by showing us nothing but their propaganda on television, in newspapers, and on social media.

This is why the Community News Act that Governor Gavin Newsom just signed is so important. The measure provides $20,000 each for up to five journalists per news outlet covering local news. This subsidy can keep newspapers and news sites across the state in business and help to support new ones that might start up. It is similar to other programs that have been started in Illinois, New York, and New Mexico.

This might seem like small change in a world with multi-billion dollar media empires, but it is not realistic to imagine matching the super-rich dollar for dollar; the goal is to sustain reality-based reporting that people can rely upon. (Repealing Section 230 protection for the mega-platforms like Facebook and X would be a big step towards leveling the playing field.) And support for local news reporting is likely to also lead to better national and international reporting, both by training more reporters and also increasing the comfort level with public funding, perhaps opening the door for a national system.

To be clear, there are no political conditions attached to this funding. Conservative news outlets are as eligible for this subsidy as more liberal ones. The point is to support local journalism, not to favor a particular political perspective.

To my view, this system is not ideal. I prefer support coming through an individual refundable tax credit to support local news. This would allow people to have a more direct attachment to the news outlets being supported with public money. Ideally, this would give them a sense of ownership that many feel towards other community organizations.

But whether or not this is the best approach, there is no doubt that the California bill, along with the ones already passed in other states, are big steps forward. It will help to reverse the collapse of local news reporting, which is giving corruption free rein in many areas. We need to build on the positive and make it better, rather than reject a plan because it may not be ideal. Progressive opponents of California’s wealth tax initiative may want to give that point some thought.

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False flags won’t save aggressors, Iran FM spokesman says

Iranian Foreign Ministry spokesman Esmaeil Baghaei
Press TV – October 7, 2026

Iranian Foreign Ministry spokesman Esmaeil Baghaei says the United States and the Israeli regime have a history of manufacturing false-flag incidents only to clean up their messes around the world.

In a Wednesday post on his X account, the Iranian official said such scenarios would not save them from the quagmire of the aggression against Iran.

Baghaei said telling lies about Iran and accusing it of having a role in security incidents would fail to justify the US-Israeli aggression against the Islamic Republic.

“In a world where the American and international public is weary of an unlawful war of aggression against Iran, and where the aggressors have no honest way to justify a war of choice, even a raft made of lies can look like salvation to those who are drowning,” he said in the post.

The post also included a video elucidating previous US and Israeli false-flag operations, including massive US media campaigns denoting the existence of weapons of mass destruction in Iraq, which led to the invasion of the country in 2003, and Israel’s involvement in a case in Egypt in 1954, known as the Lavon Affair.

“False flags are an old craft: manufacture the incident, assign the blame, and harvest the consequences,” said Baghaei.

The post came after officials in the US and allied countries suggested that Iran may have had a role in recent security incidents, including on a Flydubai flight from the United Arab Emirates to the Israeli-occupied territories and in a suspected plot against an American base in Britain.

Iran has roundly rejected the accusations, calling them a pretext for launching renewed aggression against the country, months after the US and the Israeli regime were forced to end a previous offensive under a ceasefire reached in mid-April.

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‘Massive’ Russian Attack on Ukraine Kills at Least 25

At least 25 civilians were killed during a major Russian bombardment across Ukraine on Wednesday, according to Ukrainian officials, strikes that came a day after Ukrainian forces launched nearly 900 drones into Russia. The majority of the dead were killed by strikes that hit an apartment block in Pryluky, a city in Ukraine’s northern Chernihiv […]
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The Makkah Pact Enters Into Force: The End of American Dominance or Its New Form?

By Salman Rafi Sheikh – New Eastern Outlook – October 7, 2026

On October 5, Saudi Arabia, Türkiye and Pakistan activated the Makkah Pact, taking their new alliance to war for the first time, and potentially revealing the future of American power in the Middle East: Washington provides the security umbrella while regional partners increasingly do the fighting.

From treaty to military alliance

Only two months after Saudi Arabia, Pakistan and Türkiye signed the Makkah Joint Defence Agreement, the new alliance has been activated. As representatives of the three countries met in Riyadh and Houthi missiles and drones targeted Saudi territory, Saudi-backed Yemeni forces launched a major counteroffensive around the strategically important Bab al-Mandeb Strait. Despite hundreds of strikes, the Saudi offensive has not been enough to push the Houthis back to their original position. In this context, the alliance’s Strategic-Political and Defense Committee agreed to move “immediately” toward implementing its collective-defence commitments and to provide agreed military forces and capabilities for rapid deployment in Saudi Arabia. The meeting also appointed retired Pakistani Lieutenant General Nauman Mahmood as the alliance’s first secretary-general.

The significance goes beyond additional military assistance for Riyadh. The Yemen war is transforming – and that, too, very rapidly – a remarkably young agreement into an operational military alliance. Signed on August 7, the Makkah Pact contains a collective-defence commitment under which an armed attack against one member is regarded as an attack against all three. Pakistan describes the agreement as defensive and grounded in the right to collective self-defense under Article 51 of the UN Charter.

That inevitably invites comparisons with NATO. The analogy should not be exaggerated. NATO possesses 32 members, an integrated command structure and more than seven decades of institutional development. The Makkah Pact possesses none of that depth.

But its institutional development has been unusually rapid. On August 31, the three governments established mechanisms for political and military coordination, agreed to create a permanent secretariat in Saudi Arabia and committed themselves to joint activities, defence-industrial cooperation and joint technology development and production. Now comes the most important stage in the evolution of any military alliance: responding to an actual threat.

Pakistan and Türkiye were already assisting Saudi Arabia before formal activation. Reports show that Pakistan had supplied air-defence systems, drones, anti-drone equipment and light artillery, while Pakistani advisers were working with Saudi counterparts supporting Yemeni forces. Türkiye had supplied drones. The October 5 decision potentially integrates such capabilities into something larger: collective military action undertaken because one alliance member has come under attack.

The distinction between defensive and offensive action consequently becomes blurred. Defending Saudi airspace against Houthi missiles is clearly defensive. Destroying the launchers firing those missiles from Yemen would involve offensive operations undertaken for a defensive purpose. Pakistani Defence Minister Khawaja Asif has deliberately avoided ruling out that possibility, saying Pakistan would make “whatever means are available” at its disposal available to defend Saudi Arabia.

America stays, but its role changes

It would be tempting to interpret this development as evidence that Saudi Arabia is preparing for a post-American Middle East. That conclusion would be premature. The more interesting possibility is almost the opposite: the Makkah Pact may fit remarkably well into the kind of Middle Eastern security order the Trump administration itself wants to create. Trump welcomed the agreement shortly after it was signed. He called it’s a “big, bold and important first step” and argued that it demonstrated how regional countries could “defend themselves in a more meaningful way.” That language closely matches the administration’s formal defence strategy.

The 2026 National Defense Strategy says Washington wants regional allies and partners to assume “primary responsibility” for deterring and defending against Iran and its proxies, while the United States supports them and deepens cooperation with Gulf partners. The administration’s arms-transfer strategy similarly argues that allies should assume more responsibility for regional security while Washington equips them with advanced American military capabilities. Yemen now offers an unusually clear illustration of what this division of labour can look like.

Saudi Crown Prince Mohammed bin Salman sought direct American military intervention against the Houthis in September. Trump declined to order US strikes. But Washington did not withdraw from the conflict. Instead, it offered intelligence and targeting assistance, while CENTCOM commander Admiral Brad Cooper travelled to Saudi Arabia for consultations. As the Saudi-backed offensive subsequently began, the same pattern continued. Saudi aircraft provided extensive air support to Yemeni government forces, while the United States supplied intelligence and targeting support. America therefore remains deeply involved. What has declined, at least for now, is direct participation in the fighting. This distinction matters.

The choice facing Washington is not simply between dominating Middle Eastern security and abandoning it. There is a third possibility: remaining the indispensable strategic enabler while shifting more of the immediate military burden onto regional states. That is precisely where the Makkah Pact becomes useful.

Saudi Arabia brings financial resources, geography and enormous investments in advanced weaponry. Türkiye contributes a large, NATO-trained military and a rapidly expanding defence industry. Pakistan brings substantial conventional forces, longstanding military relations with Saudi Arabia and extensive operational experience. Together, they can potentially perform missions that previously might have generated demands for more direct American intervention. The United States can remain above this architecture rather than outside it: supplying intelligence, weapons, logistical assistance, strategic deterrence and diplomatic backing while allies provide more of the personnel and firepower required to confront regional threats. Seen this way, the pact is not necessarily a rebellion against American primacy. It could become one mechanism through which that primacy is made less militarily expensive for the US.

A different kind of American order

This model also helps explain why describing the emerging Middle East as “post-American” can be misleading. American power has traditionally been measured partly through deployments, bases and direct military intervention. But primacy does not require Washington to fight every regional war itself. The Makkah Pact could push this transformation considerably further.

Its future significance will depend less on what its three members call the alliance than on what they build after Yemen, and whether their first experiment in collective defence proves sufficiently successful to encourage deeper cooperation. Regular military planning, interoperable forces, integrated air and missile defence, intelligence-sharing arrangements and joint weapons production would gradually give the agreement institutional substance.

Yet therein lies a paradox for Washington. The same burden-sharing that reduces America’s military responsibilities could eventually reduce its leverage. More capable allies are not necessarily more dependent allies. As regional powers acquire the institutions, experience and capabilities to conduct military operations with diminishing direct American involvement, they may also acquire greater freedom to pursue threats and strategic objectives that do not fully correspond with Washington’s preferences. An arrangement that initially reinforces the US security architecture could therefore gradually produce greater regional strategic autonomy.

The consequences could extend to military technology. Saudi Arabia’s armed forces remain heavily equipped with American weapons, but neither Pakistan nor Türkiye operates exclusively within a US defence ecosystem. Pakistan, for example, operates the JF-17 fighter aircraft jointly developed with China. In fact, Islamabad has deployed this jet in Saudi Arabia as part of the pact. While Türkiye has built an increasingly indigenous defence industry. A more deeply integrated Makkah alliance could therefore eventually combine American, Turkish, Pakistani and Chinese-origin military technologies rather than reproduce an exclusively US-centred weapons architecture.

That may prove more consequential for American primacy than the pact itself. If the Makkah alliance fades once the immediate Houthi threat recedes, it will remain another temporary regional alignment. But if Yemen produces permanent military integration, Washington could confront an unexpected consequence of its own burden-sharing strategy: the more successfully regional allies learn to defend the American-led order themselves, the less dependent that order may eventually become on America.


Salman Rafi Sheikh, research analyst of international relations and Pakistan’s foreign and domestic affairs

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White House promotes 'Trump TV' with AI-altered photo

The White House has promoted "Trump TV" using an AI-altered photo of passengers apparently watching the president's new streaming channel. But the image was originally posted online in February 2023, showing passengers watching the NFL Super Bowl, with one watching the film "Hitch". The original photo was modified using AI to make it appear as if the passengers were watching Trump TV. The post did not discalose that the image had been altered. Vedika Bahl explains in Truth or Fake.

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Auditório Carlos do Carmo em Lagoa recebe o musical Alice in Wonderland

O Auditório Carlos do Carmo, em Lagoa, recebe o musical Alice in Wonderland, pelo The Algarveans Theatre Group, com apresentações nos dias 19 e 20 de novembro, pelas 19h30 e dia 21 de novembro, pelas 14h00 e 19h30 cujos bilhetes já se encontram à venda.

Baseada na tão apreciada história de Lewis Carroll, esta versão é uma pantomima tradicional ao estilo britânico: um espetáculo familiar animado, repleto de comédia, música, personagens coloridas, participação do público e humor local.

Alice segue o Coelho Branco até ao País das Maravilhas, onde conhece o Gato de Cheshire, o Chapeleiro Maluco, a Rainha de Copas e muitas outras personagens conhecidas. Com imaginação, coragem e muito absurdo, Alice ajuda a salvar o País das Maravilhas.

Tom Whalley é um dramaturgo e autor de pantomimas sediado no Reino Unido, natural de Newcastle upon Tyne. Os seus guiões de pantomima premiados são encenados por grupos de teatro no Reino Unido e a nível internacional.

O seu trabalho é conhecido por ser enérgico, acessível e adequado para toda a família, combinando histórias clássicas com humor moderno, música, e uma forte participação do público.

Os bilhetes para cada sessão custam 15€ e já se encontram à venda na Bilheteira Online, nas bilheteiras dos CTT, da Fnac, Worten, Auditório Carlos do Carmo, Centro Cultural Convento de S. José e Balcão Único da Câmara Municipal de Lagoa.

Com quatro sessões à escolha, cujo espetáculo é integralmente falado em inglês não faltam oportunidades para que compre o seu bilhete e assista ao espetáculo Alice in Wonderland, na versão apresentada pelo The Algarveans Theatre Group.

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Prisão preventiva para médico detido em Albufeira por violar paciente em consulta

Vítima de 52 anos foi sujeita à prática de atos sexuais de relevo.

O médico que foi detido, em Albufeira, por violar uma paciente durante uma consulta, ficou esta quarta-feira em prisão preventiva, após ter sido presente a juiz no Tribunal de Portimão.

Em notícia avançada pelo CM, é referido que o clínico tem 61 anos, é de nacionalidade estrangeira, mas já reside em Portugal há muito tempo. Foi detido em Albufeira quando estava a dar consultas num outro estabelecimento de saúde.

O crime terá ocorrido no passado mês de junho, segundo a Polícia Jiudiciária, “em ambiente totalmente controlado pelo arguido”, tendo a vítima, de 52 anos, sido sujeita à prática de atos sexuais de relevo, com a introdução de dedos na vagina, quando o médico lhe dizia que estava a fazer o diagnóstico para as dores que sentia.

A Judiciária confirma que o detido “já possui antecedentes policiais e criminais, tendo sido condenado por crimes contra autodeterminação sexual, ocorridos em diferentes unidades hospitalares privadas na região do Algarve”.

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Albufeira coroou campeões na final da Taça de Portugal de Sisal

Pela primeira vez, o Algarve acolheu a final da Taça de Portugal de Sisal, com Albufeira a reunir cerca de 150 atletas de todo o país, a qual foi disputada no dia 4 de outubro, no Pavilhão Desportivo dos Olhos de Água.

A competição juntou 16 equipas masculinas e 8 femininas, tendo os troféus sido conquistados pelos Flight Club CDC, nos masculinos, e pela equipa Lagoa Woman’s, nos femininos.

A precisão e a concentração marcaram uma jornada dedicada às setas, que contou com o apoio da Câmara Municipal de Albufeira. As 24 equipas presentes garantiram o apuramento através das respetivas fases regionais, com representantes das associações do Porto, Zona Oeste, Lisboa, Ribatejo e Setúbal.

A abertura da competição contou com a presença do vice-presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Jorge Carmo, num momento que assinalou a estreia da Taça de Portugal de Sisal no Algarve. A região já tinha acolhido duas finais nacionais, mas recebeu agora, pela primeira vez, esta competição, cuja organização decorre de forma rotativa pelas diferentes associações.

Campeões da Taça de Portugal

No setor masculino, o Flight Club CDC, da Associação de Setas de Lisboa, conquistou a Taça de Portugal, enquanto o Cidade Nova Darts, da Associação de Setas da Zona Oeste, alcançou o segundo lugar. As equipas Casal Vau NF Darts, da Zona Oeste, e SC Bar Sem Lona, de Lisboa, ficaram classificadas no terceiro/quarto lugar.

Na competição feminina, a vitória coube à equipa Lagoa Woman’s, da Associação de Setas do Ribatejo, seguida das Funny Girls, da Associação de Setas de Setúbal. O Café ZáZá, da Zona Oeste, e o PQP Check à Gaja, de Lisboa, ficaram igualmente classificados no terceiro/quarto lugar.

Campeãs da Taça de Portugal

Para além da disputa dos troféus por equipas, o Open Cidade de Albufeira destacou as prestações individuais. José de Sousa venceu a competição masculina, seguido de Álvaro Revez e Miguel Ângelo Ferreira, enquanto Paulo Barreira terminou na quarta posição.

José de Sousa

Na prova feminina, Carina Vieira conquistou o primeiro lugar, à frente de Susana Barbeiro e Telma Filipa, com Diana Silva em quarto.

Integrada na programação de Albufeira Cidade Europeia do Desporto 2026, este evento deu espaço a uma modalidade em que a precisão, a estratégia e o controlo emocional assumem particular importância.

David Silva – 1.º Open Juniores

A participação de equipas, atletas individuais e juniores evidenciou a diversidade de praticantes que as setas reúnem em contexto competitivo.

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AORCA apresenta espetáculo de dança O QUE TORNA – de Susana Vilar

A AORCA – Associação de Observação, Regeneração e Criação na Actualidade, sedeada em Lagos, apresenta o espetáculo de dança intitulado ‘O QUE TORNA – de Susana Vilar’, para ver dia 23 de outubro, às 10h30 e 21h30 no Centro Cultural de Lagos .

Um solo de dança contemporânea que nasce de uma pesquisa sobre a mudança como espaço de transformação. Numa realidade social cada vez mais virtual e tecnológica, o corpo físico transforma-se, através de uma metamorfose líquida, em corpo máquina sem se questionar s obre o caminho.

Entre o desejo de mudança e a força de permanecer, entre a inevitabilidade da transformação e a resistência, são exploradas as ruturas que nos t ornam diferentes. É nesse processo de nos tornarmos outros, nós próprios. É nesse lugar que encontramos o sentido de parar, reparar e tornar novamente.

FICHA TÉCNICA

Direção artística e interpretação: Susana Vilar
Co-criação musical: Daniela Amaral Cardoso e Pedro Salvador
Co-criação e assistência: Sofia Brito
Apoio dramatúrgico: Ricardo Falcão
Cenografia e iluminação: Felipe Silva
Figurinos e design 3D: Ana Soares e Gabriel Serra
Direção de Produção: Alicja Gladysz
Comunicação e divulgação: Marta Santana Gonçalves
Produção: AORCA
Co-produção: Câmara Municipal de Lagos
Apoios: DGARTES; Centro Cultural de Lagos, OPART, E.P.E/Estúdios Victor Córdon, A CRL – Central Elétrica, Projeto 23 Milhas, Teatro Aveirense, Associação de Dança de Lagos, Junta de Freguesia São Gonçalo de Lagos

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Cavaleira Leonor Coelho agraciada com Voto de Louvor pela Assembleia de Freguesia de São Clemente – Loulé

A jovem atleta Leonor Coelho agradece publicamente à Assembleia de Freguesia de São Clemente – Loulé a atribuição por unanimidade, de um Voto de Louvor, ao sagra-se Campeã de Portugal de Dressage no escalão de Juniores.

A distinção reconhece o percurso desportivo da jovem atleta, marcado pelo empenho, dedicação e determinação, bem como pelos resultados alcançados numa modalidade que exige disciplina, concentração, rigor técnico e uma forte ligação entre cavaleiro e cavalo.

A homenagem decorreu com a entrega de uma lembrança pelo presidente da Junta de Freguesia de São Clemente – Loulé, Carlos Ronquilho, e pela presidente da Assembleia de Freguesia, Maria de Deus Domingos.

Visivelmente satisfeita, Leonor Coelho considerou o reconhecimento um motivo de orgulho e um incentivo para continuar a trabalhar, evoluir e alcançar novos objetivos no seu percurso desportivo.

“Recebo este Voto de Louvor e esta lembrança com enorme orgulho e gratidão. É muito especial ver o meu trabalho e a minha dedicação reconhecida pela minha freguesia. Quero agradecer ao Sr. Presidente da Junta de Freguesia de São Clemente – Loulé, Carlos Ronquilho, à Sr.ª Presidente da Assembleia de Freguesia de São Clemente – Loulé, Maria de Deus Domingos, e a toda a Assembleia de Freguesia por esta distinção, bem como a todas as pessoas que me apoiaram ao longo deste percurso”, disse a jovem Leonor Coelho.

Uma conquista partilhada

A jovem campeã sublinhou ainda o contributo da família, dos treinadores e de todos os que acompanham diariamente o seu percurso desportivo.

“Esta conquista é também de todos os que estiveram ao meu lado, que acreditaram em mim e me ajudaram a superar cada desafio. Esta homenagem e a lembrança que me foi entregue dão-me ainda mais motivação para continuar a trabalhar, aprender e procurar alcançar novos objetivos”, acrescentou.

A conquista do Campeonato de Portugal de Dressage no escalão de Juniores, constitui um motivo de orgulho para Leonor Coelho e para a comunidade de São Clemente, evidenciando o talento, a dedicação, a disciplina e a perseverança de uma jovem atleta que continua a afirmar-se no panorama equestre nacional e internacional.

A Assembleia de Freguesia de São Clemente – Loulé, aprovou por unanimidade o Voto de Louvor, acompanhado pela entrega de uma lembrança pelos presidentes da Junta e da Assembleia de Freguesia, Carlos Ronquilho e Maria de Deus Domingos, respetivamente.

O presidente da Junta de Freguesia destacou que a distinção contribui também para promover e valorizar o desporto junto das novas gerações, incentivando os jovens a reconhecerem no desporto valores como o esforço, a dedicação, a responsabilidade, a perseverança e a procura contínua pela excelência.

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Devido a um “lapso”, CGA vai corrigir 2.937 pensões e os afetados vão receber menos

Um “lapso” que levou os pensionistas a receberem mais do que estava previsto na lei, vai ser corrigido – informa a CGA.

A Caixa Geral de Aposentações (CGA) anunciou que vai corrigir 2.937 pensões atribuídas entre maio e agosto, devido a um “lapso” que levou esses pensionistas a receberem mais do que estava previsto na lei.
A notícia foi avançada pelo Público, segundo o Notícias ao Minuto, dando conta de que estes reformados vão receber, em média, menos 93 euros por mês do que lhes tinha sido comunicado inicialmente.

Foi também veiculada na mídia a informação de que os funcionários públicos reformados nesta situação terão sido já contactados pela Caixa, ao longo das últimas semanas, sendo que, foi confirmado um “lapso” no cálculo global da reforma.
Nessa mesma comunicação, a CGA deu 10 dias aos visados para efetuarem contestação e consultarem o processo.

Segundo veiculou o mesmo jornal, terá existido “um lapso na parametrização do sistema de informação” da CGA, o que levou a que fossem atribuídas, “entre maio e agosto de 2026, um total de 2.937 pensões de aposentação num valor superior ao que resulta da legislação em vigor“.

Importa referir, entretanto, que as pensões até 1.074 euros deverão ter um aumento acima da taxa de inflação em 2027, devido ao desempenho da economia portuguesa no segundo trimestre do ano, o que influencia a fórmula de atualização das reformas.

Isto porque o crescimento médio do produto interno bruto (PIB) nos dois últimos anos deverá ficar acima de 2%, garantindo que, pela fórmula de atualização automática em vigor, cerca de 90% das pensões terão aumento acima da inflação.

Vejamos: no caso das pensões até dois IAS, o aumento será superior à inflação se o crescimento médio da economia se situar entre 2% e 3%. Caso essa média fique abaixo dos 2%, as pensões terão apenas uma atualização equivalente à inflação.

Em causa está o aumento por via do mecanismo previsto na lei. Este prevê que as pensões são atualizadas em janeiro com base em dois indicadores: a média do crescimento do PIB dos últimos dois anos e a variação média dos últimos 12 meses do Índice de Preços no Consumidor (IPC) sem habitação disponível a 30 de novembro.

Antes da atualização, pensionistas vão receber bónus

Conforme noticiado anteriormente, o Presidente da República, António José Seguro, promulgou na terça-feira (06) o diploma do Governo que prevê a atribuição de um suplemento extraordinário para as pensões até 1.611,39 euros. Em causa está o bónus das pensões, que foi anunciado pelo Executivo de Luís Montenegro, decidido no Conselho de Ministros da passada semana.

Esse suplemento será pago aos pensionistas em dezembro, em conjunto com a pensão desse mês, e terá o valor de 200 euros para as pensões até 537,13 euros, de 150 euros para as pensões entre 537,13 euros e 1.074,26 euros e de 100 euros para todas as pensões entre 1.074,26 euros e 1.611,39 euros, conforme anunciado pelo Governo.

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Candidaturas abertas para atribuição de 30 Bolsas de Estudo do Ensino Superior em VRSA

O Município de Vila Real de Santo António (VRSA) acaba de anunciar através de nota de imprensa que estão abertas candidaturas para atribuição de 30 Bolsas de Estudo do Ensino Superior.

O período de candidaturas para estas Bolsas de Estudo, anuais, destinadas a estudantes do Ensino Superior residentes no concelho de VRSA, são referentes ao ano letivo 2026/2027.
As candidaturas podem ser apresentadas até 16 de novembro de 2026, inclusive.

Cada bolsa tem o valor de 1.000 euros, sendo que 5 das bolsas destinam-se a premiar o mérito escolar, valorizando o desempenho académico dos estudantes.

Podem candidatar-se os jovens que residam no concelho há, pelo menos, três anos e que frequentem ou ingressem em instituições públicas de Ensino Superior em Portugal, no âmbito de uma licenciatura ou mestrado integrado.

O processo de candidatura decorre nos termos do Regulamento Municipal de Bolsas de Estudo, disponível no portal institucional do Município através do seguinte endereço: https://tinyurl.com/bolsasestudoVRSA.

A autarquia vilarealense informa também que as candidaturas devem ser apresentadas, preferencialmente, por correio eletrónico, através do endereço geral@cm-vrsa.pt, ou presencialmente, nos Paços do Concelho da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, na Divisão de Cultura e Educação.

Esclarece também a edilidade pombalina que o período de candidaturas às Bolsas de Estudo decorre habitualmente entre 1 e 15 de outubro. Excecionalmente, este ano, o Município alargou o prazo até 16 de novembro, tendo em consideração as alterações verificadas no calendário de acesso ao Ensino Superior, nomeadamente o prolongamento dos prazos associados à realização de exames e à apresentação de candidaturas, permitindo assim adequar o processo de atribuição das bolsas ao calendário de ingresso no Ensino Superior.

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“Presenças”, da artista belga Véronique Sabban, para observar em Loulé

Na Galeria de Arte do Convento do Espírito Santo, em Loulé, vai estar patente a exposição intitulada “Presenças“, da artista belga Véronique Sabban, sob curadoria de João Serrão.

A exposição presente de 10 de outubro a 21 de novembro em Loulé, marca a estreia da artista fora da Bélgica e reúne um arco temporal de três décadas de produção (1996–2026), focado na sua contínua e obsessiva investigação em torno do rosto humano.

Entre a pintura e a escultura, a mostra contrapõe o gesto visceral e fluido da pincelada sobre a tela ao processo físico e tátil de peças tridimensionais. Afastando-se da representação figurativa convencional, a artista toma o rosto como um território infinito, em que a matéria e a mancha dão corpo à interioridade e à vulnerabilidade da condição humana.

A exposição será inaugurada esta sexta-feira, 9 de outubro, às 18:00 hrs, e pode ser visitada das 10:00 às 13:30 hrs e das 14:30 às 18:00 hrs.
A entrada é livre.

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AMAL promove sessão pública ‘Menos emissões, mais opções: a mobilidade que o Algarve pode ter’

Como queremos que seja a mobilidade do Algarve no futuro?
Que opções temos para nos deslocarmos de forma mais sustentável?
E que mudanças podem contribuir para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa na região?

É a partir destas questões que a AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve, com o apoio técnico da consultora TIS, promove a sessão pública “Menos emissões, mais opções: a mobilidade que o Algarve pode ter”, integrada no processo de desenvolvimento do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável do Algarve – PMUS Algarve 2.0.

A sessão será uma oportunidade para apresentar os principais resultados do diagnóstico desenvolvido até ao momento e, sobretudo, para promover uma reflexão conjunta sobre o futuro da mobilidade no Algarve, colocando em discussão as opções disponíveis, os desafios associados à redução das emissões e os comportamentos que poderão contribuir para uma mobilidade mais sustentável.

Vai decorrer no próximo dia 13 de outubro, entre as 10h00 e as 13h00, no Centro de Emprego e Formação Profissional do Algarve – IEFP (Areal Gordo), em Faro.

A iniciativa contará com a participação do Prof. José Manuel Viegas, especialista na área de transportes, que fará uma intervenção sobre algumas das questões críticas para a mobilidade sustentável e conduzirá, posteriormente, uma mesa-redonda sobre os desafios e oportunidades para a mobilidade no Algarve, com a participação da AMAL, Universidade do Algarve e Almargem, seguida de discussão aberta.

Programa

  • Abertura e apresentação do PMUS Algarve – Equipa TIS
  • Objetivos do Plano, trabalho desenvolvido e resultados do diagnóstico
  • Mobilidade sustentável: questões críticas – Professor José Manuel Viegas
  • Mesa-redonda – Desafios e oportunidades para a mobilidade no Algarve
  • Moderação: Professor José Manuel Viegas
  • Participantes: AMAL, Universidade do Algarve e Almargem
  • Discussão aberta

A sessão é aberta a toda a população e a participação de todos é bem-vinda. O contributo dos cidadãos será fundamental para enriquecer a discussão e ajudar a construir um Plano de Mobilidade Urbana Sustentável que responda de forma cada vez mais adequada às necessidades e desafios da região.

A participação é gratuita, mas requer inscrição prévia, a qual deve ser efetuada clicando aqui, tendo em conta que o espaço possui uma capacidade limitada.

Sobre a AMAL

A AMAL, Comunidade Intermunicipal do Algarve, é uma pessoa coletiva de direito público e natureza associativa, formada pelos 16 Municípios do Algarve – Albufeira, Alcoutim, Aljezur, Castro Marim, Faro, Lagoa, Lagos, Loulé, Monchique, Olhão, Portimão, S. Brás de Alportel, Silves, Tavira, Vila do Bispo e Vila Real de Santo António. Foi constituída a 13 de março de 1992 e tem como missão potenciar o desenvolvimento dos municípios e reforçar e promover a identidade da Região do Algarve, mediante a articulação de interesses e criação de sinergias. A AMAL é constituída pelos seguintes órgãos: Assembleia Intermunicipal, Conselho Intermunicipal e Secretariado Executivo Intermunicipal.

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