BBC Celebrity Traitors viewers fume 'I'm so mad' as star ordered to leave castle


Washington Post freelance photographer Heidi Levine was attacked by Israeli settlers in the West Bank. Levine speaks with NPR's Scott Detrow about the attack.


Nur fünf Tage lang war Katie Zacharia Pressesprecherin des Weißen Hauses gewesen, bevor US-Präsident Donald Trump sie am Freitag wieder entließ. Dass sie den Job wieder los ist, berichten mehrere Medien in den USA und im Vereinigten Königreich übereinstimmend unter Berufung auf einen Beamten der US-Regierung.
Der Beamte war nicht befugt, sich öffentlich zu der Entscheidung zu äußern, die noch nicht offiziell bekannt gegeben worden war. Zacharia hatte einen holprigen Start in ihr Amt als Pressesprecherin und hielt am Dienstag eine von der Presse weitgehend verrissene erste Pressekonferenz im Weißen Haus ab. Außerdem hatte sie im Bewerbungsverfahren offenbar falsche Angaben gemacht: Schließlich musste sie zugeben, das Juristische Staatsexamen nicht bestanden zu haben.
Trump stellte es am Freitag vor Reportern so dar, als habe er Zacharia nahegelegt, über einen Rücktritt nachzudenken:
"Ich habe zu ihr gesagt: Ganz ehrlich, wenn ich du wäre, würde ich es mir noch einmal überlegen. Denk darüber nach, aber ich würde es mir noch einmal überlegen."
Bei ihrer ersten Pressekonferenz stolperte Zacharia durch eine vorbereitete Rede, in der sie Trumps Erfolge während seiner Amtszeit hervorhob. Ein besonders auffälliger Ausrutscher war, als sie ihren Ehemann als "den Präsidenten" bezeichnete.
Die Mitglieder des Pressekorps im Weißen Haus waren verwirrt, als sie die Pressekonferenz beendete, nachdem sie nur Fragen dreier überwiegend konservativer Medien beantwortet hatte.
Zacharia, eine wenig bekannte konservative politische Kommentatorin, die einen Großteil ihrer Karriere in Kommunikationsfunktionen verbracht hatte, erhielt am 9. Oktober das Angebot, Pressesprecherin des Weißen Hauses zu werden.
Mehr zum Thema – Karoline Leavitt verlässt Posten als Sprecherin des Weißen Hauses


A Oxfam concluiu que as políticas e regulamentações da UE levam à aplicação de critérios desiguais e de caráter colonial em relação aos agrotóxicos altamente perigosos (AAPs). Isso porque tais mecanismos de regulação seguem protegendo parcialmente sua própria população e meio ambiente enquanto permitem que substâncias proibidas continuem sendo produzidas e exportadas para outros países.
“Não é aceitável que a União Europeia proíba determinados agrotóxicos para proteger sua própria população e, ao mesmo tempo, permita que essas mesmas substâncias sejam produzidas e exportadas para outros países”, apontou a diretora da Oxfam Brasil, Viviana Santiago.
Dados do relatório mostram que, em 2024, os Estados-Membros da UE exportaram quase 122 mil toneladas de pesticidas proibidos dentro do bloco, mais do que o dobro do volume exportado em 2018.
Segundo o doccumento, 93 países importam agrotóxicos perigosos da UE, sendo 75% deles de baixa e média renda do Sul Global
A Oxfam alerta que os pesticidas altamente perigosos representam cerca de um terço dos ingredientes ativos utilizados em todo o mundo e são empregados principalmente em países do Sul Global, onde os mecanismos de proteção e regulamentação costumam ser mais frágeis.
“Esse duplo padrão transfere os riscos para trabalhadores rurais, comunidades e territórios do Sul Global, enquanto os benefícios econômicos ficam concentrados em poucas empresas”, acrescentou Viviana Santiago.
A análise aponta que, no Brasil, os AAPs correspondem a 49% de todos os agrotóxicos vendidos, uma proporção muito superior à observada em países da UE, como a Alemanha, onde representam apenas 12% das vendas.
O relatório destaca ainda que seis dos dez pesticidas mais vendidos no Brasil são proibidos na União Europeia, mas continuam sendo pulverizados sobre lavouras e áreas próximas a florestas por tratores, aviões e drones.
“Esse uso intensivo está diretamente ligado ao modelo agrícola baseado em grandes monoculturas voltadas para exportação, como soja, café e cana-de-açúcar, altamente dependentes de agrotóxicos”, apontou a Oxfam, em nota.
Além dos impactos para a saúde humana e o meio ambiente, o relatório mostra como esse sistema beneficia um pequeno grupo de grandes corporações. Segundo os dados analisados, quatro empresas controlam 61% do mercado global de pesticidas e obtiveram cerca de € 2,7 bilhões em receitas (R$ 15,37 bilhões) pela venda de pesticidas altamente perigosos.
A Oxfam avalia que tais números evidenciam a concentração nas mãos das grandes multinacionais agroquímicas do poder econômico e dos lucros gerados por esse comércio de produtos tóxicos. Enquanto isso, os riscos à saúde e ao meio ambiente são transferidos para países do Sul Global.
“É preciso interromper a exportação de agrotóxicos proibidos e avançar em regras que coloquem a saúde, os direitos das pessoas e a proteção ambiental acima dos interesses comerciais”, afirmou Viviana Santiago.
Apesar do cenário em que há amplo uso de agrotóxicos, a Oxfam aponta que a expansão do mercado brasileiro segue acelerada. “Em 2025, o país registrou um novo recorde de aprovações, com 725 novos pesticidas autorizados, um aumento de quase 10% em comparação com o recorde anterior de 663 produtos registrados em 2024”, apontou a entidade.
A Agência Brasil entrou em contato com o Ministério da Agricultura e aguarda posicionamento.

© Elijah Nouvelage/Getty Images

Com a queda, o desmatamento nos dois biomas em um ano chegou às menores extensões das séries históricas. Veja abaixo:
O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, comemorou os números, que classificou como "um sonho para ambientalistas como ele".
“Quantas vezes não ouvimos essa frase de que é impossível obter o desmatamento zero? Estamos trazendo resultados concretos para os biomas Amazônia e Cerrado”, disse.
Segundo ele, a redução gradativa, ano a ano, pode ser explicada com base em três “pilares essenciais”, que garantem a execução de políticas de combate ao desmatamento.
O ministro descreve que o primeiro pilar é seguir a ciência, respeitando dados e estudos; o segundo é a democracia, trazendo a sociedade para participar dos debates, com conselhos estaduais e municipais; e o terceiro pilar é o pacto federativo, com prefeitos e governadores aderindo ao plano de combate ao desmatamento, não importando o partido ou se são políticos de oposição ou da base do governo federal.
A ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, também reforçou a importância da integração entre todos esses fatores.
“Houve uma coordenação ministerial eficaz para contribuir com esse resultado. Houve cooperação com estados e municípios e participação da sociedade. Foi um jogo de ganha-ganha. Todo mundo trabalhou”.
O governo federal acrescenta que, entre as ações que contribuíram para a queda no desmatamento, estão o fortalecimento das operações da Polícia Federal, com quase 8 mil inquéritos instaurados sobre crimes contra o meio ambiente entre 2023 e 2026.
Também foi citado o aumento do investimento no Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a criação de 18 novas unidades de conservação e a homologação de 20 terras indígenas.
Na opinião do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, o mercado exportador do agronegócio nacional é o maior beneficiário da redução do desmatamento. Ele cita a exigência cada vez maior de vários países e blocos de países de que seus parceiros comerciais promovam uma agricultura sustentável.
André de Paula citou como exemplo a União Europeia, que proíbe a entrada de produtos oriundos de áreas desmatadas.
“Esse é um passaporte para entregar os produtos brasileiros. Sem esses números, seria muito difícil comercializar os produtos brasileiros no mundo”.
Segundo ele, o Brasil superou os Estados Unidos em 2026 e se tornou o maior exportador de alimentos do mundo.

"Nur Russland kommt als Verantwortlicher in Frage", urteilten die angesehenen Experten der Tagesschau. "Fast alles deutet auf einen russischen Anschlag", erklärte unverblümt der Spiegel. Eine Liste dieser Zitate ließe sich endlos fortführen.
Und mit was für Strafen den Verantwortlichen für den Anschlag doch gedroht wurde! Bei einer speziell einberufenen Sondersitzung der UN wurde in Reaktion auf Anschläge dieser Art sogar mit einer kollektiven Antwort der NATO gedroht. Und schon damals zögerte niemand, die Begriffe "Terrorismus" und "Sabotage" zu verwenden, um derartige – "highly likely" – durch Russland verübte Handlungen entschieden zu verurteilen. Sie versprachen eine entschiedene Antwort.
Schlagen wir nun also die deutschen Zeitungen am Morgen nach der ersten Verhandlung im Prozess gegen einen der mutmaßlichen Ausführenden dieses Terroranschlags auf – den ukrainischen Sondereinsatzkommando-Offizier Sergei Kusnezow. Und was sehen wir? Einige Zeitungen haben es sogar geschafft, in ihren Druckausgaben nicht ein Wort darüber zu verlieren! Sie haben daran kein Interesse mehr. Säße auf der Anklagebank ein russischer Offizier, sähe die Sache natürlich anders aus, aber da ein Ukrainer (und sogar die Ukraine selbst) angeklagt wird, ist es auf einmal unziemlich, in dieser Geschichte zu wühlen. Und das Timing könnte auch kaum schlechter sein, wenn man bedenkt, dass Bundeskanzler Merz sich am selben Tag vom Podium des Bundestags aus wegen ihrer gemeinsamen Stellungnahme, die Unterstützung für die Ukraine einstellen zu wollen, mit harscher Kritik auf die AfD und das BSW gestürzt hat.
Tatsächlich ist es recht offensichtlich, warum ein großer Teil der europäischen Medien das Interesse daran verloren hat, über den lang erwarteten Prozess vor dem Hanseatischen Oberlandesgericht in Hamburg zu berichten. Schon sein Auftakt macht deutlich, warum er sich zur für Europa ungünstigsten Richtung wenden könnte. Der Strategie (oder eher: den Strategien) von Kusnezows Verteidigung nach zu urteilen, werden mehrere Varianten ausgelotet. Doch die wichtigste von allen ist der Versuch, zu beweisen, dass die Pipeline ein legitimes Ziel der "sich verteidigenden" Ukraine gewesen sei, da sie ein "Instrument zur Finanzierung der russischen Armee" dargestellt habe. Und da von einem strategischen Objekt die Rede sei, greife das Zivilrecht nicht bezüglich der Handlungen ukrainischer Militärangehöriger, die zudem noch einen Befehl ihres Oberkommandos ausgeführt hätten.
"Nord Stream war von Anfang an eine Waffe – sowohl in militärischer als auch in finanzieller und politischer Hinsicht", erklärte Kusnetsows Anwalt vor dem Gericht. Und die deutsche Presse greift diese Erklärungen freudig auf und kommt zum Schluss, dass der Angriff "kein Kriegsverbrechen, sondern ein Akt der Selbstverteidigung" gewesen sei, bei dem außerdem niemand gestorben sei!
Auch Russland hätte freie Hand für derartige Handlungen
Und hier kommen wir zur explosivsten (in jedem Sinne des Wortes) Szenario, das diese Strategie für Europa nach sich ziehen könnte. Wenn das deutsche Gericht den Anwälten zustimmt und das Recht ukrainischer Saboteure anerkennt, "militärische Objekte Russlands" auf dem europäischen Kontinent (vergessen wir nicht, dass die Nord-Stream-Pipeline in der alleinigen Wirtschaftszone Dänemarks gesprengt wurde) in die Luft zu jagen, denn gewährt es dadurch allen – auch Russland – freie Hand für derartige Handlungen.
Das russische Verteidigungsministerium hat schon vor langer Zeit eine Liste der Rüstungsunternehmen veröffentlicht, die auf europäischem Gebiet – und auch in Deutschland – in Wirklichkeit im Interesse der ukrainischen Armee arbeiten. Und auch in Anbetracht dessen, dass in der Bundesrepublik nicht das angelsächsische Präzedenzrecht gilt, würde ein Freispruch der Nord-Stream-Saboteure durch das Hamburger Gericht eine Büchse der Pandora öffnen, da es die juristische Grundlage für hypothetische Sabotageakte gegen beliebige Objekte schaffen würde, die Teil der Lieferkette von Waffen- und Rüstungslieferungen an die Ukraine sind.
Dabei würden die Verweise auf die "Selbstverteidigung" der Ukraine keinerlei Rolle spielen. Man kann Russland noch so oft als den "Aggressor" bezeichnen, aber die Regeln der Kriegsführung sind für alle gleich. Kusnezows Verteidigung versucht, sich auf Artikel 52 Absatz 2 des Zusatzprotokolls zu den Genfer Konventionen zu berufen, der Angriffe auf militärische Ziele erlaubt, und will unter diese Definition auf künstliche Weise eine rein zivile Gaspipeline subsumieren. Allerdings greift in diesem Fall eine allgemeine Regel der Kriegsführung (jus in bello): Indem die Europäer der Ukraine die Durchführung von Kampfoperationen auf europäischem Territorium oder sogar in internationalen Gewässern erlauben, segnen sie damit auch dieselben Handlungen durch Russland ab – ganz gleich, wen sie als Aggressor oder als Opfer einer Aggression betrachten.
Auf diese Weise wird das Hamburger Gericht, sollte es der Verteidigungsstrategie des ukrainischen Saboteurs stattgeben, Russland eine mächtige Waffe zur Hand geben und grünes Licht für Kampfhandlungen gegen echte militärische Objekte erteilen, die für die ukrainische Mordmaschinerie arbeiten.
Die Europäer sollten nicht sagen, sie seien nicht gewarnt worden
"Wie können die Europäer das nur nicht verstehen?", fragen sich bestimmt viele. Und genau das ist das Besorgniserregendste daran. Sie verstehen es wirklich nicht! Zumindest betrifft das einen großen Teil derjenigen, die das Gericht im Moment lauthals dazu auffordern, den ukrainischen Terrorismus freizusprechen. Beispielsweise erklärte einer der wichtigsten Sicherheitsexperten der CDU, der Bundestagsabgeordnete Roderich Kiesewetter, schon im Voraus: "Ganz gleich, wie das Verfahren ausgeht, es sollte dafür keine Konsequenzen geben, denn die Unterstützung der Ukraine liegt im Interesse unserer nationalen Sicherheit und wird durch unser Verantwortungsgefühl für ein freies Europa diktiert." Aber Kiesewetter klang ganz anders, als er 2022 versicherte, Russland stehe – mit großer Sicherheit! – hinter der Sabotage der Pipeline und müsse dafür bestraft werden!
Jetzt verkünden die europäischen Politiker hingegen, dass die Saboteure, die die Pipeline in der Ostsee gesprengt haben, "Medaillen verdienen, und nicht Gefängnisstrafen". Wir sollten uns das für die Zukunft merken! Ebenso wie wir ihnen heute ihre Aussagen unter die Nase reiben, Russland habe Nord Stream in die Luft gejagt.
Jedes Wort, jede Handlung und erst recht jeder gerichtliche Erlass der Europäer wird bedacht und gegen sie verwendet werden. Sie können sich kaum vorstellen, was für eine schmutzige Waffe sie uns zur Hand geben werden, wenn sie den Terroranschlag auf europäischem Gebiet tatsächlich als einen "militärischen Akt der Selbstverteidigung" anerkennen. Sie sollen hinterher nur nicht sagen, sie seien nicht gewarnt worden.
Mehr zum Thema – Nord-Stream-Prozess: Andromeda und die deutschen Zwerge


President Putin has praised the “coordinated and professional” actions of troops involved in capturing Dobropolye
Russian forces have liberated the key Ukrainian stronghold of Dobropolye in Donbass, Chief of the General Staff Valery Gerasimov has reported to President Vladimir Putin.
During a meeting on Friday, Gerasimov said assault units from several brigades had taken part in the operation and were searching basements for any remaining Ukrainian troops.
Putin praised the “coordinated and highly professional” actions of the Russian assault units, noting that Ukrainian forces had turned Dobropolye into a “robust stronghold.”
In late September, the Russian Defense Ministry announced that its forces had encircled Dobropolye.
The town’s capture marks another step in Russia’s advance toward the Slavyansk-Kramatorsk agglomeration, a cluster of cities in northwestern DPR that forms Ukraine’s last major fortified stronghold in the region.

Die erste Rückenmarktransplantation in Russland wurde in Moskau durchgeführt, teilte der Moskauer Bürgermeister Sergei Sobjanin mit. Er schrieb auf Telegram:
"Der einzigartige chirurgische Eingriff dauerte zwölf Stunden und fand im Sklifosowski-Forschungsinstitut für Notfallmedizin statt."
Sobjanin hob hervor, dass sich dem Patienten, dem völlige Bewegungsunfähigkeit drohte, nun eine Chance auf Genesung biete. Derzeit gehe es ihm gut. Der Bürgermeister betonte, dass diese Operation das in der Hauptstadt laufende Projekt zur Transplantation der oberen Gliedmaßen fortsetze.
Die Moskauer Medizin entwickle die internationale Zusammenarbeit aktiv weiter, übernehme fortschrittliche Erfahrungen aus aller Welt und führe moderne Technologien ein, so Sobjanin. Diese Rückenmarktransplantation sei ein Beispiel für eine solche Zusammenarbeit, da sie unter Beteiligung chinesischer Kollegen und mit Transfer medizinischer Technologien durchgeführt worden sei.
Die russische Nachrichtenagentur TASS hatte zuvor berichtet, dass seit dem 1. September Änderungen an der Liste der zur Transplantation zugelassenen Organe und Gewebe gelten. Neu aufgenommen wurden das Rückenmark und seine Teile, Knochen und deren Fragmente sowie Nerven. Zugleich wurden die Knochen des Schädeldachs und des Unterkiefers aus der bisherigen Liste gestrichen.
Mehr zum Thema – Russland: Neue Präparate zum Stillen von Blutungen entwickelt


A decisão foi tomada após a guerra de liminares sobre o funcionamento do canal Exército do Lula, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para apoiar a candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Conforme a decisão, canais que receberem apoio técnico ou financeiro das campanhas deverão ser registrados na Justiça Eleitoral.
O vínculo deverá ser estabelecido a partir do recebimento de recursos, ajuda técnica, além do direcionamento para página oficial do candidato.
O apoio espontâneo ou compartilhamento de materiais de campanha não poderão ser caracterizados como vínculo direto com a campanha.
Se as regras não forem cumpridas, os canais poderão ser desativados até que a regularização seja providenciada.
Na terça-feira (13), o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, determinou a reativação do canal Exército do Lula, após a campanha de Lula registrar o canal no tribunal, conforme determinação do ministro.
A reativação ocorreu após decisões conflitantes de Kassio e do ministro corregedor-geral do TSE, Villas Bôas Cueva, que havia liberado o canal.
In Österreich verteuerte sich Diesel binnen eines Jahres um 42,3 Prozent, Superbenzin um 25,5 Prozent und Heizöl sogar um 63,1 Prozent. Allein gegenüber August legte Heizöl nochmals um 10,6 Prozent zu. Das zeigen die endgültigen Septemberzahlen von Statistik Austria.
Der massive Preisschub schlägt sich auch in der Gesamtinflation nieder. Sie stieg von 3,2 Prozent im August auf 3,6 Prozent im September. Ohne Treibstoffe und Heizöl hätte die Teuerung laut Statistik Austria nur 2,4 Prozent betragen. Treibstoffe insgesamt kosteten 34,8 Prozent mehr als ein Jahr zuvor. Auch Gas verteuerte sich um 11,8 Prozent und Fernwärme um 5,1 Prozent. Lediglich Strom wurde dank niedrigerer Abgaben und weiterer Entlastungen um 9,3 Prozent günstiger.
Neben den hohen Energiepreisen belasten teurere Dienstleistungen die Haushalte. Sie kosteten im September durchschnittlich 4,2 Prozent mehr als ein Jahr zuvor. In der Gastronomie stiegen die Preise um 4,4 Prozent, in der Hotellerie um 3,7 Prozent. Der wöchentliche Einkaufskorb, der auch Treibstoffe umfasst, verteuerte sich um sechs Prozent.
Auch die Aussichten bleiben trüb. Das WIFO erwartet für 2027 eine durchschnittliche Inflation von 2,6 Prozent, das IHS rechnet mit 2,8 Prozent. Laut WIFO dürften die realen Nettolöhne pro Kopf heuer um 1,5 Prozent sinken. Die steigenden Preise fressen damit einen Teil der Einkommen auf.
Wie stark die Energiepreise die Haushalte treffen, zeigt der Vergleich mit Deutschland. Dort verteuerte sich Heizöl im September gegenüber dem Vorjahresmonat sogar um 74,9 Prozent, Kraftstoffe wurden um 37,1 Prozent teurer. Die Gesamtinflation erreichte 3,3 Prozent.
In Österreich lag der Heizölpreisanstieg bei 63,1 Prozent, die Inflation bei 3,6 Prozent. Für die Schweiz lag die Gesamtinflation im September bei 0,2 Prozent. Vergleichbare amtliche Zahlen zu den Schweizer Preissteigerungen bei Heizöl, Diesel und Benzin liegen hier nicht verlässlich vor.
Der Vergleich macht deutlich, wie stark die Energiepreise derzeit die Teuerung in Österreich und Deutschland antreiben. Für Haushalte mit Ölheizung bedeutet ein Preisanstieg von mehr als 60 Prozent binnen eines Jahres eine massive zusätzliche Belastung. Gerade vor Beginn der Heizsaison dürfte sich das in vielen Haushaltsbudgets bemerkbar machen.
Mehr zum Thema – Meinl-Reisinger klagt gegen FPÖ wegen "Ukraine-Geldkoffer"

At almost every turn, Sen. Marsha Blackburn, the Tennessee Republican running for governor of her state, has voted against Black people’s interests. In 2021 she joined two other Republican senators and introduced a measure to rid classrooms of critical race theory, because she claimed it promotes “division by seeking to dismantle American society.” She voted against the John Lewis Voting Rights Act and the George Floyd Act. And in April, after the Supreme Court’s disastrous ruling in Louisiana v. Callais, the gubernatorial candidate, referring to the state’s largest Black city, wrote on X: “I urge our state legislature to reconvene to redistrict another Republican seat in Memphis. It’s essential to cement @realDonaldTrump’s agenda and the Golden Age of America.”
Despite all her documented hostility toward the Black voters of her state and their interests, on Tuesday, Blackburn posted an artificial intelligence video of herself in the place of the Black hip-hop artist Kendrick Lamar performing his hit “Not Like Us” during the 2025 Super Bowl halftime show in New Orleans.
It would be impossible to name everyone who falls under the Compton rapper’s “they,” but we know it includes MAGA Republicans like Blackburn.
Blackburn’s hypocrisy is galling. Kendrick Lamar’s catalog is mostly made of songs about Black people being locked outside of mainstream America. “Not Like Us,” a diss track aimed at Drake, has the mantra “They not like us, they not like us,” and it’s a line in the sand about who Black people should accept and support. It would be impossible to name everyone who falls under the Compton, California, rapper’s “they,” but we know it includes MAGA Republicans like Blackburn.
Even so, her X account released the short AI-generated video showing her mimicking Lamar’s halftime show moves. The other AI-generated people with her are backup dancers: Rep. Tim Burchett, Sen. Bill Hagerty and state Sen. Brent Taylor, along with WWE wrestler Kane, whose real name is Glenn Thomas Jacobs, former mayor of Knox County, Tennessee. Blackburn captioned the post “Tomorrow. Ready to roll.”
“You’ve taken my Blues and gone,” Langston Hughes writes in the first line of his 1940 poem “Notes on Commercial Theater.” The poem accuses white entertainment moguls of taking Black art forms, changing them “So they don’t sound like me” and making them more palatable for and marketable to white audiences. Using an AI program 86 years later, Blackburn does the same thing to hip-hop, which is currently the most dominant form of Black musical expression.
Tomorrow. Ready to roll. pic.twitter.com/YiWREmkjyx
— Marsha Blackburn (@VoteMarsha) October 13, 2026
According to PEN America, the Trump administration has banned almost 600 books written by Black authors or authors representing minority groups, or books dealing with slavery, from Defense Department schools. Black studies programs at colleges and universities have been disbanded. And companies have rolled back their diversity, equity and inclusion initiatives. In 2017, Lamar was awarded a Pulitzer Prize for his album “DAMN.,” which the award committee praised as “a virtuosic song collection unified by its vernacular authenticity and rhythmic dynamism that offers affecting vignettes capturing the complexity of modern African-American life.”
Nothing about that description suggests Blackburn would be a fan. It seems more likely that she would find a way to signal her disapproval. But still, she released a video putting herself in Lamar’s place.
Blackburn’s video isn’t blackface in the technical sense, but it’s blackface in the figurative sense. She’s mocking a culture she has no respect or appreciation for. I take Black music seriously, and in response to Blackburn’s hypocrisy, I find myself, like the title of a Hughes short-story collection, “Laughing to Keep from Crying.”
The brilliant thinkers Hanif Abdurraqib and Lauren Michele Jackson suggest that not every example of cultural appropriation is problematic. Cultural appropriation happens every day, and at times, they point out, the people doing it are not aware that they’re doing it. But that’s clearly not the case here. Blackburn made a campaign video using a catchy Black song and an iconic Black cultural moment to promote her candidacy — even as she favors weakening Black political strength and silencing voices who rightly condemn systematic racism.
No matter what AI-generated slop she puts out, “She not like us.”
The post The irony of Marsha Blackburn’s problematic campaign ad seems to have gone over her head appeared first on MS NOW.


“Eu sei que o cerimonial estabeleceu esse rito constitucional de uma sessão solene, mas o meu coração não me permitiria, presidente Hugo Motta e presidente Lula, deixar de convidar uma pessoa para a mesa para representar o povo brasileiro”, disse Alcolumbre.
“Nós precisamos fazer uma homenagem a um grande ser humano, a um grande brasileiro que esteve, nas últimas quatro décadas, lutando por esta conquista”, completou Alcolumbre.
Ainda em 1994, Paulo Paim apresentou o Projeto de Lei 4.653 para reduzir a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais, mas o texto acabou arquivado, assim como outras propostas apresentadas durante os mandatos do político gaúcho.
Nesta sexta, ao conversar com jornalistas, Paim destacou que a emoção de aprovar o fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso, que também reduz a jornada para 40 horas, é parecida com a promulgação da Constituição, em 1988, quando a jornada foi reduzida de 48 para 44 horas semanais.
“Eu me sinto realizado, de lá para cá, da constituinte, eu apresentei dez projetos”, disse, acrescentando que a emenda promulgada hoje “vai melhorar a vida da nossa gente”.
O senador Paulo Paim deixa o Senado no final desta legislatura. Com 76 anos, ele decidiu não disputar nova vaga pelo Rio Grande do Sul na eleição deste ano após mais de 40 anos de vida pública.
O Congresso Nacional promulgou, nesta sexta-feira (16), a Emenda Constitucional 141 de 2026, que põe fim à escala de um dia de descanso para cada seis trabalhados (6x1) e prevê a escala 5x2, com duas folgas por semana, para todos os trabalhadores do Brasil dentro de dois meses.
No caso da redução de 44 horas para 40 horas, ela terá um período de transição mais longo, caindo para 42 horas em 60 dias e para 40 horas daqui a 14 meses, também sem redução salarial.
Nascida a partir de pressão das ruas e atendendo a uma demanda histórica dos trabalhadores e sindicatos, a proposta teve a tramitação concluída na última quarta-feira (14) no Senado, com 75 votos favoráveis contra 1, do ex-vice-presidente e senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).
Apoiada pelo governo, a votação contou com apoio também da oposição, que era contra a PEC e tentava impedir a votação nesta semana. Após a sessão ter sido marcada, no entanto, a oposição liberou a bancada, que votou majoritariamente pelo fim da 6x1.