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PCP recusa reunião da IL e acusa liberais de "cinismo"

Paula Santos diz não haver "ponto de encontro possível" com a IL. PAN aceita reunir, mas avisa: medidas têm de passar pelo Orçamento do Estado.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Paula Santos diz que o convite da IL "só pode ser lido como uma falsidade e um cinismo" relativamente a este problema da habitação
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PCP quer passe único de 20 euros no distrito de Braga

O PCP de Braga quer “assegurar o preço de 20 euros para os passes a criar nas Comunidades Intermunicipais com o respetivo financiamento do Orçamento do Estado 2027, visando a sua implementação até ao final de 2027″.

O seu dirigente, João Casais Baptista, lembrou, hoje, em conferência de imprensa, que o partido entregou na Assembleia da República o projeto de resolução “Redução dos preços dos passes, alargamento da oferta e reforço da intermodalidade nos transportes públicos”, no qual propõe a adoção de medidas de articulação e decisão por parte das diferentes entidades, de modo a garantir que, até 01 de janeiro de 2028, todos os passes intermodais – envolvendo todos os meios de transporte – correspondentes às áreas metropolitanas e comunidades intermunicipais tenham um valor não superior a 20 euros”.

A aprovação e concretização desta proposta – sublinhou – terá tradução concreta nos territórios da CIM do Cávado e CIM do Ave, através da criação de um único passe para todos os transportes públicos. À semelhança do que há anos acontece nas Áreas Metropolitanas do Porto e de Lisboa, também passaria a existir no distrito de Braga uma solução de bilhética mais barata e simples.

Viajar em todos os operadores

A título de exemplo, assinala que os utentes da CP, TUB (Braga), TUG (Guimarães), TUBA (Barcelos), MobiAve (Famalicão), Ave Mobilidade ou Cávado Mobilidade, entre outros, poderiam, assim, viajar entre todos os operadores com o mesmo título de transporte.

Os comunistas querem, ainda, que se invista no alargamento da oferta em geral, dando prioridade ao reforço da manutenção ferroviária, à contratação e valorização de trabalhadores, e ao aluguer de composições no mercado.

Este projeto de resolução – assinala, também, João Baptista – “é coerente com outras propostas que o PCP tem vindo a apresentar, como a construção da ligação ferroviária direta entre Braga e Guimarães e a linha de concordância de Braga a Barcelos, entre outras”.

E, a concluir, afirma: “A política de mobilidade no concelho e no distrito é impulsionadora do uso de transporte pessoal, assente na utilização de viatura própria. No distrito de Braga vivem mais de 850 mil pessoas, é um dos mais populosos do país. Olhar para o uso de transportes públicos como uma prioridade regional e nacional exige outro nível de investimento e vontade política para o concretizar”.

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PCP: Moedas foi "complacente" com trotinetes

Após anúncio de suspensão das trotinetes partilhadas, comunistas exigem regulamento prometido em 2022 e propõem estudo para integrar serviço na rede municipal Gira.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

"Apesar de ter prometido, o processo de elaboração de um Regulamento de Mobilidade Suave Partilhada, esse regulamento nunca foi apresentado por Carlos Moedas", afirmou João Ferreira
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O partido de cambalhotas e a lei violenta que pode ser travada

Crise na habitação: Paulo Raimundo deixa acusação ao Chega e também não acredita nos outros principais partidos. A crise na habitação em Portugal pode ser resolvida. Mas não é com a nova lei do arrendamento, que é “injusta” e “violenta”. Paulo Raimundo aponta um caminho: “É possível ser travada se ativarmos a pressão, se ativarmos a luta, se elevarmos esse patamar de exigência”. O líder do PCP, solidário com os protestos no Porto e agora em Lisboa, lembra que “a luta pela habitação não começou agora”, enaltecendo os esforços dos comunistas. Em relação à violência, o deputado destacou que manifestantes

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PCP acusa Chega de "cambalhotas" na habitação

O secretário-geral do PCP diz que pouco se pode "confiar" em Ventura, mas defende que a pressão nas ruas pode travar a revisão do regime do arrendamento urbano.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

"Quem se manifesta já enfrenta diariamente a violência dos baixos salários, da precariedade e da falta de habitação", declarou Paulo Raimundo
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