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Arcos de Valdevez tem nova sala para provas de vinho com vista para a montanha

A VirguWines foi exemplo de sucesso e persistência em 2025 (no WordCamp Lisboa) e a empresa criada pelo arcuense Artur Azevedo em 2016 continua a ser um exemplo de inovação no mundo dos vinhos.

Dez anos depois de ter iniciado na região minhota o ainda pouco explorado ‘plugin’ de comércio eletrónico para WordPress – usado para criar lojas online, que renovou o estímulo ao ‘web designer’ e a dezenas de ‘vignerons’ que viram nas plataformas ‘online’ a melhor forma de enfrentar um mercado tomado pelas grandes marcas – Artur Azevedo estabeleceu, na freguesia de Cabana Maior, a poucos quilómetros da Porta do Mezio (uma das cinco portas de entrada do Parque Nacional da Peneda-Gerês), uma inusitada sala de provas e uma das melhores varandas panorâmicas sobre o território de montanha arcuense. A VirguWines Tasting House será inaugurada no próximo sábado, com duas sessões com o ‘sommelier’ Manuel Moreira.

Arcos de Valdevez tem nova sala para provas de vinho com vista para a montanha
Fotos: João Peixoto / VirguWines
Arcos de Valdevez tem nova sala para provas de vinho com vista para a montanha
Fotos: João Peixoto / VirguWines
Arcos de Valdevez tem nova sala para provas de vinho com vista para a montanha
Fotos: João Peixoto / VirguWines

Hoje, a VirguWines já não é apenas uma loja ‘online’, embora continue a trabalhar o seu perfil de clientes e a aproximar uma comunidade cada vez mais extensa de ‘vignerons’ (a palavra designa os viticultores que cultivam as suas próprias vinhas e produzem o seu próprio vinho, do campo à garrafa) de consumidores de paladar mais requintado.

O negócio/experiência de Artur Azevedo começou numa garagem (e ainda lá está, não por uma questão de ideia romanceada típica dos projetos de sucesso, mas porque é assumidamente o melhor ‘hub’ criativo) e, sem esquecer o ‘lugar das estacas’, avançou para o terreno.

Em Cabana Maior, onde tem agora estabelecida uma sala de provas, há uma parcela onde o ‘web designer’ estabeleceu um género de incubadora de todas as castas minhotas, do Alvarinho ao Vinhão, passando por outras castas que ainda podem ser o ‘tesouro’ minhoto no mundo dos vinhos.

Só 2020 veio trazer um significado especial ao que Artur Azevedo vinha a trabalhar desde 2016, quando a pandemia da Covid-19 decretou um ‘lockdown’ sem precedentes no mundo moderno e os produtores de vinho, que construíram marcas a vender em eventos da especialidade, em garrafeiras e nas redes de hotelaria, entregaram nas mãos do ‘web designer’ uma estratégia para tirar o vinho das adegas. Fecharam-se as garrafeiras, abriram-se páginas ‘online’, e estes vinhos tinham de estar lá. Havia produtores que lhe disponibilizavam uma palete de vinho, para ter ‘stock’.

“O pior que pode acontecer [se não vendermos] é bebermos o vinho entre amigos'”

“Aquilo assustou-me um bocado, mas agradou-me essa confiança. Tenho uma garagem – não é uma história romântica de tecnologia, é mesmo uma empresa-garagem, ainda hoje – não podia ajudar com paletes, mas posso comprar caixas de vinho. E na altura disse: ‘Ok, se é para ajudar, vamos comprar caixas e vamos pagar a pronto. O pior que pode acontecer [se não vendermos] é bebermos o vinho entre amigos’. Foi assim que aconteceu. Rapidamente transformámos a garagem em stock real, pago ao produtor, e começámos a vender vinho”, recorda.

E assim começaram a aparecer as pequenas-grandes marcas que deram nome e definiram o perfil de clientes da VirguWines, com produtores e marcas desde o Alto Minho, na sub-região de Monção e Melgaço, até Trás-os-Montes, ao Douro e à Bairrada.

“Quem gostar de vinhos, de conhecer um bocadinho o nosso território, a nossa cultura, vale a pena conhecer esta gente. Há uma diversidade incrível. Somos dos três países com mais castas autóctones identificadas, e [eles] preservam métodos de vinificação”, declarou.

Atualmente, a VirguWines é multiplataforma e multissensorial. O ‘stock’ agora é real (a garagem continua a ser o cofre-forte), mas há ainda um rol de experiências que tornaram o projeto uma missão em torno do vinho e dos ‘vignerons’ que o materializam.

“Já fizemos provas ao vivo, em que vendemos os bilhetes no próprio ‘site’. Temos um clube de vinho, em que a pessoa recebe uma caixa todos os meses”, conta Artur Azevedo.

Para contar a história dos ‘vignerons’, foi fundamental o podcast “N2Vinho”, criado em plena pandemia e que dura até hoje, onde começaram a fazer provas ‘online’ com produtores.

Manuel Moreira, um dos ‘sommeliers’ mais reconhecidos em Portugal, com uma carreira de mais de 20 anos dedicada ao mundo do vinho, João Coutinho e Daniel Passos acompanham Artur Azevedo em mais uma das dimensões do projeto multidimensional, já com mais de 1.800 subscritores no YouTube.

“Temos 100 referências dentro de portas, listadas em ‘stock’. Esses vídeos estão na ficha do produto do próprio vinho. Ou seja, quando as pessoas querem saber como é que devem harmonizar, que temperatura deve ter o vinho, qual é a história que está por trás do vinho com o produtor, esse vídeo-podcast do YouTube está na própria ficha de produto”, destacou.

O futuro da história é ‘terra-a-terra’: VirguWines Cabana Maior e a coleção de vinha

Do sucesso ‘online’, ganhou forma um espaço de enoturismo. A VirguWines Cabana Maior é o local privilegiado para provar. Para quem sonha com os cenários instagramáveis com um copo de vinho em primeiro plano, este local é o ‘Holy Grail’ que tem de conquistar.

É nesse cenário que a VirguWines Tasting House recebe, no próximo sábado, duas provas de vinho comentadas pelo reconhecido ‘sommelier’ Manuel Moreira.

A primeira sessão, às 15:00, intitulada “Vinho Verde sem ideias feitas”, pretende desafiar alguns preconceitos sobre os vinhos da região, dando a conhecer a sua diversidade de castas, estilos e formas de vinificação. Às 17:30, a prova “Portugal à prova através do vinho” convida os participantes a percorrer diferentes regiões vitivinícolas portuguesas através dos seus vinhos.

Cada sessão terá seis vinhos em prova e um máximo de oito participantes, num ambiente intimista que privilegia a conversa, a descoberta e a partilha de conhecimento.

Arcos de Valdevez tem nova sala para provas de vinho com vista para a montanha
Fotos: João Peixoto / VirguWines
Arcos de Valdevez tem nova sala para provas de vinho com vista para a montanha
Fotos: João Peixoto / VirguWines
Arcos de Valdevez tem nova sala para provas de vinho com vista para a montanha
Fotos: João Peixoto / VirguWines

A iniciativa integra uma nova etapa da VirguWines Tasting House, que já tem agendadas outras provas com ‘sommeliers’ e produtores de vinho e que está também a dar início às suas provas regulares, dedicadas à descoberta dos Vinhos Verdes e dos vinhos de diferentes regiões de Portugal.

“Ao longo destes dez anos, criámos uma relação muito próxima com pequenos produtores e com pessoas que gostam de descobrir vinhos diferentes. A Tasting House é uma forma de levar essa relação mais longe, proporcionando experiências presenciais num espaço onde o vinho, a vinha e a paisagem se encontram. Queremos ter uma programação regular, com provas conduzidas por nós, mas também receber sommeliers e os próprios produtores, para que possam partilhar os seus conhecimentos e contar as histórias por detrás dos vinhos. Queremos que as pessoas venham a Cabana Maior não apenas para provar vinho, mas também para conhecer quem o faz e descobrir o território”, explica Artur Azevedo, o fundador da VirguWines, que celebra dez anos de marca e de uma cada vez mais sólida relação com quem faz os vinhos ideais para beber ou guardar. 

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Seis municípios do Minho contestam aumento “excessivo” na recolha do lixo

Os municípios de Barcelos, Esposende, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo insurgiram-se hoje contra o anunciado aumento dos custos da gestão e tratamento de resíduos urbanos, considerando-o desproporcionado e excessivo.

Em comunicado, a Câmara de Barcelos refere que “os seis municípios acionistas da Resulima manifestam a sua preocupação e insurgem-se contra o anunciado aumento dos custos da gestão e tratamento de resíduos urbanos, que consideram desproporcionado e excessivo”.

A Resulima é a empresa responsável pela recolha seletiva, triagem e tratamento de resíduos urbanos no Vale do Lima e Baixo Cávado, abrangendo os concelhos de Arcos de Valdevez, Barcelos, Esposende, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo, num total de cerca de 311.470 habitantes.

O município refere que, segundo informação da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), os custos com o tratamento e deposição dos resíduos urbanos “deverão registar um aumento muito significativo já no próximo ano, em resultado da subida da Taxa de Gestão de Resíduos (TGR) e da tarifa cobrada pela Resulima”.

“Com impacto direto nos encargos suportados pelos municípios de Arcos de Valdevez, Barcelos, Esposende, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo, e, consequentemente, nas tarifas de resíduos urbanos pagas pelos munícipes”, adverte o município.

De acordo com a Câmara de Barcelos, “prevê-se que a tarifa de tratamento dos resíduos por tonelada sofra, em 2027, um aumento de 72,33 euros para 95,88 euros, ao qual acresce um aumento de cinco euros por tonelada da TGR, passando de 40 euros para 45 euros”.

“Somados estes valores, isto significa que os custos totais da gestão e tratamento dos resíduos urbanos deverão subir, por tonelada, de 112,33 euros para 140,88 euros”, revela a autarquia de Barcelos, distrito de Braga.

No comunicado, lê-se que os seis municípios reconhecem que a recolha e o tratamento de resíduos têm sido uma preocupação constante e que existem metas ambientais exigentes a cumprir, assumindo esse compromisso sem reservas.

“Contudo, consideram imperativo afirmar com clareza que os custos atuais já são incomportáveis para as famílias, e que a sua escalada continuada não pode continuar a ser suportada, em silêncio, por quem paga a fatura no fim do mês”, alertam.

Face à dimensão dos aumentos e à necessidade de assegurar a sustentabilidade económico-financeira do serviço, “torna-se insustentável para os municípios continuarem a absorver integralmente estes custos”.

“Os municípios que integram a Resulima reafirmam, assim, que continuarão a acompanhar a evolução destes encargos e a desenvolver medidas que promovam a redução, reutilização e separação dos resíduos, procurando compatibilizar a sustentabilidade do serviço com a proteção das famílias e dos agentes económicos do concelho”, refere o comunicado.

Mas, os seis municípios dizem exigir, “com a mesma firmeza, que o aumento dos custos não continue a ser transferido, sem critério nem proporcionalidade, para quem já dá o seu contributo para uma gestão mais responsável dos resíduos”.

“Proteger as famílias e cumprir as metas ambientais não podem ser objetivos em conflito. E os municípios que integram a Resulima não aceitarão que o sejam!”, assumem.

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Doze restaurantes onde comer pica no chão em Arcos de Valdevez este fim de semana

O tradicional arroz de pica no chão vai estar em destaque à mesa de 12 restaurantes de Arcos de Valdevez, este fim de semana.

Os ciclos gastronómicos “Arcos à Mesa” regressam, no sábado e domingo, com esta especialidade minhota a poder ser acompanhada pelos vinhos verdes da região.

“Este prato emblemático integra o rico património gastronómico de Arcos de Valdevez e atrai ao concelho inúmeros apreciadores da cozinha tradicional”, salienta a autarquia arcuense em comunicado.

Integrada no programa “Arcos Outono”, a iniciativa junta-se aos vários ciclos gastronómicos promovidos pela Câmara ao longo do ano, dedicados à valorização e divulgação das especialidades locais, como a Carne Cachena, o Cozido à Minhota, o Cabrito, os Rojões e as Papas de Sarrabulho.

Ao longo do fim de semana, o programa integra diversas atividades para diferentes públicos. No sábado, dia 24, destacam-se as oficinas de criatividade “Ciência Sem Fronteiras”, destinadas a crianças e jovens dos sete aos 12 anos, no Centro Ciência Viva – Oficinas de Criatividade Himalaya, a atividade “À descoberta da Porta do Mezio”, em formato de peddy paper, e um workshop de fotografia dedicado ao centro histórico de Arcos de Valdevez.

A programação inclui ainda duas sessões de teatro na Casa das Artes, no âmbito do PLATTA – Festival Transfronteiriço de Teatro Amador e Recontros 2026.

No domingo, os visitantes poderão participar no workshop “Os guardiões de Giela”, destinado a famílias com crianças a partir dos três anos, e numa visita guiada aos animais da Porta do Mezio.

Um dos momentos em destaque será o showcooking “Pica no Chão: Do Campo à Mesa das Avós”, pelo chef Tiago Fernandes, às 11:00, na Avenida Recontro de Valdevez, junto ao Campo do Trasladário, com animação musical do Duo Hourglass.

“Durante os dois dias, os restaurantes aderentes apresentam o tradicional Arroz de Pica no Chão, proporcionando uma oportunidade para descobrir e saborear os sabores autênticos da gastronomia arcuense. A experiência gastronómica fica completa com a doçaria regional, com destaque para os Charutos de Arcos de Valdevez, uma das 7 Maravilhas Doces de Portugal, o Bolo de Discos e o Bolo de Mel, acompanhados pelos vinhos verdes produzidos na região”, conclui a autarquia.

Restaurantes aderentes

A Floresta — 258 515 163
Alto da Prova — 258 455 666
A Regional — 258 515 230 (encerrado ao domingo)
Cantinho JJ — 258 052 560 (encerrado ao domingo)
Churrasqueira Ponte Nova — 258 522 260
Costa do Vez – Grill — 258 516 122
O Barriguinhas — 258 515 800
O Encontro — 258 515 683
O Lagar — 258 516 002
O Pote — 258 515 245
Solar do Vez — 258 119 385 / 938 119 392
Restaurante da Porta do Mezio — 922 277 466

Programa

24 de Outubro | SÁBADO

10h30 – 12h30 – Atividade: “Ciência Sem Fronteiras”
Destinada a crianças e jovens dos 7 aos 12 anos
Oficinas de Criatividade Himalaya – Centro Ciência Viva

10h30 – Atividade: “À descoberta da Porta do Mezio” – Peddy paper
Porta do Mezio

12h30 e 20h00 – Arcos à Mesa “Pica no Chão” – Restaurantes Aderentes

14h30 – Workshop de Fotografia: “À Descoberta do Centro Histórico de Arcos de Valdevez”
Destinado a Adultos – Inscrições obrigatórias
Loja Interativa de Turismo de Arcos de Valdevez

16h00 – Teatro: “Antígona” – Grupo de Teatro de Machico (Madeira)
Integra o PLATTA – Festival Transfronteiriço de Teatro Amador e Recontros 2026
Auditório da Casa das Artes

22h00 – Teatro: “Canto a Flor de Agua”– Grupo Kikodin Teatro (De Léon)
Integra o PLATTA – Festival Transfronteiriço de Teatro Amador e Recontros 2026
Auditório da Casa das Artes

25 de Outubro | DOMINGO

10h30 – Workshop: “Os guardiões de Giela”
Famílias com crianças a partir dos 3 anos
Paço de Giela

10h30 – Atividade: “Visita guiada aos animais da Porta do Mezio”
Porta do Mezio

11h00 – Showcooking na Esplanada: “Pica no Chão: Do Campo à Mesa das Avós” – Chefe Tiago Fernandes
Animação: Duo “Hourglass”
Avenida Recontro de Valdevez, Campo do Trasladário

12h30 – Arcos à Mesa “Pica no Chão” – Restaurantes Aderentes

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Arcos de Valdevez lavrou e semeou trigo e centeio à moda antiga

A freguesia da Miranda, em Arcos de Valdevez, reviveu, no sábado, a tradição da lavrada e sementeira do trigo e do centeio.

Conhecida durante décadas como o “Celeiro” do Alto Minho, pela importância que assumiu na produção e no fornecimento de trigo e centeio, a Miranda recuperou uma prática que marcou a história e o quotidiano da comunidade. A chegada do outono assinalava tradicionalmente o início da preparação das terras e da sementeira dos cereais, essenciais ao sustento das famílias.

Vestidos a rigor e recorrendo aos utensílios tradicionais, os participantes recriaram os trabalhos agrícolas de outros tempos, evocando os saberes, o esforço coletivo e a entreajuda que caracterizavam a vida no campo. A jornada foi também marcada pelo convívio, pela atuação da Rusga da Miranda e pela gastronomia tradicional, com petiscos e a habitual malga de vinho.

Arcos de Valdevez lavrou e semeou trigo e centeio à moda antiga
Foto: CM Arcos de Valdevez
Arcos de Valdevez lavrou e semeou trigo e centeio à moda antiga
Foto: CM Arcos de Valdevez
Arcos de Valdevez lavrou e semeou trigo e centeio à moda antiga
Foto: CM Arcos de Valdevez
Arcos de Valdevez lavrou e semeou trigo e centeio à moda antiga
Foto: CM Arcos de Valdevez
Arcos de Valdevez lavrou e semeou trigo e centeio à moda antiga
Foto: CM Arcos de Valdevez
Arcos de Valdevez lavrou e semeou trigo e centeio à moda antiga
Foto: CM Arcos de Valdevez
Arcos de Valdevez lavrou e semeou trigo e centeio à moda antiga
Foto: CM Arcos de Valdevez
Arcos de Valdevez lavrou e semeou trigo e centeio à moda antiga
Foto: CM Arcos de Valdevez

A vice-presidente da Câmara Municipal, Emília Cerdeira, marcou presença na iniciativa, destacando a importância de preservar e valorizar as tradições locais, mantendo viva a memória e a identidade da comunidade. Em comunicado, salientou ainda o dinamismo e o envolvimento da associação promotora e das gentes de Miranda na concretização de iniciativas que valorizam o património cultural e permitem transmitir às novas gerações os costumes e saberes que fazem parte da história da freguesia.

“Esta recriação constitui, assim, uma oportunidade para valorizar o património agrícola da Miranda e perpetuar uma tradição que testemunha a importância da agricultura na identidade e na história do território”, refere a autarquia, na nota enviada às redações esta terça-feira.

A iniciativa foi promovida pela Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Miranda, com o apoio da Câmara Municipal, da Junta de Freguesia e da Cooperativa Agrícola de Arcos de Valdevez e Ponte da Barca.

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