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Portimão: Compra de bilhetes para o MotoGP dá acesso antecipado à Formula 1

Clientes que adquiram pelo menos dois bilhetes para o MotoGP Repsol Grande Prémio de Portugal 2026 beneficiam de uma fase exclusiva de compra antecipada de até dois bilhetes para o Formula 1 MSC Cruises Grande Prémio de Portugal 2027.

O Autódromo Internacional do Algarve (AIA) lança uma nova vantagem exclusiva para os clientes do MotoGP Repsol Grande Prémio de Portugal 2026, que se realiza no AIA, em Portimão, de 20 a 22 de novembro. Quem adquirir, numa única compra, pelo menos dois bilhetes para a prova portuguesa de MotoGP vai ter acesso a uma fase reservada para a compra antecipada de até dois bilhetes para o Formula 1 MSC Cruises Grande Prémio de Portugal 2027, também no Autódromo Internacional do Algarve, de 18 a 20 de junho de 2027.

A vantagem aplica-se às compras realizadas através do site oficial do MotoGP Repsol Grande Prémio de Portugal, clicando aqui, até às 23h59 de 31 de outubro. Os clientes que tenham adquirido os seus bilhetes antes do lançamento desta campanha também são elegíveis, desde que a compra tenha sido realizada numa única transação e inclua, pelo menos, dois bilhetes válidos.

Os clientes elegíveis vão poder aceder a uma fase exclusiva de compra antes da abertura ao público em geral da fase de vendas seguinte, com a possibilidade de adquirir até dois bilhetes. As datas e os detalhes de acesso à fase exclusiva vão ser comunicados posteriormente, por email, aos clientes elegíveis.

“Queremos proporcionar aos adeptos do desporto motorizado a oportunidade de viverem duas das principais competições mundiais numa pista que é reconhecida internacionalmente e que é um dos poucos circuitos europeus onde esta oportunidade vai ser possível”, afirma Jaime Costa, CEO do Autódromo Internacional do Algarve.

Após a abertura da fase exclusiva, os clientes elegíveis deverão aceder ao site oficial do Formula 1 MSC Cruises Grande Prémio de Portugal 2027, clicando aqui, e utilizar o endereço de e-mail associado à compra dos bilhetes MotoGP para validar a elegibilidade. Será depois enviado um código pessoal, intransmissível e de utilização única para acesso à fase exclusiva.

A campanha abrange bilhetes de Bancada e Peão, com exceção da Bancada Principal e Hospitalidade. Os bilhetes estarão disponíveis ao preço de venda ao público em vigor, sem desconto, e sujeitos a disponibilidade durante a fase exclusiva. O acesso antecipado não garante preços ou condições mais favoráveis do que os praticados em fases de venda posteriores.

A compra dos bilhetes MotoGP não garante a posterior aquisição de bilhetes para o Formula 1 MSC Cruises Grande Prémio de Portugal. O benefício desta campanha corresponde exclusivamente ao acesso antecipado à fase reservada de venda, cujos bilhetes são limitados e podem esgotar antes do seu término. Os Bilhetes para o MotoGP Repsol Grande Prémio de Portugal 2026 disponíveis clicando aqui.

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Vale Rossi celebra Antonelli: “Ha tutto sotto controllo. Lo conosco da quando era piccolo, giravamo insieme col kart”

L’Italia del motorsport, ma non solo, è pronta ad esplodere di gioia per Kimi Antonelli. Dopo 73 anni di attesa, un pilota italiano è pronto a diventare campione del mondo di Formula 1. Potrà succedere già questa domenica ad Austin, più verosimilmente tra una decina di giorni nel Gp del Messico. In ogni caso, è partito il conto alla rovescia. Un’attesa ben descritta da Valentino Rossi: “Per i tifosi italiani di motori è un sogno, perché non abbiamo mai avuto in Formula 1 un pilota italiano così forte”, ha dichiarato ai microfoni di Sky.

C’è un filo rosso che collega Rossi e Antonelli. La leggenda delle moto, capace di incollare alla tv milioni di italiani per seguire la MotoGp, e il ragazzo prodigio che porta l’Italia sul trono della F1, al posto della Ferrari. L’origine è comune, in quella terra dei motori che va proprio da Bologna a Pesaro. Infatti, Valentino Rossi racconta di aver conosciuto Antonelli quando era ancora bambino: “Lo conosco da quando era piccolo piccolo, giravamo insieme con il kart, e quindi vederlo che può vincere è una grande soddisfazione“, ha raccontato a Vera Spadini.

Rossi celebra colui che in qualche modo ne sta raccogliendo l’eredità, almeno nell’immaginario collettivo. E spiega: “Penso che, per come è andata quest’anno, abbia la situazione sotto controllo“. Domenica, nella serata italiana, arriverà il primo match point per il titolo: “Lo sentirò, lo sentirò. Sì, però non penso che abbia bisogno dei miei consigli“, scherza Rossi. Che incita anche Marco Bezzecchi, nonostante per il pilota Aprilia ora il sogno mondiale sia più lontano, visti i 46 punti di distacco dalla vetta della classifica: “È difficile, però, perché no? Ci sono tante gare. Secondo me Bez quest’anno ha dimostrato di essere il più veloce. 46 punti sono tanti, anche perché i piloti davanti sono due, quindi è difficile, però bisogna provare a vincere”.

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Antonelli busca título da Fórmula 1 em Austin, mas depende de combinação

Kimi Antonelli está perto de se tornar o campeão mais jovem da história da Fórmula 1 e o primeiro italiano a conquistar o título em 73 anos. Aos 20 anos, o piloto da Mercedes terá, porém, de vencer e contar com uma combinação de resultados para confirmar a conquista já neste domingo (25), no Grande Prêmio dos Estados Unidos, em Austin.

Quando Sebastian Vettel se tornou o campeão mais jovem da categoria, aos 23 anos, pela Red Bull, em 2010, Antonelli tinha apenas quatro anos. Agora, o piloto de Bolonha chega à etapa americana com uma vantagem expressiva de 102 pontos sobre o companheiro de equipe George Russell.

Após a bandeirada no Circuito das Américas, restarão no máximo 125 pontos em disputa na temporada. Em seu segundo ano na elite do automobilismo, Antonelli conquistará o campeonato se ampliar a vantagem sobre Russell em pelo menos 23 pontos neste fim de semana.

Para atingir essa margem, o italiano precisa vencer a corrida. Além disso, Russell não pode terminar acima da nona posição, enquanto Lewis Hamilton, heptacampeão mundial da Ferrari, precisa cruzar a linha de chegada em quinto lugar ou abaixo.

Caso essa combinação não aconteça, a disputa pelo título continuará, pelo menos, até o Grande Prêmio do México, no fim de semana seguinte.

“Sei que está muito perto, sei que está ao alcance, mas preciso garantir que continuo fazendo o melhor que posso. A mentalidade é sempre a mesma: ir para a pista, vencer e ter o melhor desempenho possível”, afirmou Antonelli após terminar em terceiro lugar no Grande Prêmio de Singapura, a etapa anterior à prova de Austin.

O resultado em Singapura representou o 14º pódio do piloto na temporada.

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Fórmula 1: Mercedes vê poucas chances de título em Austin

Bradley Lord, vice-chefe da Mercedes, reconheceu a pressão em torno da possibilidade de Antonelli conquistar o campeonato já nos Estados Unidos. Em um podcast da equipe, ele comentou a expectativa da imprensa e a comparação com o chamado match point, expressão do tênis usada para definir uma oportunidade decisiva de vitória.

“Estamos naquela fase muito desconfortável da temporada em que precisamos enfrentar a imprensa na quinta-feira, com todo mundo dizendo: ‘Ah, você pode conseguir… tem o primeiro match point'”, declarou Lord.

“As pessoas adoram essa comparação com os match points do tênis, não é? Mas acho que existe algo como uma chance em 25 de isso ser minimamente possível em Austin”, acrescentou o dirigente, que destacou a prioridade da Mercedes: encontrar o melhor acerto para o carro e somar o máximo de pontos possível.

Russell também terá esse objetivo. O britânico sofreu um acidente na corrida sprint de Singapura e, depois, precisou largar a prova principal do fundo do grid por causa de uma penalidade relacionada ao motor.

Verstappen ganha força na disputa e ameaça a Mercedes

Antonelli venceu oito das 17 etapas disputadas até agora, mas o momento recente favorece Max Verstappen. O tetracampeão da Red Bull venceu as duas últimas corridas, na Malásia e em Singapura, e também triunfou em Austin no ano passado, depois de conquistar a pole position.

Russell reconheceu a força do adversário nas últimas etapas. “Quando você olha para as corridas recentes, a Red Bull tem sido claramente a melhor. Em Baku, Max estava em um nível parecido com o meu. Fomos para a Malásia, uma pista totalmente diferente, e depois para Singapura, outra pista diferente, e ele dominou os dois últimos fins de semana”, afirmou.

Verstappen está 119 pontos atrás de Antonelli e já declarou que pretende apenas se divertir nas etapas restantes, agora que não sente mais a pressão pela disputa do campeonato.

Do 19º ao 1º: Antonelli protagoniza 2ª maior reação da história da F1

Mercedes e McLaren preparam atualizações para o GP dos Estados Unidos

Os dois pilotos da Mercedes terão à disposição o pacote mais recente de atualizações do carro no primeiro de três fins de semana consecutivos de corrida. Depois de Austin, a Fórmula 1 seguirá para o México e, na sequência, para o Brasil.

O atual campeão mundial, Lando Norris, da McLaren, terminou em segundo lugar em Austin no ano passado, enquanto Charles Leclerc, da Ferrari, foi o terceiro colocado. Os dois podem voltar a brigar pelas primeiras posições neste fim de semana.

Hamilton também chega com um histórico de destaque nos Estados Unidos.

Rob Marshall, diretor-técnico da McLaren, afirmou que a equipe espera apresentar evolução após resultados recentes abaixo das expectativas. “As últimas corridas não foram muito boas para nós, mas acho que estamos voltando a melhorar, e Austin provavelmente é um circuito mais favorável ao nosso carro”, declarou. A equipe também levará algumas atualizações.

MotoGP terá participação especial no fim de semana da Fórmula 1

O Grande Prêmio dos Estados Unidos também terá uma iniciativa inédita de aproximação entre a Fórmula 1 e a MotoGP. Quatro pilotos da categoria de motovelocidade participarão de uma volta de demonstração no circuito no sábado (24).

As duas competições têm um proprietário em comum: a Liberty Media, empresa americana responsável pelo controle da Fórmula 1 e também ligada à MotoGP.

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Com Antonelli, Itália busca encerrar frustração que já dura 73 anos na F1

A Itália não tem um campeão mundial de Fórmula 1 há exatamente 73 anos. A última vez que um piloto italiano ergueu o troféu máximo do automobilismo foi em 1953, quando Alberto Ascari conquistou o bicampeonato correndo pela Ferrari.

Desde então, a nação que sedia a mítica equipe de Maranello e o circuito de Monza vive um longo período de frustrações na categoria.

Para o torcedor que se pergunta há quantos anos a Itália não tem um piloto campeão do mundo na Fórmula 1 desde Alberto Ascari, a matemática da temporada de 2026 confirma mais de sete décadas de espera ininterrupta.

O dono da marca e o último título italiano

O nome de Alberto Ascari é sagrado na história do automobilismo mundial. O piloto milanês dominou a Fórmula 1 em seus primórdios, vencendo o campeonato mundial de forma consecutiva nas temporadas de 1952 e 1953 a bordo da Ferrari 500. Sua precisão ao volante o transformou no primeiro bicampeão da história do esporte.

O título de 1953 foi selado com um desempenho avassalador, garantindo a taça com folga sobre seus adversários.

O fato mais impressionante é que, após o trágico acidente que tirou a vida de Ascari em Monza, no ano de 1955, nenhum outro italiano conseguiu repetir o feito de levantar o troféu.

Kimi Raikkonen celebrando a vitória em Interlagos, em 2007
O finlandês Kimi Raikkonen foi campeão pela Ferrari • Darren Heath/Getty Images

A escuderia italiana Ferrari continuou colecionando campeonatos de construtores e de pilotos ao longo das décadas seguintes, mas sempre com estrangeiros ao volante, como Niki Lauda, Michael Schumacher e Kimi Räikkönen.

O jejum italiano, portanto, contrasta diretamente com o sucesso absoluto da Ferrari como equipe.

O ranking dos italianos de maior sucesso

Embora o título mundial não venha desde a década de 1950, o automobilismo italiano revelou grandes vencedores de corridas que chegaram perto de quebrar o tabu. Abaixo, estão os pilotos italianos com maior número de vitórias na Fórmula 1:

  1. Alberto Ascari (13 vitórias): O último campeão mundial do país lidera a estatística histórica, tendo vencido 13 corridas em sua breve e intensa carreira na categoria, consolidando o recorde italiano inalcançado até hoje.
  2. Riccardo Patrese (6 vitórias): Com uma das carreiras mais longas da F1, Patrese competiu entre 1977 e 1993. Ele foi o vice-campeão mundial em 1992, correndo pela equipe Williams, na mesma temporada em que Nigel Mansell ficou com o título.
  3. Michele Alboreto (5 vitórias): Outro nome que esteve perto de encerrar o jejum. Alboreto venceu cinco grandes prêmios e foi o vice-campeão da temporada de 1985, correndo com a icônica Ferrari vermelha, mas acabou superado pelo francês Alain Prost.
  4. Giancarlo Fisichella (3 vitórias): Destaque nos anos 2000, Fisichella venceu três corridas e foi peça fundamental para os títulos de construtores da Renault em 2005 e 2006, ao lado de Fernando Alonso.

Elio de Angelis (2 vitórias): O habilidoso piloto romano completa o top 5 com duas vitórias marcantes pela equipe Lotus na década de 1980, antes de falecer precocemente em um acidente durante uma sessão de testes.

A nova geração e a chance de quebrar o tabu

O ano de 2026 trouxe uma mudança drástica nesse cenário com a consolidação de Andrea Kimi Antonelli na equipe Mercedes. Após pular etapas nas categorias de base e assumir a vaga deixada por Lewis Hamilton, o jovem nascido em Bolonha reacendeu a esperança de todo um país apaixonado por velocidade.

O automobilismo italiano não via um piloto local com equipamento capaz de disputar vitórias regularmente desde o início do século.

Com Antonelli entregando resultados expressivos na pista e assumindo o protagonismo no campeonato, a pressão por um título volta a ser o assunto principal nas arquibancadas de Monza e Imola.

O jejum de 73 anos desde a glória de Alberto Ascari representa a maior seca de uma potência tradicional na história do esporte a motor. Encerrar essa contagem não seria apenas uma conquista esportiva para a nova geração, mas a cura de uma ferida histórica para a nação que ajudou a fundar as bases da Fórmula 1.

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Ralf Schumacher contro Hamilton: “Deve smetterla con questo atteggiamento, vuole fare il capo”

Lewis Hamilton “vuole fare il capo mettendo tutti in ombra” e “deve smetterla“. In estrema sintesi è questo il pensiero di Ralf Schumacher – fratello di Michael – sul rapporto tra la Ferrari e il campione britannico. Il riferimento è soprattutto all’ultima gara a Singapore, quando Hamilton non ha seguito la strategia della scuderia, ha fatto di testa propria e ha sbagliato, perdendo diverse posizioni e chiudendo la gara al sesto posto, nonostante avesse possibilità di podio. Hamilton ha poi chiesto scusa alla scuderia, ammettendo l’errore.

Di ciò ha parlato l’ex pilota di F1, Ralf Schumacher, che nella trasmissione Backstage Pit Lane di Sky Sport Germania ha analizzato il momento tra la scuderia di Maranello e il pilota, non condividendo l’atteggiamento di Hamilton: “Hamilton deve smetterla con questo atteggiamento e deve integrarsi con la squadra. Al momento ho la sensazione che tra Lewis e il team ci sia un po’ di attrito“. Il punto, nella lettura del tedesco, riguarda proprio la volontà di emergere all’interno del box. “Lewis cerca di mettere tutti in ombra e di fare il capo“, ha infatti proseguito Schumacher.

Nelle ultime settimane, tra i temi discussi in casa Ferrari c’è quello di Frédéric Vasseur, team principal la cui posizione è stata messa in dubbio dopo gli ultimi negativi risultati. “Ho anche l’impressione che con Vasseur le cose non stiano filando lisce“, ha spiegato, aggiungendo un dubbio ancora più significativo: “Non so nemmeno se stia direttamente parlando con gli altri delle cose che vorrebbe cambiare“. Il sospetto, quindi, è che il confronto non sia diretto e che Hamilton provi ad andare un po’ di testa sua, soprattutto nelle ultime settimane. “Al momento la situazione non è del tutto armoniosa“, ha terminato Schumacher, mettendo in evidenza le difficoltà in casa Ferrari.

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McLaren to sell five F1 cars, all driven by champions and one by Brad Pitt

McLaren are selling five fully-functioning Formula One cars driven by champions, including Lewis Hamilton and the late Brazilian Ayrton Senna, with one also tested by Hollywood actor Brad Pitt.

The cars, to be sold through high-end dealer Tom Hartley Jr. and expected to raise tens of millions of dollars, will be prepared by the reigning constructors’ champions for their next owners.

Hartley Jr. also sold the collection of former F1 supremo Bernie Ecclestone and 20 road cars belonging to the late McLaren co-owner Mansour Ojjeh.

“We have decided to part with these iconic McLaren Formula One cars because we feel that having them simply sitting in storage is a disservice to what they represent,” McLaren Racing CEO Zak Brown said in a statement on Sunday.

“These cars were built to be driven and raced, and we want to see them being used and enjoyed. We believe that is the best way to keep our history alive and our heritage business active.”

PITT DROVE ONE AFTER FILMING F1 MOVIE

The five span 32 years of McLaren history, starting with two MP4/6A cars (chassis numbers 04 and 07 with Honda V12 engines) raced by Austrian Gerhard Berger and tested by Senna during the 1991 title-winning campaign.

Chassis 04 finished second in a one-two at the San Marino Grand Prix with the McLarens lapping the entire field. Chassis 07 came second at McLaren’s home British Grand Prix. Both have been in McLaren’s possession ever since.

A 2012 McLaren MP4/27A (chassis 01) raced by 2009 world champion Jenson Button and tested by seven-times world champion Hamilton is also for sale.

Two cars raced exclusively by reigning champion Lando Norris in 2021 and 2023 complete the group.

The 2021 McLaren MCL35M took Norris to the podium in Imola, Monaco and Monza while the 2023 MCL37A-03 won successive races in Singapore and Japan and was tested post-season by a roster of drivers including Norris’s teammate Oscar Piastri and Mick Schumacher, son of F1 great Michael.

The 2023 McLaren was driven by Pitt in a private test at Austin’s Circuit of the Americas in June last year in connection with his starring role in “F1 the Movie” and is the most modern F1 car offered for sale to a private owner. Pitt reportedly took it up to a speed of 197mph (317kph).

“It is incredibly rare for a collector to have the opportunity to acquire race-driven Grand Prix cars directly from the manufacturer and team that built and campaigned them, and that makes this a very special offering,” said Hartley.

“These five cars will be offered individually and there is no time pressure whatsoever. Our priority, and McLaren’s, is to find the right homes for them.”

Although no prices were given, they are expected to range from 5 million pounds ($6.7 million) to as much as 10 million.

A McLaren MP4-25A raced by Hamilton to victory in Turkey in 2010 sold for 4.8 million pounds in 2021 while a winning 2001 Ferrari raced by Michael Schumacher fetched $7.5 million in New York in 2017.

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