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Parlamento torna-se assistente no processo sobre alegado assalto ao gabinete de Ventura

Decisão surge numa altura em que as diligências da investigação justificam, segundo o Parlamento, uma intervenção mais ativa para esclarecer os factos e salvaguardar o património da instituição. O presidente da Assembleia da República anunciou esta quarta-feira que o Parlamento constitui-se como assistente no processo judicial sobre o alegado assalto ao gabinete do líder do Chega, tendo como advogado em regime “pro bono” José António Barreiros. Este passo agora dado pelo Parlamento foi comunicado pelo gabinete de José Pedro Aguiar-Branco através de uma carta dirigida aos vice-presidentes da Assembleia da República, líderes parlamentares, deputados únicos do BE, PAN e JPP,

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Está criado conflito entre Livre e Aguiar-Branco; e o convite “irónico” da IL

Partido tentou novamente realizar debate sobre habitação. Aguiar-Branco não deixou, Livre segue para plenário. O conflito político começou no domingo, quando o Livre tentou agendar para hoje, quarta-feira, um debate de urgência sobre habitação. O despacho passou pelo presidente da Assembleia da República, como sempre; e Aguiar-Branco não permitiu o debate, alegando questões de calendário: dentro dos 15 dias em causa já tinha sido agendado um (por parte do Chega) e a quinzena de agendamentos já estava fechada. Ou seja, o debate de urgência do Chega e este novo debate requerido pelo Livre encontram-se separados por apenas 13 dias (o

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