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Minho sob aviso amarelo devido à agitação marítima

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera ativou aviso amarelo para os distritos de Braga e de Viana do Castelo por causa da agitação marítima prevista na sexta-feira.

O aviso entra em vigor às 09:00 horas e prolonga-se até às 21:00, esperando-se ondas de noroeste até quatro a cinco metros de altura, nas zonas costeiras de Esposende, Viana do Castelo e Caminha.

O aviso amarelo é emitido pelo IPMA sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

A previsão aponta para o regresso da chuva ao Minho na quinta-feira, ao final da tarde. Não está prevista precipitação para os dias seguintes, apesar da nebulosidade.

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Parquímetros de Esposende entram em funcionamento na segunda-feira

Os parquímetros de Esposende vão entrar em funcionamento na segunda-feira, com 140 lugares, foi hoje anunciado pela autarquia.

Em comunicado, a Câmara refere que o novo sistema tem como objetivo “facilitar o estacionamento junto ao comércio e aos serviços e permitir que mais pessoas possam utilizar os lugares mais centrais da cidade”.

A tarifa fixa-se em 75 cêntimos por hora, com permanência máxima de duas horas. Nos dias úteis, o pagamento estará em vigor das 09:00 às 18:00, e aos sábados, das 09:00 às 13:00.

O sistema abrange três zonas do centro da cidade e continuarão gratuitos mais de 1.100 lugares de estacionamento.

A medida pretende “promover a rotatividade, facilitar o acesso às lojas, à restauração e aos serviços e contribuir para um centro urbano mais dinâmico e acessível”, segundo a autarquia.

Esta é uma intervenção enquadrada numa candidatura aprovada em 2024, financiada pelo PRR, na aquisição dos equipamentos.

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Seis municípios do Minho contestam aumento “excessivo” na recolha do lixo

Os municípios de Barcelos, Esposende, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo insurgiram-se hoje contra o anunciado aumento dos custos da gestão e tratamento de resíduos urbanos, considerando-o desproporcionado e excessivo.

Em comunicado, a Câmara de Barcelos refere que “os seis municípios acionistas da Resulima manifestam a sua preocupação e insurgem-se contra o anunciado aumento dos custos da gestão e tratamento de resíduos urbanos, que consideram desproporcionado e excessivo”.

A Resulima é a empresa responsável pela recolha seletiva, triagem e tratamento de resíduos urbanos no Vale do Lima e Baixo Cávado, abrangendo os concelhos de Arcos de Valdevez, Barcelos, Esposende, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo, num total de cerca de 311.470 habitantes.

O município refere que, segundo informação da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), os custos com o tratamento e deposição dos resíduos urbanos “deverão registar um aumento muito significativo já no próximo ano, em resultado da subida da Taxa de Gestão de Resíduos (TGR) e da tarifa cobrada pela Resulima”.

“Com impacto direto nos encargos suportados pelos municípios de Arcos de Valdevez, Barcelos, Esposende, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo, e, consequentemente, nas tarifas de resíduos urbanos pagas pelos munícipes”, adverte o município.

De acordo com a Câmara de Barcelos, “prevê-se que a tarifa de tratamento dos resíduos por tonelada sofra, em 2027, um aumento de 72,33 euros para 95,88 euros, ao qual acresce um aumento de cinco euros por tonelada da TGR, passando de 40 euros para 45 euros”.

“Somados estes valores, isto significa que os custos totais da gestão e tratamento dos resíduos urbanos deverão subir, por tonelada, de 112,33 euros para 140,88 euros”, revela a autarquia de Barcelos, distrito de Braga.

No comunicado, lê-se que os seis municípios reconhecem que a recolha e o tratamento de resíduos têm sido uma preocupação constante e que existem metas ambientais exigentes a cumprir, assumindo esse compromisso sem reservas.

“Contudo, consideram imperativo afirmar com clareza que os custos atuais já são incomportáveis para as famílias, e que a sua escalada continuada não pode continuar a ser suportada, em silêncio, por quem paga a fatura no fim do mês”, alertam.

Face à dimensão dos aumentos e à necessidade de assegurar a sustentabilidade económico-financeira do serviço, “torna-se insustentável para os municípios continuarem a absorver integralmente estes custos”.

“Os municípios que integram a Resulima reafirmam, assim, que continuarão a acompanhar a evolução destes encargos e a desenvolver medidas que promovam a redução, reutilização e separação dos resíduos, procurando compatibilizar a sustentabilidade do serviço com a proteção das famílias e dos agentes económicos do concelho”, refere o comunicado.

Mas, os seis municípios dizem exigir, “com a mesma firmeza, que o aumento dos custos não continue a ser transferido, sem critério nem proporcionalidade, para quem já dá o seu contributo para uma gestão mais responsável dos resíduos”.

“Proteger as famílias e cumprir as metas ambientais não podem ser objetivos em conflito. E os municípios que integram a Resulima não aceitarão que o sejam!”, assumem.

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Mercadona já tem data para abrir em Esposende

Já há data para a abertura do Mercadona em Esposende. O supermercado da cadeia espanhola é inaugurado no próximo dia 19 de novembro, foi hoje anunciado.

O novo espaço está localizado na Travessa da Cavaleira, nº 55.

“Esta abertura representa um marco importante para a empresa, assinalando um reforço da presença da empresa no distrito de Braga”, salienta a Mercadona em comunicado enviado a O MINHO.

“A abertura deste supermercado reflete a continuidade do plano de expansão da empresa a nível nacional e a aposta da Mercadona em levar o seu modelo de loja eficiente, com um sortido de qualidade e um serviço de excelência”, acrescenta.

O supermercado de Esposende vai ter uma área de vendas de 1.900 metros quadrados.

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