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Homem é preso por dirigir embriagado um “jipe da Barbie”

Um homem foi preso no Canadá por dirigir um jipe de brinquedo em uma das principais vias da cidade de Prince George, na Columbia Britânica. Os registros foram feitos por testemunhas que estavam próximas ao local.

De acordo com a CBC, rede de televisão e rádio local, o condutor do jipe, Kasper Lincoln, estava saindo para tomar raspadinha com um amigo, mas ficou com preguiça de andar e decidiu pegar o brinquedo emprestado, que pertence ao filho do seu colega de quarto.

A RCMP (Polícia Montada do Canadá) informou que abordou Lincoln para uma blitz de trânsito e, durante a conversa com ele, descobriu que sua carteira de habilitação estava suspensa e suspeitou que ele estivesse embriagado, o que foi posteriormente confirmado por dois testes de bafômetro, o que também foi confirmado por Lincoln à emissora local.

Lincoln também disse que a polícia lhe informou que os guardas receberam várias ligações a seu respeito e que ele estava dirigindo no meio da rua, o que ele negou, afirmando que, durante a maior parte do trajeto, dirigiu na calçada até avistar a faixa bloqueada. 

Blitz da Lei Seca: governo muda regras para fiscalização; entenda

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Ladrões invadiram casa e levaram ouro, mas ignoraram a pedra de 3,5 kg no chão que valia R$ 5,6 milhões

Uma mulher encontrou uma pedra avermelhada no leito de um riacho na vila de Colti, no Condado de Buzău, na Romênia, achou bonita e a levou para casa, utilizando-a como peso de porta. Décadas se passaram e ela não imaginava que tinha em mãos uma das maiores pepitas de âmbar conhecidas no mundo, avaliada em cerca de 1 milhão de euros (R$ 5,6 milhões em valores atuais).

Nem mesmo ladrões de joias perceberam seu valor ao invadirem a casa e roubarem algumas peças de ouro, segundo a mídia local. A proprietária morreu em 1991, e um dos parentes ficou impressionado com a pedra de 3,5 quilos. Ao desconfiar que teria um grande valor, levou-a para ser examinada.

Peça de museu

As autoridades romenas entregaram a pepita a especialistas do Museu de História de Cracóvia, na Polônia, que possui uma seção dedicada ao estudo de pedras semipreciosas. A autenticidade foi confirmada, e calcula-se que o âmbar teria entre 38 milhões e 70 milhões de anos.

O interesse foi tanto pela “rumanita”, como localmente se referem ao âmbar, que o Estado romeno a comprou, classificando a pedra como tesouro nacional. Desde 2022, ela pode ser vista no Museu Provincial de Buzau.

Reserva abundante

Colti, na região dos Cárpatos Orientais, é um dos principais locais de extração e reserva natural de âmbar da Romênia, com uma variedade raríssima e altamente valiosa famosa pelas mais de 160 tonalidades escuras, avermelhadas e pretas.

Formado a partir de resina de árvores soterrada por sedimentos ao longo de milhões de anos até fossilizar, o âmbar encontrado por lá costuma conter também fósseis de aracnídeos, besouros, moscas, crustáceos, répteis, penas de aves e pelos de animais. A extração ocorria na mina de Stramba, que foi fechada pelo regime comunista ao ser considerada não-lucrativa.

Museu reúne seleção das maiores e mais incomuns joias do mundo

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Cruzar os braços durante uma conversa pode fazer você parecer antipático, mas ajuda no foco e na resiliência; entenda o que diz a psicologia

Cruzar os braços é um dos gestos humanos mais comuns no dia a dia e, mesmo assim, é um dos mais misteriosos. Ao contrário de coçar o nariz, apoiar o queixo ou passar a mão pelo cabelo, os braços cruzados não têm uma justificativa óbvia: talvez por isso sejam interpretados de tantas formas diferentes pela psicologia e pelo estudo da linguagem corporal.

Por que você sente o impulso de cruzar os braços enquanto conversa com alguém, e qual mensagem isso passa para seu interlocutor? Veja as diferentes perspectivas de especialistas sobre este movimento.

Regulação emocional

Acalmar os nervos e confortar a si mesmo é um dos principais motivos para cruzar os braços, segundo o autor Joe Navarro, precursor do uso da análise de linguagem corporal pelo FBI (Federal Bureau of Investigation do governo dos Estados Unidos). Neste caso, o gesto é como um abraço discreto e pode vir acompanhado de automassagem.

Em situações de maior intensidade emocional, braços cruzados podem ajudar a controlar o medo e podem indicar ansiedade quando acompanhados de gestos como cobrir o pescoço com as mãos.

“Pessoas que se sentem inseguras podem cruzar os braços para não se sentirem tão expostas”, escreve Navarro em seu blog pessoal. Ele também afirma que o movimento pode ajudar no autocontrole, restringindo uma reação mais explosiva. “As crianças fazem isso o tempo todo. Quando pedimos que façam algo que não querem fazer, elas cruzam os braços, às vezes empunham as mãos e as pressionam firmemente contra o corpo. De várias formas, isso comunica claramente como elas se sentem, sem dizer uma palavra.”

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Demonstração de poder

O especialista chama os braços cruzados de “power pose”: uma pose escolhida para indicar poder. “Especialmente homens usam este gesto para parecerem maiores”, afirma. “O Super-Homem é frequentemente apresentado desta maneira. Em escolas, é o que professores infelizmente chamam de ‘pose de valentão'”.

Outra possibilidade é adotar a pose para “criar uma barreira física e psicológica” entre você e alguém com quem você não deseja interagir, “criando distância”.

Outras explicações

Embora frequentemente lido como um gesto rude ou agressivo, cruzar os braços pode ser um movimento completamente inofensivo e involuntário. Navarro conta que pode se tratar simplesmente de um espelhamento da postura do interlocutor:

“Como analisar dois homens que estão de braços cruzados, cada um apoiado com as costas na parede e suas pernas também cruzadas? É sinal de conflito entre os dois? A resposta é não”, exemplifica. “O fato de estarem se espelhando, com as pernas cruzadas, diz que está tudo bem. Só cruzamos as pernas quando nos sentimos confortáveis o bastante com a outra pessoa.”

Uma explicação alternativa é, simplesmente, o frio. Cruzar os braços pode ajudar a aquecer a região do torso e controlar tremores causados pela temperatura.

O que dizem os psicólogos

A postura de braços cruzados em frente ao tronco foi estudada por neurologistas e psicólogos, para além da linguagem corporal. Os resultados sugerem que o gesto pode ser benéfico para quem o faz, seja em conversas ou outras atividades.

Em 2007, um experimento prático na Universidade de Rochester, Estados Unidos, fez diferentes participantes resolverem desafios de lógica com braços cruzados e descruzados, posicionados sobre as coxas. Os voluntários induzidos a cruzar os braços passaram mais tempo tentando solucionar os anagramas apresentados, e tiveram taxa de sucesso maior; não foram identificadas mudanças de humor, nível de conforto ou respeito às instruções da equipe de pesquisa.

Em 2016, foi a vez de um estudo de neuroimagem no Japão verificar os efeitos da pose no corpo. Uma análise de mil participantes revelou que cruzar os braços altera a atividade cerebral na região responsável pelo foco interno e pela percepção do corpo no espaço, além de aumentar a conexão entre diferentes locais do órgão.

Ou seja: de braços cruzados, as áreas associadas ao foco, à reflexão, à autopercepção, à tomada de decisões e ao foco externo conversam mais entre si. Mas há um efeito colateral: ao posicionar os braços e mãos do outro lado da “linha média” do corpo, as referências anatômicas e espaciais se confundem, o que pode afetar a compreensão de estímulos táteis.

Cruzar os braços durante uma conversa pode, então, ajudar no foco e na resolução de problemas, o que é útil em discussões e debates. No entanto, como existem leituras negativas do gesto sob a perspectiva da linguagem corporal, o interlocutor pode intuir insegurança, indisposição ou estresse que, por vezes, não são reais.

“Isso é mais comum entre estranhos”, diz Joe Navarro. “Se você estiver com amigos ou conhecidos, isso pode não ser visto como um distanciamento. Na verdade, muitos interpretam como uma demonstração de interesse e engajamento em um tópico. Isso pode explicar por que vemos esse gesto tão frequentemente entre colegas de trabalho.”

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Descoberta revela tática de serpente com 30 cm que foge de predadores 4 vezes mais rápido dando ‘estrelinhas’ pelo chão

Diferente de qualquer outro réptil que rasteja no solo para escapar de ameaças, a cobra-anão-dos-juncos desenvolveu uma estratégia de fuga bizarra e altamente eficiente. Quando se sente ameaçada, essa pequena espécie habitante do Sudeste Asiático, com menos de 30 centímetros de comprimento, projeta o próprio corpo no ar e começa a dar “estrelinhas” e piruetas contínuas pelo chão, rolando desgovernadamente em fuga.

A descoberta dessa tática inusitada foi detalhada por pesquisadores da Universidade Toho, no Japão, em um estudo publicado na revista científica Current Biology.

Ao registrarem o comportamento utilizando câmeras de alta velocidade, os cientistas constataram que essa espécie carnívora que se alimenta de minhocas atinge uma velocidade de escape de quase 30 centímetros por segundo.

Esse movimento de rolamento acrobático torna a fuga aproximadamente quatro vezes mais rápida do que o rastejo tradicional da espécie sobre o solo.

Entenda a mecânica física por trás do movimento de roda viva

Para conseguir executar essa manobra sem perder o rumo, o animal chicoteia a cauda do lado esquerdo para o lado direito do corpo enquanto os pontos de apoio impulsionam o organismo contra o chão.

A espécie dobra a região central do corpo em grandes alças alternadas, mantendo a cabeça firme e alinhada ao caminho. Essa mecânica transforma a serpente em uma espécie de roda viva sem eixo fixo.

Estabilidade sensorial garante foco total durante a fuga acrobática

Mesmo girando em alta velocidade pela vegetação, todos os órgãos sensoriais localizados na cabeça da serpente permanecem na vertical, focados na trajetória à frente.

Essa estabilidade permite ao réptil monitorar o trajeto em tempo real enquanto avança em ritmo acelerado, garantindo uma escapatória precisa contra os predadores antes de se esconder na vegetação local.

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O segredo oculto na neurociência: como construções antigas enganam nosso cérebro para reduzir o estresse — e por que prédios modernos fazem o oposto

Quem já entrou numa igreja barroca em Ouro Preto, caminhou pelo Pelourinho, em Salvador, ou passou uma tarde num casarão convertido em museu costuma descrever uma sensação parecida: o ritmo desacelera, a respiração fica mais longa e o cansaço parece ceder.

De volta ao próprio apartamento, a experiência pode ser a oposta. Mesmo sem uma causa evidente, algumas pessoas podem sentir que, ao chegar em casa, se sentem mais drenadas do que descansadas. A percepção, tratada por muito tempo como questão de gosto, virou objeto de estudo de uma área que cruza arquitetura, neurociência e psicologia ambiental.

O corpo avalia o espaço antes da consciência

A neuroarquitetura investiga como luz, altura do teto, formas, texturas, cores e ruído alteram respostas fisiológicas, como frequência cardíaca, condutância da pele e níveis de cortisol, o hormônio associado ao estresse. O campo ganhou estrutura institucional nos anos 2000, com a criação da Academia de Neurociência para a Arquitetura (ANFA), nos Estados Unidos, e hoje reúne laboratórios em universidades da América do Norte e da Europa.

Para a arquiteta Andréa de Paiva, mestre em arquitetura com foco em neurociência pela Middlesex University, de Londres, e fundadora do NeuroAU, núcleo brasileiro dedicado à neuroarquitetura, a principal dificuldade está em perceber esses efeitos no dia a dia. “Muitos dos efeitos do ambiente decorrem daquilo que a gente não percebe”, afirma.

Ainda segundo a pesquisadora, a análise não parte do gosto pessoal, mas de reações que o corpo produz sem passar pela avaliação consciente, como a sensação de insegurança diante de estímulos visuais ou sonoros em excesso.

Construções antigas repetem padrões encontrados na natureza

Uma das explicações mais citadas para o conforto em construções antigas está na geometria. Fachadas com ornamentos, cornijas, frisos, azulejos e esquadrias trabalhadas costumam repetir detalhes em diferentes escalas, numa lógica semelhante à de galhos de árvores, nuvens e linhas costeiras. Esses padrões são chamados de fractais.

O físico Richard Taylor, da Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, estuda há cerca de duas décadas a reação do organismo a essas formas. Em experimentos com rastreamento ocular e eletroencefalograma, sua equipe identificou que fractais de complexidade intermediária, parecidos com os encontrados na natureza, podem reduzir indicadores de estresse fisiológico em até 60%.

Pela interpretação do grupo, o sistema visual humano evoluiu cercado por esses padrões e os processa com pouco esforço. “As pessoas realmente precisam de ambientes estéticos para se manterem saudáveis”, disse o pesquisador.

A mesma linha de pesquisa aponta um limite: padrões muito simples tendem a ser percebidos como monótonos, e os excessivamente complexos podem gerar desconforto. Boa parte das edificações contemporâneas, com superfícies lisas e ângulos retos repetidos, fica no extremo da baixa complexidade.

Pé-direito alto amplia a sensação de liberdade

Outro traço comum em prédios históricos é a altura. Casarões coloniais, estações ferroviárias e igrejas antigas frequentemente têm pé-direito acima de 3,5 metros, enquanto apartamentos novos no Brasil costumam ficar entre 2,50 e 2,70 metros.

Em 2015, um grupo liderado pelo psicólogo Oshin Vartanian, pesquisador da Universidade de Toronto, no Canadá, usou ressonância magnética funcional para observar a atividade cerebral de voluntários diante de imagens de interiores. Ambientes com teto alto foram julgados mais bonitos com maior frequência, e salas percebidas como fechadas levaram os participantes a optar mais vezes por sair delas. “Esses ambientes estimulam a exploração visuoespacial”. Ainda segundo o pesquisador, os cômodos mais altos ativavam regiões do cérebro ligadas à atenção espacial.

Janelas amplas, típicas de construções anteriores à popularização do ar-condicionado e da luz elétrica, reforçam o efeito ao aumentar a entrada de luz natural e a circulação de ar. Paredes grossas de pedra, adobe ou taipa também amortecem ruídos externos e variações de temperatura, o que reduz estímulos que o corpo precisaria processar.

Fachadas monótonas deixam marca fisiológica

A comparação não se limita ao interior dos prédios. O neurocientista Colin Ellard, professor de psicologia da Universidade de Waterloo, no Canadá, conduziu caminhadas guiadas com cerca de 100 voluntários em Londres e Toronto, monitorando a condutância da pele, medida usada para avaliar o nível de excitação do sistema nervoso, diante de fachadas com diferentes graus de complexidade. “Edifícios de baixa complexidade foram percebidos como muito entediantes e pouco atraentes”, afirmou o pesquisador.

Segundo Collin, o efeito não se restringe à estética. Fachadas extensas e homogêneas produzem sinais fisiológicos associados ao tédio mesmo em exposições curtas.

A observação se soma aos registros do urbanista dinamarquês Jan Gehl, que notou que pedestres tendem a acelerar o passo diante de paredes cegas e a desacelerar em ruas com vitrines, portas e variação de fachada.

Por que a própria casa pode se tornar exaustiva

Se o problema fosse apenas arquitetônico, bastaria morar num casarão para resolvê-lo. A pesquisa sobre ambientes domésticos, porém, mostra que o esgotamento em casa também depende do que o espaço representa.

Estimativas da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) indicam que as pessoas passam cerca de 90% do tempo em ambientes fechados, e a casa concentra boa parte dessas horas, sobretudo depois da expansão do trabalho remoto. O mesmo cômodo passou a funcionar como escritório, sala de aula, academia e área de descanso.

Um estudo conduzido na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) e publicado em 2010 analisou como 30 casais descreviam as próprias casas em visitas guiadas gravadas. Mulheres que usavam mais palavras associadas a bagunça e a tarefas inacabadas apresentaram uma curva de cortisol mais achatada ao longo do dia, padrão associado a desfechos negativos de saúde, além de piora do humor com o passar das horas. As que descreviam a casa como repousante mostraram o efeito oposto.

“A bagunça está nos olhos de quem vê”, afirmou a autora principal do estudo, Darby Saxbe, hoje professora de psicologia da Universidade do Sul da Califórnia (USC). Para a pesquisadora, a casa deixa de funcionar como refúgio quando se transforma em uma lista permanente de pendências, e quem se sente responsável por elas tende a sentir o peso fisiológico com mais intensidade.

Essa diferença ajuda a explicar a assimetria: em uma igreja ou em um museu, o visitante não tem louça para lavar nem contas sobre a mesa. A atenção pode repousar sobre os detalhes sem exigir nenhuma ação, processo que os psicólogos Rachel e Stephen Kaplan, da Universidade de Michigan, descreveram como restauração da atenção. Em casa, cada objeto fora do lugar funciona como um lembrete de tarefa.

Limites da ciência e ajustes possíveis dentro de casa

Os próprios pesquisadores alertam para o risco de transformar essas descobertas em regras universais. Parte da sensação positiva em construções antigas também vem do contexto.

Elas costumam ser visitadas em momentos de lazer, carregam memória afetiva e passaram por uma espécie de seleção histórica, já que os prédios que resistiram por séculos tendem a ser justamente os mais bem construídos ou os mais valorizados. “A ciência ainda não consegue definir um edifício ideal”, pondera Cleo Valentine, pesquisadora da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, especializada em neurofisiologia aplicada à arquitetura.

Isso não significa que nada possa ser feito em apartamentos compactos. As linhas de pesquisa apontam caminhos acessíveis, como priorizar a luz natural durante o dia e usar iluminação mais quente à noite, introduzir plantas, madeira e texturas naturais, reduzir o excesso de objetos à vista e separar, mesmo que de forma simbólica, os espaços de trabalho e de descanso. A reforma ajuda, mas mudar a relação com aquilo que a casa exige de quem vive nela pode ter efeito tão relevante quanto a altura do teto.

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Ferver cascas de limão com gengibre: para que serve e por que fazer isso em casa

A combinação de alecrim com casca de limão, fervida em um preparo caseiro, oferece aromas marcantes e benefícios que vão além do olfato. Essa união de plantas, rica em compostos como ácido rosmarínico e limoneno, pode ser usada tanto como infusão quanto como aromatizador, criando uma sensação de frescor e bem-estar no ambiente.

O cheiro herbal do alecrim, somado ao aroma cítrico do limão, é frequentemente associado à disposição e clareza mental. Seja para o trabalho, estudo ou relaxamento, a mistura pode transformar o ambiente, tornando momentos diários mais agradáveis e produtivos.

Além do impacto aromático, ambos os ingredientes possuem compostos antioxidantes e óleos essenciais valorizados na aromaterapia. É crucial ressaltar, contudo, que os efeitos são principalmente sensoriais e não indicam uma ação farmacológica comprovada, focando-se no conforto e bem-estar.

Entenda os benefícios sensoriais do alecrim e limão

Na aromaterapia, o alecrim é conhecido por suas propriedades que estimulam a disposição e a clareza mental. A casca do limão, com seu limoneno, adiciona uma nota leve e revigorante.

Quando aquecidos, esses óleos essenciais são liberados no vapor, proporcionando uma experiência olfativa energizante e agradável, buscando conforto e bem-estar.

Como preparar a infusão ou aromatizador

O preparo é simples e rápido. Em uma panela, adicione cerca de 300 ml de água, um ramo de alecrim fresco e a casca de meio limão, previamente bem lavada. Deixe a mistura ferver por aproximadamente 5 minutos.

Após o tempo de fervura, desligue o fogo e tampe a panela, aguardando mais 5 minutos antes de coar. Se a intenção for consumir a infusão, espere amornar e beba em pequena quantidade. Para aromatizar o ambiente, basta deixar o preparo na panela, liberando o vapor perfumado.

Recomendações e cuidados importantes

É fundamental consumir a bebida com moderação. Pessoas gestantes, lactantes ou que fazem uso regular de medicamentos devem sempre consultar um profissional de saúde antes de incluir essa infusão na rotina.

Se o objetivo for apenas aromatizar o ambiente, tome precauções com a panela quente e nunca deixe o preparo fervendo sem supervisão. A segurança é primordial ao lidar com altas temperaturas.

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Como escolher um secador de cabelo? Entenda o detalhe escondido na caixa do produto que define se ele serve contra o frizz

Ao escolher um secador de cabelo, a potência costuma ser o primeiro fator observado pelo consumidor na embalagem. No entanto, segundo orientações da porta-voz da EOLUX, Bianca Barbosa, divulgadas em guia técnico sobre o tema, a numeração isolada não basta para avaliar o desempenho real do aparelho.

Para garantir fios alinhados e reduzir o frizz, a escolha adequada exige analisar um conjunto de especificações que inclui fluxo de ar, ajustes de temperatura, acessórios e a ergonomia do equipamento.

Ajustes de velocidade e tecnologia de íons

A adaptação às diferentes etapas da secagem depende da variedade de combinações de velocidade e temperatura oferecidas pelos comandos do aparelho.

A presença da tecnologia de íons negativos é outro recurso relevante nas especificações técnicas de determinados modelos. Sistemas com boa capacidade de emitir milhares de íons negativos por segundo, conseguem atuar diretamente na redução da eletricidade estática e do frizz dos fios.

Contudo, a orientação técnica ressalta que essa função deve ser analisada em conjunto com os demais recursos, sem ser interpretada isoladamente como garantia de resultado.

Acessórios e ergonomia no manuseio

Os acessórios que acompanham o produto direcionam o uso para diferentes tipos de cabelo e finalizações. O bico concentrador foca o fluxo de ar para trabalhar mechas específicas durante a escovação, enquanto o difusor distribui o ar por uma área maior, sendo indicado para cabelos ondulados, cacheados e crespos. A verificação prévia dessas peças evita a falta de itens essenciais após a compra.

Por fim, o conforto de uso diário envolve aspectos práticos como o peso do secador, a posição dos botões, a facilidade de limpeza do filtro e as condições de armazenamento. Consultar o manual do fabricante e alinhar as especificações ao perfil de uso — seja ele ocasional ou frequente — assegura uma escolha mais assertiva.

 

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Lavar o cabelo com chá de alecrim realmente funciona? Como preparar a receita, a frequência ideal e os cuidados contra irritação

Lavar os cabelos com chá de alecrim é uma prática caseira utilizada por quem busca reduzir a oleosidade do couro cabeludo e melhorar a aparência dos fios. A mistura, preparada com folhas da planta e água quente, costuma ser aplicada fria após o xampu e também é associada ao fortalecimento dos cabelos e ao crescimento capilar.

A receita é simples, mas levanta uma dúvida importante: será que o alecrim realmente oferece esses benefícios? Embora a planta seja utilizada em produtos de cuidados pessoais e tenha sido investigada em pesquisas sobre queda de cabelo, os resultados dependem da forma como ela é preparada e aplicada.

Isso nos mostra que nem todos os efeitos atribuídos ao alecrim podem ser esperados de uma infusão doméstica. Ainda assim, entender as características da planta e os cuidados necessários ajuda a esclarecer quando a prática pode ser utilizada e quais são suas limitações.

Por que o alecrim é utilizado nos cuidados com o cabelo?

O interesse pelo alecrim está relacionado às substâncias presentes em suas folhas, incluindo compostos com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Essas características motivaram pesquisas sobre possíveis aplicações da planta em produtos voltados à pele e ao couro cabeludo.

Uma delas foi publicada em 2015 na revista científica SKINmed. O estudo acompanhou 100 homens com alopecia androgenética, condição associada à perda progressiva dos cabelos, durante seis meses. Os participantes foram divididos em dois grupos: um utilizou uma preparação com óleo de alecrim e o outro recebeu minoxidil a 2%, medicamento empregado no tratamento da queda capilar.

Ao final dos seis meses, os pesquisadores observaram aumento na contagem de fios nos dois grupos, sem diferença estatisticamente significativa entre os resultados. Porém, o estudo avaliou o óleo de alecrim, e não o chá caseiro, que possui uma composição diferente e ainda não apresenta eficácia comprovada para o crescimento capilar.

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Quanto à oleosidade, não há evidências suficientes de que a infusão reduza a produção de sebo, substância que protege naturalmente o couro cabeludo, mas pode deixar os fios oleosos quando acumulada. Nesse caso, o xampu continua sendo o principal responsável pela remoção do excesso durante a lavagem.

Como preparar e usar o chá de alecrim no cabelo?

O chá de alecrim pode ser preparado com folhas da planta e água quente. Após alguns minutos de infusão, basta coar e esperar o líquido esfriar completamente antes de aplicá-lo nos cabelos.

Para quem deseja experimentar a receita, alguns cuidados são importantes:

  • Preparo: utilizar folhas limpas de alecrim e água quente, deixando a mistura descansar por alguns minutos antes de coar.
  • Aplicação: distribuir o chá frio sobre os cabelos limpos, após o xampu, evitando o contato com os olhos.
  • Frequência: algumas receitas sugerem o uso duas vezes por semana, mas não há comprovação de que esse intervalo ofereça melhores resultados.
  • Conservação: preparar apenas a quantidade necessária para o uso, evitando armazenar a mistura por longos períodos.
  • Cuidados: interromper a aplicação em caso de coceira, ardência, vermelhidão ou irritação no couro cabeludo.

Apesar de ser uma receita natural, o chá de alecrim pode causar irritações em pessoas sensíveis, especialmente naquelas com problemas no couro cabeludo. Além disso, a infusão não substitui tratamentos dermatológicos, sendo importante procurar orientação profissional em casos de queda persistente, caspa ou oleosidade excessiva.

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Por que o cachorro dorme de barriga para cima?

O hábito de um cachorro dormindo de barriga para cima, com as patas elevadas, está associado ao conforto do animal, à regulação térmica e à sensação de segurança no ambiente.

A postura expõe áreas vulneráveis do corpo e pode indicar que o cão encontrou condições favoráveis para o descanso.

Regulação térmica e relaxamento corporal

Segundo a organização AKC (American Kennel Club), a escolha por essa posição facilita a liberação de calor pelo organismo. A barriga dos cães e as almofadas das patas possuem uma camada menor de pelos em comparação com o restante do corpo. Ao manter essas regiões expostas, o cão consegue se refrescar com maior facilidade durante o sono.

Como a postura deixa uma região sensível desprotegida, o animal tende a adotá-la quando se sente seguro no local. Contudo, o hábito não é uma prova definitiva de confiança no tutor, pois também depende de preferências individuais do animal e das condições ambientais.

Outras posturas, como dormir de lado, encolhido ou totalmente esticado, também são consideradas normais, desde que o animal consiga descansar adequadamente.

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Quando a postura exige atenção veterinária?

Dormir com o abdômen exposto geralmente não representa um problema de saúde. No entanto, tutores devem observar a frequência do comportamento e o nível de conforto do cão.

O atendimento veterinário é recomendado se o animal apresentar dificuldade para se deitar ou levantar, mudanças constantes de posição, alterações na respiração ou sinais de dor. Nesses casos, os sintomas comportamentais exigem investigação profissional. Além disso, recomenda-se evitar que o cão durma em locais elevados, prevenindo quedas acidentais durante movimentações involuntárias no sono.

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Ana Clara economiza R$ 900 mil em negociação e compra mansão de R$ 12 milhões no Rio, mas adia mudança por um detalhe

A apresentadora Ana Clara Lima, da TV Globo, comprou uma mansão no condomínio Alphaville Barra, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, por R$ 12 milhões, em outubro de 2026.

A aquisição foi divulgada pelo colunista Daniel Nascimento, do jornal “O Dia”, e envolve uma propriedade de alto padrão com 900 m² de área construída, recursos tecnológicos e espaços dedicados ao lazer.Antes de fechar o negócio, a comunicadora conseguiu reduzir o preço inicialmente anunciado em R$ 900 mil.

Imóvel teve preço reduzido durante a negociação

A residência estava à venda por R$ 12,9 milhões, mas a negociação terminou em um valor inferior ao pedido inicial. Com o acordo, Ana Clara economizou R$ 900 mil na compra do imóvel, situado em um condomínio que também tem entre seus moradores nomes conhecidos do entretenimento e do esporte, como Belo, Ludmilla e Vini Jr.

O novo endereço fica em uma região valorizada da capital fluminense. A propriedade reúne características de uma residência de luxo e oferece uma estrutura que combina ambientes amplos, comodidades e equipamentos de automação.

Estrutura da casa combina espaços amplos e tecnologia

Com terreno de 605 m², a mansão tem quatro suítes, sendo três delas com closet. A suíte principal conta com uma sala de banho espaçosa, enquanto um elevador privativo conecta os diferentes pavimentos da residência.

A estrutura inclui ainda garagem para quatro carros e dependência completa. Na parte tecnológica, o sistema de automação integrado à Alexa permite controlar a iluminação e outras funções da casa por comandos de voz.

Piscina e espaço gourmet estão entre as comodidades

A área externa concentra parte das opções de lazer da propriedade. O espaço conta com piscina equipada com cascata, sauna, churrasqueira e uma área gourmet coberta, ambientes que ampliam as possibilidades de uso da residência.

Os banheiros também já dispõem de louças, metais e boxes instalados. Esses itens fazem parte da estrutura existente do imóvel, que ainda deverá passar por adaptações antes de receber a apresentadora.

Apresentadora ainda deve preparar o novo endereço

A compra não significa que Ana Clara vá se mudar imediatamente. De acordo com as informações divulgadas pelo colunista, a casa deverá passar por ajustes e por um projeto de decoração conduzido por profissionais de arquitetura e decoração, que irão adequar os espaços às preferências da nova proprietária.

Enquanto essa etapa não for concluída, a apresentadora continuará vivendo em sua cobertura duplex na Barra da Tijuca. A aquisição da mansão, portanto, representa a escolha de um novo imóvel, mas a mudança ainda depende da finalização dos preparativos.

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Vaso sanitário feito com mais de 100 kg de ouro maciço é leiloado por US$ 10 milhões

Um vaso sanitário feito com mais de 100 quilos de ouro maciço foi leiloado por cerca de US$ 10 milhões (R$ 50 milhões) na casa de leilões Sotheby’s, em Nova York. A obra, intitulada “América”, de autoria do italiano Maurizio Cattelan, já contou com três exemplares desde a sua execução, em 2016.

A versão que foi vendida pertencia a um colecionador não identificado desde 2017. Já a outra versão foi exibida em um banheiro individual totalmente funcional no Museu Guggenheim, em Nova York, onde, ao longo de um ano, mais de 100 mil visitantes esperaram para utilizá-lo.

Posteriormente, o museu ofereceu o vaso sanitário ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante seu primeiro mandato, após o líder americano pedir um quadro de Van Gogh emprestado. Em 2019, ele ficou exposto no Palácio de Blenheim, onde Winston Churchill nasceu.

Em setembro do mesmo ano, a privada de ouro foi roubada, causando danos significativos e inundações na estrutura, informou a polícia na época.

James Sheen, de 39 anos, confessou-se culpado de roubo no Tribunal da Coroa de Oxford, segundo a agência de notícias PA Media do Reino Unido, citando o Serviço de Acusação da Coroa.

O vaso de ouro, segundo a descrição da Sotheby’s, foi defendido, escandalizado e creditado por fomentar um discurso revolucionário sobre o que a arte deveria significar e qual o valor desse significado. Hoje, porém, “America” constitui uma espécie de xeque-mate, opondo-se até aos adversários mais mordazes de Cattelan com a objetividade absoluta do seu valor.

Pintura de Klimt quebra recorde e é vendida por US$ 236,4 mi em leilão

 

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Peter Jackson, diretor de “O Senhor dos Anéis”, compra ovo de 600 anos para tentar “ressuscitar” ave gigante que foi extinta

O cineasta Peter Jackson, conhecido por dirigir a franquia de filmes “O Senhor dos Anéis”, uniu forças com a empresa de biotecnologia Colossal Biosciences para comprar um raríssimo ovo de moa de 600 anos de idade em um leilão no estado do Colorado, nos Estados Unidos.

O fóssil de aproximadamente 22 centímetros de altura, que permaneceu em uma coleção privada por seis décadas, passará por restauração para ajudar cientistas na tentativa de trazer de volta à vida essa gigante ave não voadora que habitava a Nova Zelândia. O anúncio da aquisição ocorreu nesta quarta-feira, 21 de outubro de 2026.

Do passado lendário para o projeto de desextinção

Antes de ser extinta há cerca de 600 anos após a chegada de caçadores polinésios por volta do ano 1300, a espécie dominante contava com uma população estimada em 2,5 milhões de indivíduos nas ilhas neozelandesas, com espécimes que alcançavam até 3,6 metros de altura.

O ovo recém-adquirido é considerado uma preciosidade arqueológica, já que existem menos de 40 exemplares completos no planeta. O cineasta e sua parceira Fran Walsh já haviam investido 15 milhões de dólares na startup de desextinção, que também trabalha em projetos para recriar o lobo-terrível e o tigre-da-tasmânia.

Ciência e repatriação cultural

A equipe de pesquisadores planeja utilizar métodos de imagem não destrutivos na peça para mapear dados genéticos essenciais sobre a linhagem e a biologia reprodutiva das moas. A cientista-chefe da empresa, Beth Shapiro, confirmou que todos os testes serão guiados por lideranças indígenas locais.

Além do avanço científico, o projeto possui um compromisso cultural: Peter Jackson e a empresa planejam repatriar a relíquia histórica devolvendo-a para a comunidade indígena Ngāi Tahu, no território ancestral da ave.

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Turista é condenado por roubar flamingo e levar para o quarto de hotel após bebedeira

Um turista canadense que se hospedou em Paradise, nos Estados Unidos, roubou um flamingo após beber demais e o levou para o quarto do hotel. Na última segunda-feira (19), foi condenado por maus tratos a animais.

Mitchell Fairbarn, 34, retirou o flamingo chileno Peachy, 27, de seu habitat no Hotel e Cassino Flamingo Las Vegas, em 3 de março. Nas imagens das câmeras de segurança, ele aparece sem camisa no elevador carregando o animal pelo pescoço. A equipe de segurança chamou a polícia.

Defesa

No depoimento, no tribunal de Nevada, o canadense revelou ter bebido entre 30 e 40 cervejas insistiu que nunca teve a intenção de machucar a ave. O advogado Josh Tomsheck afirmou aos jurados que seu cliente se arrependia profundamente das “más decisões” que tomou enquanto estava embriagado. “A verdade é que Mitch estava bêbado. Mitch foi estúpido. Ele tomou decisões ruins”, admitiu.

Os promotores, no entanto, apontaram que Peachy, que gritava nas imagens, foi encontrado com sangue nas penas e ferimentos nas asas, além de “sete ou oito penas a menos”. Segundo o “The Mirror”, Tiffany Moore, diretora do Hospital Veterinário Lone Mountain e veterinária que o atendeu, disse que o flamingo se recuperou fisicamente, mas apresentou aumento da ansiedade.

 

Condenação

Fairbarn, que mora em Ontario, no Canadá, não pôde deixar os Estados Unidos desde que isso aconteceu, permanecendo em prisão domiciliar. A sentença aponta crimes de abuso de animais, delito grave e contravenção. A audiência com a sentença definitiva por maus tratos está marcada para 1º de dezembro e ele pode pegar até 4 anos e meio de prisão.

Dois flamingos do mesmo sexo criam filhote após chocarem o ovo juntos

 

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Identificou um pó branco nas suas folhas? Descubra o que é essa praga de jardim e aprenda como lidar com esse problema

Você provavelmente já reparou naquela incômoda camada branca, muito parecida com farinha ou pó, cobrindo o verde das plantas da sua casa. Longe de ser poeira inofensiva, esse rastro é o sinal claro do ataque do oídio, uma doença fúngica provocada por parasitas biotróficos que se espalham com facilidade em ambientes com pouca ventilação.

Para conter a infecção sem danificar a floração, a solução pode estar no café da manhã: a aplicação foliar de uma mistura contendo 10% de leite cru integral e 90% de água pura sem cloro surge como um remédio caseiro altamente eficaz.

O tratamento biológico, testado e comprovado por pesquisas da Embrapa Meio Ambiente, deve ser borrifado no início da manhã a cada sete dias, durante três semanas consecutivas.

Entenda a reação biológica que destrói o patógeno

A eficiência do leite de vaca não industrializado no combate ao micro-organismo ocorre por meio de três vias complementares. As proteínas e os sais minerais presentes no líquido servem de alimento para bactérias benéficas que passam a competir por espaço na epiderme foliar, liberando substâncias antimicrobianas.

Para completar, a exposição à luz solar matinal provoca reações fotocatalíticas oxidantes que rompem as estruturas do micélio por estresse fisiológico e alteram o pH da superfície das folhas. Vale ressaltar que o leite pasteurizado UHT (de caixinha) não entrega o mesmo resultado, pois perde parte de suas propriedades enzimáticas ativas durante o processamento.

Como aplicar o tratamento e evitar o contágio no jardim

Apesar da simplicidade, a borrifação do biofungicida exige cuidado com o horário de aplicação para evitar que as gotas d’água funcionem como uma lente, causando queimaduras nos tecidos vegetais sob o sol forte. Ao realizar os cuidados no jardim, o ideal é cobrir tanto a frente quanto o verso das estruturas afetadas até que ocorra um leve escorrimento.

Para evitar que os esporos viajem pelo ar e infectem espécies vizinhas, como roseiras, begônias e hortelãs, os cultivaristas devem manter uma distância mínima de 15 centímetros entre os vasos, fazer a rega diretamente na terra e descartar os brotos deformados no lixo comum, nunca na composteira.

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O que é o ‘gustnado’, fenômeno meteorológico que aterrorizou rodoviária em Santiago no Chile

Uma forte tempestade que atingiu Santiago na última terça-feira (13) terminou com um redemoinho de vento que assustou chilenos e causou destruição em um dos principais centros de transporte da capital.

O fenômeno levantou parte do telhado do Terminal Rodoviário da Alameda, ligado à Estación Central, além de derrubar placas e entortar postes nos arredores.

Em vídeo que viralizou depois da tempestade, escombros parecem voar em círculos acima da rodoviária. Não houve relatos de pessoas feridas, apesar das perdas materiais. O incidente foi chamado de tornado, por conta dos redemoinhos de vento e do céu carregado de nuvens.

No entanto, um relatório da Direção Meteorológica do Chile (DMC) usou uma definição mais precisa: o que se formou em Santiago foi um “gustnado”. A palavra combina dois termos em inglês: “gust” (rajada de vento) e “tornado”.

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AHORA – RM ⚠ Reportan deprendimiento de estructuras y objetos livianos por los aires desde Terminal Sur, comuna de Estación Central. © Video compartido por la comunidad de RedGeoChile. https://t.co/9JtBMJiO0V

— Red Geocientífica de Chile (@RedGeoChile) October 13, 2026

A principal diferença é que, enquanto um tornado é formado por uma rotação na base das nuvens e se desloca junto a elas, um gustnado é formado mais abaixo e sua ação fica restrita às camadas de ar próximas ao solo.

Os redemoinhos de vento ocorrem pelo choque entre o ar frio que desce do céu durante chuvas fortes e o ar em temperatura ambiente que circula junto ao chão e aos prédios. O ar descendente se dissipa ao tocar as superfícies, e a interação entre as frentes cria pequenos vórtices com velocidades que podem igualar as dos tornados. Em grandes tempestades, a força desta interação é capaz de levantar poeira, galhos ou detritos.

Destroços e objetos quebrados na região da Estación Central em Santiago do Chile
Danos ao Terminal Alameda da Estação Central de ônibus em Santiago do Chile • ATON Chile

Os gustnados também exigem atenção e cuidado, especialmente em locais abertos com grande volume de objetos que podem ser deslocados pelo vento. Em 2011, um atingiu a tradicional Indiana State Fair em Indianápolis, Estados Unidos, deixando sete mortos e 58 feridos.

O fenômeno já foi registrado no Brasil: mais recentemente, em 2023, ocorreu na cidade de Guarapava, Paraná. Eles são mais comuns durante a primavera e o verão.

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Ferrugem em portões e grades? Veja como um ingrediente da cozinha pode ajudar na remoção

Portões, grades e ferramentas de ferro podem apresentar ferrugem com o passar do tempo, principalmente quando ficam expostos à umidade. Para ajudar a remover essas manchas, existe uma alternativa doméstica que muita gente já tem na cozinha. O vinagre branco de álcool, encontrado facilmente nos supermercados, contém uma substância capaz de agir sobre a oxidação do ferro.

O método pode ser utilizado em determinadas peças de ferro e aço, principalmente quando a ferrugem ainda está na superfície. No entanto, o resultado depende das condições do objeto e do tempo de contato com o produto, que também pode danificar alguns metais.

Por que o vinagre branco ajuda a retirar a ferrugem?

A ferrugem se forma quando o ferro reage com o oxigênio na presença de umidade, criando uma camada de coloração avermelhada ou amarronzada. Esse processo é comum em ferramentas, parafusos e outros objetos metálicos expostos à água ou armazenados em locais úmidos.

O ácido acético presente no vinagre ajuda a dissolver os compostos formados pela corrosão, facilitando sua retirada. Dessa forma, a camada de ferrugem pode se desprender com mais facilidade durante a limpeza, sem a necessidade de recorrer imediatamente a produtos específicos para remoção de oxidação.

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Entretanto, a ação do vinagre tem limitações. Quando a corrosão já provocou desgaste profundo, retirar a ferrugem pode melhorar a aparência do objeto, mas não recupera o material perdido nem devolve sua resistência original.

Como usar o vinagre para remover ferrugem do metal?

Para remover a ferrugem de pequenos objetos de ferro ou aço, uma das alternativas é mergulhar a parte afetada em vinagre branco, acompanhando o processo para evitar danos ao material. Depois, os resíduos podem ser retirados com uma escova ou esponja apropriada. A peça deve ser enxaguada e completamente seca para evitar o acúmulo de umidade.

O procedimento, porém, não é recomendado para todos os metais. Alumínio, superfícies galvanizadas e peças com revestimentos especiais podem sofrer danos devido à acidez do produto. Em portões, grades e estruturas maiores, também é importante considerar o acabamento e a extensão da corrosão antes de realizar a limpeza.

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Apanhador desenterra mais de 100 cobras em uma pilha de material orgânico no quintal de uma casa na Austrália

Morar na Austrália significa que você pode encontrar uma ou duas cobras dentro de casa em algum momento. Mas um morador de Sydney, capital do país, teve uma surpresa desagradável quando um apanhador de cobras desenterrou 102 desses répteis rastejantes escondidos em seu jardim.

David Stein avistou algumas cobras em uma pilha de material orgâncio no quintal em 2025 e ligou para o Reptile Relocation Sydney, principal serviço de remoção de cobras da capital, para que eles dessem uma olhada.

Quando o apanhador de cobras Dylan Cooper terminou de escavar o material orgânico, ele havia recuperado um total de 102 cobras, cinco adultas e 97 filhotes, disse Cory Kerewaro, proprietário da Reptile Relocation Sydney, à CNN. 

“As cobras-pretas-de-barriga-vermelha são um tipo de cobra venenosa, e as fêmeas são conhecidas por se reunirem para dar à luz. O que é incomum neste caso é o fato de alguém ter testemunhado o nascimento coletivo de dezenas de cobras”, disse Kerewaro.

Apanhador desenterra mais de 100 cobras do quintal de uma casa na Austrália
Apanhador desenterra mais de 100 cobras do quintal de uma casa na Austrália • Relocação de Répteis em Sydney

Uma das fêmeas grávidas que havia sido retirada da pilha deu à luz mais filhotes dentro do saco de remoção, acrescentou Kerewaro. Cooper levou cerca de três horas para remover todas as cobras. 

Stein, que mora em Horsley Park, a cerca de 32 quilômetros do centro da cidade, disse ao programa matinal “Sunrise” na época que avistou as criaturas nas áreas onde havia colocado o material orgânico para manter suas árvores saudáveis.

“Eu vi um monte de cobras na pilha de material orgânico… o que me deu arrepios”, disse ele. “Quando consegui pegar minha câmera… elas já tinham entrado na pilha.”

Ele disse que sua esposa pesquisou na internet e descobriu que as fêmeas costumam se reunir quando estão prestes a dar à luz, o que fez com que eles entrassem em contato com o serviço de remoção de cobras. 

Embora tivesse sido “emocionante assistir a tudo”, Stein disse se sentia “bem agora que os animais se foram”. Hoje, as cobras vivem em um parque nacional.

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Indústria da solidão: idosos chineses contratam ‘filhos de aluguel’ para conversar e ajudar em casa

A chamada “epidemia da solidão”, reconhecida pela Organização Mundial da Saúde, deu origem a uma série de novos contratos de prestação de serviço baseados no convívio social e no alívio do isolamento. Em países do leste asiático, já é possível pagar pela companhia de jovens que desempenham papéis antes restritos aos familiares, amigos e até namorados.

Na China, um serviço de “filhos comunitários” inclui visitas, reparos simples em casa, entrega de marmitas e compartilhamento de refeições, além de conversar com clientes que frequentemente não têm outras pessoas a quem recorrer. A oferta é mais popular entre idosos que vivem sozinhos, sem filhos que morem perto e, com frequência, viúvos.

A clientela em potencial é farta. Com o aumento da expectativa de vida, a população idosa na China está crescendo, e a OMS estima que 28% do povo chinês tenha 60 anos ou mais até 2040. Com a restrição ao número de filhos que durou até 2015, muitos acabaram vivendo distantes de seu único descendente.

Visitas diárias e refeições compartilhadas

Wang Yingwei trocou seu trabalho como vendedor em uma loja de celulares para iniciar sua própria empresa na “indústria da solidão”. Ele contou à BBC que se inspirou em seu próprio sogro, paciente de Alzheimer e residente de uma casa de repouso. Insatisfeito com as condições de cuidado oferecidas ao idoso, Wang disse querer oferecer uma alternativa para aqueles que desejam continuar vivendo em casa.

É de sua autoria o termo “filho comunitário”: “Significa colocar-se no lugar das pessoas mais velhas e considerar suas necessidades com cuidado”, disse.

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Além dele, outros três funcionários fazem visitas de frequência variável a clientes fixos. Yang, 91, recebe Wang em sua casa duas vezes por dia para fazer refeições e prestar apoio em tarefas como conserto de eletrodomésticos. Para a chinesa que sofre com glaucoma, o serviço é mais do que uma conveniência.

“A solidão realmente é meu maior problema. Às vezes, quando eu quero conversar, falo com a televisão”, disse. Ela ainda contou que, depois da morte do marido, chegou a apresentar ao filho seu interesse em eutanásia médica: “Ele me disse que é proibido. Eu disse a ele que se um dia fosse legalizada, eu queria fazer. Não queria mais viver.”

O prestador diferencia o serviço desempenhado por ele do papel dos cuidadores de idosos. Além de cobrar metade do preço, “os mais velhos nos tratam como seus filhos. Nós os tratamos como nossos pais.”

Apesar de não ser classificada como atividade médica ou cuidado à saúde, a oferta de companhia pode reduzir riscos físicos e psicológicos associados à solidão. O isolamento social é ligado por pesquisadores à má função imunológica e a problemas cardiovasculares, como hipertensão, e aumenta o risco de acidente vascular cerebral em 30%. Contribui também para o declínio cognitivo e estão associados a um aumento de 50% na demência.

Pessoas isoladas também tendem a ter mais hábitos não saudáveis, como fumar e/ou beber em excesso, além de serem mais sedentárias. Ainda, as perdas auditiva ou de visão muito frequentes na velhice tendem a contribuir com o isolamento, criando barreiras à conexão social.

Experiências fora de casa

Em agosto, o Washington Post descreveu ofertas de jovens chineses que se dispõem a acompanhar idosos em passeios, visitas médicas e compras. Uma “sessão” de três horas pode custar entre US$ 29 e US$ 88 (cerca de R$ 145 a R$ 442), a depender da qualificação para os serviços. Os chamados “acompanhantes de saúde” ou “escortes médicos”, por exemplo, defendem os interesses dos pacientes durante consultas e exames e ajudam a mediar conversas com profissionais da saúde, garantindo o entendimento necessário para o sucesso do tratamento.

Mas esta categoria de prestador não é restrita à China. Nos Estados Unidos, a empresa Papa oferece encontros com os “Papa pals” para auxílio com “tarefas do dia a dia, transporte, trabalho doméstico simples e companhia amigável”, a partir de US$ 30 por hora. O contato é feito por aplicativo em um modelo similar a plataformas de trabalho freelance.

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