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Grupo Prima entrega Sublime Horto House, primeiro residencial do Nordeste com selo de sustentabilidade GBC Platina

A excelência imobiliária aliada à responsabilidade ambiental atinge um novo patamar na capital baiana. Na quarta-feira, 21 de outubro, o Grupo Prima, em parceria com a Acciona, realizou a entrega do Sublime Horto House, no charmoso bairro do Horto Florestal, em Salvador. Com um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 280 milhões, o empreendimento desponta como o primeiro do Nordeste a conquistar a certificação GBC Condomínio Platina, com 80 pontos concedidos pelo Green Building Council Brasil. Para celebrar o marco histórico, uma festa exclusiva reunirá cerca de 300 convidados, entre clientes, empresários e parceiros do setor, no espaço de eventos do próprio edifício.“O Sublime Horto House materializa a visão de que a exclusividade contemporânea exige um compromisso inegociável com o futuro da cidade. Nós ultrapassamos o discurso da sustentabilidade para entregar eficiência comprovada, conforto superior e um retorno financeiro real aos nossos clientes. É um legado arquitetônico e ambiental que estabelece um novo paradigma para o desenvolvimento urbano em todo o Nordeste brasileiro”, afirma Rubén Escartín, CEO do Grupo Prima.O principal diferencial do residencial, no entanto, reside em seus indicadores verdes, apurados após a conclusão da obra e auditados pelo GBC Brasil. O consumo de energia elétrica é 24,6% menor em comparação com um edifício de referência com a mesma geometria e ocupação, e a eficiência das instalações reduz em 35,8% o uso de água potável nas unidades. Somadas as contas de energia e água, a economia estimada é de R$ 11.179 por ano para cada família. Nas áreas comuns, o sistema de geração solar fotovoltaica supre quase 8% da demanda energética, poupança superior a R$ 81 mil anuais para as contas do condomínio.O respeito à natureza pautou toda a execução da obra. O Grupo Prima reciclou ou reaproveitou 80,1% dos resíduos, ação que evitou o envio de 1.203 toneladas de material para aterros sanitários. No terreno, que preserva 36,6% de área permeável e verde, o paisagismo foi quase totalmente composto por espécies nativas da Mata Atlântica. Além do uso majoritário de madeiras com certificação FSC, os moradores encontram infraestrutura voltada à eletromobilidade, com uma vaga dotada de tomada de recarga veicular por apartamento.Sucesso comercial e infraestruturaO sucesso comercial do projeto reflete a alta demanda por lares que unem tecnologia e exclusividade. Com 96% de suas unidades vendidas e valor inicial de R$ 5 milhões, a torre única abriga 72 apartamentos, com metragens que variam de 225,53 m² a 494,89 m² (com cinco suítes). O projeto se distingue por detalhes singulares: cada unidade dispõe de uma piscina privativa na varanda, depósito particular e até oito vagas de garagem.Para complementar a experiência de morar, a infraestrutura de lazer ocupa quatro andares e totaliza mais de 5.600 metros quadrados. O complexo abriga uma piscina coberta e aquecida com duas raias de 25 metros e uma piscina externa com borda infinita. Os entusiastas do esporte contam com quadras de tênis, ginásio poliesportivo coberto e quadra de esportes de areia. O cuidado com a saúde e o bem-estar atinge sua plenitude no spa desenhado pela Chandra Spa Consulting — escritório que assina os espaços da Rede Fasano — e na academia equipada com aparelhos Technogym, com curadoria da Villa Forma. O yacht lounge, a brinquedoteca, o espaço de festas e as áreas de pet care arrematam a conveniência de um clube particular.O projeto arquitetônico leva a assinatura de Ricardo Farias, com design de interiores elaborado por Margarete Iglesias e paisagismo orquestrado pela Takeda Design. A entrega do edifício coroa também o impacto positivo da incorporadora no entorno por meio do Horto Boulevard, uma iniciativa de requalificação urbana que recentemente brindou o bairro com ruas revitalizadas e duas novas praças.A sofisticação do Sublime Horto House se revela nos detalhes, resultado da parceria com fornecedores de alto padrão que compartilham o compromisso com a excelência. A Artenele assina os vidros e as esquadrias do empreendimento, enquanto a Tríadee responde pelas cortinas e persianas. Já a DLuxo, especializada em marcenaria fina, é responsável pelos móveis planejados das áreas comuns. Juntas, as três empresas ajudam a traduzir em acabamentos e soluções sob medida o conceito de luxo que define o residencial.Sobre o Grupo PrimaEstabelecido em 2005 em Salvador, Bahia, o Grupo Prima é reconhecido por incorporar tecnologia, sustentabilidade, sofisticação e luxo em seus projetos. Entre os empreendimentos emblemáticos estão o Hotel Fasano Salvador, na Praça Castro Alves, inaugurado em dezembro de 2018, e projetos como o Residencial Horto Barcelona, o Horto Parque Barcelona e o Sublime Horto House, no Horto Florestal; a Torre Barcelona, no Corredor da Vitória; o Morro Ipiranga Residence, na Barra, e o Villaggio Jardins, no Cidade Jardim. Estão previstos dois lançamentos na capital baiana e um no Rio de Janeiro.Comprometida com questões sociais e ambientais, a empresa dedica parte expressiva de seus investimentos a uma propriedade de aproximadamente 6.300 hectares, que inclui 14 km de praia, lagoas de águas cristalinas e dunas de areia branca no Litoral Norte da Bahia. O objetivo é desenvolver dois destinos turísticos de vocação internacional, por meio de projetos imobiliários e de infraestrutura. O plano prevê a construção de hotéis de altíssimo luxo, empreendimentos residenciais de segunda moradia, aeródromo, heliporto, estradas, saneamento e abastecimento de água e energia sustentáveis. Faz parte desta iniciativa o Instituto VOAR, uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que promove o desenvolvimento sustentável e inclusivo da comunidade local e de seu entorno. A instituição desempenha um papel crucial na qualificação da mão de obra, na geração de emprego e na valorização cultural.O Grupo Prima conquistou reconhecimentos importantes, incluindo o Prêmio ADEMI-RJ pelo retrofit do empreendimento Brise Studios Design e o Prêmio ADEMI-BA de Empresa Revelação em 2019. Seu CEO, Rubén Escartín, recebeu a Comenda 2 de Julho em 2023 e foi homenageado como Personalidade do Ano 2025 pela Câmara Oficial Espanhola de Comércio no Brasil. A empresa também foi reconhecida com o Prêmio ADEMI-BA de Empresa do Ano 2023, o Prêmio Master Imobiliário 2023 na categoria “Empreendimento/Retrofit” com o case “Retrofit Edifício A Tarde”, e o Prêmio Internacional de Arquitetura TILES Brasil 2023 pelo projeto Horto Parque Barcelona. Adicionalmente, o Sublime Horto House, em Salvador, obteve o selo GBC Platina, certificação de alto nível concedida a projetos que atendem a rigorosos critérios de sustentabilidade. 1 de 9 | Foto: Jefferson Peixoto 2 de 9 | Foto: Jefferson Peixoto 3 de 9 | Foto: Jefferson Peixoto 4 de 9 | Foto: Jefferson Peixoto 5 de 9 | Foto: Jefferson Peixoto 6 de 9 | Foto: Jefferson Peixoto 7 de 9 | Foto: Jefferson Peixoto 8 de 9 | Foto: Jefferson Peixoto 9 de 9 | Foto: Jefferson Peixoto

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Governo disponível para recuar na lei das rendas… “da geringonça”


Em resposta à carta escrita pelo secretário-geral do PS para que o Governo “recue” na revisão da lei do arrendamento que apresentou no Parlamento, o Executivo diz que “faz muito sentido voltar atrás… [na legislação] que causou esta situação e que foi aprovada pela geringonça”.

“A situação que vivemos hoje tem por base — e como contributo também — uma lei do arrendamento castradora, que castiga o arrendamento, a decisão do senhorio colocar a casa no mercado de arrendamento. Devia escrever uma carta a pedir para rever a lei que os próprios aprovaram”, referiu o ministro da Presidência, apontando a legislação em vigor como uma das causas para a atual “compressão” no mercado habitacional.

Dizendo ser “compreensível e legítimas a preocupação das pessoas” com este tema, António Leitão Amaro reclamou que foi o anterior Executivo liderado por António Costa que “prejudicou a oferta com o [programa] Mais Habitação, com o medo incutido aos senhorios e com a ideia do arrendamento forçado”. “Tudo medidas que castigaram a vontade de investir e de fazer mais casas”, completou o governante.

Em conferência de imprensa no final do Conselho de Ministros, que aprovou um decreto-lei que permite a um herdeiro exigir a venda da casa após dois anos, Leitão Amaro disse que “para futuro” espera “sentido de responsabilidade dos partidos para soluções que funcionem e não preservar uma lei que castiga o mercado de arrendamento, tira casas do mercado e deixa casas vazias”. “Essa é a lei da geringonça que está em vigor; precisamos de uma lei que ponha casas no mercado”, insistiu.

Com a proposta do Executivo a entrar na fase do debate na especialidade, o ministro da Presidência reconheceu que ela “pode ser melhorada e consensualizada”, desafiando a oposição a mudar uma lei que está a gerar estes “maus resultados”. E sinalizou que esse entendimento para uma maioria na Assembleia da República pode ser alcançado com o Chega, ao verbalizar que “há mais possibilidade de construir consensos” com aqueles que “percebem que as políticas erradas da esquerda têm de ser abandonadas porque resultaram nisto”.

Por outro lado, reiterou que “há uma relação” entre os problemas da habitação e o aumento da imigração em Portugal, como defendido pelos partidos da direita no hemiciclo. No entanto, salientou que “a culpa não é do imigrante que procura casa, é da irresponsabilidade dos políticos que governaram o país nesse tempo e abriram as portas e permitiram fluxos tão grandes de entrada de pessoas e não cuidaram de aumentar a oferta de habitação e saúde”.

Montenegro desaparecido? “Coordena à hora a ação do Governo”

Luís Montenegro não tem agenda pública há vários dias, o que foi assinalado esta quinta-feira pelo presidente do Chega — “mas onde é que anda o primeiro-ministro? Nós não sabemos do primeiro-ministro há dias” –, criticando o silêncio do chefe do Executivo sobre a crise da habitação e os protestos dos últimos dias, e considerando que pode ser “um rastilho” para o escalar da contestação.

Questionado sobre essa ausência de Montenegro, que inclusive não presidiu à reunião do Conselho de Ministros – foi substituído pelo ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel –, Leitão Amaro respondeu que o primeiro-ministro “está no Norte”, mas que “toda a ação do Governo é coordenada à hora pelo primeiro-ministro, incluindo todos os desenvolvimentos da atualidade ao longo desta semana”.

O ministro da Presidência convidou até os jornalistas a consultarem as redes sociais para ver que esteve esta manhã numa “visita de surpresa” a uma escola do distrito de Aveiro, antecipando que na sexta-feira irá visitar uma empresa. “O primeiro-ministro tem esta característica de várias vezes visitar instituições e estar com grupos de portugueses com uma reserva maior, o que dá às pessoas um maior sentimento de conforto e de liberdade”, justificou.

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Presidente do IHRU: “Não sei se a sociedade atual está disponível para o sacrifício que se fazia por uma casa. O meu pai sacrificou a vida"

Falando acerca das manifestações pela habitação que têm ocorrido sobretudo no Porto e em Lisboa, e questionado sobre se a geração atual está a ter menos sacrifício do que a geração anterior, o responsável do IHRU disse não querer ir “por esse caminho”

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Presidente do IHRU: “Não sei se a sociedade atual está disponível para o sacrifício que se fazia por uma casa. O meu pai sacrificou a vida"

Falando acerca das manifestações pela habitação que têm ocorrido sobretudo no Porto e em Lisboa, e questionado sobre se a geração atual está a ter menos sacrifício do que a geração anterior, o responsável do IHRU disse não querer ir “por esse caminho”

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Por que os apartamentos compactos viraram febre entre jovens compradores e investidores?

O mercado imobiliário vem respondendo de forma acelerada a uma profunda transformação no comportamento de consumo de uma nova geração de compradores. Em vez de priorizarem residências com grande metragem privativa, 68% dos compradores de imóveis compactos afirmam valorizar mais a infraestrutura oferecida pelo condomínio — como áreas de lazer, convivência e serviços —, segundo levantamento interno da SAES Empreendimentos.A mudança reflete os hábitos de consumidores acostumados a modelos de acesso e compartilhamento, nos quais a localização estratégica, a praticidade diária e as experiências ganham peso decisivo na hora da compra.Alta nos preços e valorização dos compactosEsse novo perfil de moradia ganha força embalado por números expressivos do setor. Dados do Índice FipeZAP de agosto de 2026 indicam que os apartamentos de um dormitório registraram alta de 7,33% nos últimos 12 meses, superando a média geral residencial, que ficou em 5,49% no mesmo período.O desempenho consolida a demanda por unidades eficientes, impulsionada por dois públicos principais:Jovens compradores e investidores: Veem nos compactos uma alternativa viável de entrada no mercado imobiliário e formação de patrimônio.Investidores tradicionais: Buscam as unidades como ativos estratégicos voltados para geração de renda e valorização a longo prazo.Segundo a pesquisa da SAES, 75% dos compradores consideram a localização o fator decisivo, enquanto 64% destacam as estruturas compartilhadas como o principal diferencial competitivo."Millennials e a Geração Z cresceram em um ambiente de maior acesso a serviços e soluções compartilhadas e passaram a valorizar atributos como praticidade, localização e ambientes que facilitem a rotina", destaca Erivelto, CEO da SAES Empreendimentos. A experiência de morar redefine o design dos edifíciosDe acordo com levantamento da SAES Empreendimentos, a decisão de compra deixou de ser baseada apenas no tamanho do imóvel:75% dos compradores apontam a localização e a proximidade de serviços como fatores decisivos.74% priorizam a infraestrutura condominial completa para o dia a dia. Preço de apartamentos compactos sobe acima da média e atrai novos investidores - Foto: Divulgação Arquitetura voltada para a experiência de morarPara atender a essa demanda, os projetos residenciais precisaram redesenhar seus espaços coletivos. Áreas comuns que antes funcionavam apenas como complementos agora se tornaram extensões diretas das residências, integrando locais para trabalho remoto, descanso, bem-estar e gastronomia.Um exemplo dessa tendência é o empreendimento City/Zen, localizado em Itajaí (SC), que reúne mais de 20 ambientes compartilhados — como coworking, piscina aquecida com raia de 25 metros, lavanderia coletiva e minimercado — distribuídos em uma área de 2.380 m² para studios que variam de 34 m² a 55 m².

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Portugueses dominam compras no empreendimento HAMA MORI


O empreendimento residencial HAMA MORI, em Vilamoura, registou a venda de 25 das suas 27 moradias, com cerca de 90% das aquisições feitas por compradores portugueses, segundo um comunicado divulgado pela Legera Group. Este desempenho de vendas reforça a relevância da procura nacional por projetos residenciais de qualidade no Algarve, num mercado habitualmente associado a um forte peso da procura internacional.

Lançado em julho e comercializado pela Portugal Sotheby’s International Realty, o projeto divide-se em duas coleções, HAMA e MORI, compostas respetivamente por 13 e 14 moradias. A coleção HAMA teve a maioria das unidades reservadas nas primeiras 24 horas, restando apenas uma fração disponível, enquanto no conjunto MORI ficou apenas disponível uma moradia após o início da comercialização.

O perfil maioritário dos compradores portugueses revela uma procura ativa por imóveis residenciais de gama alta no Algarve, frequentemente utilizados como segunda habitação ou investimento imobiliário. Apenas duas das frações vendidas foram adquiridas por clientes estrangeiros, reforçando a atratividade de Vilamoura para os portugueses.

O HAMA MORI localiza-se em Vilamoura, com a coleção HAMA próxima do mar e da marina e a coleção MORI perto dos principais campos de golfe da região. As moradias privilegiam a ligação entre interior e exterior, a luminosidade natural e a integração com a paisagem, incluindo jardins, piscinas e equipamento adicional como elevadores ou salas de cinema em algumas unidades.

 

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Bankinter já usou 75% da garantia pública e apela a “consenso” na crise da habitação


O Bankinter Portugal já utilizou praticamente 75% da sua quota-parte da linha garantia pública no crédito à habitação para os jovens e, perante a onda de protestos nas ruas em várias cidades na Europa, a líder máxima do banco espanhol apelou a um consenso político para que sejam implementadas “políticas de longo prazo eficazes” a combater essa crise.

“Trata-se de um problema estrutural que exige políticas a longo prazo e que, por isso, o ideal seria que houvesse um consenso entre todos os partidos”, declarou Gloria Ortiz em conferência de imprensa de apresentação dos resultados relativos aos primeiros nove meses do ano.

“É isso que eu pediria: que, no que diz respeito aos aspetos estratégicos e aos problemas estruturais que nos afetam, sejam capazes de chegar a um consenso e que possamos ter políticas de longo prazo que sejam, no final de contas, eficazes”, salientou.

Ortiz deseja estabilidade nas políticas porque “as que são aplicadas num dia e no dia seguinte já não o são, não têm qualquer impacto”.

Não só Espanha, mas também em Portugal e noutros países, sobretudo a população mais jovem tem saído às ruas em protesto contra a falta de soluções para a crise da habitação.

É por isso que pediria que, no que diz respeito aos aspetos estratégicos e aos problemas estruturais que nos afetam, sejam capazes de chegar a um consenso e que possamos ter políticas de longo prazo que sejam, no final de contas, eficazes.

Gloria Ortiz

CEO do Bankinter

A CEO do Bankinter considerou que os bancos podem e estão a fazer a sua parte que é a concessão de crédito, apesar de insistir na ideia de que deve haver “um plano a longo prazo com medidas que realmente combatam os problemas estruturais existentes”.

No que toca a Portugal, onde registou um aumento de 13% dos resultados antes de impostos para 178 milhões de euros até setembro, o banco já usou praticamente 45 milhões do plafond de 60 milhões de euros que lhe foi atribuído pelo Estado português no âmbito da linha de garantia pública para os jovens, revelou o administrador financeiro Jacobo Dias.

“Está no bom caminho. Se chegássemos ao limite, certamente pediríamos mais, mas ainda não chegámos ao limite e continuamos a progredir. A verdade é que continuamos muito empenhados nestas medidas de apoio e, se fosse necessário, solicitaríamos mais, mas, por enquanto, ainda temos alguma margem”, declarou o responsável.

Gloria Ortíz, CEO do Bankinter, com o administrador financeiro, Jacobo Díaz.DR

“Não haverá problemas com dívida pública europeia”

Gloria Ortiz comentou ainda a instabilidade nos mercados obrigacionistas que estão a deixar França sob intensa pressão com os juros a dez anos a superarem a fasquia dos 5% pela primeira vez desde 2002. A líder do Bankinter afastou uma crise como a que tivemos na Zona Euro em 2010.

“É verdade que as suas finanças públicas exigem atenção e que a situação atual, na véspera das eleições, não contribui para que as mensagens transmitidas sejam tranquilizadoras”, começou por dizer relativamente a este tema.

“Mas acho que a situação vai certamente voltar ao normal quando este período de transição terminar. E, por isso, estamos convencidos de que não haverá problemas com a dívida pública europeia, embora, logicamente, estejamos a atravessar um período de volatilidade e haja momentos em que os prémios de certos países possam aumentar”, considerou ainda.

O Bankinter registou lucros de 901 milhões de euros entre janeiro e setembro, mais 11% em termos homólogos.

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