❌

Reading view

Vila Verde: Doente oncológica angariou mais de 2.700 euros para Liga Portuguesa Contra o Cancro com caminhada solidária

Elsa da Mota, doente oncológica natural de Vila Verde, angariou 2.772 euros através de uma caminhada solidária que decorreu no passado domingo na freguesia de Vila Verde e Barbudo.

A iniciativa contou com cerca de 500 participantes vestidos de cor-de-rosa e o valor reverteu na íntegra para a Delegação de Braga da Liga Portuguesa Contra o Cancro.

Vila Verde: Doente oncológica angariou mais de 2.700 euros para Liga Portuguesa Contra o Cancro com caminhada solidária
Foto: Igor Rocha
Vila Verde: Doente oncológica angariou mais de 2.700 euros para Liga Portuguesa Contra o Cancro com caminhada solidária
Foto: Igor Rocha
Vila Verde: Doente oncológica angariou mais de 2.700 euros para Liga Portuguesa Contra o Cancro com caminhada solidária
Foto: Igor Rocha
Vila Verde: Doente oncológica angariou mais de 2.700 euros para Liga Portuguesa Contra o Cancro com caminhada solidária
Foto: Igor Rocha
Vila Verde: Doente oncológica angariou mais de 2.700 euros para Liga Portuguesa Contra o Cancro com caminhada solidária
Foto: Igor Rocha

Cada quilómetro do percurso (6 km) foi acompanhado por placas informativas sobre como realizar o autoexame mamário, promovendo a sensibilização e a deteção precoce.

Vila Verde: Doente oncológica angariou mais de 2.700 euros para Liga Portuguesa Contra o Cancro com caminhada solidária
Foto: Igor Rocha

Recentemente diagnosticada com cancro da mama, Elsa da Mota tem usado as redes sociais para sensibilizar os seguidores para a doença, documentando o seu processo de tratamento.

O conteúdo Vila Verde: Doente oncológica angariou mais de 2.700 euros para Liga Portuguesa Contra o Cancro com caminhada solidária aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Universidade descobre proteína que ajuda a controlar cancro

Chamada Delta246p53, a variante limita a proliferação de células tumorais e controla o envelhecimento celular. Investigadores anteveem impacto na esperança de vida.

© TOMÁS SILVA/OBSERVADOR

Esta nova descoberta possibilita "um possível prolongamento da esperança de vida, mantendo ou reforçando em simultâneo a defesa contra o cancro"
  •  

Ney Matogrosso passa por cirurgia e suspende shows por um mês

O cantor Ney Matogrosso anunciou que ficará afastado dos palcos por cerca de um mês após passar por uma cirurgia. Em vídeo publicado nas redes sociais nesta quarta-feira (21), o artista afirmou que o procedimento não foi motivado por um problema grave, mas que a recuperação exigirá tempo.

“Não é nada grave, mas é uma coisa demoradinha, que está começando a consertar, mas ainda não está consertada”, explicou o cantor. Ele não informou qual cirurgia realizou.

Por orientação médica, Ney precisará interromper temporariamente a agenda de apresentações. A pausa afetou o show que faria neste sábado (24), em Tiradentes, Minas Gerais, como atração do festival Planeta Tiradentes.

A apresentação, que estava com os ingressos esgotados, foi transferida para 27 de fevereiro de 2027.

Em comunicado, a organização do evento lamentou a mudança e destacou que a recuperação do artista é a prioridade. A equipe também manifestou o desejo de que Ney se restabeleça o mais rápido possível.

Turnê prevista para 2027

O afastamento ocorre meses antes do início da turnê comemorativa dos 85 anos do cantor. Anunciada em agosto, a série de apresentações recebeu o nome de “85 Anos de Ousadia” e prevê shows em capitais brasileiras ao longo de 2027.

A estreia está programada para janeiro, no Nubank Parque, em São Paulo. O encerramento deve ocorrer em 18 de dezembro, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

Até o momento, Ney não divulgou detalhes adicionais sobre a cirurgia. O período de afastamento informado pelo artista é de aproximadamente um mês, conforme a recomendação médica.

The post Ney Matogrosso passa por cirurgia e suspende shows por um mês appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

  •  

Anvisa aprova novo medicamento para câncer de pulmão avançado

Logo Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novo medicamento para o tratamento do câncer de pulmão. O Emrelis (telisotuzumabe vedotina) é indicado para pacientes adultos com câncer de pulmão de células não pequenas (CPCNP) com as seguintes características: não escamoso, localmente avançado ou metastático, com receptor do fator de crescimento epidérmico tipo selvagem, com alta superexpressão da proteína c-Met e que receberam terapia sistêmica previamente.

Em nota, a Anvisa destacou que o medicamento foi desenvolvido para reconhecer e se ligar seletivamente à proteína c-Met presente na superfície das células tumorais, permitindo a internalização do complexo e a liberação intracelular da monometilauristatina E, resultando em morte celular direcionada.

Notícias relacionadas:

De acordo com a agência, a aprovação do Emrelis foi fundamentada sobretudo em resultados de um estudo conduzido em pacientes previamente tratados com CPCNP. O medicamento demonstrou taxa de resposta objetiva de 29,2% na população total avaliada. Entre os pacientes com alta superexpressão de c-Met, foi observada taxa de resposta de 34,5%, “associada a respostas duradouras e benefício clínico relevante em um cenário terapêutico com opções limitadas”.

Ainda segundo a Anvisa, o câncer de pulmão figura como uma das principais causas de mortalidade pela doença no mundo. O CPCNP representa aproximadamente 85% dos casos, sendo que cerca de 70% correspondem ao subtipo não escamoso, alvo da medicação aprovada.

“Pacientes com doença localmente avançada ou metastática (quando as células do tumor se propagam para outras partes do corpo) apresentam prognóstico desfavorável. Após a quimioterapia e imunoterapia, há uma limitada disponibilidade de terapias”, reforçou a agência.

Câncer de mama

A Anvisa também aprovou o registro do medicamento Poherdy (pertuzumabe), indicado para o tratamento de câncer de mama metastático e para câncer de mama em estágio inicial.

No caso da doença metastática, o uso é indicado em combinação com trastuzumabe e docetaxel, voltado para pacientes com câncer de mama HER2-positivo metastático ou localmente recorrente não operável, que não tenham recebido tratamento prévio com medicamentos anti-HER2 ou quimioterapia.

Já para pacientes com câncer de mama inicial, a indicação é o uso combinado com trastuzumabe e quimioterapia, para os seguintes casos:

tratamento neoadjuvante (antes da cirurgia) de pacientes com câncer de mama HER2-positivo localmente avançado, inflamatório ou em estágio inicial, com elevado risco de recorrência como parte de um esquema terapêutico completo para o câncer de mama inicial.

tratamento adjuvante (após a cirurgia) de pacientes com câncer de mama HER2-positivo em estágio inicial, com elevado risco de recorrência.

  •  

Ashwagandha: Anvisa alerta que suplemento do TikTok não tem registro

Logo Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)  emitiu alerta para reforçar a proibição do uso do suplemento alimentar ashwagandha no Brasil. A erva asiática tem sido indicada, principalmente pela rede social TikTok, para relaxamento e alívio dos sintomas da perimenopausa.

Em nota, a Anvisa citou o caso de uma mulher britânica que teve falência do fígado, paradas cardíacas e sérios danos cerebrais após o uso do produto e reforçou que o suplemento não tem registro no Brasil.

Notícias relacionadas:

“Sua fabricação, comercialização, distribuição e uso são proibidos no país. A substância não integra a lista de ingredientes autorizados para uso nesse tipo de produto.”

A agência destacou que suplementos alimentares figuram como alternativa para complementar a alimentação e podem ser úteis para pessoas que precisam melhorar o consumo de algum nutriente ou praticar atividades físicas intensas.

“É terminantemente proibido vincular o uso desses produtos a alegações de cura, tratamento e prevenção de doenças.”

Entenda

A Resolução da Diretoria Colegiada nº 243/2018 define que suplementos alimentares devem ser feitos com substâncias autorizadas e podem conter aditivos e ingredientes de uso tradicional em alimentos, adicionados ao produto para dar sabor, cor e aroma, entre outras funções. 

São produtos para consumo via oral em formas de comprimido, cápsula, pastilha, pó e barra, destinados a suplementar a alimentação de pessoas saudáveis com nutrientes, substâncias bioativas, enzimas ou probióticos. “Nem todas as pessoas precisam utilizar esses produtos”, alertou a Anvisa.

“Essa decisão deve ser avaliada com a ajuda de profissionais de saúde qualificados e envolve diversos fatores, incluindo a condição atual de saúde, a qualidade da alimentação e a prática de atividade física. Se houver necessidade de suplementar, cabe aos profissionais de saúde a orientação sobre o tipo de suplemento, a quantidade, quando e como tomar.”

Riscos

De acordo com a agência, a maior parte dos perigos associados ao consumo de suplementos alimentares está ligada a produtos irregulares – seja pela presença de substâncias não avaliadas pelos órgãos reguladores ou por falhas nas condições de fabricação.

Os riscos, entretanto, não se restringem a produtos clandestinos. Segundo a Anvisa, itens devidamente legalizados também podem prejudicar a saúde quando consumidos em desacordo com as necessidades do paciente e as instruções de uso.

“Diante disso, vale reforçar a importância de consultar rigorosamente as indicações do fabricante, respeitando dosagens, advertências e restrições informadas no rótulo e na embalagem de cada produto.”

  •  

HEAL acolhe mães de bebês internados na UTI Neonatal

A internação de um recém-nascido exige mudanças na rotina familiar e pode despertar medo, insegurança e dúvidas. No Hospital Estadual de Águas Lindas de Goiás (HEAL), o projeto Colo que Acolhe oferece às mães um espaço de escuta e troca de experiências, com apoio psicológico e orientações sobre direitos sociais durante o período de hospitalização dos filhos.

O encontro realizado na quarta-feira (21) teve como tema “Entre medos e perdas: acolher as emoções e encontrar forças”. A atividade foi conduzida pela psicóloga Lilihana Pires e pela assistente social Glauciane, que trabalharam sentimentos presentes na rotina das mães que acompanham os bebês na UTI Neonatal.

Uma das propostas foi uma dinâmica com fios de tecido. Ao formar uma teia em conjunto, as participantes representaram as emoções e experiências que compartilham nesse período. A atividade abriu espaço para que elas falassem sobre seus sentimentos e percebessem que outras mães também enfrentam dúvidas e dificuldades semelhantes.

A Psicologia atua no acolhimento dessas emoções e na busca por estratégias para lidar com as incertezas da internação. Já o Serviço Social orienta as famílias sobre direitos socioassistenciais, benefícios e serviços disponíveis.

O trabalho também envolve a articulação com a rede de assistência do município, de acordo com as necessidades de cada família, para favorecer a continuidade do acompanhamento após a alta hospitalar. Para o diretor-geral do HEAL, Nilmar Corrêa, o projeto permite ampliar o olhar sobre as necessidades das famílias durante o tratamento dos recém-nascidos.

“Além dos cuidados com os bebês, precisamos olhar para as mães que acompanham de perto esse processo. O Colo que Acolhe oferece um espaço para que elas compartilhem o que estão vivendo, recebam apoio e tenham acesso a informações importantes sobre seus direitos. Esse cuidado faz diferença na experiência da família durante a internação”, afirma Nilmar.

O projeto integra o atendimento multiprofissional do HEAL e busca dar suporte às mães durante a permanência dos filhos na unidade neonatal, considerando tanto as necessidades emocionais quanto as questões sociais que podem surgir nesse período

The post HEAL acolhe mães de bebês internados na UTI Neonatal appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

  •  

Estado vai comparticipar 15% dos medicamentos para obesidade em doentes acompanhados

✇ECO
By: Lusa

O Estado vai comparticipar em 15% os medicamentos para a obesidade a utentes integrados num plano especifico de acompanhamento nos hospitais, desde que prescritos por endocrinologistas, médicos de medicina interna e pediatras, segundo uma portaria publicada esta quinta-feira.

De acordo com a portaria que define o regime especial de disponibilização pública para medicamentos destinados ao tratamento da obesidade, para terem direito à comparticipação destes fármacos, os utentes têm de ser seguidos no Núcleo de Cuidados Hospitalares não Cirúrgicos da Equipa Multidisciplinar de Obesidade (EMO) da respetiva Unidade Local de Saúde (ULS), integrados num modelo de abordagem multidisciplinar que inclua planeamento de atividade física e intervenção nutricional e psicológica.

Os utentes devem ter processo clínico ativo de acordo com o Percurso de Cuidados Integrados para a Pessoa com Obesidade (PCIPO), definido no ano passado, uma das medidas centrais do Programa Nacional de Prevenção e Gestão da Obesidade (PNPGO), coordenado pela DGS.

Segundo a portaria, os medicamentos em causa, para beneficiarem da comparticipação (escalão D), devem ser prescritos por médicos especialistas em endocrinologia, medicina interna ou pediatria, que integrem o Núcleo de Cuidados Hospitalares da EMO da respetiva ULS.

O diploma só “entra em vigor e produz efeitos 120 dias após a sua publicação”, ou seja em fevereiro do próximo ano.

Hospitais privados criticam medida “absolutamente discriminatória”

Em reação, o presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP), Óscar Gaspar, já veio classificar de “absolutamente discriminatória” esta portaria sobre a comparticipação de medicamentos para obesidade, “dado que nem todos os cidadãos são tratados da mesma forma e muitos ficarão impedidos de aceder aos medicamentos”.

O líder associativo reconheceu que a portaria tem a “virtude” de, pela primeira vez, comparticipar estes medicamentos, mas “falha quando concentra em alguns hospitais do SNS a sua prescrição, o que aumentará enormemente listas de espera e desperdiça a capacidade instalada do sistema neste diagnóstico”.

Falando durante os Encontros Clínicos da APHP, precisamente com o tema da obesidade, Óscar Gaspar apelou ao Governo para que corrija os termos da portaria “em prol da equidade e não discriminação de doentes”, segundo um comunicado partilhado pela organização.

(Notícia atualizada às 15h45 com reação da APHP)

  •  

Planos de saúde podem negar custeio de canabidiol domiciliar, decide STJ

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) definiu que planos de saúde não são obrigados a custear medicamentos à base de canabidiol para uso domiciliar quando não houver previsão legal ou contratual de cobertura. A decisão estabelece um entendimento que deverá orientar os juízes de todo o país na análise de casos semelhantes, inclusive processos em andamento.

Na prática, pacientes que buscam na Justiça o fornecimento desses medicamentos poderão ter os pedidos negados quando o tratamento não se enquadrar nas exceções previstas em lei, contrato ou normas regulatórias.

A decisão, porém, não determina a interrupção automática de tratamentos já custeados nem anula, por si só, decisões judiciais definitivas que tenham garantido o fornecimento. A manutenção da cobertura dependerá da situação jurídica de cada processo e da existência de fundamento legal ou contratual que justifique o custeio.

A tese foi fixada pela Segunda Seção do STJ em 14 de outubro, por meio da técnica de reafirmação de jurisprudência, procedimento utilizado para transformar um entendimento já consolidado em precedente qualificado. Isto é, quando uma interpretação jurídica que já vem sendo adotada serve oficialmente para orientar os julgamentos de casos semelhantes pelas demais instâncias da Justiça. Neste caso, o objetivo foi justamente uniformizar a interpretação da legislação sobre a cobertura de medicamentos na saúde suplementar.

Entenda o caso

O julgamento ocorreu a partir de um recurso especial apresentado por um grupo hospitalar contra uma decisão do TJRJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro).

O caso envolveu uma paciente que recebeu prescrição de um medicamento à base de canabidiol para o tratamento da síndrome de Tourette, associada a transtorno de ansiedade generalizada e depressão profunda. A operadora havia negado o fornecimento sob o argumento de que o produto não estava previsto no rol da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e era destinado ao uso domiciliar.

Na primeira instância, a Justiça determinou que o plano fornecesse o medicamento e pagasse R$ 8 mil por danos morais. O TJRJ manteve a condenação, considerando abusiva a recusa de cobertura diante da prescrição médica e da autorização excepcional da Anvisa para a importação.

No entanto, ao analisar o recurso, o STJ reformou o entendimento do tribunal estadual. Com isso, os pedidos apresentados pela paciente foram julgados improcedentes, e a condenação ao pagamento de indenização por danos morais também foi afastada.

O que diz a legislação

O entendimento do STJ se baseia no artigo 10, inciso VI, da Lei nº 9.656/1998, que prevê a exclusão da cobertura obrigatória de medicamentos para tratamento domiciliar, ressalvadas as exceções estabelecidas na legislação e na regulamentação do setor.

Entre as situações excepcionais estão os medicamentos antineoplásicos orais e os correlacionados, a medicação assistida em regime de internação domiciliar (“home care”) e os produtos incluídos no rol da ANS para essa finalidade, além de outras hipóteses previstas em lei, contrato ou norma regulatória.

Os ministros também esclareceram que o artigo 10, parágrafo 13, da mesma lei, que trata da cobertura de tratamentos e procedimentos não incluídos no rol da ANS, não afasta as exclusões expressamente previstas no próprio artigo.

Assim, pelo entendimento do STJ, mesmo que um tratamento atenda aos requisitos legais para cobertura excepcional fora do rol, isso não significa que o plano seja obrigado a fornecer um medicamento de uso domiciliar excluído da cobertura obrigatória.

Autorização da Anvisa não garante custeio

Outro ponto destacado pelo tribunal é a diferença entre a autorização sanitária para importar um produto e a obrigação contratual de custeá-lo.

Segundo o STJ, a autorização excepcional da Anvisa afasta o impedimento relacionado à ausência de registro sanitário nos termos reconhecidos pela jurisprudência, mas não transforma automaticamente o medicamento em item de cobertura obrigatória pelos planos de saúde.

A tese, portanto, não proíbe a utilização de medicamentos à base de canabidiol nem impede sua importação quando autorizada. O julgamento trata especificamente da obrigação das operadoras de custear esses produtos para uso domiciliar.

De acordo com o órgão, a definição da Segunda Seção busca dar maior segurança jurídica a pacientes e operadoras diante da quantidade de processos sobre o tema. No voto, o ministro Sérgio Kukina, presidente da Comissão Gestora de Precedentes, Jurisprudência e Ações Coletivas, destacou levantamento que identificou ao menos 722 julgados relacionados à controvérsia no STJ.

Novas regras para cultivo de cannabis no Brasil: quem se beneficia?

 

  •  

Lampreia, sável e enguia estão a fugir para norte — e podem desaparecer da Península Ibérica

As alterações climáticas poderão alterar a distribuição geográfica de espécies como a lampreia-marinha, o sável, a enguia-europeia e o salmão no Atlântico, favorecendo a sua expansão para norte e reduzindo a sua presença nas regiões mais a sul. Os modelos desenvolvidos no âmbito do projeto europeu DiadSea preveem que estas espécies possam expandir a sua distribuição para norte, ao mesmo tempo que perdem presença potencial nas regiões meridionais. A reorganização das comunidades será mais acentuada no cenário de alterações climáticas mais severas analisado, com perdas a sul e ganhos de adequabilidade dos habitats, bem como substituição de espécies, nas regiões

  •  

Investigadores portugueses descobrem variante de proteína que pode ajudar a controlar o cancro

Uma nova variante de proteína que pode ajudar a controlar o cancro e o envelhecimento celular foi descoberta por uma equipa de investigação liderada pela Universidade de Coimbra (UC), anunciou hoje a instituição portuguesa.

A equipa identificou, pela primeira vez, uma nova variante da proteína p53, que tem um papel direto no controlo do envelhecimento celular e propriedades anticancerígenas.

“A descoberta abre novas portas para compreender como travar o envelhecimento celular e a multiplicação de células tumorais”, avançou a UC, em comunicado enviado à agência Lusa.

O estudo – liderado pelo grupo de investigação Envelhecimento Molecular, Química do RNA e Oncogénese do Instituto Multidisciplinar do Envelhecimento da UC – identificou a nova variante, que tem o nome de Delta246p53, e conseguiu mostrar que esta induz o processo pelo qual as células deixam de se dividir e inibe a formação de tumores em células.

“A Delta246p53 controla várias vias que envolvem outras proteínas essenciais ao controlo da senescência, promovendo este processo e limitando a proliferação de células tumorais ou de células com danos”, explicou o líder da investigação, Marco Candeias.

Segundo o investigador, se se conseguir “manter a expressão desta nova proteína restrita apenas às células em risco de transformação oncológica”, poderá ser perspetivado “um possível prolongamento da esperança de vida, mantendo ou reforçando em simultâneo a defesa contra o cancro”.

Esta variante é uma nova proteína produzida a partir do TP53, que é “um dos genes mais poderosos do genoma humano, frequentemente chamado ‘guardião do genoma’”.

“Controla a divisão das células, repara o ADN quando este sofre mutações e promove a morte celular sempre que necessário. Uma alteração ou falha no seu funcionamento leva a alterações celulares significativas que podem resultar em envelhecimento precoce e aparecimento de cancro”, referiu a UC.

Comparativamente a outras proteínas já identificadas, a nova variante do gene TP53 agora descoberta é uma proteína com funções mais específicas, o “que pode abrir caminho a intervenções mais diretas para travar o envelhecimento e problemas oncológicos”.

Esta investigação contou com a participação da Universidade de Quioto (Japão), do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge e da Universidade de Trento (Itália).

O conteúdo Investigadores portugueses descobrem variante de proteína que pode ajudar a controlar o cancro aparece primeiro em O MINHO.

  •  

O Exército de Terracota foi criado com uma mãozinha de mulheres e jovens

Uma única impressão digital parece dizer pouco sobre uma pessoa. O segredo não está no tamanho, mas nas minúsculas distâncias entre as linhas. E, guardadas no barro húmido, revelam agora que mulheres e crianças terão colaborado na obra. Durante milhares de anos, um exército silencioso montou guarda na escuridão. São os guerreiros do Exército de Terracota, feitos há 2.200 anos, na China, para guardar o túmulo do imperador Qin Shihuang. À primeira vista parecem todos iguais, mas basta olhar de perto para encontrar uma variedade espantosa de rostos, penteados e armaduras. Durante muito tempo, os arqueólogos partiram do princípio de

  •  

Somente 22% dos médicos veem remédios como suficientes em UTIs do SUS

Apenas 22,7% dos médicos (2 em cada 10) consideram que as redes de UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) do SUS (Sistema Único de Saúde) têm disponibilidade totalmente adequada de medicamentos essenciais para pacientes. Por outro lado, na rede particular, incluindo hospitais ligados a planos de saúde, o índice sobe para 57,7%.

Os dados são do levantamento “Inquérito Nacional sobre a Força de Trabalho Médica nas UTIs Brasileiras”, da AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira), com apoio do CFM (Conselho Federal de Medicina), divulgado nesta quinta-feira (22).

O estudo ainda aponta que 16,1% dos médicos classificaram a oferta de medicamentos como inadequada ou totalmente inadequada (notas de 0 a 2) na rede pública. No setor privado, o percentual foi de 3,8%.

Veja o índice:

chart visualization

Ao todo, 2.338 participantes deram notas de 0 a 5 a itens considerados essenciais ao funcionamento das unidades, como infraestrutura, leitos, medicamentos, entre outros tópicos.

SUS x particulares

As redes particulares aparecem como as melhores avaliada na pesquisa. Notas negativas chegam a ser até quatro vezes maiores nas unidades públicas com relação às privadas.

O padrão com maior negativação pro SUS se repetiu em 12 dos 13 aspectos avaliados.

Além disso, mesmo quando olhado os aspectos com nota máxima (5), o SUS continua perdendo:

  • Suficiência de leitos: 51,4% ano privado e 24,1% no público
  • Protocolos de atendimento e conduta: 40,2% e 23,1% no SUS
  • Equipe multiprofissional especializada: 39,2% e 23,0% no SUS
  • Protocolos de passagem de plantão: 27,8% e 14,5% np SIS
  • Fluxos de gerenciamento de pacientes entre setores do hospital: 26,5% e 11,1%, mais que o dobro
  • Enfermeiros especializados em terapia intensiva: 25,1% e 16,9%
  • Interconsulta com outras especialidades: 36,3% e 15,4%
  •  Interação com equipes de outros setores: 30,7% e 14,5%

Desigualdade estrutural, diz entidade

Segundo o presidente da AMIB Cristiano Franke, os dados mostram que há uma desigualdade persistente entre os dois sistemas que precisa ser tratada como prioridade.

“A diferença da percepção entre os médicos dos setores público e privado tem origem na capacidade de resposta que as equipes encontram para atender um paciente crítico. Isso envolve leito disponível, mas também remédios em mãos e protocolos bem estabelecidos para cada momento da assistência, entre outros itens. A redução dessa desigualdade estrutural precisa entrar na agenda de prioridades da saúde pública brasileira”, enfatiza Franke.

A AMIB pretende apresentar o diagnóstico a gestores públicos e privados e a autoridades de fiscalização e controle, com o pedido de que as recomendações do inquérito sejam atendidas.

“Não basta fazermos apenas o diagnóstico da diferença de condições entre as UTIs públicas e privadas brasileiras, é necessário traçar estratégias para agir e modificar esse cenário. O inquérito aponta claramente um caminho: investir em modernização das unidades públicas, com acesso equitativo a tecnologias de monitoramento e suporte à vida. Precisamos reduzir essa distância sem esperar que o paciente pague o preço”, afirma o presidente da AMIB.

Segundo a entidade, eventuais mudanças teriam impacto sobre 43.901 leitos de UTI no país, sendo 34.927 destinados a adultos e 8.974 à pediatria e neonatologia.

  •  

Apenas 24% dos médicos acham oferta de leitos de UTI excelente no SUS

Apenas 24,1% — 2 em cada 10 — consideram que as redes de UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) do SUS (Sistema Único de Saúde) têm disponibilidade totalmente adequada de leitos para pacientes. Por outro lado, na rede particular, incluindo hospitais ligados a planos de saúde, o índice sobe para 51,4%.   

Os dados são do levantamento “Inquérito Nacional sobre a Força de Trabalho Médica nas UTIs Brasileiras“, da AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira), com apoio do CFM (Conselho Federal de Medicina), divulgado nesta quinta-feira (22).

O estudo ainda aponta que 32,6% dos médicos classificaram a oferta de medicamentos como inadequada ou totalmente inadequada (notas de 0 a 2) na rede pública. No setor privado, o percentual foi de 7,8%, sendo 4 vezes menor que no observado no SUS.

Ao todo, 2.338 participantes deram notas de 0 a 5 a itens considerados essenciais ao funcionamento das unidades, como infraestrutura, leitos, medicamentos, entre outros tópicos.

Veja o índice: 

chart visualization

SUS x particulares

As redes particulares aparecem como as melhores avaliada na pesquisa, as notas negativas chegam a ser até quatro vezes maiores nas unidades públicas com relação às privadas.

O padrão com maior negativação pro SUS se repetiu em 12 dos 13 aspectos avaliados.

Além disso, mesmo quando olhado os aspectos com nota máxima (5), o SUS continua perdendo:

  • Protocolos de atendimento e conduta: 40,2% e 23,1% no SUS
  • Equipe multiprofissional especializada: 39,2% e 23,0% no SUS
  • Protocolos de passagem de plantão: 27,8% e 14,5% no SIS
  • Fluxos de gerenciamento de pacientes entre setores do hospital: 26,5% e 11,1%, mais que o dobro
  • Enfermeiros especializados em terapia intensiva: 25,1% e 16,9%
  • Interconsulta com outras especialidades: 36,3% e 15,4%
  • Interação com equipes de outros setores: 30,7% e 14,5%

Desigualdade estrutural, dizem médicos

Segundo o presidente da AMIB Cristiano Franke, os dados mostram que há uma desigualdade persistente entre os dois sistemas e o futuro para a melhora da medicina é que esse índice seja reduzido.

“A diferença da percepção entre os médicos dos setores público e privado tem origem na capacidade de resposta que as equipes encontram para atender um paciente crítico. Isso envolve leito disponível, mas também remédios em mãos e protocolos bem estabelecidos para cada momento da assistência, entre outros itens. A redução dessa desigualdade estrutural precisa entrar na agenda de prioridades da saúde pública brasileira”, enfatiza Franke.

A AMIB pretende apresentar o diagnóstico a gestores públicos e privados e a autoridades de fiscalização e controle, com o pedido de que as recomendações do inquérito sejam atendidas.

“Não basta fazermos apenas o diagnóstico da diferença de condições entre as UTIs públicas e privadas brasileiras, é necessário traçar estratégias para agir e modificar esse cenário. O inquérito aponta claramente um caminho: investir em modernização das unidades públicas, com acesso equitativo a tecnologias de monitoramento e suporte à vida. Precisamos reduzir essa distância sem esperar que o paciente pague o preço”, afirma Franke

Segundo a entidade, eventuais mudanças teriam impacto sobre 43.901 leitos de UTI no país, sendo 34.927 destinados a adultos e 8.974 à pediatria e neonatologia.

  •  

Ansiedade social e os hábitos ocultos que pioram tudo

Pode comprometer o desempenho e as relações interpessoais, mas existem estratégias e formas de apoio psicológico que ajudam a superar o isolamento e a enfrentar os receios associados às interações sociais. Durante a adolescência, Mary (nome fictício) começou a sentir ansiedade em situações sociais. A sua ansiedade tornou-se tão grave que desenvolveu uma depressão e teve de interromper temporariamente os estudos. Quando entrou na universidade, evitava por completo os ambientes de grupo. “Não participava em clubes nem em associações, como faziam os outros”, conta. “Achava simplesmente que ninguém iria querer conhecer-me. Na verdade, não fiz um único amigo durante toda

  •  
❌