“Secondo me ci sono delle riforme che possono essere fatte per migliorare ed ampliare la libertà di stampa che non è mai stata così ristretta come oggi. Descrivere la realtà è quello che proviamo a fare”. Il premio ricevuto è l’occasione per Marco Travaglio, direttore de Il Fatto Quotidiano dire “che il Parlamento potrebbe e dovrebbe fare molto per la nostra professione”. Per Travaglio “è incredibile che una legge sul conflitto d’interesse non sia stata ancora varata. Poi una legge che la faccia finita con la concorrenza sleale di coloro che prendono i finanziamenti pubblici dallo Stato rispetto a quei fessi, noi in particolare, che non li prendono. Noi vediamo – continua Travaglio – altri giornali che possono pagare molto meglio i collaboratori, possono assumere più firme, più feste promozionali perché ogni anno vanno a Palazzo Chigi e ricevono più assegni. A noi è stato offerto anche l’anno scorso e l’abbiamo rifiutato”.
Altra riforma dirottare “un po’ dei fondi che vengono dati a pioggia ad editori che sono già miliardari per gli edicolanti perché il problema nostro principale è il crollo delle vendite in edicola dipende dal fatto che le edicole non ci sono più”. In ultimo Travaglio indica una battaglia storica: “le querele temerarie. Non può una battuta satirica essere messa sullo stesso piano dell’attribuzione di un fatto determinato. Facciamo una legge sulle querele che intanto distingua l’opnione legittima di un giornalista e valorrizziamo il valore della rettifica e soprattutto mettiamo un freno alle richieste di risarcimento intimidatorie”.
Quito, 22 oct (Prensa Latina) Organizaciones políticas de Ecuador agrupadas en la Alianza Ciudadana rechazaron hoy la detención de la excandidata presidencial Luisa González y denunciaron una persecución contra opositores a pocas semanas de las elecciones seccionales.
“Possibile mai che qualunque elezione che non vada come vogliono le cancellerie europee sia stata truccata da Putin? Possibile mai che qualsiasi manifestazione di protesta, anche di un bambino di 11 anni incappucciato, sia stata ordita da Putin? Io credo che lo facciamo molto più grosso di quello che è. Ma capisco che battere il mea culpa sul petto di un altro è sempre più comodo che batterlo sul proprio: se le classi dirigenti europee sono così detestate dovrebbero farsela una domanda sul perché sono così tanto odiate”: è quanto detto dal direttore del Fatto QuotidianoMarcoTravaglio durante la consegna del premio Eccellenze 2026, che si è tenuto giovedì 22 ottobre alla Camera dei deputati. Travaglio ha poi continuato il suo discorso: “Quella è una domanda fastidiosa da porsi. E quindi è molto meglio dire che è stato Putin, che sta prendendo il posto della zia malata e della nonnamorta quando il ragazzino non ha fatto i compiti e inventa una scusa con il professore”. E ancora: “Bisogna fermarsi, non solo perché così facendo si dà a Putin più importanza di quella che ha; ma anche perché così facendo nella battaglia della propaganda la gente penserà che quella russa è un po’ meno stupida della nostra”.
A Direção-Geral da Saúde confirma cinco casos de sarampo na região de Lisboa desde 6 de outubro, entre os quais uma criança e um bebé com menos de um ano. São mais dois casos do que há uma semana. Já nenhum dos doentes está hospitalizado
A Direção-Geral da Saúde confirma cinco casos de sarampo na região de Lisboa desde 6 de outubro, entre os quais uma criança e um bebé com menos de um ano. São mais dois casos do que há uma semana. Já nenhum dos doentes está hospitalizado
A Direção-Geral da Saúde confirma cinco casos de sarampo na região de Lisboa desde 6 de outubro, entre os quais uma criança e um bebé com menos de um ano. São mais dois casos do que há uma semana. Já nenhum dos doentes está hospitalizado
A Direção-Geral da Saúde confirma cinco casos de sarampo na região de Lisboa desde 6 de outubro, entre os quais uma criança e um bebé com menos de um ano. São mais dois casos do que há uma semana. Já nenhum dos doentes está hospitalizado
A passenger’s death in June became the impetus for the City Council to ban the practice, but the bill will likely face a court challenge before being implemented in 2028.
Circula nas redes sociais uma alegada capa da revista brasileira Veja que anuncia um projeto de lei de um deputado do Partido dos Trabalhadores (PT) para retirar o título de padroeira do Brasil a Nossa Senhora Aparecida. A publicação garante ainda que a iniciativa conta com o apoio do Presidente Lula da Silva. Mas será esta uma manchete verdadeira? A SIC Verifica.
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Circula nas redes sociais uma alegada capa da revista brasileira Veja que anuncia um projeto de lei de um deputado do Partido dos Trabalhadores (PT) para retirar o título de padroeira do Brasil a Nossa Senhora Aparecida. A publicação garante ainda que a iniciativa conta com o apoio do Presidente Lula da Silva. Mas será esta uma manchete verdadeira? A SIC Verifica.
Circula nas redes sociais uma alegada capa da revista brasileira Veja que anuncia um projeto de lei de um deputado do Partido dos Trabalhadores (PT) para retirar o título de padroeira do Brasil a Nossa Senhora Aparecida. A publicação garante ainda que a iniciativa conta com o apoio do Presidente Lula da Silva. Mas será esta uma manchete verdadeira? A SIC Verifica.
O apresentador Carlos Alberto de Nóbrega, 90, do programa “A Praça é Nossa”, do SBT, falou sobre o desejo de voltar a atração nos próximos dias. Ele passou recentemente, por um procedimento no coração para colocar um marca-passo.
“Estou muito bem, graças a Deus. Foi uma cirurgia que demorou um pouquinho, mas eu não senti dor nenhuma. E estou muito animado, quinta-feira já estou gravando a ‘Praça’ se Deus quiser, com muita vontade”, disse ao programa “Fofocalizando”, do SBT, nesta quinta (21).
À frente do programa desde 1987, prestes a completar 40 anos na atração, Carlos Alberto de Nóbrega cogita apresentar uma edição do “A Praça é Nossa” ao vivo “para contar tudo, da forma como aconteceu” ao público.
“Eu estou ótimo, estou bem, estou caminhando e não estou mais cansado. A minha pressão já está estabilizada”, acrescentou. O apresentador explicou que o marca-passo irá ajudá-lo para que ele não sinta o coração fraco.
Emocionado, Carlos Alberto de Nóbrega declarou: “A ‘Praça’ é minha vida, eu quero ir lá, chegar e ver tudo, encher o saco das pessoas, eu sinto muita falta. […] Saudades”.
A influenciadora Virginia, 27, mostrou nas redes sociais nesta quinta-feira (22) spoiler da festa e da caracterização das filhas para a comemoração dos quatro anos da Maria Flor, a filha do meio que a dona do WePink tem com o cantor Zé Felipe, 28.
“Quero chorar”, escreveu em um vídeo em que mostra Maria Alice, 5, a primogênita do ex-casal, vestida de Bela, da animação “Bela e a Fera”. O tema da comemoração será a personagem Rapunzel, do filme “Enrolados”.
A decoradora oficial das festas da família de Virginia, Tana Lobo, deu spoiler nas redes sociais de como está ficando o salão do evento.
De acordo com ela, foram colocados 300 mil pontos de luz no teto “estrelado” que Maria Flor pediu.
“Em tempo recorde. A Virginia vai me pagar. Foram sete dias úteis para criar, projetar, detalhar, mandar fazer, executar e entregar esse céu. A gente ama um desafio e não poderia ser qualquer cenário”, disse Tana.
Em setembro, a influenciadora contou que não pretendia fazer festa, pois Maria Flor pediu para ir à Disney comemorar.
Mas, em 12 de outubro, os planos mudavam. “Aniversário da Flor no dia 22”, anunciou Virginia, e Tana brincou sobre ter dez dias para planejar o evento.
El coloquio entre Paco Pellicer, Daniela González, Patrizia Di Monte y Nacho Romanos aborda la participación ciudadana, la convivencia entre generaciones y los riesgos de la vigilancia tecnológica en calles y plazas
El Gobierno del PP en Zaragoza vincula la venta de suelo público en Vía Hispanidad con la financiación de la Nueva Romareda
¿Cómo conseguir que las calles, plazas y parques sean espacios en los que todo el mundo pueda sentirse a gusto? Esta ha sido una de las preguntas que han centrado el coloquio 'Por otros 50 años de espacio público en libertad', organizado este jueves por elDiario.es Aragón en el Ateneo Laico Stanbrook de Zaragoza, cuenta con el patrocinio de la Fundación Bernardo Aladrén y la colaboración de la Delegación del Gobierno en Aragón. Urbanistas, representantes de colectivos ciudadanos y especialistas en derechos digitales han debatido sobre la importancia de escuchar a quienes utilizan estos espacios, facilitar la convivencia y garantizar que las nuevas tecnologías respeten la privacidad.
El geógrafo Francisco Pellicer, de la Universidad de Zaragoza y moderador del encuentro, ha defendido la importancia de prestar atención a los espacios cotidianos y a las relaciones que se construyen en ellos. “No son las grandes obras, las transformaciones importantes, es cuidar ese tejido”, ha señalado. Pellicer ha reivindicado así una forma de entender la ciudad que tenga en cuenta los lugares de encuentro y su capacidad para favorecer la convivencia.
La arquitecta Patrizia Di Monte, impulsora del programa Estonoesunsolar, ha defendido que diseñar la ciudad implica mucho más que construir o reformar plazas. “Un espacio público no se puede diseñar sin generar empatía con los vecinos”, ha señalado. Desde su experiencia en Zaragoza, ha explicado cómo la recuperación de solares abandonados permitió convertir espacios infrautilizados en lugares de encuentro y mejorar la conexión entre distintas zonas de la ciudad.
“Entendimos que no eran errores de la planificación, estos puntos ciegos que interrumpían los ciclos urbanos”, ha explicado al recordar el trabajo desarrollado con solares vacíos. Su planteamiento pasa por reconocer las oportunidades que ofrecen estos espacios para reforzar la cohesión urbana y favorecer las relaciones entre vecinos.
Paco Pellicer ha moderado la charla
Di Monte ha insistido en que las intervenciones deben partir de la observación y la escucha de quienes habitan los barrios. La flexibilidad, el confort térmico, los árboles que proporcionan sombra y los bancos son algunos de los elementos que, a su juicio, contribuyen a “crear lugares más acogedores y accesibles”. La arquitecta ha defendido así que el diseño físico debe ir acompañado de un proceso que permita reconocer las necesidades y los usos de la ciudadanía.
Una ciudad que tenga en cuenta a sus usuarios
La participación ciudadana ha atravesado buena parte del coloquio, especialmente al abordar las decisiones sobre el futuro de los espacios urbanos. Durante el turno de palabra, asistentes al encuentro han cuestionado la falta de apoyo institucional para mantener determinadas instalaciones y han planteado que algunos colectivos encuentran dificultades para desarrollar sus actividades en la ciudad.
En este contexto, Nacho Romanos, representante del Zaragoza Skateboarding Club, ha denunciado las dificultades que encuentran los jóvenes para practicar skate en distintos puntos de Zaragoza y disponer de espacios propios en la ciudad. “Nos han ido echando de todos sitios, buscamos nuestros espacios para estar tranquilamente”, ha resumido. A su juicio, el problema va más allá de contar con instalaciones deportivas: también tiene que ver con poder utilizar las calles y plazas para desarrollar una actividad que forma parte de su manera de vivir la ciudad.
Público asistente a la charla 'Por otros 50 años de espacio público en libertad'
“El skateboard no es una actividad física solo, es una expresión artística”, ha defendido Romanos, “siempre quieres ir a la ciudad a eso que has aprendido representarlo en un espacio urbano”, ha señalado. Romanos ha expuesto la controversia sobre el futuro del skatepark de Vía Hispanidad como ejemplo de las tensiones que surgen cuando se modifica el destino de un espacio que ya tiene un uso social consolidado. También ha criticado las multas a quienes patinan en la calle y ha asegurado que su cuantía ha aumentado notablemente con la nueva ordenanza cívica.
La tecnología también ocupa el espacio público
La protección de la privacidad y los datos personales ha sido otro de los asuntos abordados durante el encuentro. Cámaras, sensores, aplicaciones y sistemas de identificación forman parte cada vez más de la gestión urbana y de servicios cotidianos, una presencia que plantea interrogantes sobre los derechos ciudadanos.
Daniela González, de la Fundación Hermes, ha defendido que la tecnología puede contribuir a mejorar la vida en las ciudades, pero ha advertido de que su implantación debe acompañarse de garantías. “Nuestros derechos no se quedan en casa cuando entramos en una plaza, ni en la calle al coger el bus”, ha afirmado.
González ha distinguido entre las herramientas que pueden contribuir a mejorar la seguridad y los riesgos de la vigilancia masiva. “La vigilancia masiva funciona todo lo contrario, no sabemos qué datos recopila o quién está al otro lado”, ha señalado. A su juicio, es necesario garantizar la transparencia sobre la información que se recoge, quién puede acceder a ella y qué uso se hace de los datos personales.
La representante de la Fundación Hermes ha defendido que una mayor presencia de sistemas de control no garantiza por sí misma una mejor convivencia. La confianza, la protección de la privacidad y la existencia de garantías deben formar parte, ha señalado, de cualquier estrategia de digitalización del espacio público. También ha planteado la necesidad de evitar que la tecnología se convierta en una barrera para determinados colectivos y de aprovechar sus posibilidades para favorecer la participación ciudadana y las relaciones entre generaciones.
Espacios para convivir entre generaciones
El encuentro ha abordado asimismo la importancia de diseñar espacios en los que personas de distintas edades puedan compartir actividades y encontrarse de forma espontánea. Di Monte ha defendido la necesidad de crear lugares flexibles que faciliten esa convivencia, con elementos como árboles que den sombra y bancos. Por su parte, González ha advertido de que las diferencias en el acceso a la tecnología no son únicamente generacionales y ha señalado que existen organizaciones que trabajan para que “la digitalización ponga a las personas en el centro”.
Las intervenciones también han puesto sobre la mesa la importancia de reconocer los distintos usos del espacio público y de evitar que determinados colectivos queden excluidos. Para Di Monte, el trabajo de quienes diseñan la ciudad debe partir de la escucha y la observación: “No es tanto el diseño del espacio sino el proceso que como técnicos tenemos que facilitar y garantizar”, ha señalado.
La participación ciudadana ha sido también uno de los asuntos planteados por el público, con críticas a la falta de apoyo institucional para mantener algunas instalaciones y a las dificultades para que determinados usos y colectivos tengan cabida en la ciudad. El coloquio ha cerrado así una reflexión sobre cómo construir espacios públicos que favorezcan la convivencia y permitan a la ciudadanía participar en las decisiones que afectan a su entorno.
A socialiteKim Kardashian, 45, revelou que, para ter um relacionamento com ela, é necessário cumprir cerca de 55 requisitos. Atualmente, ela namora o piloto de Fórmula 1, Lewis Hamilton, 41.
Ela revelou em um episódio do reality show “The Kardashians” — que acompanha o clã Kardashian-Jenner — que é conhecida por ter uma régua alta na hora de selecionar seus pares românticos.
Entre os requisitos revelados por Kim estão: proteger e lutar por ela; ser feliz e positivo; calmo; legal; divertido; assumir responsabilidades; e não ter papada.
Em entrevista anterior, a socialite relembrou os anos que passou solteira após se divorciar de Kanye West, 49, com quem teve quatro filhos — North, Saint, Chicago e Psalm.
“Fiquei solteira por cinco anos. E foi ótimo. Pude me concentrar nos meus filhos e em projetos nos quais eu realmente queria estar envolvida. Realmente não senti nenhuma pressa”, começou.
Antes de começar a se relacionar com Hamilton, Kim namorou o ator Pete Davidson, 32, por nove meses em 2022. O comediante chegou a aparecer em alguns momentos cômicos no programa “The Kardashians”.
Health insurance costs have soared for workers and employers.
Luis Alvarez/Getty Images
Workers on family health insurance plans paid $7,471 for premiums in 2026, a 9% increase from 2025.
Costs are even higher at smaller businesses: Workers there pay nearly $10,000 for family premiums.
Rising premiums have outpaced wage growth, and are only expected to increase more in 2027.
It's costing families nearly $7,500 a year for health insurance — and more increases are looming.
A 2026 health benefits survey from KFF found that workers on a family plan paid an average of $7,471 a year in premiums — a 9% increase from 2025. And that's just the worker contribution — when accounting for employer contributions, family plan premiums totaled $28,303 in 2026, a roughly 5% increase from 2025.
That's a hefty price for both workers and their employers, and even more acute for workers at smaller businesses: KFF's survey found that at firms with fewer than 200 employees, they paid nearly $10,000 toward family premiums in 2026. Smaller firms are often more beholden to insurance companies, since they don't wield the same bargaining power as larger firms.
Mounting health costs might be part of why consumers feel so gloomy: As wages have increased, insurance premiums have risen even faster. While wages increased 3.7% year-over-year for workers — which might look like a nice pay bump on paper — worker-paid premiums outpaced that salary growth, rising by 9%.
And over the past few years, how much workers pay for health plans has eaten up a larger share of their household income. For workers across all firms, their premium costs amounted to nearly 8% of real household median income in 2025.
Are you worried about rising health insurance costs, or already paying thousands out of pocket? Share your story with this reporter at jkaplan@businessinsider.com.
All of that comes as employers and workers brace for open enrollment season, and more hikes loom: An analysis from PricewaterhouseCoopers, based on a survey of health plan actuaries, projects that commercial healthcare group costs will rise by 9% in 2027. Similarly, Aon, an insurance management firm, found that employer healthcare costs are projected to climb by 9.5% next year without any cost mitigation measures — meaning before firms figure out how to pass some of those mounting costs on to their workers.
For workers and firms, that means a tighter financial squeeze: Companies are paying more to cover their workers, but costs are likely still outpacing wages. At the same time, firms might not be able to provide higher wages as care costs climb. It means that everyone is paying more, and nobody's feeling good about it: An Ipsos/Axios poll found that 69% of Americans say a 10% increase would negatively impact their household finances, with 30% saying it would have a major negative impact.
O ator Tom Skerritt, astro de “Top Gun” (1986), morreu aos 93 anos. A notícia foi confirmada à CNN pela assessora de imprensa de Skerritt, Susan Madore, que enviou um comunicado da família detalhando que ele faleceu na quarta-feira (21), de causas naturais.
Skerritt era mais conhecido por suas participações nos filmes “Alien” e “Flores de Aço”, além de seu papel principal na série da CBS criada por David E. Kelley, “Picket Fences”, que foi ao ar de 1992 a 1996 e lhe rendeu um Emmy do Primetime de melhor ator em série dramática.
Na série de humor negro, Skerritt interpretava um xerife veterano que lutava para manter a calma em sua pequena cidade, consolidando sua marca registrada: uma mistura de autoridade inabalável e simpatia cativante.
Com créditos em filmes que remontam ao início da década de 1960, Skerritt se firmou principalmente em faroestes antes de alcançar o estrelato no megassucesso de 1970, “M*A*S*H”, de Robert Altman, no papel do cirurgião Duke Forrest.
Ele participou de vários programas de TV na década de 1970, incluindo “Bonanza” e “Gunsmoke”. Também conseguiu papéis de maior destaque no cinema, incluindo no filme indicado ao Oscar de 1977, “Momento de Decisão” (The Turning Point), estrelado por Anne Bancroft e Shirley MacLaine.
Mas foi seu papel em “Alien”, de 1979, dirigido por Ridley Scott, que realmente expandiu o leque de talentos de Skerritt. No filme de ficção científica/terror, Skerritt interpretou o Capitão Dallas, um dos poucos que se alia a Ripley, personagem de Sigourney Weaver, enquanto sua tripulação intergaláctica enfrenta uma terrível ameaça.
A partir daí, ele conquistou papéis em filmes dos anos 80, como “A Zona Morta” e “Top Gun”, este último servindo como mais um exemplo da grande habilidade de Skerritt em incorporar personagens com uma postura reservada e um coração de ouro. Em “Top Gun”, ele interpretou Viper, um personagem inicialmente indiferente à bravata de Maverick, personagem de Tom Cruise, mas que logo o acolheu sob sua proteção.
Após uma participação em vários episódios de “Cheers”, Skerritt apareceu como o patriarca em “Flores de Aço”, filme estrelado por Sally Field, Julia Roberts e Dolly Parton. Skerritt interpreta o marido da personagem de Field e pai de Shelby, personagem de Roberts, que adoece perto do final do filme.
M’Lynn, personagem de Field, comenta como seu marido nem sequer pôde estar presente quando a filha faleceu, enquanto ela apenas ficou sentada. “Os homens deveriam ser feitos de aço ou algo assim”, diz ela, em uma fala que faz alusão ao título do filme.
Na década de 1990, Skerritt continuou a interpretar papéis paternos em projetos tão variados quanto “Nada é Para Sempre” (A River Runs Through It), dirigido por Robert Redford e estrelado por Brad Pitt, e o thriller “Poison Ivy”, ao lado de Drew Barrymore.
Foi em seu papel como reverendo em “Nada é Para Sempre” que Skerritt ofereceu conselhos paternos em falas como: “Pois é verdade, raramente conseguimos ajudar aqueles que nos são mais próximos. Ou não sabemos que parte de nós mesmos dar, ou, na maioria das vezes, a parte que temos para dar não é desejada. E assim, são aqueles com quem convivemos e que deveríamos conhecer que nos escapam. Mas ainda podemos amá-los – podemos amar completamente sem compreendê-los completamente.”
Ele continuou trabalhando, tanto na TV quanto no cinema, até o novo milênio, em séries como “Brothers & Sisters” e “Will & Grace” e filmes como “Ted” e “A Hologram for the King”. Seu último trabalho foi no filme “Broke”, de 2025.
Tom Skerritt casou-se três vezes ao longo de sua vida. O último casamento durou 30 anos, com Julie Tokashiki. Além da viúva, ele deixa 5 filhos, 5 netos e 2 bisnetos.
O governo de São Paulo lançou a segunda edição do PSA Araucária (Programa de Pagamento por Serviços Ambientais da Araucária), com orçamento superior a R$ 835 mil para remunerar produtores rurais que adotem medidas de conservação e recuperação da espécie, ameaçada de extinção.
Coordenada pela Fundação Florestal, vinculada à Semil (Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística), a iniciativa prevê pagamentos de até R$ 36 mil por participante ao longo do contrato. Desse total, até R$ 30 mil são destinados a ações obrigatórias de conservação e restauração, enquanto outros R$ 6 mil podem ser recebidos por atividades complementares.
O programa é voltado a agricultores familiares e pequenos produtores rurais. Nesta edição, a área de atuação foi ampliada para municípios paulistas com áreas de ocorrência da araucária e unidades de conservação.
Podem participar produtores com imóveis localizados em Campos do Jordão, Santo Antônio do Pinhal, São Bento do Sapucaí, São Luiz do Paraitinga, Bom Sucesso de Itararé e Itararé, desde que atendam aos critérios territoriais e de elegibilidade previstos no edital.
“Ao expandirmos o programa para novos municípios e Unidades de Conservação, demonstramos que é plenamente possível aliar a conservação rigorosa de uma espécie ameaçada de extinção ao fortalecimento econômico dos agricultores familiares e produtores rurais”, afirma Victoria Karvelis, diretora da Fundação Florestal.
Os recursos serão destinados a ações como conservação de árvores já existentes, plantio de mudas, restauração de APPs (Áreas de Preservação Permanente) e implantação de pomares de araucária.
Os participantes também deverão registrar oficialmente os plantios, informar a coleta de pinhão e participar de capacitações anuais promovidas pela Fundação Florestal.
Na modalidade complementar, os produtores poderão receber até R$ 6 mil adicionais pela adoção de práticas como implantação de sistemas de saneamento rural, boas práticas agropecuárias, plantio de outras espécies nativas da Mata Atlântica, mutirões ambientais e atividades de educação ambiental.
A seleção levará em conta critérios de priorização, entre eles a inscrição no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), o tamanho da propriedade, a participação de mulheres e jovens de 18 a 29 anos na liderança das atividades e o histórico de comunicação da coleta de pinhão.
Os interessados podem se inscrever até 30 de novembro de 2026. A documentação exigida inclui documento de identidade, CAR (Cadastro Ambiental Rural), comprovante de posse ou propriedade e formulário de manifestação de interesse.
O envio pode ser feito pelo e-mail proaraucaria@fflorestal.sp.gov.br ou presencialmente, mediante agendamento, na sede da Coordenação do Programa de Conservação da Araucária, no bairro Alto de Pinheiros, na capital paulista.
A divulgação do resultado preliminar está prevista para 14 de dezembro de 2026. A assinatura dos contratos deverá ocorrer até 28 de fevereiro de 2027, e os planos de ação individuais deverão ser elaborados até março do mesmo ano.
A segunda edição dá continuidade à experiência iniciada em Cunha, na zona de amortecimento do Parque Estadual da Serra do Mar. Na fase-piloto, o programa envolveu 50 famílias e duas organizações da sociedade civil.
Entre os resultados previstos estavam a conservação e o plantio de mais de 5 mil araucárias, o plantio de 2 mil mudas de outras espécies nativas, a instalação de 20 sistemas de saneamento e a adoção de boas práticas agrícolas.
Cunha tem papel relevante na cadeia produtiva do pinhão em São Paulo. Segundo os dados divulgados pela Fundação Florestal, o município concentra mais de 95% da coleta estadual e quase metade do volume comercializado na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp). Entre 2023 e 2025, a produção local superou 1,1 mil toneladas.
Espécie enfrenta risco de extinção
A araucária, também conhecida como pinheiro-brasileiro, teve suas populações reduzidas historicamente pela exploração madeireira e pela expansão agropecuária. A Floresta Ombrófila Mista, formação vegetal da Mata Atlântica associada à espécie, conserva apenas uma pequena parcela de sua área original, segundo estimativas citadas no material do programa.
A espécie é classificada como criticamente ameaçada pela IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza) e como espécie em perigo nas listas oficiais brasileira e paulista.
O pagamento por serviços ambientais busca criar um incentivo econômico para que produtores rurais mantenham árvores, recuperem áreas degradadas e adotem práticas sustentáveis, conciliando a atividade agropecuária com a conservação da biodiversidade.
O MPSP (Ministério Público do Estado de São Paulo) exigiu que a Prefeitura de São Paulo e as empresas Ticketmaster esclareçam divergências no mapa das três apresentações da turnê do grupo sul-coreano BTS, agendadas para os dias 28, 30 e 31 de outubro de 2026, no Estádio MorumBIS, em São Paulo. O despacho foi expedido por meio da 4ª Promotora de Justiça do Consumidor da Capital.
A apuração foi motivada por denúncias de consumidores e advogados que apontaram inconsistências entre o mapa comercializado na venda dos ingressos e a planta técnica aprovada em órgão oficial do município.
Durante avenda de ingressospara os shows, a Ticketmaster Brasil e a Live Nation comercializaram os setores Pista, Soundcheck Pacote VIP (pista com acesso antecipado à passagem de som), Arquibancada, Cadeira Superior e Cadeira Inferior. O mapa publicitário divulgado ao público não apresentava divisões especiais ou áreas VIP reservadas coladas ao palco denominadas “PIT 1” e “PIT 2”.
Em nova declaração à imprensa, a Live Nation reafirmou que a estrutura do evento seguirá o padrão das demais apresentações da América do Sul e que os setores e o mapa originais anunciados na Ticketmaster seriam mantidos sem alterações.
A Promotoria do Consumidor assinou o despacho apontando que, apesar das declarações públicas recentes das empresas, permanece sem justificativa o motivo pelo qual o Diário Oficial veiculou uma planta técnica diferente.
Na decisão, o MPSP estabeleceu um prazo de 48 horas para que a Prefeitura informe a razão pela qual publicou no Diário Oficial o mapa com os setores “PIT 1” e “PIT 2” e envie a cópia da versão definitiva entregue ao poder público.
O mesmo prazo de 48 horas foi estabelecido à Live Nation e Ticketmaster, para esclarecimentos sobre a divergência. Também foi exigida a versão definitiva e válida do mapa aos autos.
Ausência de telões
A Live Nation, produtora responsável pela realização dos três shows do BTS no estádio do MorumBIS, confirmou na segunda-feira (19) que a turnê seguirá o mesmo formato definido para todas as datas da turnê na América do Sul, sem as telas laterais.
O comunicado foi publicado após uma série de questionamentos dos fãs, que esperavam uma projeção com 12 painéis de LED, como aconteceu na etapa europeia da turnê “Arirang”, e em outros países como Coreia do Sul, Estados Unidos e México.
Na América do Sul, a estrutura do palco conta apenas com quatro telões e foi apresentada pela primeira vez em Bogotá, na Colômbia. No início, os fãs acharam que um dos fatores para a redução poderia ser a estrutura do Estádio El Campín, que não comportaria um palco com 12 painéis.
Os shows realizados posteriormente, contudo, seguiram a mesma estrutura, mesmo quando realizados em estádios maiores, como o Estádio Nacional do Chile, com capacidade para cerca de 46 mil pessoas.
Em nota, a produtora afirmou que a estrutura com quatro telas foi definida para todos os shows na América do Sul, mas não deu detalhes sobre os motivos que levaram à exclusão dos outros 8 telões.