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Feriado após o segundo turno: veja cidades que terão folga na segunda (26)

Na próxima segunda-feira (26), 15 cidades brasileiras, distribuídas por oito estados, terão feriados municipais, segundo calendários locais consultados com base na relação da Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

Os municípios estão localizados na Bahia, no Ceará, no Maranhão, em Minas Gerais, em Mato Grosso, no Pará, no Paraná e em São Paulo.

O funcionamento de repartições públicas, bancos, estabelecimentos comerciais e outros serviços pode sofrer alterações nessas localidades, conforme as regras aplicáveis a cada município e serviço. Por isso, moradores e turistas devem consultar os horários de atendimento antes de se deslocar.

Além dos feriados municipais previstos para a segunda-feira (26), três cidades terão datas comemorativas originalmente previstas para outros dias remanejadas por decreto municipal.

Em Cocos (BA), o Dia do Servidor Público, celebrado em 28 de outubro, foi transferido para o dia 26. Em Quinta do Sol (PR), o feriado do padroeiro, São Judas Tadeu, também previsto para 28 de outubro, foi antecipado para segunda-feira. Já em Marapoama (SP), o aniversário do município, celebrado em 27 de outubro, foi remanejado para o dia 26.

Confira as cidades que terão feriado:

Bahia (BA)

  • Brejões
  • Cocos
  • Santa Inês

Ceará (CE)

  • Groaíras
  • Uruburetama

Maranhão (MA)

  • Icatu

Minas Gerais (MG)

  • Jordânia

Mato Grosso (MT)

  • Alto Araguaia
  • Poxoréu

Pará (PA)

  • Igarapé-Açu

Paraná (PR)

  • Quatiguá
  • Quinta do Sol
  • Verê

São Paulo (SP)

  • Cândido Mota
  • Marapoama (feriado do dia 27 – aniversário da cidade – remanejado para dia 26 por decreto da prefeitura)

Nas demais cidades, a segunda-feira será um dia útil, salvo a existência de outros feriados ou regras locais aplicáveis.

O próximo feriado nacional será em 2 de novembro, Dia de Finados, celebrado em uma segunda-feira. A data vale em todo o território nacional.

*Sob supervisão de Manuella Dal Mas

Ministério da Justiça registrou 3 mil crimes eleitorais no 1º turno

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Flávio e Lula apostam em “onda” favorável na reta final

Enquanto as principais pesquisas de intenções de voto sobre a disputa pelo Palácio do Planalto mostram um empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PL e o PT fazem suas apostas para as últimas horas antes das eleições.

No entorno de Flávio, o discurso é de que o senador terá nas urnas o acréscimo do voto “silencioso”. Existe no QG do parlamentar a avaliação de que os institutos falham em captar parte da direita, especialmente devido ao eleitor bolsonarista que se recusa a responder às sondagens. Os institutos admitem o fenômeno, mas pontuam que no segundo turno suas “fotografias” são mais assertivas.

Em suas considerações finais no primeiro debate presidencial, Flávio se direcionou a este eleitor, indicam fontes. O senador disse: pode votar com tranquilidade porque o voto é secreto; você pode ir e votar Flávio Bolsonaro para presidente que ninguém vai ficar sabendo”.

No primeiro turno, as intenções de voto de Flávio avançaram na reta final. E o senador apareceu nas urnas à frente de Lula: 47,03% contra 45,16%. Os institutos tradicionais indicavam liderança do petista.

Já a campanha do presidente e candidato à reeleição aposta que dessa vez a “onda” da reta final será pró-Lula. Auxiliares do mandatário conferem a previsão a mobilizações de rua e especialmente nas redes sociais — impulsionadas pelo deputado federal reeleito André Janones (Rede-MG) e seu canal “Exército do Lula”.

O parlamentar mineiro reúne nove milhões de usuários em canal no WhatsApp e planeja transmissão ao vivo nas horas que antecedem o pleito. O entorno de Lula admite nos bastidores que a resiliência do candidato no segundo turno se deve especialmente a fatores externos à campanha, como o canal e mobilizações “orgânicas” de rua.

A expectativa no QG de Lula é de que essa “onda” possa levar às urnas o eleitor que escolhe o petista e não foi votar no primeiro turno. A campanha admite que a chance de uma virada passa necessariamente por uma redução significativa no índice de abstenção do pleito, além da conversão de brancos e nulos.

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Ciclone: fim de semana do segundo turno deve ter temporais e ventos fortes

O fim de semana do segunda turno das eleições de 2026 deve ser marcado por um cenário de atenção meteorológica severa no Centro-Sul do país por conta de previsões de temporais e ventos fortes.

De acordo com a Climatempo, a combinação entre uma área de baixa pressão localizada entre o Paraguai e a Argentina, a atuação de cavados e o fortalecimento de Jato de Baixos Níveis pode criar condições para a formação de tempestades organizadas e volumosas.

O risco climático se intensifica à medida que um ciclone extratropical se organiza no oceano, o que impulsiona uma nova frente fria em direção ao Sudeste.

Virada no tempo

Já nesta sexta-feira (23), os estados do Sul apresentam mudanças no clima. O Rio Grande do Sul enfrenta temporais com acumulados entre 10 mm e 40 mm, podendo atingir 80 mm nas Missões e no Noroeste gaúcho. Há alerta para queda de granizo de grande porte e ventos acima de 90 km/h.

Em Santa Catarina e no Paraná, pancadas de forte intensidade começam já pela manhã, com destaque para o oeste catarinense e o sudoeste, centro e nordeste paranaense. Ventos variam de 50 km/h a 70 km/h, alcançando 90 km/h no Oeste de SC e em áreas do PR.

Já no Sudeste, especificamente em São Paulo, as instabilidades chegam pela manhã ao Litoral Sul, Baixada Santista e extremo sudoeste paulista. As rajadas podem bater 90 km/h no Sudoeste e na região Central de SP. À tarde e à noite, a chuva atinge o Sul de Minas, Triângulo Mineiro, Zona da Mata e o Sul Fluminense.

O cenário de sábado

No sábado (24), o estado do Paraná torna-se o principal ponto de preocupação, com previsão de chuva persistente, acumulados elevados, tempestades e granizo na faixa oeste e centro-sul paranaense.

Em São Paulo, o risco se eleva devido à combinação de calor, umidade e mudança brusca na velocidade e direnção dos ventos. O leste paulista, em especial o Vale do Ribeira, e divisas com o Paraná concentram os maiores volumes. Ventos chegam a 90 km/h no Nordeste paulista, na divisa com o Sul de Minas.

No Rio Grande do Sul, a chuva perde força, mas permanece o risco de temporais isolados com granizo na metade norte do estado.

Domingo de votação

No domingo (25), dia do pleito, a passagem de frente fria associada ao ciclone extratropical reforça as condições de chuva intensa e volumosa em São Paulo, Rio de Janeiro e no Sul de Minas Gerais.

Enquanto o Sul e São Paulo devem ter temperaturas baixas, as capitais do Centro-Oeste e do Norte podem apresentar máximas p´roximas ou superiores a 35ºC. Veja como fica o tempo nas capitais do Brasil no dia decisivo nas urnas:

Sul

  • Curitiba (PR): mínima de 9°C e máxima de 18°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
  • Florianópolis (SC): mínima de 13°C e máxima de 18°C, com muitas nuvens e chuva isolada.
  • Porto Alegre (RS): mínima de 11°C e máxima de 19°C, com muitas nuvens e chuva isolada.

Sudeste

  • São Paulo (SP): mínima de 12°C e máxima de 21°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
  • Belo Horizonte (MG): mínima de 18°C e máxima de 28°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva e trovoadas.
  • Rio de Janeiro (RJ): mínima de 21°C e máxima de 25°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva e trovoadas.
  • Vitória (ES): mínima de 22°C e máxima de 29°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva e trovoadas.

Centro-Oeste

  • Brasília (DF): mínima de 22°C e máxima de 35°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva e trovoadas.
  • Goiânia (GO): mínima de 22°C e máxima de 35°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva e trovoadas.
  • Cuiabá (MT): mínima de 26°C e máxima de 39°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva e trovoadas.
  • Campo Grande (MS): mínima de 16°C e máxima de 27°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva e trovoadas isoladas.

Norte

  • Rio Branco (AC): mínima de 23°C e máxima de 35°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas.
  • Macapá (AP): mínima de 25°C e máxima de 34°C, com muitas nuvens.
  • Manaus (AM): mínima de 25°C e máxima de 37°C, com muitas nuvens e chuva isolada.
  • Boa Vista (RR): mínima de 27°C e máxima de 37°C, com muitas nuvens e chuva isolada.
  • Porto Velho (RO): mínima de 25°C e máxima de 38°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas.
  • Belém (PA): mínima de 25°C e máxima de 36°C, com muitas nuvens.
  • Palmas (TO): mínima de 23°C e máxima de 37°C, com muitas nuvens.

Nordeste

  • São Luís (MA): mínima de 25°C e máxima de 32°C, com muitas nuvens e chuva isolada.
  • Teresina (PI): mínima de 26°C e máxima de 40°C, com muitas nuvens.
  • Fortaleza (CE): mínima de 24°C e máxima de 31°C, com muitas nuvens.
  • Natal (RN): mínima de 25°C e máxima de 30°C, com muitas nuvens.
  • João Pessoa (PB): mínima de 23°C e máxima de 30°C, com muitas nuvens.
  • Recife (PE): mínima de 24°C e máxima de 32°C, com muitas nuvens.
  • Maceió (AL): mínima de 24°C e máxima de 31°C, com muitas nuvens.
  • Aracaju (SE): mínima de 25°C e máxima de 31°C, com muitas nuvens.
  • Salvador (BA): mínima de 23°C e máxima de 31°C, com muitas nuvens.

 

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Posso votar em outra zona ou em outra escola? Entenda

Os eleitores brasileiros voltarão às urnas no próximo dia 25 para o segundo turno da eleição presidencial e para a disputa pelo governo estadual em cinco estados e no Distrito Federal.

Em regra, o eleitor votará no segundo turno no mesmo local em que participou do primeiro. Quem solicitou transferência temporária, porém, precisa conferir para quais turnos a mudança foi autorizada: o endereço utilizado em 4 de outubro pode ser diferente.

A atenção deve ser maior para quem pediu voto em trânsito ou outra modalidade de transferência temporária. Essas solicitações podem abranger apenas o primeiro turno, somente o segundo ou ambos, conforme a habilitação do eleitor.

O prazo para solicitar o voto em trânsito terminou em 20 de agosto, tanto para o primeiro quanto para o segundo turno. Desde então, não é possível alterar ou cancelar a habilitação para essa modalidade.

A Justiça Eleitoral recomenda consultar novamente o endereço, a zona e a seção eleitoral antes de ir às urnas. As informações estão disponíveis no aplicativo e-Título e no Autoatendimento Eleitoral do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Além disso, o TSE alterou, na segunda-feira (19), o endereço de algumas seções eleitorais para o segundo turno. As mudanças ocorreram por motivos como reformas, problemas estruturais, dificuldades de acessibilidade e danos provocados por fortes chuvas.

Isso não significa que todos os eleitores tiveram seus locais de votação modificados. As alterações são feitas conforme as necessidades identificadas pelas zonas eleitorais responsáveis por cada município.

Para saber se o local de votação mudou, a consulta pode ser feita pelo aplicativo e-Títulol, pelo Autoatendimento Eleitoral e pelo assistente virtual (ChatVote). O Tribunal Superior Eleitoral também disponibiliza informações sobre as seções alteradas na página de estatísticas eleitorais.

 

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O que acontece se Flávio Bolsonaro e Lula empatarem nas urnas, no 2º turno?

O Brasil tem mais de 158 milhões de eleitores aptos a votar no segundo turno, no próximo domingo (25 de outubro). Os brasileiros terão de escolher entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O primeiro turno foi marcado por uma diferença de 1,8 ponto percentual entre os dois candidatos, considerando os votos totais, o que representa pouco mais de 2,2 milhões de votos.

Para o segundo turno, o último levantamento do Datafolha divulgado nesta quinta-feira (22) projetou um empate numérico, com 50% das intenções de voto para cada candidato.

Embora um empate numérico absoluto na apuração das urnas seja um cenário estatisticamente quase impossível, exigindo que ambos obtenham exatamente a mesma quantidade de votos em um universo de dezenas de milhões de eleitores, a legislação brasileira prevê um critério de desempate para eleições majoritárias.

A regra é determinada pelo Artigo 77, no 5º parágrafo da Constituição Federal, que estabelece: em caso de empate entre os candidatos no segundo turno, é considerado eleito o candidato mais idoso

O cálculo para determinar a vitória em um eventual empate considera exclusivamente os votos válidos, isto é, aqueles destinados a uma das candidaturas registradas. Votos em branco e votos nulos são desconsiderados e não entram na contabilização da maioria nem na verificação de empate.

Caso Lula e Flávio terminem a votação com exatamente o mesmo número de votos válidos, Lula seria declarado vencedor pela regra etária. O atual presidente tem 80 anos, enquanto o senador tem 45.

A regra, contudo, só é acionada em caso de igualdade matemática perfeita. A vantagem de um único voto válido a favor de qualquer uma das candidaturas já é suficiente para definir o próximo presidente do Brasi

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Com quais documentos posso votar? Veja o que levar para a urna

No segundo turno das eleições de 2026, marcado para o próximo domingo (25), os eleitores deverão apresentar um documento oficial com foto para se identificar na seção eleitoral. Também é possível utilizar o aplicativo e-Título, desde que ele exiba a fotografia do eleitor.

A apresentação do título de eleitor impresso não é obrigatória. O importante é levar um documento aceito pela Justiça Eleitoral que permita confirmar a identidade.

De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), são aceitos os seguintes documentos, inclusive em formato digital quando disponível:

  • Carteira de identidade (RG) ou Carteira de Identidade Nacional (CIN);

  • Carteira Nacional de Habilitação (CNH);

  • Passaporte;

  • Certificado de reservista;

  • Carteira de trabalho física;

  • Carteira de identidade social;

  • Carteira profissional emitida por conselho de classe ou outra categoria reconhecida por lei;

  • Aplicativo e-Título com fotografia do eleitor.

Posso votar usando o e-Título?

Sim. O aplicativo da Justiça Eleitoral pode ser usado como documento de identificação, mas é necessário que a foto do eleitor esteja disponível na tela. Isso ocorre quando a pessoa tem a biometria cadastrada e validada pela Justiça Eleitoral.

Quem não tem a fotografia no aplicativo deve apresentar outro documento oficial com foto. Por isso, a recomendação é abrir o e-Título antes de sair de casa e conferir se a imagem aparece corretamente.

Posso votar com documento vencido?

Sim. Documentos oficiais com foto podem ser aceitos mesmo que estejam com a validade expirada, desde que seja possível confirmar a identidade do eleitor. A regra está prevista na Resolução nº 23.759/2026 do TSE.

Quais documentos NÃO são aceitos?

A carteira de trabalho digital não pode ser usada como documento de identificação na votação. Também não são aceitas certidões de nascimento ou de casamento, porque esses documentos não comprovam a identidade por meio de fotografia.

Preciso levar o título de eleitor?

Não. O título impresso não é obrigatório se o eleitor apresentar um documento oficial com foto aceito pela Justiça Eleitoral. O e-Título pode substituir esse documento quando exibir a fotografia do eleitor.

Eleições 2026: veja as principais datas do ano eleitoral

 

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É obrigatório votar no 2º turno? Veja as regras eleitorais

Mais de 125 milhões eleitores compareceram às urnas no primeiro turno das eleições deste ano, ou seja, 78,92% do eleitorado apto. Como o voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos, é esperado que boa parte desses eleitores retornem às cabines de votação no segundo turno, marcado para o próximo domingo (25).

Segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), cada turno é considerado uma eleição diferente para efeito de comparecimento às urnas, dessa forma, quem está no grupo cujo voto é obrigatório deve comparecer às urnas no segundo turno, independente de ter votado ou não no início do mês.

A regra também vale para quem não votou no primeiro turno. A ausência na primeira etapa não impede a participação na segunda, desde que a situação eleitoral esteja regular e o título não esteja cancelado ou suspenso.

Voto facultativo e cadastro biométrico

O voto não é obrigatório somente para os analfabetos, para quem tem 16 e 17 anos e para os maiores de 70 anos.

A Justiça Eleitoral também reforça que o cadastro biométrico não é necessário para votar desde que o eleitor compareça à seção portando um documento oficial com foto e que o título esteja regular.

Não vai conseguir votar? Veja como justificar

Neste ano, o prazo para justificar a ausência no primeiro turno termina em 3 de dezembro. Quem não votar no segundo tem até 8 de janeiro de 2027 para apresentar uma justificativa.

O processo pode ser feito pelo aplicativo e-Título, entre 8h e 17h do dia da votação. Também é possível preencher o Requerimento de Justificativa Eleitoral e entregá-lo em uma mesa receptora de votos ou de justificativas, apresentando um documento oficial com foto.

Quando a justificativa é apresentada no dia da eleição, não é necessário comprovar o motivo de não ter comparecido às urnas.

Os eleitores podem justificar ausência quantas vezes forem necessárias.

A ausência em três eleições consecutivas — considerando que, para a Justiça Eleitoral, cada turno representa uma votação — sem o pagamento de multas ou apresentação de justificativas pode levar ao cancelamento da inscrição.

Eleições 2026: veja as principais datas do ano eleitoral

 

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Datafolha mostra empate absoluto entre Lula e Flávio Bolsonaro a três dias da eleição

A corrida pela Presidência da República alcançou um cenário de igualdade numérica na reta final do segundo turno. Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22/10) atribuiu 50% dos votos válidos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e 50% ao senador Flávio Bolsonaro (PL). A eleição ocorrerá no domingo (25/10).

O levantamento confirmou a redução da diferença entre os candidatos ao longo das últimas semanas. Na primeira rodada do segundo turno, Flávio registrou 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula. Na pesquisa seguinte, os percentuais passaram para 51% e 49%, respectivamente. Agora, ambos aparecem com 50%.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O instituto ouviu 2.520 eleitores em 154 municípios, entre terça-feira (20/10) e quinta-feira (22/10). O levantamento foi encomendado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09709/2026.

O presidente alcançou 46% das intenções de voto no cenário que considera todos os entrevistados, um ponto acima dos 45% registrados na semana anterior. Flávio permaneceu com 47%, enquanto os votos brancos e nulos recuaram de 6% para 5%. Os indecisos continuaram em 2%.

As oscilações ocorreram dentro da margem de erro e não permitem afirmar que houve mudança efetiva na preferência do eleitorado. A pesquisa representa o comportamento dos entrevistados no período da coleta, sem antecipar o resultado das urnas.

Entre os entrevistados que declararam participação na votação de 4 de outubro, Flávio alcançou 51% dos votos válidos, enquanto Lula registrou 49%.

O recorte destacou a importância da participação eleitoral no segundo turno, após uma abstenção superior a 21% na primeira etapa da disputa. A capacidade de atrair eleitores ausentes poderá alterar a composição do eleitorado que comparecerá às urnas.

Na modalidade espontânea, sem apresentação prévia dos nomes dos concorrentes, Flávio obteve 47% das intenções de voto, ante 46% de Lula. Os percentuais repetiram os resultados da semana anterior.

O número de entrevistados sem candidato definido nessa modalidade passou de 3% para 4%. Apesar disso, 94% dos participantes afirmaram que já decidiram em quem votar.

Entre os eleitores de Lula, esse índice chegou a 96%. No grupo de apoiadores de Flávio, alcançou 95%.

Embora as intenções de voto estejam numericamente empatadas, a percepção sobre o desfecho da eleição apresentou diferença expressiva.

Segundo o Datafolha, 53% dos entrevistados acreditam na vitória de Flávio Bolsonaro, enquanto 39% esperam a reeleição de Lula. Outros 8% não souberam responder.

A expectativa dos entrevistados sobre quem vencerá não corresponde à intenção de voto nem constitui previsão estatística do resultado eleitoral.

A pesquisa também investigou as razões que orientam o voto. Para 73% dos entrevistados, a decisão decorre da preferência pelo candidato escolhido. Outros 18% afirmaram que pretendem votar principalmente para impedir a vitória do adversário.

Entre os eleitores de Lula, 81% apontaram a preferência pelo presidente como principal motivação, contra 13% que declararam voto de oposição a Flávio.

No eleitorado do senador, 65% afirmaram escolher o candidato por considerá-lo a melhor opção, enquanto 23% indicaram a intenção de derrotar Lula.

O levantamento identificou diferenças regionais importantes. No Sudeste, região que concentra 42% do eleitorado nacional, Flávio registrou 51% das intenções de voto totais, contra 41% de Lula.

No Sul, o senador alcançou 58%, enquanto o presidente apareceu com 33%. Entre os evangélicos, os percentuais foram de 69% para Flávio e 26% para Lula.

O presidente manteve vantagem no Nordeste, com 65% das intenções de voto, ante 30% do adversário. Entre os eleitores de menor renda, Lula registrou 54%, contra 39% de Flávio. No segmento de menor escolaridade, os índices foram de 53% e 40%, respectivamente.

Flávio ampliou sua presença entre as mulheres, grupo que representa 51% do eleitorado. O senador passou de 40% para 44% das intenções de voto, enquanto Lula permaneceu com 49%.

Entre os homens, que correspondem a 49% dos eleitores, o presidente avançou de 40% para 44%. Flávio oscilou de 52% para 50%.

Os resultados indicaram aproximação numérica entre os candidatos nos dois segmentos, embora as variações isoladas não comprovem mudanças fora da margem de erro.

A rodada do Datafolha ocorreu após uma sequência de acontecimentos políticos que marcaram a campanha presidencial.

Lula intensificou a divulgação de medidas governamentais, entre elas a antecipação do Bolsa Família. A aprovação do fim da escala de trabalho 6×1 pelo Senado também integrou o debate político da reta final.

Flávio concentrou parte de sua estratégia na campanha eleitoral, nas críticas ao governo e nas mobilizações de rua associadas ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

Os dois candidatos participaram do debate promovido pela Band no domingo (18/10), marcado por confrontos diretos e acusações recíprocas.

Lula e Flávio chegaram à disputa decisiva após um primeiro turno de diferença reduzida. O senador conquistou 47,03% dos votos válidos em 4 de outubro, enquanto o presidente recebeu 45,16%.

A igualdade numérica identificada pelo Datafolha nesta quinta-feira reforçou o cenário de disputa equilibrada a três dias da votação. O resultado definitivo dependerá dos votos depositados nas urnas no domingo (25/10).

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Quando acontece o 2º turno? Veja todos os detalhes sobre a votação

A segunda rodada das eleições 2026 acontece no próximo domingo (25) e, além da disputa pelo governo de cinco estados, elegerá o Presidente da República pelos próximos quatro anos, vaga disputada pelo o senador, Flávio Bolsonaro (PL) e o atual presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O 2º turno acontece das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. A partir das 17h, as seções eleitorais não podem mais permitir a entrada de novos eleitores, mas a votação continua até que os votantes que ainda estiverem na fila tenham votado.

Neste ano, sete municípios devem escolher prefeito e vice-prefeito via eleições suplementares. Confira quais são aqui.

O que levar

Para votar é obrigatório apresentar um documento oficial com foto como RG, CNH, passaporte ou certificado de reservista, sendo aceito também a versão digital desses documentos.

O título de eleitor e o e-Título também são documentos aceitos, desde que tenham uma foto do eleitor. A carteira de trabalho também é aceita, mas apenas na sua versão física, já que a versão digital não apresenta foto. Certidões de nascimento ou de casamento não são aceitas.

Para garantir uma votação sem dúvidas, é permitido levar uma “colinha” com o número do seu candidato anotado em um papel e consulta-la na cabine de votação.

O que é proibido

No dia da votação é proibido entrar na urna com celular, óculos inteligentes, câmera fotográfica, filmadora ou qualquer dispositivo eletrônico que coloque em risco o sigilo do voto.

Antes de entrar na cabine de votação, o eleitor é orientado por um voluntário a deixar qualquer dispositivo eletrônico em uma mesa próxima até que ele termine de votar.

Qual a ordem de votação?

Nos municípios com eleição suplementar para a Prefeitura, o primeiro voto é para prefeito e, em seguida, para presidente. Cada candidato tem um número de dois dígitos.

Enquanto nos estados onde candidatos a governador foram ao segundo turno, o primeiro voto é para governador e, em seguida, para presidente. Cada candidato tem um número de dois dígitos.

Quando sai o resultado?

A divulgação da apuração das urnas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) começa a partir das 17h, e será possível acompanhar em tempo real pelo site e pelo canal oficial da CNN Brasil no YouTube.

*Sob supervisão de João Ker

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