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40,000 tons of Russian diesel are bound for New York—due four days after Americans vote

The DF Peak crude oil tanker, part of Russia's shadow fleet. Photo: VesselFinder

A Malta-flagged tanker carrying Russian diesel is heading for New York after the fuel deal between US President Donald Trump and Russian President Vladimir Putin, Reuters reported in an exclusive on 23 October, citing LSEG shipping data. Two weeks earlier, the US Treasury temporarily waived sanctions on Russian diesel.

The tanker is due in the US on 7 November, four days after Americans vote in the midterms. So the first US-bound cargo cannot reach American pumps before the election. Energy analysts also doubt the deal will lower diesel prices meaningfully. US fuel prices rose mainly because the war with Iran disrupted shipping through the Strait of Hormuz. Trump, however, has blamed Ukraine’s strikes on Russian refineries.

Loaded on the day Moscow promised

The medium-sized tanker Agioi Fanendes took on 40,000 metric tons of ultra-low sulfur diesel at the Baltic port of Primorsk on 22 October, shipping data showed. In March, Ukraine’s General Staff said its drones hit the Transneft oil terminal at that same port.

A day before the loading, Russian Deputy Prime Minister Alexander Novak announced that the first tanker would sail for the US on 22 October. He pledged more shipments and said Russia would meet US needs within its capabilities.

A Russian oil tanker, illustrative image. Photo via Wikimedia.
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Russia resumes diesel exports to Türkiye, Brazil, after Trump lifts sanctions on fuel supplies, boosting Moscow’s war revenue – Reuters

From a pledge to a partial lift

On 9 October, Trump wrote that Russia would immediately supply over 300,000 tons of diesel “to the American and Global Marketplace.” Another 500,000 tons would follow in November, then 1 million tons “immediately thereafter.”

Moscow had banned diesel exports on 8 July, after Ukrainian drone strikes shut down refineries and caused fuel shortages inside Russia. The Russian government stated on 10 October that it had partially lifted the ban, clearing 500,000 tons for the world market at this stage. Russian diesel shipments to Türkiye and Brazil have since resumed, boosting Moscow’s war revenue.

Trump has made other moves to cut diesel prices before the vote, Reuters reported. He waived parts of a new sanctions law against Russia. He also threatened Europe with a US diesel export ban unless countries released more fuel from their emergency reserves.

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IFP: preço do frete sobe 13% em um ano, mas cai 5,2% no trimestre

O preço médio do frete rodoviário no mercado spot atingiu R$ 0,396 por tonelada por quilômetro no terceiro trimestre de 2026, alta de 13% na comparação com o mesmo período de 2025 (R$ 0,350).

Em relação ao segundo trimestre de 2026, no entanto, houve queda de 5,2%. Os dados são do IFP (Índice Frete.com de Preços), divulgado no relatório Frete Insights.

No trimestre, a quantidade de fretes publicados na plataforma Frete.com ficou 18% abaixo do registrado um ano antes – quando o indicador alcançou o maior nível da série analisada – e 19% acima do volume do trimestre imediatamente anterior.

Segundo o relatório, a alta anual de 13% ocorre sobre uma base de comparação em que o IFP estava no ponto mais baixo da série recente no terceiro trimestre de 2025. Os preços subiram no fim de 2025 e permaneceram elevados ao longo de 2026.

Entre os fatores associados a esse movimento, o estudo cita o encarecimento do diesel S-10 (cerca de 15% na comparação anual) e a estabilidade da relação de fretes por motorista, mesmo com a redução do volume publicado.

Ao longo do trimestre, o ritmo de aumento ante 2025 desacelerou: a variação passou de 17% em julho para 12% em agosto e 10% em setembro. Na leitura mensal, o IFP foi de R$ 0,403/t/km em julho, caiu 3,0% em agosto para R$ 0,391/t/km e avançou 0,8% em setembro para R$ 0,394/t/km.

O preço médio do diesel chegou a R$ 7,01 por litro no terceiro trimestre de 2026, ante R$ 6,09 no mesmo período de 2025 (+15,1%), variação acima da do frete (+13,1%).

Já frente ao segundo trimestre de 2026, o diesel ficou praticamente estável (-0,6%) enquanto o frete recuou 5,2%, movimento que, segundo o relatório, indica compressão das margens operacionais de transportadores autônomos.

O agronegócio respondeu por 47,3% dos fretes publicados no trimestre, com queda de 27,1% em relação ao terceiro trimestre de 2025 e alta de 31,1% ante o segundo trimestre de 2026.

O relatório atribui a retração anual principalmente ao encerramento da janela de escoamento da soja e à região Sul, enquanto a recuperação trimestral foi associada ao avanço de fretes de milho (+165,3%) e fertilizantes (+108,2%), apesar da queda de soja (-40,0%) na mesma comparação trimestral.

Na distribuição regional, todas as regiões tiveram queda anual no volume publicado, com recuos de 36% no Sul e 33% no Norte. O Sudeste registrou redução de 4,4%, mas ampliou sua participação no total monitorado de 37% para 43%.

Entre os estados, São Paulo, Minas Gerais e Goiás concentraram 51% dos fretes publicados, com participações de 21,83%, 18,13% e 11,04%, respectivamente.

Por perfil de veículo, todas as carrocerias tiveram reajustes positivos na comparação anual. A categoria Caçamba liderou a alta (+21,5%, a R$ 0,322/ton/km), seguida pelo Graneleiro (+15,2%, a R$ 0,349/ton/km).

Frente ao trimestre anterior, as maiores quedas foram observadas nas categorias Baú (-7,3%, R$ 0,612/ton/km) e Sider (-7,6%, R$ 0,512/ton/km).

O indicador de Carga por Caminhão apontou Minas Gerais como o Estado de maior intensidade de demanda no terceiro trimestre, com 5,58 solicitações por motorista, seguido por São Paulo (5,06) e Goiás (4,84).

Na análise por corredores, a rota Unaí (MG) – Araguari (MG) registrou a maior densidade, com 9,16 solicitações por veículo.

O relatório afirma que a leitura apenas por médias estaduais pode levar a erros de precificação e cita que, apesar de São Paulo ter média agregada elevada, rotas de saída do polo paulista com destino ao Nordeste operam com maior oferta de veículos e tarifas em acomodação.

O Frete Insights informa que analisa contratações pontuais do mercado spot em operações de carga cheia (FTL) para todos os tipos de caminhões.

Os valores correspondem aos preços publicados para motoristas autônomos e incluem pedágio, seguro e taxas operacionais, abrangendo cargas a granel e gerais e excluindo cargas especiais.

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