18h. Vigília contra despejo marcado para esta hora em Lisboa



A bolsa de Lisboa fechou esta sexta-feira, 23 de outubro no ‘verde’, com o PSI a subir 0,07% para 9.244,62 pontos, sustentada pelos ganhos da Galp Energia, que avançou 3,42%, num dia misto nas restantes praças europeias.
Das 16 cotadas que integram o índice de referência nacional, oito fecharam em terreno positivo e as restantes oito no ‘vermelho’.
A Galp Energia terminou a última sessão da semana a subir, 3,42% para 22,96 euros, liderando os ganhos do PSI e beneficiando da subida dos preços do petróleo.
Com ganhos superiores a 1% estiveram ainda a Ibersol, que somou 1,78% para 10,30 euros, e a Corticeira Amorim, que ganhou 1,62% para 6,90 euros.
Pelo setor energético, além da Galp Energia, a REN valorizou 0,14% para 3,54 euros.
A terminar com ganhos estiveram ainda a Sonae SGPS, que somou 0,71% para 2,14 euros, a Mota-Engil, que subiu 0,36% para 4,49 euros, e a NOS, que ganhou 0,10% para 5,16 euros.
No polo oposto, a Navigator liderou as perdas, tendo recuado 3,16% para 2,94 euros.
Com perdas superiores a 1% estiveram ainda os CTT, que caíram 1,19% para 5,41 euros, bem como a EDP, que cedeu 1,05% para 4,69 euros.
Além da EDP, entre os ‘pesos pesados’ que terminaram com perdas, o BCP recuou 0,80% para 1,06 euros, a EDP Renováveis, desvalorizou 0,34% para 11,82 euros, enquanto a Jerónimo Martins perdeu 0,22% para 18,38 euros.
Ainda a fechar no ‘vermelho’ esteve a Teixeira Duarte, que caiu 0,93% para 0,43 euros, e a Semapa, que perdeu 0,52% para 19,10 euros.
Nas restantes principais praças europeias, o alemão DAX caiu 0,75%, o francês CAC-40 perdeu 0,36% e o britânico FTSE 100 desceu 0,32%, ao passo que o espanhol IBEX-35 somou 0,40%.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

De 23 a 25 de outubro é tempo de celebrar o 3.º aniversário do Museu de Arte Contemporânea do Centro Cultural de Belém (MAC/CCB), em Lisboa. A entrada é livre e o leque de propostas não podia ser mais eclético.
Ângela Ferreira, artista visual reconhecida internacionalmente pelo seu trabalho na interseção das artes plásticas, arquitetura e história colonial, traz ao museu a exposição “Here I Stand”, que transborda até à praça do CCB com uma obra de grande dimensão, Zip Zap Circus School, que será ativada pela Escola de Circo do Chapitô, sexta-feira 23, a partir das 19h30.
Antes disso, às 18h00, a artista estará à conversa com a curadora e diretora artística do MAC/CCB, Nuria Enguita. Oportunidade para conhecer melhor o percurso e a obra de uma das mais importantes artistas portuguesas contemporâneas.
O serão de sexta-feira completa-se com o DJ set de Party Smith, e, no sábado, terá lugar o primeiro concerto do “Ciclo de Música Discreta”, que organiza oito artistas em duplas para criarem ambientes únicos inspirados nas obras e no espaço onde estão expostas. Nkisi, DJ, produtora e artista visual nascida no Congo e criada na Bélgica, junta-se a Gonçalo F. Cardoso, músico itinerante e artista sonoro, para darem corpo a um site-specific sonoro.
As conversas também estarão em destaque nestes três dias de festa. Sábado, 24 de outubro, às 15h00, a curadora Marta Mestre, o Colectivo FACA (Andreia Coutinho e Maribel Mendes Sobreira) e Ícaro Lira, vão dar pistas sobre o universo de trabalho e prática artística de Frida Orupabo, no contexto da exposição “Cloud Of Confusion”, a primeira individual da artista em Portugal, e que pode ser vista no MAC/CCB até dia 1 de novembro.
E visitas guiadas, claro. Serão várias (11:30, 12:00, 12:30, 14:30, 17:00 e 17:30) nos dias 24 e 25. Uma proposta da equipa de Educação e Mediação para os visitantes descobrirem, em 30 minutos, diversas coleções do museu. A par das atividades em família, com epicentro na Sala Lúdica. E da apresentação dos mais recentes catálogos dedicados às exposições “Terra Crua”, “Olhos Múltiplos”, “Cloud of Confusion” e “May I Help You? Posso Ajudar?” Artes e Artistas da década de 1970 em diante.
E ainda uma palestra de António Guerreiro, com apresentação da diretora artística do MAC/CCB, Nuria Enguita. O que pode a crítica iluminar sobre as dúvidas que nos assaltam? No encerramento do 3.º aniversário do MAC/CCB, às 17h00, o repto lançado a António Guerreiro é esclarecer o público sobre a dimensão crítica da arte face ao conformismo temático.
Veja aqui o programa completo do 2.º aniversário do MAC/CCB.





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