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The Kremlin says a first tanker of Russian diesel sets sail for the U.S. despite Ukraine's protests

Dados mostram que diesel russo está sendo exportado para os EUA após acordo
Um petroleiro com bandeira de Malta, transportando 40.000 toneladas métricas de diesel russo, está a caminho de Nova York após um acordo com o presidente dos EUA, Donald Trump, segundo dados divulgados pela LSEG nesta sexta-feira (23).
Trump tomou várias medidas na esperança de reduzir os preços do diesel antes das eleições de meio de mandato dos EUA, em 3 de novembro, incluindo a suspensão de partes de uma nova lei de sanções contra a Rússia e a ameaça à Europa de proibir a exportação de diesel dos EUA, a menos que os países liberassem mais quantidades de suas reservas de emergência.
O petroleiro de médio porte Agioi Fanendes foi carregado com 40.000 toneladas métricas de diesel com teor ultrabaixo de enxofre no porto russo de Primorsk, no Báltico, em 22 de outubro, de acordo com dados de navegação. A previsão é que ele chegue aos Estados Unidos em 7 de novembro.
A Rússia concordou em suspender a proibição autoimposta às exportações de diesel e fornecer o combustível aos mercados globais, incluindo os EUA, após o acordo firmado entre o presidente russo, Vladimir Putin, e Trump.
Trump anunciou em 9 de outubro que a Rússia exportaria imediatamente 300.000 toneladas métricas, ou 2,25 milhões de barris, seguidas por 500.000 toneladas em novembro e 1 milhão de toneladas “imediatamente depois”.
A Rússia poderá aumentar as exportações de diesel para entre 3 milhões e 3,5 milhões de toneladas por mês até o final do ano, volume habitual de exportação do combustível pelo país, afirmou o vice-primeiro-ministro Alexander Novak na semana passada.
Na semana passada, cargas de diesel para exportação foram embarcadas no porto russo de Primorsk, no Báltico, mas seus destinos finais não estão claros, com a maioria dos navios indicando Gibraltar, a costa atlântica ou Port-Said, de acordo com dados de transporte marítimo da LSEG.
Desde que o embargo total da UE à importação de derivados de petróleo russos entrou em vigor em fevereiro de 2023 devido à guerra na Ucrânia, a Rússia tem exportado diesel principalmente para o Brasil e a Turquia, bem como para alguns países africanos.
Análise: Tensões entre Trump e Zelensky ameaçam apoio dos EUA à Ucrânia
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- Carburanti, fare il pieno costa (ancora) caro: il diesel tocca 2,30 euro in autostrada
Carburanti, fare il pieno costa (ancora) caro: il diesel tocca 2,30 euro in autostrada
Benzina e gasolio restano sopra i due euro al litro nei prezzi medi nazionali del self-service. Secondo le rilevazioni del Ministero delle Imprese e del Made in Italy di venerdì 23 ottobre, il diesel costa mediamente 2,260 euro al litro sulla rete stradale, contro i 2,022 euro della benzina. In autostrada i prezzi sono ancora più alti.
Il divario tra benzina e diesel supera i 23 centesimi al litro e si allarga in autostrada
Fare rifornimento di gasolio costa mediamente quasi 24 centesimi al litro in più rispetto alla benzina. È quanto emerge dagli ultimi dati dell’Osservatorio sui prezzi dei carburanti del Mimit, aggiornati a venerdì 23 ottobre 2026. Sulla rete stradale nazionale, il prezzo medio in modalità self-service si attesta a 2,022 euro al litro per la benzina e a 2,260 euro per il gasolio.
La spesa aumenta per chi si rifornisce in autostrada, dove la benzina raggiunge i 2,045 euro al litro, mentre il diesel arriva a 2,300 euro. Rispetto alla rete stradale ordinaria, la differenza è di 2,3 centesimi al litro per la benzina e di 4 centesimi per il gasolio.
Per un rifornimento ipotetico da 50 litri, ai prezzi medi nazionali il costo è di 101,10 euro per la benzina e di 113 euro per il gasolio. In autostrada, per la stessa quantità, la spesa sale rispettivamente a 102,25 e 115 euro.
I valori diffusi dal Ministero si riferiscono esclusivamente alla modalità self-service e rappresentano medie nazionali, non i prezzi praticati da ogni singolo distributore.
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Trump announces he’ll use Defense Production Act to increase domestic gas production

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- Kansas Sen. Roger Marshall in debate blames Ukraine war, not Iran war, for high diesel prices
Kansas Sen. Roger Marshall in debate blames Ukraine war, not Iran war, for high diesel prices

B16 pode elevar demanda de biodiesel a 11 bilhões de litros em 2027
A demanda por biodiesel no Brasil pode alcançar 11 bilhões de litros em 2027, caso o governo avance com o aumento da mistura obrigatória ao diesel fóssil de B15 para B16 a partir de março.
Nesse cenário, o consumo do biocombustível teria crescimento de até 7% em relação a 2026, segundo estimativas da StoneX.
A perspectiva, no entanto, depende de decisões regulatórias. Os testes para avaliar a viabilidade de elevar a mistura até B20 devem ser concluídos em fevereiro de 2027. Apesar da capacidade da indústria de atender a um aumento do mandato, ainda não há sinalização clara do governo sobre a adoção do B16.
Caso a mistura obrigatória permaneça em 15%, as vendas de biodiesel devem crescer 1,2% em 2027, chegando a 10,43 bilhões de litros.
De acordo com a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), a capacidade de produção de biodiesel deve passar de 51,8 bilhões de litros por dia no fim de 2026 para 55,92 bilhões de litros diários em 2027, alta de 7,9%.
Mesmo com o crescimento esperado das vendas, a capacidade ociosa média do setor pode chegar a 40%.
Óleo de soja ganha espaço
A evolução da mistura obrigatória também terá impacto direto sobre a demanda por matérias-primas, especialmente o óleo de soja, principal insumo da produção nacional de biodiesel.
Se o B15 for mantido, a demanda por óleo de soja deve somar 8,27 milhões de toneladas em 2027. Com a adoção do B16 a partir de março, o volume pode se aproximar de 8,75 milhões de toneladas, e a participação do produto entre as matérias-primas utilizadas na fabricação do biocombustível chegaria a 85,3%.
Dados da ANP citados no levantamento indicam que o óleo de soja respondeu por cerca de 85% da produção de biodiesel, com crescimento de 8,2% em relação a 2025. A competitividade do insumo e a capacidade da indústria de esmagamento de atender ao aumento da demanda favorecem a manutenção dessa participação elevada.
Outras matérias-primas também devem registrar crescimento de volume, mas, segundo a análise, não apresentam a mesma competitividade do óleo de soja.
Vendas de biodiesel crescem em 2026
Para 2026, a StoneX revisou ligeiramente para baixo a estimativa de demanda por biodiesel, de crescimento de 5,7% para 5,6%, mantendo a projeção em 10,3 bilhões de litros.
Entre janeiro e agosto, as vendas totalizaram 6,77 bilhões de litros, alta de 7,2% na comparação anual. O resultado foi impulsionado pelo crescimento da demanda por diesel B e, principalmente, pela mudança da mistura obrigatória de B14 para B15 ao longo do período de comparação.
Em agosto, porém, as vendas ficaram 0,2% abaixo do registrado no mesmo mês de 2025, quando o mandato de B15 já estava em vigor. A expectativa é que essa queda seja pontual, com a retomada do crescimento da demanda por diesel B nos meses seguintes. O pico de vendas de biodiesel é estimado em 955 milhões de litros em outubro.
Os preços também apresentam recuperação. Desde julho, o biodiesel no mercado interno acumulou alta estimada de 7,3%, enquanto o óleo de soja subiu 10% no mesmo intervalo, considerando a referência do interior de Mato Grosso. O encarecimento da matéria-prima e a sazonalidade das vendas podem contribuir para a valorização do biocombustível.
- Euromaidan Press
- From “bad-guy fleet” to “good-guy fleet”: US will let investors buy sanctioned tankers and return them to legal trade
From “bad-guy fleet” to “good-guy fleet”: US will let investors buy sanctioned tankers and return them to legal trade
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Investors who buy idle sanctioned tankers and refit them could put the ships back into legal oil trade, US Energy Secretary Chris Wright said on 19 October, Bloomberg reported. He laid out the plan five days after a US official described it to Reuters.
That official said the aim was to cut record tanker freight rates. The Energy Department added that any relief would not help Russia move its oil. The plan comes weeks before the 3 November midterms, with voters worried about fuel costs after gasoline and diesel prices surged in the Mideast conflict. Yet the shadow fleet is also how Russia sells oil past sanctions, and those sales fund its war against Ukraine. In December 2025, Ukraine’s foreign intelligence counted more than 1,100 tankers serving Russia alone, 226 of them under US sanctions.
An approval process Wright didn’t detail
Many sanctioned tankers sit idle, Wright told Bloomberg’s Annmarie Hordern, and buyers keep approaching the administration offering to fix them up and carry only legal oil.
“We’re going to move some of the ships from what I call the ‘bad-guy fleet’ to the ‘good-guy fleet,’” he said. “They will not carry sanctioned oil anymore.”
The ships must go through an approval process, Wright said, but he gave no criteria. He insisted “there is no removing of sanctions.”
He put the global dark fleet at about 1,600 ships, a count covering vessels that hauled Venezuelan, Iranian, and Russian oil. Dozens or even hundreds could turn legitimate, he said. The ships are no longer needed for Venezuelan oil, Wright said, and no Iranian oil is moving. Russian oil exports, he added, “are certainly not growing.”
Diesel, a waiver, and the tankers
Earlier, on 9 October, the Treasury issued General License 135, allowing some deals in Russian diesel until 7 April 2027. On 16 October, US President Donald Trump waived sanctions and tariffs under the Graham Act, leaving earlier sanctions intact. That law had directed him to review and sanction shadow-fleet vessels. Trump defended the waiver as a way to keep Moscow at the negotiating table.
House Speaker Mike Johnson told Fox News host Larry Kudlow on 18 October that he had asked the White House team to “carefully consider the unintended consequences,” The Hill reported. He added that he thought “the right decision will be made” in the end.
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Preço global do diesel deve permanecer alto, apesar do acordo EUA-Rússia
O acordo do presidente dos EUA, Donald Trump, com a Rússia para fornecimento de diesel aos mercados americano e global não deverá reduzir significativamente os preços do combustível, afirmaram analistas e agentes do mercado, ressaltando que os volumes prometidos são muito pequenos para aliviar a escassez mundial de oferta.
Os preços do diesel dispararam para níveis recordes durante a guerra dos EUA e de Israel contra o Irã, criando um problema político para Trump e seu Partido Republicano, que estão em campanha para manter suas estreitas maiorias no Congresso dos EUA nas eleições de meio de mandato de 3 de novembro.
Críticos da medida de Trump afirmaram que o levantamento das sanções
ao diesel russo poderia ajudar Moscou a financiar novos ataques à Ucrânia, minando anos de esforços para conter as receitas energéticas russas e aumentando o risco de que o Kremlin lucre, enquanto os consumidores obtêm pouco alívio dos preços altos dos combustíveis.
Trump afirmou que a Rússia exportaria imediatamente 300 mil toneladas, ou 2,25 milhões de barris, seguidas por 500 mil toneladas em novembro e 1 milhão de toneladas “imediatamente depois”.
Analistas afirmaram que talvez não seja possível para a Rússia produzir diesel excedente suficiente no curto prazo para atingir essas metas ambiciosas, enquanto um mercado global de petroleiros sobrecarregado também pode dificultar os embarques em tempo hábil.
Analistas também afirmaram que é improvável que os volumes anunciados reduzam significativamente os preços do diesel. Os preços de varejo do diesel nos EUA ultrapassaram US$6 por galão em setembro pela primeira vez na história e permanecem acima desse nível desde então.
Grandes promessas, impacto limitado
Michelle Brouhard, chefe de política e risco geopolítico da Kpler, afirmou que seriam necessários 400 mil barris por dia adicionais de oferta de diesel para aliviar significativamente os preços no mercado atual.
No entanto, o embarque inicial de aproximadamente 2,2 milhões de barris equivaleria a apenas cerca de 73 mil bpd se distribuído ao longo de um mês.
Ela disse que, por si só, esse volume provavelmente não afetaria significativamente os preços globais do diesel.
Caspian Conran, economista-chefe da consultoria Baringa, estimou que o mercado precisaria de um volume adicional de 850.000 bpd para produzir uma queda imediata nos preços.
Trump afirmou inicialmente que a Rússia forneceria diesel imediatamente aos mercados dos EUA e global para ajudar a reduzir os preços dos combustíveis, mas posteriormente disse que as cargas russas seriam liberadas para os mercados globais, em vez de serem enviadas aos EUA. Isso levantou dúvidas sobre se o acordo proporcionará o alívio no abastecimento interno prometido pelo presidente.
“O diesel que Putin iria vender, de uma forma ou de outra, seria disponibilizado ao mercado global”, afirmou o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, no fim de semana. “A única diferença é a quantidade que os EUA iriam receber.”
A porta-voz da Casa Branca, Taylor Rogers, disse que Trump anunciou que “quantidades enormes” de diesel russo abastecerão os mercados globais e reduzirão os preços no país e no exterior.
“O presidente Trump continua a garantir bons acordos, não apenas para os Estados Unidos, mas para o mundo”, afirmou Rogers.
Sistema de refino sob pressão, altas taxas de frete
Não ficou claro se a Rússia poderá aumentar substancialmente as exportações de diesel no curto prazo, devido à disponibilidade limitada para exportação e aos elevados custos de frete.
Dados de transporte marítimo divulgados na terça-feira mostraram que algumas cargas de diesel russo estavam retornando aos seus destinos tradicionais após os EUA suspenderem as sanções e garantirem o fim da proibição de exportação. Pelo menos dois navios-tanque sinalizavam viagens para a Turquia e o Brasil.
Os dados também mostraram que a Rússia retomou os carregamentos de diesel para exportação a partir do porto báltico de Primorsk, após um acordo entre Washington e Moscou para fornecer combustível aos mercados globais.
As interrupções nas exportações de diesel da Rússia — o segundo maior exportador mundial de diesel, atrás apenas dos EUA — e do Oriente Médio atingiram 1,3 milhão de barris por dia em setembro, cerca de 4,5% da demanda global por diesel e gasóleo.
A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) alertou que a escassez pode persistir até 2027.
“Questionamos se as refinarias da Rússia seriam capazes de suportar um aumento nas exportações, considerando que, segundo algumas estimativas, até 45% da capacidade de refino do país está atualmente fora de operação”, disse Mary Melton, analista da empresa de petroleiros Braemar.
Para entregar os volumes anunciados além das exportações existentes, a Rússia precisaria produzir cerca de 384 mil a 509 mil barris por dia de diesel, afirmou a Fundação de Pesquisa em Política Energética em uma nota.
Atualmente, a Rússia produz cerca de 1,4 milhão de barris por dia e consome aproximadamente 1,2 milhão de barris por dia no mercado interno, deixando pouco excedente disponível para exportação.
Traders observaram que o país está importando destilados no momento e carece de produção e volumes excedentes suficientes.
Embora o fim dos ataques possa permitir que as instalações danificadas comecem os reparos e, eventualmente, retornem aos mercados internacionais, fontes afirmaram que é improvável que isso ocorra antes do final do ano — uma visão amplamente compartilhada pelo mercado.
A Ucrânia retomou seus ataques a refinarias russas na semana passada com um ataque a uma unidade na região de Ryazan.
Além disso, as taxas de frete para as exportações russas de petróleo e combustível também subiram acentuadamente em meio a riscos de segurança intensificados no Mar Negro.
Um mercado global de petroleiros restrito também elevou o custo do transporte de cargas.
Muitos proprietários e operadores de petroleiros estão provavelmente relutantes em transportar diesel russo em seus navios, temendo que futuros clientes possam evitar esses navios devido à preocupação de que tenham transportado cargas sujeitas a sanções, disse uma fonte de uma empresa dona de petroleiros.
Embora Trump tenha suspendido temporariamente as sanções dos EUA, outros países ocidentais ainda mantêm sanções em vigor, observou a fonte.
Rússia diz que enviará primeira carga de diesel aos EUA nesta semana
A Rússia enviará seu primeiro navio-tanque com diesel para os Estados Unidos na quinta-feira (22), informou o vice-primeiro-ministro Alexander Novak — segundo o veículo de notícias Vedomosti —, após um acordo firmado com o presidente dos EUA, Donald Trump.
Pequim suspendeu, em 9 de outubro, a proibição que ela mesma havia imposto às exportações de diesel — medida adotada para enfrentar a escassez interna provocada por ataques de drones ucranianos a refinarias — após chegar a um acordo com Trump para fornecer diesel aos mercados globais.
Novak afirmou nesta quarta-feira (21) que a embarcação transportará 40 mil toneladas métricas do combustível, acrescentando que os trâmites burocráticos para o fornecimento estão quase concluídos, segundo relatos da imprensa.
Ele não especificou de qual porto a carga partirá.
“Outros carregamentos virão, naturalmente. Foram firmados acordos entre os dois líderes. Atenderemos às necessidades dos Estados Unidos, na medida de nossas possibilidades”, disse Novak, conforme citado pela agência de notícias RIA.
Trump declarou que a Rússia exportaria, de imediato, 300 mil toneladas métricas — o equivalente a 2,25 milhões de barris —, seguidas por 500 mil toneladas em novembro e 1 milhão de toneladas “logo na sequência”.
Os Estados Unidos exportam cerca de 1,5 milhão de barris de diesel por dia.
O acordo de exportação de diesel entre a Rússia e os EUA provocou uma deterioração acentuada nas relações entre os Estados Unidos e a Ucrânia.
Durante as conversas em São Petersburgo, Witkoff agradeceu a Putin pela suspensão das restrições à exportação.
Putin também mencionou o acordo, observando que os preços globais do diesel caíram entre 5% e 6% após a sua formalização.
“Este é um exemplo de nossa cooperação; quero agradecer por isso”, disse Witkoff em declarações transmitidas pela televisão.
Putin afirmou ainda que os primeiros navios-tanque russos carregados com diesel partirão dentro de dois a três dias.
“Estamos preparando o envio de várias embarcações — navios-tanque — neste momento. Eles partirão um após o outro. A questão financeira deve ser devidamente encaminhada”, disse ele, acrescentando que a Rússia também teria condições de fornecer fertilizantes em “grandes quantidades” ao mercado norte-americano.
Preço do diesel dispara 6,67% em outubro e chega a R$ 7,20, aponta pesquisa
O preço do diesel está entre as principais preocupações do mercado de combustíveis em diferentes países.
No Brasil, pressionado pela volatilidade dos mercados internacionais e pela necessidade de complementar a oferta nacional com importações, o combustível ficou 6,67% mais caro nos primeiros 15 dias de outubro.
Os dados são do IPTL (Índice de Preços Edenred Ticket Log) e mostram que o preço médio do litro do diesel comum chegou a R$ 7,20 no período. O diesel S-10, por sua vez, teve alta de 5,07%, para R$ 7,46 por litro.
Já a gasolina registrou avanço mais moderado, de 0,15%, e foi comercializada a R$ 6,73 por litro.
Na análise por regiões, o Sul registrou as maiores altas na primeira quinzena do mês. O diesel comum subiu 11,70%, para R$ 6,97 por litro, enquanto o S-10 avançou 7,50%, chegando a R$ 7,17.
Apesar das altas, o Sul manteve o menor preço médio do diesel comum entre as regiões, ao lado do Sudeste. A região Sul também registrou a gasolina mais barata do país, com média de R$ 6,43 por litro.
Na outra ponta, o Norte concentrou os maiores preços médios regionais para todos os combustíveis analisados: R$ 7,75 por litro para o diesel comum, R$ 7,80 para o S-10, R$ 5,19 para o etanol e R$ 7,25 para a gasolina.
Entre os estados, Roraima apresentou o maior preço médio do diesel comum, de R$ 8,19 por litro. Minas Gerais, por sua vez, teve o menor valor, de R$ 6,91.
A alta dos preços em boa parte do país ocorre em meio à volatilidade do mercado internacional e à necessidade de importação de diesel. O movimento persiste mesmo após o Ministério da Fazenda anunciar um aumento de R$ 1,40 por litro no subsídio concedido aos importadores de diesel rodoviário.
Com o reajuste, o benefício total passou de R$ 2,12 para R$ 3,52 por litro.
De acordo com a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), o Brasil depende de fornecedores externos para abastecer o mercado doméstico de diesel, uma vez que a capacidade nacional de refino não é suficiente para atender integralmente ao consumo.
“A necessidade de recorrer ao mercado externo para garantir o abastecimento deixa os preços internos mais expostos às oscilações internacionais do combustível e dos custos de frete”, explica Vinicius Fernandes, diretor de Unidades de Negócios da Edenred Mobilidade.
“Por sua relevância para o transporte rodoviário, o diesel é um importante termômetro da atividade logística brasileira, e variações em seu preço podem ter reflexos em diferentes setores da economia.”
Etanol e gasolina
Com a disparada do diesel, outros combustíveis tiveram variações mais moderadas no período. O etanol, embora tenha registrado alta próxima de 4% em alguns recortes, continuou com preços médios inferiores aos do diesel.
O maior preço médio do etanol foi registrado em Sergipe, a R$ 5,54 por litro, enquanto São Paulo apresentou o menor, de R$ 4,03. Mato Grosso teve a maior alta estadual, de 3,96%, com preço médio de R$ 4,20. Já o Rio Grande do Norte registrou a maior queda, de 5,07%, para R$ 5,06 por litro.
No caso da gasolina, os preços médios variaram de R$ 7,64 por litro, em Roraima, a R$ 6,28, no Rio Grande do Sul. Pernambuco teve a maior alta, de 2,46%, para R$ 7,08, enquanto o Rio Grande do Norte registrou a maior queda, de 3,02%, chegando a R$ 6,74 por litro.
Entenda se mais etanol na gasolina pode reduzir preço do combustível
Russia Sees First Diesel Cargo Sailing for US on Thursday
Cyprus fuel prices jump 24.6 per cent in September as Keravnos urges caution
Fuel prices in Cyprus rose by 24.6 per cent year-on-year in September, accelerating from 19.1 per cent in August, according to Eurostat figures published on Wednesday, as Finance Minister Makis Keravnos warned that the government was focused on containing costs rather than achieving major price reductions.
The increase in the prices of fuels and lubricants for personal transport in Cyprus was below the European Union average of 31.4 per cent, but still reflected the continuing pressure on motorists as energy costs climbed across the bloc.
On a monthly basis, petrol prices in Cyprus rose by 3.8 per cent between August and September, the smallest increase recorded among EU member states.
The rise compared with an EU-wide increase of 6.7 per cent over the same period, while diesel prices across the bloc increased by 5.9 per cent.
The latest figures come as the government faces questions over whether its cost-of-living measures are sufficient to offset rising energy prices.
“Containing fuel prices rather than achieving major decreases is the government’s current policy,” Keravnos said on Tuesday.
Speaking on the sidelines of an event marking European Statistics Day, the finance minister said the authorities were monitoring the impact of recently announced support measures.
An initial assessment by the Consumer Protection Service had found that prices of some essential goods had fallen by 5 per cent, he said.
However, when asked whether rising energy prices had already offset the relief provided by those measures, Keravnos cautioned against expecting substantial reductions.
“Under the circumstances, one should not expect significant decreases,” he said.
Fuel prices rise across Europe
Eurostat reported that EU prices for fuels and lubricants used in personal transport increased by 31.4 per cent in September compared with the same month in 2025.
This followed annual increases of 16.9 per cent in July and 23.8 per cent in August, marking a further acceleration in fuel-related inflation.
Annual increases in September were higher than those recorded in both July and August in 26 of the bloc’s 27 member states.
Bulgaria recorded the largest annual increase, at 42.2 per cent, followed by Estonia at 40.6 per cent and Lithuania at 40.2 per cent.
A further 12 countries registered increases exceeding 30 per cent, with rises ranging from 37.5 per cent in the Czech Republic to 30.3 per cent in Portugal.
Hungary recorded the smallest annual increase, at 6.9 per cent, followed by Ireland at 17.7 per cent and Sweden at 19.9 per cent.
Diesel and petrol costs climb
On a monthly basis, diesel prices across the EU increased by 5.9 per cent in September, slowing from the 8.3 per cent rise recorded in August.
Petrol prices, meanwhile, accelerated, rising by 6.7 per cent in September compared with a 3.3 per cent increase in August.
Diesel prices increased in 26 EU countries between August and September, with the largest rises recorded in Sweden at 12.8 per cent, Latvia at 10.3 per cent and Poland at 9.7 per cent.
The smallest increases were recorded in Spain at 2.4 per cent, Croatia at 2.5 per cent and Romania at 3 per cent.
Petrol prices also rose in 26 member states over the month.
Sweden recorded the largest increase, at 13.8 per cent, followed by Poland at 9.7 per cent and Estonia at 9.5 per cent.
Cyprus registered the smallest monthly increase in petrol prices, at 3.8 per cent, followed by Romania at 4.2 per cent and Slovenia at 4.6 per cent.
The figures underline the continuing pressure on household transport costs, even as the pace of monthly increases differs considerably between member states.
For Cyprus, the latest data provide a mixed picture, with annual fuel-related inflation remaining substantial but the monthly rise in petrol prices among the lowest in the EU.

- teleSUR Español
- Venezuela se posiciona como centro estratégico de suministro al transporte marítimo en el Caribe
Venezuela se posiciona como centro estratégico de suministro al transporte marítimo en el Caribe
- Euromaidan Press
- Russia resumes diesel exports to Türkiye, Brazil, after Trump lifts sanctions on fuel supplies, boosting Moscow’s war revenue – Reuters
Russia resumes diesel exports to Türkiye, Brazil, after Trump lifts sanctions on fuel supplies, boosting Moscow’s war revenue – Reuters
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Russian diesel shipments are returning to Türkiye and Brazil after Moscow lifted its export ban and the US temporarily suspended sanctions on Russian fuel supplies, Reuters reported on 20 October, citing shipping data from Kpler and LSEG.
The resumption of exports gives Russia another source of revenue to support its war against Ukraine, allowing Moscow to profit from fuel sales despite the domestic shortages that prompted its export ban. The US sanctions relief is helping Russia restore access to international buyers while its full-scale invasion continues.
According to Reuters, at least two tankers carrying Russian diesel have departed the Baltic port of Primorsk for Türkiye and Brazil in recent days. Each vessel is carrying around 300,000 barrels, according to Kpler data cited by Reuters. Morocco has also resumed importing Russian diesel since the export ban was lifted.
Russia ended its self-imposed diesel export ban on 9 October after reaching a deal with US President Donald Trump to resume fuel supplies to global markets. Moscow had introduced the ban to address domestic shortages triggered by Ukrainian drone attacks on Russian oil refineries.
Those supply problems have not been resolved, but the US temporarily lifted sanctions on Russian fuel supplies as part of the deal, allowing Moscow to prioritize export opportunities despite domestic shortages. EU and UK embargoes on Russian fuel imports remain in force.
Russian diesel exports remain below last year's levels
Russian diesel exports averaged around 345,000 barrels per day in 2026 so far, down 41% from the previous year, according to shipping data cited by Reuters. Exports had already fallen during the summer before Moscow imposed its ban.
Türkiye accounted for around 34% of Russian diesel loadings this year, followed by Brazil at 24% and Morocco at 10%, Kpler data showed.
Trump said Russia would initially export 300,000 metric tons of diesel, followed by 500,000 tons in November and 1 million tons afterward. Russian Deputy Prime Minister Alexander Novak said Moscow could raise exports to as much as 3.5 million metric tons per month by the end of the year.
US seeks to ease diesel prices
The deal comes as Trump seeks to present a picture of bringing down diesel prices ahead of the US midterm elections on 3 November. Fuel prices have risen amid disruptions to global energy supplies caused by Trump's war with Iran, which has shaken oil markets and raised concerns about supply routes.
Trump has blamed Ukraine's attacks on Russian oil infrastructure for driving up energy prices, despite the broader market disruption caused by his war with Iran. The Russian diesel deal offers a way to increase global fuel supplies, but also allows Moscow to earn revenue from exports while its war against Ukraine continues.
However, the volumes from Russia initially outlined by Trump would cover only a small share of the global supply shortfall.
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- WATCH: Trump says U.S. has gotten 'nothing' from Ukraine other than 'high diesel,' urging deal
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- Breitbart News
- WATCH: President Trump Announces $8 Billion in Relief to Help Farmers with Diesel Costs
WATCH: President Trump Announces $8 Billion in Relief to Help Farmers with Diesel Costs
Farmers across the United States will soon get relief from the cost of diesel, President Donald Trump said during his rally near Wichita, Kansas, on Monday evening, CBS News reported.
The post WATCH: President Trump Announces $8 Billion in Relief to Help Farmers with Diesel Costs appeared first on Breitbart.
Jon Stewart: Trump waiving Russia sanctions ‘insane’ and ‘incoherent’

- QuiFinanza
- Autotrasportatori, non solo sciopero: con l’Ets2 rischio aumento diesel. La scelta dell’Ue e dell’Italia
Autotrasportatori, non solo sciopero: con l’Ets2 rischio aumento diesel. La scelta dell’Ue e dell’Italia
Il prezzo del diesel potrebbe aumentare fino a 40 centesimi al litro con l’introduzione dell’Ets2, il nuovo sistema europeo che estenderà il mercato delle emissioni di CO2 anche ai carburanti utilizzati nel trasporto stradale. Il meccanismo dovrebbe entrare pienamente in funzione dal 1° gennaio 2028, ma il Governo italiano e diversi Paesi europei chiedono di rivederne le condizioni per limitare le conseguenze economiche su imprese e famiglie. L’allarme arriva soprattutto dal settore dell’autotrasporto, già alle prese con il caro gasolio. Secondo Conftrasporto-Confcommercio, l’applicazione dell’Ets2 potrebbe comportare ulteriori rincari compresi tra 30 e 40 centesimi al litro, con il rischio di portare il prezzo del diesel oltre i 2,50 euro. Al Consiglio europeo del 15 e 16 ottobre 2026, i leader dell’Unione hanno raggiunto un compromesso sulla necessità di valutare gli effetti del nuovo sistema, senza però approvare un ulteriore rinvio della sua entrata in vigore.
Cos’è l’Ets2 e come funziona la nuova normativa europea
L’Ets2, acronimo di Emission Trading System 2, è il nuovo sistema europeo di scambio delle quote di emissione, introdotto nell’ambito delle politiche dell’Unione per ridurre i gas serra. A differenza del sistema Ets già applicato a grandi industrie e altri settori, l’Ets2 coinvolgerà anche il trasporto stradale, gli edifici e alcune attività produttive.
Il meccanismo prevede che i fornitori di combustibili acquistino quote corrispondenti alle emissioni di CO2 generate dai carburanti immessi sul mercato. Il numero complessivo delle quote disponibili diminuirà progressivamente, con l’obiettivo di incentivare la riduzione dei consumi di combustibili fossili.
L’obbligo di acquistare le quote ricadrà sui distributori di combustibili e non direttamente sui singoli automobilisti. Ovviamente i maggiori costi sostenuti dalle aziende potrebbero essere trasferiti, almeno in parte, sui prezzi finali di benzina, gasolio e combustibili utilizzati per il riscaldamento. L’avvio del nuovo sistema era stato inizialmente previsto per il 2027, prima dello slittamento al 2028.
Diesel fino a 40 centesimi in più al litro: quanto costerebbe un pieno
Secondo le stime di Conftrasporto, l’introduzione dell’Ets2 potrebbe determinare un aumento del gasolio compreso tra 30 e 40 centesimi al litro. Si tratta di una previsione elaborata dall’associazione di categoria, non di un incremento già stabilito dalle istituzioni europee. L’effetto effettivo dipenderà dal prezzo delle quote di emissione e dalla parte dei costi che verrà trasferita ai consumatori. Per gli automobilisti, un rincaro di questa entità avrebbe conseguenze dirette sul costo dei rifornimenti. Un pieno da 50 litri costerebbe 20 euro in più rispetto al prezzo senza tale rincaro.
Gli effetti dell’Ets2 potrebbero estendersi oltre il prezzo del carburante pagato dagli automobilisti. In Italia, secondo le stime richiamate da Conftrasporto, circa il 90% delle merci viene movimentato su strada. Un aumento dei costi del trasporto potrebbe quindi influire sulle spese sostenute dalle aziende per la distribuzione dei prodotti. Le imprese alimentari, agricole e commerciali potrebbero trovarsi a sostenere costi logistici maggiori, con possibili ripercussioni sui prezzi finali di alcuni beni.
La posizione del Governo Meloni
Il tema dell’Ets2 è stato affrontato durante il Consiglio europeo del 15 e 16 ottobre, in un contesto segnato dall’aumento dei prezzi dell’energia e dalle difficoltà economiche delle imprese. L‘Italia ha sostenuto, insieme ad altri Paesi europei, la necessità di intervenire sul nuovo sistema per contenere il rischio di ulteriori rincari energetici.
Nelle conclusioni del vertice, i leader hanno chiesto alla Commissione europea di aggiornare la valutazione degli effetti dell’Ets2, con particolare attenzione al funzionamento del meccanismo e alle misure di salvaguardia contro aumenti eccessivi dei prezzi. Non è stato invece approvato un rinvio dell’Ets2 al 2030, soluzione sostenuta da diversi Paesi dell’Europa centrale e orientale.
Il Governo italiano punta anche a ottenere maggiori margini di intervento nazionale per sostenere i settori più esposti alla crisi energetica. Il confronto rimane aperto, mentre Bruxelles è chiamata a valutare ulteriori strumenti per contenere i costi dell’energia senza modificare gli obiettivi generali di riduzione delle emissioni.
Autotrasportatori contro l’Ets2
A contestare gli effetti economici della nuova normativa è Pasquale Russo, presidente di Conftrasporto-Confcommercio, secondo il quale il sistema rischia di aggravare una situazione già difficile per le imprese di trasporto. “L’Ets2 darebbe il colpo di grazia all’autotrasporto italiano”, ha dichiarato Russo, sottolineando che il prezzo del gasolio potrebbe superare i 2,50 euro al litro.
Secondo l’associazione, il carburante rappresenta ormai oltre il 40% dei costi complessivi delle imprese di autotrasporto, mentre il prezzo del gasolio sarebbe aumentato di oltre 50 centesimi al litro dall’inizio del conflitto tra Stati Uniti e Iran. Conftrasporto segnala inoltre che un’impresa di autotrasporto su cinque rischierebbe il fallimento entro la fine dell’anno a causa delle attuali difficoltà economiche. Per affrontare l’emergenza, il settore chiede lo sblocco degli aiuti già annunciati e ulteriori risorse per coprire gli aumenti dei costi negli ultimi mesi del 2026.