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In Wake of Riots, French Authorities Ban Some Protests

22 October 2026 at 13:54
President Emmanuel Macron said the move was necessary “so that calm prevails.”

© Simon Wohlfahrt/Agence France-Presse — Getty Images

Police officers in Paris on Tuesday during a partial curfew put in place after last weekend’s demonstrations.

The debt crisis leaves the French government with no room to respond to social demands

21 October 2026 at 09:45

A little over a month ago, at a high school on the outskirts of Paris, a group of students blocked their school to protest the condition of the facilities and the lack of teachers. Within days, students from other schools joined in, first in Paris and then across the country, complaining of leaks in classrooms and even cockroaches, and of walls that are cracking. They are cold in the winter and hot in the spring. That image of public schools — long considered a pillar of the French Republic, but gradually falling apart — also illustrates the economic decline of recent years.

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© Christophe Ena (AP Photo/Christophe Ena)

A man walks past a car that was destroyed during the riots in Paris on Tuesday.

La crisis de la deuda deja al Gobierno de Francia sin margen ante las reivindicaciones sociales

21 October 2026 at 04:40

Hace poco más de un mes, en un instituto de la periferia parisina un grupo de estudiantes bloqueó su centro educativo para protestar por el estado de las instalaciones y la falta de profesores. En pocos días se sumaron alumnos de otros institutos, primero en París, luego por todo el territorio nacional, que denunciaban que tienen goteras en las clases y hasta cucarachas, y que las paredes se resquebrajan. Pasan frío en invierno y calor en primavera. Esa imagen descrita por algunos, la de una escuela pública considerada el pilar de la República francesa pero que se va fracturando poco a poco, ilustra también el declive económico de los últimos años.

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© Christophe Ena (AP Photo/Christophe Ena)

Un hombre pasa junto a un coche quemado durante los disturbios, este martes en París.

Los partidos de Francia se unen para culpar al izquierdista Mélenchon de la violencia

20 October 2026 at 17:28

Francia está asediada por las protestas y el vandalismo desatado tras las manifestaciones de las últimas semanas. Unas 800.000 personas salieron en unas 110 marchas a la calle el sábado. Después llegaron los saqueos y los incendios. Murió una persona, y los ayuntamientos de Limoges, Marsella y Lille sufrieron gravísimos daños. Hay más de 2.000 detenidos, y las grandes ciudades de Francia decretaron toques de queda por las noches. El Ejecutivo ha admitido haber perdido el control de la situación, el ministro del Interior presentó su dimisión, aunque fue rechazada por el presidente de la República, Emmanuel Macron. Pero antes de que se apagaran los primeros incendios, la clase política ya tenía un culpable: Jean-Luc Mélenchon.

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Un mujer observa los coches calcinados en una calle de París, este martes.

Who stands to gain from France’s unrest?

20 October 2026 at 11:33

Part of Paris’s 3rd arrondissement, ground zero of the city’s bo-bo (bourgeois-bohemian) universe, had burned the night before under the banner of student protests. The black smoke from torched plastic garbage bins, rental bikes piled into barricades and street signs drifted into homes around 8 p.m., and its stench never really left.

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© Abdul Saboor (REUTERS)

A protester next to a burning vehicle during a demonstration against the rising cost of living and fuel prices in Paris, France, on Saturday.

France to Extend Curfews After Calm Night Follows Days of Riots

20 October 2026 at 17:06
The targeted restrictions are part of a state effort to reassert control after the country’s largest riots in years, as those arrested in the chaos face expedited trials.

© Emma Da Silva/Associated Press

Police officers patrolling during an overnight curfew in Paris early Tuesday.

Paris colocada sob recolher obrigatório parcial

20 October 2026 at 07:01

As autoridades francesas decretaram um recolher noturno, que entrará em vigor das 23h às 6h em alguns lugares de Paris, como a Praça da República e as ruas ao redor do centro cultural Les Halles. A medida, segundo a imprensa francesa, será aplicada a três categorias de pessoas: menores desacompanhados, pessoas que usam equipamento de proteção individual e pessoas que se apresentem com o rosto tapado.

Foi decretado um primeiro recolher obrigatório com duração de dois dias a partir desta segunda-feira, a9 de outubro, na cidade de Lille, no norte do país, e nas cidades vizinhas de Douai , Wattignies e Denain, por imposição do gabinete do primeiro-ministro Sébastien Lecornu. Nos departamentos do norte, a ordem impõe o recolher a menores a partir das 20h. Em Coulaines, uma cidade de cerca de oito mil habitantes perto de Le Mans, o minícipe, Christophe Rouillon, anunciou também que implementaria um toque de recolher “à noite para menores que saírem sozinhos”, a partir das 23h.

Ainda em Paris, o autarca do centro da cidade, Ariel Weil (do Partido Socialista), cuja área foi duramente atingida por saques e destruição, disse que já havia solicitado o estabelecimento de um recolher obrigatório e, “por que não?”, a intervenção do exército para evitar a repetição da violência. “Houve uma destruição incrível; nem mesmo no auge do movimento dos ‘coletes amarelos’ vimos tanta destruição num único fim de semana”, disse.

No último fim-de-semana, ocorreram protestos em massa por toda a França, com a participação estimada em mais de meio milhão de pessoas. Os distúrbios incluíram tumultos, saques e confrontos violentos com a polícia em Paris, Marselha e Limoges. O ministro do Interior admitiu que a polícia “perdeu o controlo” em algumas cidades, enquanto o presidente Emmanuel Macron, que se dirigiu ao país no domingo, exigiu uma revisão completa das medidas de segurança e o apoio total às decisões tomadas pelos autarcas das regiões mais afetadas. Logo após o discurso Macron, que afirmou ser “insuportável ver as nossas ruas saqueadas”, grupos de homens pilharam lojas no centro de Paris.

Por outro lado, a Comissão de Direito do Senado anunciou o lançamento de uma investigação sobre a violência que marcou o fim-de-semana, na tentativa de esclarecer as “significativas disfunções na antecipação e preparação do aparato policial”. A comissão pretende “investigar” “a sequência dos acontecimentos” e “determinar as responsabilidades administrativas, institucionais, legais e políticas pelos eventos ocorridos durante esses dois dias “, explica um comunicado do Senado.

Diversos grupos parlamentares, principalmente de esquerda, pediram durante o fim-de-semana a criação de uma comissão de inquérito, visto que o governo enfrenta críticas generalizadas pela forma como lidou com as manifestações e a violência e os saques subsequentes.

A presidente da Assembleia Nacional, Yaël Braun-Pivet (do partido de Marine Le Pen), avançará esta terça-feira com a criação de uma comissão parlamentar de inquérito sobre a violência e os saques cometidos à margem das manifestações de 17 de outubro, que deverá também concentrar-se na estratégia de manutenção da ordem.

 

Lecornu denuncia a extrema-esquerda

O chefe de governo, Sébastien Lecornu, acusou o “movimento de extrema-esquerda” de querer semear “profunda desordem” e “questionar o calendário e a realização das eleições presidenciais”. A declaração mereceu uma rápida resposta de Jean-Luc Mélenchon: “como candidato, expresso o meu espanto. Se o primeiro-ministro não é um mentiroso ou alguém que quer incitar a desordem, deve provar a sua acusação. Caso contrário, deve pedir desculpa, calar-se e parar de incitar a desordem, como ele, o chefe da polícia de Paris e o ministro do Interior, que ao menos teve a classe de apresentar a sua demissão” (que foi recusada pelo Presidente da República).

 

Disordini in Francia, da stasera nelle città scatta il coprifuoco notturno per prevenire le azioni dei casseur

19 October 2026 at 20:32

Dopo il caos e i saccheggi di sabato sera, scattano i primi coprifuoco in Francia. A Parigi il divieto di circolare entra in vigore questa sera, dalle 23 e fino alle 6 di domani mattina, in place de la République e nel quartiere centralissimo di Les Halles, comprese alcune sezioni della rue Rambuteau e del boulevard Sébastopol, ed è valido per tutti, minorenni e maggiorenni (a eccezione dei residenti). Nelle stesse zone è scattato dalle 20 anche il divieto di radunarsi e di manifestare. “La sicurezza di tutti rende necessarie queste misure per ristabilire l’ordine pubblico, gravemente compromesso da una minoranza di delinquenti”, ha scritto in un comunicato la prefettura di Parigi. Nella capitale è stato per primo il socialista Ariel Weil, sindaco di Paris Centre, che comprende i primi quattro arrondissement, dove molti negozi sono stati saccheggiati, a chiedere l’introduzione della misura: “Neppure all’apice dei gilet gialli avevamo conosciuto distruzioni simili in un solo fine settimana”, ha detto a BFM Tv.

Sin da domenica, Weil ha evocato anche la possibilità di ricorrere all’esercito in rinforzo alle forze dell’ordine. A Nizza è stato disposto un coprifuoco per i minorenni dalle 21 alle 6 nel centro storico e fino alla Gare du Sud. A Lione il divieto è in vigore dalle 21 di questa sera alle 6 di mattina in tutto il centro storico, nel quartiere del municipio a nord, e nella place Carnot a sud. Nel nord della Francia, dei coprifuoco “parziali” dalle 20 alle 6 sono previsti a Lille e nei comuni di Douai, Denain e Wattignies. A Lille la misura riguarda solo i minorenni. Anche a Coulaines, vicino a Le Mans, il sindaco ps Christophe Rouillon ha annunciato restrizioni dalle 23 per i minorenni che escono da soli. La stretta arriva dopo la mobilitazione di sabato per il caro vita indetta da movimenti di gilet gialli e a sostegno della protesta dei liceali per il diritto allo studio uguale per tutti, che ha portato nelle strade in tutta la Francia tra 500mila e 800mila persone, ma anche decine di gruppi organizzati di black bloc.

Scene di guerriglia urbana, devastazioni, incendi e saccheggi si sono consumate per tutta la notte a Parigi e in diverse altre città. Gli ultimi dati ufficiali indicano 2.513 fermi – di cui 67 arresti – e oltre 3.000 negozi saccheggiati. Il premier Sébastien Lecornu ha spiegato che le misure, concordate tra i prefetti e i sindaci, resteranno circoscritte e limitate nel tempo e sono soprattutto destinate a proteggere i negozi. Parigi non esclude neanche che possa essere decretato lo stato d’emergenza, in certi casi già reclamato da personalità politiche e sindaci. Degli aiuti sono sbloccati per i commercianti colpiti, tra cui la cassa integrazione e l’accesso ad un fondo di sostegno specifico. Stamattina il ministro dell’Interno, Laurent Nuñez, le cui dimissioni sono state respinte dal presidente Macron, ha riconosciuto che le forze dell’ordine non hanno saputo anticipare la portata della mobilitazione e che in alcune città gli effettivi inviati sul posto non erano sufficienti. “Abbiamo incontestabilmente fallito”, ha dichiarato da parte sua il ministro della Giustizia, Gérald Darmanin, riconoscendo gravi falle nei servizi d’intelligence interni.

Il governo è sotto pressione. Il Senato ha annunciato una missione d’informazione per fare luce sugli errori di preparazione del dispositivo di sicurezza e accertare le responsabilità dei fatti. Finora né le rivendicazioni sul carovita né quelle dei liceali sulla scuola hanno ricevuto risposte concrete. Dopo l’intervento di domenica sera in tv di Macron, che ha assicurato fermezza contro i casseur e fatto promesse, senza di fatto annunciare nessuna misura immediata, i sindacati degli studenti hanno deciso di continuare la protesta. Diverse università sono rimaste chiuse anche oggi e alcuni studenti hanno bloccato simbolicamente l’ingresso del Louvre. Circola la data di giovedì 22 per nuove iniziative degli studenti. I movimenti di gilet gialli hanno annunciato l’“atto II” della mobilitazione per sabato prossimo, 24 ottobre. Molte azioni si stanno già preparando sui social in diverse città. La stretta sulla sicurezza non convince. L’ecologista Marine Tondelier ritiene che l’introduzione del coprifuoco avrà “conseguenze pesanti”. Il sindacato Cgt ha denunciato la “strategia del caos” del governo. Anche la Commissione Ue è intervenuta per difendere il “diritto a manifestare pacificamente”.

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Psg-Barcellona a rischio rinvio, il ministro rassicura Nuñez: “Si gioca”. Cresce la paura per scontri e violenze a Parigi

19 October 2026 at 16:22

A Parigi dovevano essere ore di attesa per il big match tra Psg e Barcellona (le due squadre oggi più forti in Europa), invece negli ultimi giorni a prendersi la scena sono state le forti proteste nella capitale francese e nel resto del Paese (tra cui anche Marsiglia, Bordeaux e Lione), per il carovita. Città devastate, violenze in diverse città, migliaia di persone fermate. Il 17 e il 18 ottobre in Francia sono state giornate complicate e nella capitale i disordini si sono protratti fino a notte fonda del 18, con negozi saccheggiati e attacchi alle varie strutture. Motivo per cui è anche circolata la voce che la sfida di Champions League tra Psg e Barcellona potrebbe non giocarsi. O meglio, la logica porta a pensare ciò ma il ministro dell’Interno Laurent Nuñez ha affermato che “non c’è alcun problema per la partita di martedì sera tra Paris Saint–Germain e Barcellona” a Parigi “e per altre partite che potrebbero svolgersi nelle competizioni europee”, in particolare “a Lille“. “Le partite non sono in dubbio“, ha insistito il ministro.

Intanto il primo ministro francese, Sébastien Lecornu, ha annunciato di aver chiesto ai prefetti di “decretare alcuni coprifuoco“. Sul tema è intervenuto anche l’allenatore del Psg Luis Enrique, che ha ribadito: “Ho le mie convinzioni. Non sono io la persona adatta a parlare di questo argomento; sono qui per parlare di calcio. Certamente non ci piace questo tipo di violenza, ma questa è la società. Per quanto riguarda le manifestazioni, è una battaglia, e nel nostro caso dobbiamo rimanere concentrati sulla partita. Non ho paura, ma spero che la partita possa svolgersi in condizioni normali“, ha spiegato l’allenatore parigino, mostrando qualche preoccupazione per la situazione.

Martedì sera sono attesi 2mila e 200 tifosi del Barcellona nel settore ospiti del Parco dei Principi e nonostante la partita non sia classificata come “ad alto rischio“, l’attenzione sarà inevitabilmente concentrata sull’area esterna allo stadio, che dovrebbe ospitare oltre 40mila tifosi. Motivo per cui – dopo un fine settimana di tanta violenza nelle strade di Parigi – crescono timori per quello che potrebbe succedere. Anche in Spagna, la stampa catalana ha mostrato preoccupazione alla vigilia. “Una Parigi in fiamme attende il Barça”, titolava ad esempio Mundo Deportivo. “La Francia e la sua capitale sono attualmente teatro di gravi disordini”, insisteva il quotidiano.

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França enfrenta onda de violência e governo prepara toque de recolher em cidades

19 October 2026 at 14:41

O governo francês anunciou medidas para conter a onda de violência que atingiu diversas cidades do país após manifestações contra o aumento do custo de vida e a deterioração dos serviços públicos. Nesta segunda-feira (19), o primeiro-ministro Sébastien Lecornu pediu que prefeitos adotem toques de recolher em áreas consideradas críticas, enquanto o presidente Emmanuel Macron determinou uma revisão das estratégias de segurança.

Os protestos reuniram mais de 500 mil pessoas no fim de semana, segundo os dados apresentados no balanço das manifestações. Em diferentes cidades, atos inicialmente pacíficos terminaram em confrontos, incêndios, invasões de prédios públicos e saques a estabelecimentos comerciais. Um manifestante morreu, quase mil agentes de segurança ficaram feridos e cerca de 2.400 pessoas foram detidas.

A dimensão dos distúrbios levou o governo a discutir restrições à circulação noturna e à realização de manifestações. Lecornu afirmou que as medidas serão definidas em conjunto com os representantes locais. Marselha já proibiu aglomerações e manifestações entre meio-dia e 20h, enquanto Denain, próxima à fronteira com a Bélgica, estabeleceu toque de recolher noturno até domingo.

O primeiro-ministro descartou, por enquanto, decretar estado de emergência, medida defendida pelo líder dos Republicanos, Bruno Retailleau. Lecornu, no entanto, não excluiu a possibilidade de recorrer ao mecanismo caso as restrições locais não sejam suficientes para conter a violência.

França enfrenta onda de violência e governo prepara toque de recolher em cidades
França tem onda de protestos, incêndios e 272 prisões em apenas um dia | Foto: Rede social

Macron cobra revisão da segurança

Diante da escalada dos confrontos, Macron reconheceu falhas na condução da resposta policial e determinou uma revisão dos procedimentos adotados pelas forças de segurança. O presidente pediu novas estratégias operacionais para impedir a formação de barricadas, os saques e os ataques a estabelecimentos e edifícios públicos.

O ministro do Interior, Laurent Nuñez, admitiu que as autoridades perderam o controle da situação em algumas cidades. Segundo ele, os aproximadamente 60 mil policiais e agentes mobilizados no sábado não conseguiram conter todos os grupos envolvidos nos episódios violentos.

Macron também recusou o pedido de demissão apresentado por Nuñez e cobrou esclarecimentos sobre as falhas de prevenção e inteligência que permitiram a expansão dos distúrbios. Apesar das restrições anunciadas, o ministro afirmou que as medidas não devem afetar a partida entre Paris Saint-Germain e Barcelona, prevista para terça-feira (20), pela Liga dos Campeões.

Manifestações contra o alto custo de vida e a crise na educação se espalham pela França | Foto: Rede social

Louvre fecha as portas após bloqueio

Em Paris, o Museu do Louvre amanheceu fechado nesta segunda-feira após um bloqueio organizado por estudantes da École du Louvre. A direção da instituição confirmou a interrupção das atividades e informou que o fechamento ocorreu em razão da mobilização estudantil.

O movimento também chegou à Sciences Po, universidade localizada no centro da capital, onde estudantes realizaram concentrações e bloquearam acessos. Os atos fazem parte de uma onda de manifestações iniciada semanas antes, com reivindicações por melhores condições nas escolas.

No fim de semana, a mobilização ganhou escala nacional e foi acompanhada por episódios de violência em Paris, Marselha, Lyon e outras cidades. Prédios públicos foram invadidos, uma prefeitura foi incendiada e estabelecimentos comerciais sofreram depredações e saques. Veículos, bicicletas e patinetes também foram queimados.

O impacto econômico preocupa o setor comercial. Mais de 2 mil lojas foram atingidas em todo o país, com prejuízos estimados em centenas de milhões de euros, segundo Alain Di Crescenzo, presidente da Câmara de Comércio. Somente na capital francesa, aproximadamente 400 estabelecimentos foram depredados.

Protesto fecha Louvre, e governo anuncia toques de recolher para conter onda de violência na França | Foto: Divulgação/Rede social

Crise amplia pressão política sobre Macron

A onda de violência também intensificou a disputa política na França, a poucos meses de uma eleição presidencial que não poderá contar com Macron como candidato à reeleição. Marine Le Pen, líder do partido de ultradireita Reunião Nacional, aparece em posição de destaque nas pesquisas de intenção de voto.

Lecornu acusou setores da ultr esquerda de tentar ampliar a instabilidade no país. Le Pen, por sua vez, responsabilizou o partido de Jean-Luc Mélenchon por, segundo ela, legitimar a violência. À esquerda, críticos do governo afirmam que Macron negligenciou as reivindicações sociais que deram origem aos protestos. Já representantes da direita defendem uma reação mais rigorosa contra os responsáveis pelos ataques.

Em artigo publicado no jornal Libération, os prefeitos de Paris, Marselha e Lyon cobraram explicações do governo sobre a preparação das forças de segurança. Os três gestores, ligados à centro-esquerda, afirmaram que a dimensão dos acontecimentos surpreendeu as administrações locais e expôs falhas na proteção de áreas inteiras das cidades.

A crise coloca o governo diante de um duplo desafio: conter os atos de violência e responder às reivindicações que mobilizaram centenas de milhares de pessoas. Enquanto as autoridades avaliam novas restrições, a capacidade de restabelecer a segurança sem ampliar a tensão política permanece no centro do debate nacional.

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French Prime Minister Lecornu calls for localized curfews in cities to curb rioting and looting

On Sunday evening, groups of people set fires to trash bins, bicycles and other objects in the streets and looted businesses in Paris, Lyon, Marseille and other cities, a day after major violence erupted Saturday during nationwide protests against rising living costs and poor conditions in schools.

Proteste in Francia, il primo ministro chiede “coprifuoco in alcune zone”. A Marsiglia manifestazioni vietate tra le 12 e le 20

19 October 2026 at 12:42

Il governo francese risponde alle proteste con nuove misure repressive. Il primo ministro francese, Sébastien Lecornu, ha annunciato di aver chiesto ai prefetti di “decretare alcuni coprifuoco“. Una decisione presa nell’ambito del caos, delle devastazioni e dei saccheggi seguiti alle manifestazioni di sabato contro il carovita a Parigi e in diverse città di Francia, tra cui Marsiglia, Lione e Bordeaux. Nel Sud della Francia, a Marsiglia, la prefettura ha già emesso un’ordinanza che vieta “qualsiasi assembramento e manifestazione su tutto il territorio del comune” di Marsiglia, dalle ore 12 alle 20 di questo lunedì.

Al termine della vertice interministeriale a Parigi, Lecornu ha puntualizzato che si tratterà di misure “parziali” e “localizzate”, volte in particolare a proteggere negozi e attività commerciali. La mappatura dei coprifuoco dovrebbe essere resa nota nel pomeriggio, dopo colloqui con i sindaci interessati. Commentando le violenze, Lecornu ha dichiarato che “lo stato d’emergenza” verrà decretato solo “se utile”, ma al momento i coprifuoco “sembrano più adatti”.

Intanto il ministro dell’Interno francese Laurent Nunez ha fatto sapere che 350 fermi sono stati disposti ieri e durante la notte a Parigi a seguito degli scontri di piazza. Decine di persone sono state poste in custodia cautelare dopo gli scontri del weekend: “Durante il fine settimana ci sono stati 2331 fermi di polizia; il 70% riguarda persone maggiorenni, molto spesso già note alle forze dell’ordine”, di cui “oltre l’80%” è oggetto di procedimenti giudiziari, ha detto il ministro della Giustizia Darmanin. “Ci sono già decine di casi di custodia cautelare, di cui 13 a Marsiglia”, città particolarmente colpita dalle violenze.

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The French City of Limoges Wasn’t Known for Unrest. Then Rioters Set Fire to Its City Hall.

18 October 2026 at 17:29
As unrest surged across France this weekend, the most surprising attack came in the quiet city of Limoges, where rioters set fire to the city hall.

© Pascal Lachenaud/Agence France-Presse — Getty Images

The city hall in Limoges on Saturday night. The violence in the city, better known for its porcelain than its politics, was among the most surprising episodes of France’s widespread unrest.

France Reports 855 Arrests in Paris After Protests

18 October 2026 at 10:01
Fire damage at Limoges town hall after nationwide protests in France led to arrests, clashes and looting.

Nationwide demonstrations left 150 security personnel injured, one person dead and a historic town hall in Limoges severely damaged by fire.


French authorities reported 855 arrests in the Paris metropolitan area after nationwide protests on Saturday escalated into clashes, looting and property damage. One person died in Paris, while a fire severely damaged the historic town hall in Limoges.

RELATED: Demonstrations in Paris and Lyon Result in Significant Damage

The Paris Police Prefecture released the arrest figure on Sunday, covering cases recorded by 8 a.m. Investigations were continuing, including the review of video footage to identify additional suspects, authorities said.

Interior Minister Laurent Nuñez reported 1,200 arrests nationwide as of 8 p.m. Saturday and said 150 police officers and gendarmes had been injured. A more recent national tally was not immediately available.

The demonstrations, organized by several groups including students, trade unions and former leaders of the Yellow Vests movement, drew 550,000 people nationwide, according to Nuñez. Organizers estimated attendance at more than 800,000.

Text Reads: Minister Sébastien Lecornu confirmed the number of people detained during the police crackdown on protests across various parts of the country.
The Ministry of the Interior reported that 550,000 people took part in demonstrations nationwide, 110,000 of them in Paris.
The demonstrations—which included students, “Yellow Vests,” and climate activists—were also met with a crackdown in Marseille, Nice, Lyon, and Lille.
Volunteer medics reported a disproportionate use of force, including the deployment of stun grenades, high-intensity sound devices, and pepper spray.

In Paris, 110,000 people took part in the scheduled march, according to the Interior Ministry. The demonstration began at Place de la République and proceeded without major incidents until its conclusion. However, the police prefecture reported that separate groups, including what it described as radical left-wing elements, attacked security forces and looted shops.

From mid-afternoon, several unscheduled marches involving hundreds of people, and in some cases more than 1,000, were accompanied by looting and vandalism. The damage was concentrated around Place de la République and also affected Boulevard de Sébastopol and Boulevard Saint-Honoré. Police said the situation had stabilized by around 11 p.m.

Thirteen members of the security forces and two firefighters were injured during operations in Paris. The police prefecture also reported that one person had died after suffering a cardiac arrest but provided no further details.

Damage remained visible in central Paris on Sunday morning, with shattered shop windows, broken glass scattered across streets and barricades made from bins, barriers, bicycles and street furniture.

Fire damages historic Limoges town hall

In Limoges, firefighters brought a major blaze at the city’s historic town hall under control on Sunday and were working to extinguish the remaining hotspots, Haute-Vienne Prefect Maurice Barate told French television channel LCI.

Authorities said several demonstrators had forced their way into the building on Saturday and deliberately started a fire inside. The flames spread to the upper floors and reached the roof, which subsequently collapsed.

Mayor Guillaume Guérin said the town hall had been almost completely destroyed but pledged that municipal services would continue operating despite the damage.

“They have destroyed a building that the people of Limoges love, but they have not destroyed the public service,” Guérin said. “A monument is burning, but not the Republic.”

Barate said around 5,000 people had taken part in the Limoges demonstration, including several hundred individuals he described as radicalized and extremely violent. After the attack on the town hall, some demonstrators moved toward the prefecture, while others looted businesses in the city center, he said.

The prefect condemned the attacks on public buildings and businesses, describing the fire as deliberate. Guérin expressed hope that those responsible would be arrested and argued that officers deployed during the protest had lacked sufficient resources to contain the violent participants.

Built between 1876 and 1883, Limoges town hall is a listed historic monument featuring architectural elements inspired by the late Renaissance and the reign of Louis XIII.

France in Shock After Protests Turn Into Riots, Damaging Buildings and Shops

After anti-government protests devolved into chaos, leaders from across the political spectrum blamed one another for the unrest, even as it largely subsided on Sunday.

© Benoit Tessier/Reuters

A street in Paris, littered on Sunday with debris a day after nationwide protests and riots.

France Protests: 1,200 Arrested and 150 Police Injured as Nationwide Demonstrations Turn Violent

18 October 2026 at 09:05

More than half a million people took part in demonstrations across France on Saturday, 17 October, as protests over living costs and education deteriorated into riots, looting and attacks on public buildings in several major cities.

France is assessing extensive damage following nationwide demonstrations on Saturday, 17 October, that brought hundreds of thousands of people onto the streets and resulted in more than 1,200 arrests. Prime Minister Sébastien Lecornu said 150 police officers and gendarmes were injured as violent groups attacked public buildings, looted businesses and confronted security forces.

According to figures released by the French authorities, approximately 550,000 people participated in 110 marches across France, including 110,000 in Paris. Organisers, including trade unions and student associations, placed nationwide participation at 800,000.

The demonstrations represented a considerable escalation of the movement that began in September over deteriorating conditions in French secondary schools. The protests have since expanded into a broader campaign against rising living costs, public spending restrictions and the government’s economic policies.

Violence spreads beyond Paris

In the French capital, confrontations erupted around Place de la République, where masked groups threw paving stones, fireworks and other projectiles at police. Security forces responded with tear gas and water cannon as vehicles and rubbish bins were set alight.

Businesses along Boulevard Magenta and neighbouring streets were targeted, with shops broken into and goods stolen. Several central Paris Métro stations were closed as authorities attempted to restrict access to sensitive government locations.

Although the main authorised procession remained largely peaceful, violence continued elsewhere in the capital into Saturday evening.

The disturbances extended well beyond Paris. In Limoges, the historic town hall suffered extensive fire damage, with parts of its roof collapsing. Regional authorities described the destruction of the 143-year-old building as a major loss to the city’s architectural heritage.

In Marseille, groups forced their way into the town hall after using street barriers to ram its entrance. Municipal premises were vandalised before police regained control.

Further incidents were reported in Lyon, where a tourist office was attacked and a fire started, and in Bordeaux, where the official residence of the Gironde prefect was ransacked. Police also reported attacks or attempted break-ins at public buildings in Lille, Calais and Brest. The scale of the disturbances placed security forces under considerable pressure.

Government blames organised extremist groups

Lecornu accused organised far-left groups of deliberately instigating violence in several French cities. Nuñez similarly attributed much of the destruction to radical groups and individuals exploiting the demonstrations to loot businesses.

President Emmanuel Macron condemned attacks on public property and commercial premises, promising that those responsible would face prosecution.

The government has not announced a state of emergency, although authorities are reviewing the scale of the damage and the security response.

The mayor of Paris, Emmanuel Grégoire, described the destruction across parts of the capital as extensive and distinguished the peaceful protest movement from those responsible for vandalism.

Student unrest becomes a national movement

Saturday’s demonstrations followed several weeks of disruption across France’s education system.

As EU Today reported earlier this month, between 400 and 500 secondary schools faced partial or complete closures as students protested against teacher shortages, overcrowded classrooms and deteriorating facilities.

The subsequent confrontations with police intensified political tensions, with student organisations accusing authorities of using excessive force and police representatives complaining of inadequate protection.

A further controversy emerged on Saturday after a 17-year-old demonstrator in Saint-Étienne suffered a serious hand injury. An investigation was opened into the incident and assigned to France’s police inspectorate, the IGPN. Reports linked the injury to a grenade thrown by police; the precise circumstances remain under investigation.

The latest demonstrations also marked a revival of the Gilets Jaunes, or Yellow Vest, movement, which emerged in 2018 in opposition to fuel taxation and subsequently developed into a wider challenge to Macron’s economic programme.

Trade unions, including the CGT, joined calls for higher wages and pensions, lower consumer prices and increased investment in public services.

Political consequences for Macron and Lecornu

The unrest presents another challenge for Lecornu’s government as it attempts to manage France’s public finances ahead of the 2027 presidential election.

The demands for increased spending on education, wages and public services come as ministers face pressure to reduce the budget deficit and control public debt.

The political implications are already apparent. Jean-Luc Mélenchon, leader of the hard-left France Unbowed movement, has supported the student protests while opposing looting and destruction. Marine Le Pen has condemned the rioters and accused Mélenchon’s party of helping to legitimise the unrest.

The latest disturbances also follow growing criticism of the government’s policing strategy, particularly the use of riot-control weapons during demonstrations involving minors.

With municipal authorities calculating the cost of damage to public buildings and commercial premises, Lecornu has instructed ministers to support affected businesses. The immediate challenge is to restore public order while addressing a protest movement that has expanded considerably beyond its original demands for improvements in French schools.

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