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Veja o que separa o início chocante de Hamilton com a ascensão de Antonelli

22 October 2026 at 13:40

Para entender exatamente qual a diferença entre a estreia de Lewis Hamilton em 2007 e a temporada vitoriosa de Antonelli, basta olhar para o tempo de maturação de cada piloto na Fórmula 1.

O britânico chocou o esporte ao lutar pelo título mundial imediatamente em seu primeiro ano na McLaren, somando vitórias e perdendo o troféu por apenas um ponto.

Já o jovem italiano estreou pela Mercedes em 2025 focado em se adaptar ao carro, terminando o campeonato na sétima posição, para então engatar uma sequência avassaladora e assumir a liderança absoluta do grid na temporada de 2026.

O impacto imediato de Hamilton na McLaren

Quando Lewis Hamilton alinhou seu carro no grid do Grande Prêmio da Austrália de 2007, poucos previam o que estava por vir. O jovem piloto não apenas acompanhou o ritmo de seu companheiro de equipe, o então bicampeão Fernando Alonso, como quebrou o recorde de pódios consecutivos para um estreante, subindo aos degraus dos vencedores nas nove primeiras corridas de sua carreira profissional.

A temporada inaugural do britânico foi construída com base em uma agressividade controlada que surpreendeu os veteranos da categoria.

Hamilton conquistou quatro vitórias impressionantes em pistas exigentes como Canadá, Estados Unidos, Hungria e Japão. Ele também garantiu seis pole positions ao longo do ano, mostrando uma velocidade de volta lançada que rivalizava com os maiores nomes do esporte na época.

O desfecho daquele campeonato entrou para a história como um dos mais apertados do automobilismo moderno. Hamilton somou 109 pontos sob o antigo sistema de pontuação da Federação Internacional de Automobilismo, empatando com Alonso e ficando a apenas um ponto da taça, que acabou nas mãos de Kimi Räikkönen da Ferrari.

A curva de aprendizado de Antonelli na Mercedes

O cenário encontrado por Andrea Kimi Antonelli foi fundamentalmente diferente. Promovido ao assento da Mercedes aos 18 anos, ele carregava o peso de substituir o próprio Lewis Hamilton na equipe alemã a partir de 2025.

Sua temporada de estreia foi marcada por corridas de recuperação e muito aprendizado tático. Ele conquistou um excelente quarto lugar na Austrália, mas fechou o ano de forma discreta na sétima colocação geral, acumulando 150 pontos sob o sistema moderno da categoria.

Foi no ano seguinte que o talento cru do italiano se transformou em resultados consistentes e dominantes. O ano de 2026 marcou a virada de chave definitiva para Antonelli, que conquistou sua primeira vitória no GP da China e não olhou mais para trás.

Com uma leitura de corrida aprimorada e um ritmo de classificação muito superior, ele passou a ditar o ritmo do campeonato mundial.

Antonelli já soma oito vitórias na carreira e lidera a tabela de classificação de pilotos com uma vantagem massiva sobre seu companheiro de equipe. Ele vem provando que a aposta da diretoria da equipe em acelerar sua promoção para a categoria principal foi totalmente justificada.

Raio X do desempenho das duas promessas

Para colocar a evolução de ambos os pilotos em perspectiva, é necessário observar os números exatos de suas campanhas de revelação. Abaixo, listamos os principais marcos estatísticos de cada atleta:

  • Pontuação no ano de estreia: Hamilton somou 109 pontos em 2007, garantindo o vice-campeonato mundial. Antonelli fechou sua primeira temporada em 2025 com 150 pontos (em um sistema que premia mais posições), ficando em sétimo lugar.
  • Vitórias como novato: O britânico venceu quatro grandes prêmios logo em seu primeiro ano. O italiano não venceu em 2025, guardando seu primeiro triunfo oficial na categoria para a etapa de Xangai em 2026.
  • Desempenho no segundo ano: Hamilton sagrou-se campeão mundial na sua segunda temporada (2008). Antonelli caminha a passos largos para repetir o feito, liderando o campeonato de 2026 com ampla margem e acumulando oito vitórias até o momento.

O cenário atual dentro das garagens da equipe alemã

A ascensão de Antonelli representa um alívio estratégico para Toto Wolff e toda a cúpula da Mercedes. A saída de um heptacampeão mundial para a Ferrari deixou um vácuo de liderança que muitos acreditavam que demoraria anos para ser preenchido. No entanto, a maturidade demonstrada pelo jovem piloto italiano acelerou o processo de reestruturação da equipe.

Hoje, o carro número 12 é a principal força do grid. A capacidade de Antonelli de entregar tempos de volta consistentes, aliada ao trabalho de acerto de carro desenvolvido em conjunto com George Russell, colocou a Mercedes de volta ao topo da disputa pelo campeonato de construtores. O legado de excelência construído ao longo da última década encontrou um herdeiro à altura.

O impacto dessa transição bem-sucedida garante a estabilidade técnica da equipe para as próximas temporadas. Ter um piloto capaz de vencer corridas com tamanha autoridade em seu segundo ano tira a pressão dos engenheiros e permite um foco total no desenvolvimento aerodinâmico do carro para os próximos regulamentos.

Dúvidas frequentes sobre os pilotos

  • Quem teve o melhor resultado final em seu ano de estreia na Fórmula 1?

Lewis Hamilton teve um resultado superior em seu primeiro ano. Ele terminou a temporada de 2007 como vice-campeão mundial, enquanto Kimi Antonelli encerrou seu ano de estreia em 2025 na sétima colocação do campeonato.

  • Qual foi a idade de cada piloto ao estrear na categoria máxima?

Hamilton fez sua primeira corrida oficial aos 22 anos de idade pela equipe McLaren. Antonelli estreou muito mais cedo, assumindo o volante da Mercedes no Grande Prêmio da Austrália de 2025 com apenas 18 anos.

  • Por que a temporada de 2026 de Antonelli é comparada ao início de carreira do britânico?

A comparação ocorre porque ambos demonstraram um nível de pilotagem de elite logo no início de suas trajetórias. Enquanto o britânico quase foi campeão no primeiro ano, o italiano assumiu o protagonismo absoluto do campeonato mundial logo em sua segunda temporada.

O paralelo entre essas duas trajetórias reforça como o talento excepcional sempre encontra seu caminho para o topo do pódio.

Seja lutando pelo título no primeiro dia de trabalho ou construindo uma liderança implacável no segundo ano, ambos os pilotos escreveram seus nomes na história recente do esporte a motor com performances inesquecíveis.

Conheça Rafael Câmara, primeiro nordestino a se tornar piloto da Fórmula 1

 

Pedro Sánchez irá a ‘La revuelta’: dónde y cuándo ver la entrevista del presidente del Gobierno

22 October 2026 at 08:32
David Broncano, presentador de 'La revuelta'.

Con las elecciones del 29 de noviembre a la vista, los políticos están aceptando entrevistas en varios programas de televisión y podcasts durante las próximas semanas, además de los debates televisados que puedan hacer. De esta forma, se cuelan en las casas de los votantes a través del entretenimiento. Pedro Sánchez acaba de anunciar que acudirá a La revuelta.

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Portimão: Compra de bilhetes para o MotoGP dá acesso antecipado à Formula 1

21 October 2026 at 19:12

Clientes que adquiram pelo menos dois bilhetes para o MotoGP Repsol Grande Prémio de Portugal 2026 beneficiam de uma fase exclusiva de compra antecipada de até dois bilhetes para o Formula 1 MSC Cruises Grande Prémio de Portugal 2027.

O Autódromo Internacional do Algarve (AIA) lança uma nova vantagem exclusiva para os clientes do MotoGP Repsol Grande Prémio de Portugal 2026, que se realiza no AIA, em Portimão, de 20 a 22 de novembro. Quem adquirir, numa única compra, pelo menos dois bilhetes para a prova portuguesa de MotoGP vai ter acesso a uma fase reservada para a compra antecipada de até dois bilhetes para o Formula 1 MSC Cruises Grande Prémio de Portugal 2027, também no Autódromo Internacional do Algarve, de 18 a 20 de junho de 2027.

A vantagem aplica-se às compras realizadas através do site oficial do MotoGP Repsol Grande Prémio de Portugal, clicando aqui, até às 23h59 de 31 de outubro. Os clientes que tenham adquirido os seus bilhetes antes do lançamento desta campanha também são elegíveis, desde que a compra tenha sido realizada numa única transação e inclua, pelo menos, dois bilhetes válidos.

Os clientes elegíveis vão poder aceder a uma fase exclusiva de compra antes da abertura ao público em geral da fase de vendas seguinte, com a possibilidade de adquirir até dois bilhetes. As datas e os detalhes de acesso à fase exclusiva vão ser comunicados posteriormente, por email, aos clientes elegíveis.

“Queremos proporcionar aos adeptos do desporto motorizado a oportunidade de viverem duas das principais competições mundiais numa pista que é reconhecida internacionalmente e que é um dos poucos circuitos europeus onde esta oportunidade vai ser possível”, afirma Jaime Costa, CEO do Autódromo Internacional do Algarve.

Após a abertura da fase exclusiva, os clientes elegíveis deverão aceder ao site oficial do Formula 1 MSC Cruises Grande Prémio de Portugal 2027, clicando aqui, e utilizar o endereço de e-mail associado à compra dos bilhetes MotoGP para validar a elegibilidade. Será depois enviado um código pessoal, intransmissível e de utilização única para acesso à fase exclusiva.

A campanha abrange bilhetes de Bancada e Peão, com exceção da Bancada Principal e Hospitalidade. Os bilhetes estarão disponíveis ao preço de venda ao público em vigor, sem desconto, e sujeitos a disponibilidade durante a fase exclusiva. O acesso antecipado não garante preços ou condições mais favoráveis do que os praticados em fases de venda posteriores.

A compra dos bilhetes MotoGP não garante a posterior aquisição de bilhetes para o Formula 1 MSC Cruises Grande Prémio de Portugal. O benefício desta campanha corresponde exclusivamente ao acesso antecipado à fase reservada de venda, cujos bilhetes são limitados e podem esgotar antes do seu término. Os Bilhetes para o MotoGP Repsol Grande Prémio de Portugal 2026 disponíveis clicando aqui.

Vale Rossi celebra Antonelli: “Ha tutto sotto controllo. Lo conosco da quando era piccolo, giravamo insieme col kart”

21 October 2026 at 16:52

L’Italia del motorsport, ma non solo, è pronta ad esplodere di gioia per Kimi Antonelli. Dopo 73 anni di attesa, un pilota italiano è pronto a diventare campione del mondo di Formula 1. Potrà succedere già questa domenica ad Austin, più verosimilmente tra una decina di giorni nel Gp del Messico. In ogni caso, è partito il conto alla rovescia. Un’attesa ben descritta da Valentino Rossi: “Per i tifosi italiani di motori è un sogno, perché non abbiamo mai avuto in Formula 1 un pilota italiano così forte”, ha dichiarato ai microfoni di Sky.

C’è un filo rosso che collega Rossi e Antonelli. La leggenda delle moto, capace di incollare alla tv milioni di italiani per seguire la MotoGp, e il ragazzo prodigio che porta l’Italia sul trono della F1, al posto della Ferrari. L’origine è comune, in quella terra dei motori che va proprio da Bologna a Pesaro. Infatti, Valentino Rossi racconta di aver conosciuto Antonelli quando era ancora bambino: “Lo conosco da quando era piccolo piccolo, giravamo insieme con il kart, e quindi vederlo che può vincere è una grande soddisfazione“, ha raccontato a Vera Spadini.

Rossi celebra colui che in qualche modo ne sta raccogliendo l’eredità, almeno nell’immaginario collettivo. E spiega: “Penso che, per come è andata quest’anno, abbia la situazione sotto controllo“. Domenica, nella serata italiana, arriverà il primo match point per il titolo: “Lo sentirò, lo sentirò. Sì, però non penso che abbia bisogno dei miei consigli“, scherza Rossi. Che incita anche Marco Bezzecchi, nonostante per il pilota Aprilia ora il sogno mondiale sia più lontano, visti i 46 punti di distacco dalla vetta della classifica: “È difficile, però, perché no? Ci sono tante gare. Secondo me Bez quest’anno ha dimostrato di essere il più veloce. 46 punti sono tanti, anche perché i piloti davanti sono due, quindi è difficile, però bisogna provare a vincere”.

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MotoGP ticket buyers get early access to Portugal F1 tickets

21 October 2026 at 16:42

Motorsport fans heading to this year’s MotoGP Portuguese Grand Prix in Portimão are being offered an early shot at tickets for the return of Formula 1 next summer. The Algarve

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Antonelli busca título da Fórmula 1 em Austin, mas depende de combinação

21 October 2026 at 14:19

Kimi Antonelli está perto de se tornar o campeão mais jovem da história da Fórmula 1 e o primeiro italiano a conquistar o título em 73 anos. Aos 20 anos, o piloto da Mercedes terá, porém, de vencer e contar com uma combinação de resultados para confirmar a conquista já neste domingo (25), no Grande Prêmio dos Estados Unidos, em Austin.

Quando Sebastian Vettel se tornou o campeão mais jovem da categoria, aos 23 anos, pela Red Bull, em 2010, Antonelli tinha apenas quatro anos. Agora, o piloto de Bolonha chega à etapa americana com uma vantagem expressiva de 102 pontos sobre o companheiro de equipe George Russell.

Após a bandeirada no Circuito das Américas, restarão no máximo 125 pontos em disputa na temporada. Em seu segundo ano na elite do automobilismo, Antonelli conquistará o campeonato se ampliar a vantagem sobre Russell em pelo menos 23 pontos neste fim de semana.

Para atingir essa margem, o italiano precisa vencer a corrida. Além disso, Russell não pode terminar acima da nona posição, enquanto Lewis Hamilton, heptacampeão mundial da Ferrari, precisa cruzar a linha de chegada em quinto lugar ou abaixo.

Caso essa combinação não aconteça, a disputa pelo título continuará, pelo menos, até o Grande Prêmio do México, no fim de semana seguinte.

“Sei que está muito perto, sei que está ao alcance, mas preciso garantir que continuo fazendo o melhor que posso. A mentalidade é sempre a mesma: ir para a pista, vencer e ter o melhor desempenho possível”, afirmou Antonelli após terminar em terceiro lugar no Grande Prêmio de Singapura, a etapa anterior à prova de Austin.

O resultado em Singapura representou o 14º pódio do piloto na temporada.

Quanto vale o contrato de Antonelli e como o título impacta salário

Fórmula 1: Mercedes vê poucas chances de título em Austin

Bradley Lord, vice-chefe da Mercedes, reconheceu a pressão em torno da possibilidade de Antonelli conquistar o campeonato já nos Estados Unidos. Em um podcast da equipe, ele comentou a expectativa da imprensa e a comparação com o chamado match point, expressão do tênis usada para definir uma oportunidade decisiva de vitória.

“Estamos naquela fase muito desconfortável da temporada em que precisamos enfrentar a imprensa na quinta-feira, com todo mundo dizendo: ‘Ah, você pode conseguir… tem o primeiro match point'”, declarou Lord.

“As pessoas adoram essa comparação com os match points do tênis, não é? Mas acho que existe algo como uma chance em 25 de isso ser minimamente possível em Austin”, acrescentou o dirigente, que destacou a prioridade da Mercedes: encontrar o melhor acerto para o carro e somar o máximo de pontos possível.

Russell também terá esse objetivo. O britânico sofreu um acidente na corrida sprint de Singapura e, depois, precisou largar a prova principal do fundo do grid por causa de uma penalidade relacionada ao motor.

Verstappen ganha força na disputa e ameaça a Mercedes

Antonelli venceu oito das 17 etapas disputadas até agora, mas o momento recente favorece Max Verstappen. O tetracampeão da Red Bull venceu as duas últimas corridas, na Malásia e em Singapura, e também triunfou em Austin no ano passado, depois de conquistar a pole position.

Russell reconheceu a força do adversário nas últimas etapas. “Quando você olha para as corridas recentes, a Red Bull tem sido claramente a melhor. Em Baku, Max estava em um nível parecido com o meu. Fomos para a Malásia, uma pista totalmente diferente, e depois para Singapura, outra pista diferente, e ele dominou os dois últimos fins de semana”, afirmou.

Verstappen está 119 pontos atrás de Antonelli e já declarou que pretende apenas se divertir nas etapas restantes, agora que não sente mais a pressão pela disputa do campeonato.

Do 19º ao 1º: Antonelli protagoniza 2ª maior reação da história da F1

Mercedes e McLaren preparam atualizações para o GP dos Estados Unidos

Os dois pilotos da Mercedes terão à disposição o pacote mais recente de atualizações do carro no primeiro de três fins de semana consecutivos de corrida. Depois de Austin, a Fórmula 1 seguirá para o México e, na sequência, para o Brasil.

O atual campeão mundial, Lando Norris, da McLaren, terminou em segundo lugar em Austin no ano passado, enquanto Charles Leclerc, da Ferrari, foi o terceiro colocado. Os dois podem voltar a brigar pelas primeiras posições neste fim de semana.

Hamilton também chega com um histórico de destaque nos Estados Unidos.

Rob Marshall, diretor-técnico da McLaren, afirmou que a equipe espera apresentar evolução após resultados recentes abaixo das expectativas. “As últimas corridas não foram muito boas para nós, mas acho que estamos voltando a melhorar, e Austin provavelmente é um circuito mais favorável ao nosso carro”, declarou. A equipe também levará algumas atualizações.

MotoGP terá participação especial no fim de semana da Fórmula 1

O Grande Prêmio dos Estados Unidos também terá uma iniciativa inédita de aproximação entre a Fórmula 1 e a MotoGP. Quatro pilotos da categoria de motovelocidade participarão de uma volta de demonstração no circuito no sábado (24).

As duas competições têm um proprietário em comum: a Liberty Media, empresa americana responsável pelo controle da Fórmula 1 e também ligada à MotoGP.

Toto Wolff compara Kimi Antonelli a Ayrton Senna: “É fascinante”

 

Com Antonelli, Itália busca encerrar frustração que já dura 73 anos na F1

21 October 2026 at 14:13

A Itália não tem um campeão mundial de Fórmula 1 há exatamente 73 anos. A última vez que um piloto italiano ergueu o troféu máximo do automobilismo foi em 1953, quando Alberto Ascari conquistou o bicampeonato correndo pela Ferrari.

Desde então, a nação que sedia a mítica equipe de Maranello e o circuito de Monza vive um longo período de frustrações na categoria.

Para o torcedor que se pergunta há quantos anos a Itália não tem um piloto campeão do mundo na Fórmula 1 desde Alberto Ascari, a matemática da temporada de 2026 confirma mais de sete décadas de espera ininterrupta.

O dono da marca e o último título italiano

O nome de Alberto Ascari é sagrado na história do automobilismo mundial. O piloto milanês dominou a Fórmula 1 em seus primórdios, vencendo o campeonato mundial de forma consecutiva nas temporadas de 1952 e 1953 a bordo da Ferrari 500. Sua precisão ao volante o transformou no primeiro bicampeão da história do esporte.

O título de 1953 foi selado com um desempenho avassalador, garantindo a taça com folga sobre seus adversários.

O fato mais impressionante é que, após o trágico acidente que tirou a vida de Ascari em Monza, no ano de 1955, nenhum outro italiano conseguiu repetir o feito de levantar o troféu.

Kimi Raikkonen celebrando a vitória em Interlagos, em 2007
O finlandês Kimi Raikkonen foi campeão pela Ferrari • Darren Heath/Getty Images

A escuderia italiana Ferrari continuou colecionando campeonatos de construtores e de pilotos ao longo das décadas seguintes, mas sempre com estrangeiros ao volante, como Niki Lauda, Michael Schumacher e Kimi Räikkönen.

O jejum italiano, portanto, contrasta diretamente com o sucesso absoluto da Ferrari como equipe.

O ranking dos italianos de maior sucesso

Embora o título mundial não venha desde a década de 1950, o automobilismo italiano revelou grandes vencedores de corridas que chegaram perto de quebrar o tabu. Abaixo, estão os pilotos italianos com maior número de vitórias na Fórmula 1:

  1. Alberto Ascari (13 vitórias): O último campeão mundial do país lidera a estatística histórica, tendo vencido 13 corridas em sua breve e intensa carreira na categoria, consolidando o recorde italiano inalcançado até hoje.
  2. Riccardo Patrese (6 vitórias): Com uma das carreiras mais longas da F1, Patrese competiu entre 1977 e 1993. Ele foi o vice-campeão mundial em 1992, correndo pela equipe Williams, na mesma temporada em que Nigel Mansell ficou com o título.
  3. Michele Alboreto (5 vitórias): Outro nome que esteve perto de encerrar o jejum. Alboreto venceu cinco grandes prêmios e foi o vice-campeão da temporada de 1985, correndo com a icônica Ferrari vermelha, mas acabou superado pelo francês Alain Prost.
  4. Giancarlo Fisichella (3 vitórias): Destaque nos anos 2000, Fisichella venceu três corridas e foi peça fundamental para os títulos de construtores da Renault em 2005 e 2006, ao lado de Fernando Alonso.

Elio de Angelis (2 vitórias): O habilidoso piloto romano completa o top 5 com duas vitórias marcantes pela equipe Lotus na década de 1980, antes de falecer precocemente em um acidente durante uma sessão de testes.

A nova geração e a chance de quebrar o tabu

O ano de 2026 trouxe uma mudança drástica nesse cenário com a consolidação de Andrea Kimi Antonelli na equipe Mercedes. Após pular etapas nas categorias de base e assumir a vaga deixada por Lewis Hamilton, o jovem nascido em Bolonha reacendeu a esperança de todo um país apaixonado por velocidade.

O automobilismo italiano não via um piloto local com equipamento capaz de disputar vitórias regularmente desde o início do século.

Com Antonelli entregando resultados expressivos na pista e assumindo o protagonismo no campeonato, a pressão por um título volta a ser o assunto principal nas arquibancadas de Monza e Imola.

O jejum de 73 anos desde a glória de Alberto Ascari representa a maior seca de uma potência tradicional na história do esporte a motor. Encerrar essa contagem não seria apenas uma conquista esportiva para a nova geração, mas a cura de uma ferida histórica para a nação que ajudou a fundar as bases da Fórmula 1.

Crianças e palhaços: Verstappen detona ação com carros de Lego na F1

Ralf Schumacher contro Hamilton: “Deve smetterla con questo atteggiamento, vuole fare il capo”

21 October 2026 at 12:52

Lewis Hamilton “vuole fare il capo mettendo tutti in ombra” e “deve smetterla“. In estrema sintesi è questo il pensiero di Ralf Schumacher – fratello di Michael – sul rapporto tra la Ferrari e il campione britannico. Il riferimento è soprattutto all’ultima gara a Singapore, quando Hamilton non ha seguito la strategia della scuderia, ha fatto di testa propria e ha sbagliato, perdendo diverse posizioni e chiudendo la gara al sesto posto, nonostante avesse possibilità di podio. Hamilton ha poi chiesto scusa alla scuderia, ammettendo l’errore.

Di ciò ha parlato l’ex pilota di F1, Ralf Schumacher, che nella trasmissione Backstage Pit Lane di Sky Sport Germania ha analizzato il momento tra la scuderia di Maranello e il pilota, non condividendo l’atteggiamento di Hamilton: “Hamilton deve smetterla con questo atteggiamento e deve integrarsi con la squadra. Al momento ho la sensazione che tra Lewis e il team ci sia un po’ di attrito“. Il punto, nella lettura del tedesco, riguarda proprio la volontà di emergere all’interno del box. “Lewis cerca di mettere tutti in ombra e di fare il capo“, ha infatti proseguito Schumacher.

Nelle ultime settimane, tra i temi discussi in casa Ferrari c’è quello di Frédéric Vasseur, team principal la cui posizione è stata messa in dubbio dopo gli ultimi negativi risultati. “Ho anche l’impressione che con Vasseur le cose non stiano filando lisce“, ha spiegato, aggiungendo un dubbio ancora più significativo: “Non so nemmeno se stia direttamente parlando con gli altri delle cose che vorrebbe cambiare“. Il sospetto, quindi, è che il confronto non sia diretto e che Hamilton provi ad andare un po’ di testa sua, soprattutto nelle ultime settimane. “Al momento la situazione non è del tutto armoniosa“, ha terminato Schumacher, mettendo in evidenza le difficoltà in casa Ferrari.

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McLaren to sell five F1 cars, all driven by champions and one by Brad Pitt

21 October 2026 at 10:37

McLaren are selling five fully-functioning Formula One cars driven by champions, including Lewis Hamilton and the late Brazilian Ayrton Senna, with one also tested by Hollywood actor Brad Pitt.

The cars, to be sold through high-end dealer Tom Hartley Jr. and expected to raise tens of millions of dollars, will be prepared by the reigning constructors’ champions for their next owners.

Hartley Jr. also sold the collection of former F1 supremo Bernie Ecclestone and 20 road cars belonging to the late McLaren co-owner Mansour Ojjeh.

“We have decided to part with these iconic McLaren Formula One cars because we feel that having them simply sitting in storage is a disservice to what they represent,” McLaren Racing CEO Zak Brown said in a statement on Sunday.

“These cars were built to be driven and raced, and we want to see them being used and enjoyed. We believe that is the best way to keep our history alive and our heritage business active.”

PITT DROVE ONE AFTER FILMING F1 MOVIE

The five span 32 years of McLaren history, starting with two MP4/6A cars (chassis numbers 04 and 07 with Honda V12 engines) raced by Austrian Gerhard Berger and tested by Senna during the 1991 title-winning campaign.

Chassis 04 finished second in a one-two at the San Marino Grand Prix with the McLarens lapping the entire field. Chassis 07 came second at McLaren’s home British Grand Prix. Both have been in McLaren’s possession ever since.

A 2012 McLaren MP4/27A (chassis 01) raced by 2009 world champion Jenson Button and tested by seven-times world champion Hamilton is also for sale.

Two cars raced exclusively by reigning champion Lando Norris in 2021 and 2023 complete the group.

The 2021 McLaren MCL35M took Norris to the podium in Imola, Monaco and Monza while the 2023 MCL37A-03 won successive races in Singapore and Japan and was tested post-season by a roster of drivers including Norris’s teammate Oscar Piastri and Mick Schumacher, son of F1 great Michael.

The 2023 McLaren was driven by Pitt in a private test at Austin’s Circuit of the Americas in June last year in connection with his starring role in “F1 the Movie” and is the most modern F1 car offered for sale to a private owner. Pitt reportedly took it up to a speed of 197mph (317kph).

“It is incredibly rare for a collector to have the opportunity to acquire race-driven Grand Prix cars directly from the manufacturer and team that built and campaigned them, and that makes this a very special offering,” said Hartley.

“These five cars will be offered individually and there is no time pressure whatsoever. Our priority, and McLaren’s, is to find the right homes for them.”

Although no prices were given, they are expected to range from 5 million pounds ($6.7 million) to as much as 10 million.

A McLaren MP4-25A raced by Hamilton to victory in Turkey in 2010 sold for 4.8 million pounds in 2021 while a winning 2001 Ferrari raced by Michael Schumacher fetched $7.5 million in New York in 2017.

Rosa López advierte de que no celebrará el 25º aniversario de ‘Operación Triunfo’: “¿Por qué tengo que estar siempre?”

21 October 2026 at 09:01

Rosa López, la ganadora de la primera edición de Operación Triunfo, estrenada en octubre del año 2001, ha publicado un vídeo en redes sociales en el que asegura que no está en sus planes participar en una posible celebración del 25º aniversario del concurso.

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Rosa López en su vídeo de Instagram.

Jaime Lorente recoge firmas para que no se cancele ‘La revuelta’ y emociona a Broncano: “Aquí trabajan 90 personas que tienen familia”

21 October 2026 at 07:00

Jaime Lorente llegó este martes a La revuelta para presentar su debut como director, El mal hijo, y con la seguridad de que el regalo que tenía preparado para el programa era el mejor que se había dado en su historia. Se trataba de una lista en papel, tan extensa que llegó hasta el público, con firmas auténticas que el actor y director había recopilado para pedir que el espacio de David Broncano no fuera cancelado en caso de que hubiera un cambio de gobierno en los próximos meses. “No es un regalo para La revuelta; realmente es un regalo para España”, dijo sobre este gesto simbólico.

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Jaime Lorente entrega a David Broncano las firmas que ha recopilado deseando "larga vida a 'La revuelta".

‘¡Cuánta guerra!’: TVE recupera la memoria de la Guerra Civil a través de los recuerdos familiares de Rozalén, Juan Carlos Rivero y los Bardem

21 October 2026 at 04:30

Poco se imaginaba el periodista deportivo Juan Carlos Rivero hasta dónde le iba a llevar la investigación sobre el paso de su abuelo Julián por la Guerra Civil española. Él es el primer invitado del nuevo programa de Televisión Española, ¡Cuánta guerra!, en el que diferentes personalidades del ámbito de la comunicación y la cultura visitan junto a la periodista Conchi Cejudo diversos escenarios de la contienda y descubren lo que ocurrió a sus antepasados y qué supuso para ellos el conflicto bélico. Es, como define la presentadora a EL PAÍS, una investigación que deviene “en una road-movie emocional que viaja por todo el país”.

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Juan Carlos Rivero y Conchi Cejudo, en un momento del primer episodio de '¡Cuánta guerra!'.

Honda NSX usado por Ayrton Senna vai a leilão por até R$ 5,6 milhões

20 October 2026 at 21:47

Um Honda NSX vermelho que fez parte da vida de Ayrton Senna fora das pistas será leiloado em Londres, na Inglaterra, em 31 de outubro. O esportivo de 1991, associado ao tricampeão mundial de Fórmula 1, tem valor estimado entre 500 mil e 800 mil libras, faixa equivalente a aproximadamente R$ 3,5 milhões a R$ 5,6 milhões. O leilão será realizado pela RM Sotheby’s.

A história do veículo ganhou notoriedade com fotografias de Senna lavando a carroceria com uma mangueira de jardim, vestido de jeans e camisa. A cena se tornou uma das imagens mais lembradas do piloto em momentos longe das competições.

O NSX também aparece no documentário Ayrton Senna: Racing Is in My Blood, de 1992. Nas imagens, o brasileiro dirige o modelo e faz manobras ao volante do esportivo japonês.

Carro acompanhava Senna na Europa

A Honda disponibilizou o veículo para uso pessoal do piloto na Europa durante o período em que fornecia motores à McLaren. Foi pela equipe britânica que Senna conquistou os três campeonatos mundiais de Fórmula 1, em 1988, 1990 e 1991.

O carro tem carroceria vermelha, teto preto e bancos revestidos de couro escuro. Registrado em Portugal em 22 de março de 1991, com a placa SX-25-59, ficava guardado em Lisboa e era colocado à disposição do piloto durante suas passagens pelo país.

A ligação de Senna com o modelo não se limitava ao uso pessoal. Segundo o repórter especial da Folha de S.Paulo Eduardo Sodré, o brasileiro também contribuiu para o desenvolvimento do NSX, com observações sobre a rigidez da carroceria e o comportamento dinâmico do veículo.

Outro NSX de Senna está no Brasil

O exemplar que irá a leilão na Inglaterra não é o único Honda NSX que pertenceu ao piloto. Uma segunda unidade, também de 1991, está no Brasil. O carro é preto e tem placa iniciada pelas letras BSS, referência a Beco Senna da Silva, apelido de Ayrton Senna.

O modelo japonês leiloado tem motor V6 de 3 litros, cerca de 270 cavalos de potência, câmbio manual e tração traseira.

Depois da morte do piloto, em 1994, o esportivo permaneceu em Portugal e passou pelas mãos de diferentes proprietários. O britânico Robert McFagan o comprou em 2013. Três anos depois, o veículo recebeu registro para circular no Reino Unido.

Em 2019, o NSX voltou ao circuito de Ímola, na Itália, durante as homenagens pelos 25 anos da morte de Senna. Na ocasião, Giancarlo Minardi, fundador da equipe Minardi, dirigiu o carro. Em 2024, o esportivo foi adquirido pelo atual proprietário, um colecionador de Nagoya, no Japão.

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‘El Telediario de nuestras vidas’: Un menú degustación que supo a poco

19 October 2026 at 21:33

Era un trabajo endemoniado, dificilísimo, porque era casi un imposible resumir los 70 años de un país y del mundo del que forma parte en un telediario. Pero se hizo. Y se podría haber hecho de otra manera, con otra gente, con otro menú. Pero lo que se degustó fue exquisito. Escogido con mimo y lleno de voces y de rostros de personas que son de la casa y también de la nuestra. Esa gente a la que solo con el “buenas noches” sabes quiénes son. Qué de cosas, qué de lágrimas. Cómo hemos cambiado, y cuánto nos queda. Y qué buen archivo, qué tesoro tenemos ahí, porque es un poco de todos.

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© TVE

Pepa Bueno y Ana Blanco, en un momento del especial 'El Telediario de nuestras vidas'.

Horner, o "Darth Vader da F1", está a contar tudo o que pode

19 October 2026 at 12:59
Um ano depois de ter sido despedido da Red Bull e sujeito a um contrato milionário que o impede de contar muita coisa, Christian Horner escreveu um livro. E revela que podia ter ido para a Mercedes.

© NurPhoto via Getty Images

O britânico de 52 anos deixou a Fórmula 1 no verão de 2025

F1: Depois de uma semana de intervalo vem aí o GP dos Estados Unidos em Austin no Texas

18 October 2026 at 09:20

Após a realização do GP de Singapura, no circuito da Marina Bay, a Fórmula 1 está a passar por uma semana de intervalo antes de regressar à ação com o GP dos Estados Unidos, marcado para os dias 23, 24 e 25 de outubro, no Circuito das Américas, em Austin, no estado do Texas.

A etapa americana será a 18ª da temporada de 2026 e marcará o início de uma sequência de três corridas consecutivas nas Américas. Depois de Austin, o circo da Fórmula 1 seguirá para o GP da Cidade do México, em 1 de novembro, e depois o GP de São Paulo, em Interlagos, no Brasil, com o GP a realizar-se no dia 8 de novembro.

Saliente-se que o campeonato mundial de Fórmula 1 está a entrar na sua reta final, com Kimi Antonelli na liderança. O italiano da Mercedes soma 340 pontos, contra 238 do britânico George Russell, seu companheiro de equipa. A diferença de 102 pontos coloca Antonelli numa situação confortável na disputa pelo título, embora ainda com etapas importantes pela frente.

O GP dos Estados Unidos será disputado no Circuito das Américas, um traçado de 5,513 quilómetros que combina retas longas, curvas de alta velocidade, mudanças de elevação e setores técnicos. Um dos pontos mais conhecidos é a subida que antecede a curva 1, propícia para ultrapassagens.

A corrida terá 56 voltas e está marcada para domingo, 25 de outubro, às 21:00 horas, no horário de Portugal.
Diferente de algumas etapas da temporada, o fim de semana em Austin seguirá o formato tradicional, com três treinos livres, classificação no sábado e corrida do GP dos Estados Unidos 2026 no domingo.

Programa / Horários

Sexta-feira, 23 de outubro
18h30 – Treino Livre 1 (TL1)
22h00 – Treino Livre 2 (TL2)

Sábado, 24 de outubro
18h30 – Treino Livre 3 (TL3)
22h00 – Classificação

Domingo, 25 de outubro
21h00 – Corrida (56 voltas)

Rafael Câmara ficha por la escudería Haas para la temporada 2027 de F1

15 October 2026 at 19:44
La escudería estadounidense confirmó la incorporación del joven sudamericano para ocupar el asiento de Esteban Ocon tras su destacado paso por las categorías formativas.

F1: brasileiro Rafael Câmara é piloto da Haas em 2027 – team confirmou

15 October 2026 at 19:24

Agora é oficial: o brasileiro Rafael Câmara vai correr na Fórmula 1 na temporada 2027. O anúncio foi feito pela Haas esta quinta-feira (15), de que o piloto no próximo ano assumirá a vaga deixada por Esteban Ocon.

Os rumores da chegada do piloto começaram a surgir ainda no meio deste campeonato, como refere a F1Mania na sua notícia, lembrando que Rafael Câmara é membro da Academia da Ferrari desde 2021, chegou a participar de diversos testes guiando carros tanto da escuderia italiana como da equipa americana, sempre impressionando com os seus resultados – inclusivamente, a primeira atividade que teve com a Haas foi um TPC em Portimão no mês de agosto.

Até ser designado para preencher a vaga na Haas, Rafa ainda precisou enfrentar alguma concorrência, designadamente contra Leo Fornaroli, atual campeão da Fórmula 2, Jack Doohan e Ryo Hirakawa. Mas, no final, o campeão de 2025 da Fórmula 3 e atual líder da Fórmula 2 é quem está a vencer esta ‘corrida’ pelo lugar no team na F1.

“Estou muito feliz em me juntar à Haas como piloto de Fórmula 1. É um passo importante na minha carreira e quero agradecer a Gene Haas e Ayao Komatsu pela confiança que depositaram em mim. Também sou muito grato à Academia da Ferrari pelo apoio e por tudo o que contribuíram para o meu desenvolvimento ao longo dos anos, assim como à minha família por estar sempre presente nesta jornada”, disse Rafael Câmara.

“Agora, o meu foco é preparar-me da melhor maneira possível para este novo desafio. Haverá muito a aprender, e estou ansioso para trabalhar em estreita colaboração com a equipa, entender o carro e continuar evoluindo como piloto”, prosseguiu.

Lembra-nos a F1Mania que Rafa Câmara disputa a F2 na temporada 2026 e na última etapa, a rodada tripla do GP do Azerbaijão, onde conseguiu uma vitória e assumiu a liderança da classificação – tem mais duas vitórias e sete pódios totais . Agora restam duas etapas, Qatar e Abu Dhabi, mas ainda em dúvida se irão mesmo acontecer devido à guerra no Médio Oriente.

Entre os feitos de sua carreira, além do título da F3 também conta como campeão da Fórmula Regional Europeia em 2024, além de um vice na Fórmula 4 dos Emirados Árabes Unidos em 2022, assim como ter terminado em terceiro na Fórmula 4 Italiana, Fórmula 4 Alemã e Fórmula Regional do M´deio Oriente.

Ayao Komatsu, chefe da Haas, afirmou que “estou muito empolgado em contratar um talento tão jovem e incrível como Rafael Câmara. Não preciso falar a todos sobre as suas conquistas nas categorias de base; elas têm sido impressionantes. Além disso, na sua temporada de estreia na Fórmula 2, a velocidade que ele demonstrou em momentos muito difíceis, como nas classificações no Mónaco e Montreal, evidenciam todo o potencial que o Rafa possui.”

“Quando ele pilotou, no nosso programa TPC em Portugal, mostrou que conseguia lidar muito bem com a situação, mesmo sem muito tempo para conhecer o carro; ele mostrou-nos mais do que apenas velocidade pura. O Rafa conseguiu criar um ambiente para extrair o melhor de si mesmo; foi algo muito impressionante e, certamente, as voltas que ele completou foram especiais.“

A teminar, Ayao Komatsu, salientou: “Estamos todos animados com essa oportunidade e realmente comprometidos, como TGR Haas F1 Team, em desenvolver esse talento e oferecer um ambiente onde ele possa prosperar. Queremos criar um espaço onde ele se sinta confortável e apoiado, e onde possa realmente desenvolver todo o seu potencial.”

Por fim, Gene Haas, dono da Haas, comentou: “Estou ansioso para ver o que Rafael Câmara pode alcançar na Fórmula 1, tendo acompanhado as suas conquistas na Fórmula 3 e, agora, na Fórmula 2 este ano.”
“É um desafio diferente neste nível, mas, com base na experiência que tivemos com Ollie Bearman, que seguiu uma trajetória semelhante e também veio da Academia da Ferrari, sabemos que esses pilotos mais jovens que chegam bem preparados e podem causar um impacto imediato na equipa”, acrescentou.

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