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Ventura: "Mas onde é que anda o primeiro-ministro?"

22 October 2026 at 17:56
André Ventura diz que a ausência pública do primeiro-ministro é um "rastilho" para escalar a contestação e avisa o Governo para não pensar que Portugal é "um país manso".

© ANDRÉ KOSTERS/LUSA

Numa intervenção num almoço do International Club of Portugal, num hotel em Lisboa, André Ventura critica que "não sabemos do primeiro-ministro há dias"

Associação apela à proteção da estátua de D. Pedro IV

22 October 2026 at 17:44
Associação diz ser "incompreensível" que a CML não adote medidas idênticas às que aplica noutros monumentos em eventos de risco.

© LUSA

A estátua de D. Pedro IV tem sido o centro das reivindicações dos manifestantes que se têm reunido na Praça do Rossio pela crise na habitação

Habitação: Leitão Amaro diz que “há relação” com imigração mas “culpa não foi dos imigrantes”

22 October 2026 at 17:43

O ministro da Presidência reiterou, esta quinta-feira, que “há uma relação” entre os problemas da habitação e o aumento da imigração em Portugal, mas defendeu que “a culpa não foi dos imigrantes, mas da governação socialista”.

“A culpa não é do imigrante que procura casa, é da irresponsabilidade dos políticos que governaram o país nesse tempo e abriram as portas e permitiram fluxos tão grandes de entrada de pessoas e não cuidaram de aumentar a oferta de habitação e saúde”, afirmou António Leitão Amaro, na conferência de imprensa após a reunião semanal do Conselho de Ministros.

O ministro foi questionado se o Governo subscrevia as posições assumidas na quarta-feira pelo líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, que afirmou na Assembleia da República: “Algum português acha que faltam casas em Portugal e isso nada tem nada a ver com o milhão de pessoas que o PS deixou entrar de forma escancarada em Portugal com o aplauso da esquerda?”.

Na resposta, Leitão Amaro admitiu que “também há uma relação”, mas não se trata da única razão para os problemas da habitação em Portugal, apontando igualmente à falta de construção.

“Quando um país tem, em sete anos, um aumento do número de cidadãos estrangeiros residentes em 1,2 milhões, dá uma média de 200 mil novas pessoas à procura de casa por ano”, disse, contrapondo que, no mesmo período, apenas de construíram 15 mil casas por ano.

No entanto, o ministro da Presidência quis acrescentar que “a culpa não é do imigrante que procura casa”.

“A culpa foi da governação socialista, errada, que escancarou as portas, desregulou o fluxo e não preparou nem o mercado de habitação, nem os serviços de saúde, nem as escolas, para receber as pessoas com dignidade”, afirmou.

El coqueteo de Trump con Putin incomoda a los candidatos republicanos en la recta final de las ‘midterms’

22 October 2026 at 17:36

Estados Unidos se ha convertido en una gigantesca campaña electoral con un elefante que sobrevuela la conversación. Las concesiones del presidente, Donald Trump, a Rusia en una estrategia desesperada para rebajar el precio de los carburantes y poner fin a la guerra de Ucrania están incomodando a los candidatos republicanos, que ven cómo el acercamiento a Vladímir Putin está lastrando sus opciones en la contienda electoral.

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© SHAWN THEW (EFE)

El presidente de Estados Unidos, Donald Trump, en la Casa Blanca antes de empreder un viaje para participar en un acto electoral en Carolina del Sur.

Habitação: Governo defende que lei das rendas que é preciso revogar é a do PS

22 October 2026 at 17:29
IRS Jovem

O ministro da Presidência defendeu, esta quinta-feira, que a lei que é preciso revogar em matéria de arrendamento é a do PS, manifestando-se disponível para, no processo de especialidade, discutir propostas de outros partidos.

Na conferência de imprensa após a reunião semanal do Conselho de Ministros, António Leitão Amaro foi questionado se admitia retirar a proposta do novo regime de arrendamento urbano, que está em discussão na especialidade no parlamento, como já desafiou o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro.

“Faz muito sentido voltar atrás, revogar, alterar a lei do arrendamento que causa esta situação, que é a lei do arrendamento aprovada pela ‘geringonça’”, contrapôs o ministro, dizendo que foi essa que causou os atuais constrangimentos no mercado,

Quanto ao processo parlamentar em curso, o ministro admitiu não conseguir antecipar a aprovação do diploma, mas deixou perguntas aos principais partidos da oposição.

“Estão satisfeitos com a lei em vigor? A lei que está a gerar estes resultados? Estão satisfeitos? E se não estão satisfeitos, como muitos dizem que não estão, com a lei em vigor, , querem mantê-la ou querem contribuir para a sua mudança?”, desafiou.

Leitão Amaro defendeu que, no parlamento, “há uma proposta para discussão, que pode ser discutida, melhorada, consensualizada”.

“Quais é que são os partidos exatamente que estarão à mesa, depende tanto mais deles do que nós, muito mais deles do que nós, porque nós estamos abertos a mudar, a resolver, a trazer soluções novas”, afirmou.

André Ventura gastou 3,7 milhões na campanha das presidenciais, o triplo de António José Seguro

22 October 2026 at 17:25

O presidente do Chega, André Ventura, gastou 3,7 milhões de euros na campanha eleitoral das presidenciais, o triplo dos 1,2 milhões gastos por António José Seguro, que o derrotou na segunda volta do sufrágio.

Os dados constam das contas das campanhas entregues pelos candidatos das últimas eleições presidenciais à Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP) e divulgadas hoje.

André Ventura foi, com larga margem, o candidato que apresentou maiores despesas, num total de 3,73 milhões de euros, mais cerca de 2,8 milhões do que os 900 mil inicialmente previstos no orçamento entregue à ECFP antes das eleições.

Os principais gastos do líder do Chega correspondem a estruturas, cartazes e telas, nos quais investiu 1,72 milhões, seguindo-se os brindes e outras ofertas, categoria em que registou um gasto de 972 mil euros.

A campanha de Ventura gastou ainda 346,6 mil euros em propaganda, 210,7 mil euros em comícios, 175,5 mil euros em custos administrativos e 143,5 mil euros na conceção da campanha e em agências de comunicação, além de 156,4 mil euros classificados como outras despesas.

Do lado das receitas, a candidatura recebeu 1,03 milhões de euros de subvenção pública e 2,7 milhões de euros de partidos políticos para financiar a campanha. Os donativos de particulares totalizaram apenas 760 euros.

André Ventura ficou em segundo lugar na primeira volta das eleições presidenciais, com 23,5% dos votos, e foi derrotado na segunda volta por António José Seguro, que venceu com 66,8% dos votos.

António José Seguro, que se candidatou como independente com o apoio do PS, tinha orçamentado uma campanha de 1,13 milhões de euros, mas acabou por gastar 1,22 milhões, mais cerca de 90 mil euros do que previu.

A maior parcela da despesa da candidatura do atual Presidente da República correspondeu a comícios, em que gastou 412,9 mil euros, seguindo-se os cartazes (329,5 mil euros), a conceção da campanha e agências de comunicação (206,4 mil euros), propaganda (140,7 mil euros), custos administrativos (77,8 mil euros) e brindes (55,9 mil euros).

A candidatura vencedora recebeu 1,03 milhões de euros de subvenção pública e 125,6 mil euros de angariação de fundos.

Indicou ainda que recebeu 71,1 mil euros de partidos político, depois de ter previsto, no orçamento entregue à ECFP antes das eleições, que não iria receber qualquer verba de forças partidárias.

Depois dos dois candidatos da segunda volta – que tiveram, por isso, campanhas maiores -, surgem os nomes de Henrique Gouveia e Melo, que gastou 984,7 mil euros, Luís Marques Mendes, com despesa de 880,6 mil euros, e João Cotrim Figueiredo, que gastou 744,5 mil euros.

Entre os candidatos que não receberam qualquer subvenção pública, António Filipe investiu 329 mil euros, Catarina Martins 89 mil e Jorge Pinto gastou 82 mil euros – os três tiveram as campanhas largamente financiadas pelos respetivos partidos. André Pestana ficou pelos 5,9 mil euros de despesa, totalmente financiados por donativos e cedência de bens a título de empréstimo.

Dos 11 candidatos, não entregaram contas à ECFP Humberto Correia e Manuel João Vieira.

O conteúdo André Ventura gastou 3,7 milhões na campanha das presidenciais, o triplo de António José Seguro aparece primeiro em O MINHO.

Presidenciais: André Ventura gastou 3,7 milhões na campanha, o triplo de António José Seguro

22 October 2026 at 17:25

O presidente do Chega, André Ventura, gastou 3,7 milhões de euros na campanha eleitoral das presidenciais, o triplo dos 1,2 milhões gastos por António José Seguro, que o derrotou na segunda volta do sufrágio.

Os dados constam das contas das campanhas entregues pelos candidatos das últimas eleições presidenciais à Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP) e divulgadas, esta quinta-feira.

André Ventura foi, com larga margem, o candidato que apresentou maiores despesas, num total de 3,73 milhões de euros, mais cerca de 2,8 milhões do que os 900 mil inicialmente previstos no orçamento entregue à ECFP antes das eleições.

Os principais gastos do líder do Chega correspondem a estruturas, cartazes e telas, nos quais investiu 1,72 milhões, seguindo-se os brindes e outras ofertas, categoria em que registou um gasto de 972 mil euros.

A campanha de Ventura gastou ainda 346,6 mil euros em propaganda, 210,7 mil euros em comícios, 175,5 mil euros em custos administrativos e 143,5 mil euros na conceção da campanha e em agências de comunicação, além de 156,4 mil euros classificados como outras despesas.

Do lado das receitas, a candidatura recebeu 1,03 milhões de euros de subvenção pública e 2,7 milhões de euros de partidos políticos para financiar a campanha. Os donativos de particulares totalizaram apenas 760 euros.

André Ventura ficou em segundo lugar na primeira volta das eleições presidenciais, com 23,5% dos votos, e foi derrotado na segunda volta por António José Seguro, que venceu com 66,8% dos votos.

António José Seguro, que se candidatou como independente com o apoio do PS, tinha orçamentado uma campanha de 1,13 milhões de euros, mas acabou por gastar 1,22 milhões, mais cerca de 90 mil euros do que previu.

A maior parcela da despesa da candidatura do atual Presidente da República correspondeu a comícios, em que gastou 412,9 mil euros, seguindo-se os cartazes (329,5 mil euros), a conceção da campanha e agências de comunicação (206,4 mil euros), propaganda (140,7 mil euros), custos administrativos (77,8 mil euros) e brindes (55,9 mil euros).

A candidatura vencedora recebeu 1,03 milhões de euros de subvenção pública e 125,6 mil euros de angariação de fundos.

Indicou ainda que recebeu 71,1 mil euros de partidos político, depois de ter previsto, no orçamento entregue à ECFP antes das eleições, que não iria receber qualquer verba de forças partidárias.

Depois dos dois candidatos da segunda volta – que tiveram, por isso, campanhas maiores -, surgem os nomes de Henrique Gouveia e Melo, que gastou 984,7 mil euros, Luís Marques Mendes, com despesa de 880,6 mil euros, e João Cotrim Figueiredo, que gastou 744,5 mil euros.

Entre os candidatos que não receberam qualquer subvenção pública, António Filipe investiu 329 mil euros, Catarina Martins 89 mil e Jorge Pinto gastou 82 mil euros – os três tiveram as campanhas largamente financiadas pelos respetivos partidos. André Pestana ficou pelos 5,9 mil euros de despesa, totalmente financiados por donativos e cedência de bens a título de empréstimo.

Dos 11 candidatos, não entregaram contas à ECFP Humberto Correia e Manuel João Vieira.

BE fala em "mudança sísmica" do Governo na habitação

22 October 2026 at 17:25
Pureza pede que protestos continuem e diz que seria positivo que a CGTP convocasse greve geral. Central sindical admite todas as formas de luta, mas avisa que greve "exige preparação".

© ANDRÉ KOSTERS/LUSA

Pureza recusou que o partido tenha qualquer intenção de "dirigir" os protestos "mas contribuir, isso sim, para a força do movimento da luta pela habitação"

17h. Governo aprova novas regras para desbloquear heranças

22 October 2026 at 17:15
A iniciativa do Governo passa por desbloquear heranças e libertar imóveis para o mercado. Ainda, em Paris, uma decisão judicial abriu caminho a uma manifestação estudantil, esta tarde.

Governo aprova versão final do novo regime de heranças

22 October 2026 at 17:08
Governo acredita ter dado mais um passo importante para colocar mais casas no mercado. Ministro da Presidência acusa PS de não assumir responsabilidades pelo legado que deixou na Habitação.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

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