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Movimento fundado por Seguro defende apoio público aos media

23 October 2026 at 05:10
Movimento criado por António José Seguro antes da campanha presidencial fez primeira conferência com recomendações sobre futuro do jornalismo e IA. Defende apoios a jornais por entidade independente.

© DR

Paulo Lopes da Silva é o presidente do UPortugal e foi diretor da campanha de António José Seguro. É deputado do PS.

André Ventura gastou 3,7 milhões na campanha das presidenciais, o triplo de António José Seguro

22 October 2026 at 17:25

O presidente do Chega, André Ventura, gastou 3,7 milhões de euros na campanha eleitoral das presidenciais, o triplo dos 1,2 milhões gastos por António José Seguro, que o derrotou na segunda volta do sufrágio.

Os dados constam das contas das campanhas entregues pelos candidatos das últimas eleições presidenciais à Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP) e divulgadas hoje.

André Ventura foi, com larga margem, o candidato que apresentou maiores despesas, num total de 3,73 milhões de euros, mais cerca de 2,8 milhões do que os 900 mil inicialmente previstos no orçamento entregue à ECFP antes das eleições.

Os principais gastos do líder do Chega correspondem a estruturas, cartazes e telas, nos quais investiu 1,72 milhões, seguindo-se os brindes e outras ofertas, categoria em que registou um gasto de 972 mil euros.

A campanha de Ventura gastou ainda 346,6 mil euros em propaganda, 210,7 mil euros em comícios, 175,5 mil euros em custos administrativos e 143,5 mil euros na conceção da campanha e em agências de comunicação, além de 156,4 mil euros classificados como outras despesas.

Do lado das receitas, a candidatura recebeu 1,03 milhões de euros de subvenção pública e 2,7 milhões de euros de partidos políticos para financiar a campanha. Os donativos de particulares totalizaram apenas 760 euros.

André Ventura ficou em segundo lugar na primeira volta das eleições presidenciais, com 23,5% dos votos, e foi derrotado na segunda volta por António José Seguro, que venceu com 66,8% dos votos.

António José Seguro, que se candidatou como independente com o apoio do PS, tinha orçamentado uma campanha de 1,13 milhões de euros, mas acabou por gastar 1,22 milhões, mais cerca de 90 mil euros do que previu.

A maior parcela da despesa da candidatura do atual Presidente da República correspondeu a comícios, em que gastou 412,9 mil euros, seguindo-se os cartazes (329,5 mil euros), a conceção da campanha e agências de comunicação (206,4 mil euros), propaganda (140,7 mil euros), custos administrativos (77,8 mil euros) e brindes (55,9 mil euros).

A candidatura vencedora recebeu 1,03 milhões de euros de subvenção pública e 125,6 mil euros de angariação de fundos.

Indicou ainda que recebeu 71,1 mil euros de partidos políticos, depois de ter previsto, no orçamento entregue à ECFP antes das eleições, que não iria receber qualquer verba de forças partidárias.

Depois dos dois candidatos da segunda volta – que tiveram, por isso, campanhas maiores -, surgem os nomes de Henrique Gouveia e Melo, que gastou 984,7 mil euros, Luís Marques Mendes, com despesa de 880,6 mil euros, e João Cotrim Figueiredo, que gastou 744,5 mil euros.

Entre os candidatos que não receberam qualquer subvenção pública, António Filipe investiu 329 mil euros, Catarina Martins 89 mil e Jorge Pinto gastou 82 mil euros – os três tiveram as campanhas largamente financiadas pelos respetivos partidos. André Pestana ficou pelos 5,9 mil euros de despesa, totalmente financiados por donativos e cedência de bens a título de empréstimo.

Dos 11 candidatos, não entregaram contas à ECFP Humberto Correia e Manuel João Vieira.

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Habitação em crise? Calma, Isaltino Morais promete resolver

22 October 2026 at 09:31
Ao fim de dez anos, lá descobrimos a crise da habitação. Entre as acampadas no Rossio e o grande "passa-culpas" no Parlamento, a única salvação nacional é ter um Isaltino Morais em cada esquina.

17h. PR chama todos os partidos com assento a Belém

21 October 2026 at 17:19
As audiências vão ser sobre coesão social e vão decorrer de forma individual no dia 29 de outubro. Ainda, o Presidente ucraniano aceitaria um acordo de paz que congelasse a guerra nas linhas da frente

Seguro convoca partidos sobre coesão social

21 October 2026 at 12:42
Presidente da República vai ouvir os partidos no dia a seguir à votação na generalidade, mas reuniões, sabe o Observador, não vão ser sobre o Orçamento do Estado. Foco é a coesão social.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

Seguro convoca partidos para falar sobre coesão social

21 October 2026 at 12:41

O Presidente da República, António José Seguro, convocou hoje os partidos com assento parlamentar para audiências individuais sobre coesão social no dia 29 de outubro no Palácio de Belém, disse à Lusa fonte da Presidência da República.

Estas audiências irão realizar-se no dia seguinte à votação do Orçamento do Estado para 2027 na generalidade, cujo debate está marcado para 27 e 28 de outubro, com viabilização assegurada pela abstenção do PS.

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Crise da habitação: o frio venceu e os políticos ficam aquém

21 October 2026 at 09:26
As tendas saíram do Rossio, a PSP conversou com calma, mas o problema mantém-se. Na crise da habitação, o único vencedor foi mesmo o frio, que mandou a malta toda ir dormir para casa.

Seguro promulga diploma que altera código do IRS

21 October 2026 at 00:24
O Presidente da República promulgou a lei que reduz as taxas dos seis primeiros escalões de IRS. A medida foi aprovada no parlamento no início de outubro.

© Paulo Cunha/LUSA

António José Seguro promulgou o decreto esta terça-feira, segundo uma nota publicada

Seguro envia recado a Neves sobre "prestígio da PJ"

20 October 2026 at 15:48
Seguro avisa o ministro que também tem responsabilidade sobre o prestígio da Polícia Judiciária. Numa altura em que arranca CPI, Presidente diz que PJ deve ser instituição "sem receio do escrutínio".

© TIAGO PETINGA/LUSA

Seguro “atento e vigilante” e imputa responsabilidades aos órgãos de soberania pelo “prestígio da PJ” 

20 October 2026 at 12:56

O Presidente da República afirmou hoje, na sede da PJ, que está “sempre atento e vigilante”, mas atua “com discrição”, e imputou responsabilidades pelo “prestígio da PJ” aos seus dirigentes, mas também aos órgãos de soberania.

António José Seguro, que discursava numa sessão solene comemorativa do 81.º aniversário da Polícia Judiciária (PJ), defendeu que o “enorme prestígio” desta polícia criminal “exige investimento permanente, capacidade de atuação e exigência ética” e que o escrutínio deve ser encarado “como parte da sua legitimidade democrática”.

No início da sua intervenção, o chefe de Estado quis evitar “qualquer dúvida sobre o motivo principal” para a sua presença nesta sessão – referindo que aceitou “de imediato” o convite – e deu conta de um encontro realizado, a seu pedido, com o diretor nacional da PJ, Carlos Cabreiro, em agosto.

“Estou aqui porque a PJ é um pilar da democracia e tudo farei para que continue a desempenhar a sua função em nome da justiça, do combate ao crime e da segurança dos portugueses. Estou aqui para salvaguardar o seu património, dar robustez à missão presente da PJ e a cautelar as premissas de um futuro com sucesso”, justificou.

“Foram também estas palavras que transmiti ao senhor diretor numa reunião, a meu pedido, realizada em agosto. O dever do Presidente da República é estar sempre atento e vigilante, fazer as perguntas que deve e agir com discrição adequada em cada momento. O prestígio da PJ é uma responsabilidade dos seus dirigentes, mas também dos titulares dos órgãos de soberania”, acrescentou António José Seguro.

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Seguro pede medidas urgentes e outras duradouras para a habitação “com o contributo de todos”

19 October 2026 at 22:37

O Presidente da República apelou hoje a um entendimento alargado entre Governo PSD/CDS-PP e partidos da oposição para que se adotem medidas urgentes e outras duradouras para a habitação “com o contributo de todos”.

“Há de facto um problema de habitação no país e, portanto, ele precisa de ser resolvido. E se há contributos de todos, Governo, partidos da oposição, então é útil que todos se entendam para encontrarem as melhores soluções para resolver os problemas”, declarou António José Seguro aos jornalistas, no Campus XXI, em Lisboa.

O chefe de Estado, que falava no fim da sessão de apresentação do livro “Álvaro Siza Vieira – Arquiteto de Sonhos” de Fátima Campos Ferreira, e tinha perto de si o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, referiu que “há vários partidos e também o Governo” com iniciativas sobre esta matéria.

“Agora é necessário dar o passo seguinte: é entenderem-se sobre essas propostas, umas através de políticas duradouras – é esse o entendimento a que eu tenho apelado -, e outras com medidas urgentes”, defendeu.

“Por exemplo, de estudantes que têm dificuldades em pagar o quarto quando estão deslocados, de pessoas que mesmo tendo trabalho têm dificuldades em pagar a renda porque elas têm subido, os preços das casas têm aumentado. Portanto, é necessário olhar para esse problema com seriedade e com o contributo de todos. É esse o meu apelo”, acrescentou.

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Seguro quer acordo entre Governo e oposição na habitação

19 October 2026 at 21:20
O Presidente da República pediu que PSD/CDS-PP e partidos da oposição se entendam sobre propostas para a habitação, apontando estudantes e trabalhadores como casos urgentes.

© ESTELA SILVA/LUSA

António José Seguro falou aos jornalistas no Campus XXI, em Lisboa

Habitação. PR apela a entendimento entre Governo e oposição

19 October 2026 at 21:05
De passagem pela sede do Governo, no Campus XXI, Seguro pediu "seriedade" e "contributo de todos" para resolver o que considera "uma das preocupações centrais do nosso tempo".

© FILIPE AMORIM/LUSA

Protestos em Portugal. Sem habitação, mas com tendas

19 October 2026 at 09:46
Entre tendas no Rossio a pedir revoluções e capas de jornal a malhar em senhorios, a crise da habitação serve para tudo, menos para resolver o problema de quem realmente precisa de um teto para morar.

Cinco pistas e uma fatura: a TAP vai ter aterragem forçada?

18 October 2026 at 11:32
Entre pistas em Tancos, Beja e Alcochete, o país arrisca-se a ter mais aeroportos do que aviões no ar. Já os festejos da venda da TAP podem aterrar de emergência quando a fatura pública chegar.

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