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Mais de 50 engenheiros visitam futura dessalinizadora do Algarve para conhecer projeto de abastecimento de água

22 October 2026 at 11:30

A futura dessalinizadora do Algarve recebeu, no dia 17 de outubro, uma visita de mais de 50 participantes da Delegação Distrital de Faro da Ordem dos Engenheiros, provenientes de diferentes regiões do país, numa iniciativa destinada a dar a conhecer o projeto de transformação de água do mar em água para consumo humano e o seu contributo para a segurança do abastecimento na região.

A visita à Estação de Dessalinização de Água do Mar (EDAM) do Algarve foi acompanhada por responsáveis da empresa Águas do Algarve, técnicos especializados e representantes do consórcio responsável pela obra, proporcionando aos participantes um contacto direto com uma das soluções previstas para diversificar as origens de abastecimento de água.

De acordo com a Águas do Algarve, a iniciativa permitiu promover a partilha de conhecimentos técnicos e aprofundar a discussão sobre os desafios da gestão dos recursos hídricos numa região particularmente vulnerável à escassez de água.

Engenheiros conheceram projeto destinado a reforçar a segurança hídrica do Algarve

A comitiva foi recebida pela presidente do Conselho de Administração da Águas do Algarve, Helena Lucas, e pelos técnicos especializados Teresa Fernandes, Pedro Ramos e Ricardo Estigarribia.

A visita contou igualmente com a participação de responsáveis do consórcio responsável pela execução da obra, entre os quais Numo Maia, num encontro dedicado à apresentação do projeto e à troca de conhecimentos sobre as soluções técnicas em desenvolvimento.

Segundo a Águas do Algarve, a estação de dessalinização constitui uma das respostas estruturantes previstas para reforçar a segurança do abastecimento de água na região, permitindo diversificar as fontes utilizadas para satisfazer as necessidades de consumo humano.

A empresa considera que o projeto representa uma nova etapa na gestão dos recursos hídricos algarvios, ao introduzir a possibilidade de recorrer à água do mar como origem complementar de abastecimento.

A iniciativa teve também como objetivo aproximar a comunidade técnica das soluções que estão a ser desenvolvidas, promovendo uma maior compreensão dos desafios associados à implementação deste tipo de infraestrutura.

Dessalinização integra estratégia de adaptação às alterações climáticas

A Águas do Algarve enquadra a construção da estação de dessalinização numa estratégia mais abrangente de resposta à escassez hídrica e de adaptação às alterações climáticas.

Num território particularmente exposto à falta de água, a empresa considera que a diversificação das origens de abastecimento constitui uma medida relevante para reforçar a capacidade de resposta da região perante períodos de menor disponibilidade dos recursos hídricos.

A dessalinização surge, contudo, como uma solução complementar a outras medidas consideradas essenciais para uma gestão mais eficiente da água, nomeadamente a redução de perdas nas redes de abastecimento, a promoção da eficiência no consumo e a reutilização de água para utilizações compatíveis.

A empresa destaca igualmente a importância do conhecimento técnico e da participação dos profissionais de engenharia na concretização de projetos destinados a responder aos desafios ambientais e às necessidades futuras do Algarve.

“Não temos dúvidas que a engenharia tem um papel decisivo nesta transformação”, sublinha a Águas do Algarve, defendendo a importância de envolver os profissionais especializados na discussão sobre as soluções de abastecimento.

A entidade considera ainda que dar a conhecer o projeto e promover o contacto entre especialistas contribui para uma reflexão mais informada sobre a gestão da água e as respostas necessárias para aumentar a resiliência hídrica da região.

A visita dos mais de 50 participantes da Ordem dos Engenheiros constituiu, assim, uma oportunidade para aprofundar o conhecimento sobre a futura estação de dessalinização e o papel que esta infraestrutura poderá desempenhar na diversificação das origens de abastecimento de água ao Algarve.

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Raquel Tavares regressa ao fado com concerto no Teatro Municipal de Tavira

22 October 2026 at 10:50

O Teatro Municipal António Pinheiro, em Tavira, recebe a cantora Raquel Tavares no próximo dia 31 de outubro, às 21:30, para um concerto que marca o seu regresso ao fado, após um período de afastamento da carreira musical durante o qual se dedicou a projetos nas áreas da comunicação e da representação.

A fadista, que está atualmente a preparar um novo álbum, apresenta em Tavira o seu mais recente trabalho artístico, dando continuidade ao regresso aos palcos iniciado em 2023 e consolidado com uma nova temporada de concertos em Portugal e no estrangeiro.

O espetáculo assinala uma nova etapa no percurso de uma intérprete distinguida com o Prémio Amália Rodrigues e um Globo de Ouro, cuja carreira inclui vários discos e atuações internacionais.

Regresso ao fado depois de uma pausa na carreira musical

Raquel Tavares começou a cantar aos sete anos e construiu um percurso artístico marcado pela ligação ao fado, género musical que voltou a assumir um papel central na sua atividade.

Em 2006, lançou o álbum de estreia, intitulado Raquel Tavares, que lhe valeu o Prémio Amália Rodrigues na categoria de “Revelação Feminina”.

Dois anos depois, editou Bairro (2008), um trabalho que recebeu uma receção positiva por parte da crítica e do público.

Em 2016, apresentou o álbum Raquel, do qual faz parte o tema “Meu Amor de Longe”, que ultrapassou os 14 milhões de visualizações no YouTube.

No ano seguinte, lançou Roberto Carlos por Raquel Tavares, um disco dedicado ao repertório do cantor brasileiro, que alcançou o galardão de platina poucos meses depois da edição.

Este trabalho valeu-lhe também um Globo de Ouro na categoria de “Melhor Intérprete”, em 2017.

Cantora retomou os palcos internacionais em 2023

Depois de uma pausa na carreira musical, durante a qual explorou novas experiências profissionais na comunicação e na representação, Raquel Tavares decidiu regressar à música.

O reencontro com os palcos aconteceu em 2023, quando aceitou participar no Festival Internacional de Fado, apresentando-se em Madrid, Barcelona e Sevilha.

A intérprete já tinha participado em edições anteriores deste festival, ao lado de nomes como Carlos do Carmo e Camané, entre outros artistas ligados ao fado.

Em 2025, retomou um ritmo mais regular de concertos, realizando espetáculos em Portugal e uma digressão pela América Latina.

Atualmente, a cantora encontra-se a preparar um novo álbum, num regresso à expressão musical que marcou grande parte do seu percurso artístico.

Bilhetes disponíveis para concerto em Tavira

O concerto de Raquel Tavares está marcado para sábado, 31 de outubro, às 21:30, no Teatro Municipal António Pinheiro, em Tavira.

Os bilhetes encontram-se à venda na bilheteira do teatro e através da plataforma BOL.

A programação completa do Teatro Municipal António Pinheiro pode ser consultada aqui.

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Rede Expressos lança 100 mil bilhetes a 2,50 euros para viajar por Portugal

22 October 2026 at 10:10

Viajar de autocarro por Portugal vai custar apenas 2,50 euros com a disponibilização de 100 mil bilhetes promocionais pela Rede Expressos, numa iniciativa lançada esta quinta-feira, 22 de outubro, que pretende incentivar a utilização dos transportes coletivos e oferecer uma alternativa mais económica às deslocações de automóvel. Os bilhetes podem ser adquiridos até 12 de novembro, para viagens a realizar até 30 de novembro de 2026.

Denominada “Poucochinho”, a campanha abrange a rede nacional da transportadora, que assegura ligações a centenas de destinos, procurando responder ao aumento dos custos das deslocações, nomeadamente devido à subida dos preços dos combustíveis.

A iniciativa pretende também incentivar os passageiros a optar pelo autocarro em detrimento do transporte individual, contribuindo para reduzir o impacto ambiental das deslocações.

Bilhetes a 2,50 euros disponíveis no site e na aplicação da Rede Expressos

Os 100 mil bilhetes promocionais já se encontram disponíveis nos canais digitais da transportadora, podendo ser adquiridos através do site oficial da Rede Expressos ou da aplicação para dispositivos móveis.

A campanha contempla compras efetuadas até 12 de novembro de 2026, sendo possível realizar as viagens até 30 de novembro.

A empresa pretende, desta forma, facilitar o acesso ao transporte rodoviário de passageiros numa altura em que os custos associados à utilização do automóvel representam uma preocupação para muitos consumidores.

Segundo a Rede Expressos, a iniciativa procura demonstrar que a subida dos combustíveis não tem necessariamente de se refletir num agravamento dos preços pagos pelos passageiros.

Empresa quer incentivar o transporte coletivo e reforçar ligações ao Interior

A campanha insere-se numa estratégia de promoção da mobilidade coletiva e de reforço das oportunidades de deslocação entre diferentes regiões do país.

Além das ligações entre os principais centros urbanos, a Rede Expressos pretende alargar as possibilidades de mobilidade no Centro e no Interior, procurando adequar a oferta à procura e às necessidades das populações.

A transportadora considera que o aumento da utilização do autocarro pode contribuir para melhorar a eficiência da operação e permitir a manutenção de preços mais competitivos.

“Quando o preço dos combustíveis sobe, a pressão sente-se em toda a cadeia, incluindo na operação dos autocarros. Ainda assim, queremos demonstrar que esse aumento não tem de se traduzir inevitavelmente em viagens mais caras. Ao incentivar mais pessoas a escolher o transporte coletivo, conseguimos ganhar eficiência, reforçar a rede e continuar a oferecer viagens a preços mais competitivos”, afirma Nelson Silva, diretor-geral da Rede Expressos.

A empresa associa ainda a iniciativa ao objetivo de promover uma maior coesão territorial, através de soluções de transporte que facilitem as deslocações entre diferentes localidades.

As compras podem ser realizadas até 12 de novembro, através do site e da aplicação da Rede Expressos, para viagens a efetuar até ao final desse mês.

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Tomás Silva recandidata-se à presidência da Associação Académica da Universidade do Algarve

22 October 2026 at 09:40

O atual presidente da Direção-Geral da Associação Académica da Universidade do Algarve (AAUAlg), Tomás Soares Silva, de 21 anos, anunciou a sua recandidatura ao cargo nas eleições marcadas para 5 de novembro, apresentando como principais prioridades a reorganização interna da estrutura, o reforço da sua intervenção nacional e a defesa dos interesses dos estudantes.

Natural de Faro e estudante de Gestão na Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo, Tomás Silva exerce a presidência da Direção-Geral da AAUAlg desde 5 de dezembro de 2025. A decisão de voltar a candidatar-se foi anunciada a 21 de outubro, através das suas redes sociais, depois de um período de reflexão sobre o trabalho desenvolvido e os projetos que pretende concretizar.

O estudante justifica a recandidatura com a existência de iniciativas ainda por concluir, propostas que pretende colocar em prática e compromissos assumidos durante o atual mandato.

Reestruturação interna e representação dos estudantes entre as prioridades

Sob o lema “Acreditar na essência, ser Académica”, a candidatura de Tomás Silva assenta em três eixos fundamentais, centrados no funcionamento da associação e na sua capacidade de intervenção em defesa da comunidade estudantil.

A primeira prioridade é a reestruturação interna da AAUAlg, que o candidato considera necessária para preparar o futuro da organização e melhorar a sua capacidade de resposta.

O segundo objetivo passa por reforçar o posicionamento da Associação Académica da Universidade do Algarve nas discussões nacionais sobre o ensino superior, procurando assegurar uma participação mais ativa nos debates que envolvem os estudantes.

O terceiro eixo pretende recuperar aquilo que Tomás Silva identifica como a missão essencial da estrutura: a representação dos estudantes, tanto no interior da universidade como junto das entidades externas.

Na apresentação da candidatura, o atual presidente defende que “Ser Associação Académica é compreender a dimensão daquilo que representamos, é reconhecer o impacto que podemos ter na vida daqueles que frequentam a nossa academia e é perceber que existe sempre mais por fazer.”

Tomás Silva considera que a experiência adquirida durante o mandato lhe permitiu conhecer melhor o funcionamento da instituição e identificar áreas que necessitam de mudanças.

“Apresento hoje a minha recandidatura, por isso mesmo: por conhecer melhor a casa que represento, por acreditar no seu potencial e por saber que há trabalho pela frente”, afirma o candidato.

Na declaração de candidatura, Tomás Silva sustenta ainda que o último ano permitiu reforçar as bases da organização, restabelecer o equilíbrio institucional e renovar a confiança na estrutura, defendendo agora uma reflexão sobre a forma como a associação se organiza.

Perante as mudanças no ensino superior, considera igualmente necessário reforçar a intervenção da AAUAlg na defesa dos direitos e interesses da comunidade estudantil.

“Caros colegas, acredito numa Associação Académica que tenha orgulho naquilo que é, que tenha confiança naquilo que faz e acima de tudo, que tenha ambição para alcançar mais objetivos”, conclui Tomás Soares Silva.

Eleições para a Associação Académica marcadas para 5 de novembro

O calendário eleitoral para os órgãos sociais da Associação Académica da Universidade do Algarve foi aprovado pelos estudantes em Assembleia Magna, realizada a 16 de outubro.

O prazo para entrega das listas candidatas termina a 23 de outubro, seguindo-se a campanha eleitoral, que decorrerá entre 26 de outubro e 3 de novembro.

O ato eleitoral está marcado para 5 de novembro, estando a divulgação dos resultados prevista para o dia seguinte, 6 de novembro.

A recandidatura de Tomás Silva surge, assim, num processo eleitoral em que o atual presidente procura renovar o mandato à frente da Direção-Geral da AAUAlg, apresentando como objetivos a reorganização da associação, o reforço da sua presença no debate nacional sobre o ensino superior e uma maior capacidade de representação dos estudantes.

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Música e dança indiana juntam três artistas em espetáculo no Ginásio Clube de Faro

22 October 2026 at 09:30

O Ginásio Clube de Faro recebe, no próximo sábado, 24 de outubro, às 18:00, um espetáculo de música e dança indiana, protagonizado pela cantora Medha Basu, pelo percussionista Shreekalyan Chakraborty e pela bailarina Beatriz Crespo, numa iniciativa que pretende dar a conhecer ao público diferentes expressões da tradição artística da Índia.

A apresentação surge na sequência da passagem de Medha Basu por Sevilha, circunstância que o Ginásio Clube de Faro aproveitou para organizar um encontro cultural dedicado às sonoridades e aos ritmos da música indiana.

O espetáculo combina canto, instrumentos tradicionais e dança, proporcionando ao público uma experiência artística centrada na diversidade cultural e na riqueza das tradições indianas.

Canto, tablas e dança dão a conhecer tradições artísticas da Índia

Medha Basu será acompanhada por Shreekalyan Chakraborty, responsável pela interpretação das tablas, instrumentos tradicionais de percussão indianos que desempenham um papel importante na expressão rítmica desta música.

A componente de dança estará a cargo de Beatriz Crespo, completando uma apresentação que procura estabelecer um diálogo entre diferentes linguagens artísticas.

De acordo com o Ginásio Clube de Faro, a iniciativa pretende proporcionar uma oportunidade de contacto com manifestações culturais ligadas à tradição indiana, através de um espetáculo que reúne música, canto e dança.

A apresentação realiza-se no sábado, 24 de outubro, às 18:00, nas instalações do Ginásio Clube de Faro, situadas na Rua Ivens, n.º 12, 2.º andar, em Faro.

O bilhete tem um custo de cinco euros.

Para informações adicionais, os interessados podem contactar a organização através do endereço eletrónico ginasioclubedefaro@gmail.com.

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Professora de Silves lança livro sobre os desafios da maternidade e da adolescência

22 October 2026 at 09:10

A escritora Ana Rita Gamas, residente em Silves, lançou o livro A Mãe Não Vem com Manual – Adolescentes, Estrogénio e Outras Catástrofes Domésticas, uma obra que aborda, com humor e sensibilidade, os desafios da maternidade, as transformações da adolescência e as situações inesperadas que marcam o quotidiano das famílias.

Publicada pela 5 Livros, a obra parte de experiências e episódios familiares para explorar as dificuldades, dúvidas e emoções que acompanham o crescimento dos filhos, numa fase em que as relações entre pais e adolescentes enfrentam novos desafios.

Com uma escrita que procura combinar situações divertidas com reflexões sobre a vida familiar, a autora apresenta uma perspetiva sobre as mudanças que ocorrem quando os filhos começam a conquistar maior autonomia e os pais procuram adaptar-se a essa nova realidade.

Entre a adolescência, as mudanças familiares e o humor

Na apresentação da obra, Ana Rita Gamas descreve algumas das situações que inspiram o livro, recorrendo a episódios do quotidiano para retratar as diferentes etapas do crescimento dos filhos.

“Crescer faz barulho”, começa por assinalar a autora, numa referência às transformações que acompanham a infância e a adolescência.

O texto de apresentação prossegue com uma descrição bem-humorada do ambiente familiar: “Às vezes são portas que batem. Outras vezes são gargalhadas à mesa às 19h53.”

A escritora aborda também as mudanças de comportamento dos adolescentes e as situações inesperadas que podem surgir no relacionamento entre pais e filhos.

“Há um adolescente que responde «já ouvi»… mas raramente aparece”, refere a apresentação da obra, acrescentando: “Há uma criança de seis anos que fala sem vírgulas e acredita que a mãe sabe tudo.”

A narrativa contempla ainda a transformação das relações familiares à medida que os filhos crescem, descrevendo uma fase marcada por novas responsabilidades, emoções e desafios.

“Este livro não é um manual. É uma conversa honesta, divertida e profundamente humana sobre maternidade, adolescência e aquela sensação universal de que ninguém nos explicou verdadeiramente esta fase da vida”, destaca o texto de apresentação.

Uma reflexão sobre a experiência de educar e acompanhar os filhos

A obra procura, assim, proporcionar aos leitores uma reflexão sobre a experiência de educar e acompanhar os filhos, abordando as dificuldades do quotidiano sem perder a dimensão afetiva e humorística.

Natural do Fundão, Ana Rita Gamas é mãe de dois filhos, Carolina e Miguel, e reside em Silves, onde exerce a atividade de professora de História no Agrupamento de Escolas de Silves.

Licenciada em História, variante História da Arte, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, a autora apresenta nesta publicação uma abordagem à vida familiar marcada pela experiência pessoal, pelo humor e pela observação das relações entre gerações.

A Mãe Não Vem com Manual – Adolescentes, Estrogénio e Outras Catástrofes Domésticas é o seu primeiro livro.

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Faro recebe conferência sobre resíduos e desafios da sustentabilidade no Algarve

22 October 2026 at 08:23

A gestão sustentável de resíduos e os desafios ambientais que se colocam ao Algarve vão estar em debate no próximo dia 13 de novembro, no Auditório Teresa Gamito da Universidade do Algarve, no Campus de Gambelas, em Faro, numa conferência que reunirá representantes de entidades públicas, municípios, universidades, empresas e especialistas do setor.

Intitulada “Resíduos: Um Futuro Urgente”, a iniciativa é promovida pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDR Algarve), em parceria com o Município de Loulé, e pretende identificar estratégias que contribuam para melhorar a gestão dos resíduos, reduzir o desperdício e promover modelos de desenvolvimento mais sustentáveis.

O encontro procurará também incentivar a partilha de experiências e o diálogo entre diferentes entidades, com o objetivo de encontrar respostas para os desafios ambientais da região e reforçar a aplicação dos princípios da economia circular.

Gestão dos resíduos urbanos e desafios do Algarve em destaque

O programa da conferência está organizado em dois grandes eixos temáticos, dedicados à gestão dos resíduos urbanos e não urbanos.

A primeira parte será centrada nos resíduos urbanos, com a apresentação de boas práticas desenvolvidas a nível nacional e a análise dos desafios específicos que se colocam ao Algarve nesta área.

A iniciativa pretende proporcionar uma reflexão sobre a forma como os municípios e as entidades responsáveis pela gestão dos resíduos podem melhorar os seus procedimentos e adotar soluções mais eficientes e sustentáveis.

O debate contará com a participação de representantes da administração pública, autarquias, universidades, entidades gestoras e empresas, permitindo abordar a problemática dos resíduos a partir de diferentes perspetivas.

Economia circular e valorização dos resíduos integram debate

O segundo eixo temático será dedicado aos resíduos não urbanos, destacando experiências inovadoras relacionadas com a economia circular, a valorização de materiais e a promoção de práticas ambientalmente responsáveis.

A conferência pretende dar a conhecer abordagens que contribuam para aproveitar melhor os recursos disponíveis, reduzir a produção de desperdícios e incentivar soluções que favoreçam a sustentabilidade ambiental.

A CCDR Algarve considera que a cooperação entre instituições e a partilha de conhecimento são importantes para promover uma gestão mais eficiente dos resíduos e incentivar a adoção de modelos de desenvolvimento mais resilientes.

O encontro procurará, por isso, aproximar entidades públicas, investigadores, especialistas e representantes do setor empresarial, criando oportunidades de diálogo sobre os desafios atuais e futuros da gestão de resíduos.

Participação gratuita mediante inscrição prévia

A conferência “Resíduos: Um Futuro Urgente” realiza-se a 13 de novembro, no Auditório Teresa Gamito da Universidade do Algarve, situado no Campus de Gambelas, em Faro.

A participação é gratuita, mas exige inscrição prévia através de um formulário disponibilizado pela organização.

Os interessados podem efetuar a inscrição aqui.

Promovida pela CCDR Algarve e pelo Município de Loulé, a iniciativa pretende contribuir para a identificação de soluções que favoreçam a proteção ambiental, a utilização responsável dos recursos e a valorização dos resíduos, reforçando a cooperação entre as entidades envolvidas na construção de um Algarve mais sustentável.

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Moncarapacho inaugura Casa do Colecionador com mais de 260 bengalas e obras de arte

22 October 2026 at 07:45

A vila de Moncarapacho, no concelho de Olhão, ganhou um novo museu com a inauguração da Casa do Colecionador, realizada a 19 de outubro, numa antiga igreja do século XVIII. O espaço, propriedade da Fundação Calçada Correia, reúne coleções de arte sacra, mais de 260 bengalas, pinturas em marfim e esculturas em pedra, refletindo cerca de 50 anos de dedicação ao colecionismo.

O projeto resulta da iniciativa de João Luís Calçada Correia, que decidiu instalar o museu na sua terra natal, recuperando um edifício histórico que pertenceu à Ordem Terceira de São Francisco.

A cerimónia de inauguração contou com a presença da ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, do presidente da Câmara Municipal de Olhão, Ricardo Veia Calé, e de várias personalidades ligadas à cultura, entre as quais a escritora algarvia Lídia Jorge.

Antiga igreja do século XVIII transformada em espaço museológico

A Casa do Colecionador ocupa uma antiga igreja do século XVIII, que foi alvo de um projeto de reabilitação já distinguido com um prémio.

A intervenção procurou preservar a identidade histórica e a espiritualidade do edifício, adaptando-o simultaneamente às exigências de um espaço museológico contemporâneo.

O novo equipamento cultural acolhe coleções reunidas ao longo de aproximadamente cinco décadas por João Luís Calçada Correia, abrangendo diferentes manifestações artísticas e objetos de coleção.

Entre os elementos expostos encontram-se peças de arte sacra, pinturas em marfim, esculturas em pedra e uma coleção de mais de 260 bengalas.

Durante a inauguração, o responsável pela criação do museu explicou as razões que o levaram a escolher Moncarapacho para concretizar o investimento.

“Escolhi Moncarapacho para concretizar este investimento porque acredito que vale a pena investir nos lugares a que pertencemos, contribuir para a sua localização e criar condições para que a cultura seja, também, um fator de desenvolvimento local”, afirmou João Luís Calçada Correia.

“A minha terra merece uma oferta cultural de qualidade, capaz de atrair visitantes, despertar o interesse dos mais jovens e enriquecer a vida de quem aqui vive”, acrescentou.

Ministra da Cultura destaca importância de abrir coleções privadas à comunidade

A ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, destacou a iniciativa de João Luís Calçada Correia e a importância de disponibilizar ao público um património reunido ao longo de vários anos.

Na sua intervenção, a governante valorizou “a vontade de transformar uma coleção privada num espaço cultural que pode ser usufruído pela comunidade, fazendo de uma iniciativa pessoal um contributo para a vida coletiva”.

Margarida Balseiro Lopes salientou igualmente a ligação que os equipamentos culturais estabelecem com os territórios onde estão inseridos.

“Um espaço cultural nunca existe isolado do lugar onde se encontra. Passa a fazer parte da sua vida e das razões que levam alguém a visitá-lo e das oportunidades que oferece a quem lá vive”, afirmou.

A ministra considerou ainda que “com este museu, Moncarapacho ganha mais um lugar para conhecer, mostrar e partilhar. Um lugar que acrescenta à oferta cultural do concelho de Olhão e convida a descobrir um território que tem muito para oferecer além dos destinos mais conhecidos da região”.

Câmara de Olhão quer reforçar afirmação cultural de Moncarapacho

O presidente da Câmara Municipal de Olhão, Ricardo Veia Calé, considerou que a inauguração da Casa do Colecionador representa mais um passo na valorização cultural da vila.

“Hoje é um dia de referência porque sabemos que demos mais um passo importante para fazer com que o marco cultural esteja presente na terra”, declarou o autarca durante a cerimónia.

Ricardo Veia Calé destacou o contributo dos investimentos públicos, associativos e privados para o desenvolvimento cultural de Moncarapacho, defendendo que a colaboração entre diferentes entidades tem permitido reforçar a oferta existente.

“Nas várias vertentes, conseguimos mostrar que numa vila com a dimensão de Moncarapacho é possível fazer muito mais do que aquilo que é o objetivo de cada um de nós”, afirmou, agradecendo a João Luís Calçada Correia o investimento realizado na sua terra natal.

O presidente da autarquia sublinhou também a importância que atribui à cultura num contexto de crescente transformação tecnológica.

“Num mundo em constante mudança, em que temos a tecnologia e a inteligência artificial a substituir o ser humano, será a cultura que fará a diferença no futuro”, considerou.

“É um orgulho enorme. Olhão valorizou-se muito hoje com a abertura desta Casa do Colecionador”, concluiu Ricardo Veia Calé.

Novo museu pode ser visitado de terça-feira a sábado

A Casa do Colecionador está aberta ao público de terça-feira a sábado, em dois períodos, das 10:00 às 13:00 e das 14:00 às 17:00.

Os bilhetes têm preços entre 2,50 e 5 euros.

Com a abertura deste novo espaço, Moncarapacho passa a dispor de mais um equipamento dedicado à preservação e divulgação do património artístico, acrescentando uma nova oferta cultural ao concelho de Olhão.

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Partir tudo para mudar o quê? | Por Ana Alexandra Resende

22 October 2026 at 07:30

Caro leitor, talvez me esteja a escapar alguma inovação no pensamento político, mas ainda não consegui perceber de que forma partir a montra de uma loja melhora o salário de quem lá trabalha. Ou como incendiar o automóvel de outra pessoa contribui para baixar as rendas. Admito que o mecanismo seja complexo. Até agora, porém, ninguém mo explicou de forma convincente.

As notícias sucedem-se. De diferentes países chegam manifestações, palavras de ordem e sinais de descontentamento. As causas variam, mas repetem-se preocupações com a habitação, os salários, a educação e o custo de vida. Há pessoas cansadas de trabalhar sem conseguirem estabilidade e jovens que olham para o futuro com mais apreensão do que esperança.

É preciso ouvir esse descontentamento. Uma sociedade não pode exigir permanentemente paciência a quem vive sem margem para mais um aumento, mais uma despesa ou mais um adiamento.

Manifestar-se é um direito fundamental. A democracia precisa de cidadãos que questionem, contestem e exijam respostas. Muitas conquistas sociais nasceram da coragem de quem saiu à rua e recusou aceitar como inevitável aquilo que era injusto.

Precisamente por isso, preocupa-me ver uma reivindicação perder espaço para o espetáculo da destruição.

Imagens criadas com recurso a inteligência artificial

Em Paris, as notícias sobre a mobilização de 17 de outubro dão conta de lojas saqueadas e comerciantes agredidos na zona da Praça da República e nas ruas próximas. Entre os estabelecimentos atingidos estavam uma farmácia e lojas de bairro. Por detrás de cada montra havia pessoas, trabalho e compromissos que não desapareceram com o vidro partido.

Há uma diferença que importa deixar clara: quem parte a montra não é, em regra, quem trabalhou para abrir aquela loja. Quem incendeia o automóvel não é quem passou anos a pagá-lo. Quem saqueia um estabelecimento leva os bens; deixa a outros o prejuízo, a reparação e a incerteza sobre o dia seguinte.

A revolta pode nascer de dificuldades reais. Mas isso não dá a ninguém o direito de impor novas dificuldades a pessoas que também trabalham, pagam contas e procuram sustentar uma família. O comerciante não deixa de ser trabalhador por ter uma loja. E os funcionários não deixam de precisar do emprego por trabalharem para uma grande empresa.

É particularmente cómodo exercer a indignação à custa do património alheio. Quem destrói pode ir embora; quem sofreu o dano fica com as consequências. Que solidariedade é essa que exige justiça para uns enquanto aceita arruinar a vida de outros?

E depois há o saque. Porque partir uma montra e sair com os produtos debaixo do braço exige uma explicação bastante mais convincente do que a invocação da justiça social. Em que medida levar um telemóvel melhora a escola pública? Que reivindicação fica satisfeita com o conteúdo de uma montra dentro de um saco?

A indignação não confere um direito de apropriação. Uma loja não se torna um alvo legítimo por vender produtos caros, pertencer a uma grande empresa ou representar um mundo ao qual muitos não têm acesso. A dimensão do estabelecimento não transforma os seus bens em mercadoria à disposição de quem os queira levar.

Chamar saque ao saque não diminui o direito à manifestação. Pelo contrário: impede que quem procura uma mudança coletiva seja confundido com quem aproveita a confusão para obter um benefício pessoal.

Essa distinção é indispensável. A cobertura das manifestações em França descreve tanto participantes pacíficos como grupos envolvidos em confrontos, incêndios e pilhagens. Responsabilizar todos pelos atos de alguns seria injusto e apagaria as reivindicações de quem saiu à rua sem destruir nada.

Mas a legitimidade de um protesto também não absolve todos os atos praticados à sua volta. Uma causa justa não transforma automaticamente em justo tudo o que se faz em seu nome.

Há ainda a questão dos rostos tapados. Incomoda-me ver alguém exigir publicamente responsabilidade enquanto procura escapar à responsabilidade pelos próprios atos. Reconheço que pode haver razões legítimas para proteger a identidade, incluindo o receio de represálias. Uma cara tapada, por si só, não prova uma intenção violenta. Porém, quando alguém oculta o rosto para agredir, saquear ou destruir sem ser reconhecido, a questão é bastante concreta: quer agir e evitar responder pelo que fez.

A liberdade de manifestação não inclui uma dispensa de responsabilidade.

Quanto ao património público, talvez convenha recordar uma evidência: pertence à comunidade. Nenhum indivíduo pode decidir destruí-lo em nome da sua própria indignação. Ao fazê-lo, retira aos outros o uso de um bem comum e impõe-lhes o custo da sua reparação.

Uma biblioteca, uma escola, um jardim ou uma paragem de autocarro têm uma função na vida das pessoas. Não são abstrações nem objetos descartáveis. Quando são danificados, as consequências atingem também quem depende deles e não teve qualquer participação nos acontecimentos.

Como historiadora e arqueóloga, custa-me particularmente a facilidade com que o património pode ser tratado como um alvo disponível. Um edifício histórico guarda marcas de vidas, técnicas, acontecimentos e transformações que ultrapassam largamente o governo do momento. A sua destruição pode eliminar testemunhos que nenhuma verba de reconstrução consegue devolver.

É possível contestar o passado, discutir os seus símbolos e exigir novas formas de o apresentar. Esse debate merece conhecimento e participação. O fogo é um péssimo instrumento de interpretação histórica.

Há quem pergunte se um protesto que não perturba alguma vez é ouvido. É uma pergunta pertinente. Uma manifestação ocupa espaço, interrompe rotinas e pode condicionar a circulação. Não se pode exigir que toda a contestação decorra discretamente, sem causar o menor incómodo a ninguém.

Mas existe uma diferença entre interromper o trânsito e incendiar o carro de quem ficou parado nele. Entre ocupar uma praça e destruir o equipamento que permite a outras pessoas usá-la. Entre contestar uma decisão e agredir alguém que não teve qualquer participação nela.

Essa diferença não desaparece por estarmos indignados.

Também não devemos aceitar que os atos violentos sirvam de pretexto para desvalorizar todas as reivindicações ou justificar respostas indiscriminadas. A responsabilidade deve ser apurada em cada caso, incluindo quando estão em causa abusos de autoridade. Exigir rigor a quem protesta e a quem exerce o poder faz parte da mesma exigência democrática.

O que me inquieta é a facilidade com que a destruição ocupa toda a conversa. Discutem-se os incêndios, os confrontos e os prejuízos. Os salários, a habitação e a escola passam para segundo plano. Quem queria tornar um problema visível acaba representado por imagens que podem nada ter que ver com aquilo que defende.

O estrondo consegue atenção. Nem sempre consegue fazer ouvir uma ideia.

Não espero uma indignação elegante de quem está exausto. Espero, contudo, que a revolta conserve a capacidade de reconhecer o outro. Sobretudo aquele que tem tão pouco poder como nós para mudar as circunstâncias.

Porque, depois de dispersar a multidão, há sempre alguém que fica. Alguém que encontra o negócio destruído, telefona à família, faz contas ao prejuízo ou procura uma maneira de chegar ao trabalho sem o automóvel que lhe incendiaram.

Podemos exigir mudanças profundas, fazer perguntas incómodas e recusar respostas vazias. Devemos fazê-lo. Mas continuo à espera de que me expliquem como se melhora a vida de quem, depois da manifestação, fica a varrer os vidros.

Essa pessoa também fazia parte do povo.

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Quarteto Concordis estreia-se em Olhão com música portuguesa de Carlos Paredes e José Afonso

22 October 2026 at 07:00

O espaço cultural República 14, em Olhão, recebe pela primeira vez o Quarteto Concordis, no próximo sábado, 24 de outubro, para apresentar LUSITANIAS, um espetáculo dedicado à música portuguesa que revisita obras de Carlos Paredes, José Afonso, Luís de Freitas Branco e Cesária Évora, através de arranjos para quatro guitarras clássicas.

O grupo apresenta-se em duas sessões, às 19:00 e às 21:30, proporcionando ao público uma abordagem instrumental a diferentes referências da música nacional, num encontro entre a tradição musical e novas possibilidades de interpretação.

Formado pelos guitarristas portugueses Manuel Toucinho, Pedro Rufino, Jorge Pires e Eudoro Grade, o Quarteto Concordis desenvolve, desde 2005, um trabalho de divulgação do património musical português, com apresentações em Portugal e no estrangeiro.

Carlos Paredes e José Afonso em destaque no espetáculo LUSITANIAS

O programa apresentado em Olhão propõe uma viagem por diferentes expressões da música portuguesa, com especial destaque para as obras de Carlos Paredes e José Afonso, duas figuras marcantes da cultura nacional.

O repertório inclui igualmente composições de Luís de Freitas Branco e Cesária Évora, interpretadas numa formação de quatro guitarras clássicas, que permite explorar novas sonoridades e abordagens a temas conhecidos.

Com este projeto, o Quarteto Concordis procura valorizar o património musical português através de uma interpretação que combina a linguagem da música de câmara com influências de diferentes tradições musicais.

O espetáculo LUSITANIAS constitui também um ponto de partida para um futuro projeto do grupo, intitulado Diáspora Portuguesa, que contará com arranjos de Pedro Louzeiro e Miguel Jesus.

Quarteto português soma atuações em festivais internacionais

Fundado em 2005, o Quarteto Concordis tem desenvolvido uma atividade artística centrada na divulgação da música portuguesa, levando o seu repertório a diferentes palcos internacionais.

Ao longo do seu percurso, o grupo participou em festivais como o London Guitar Festival, em Inglaterra, o Festival Guitarres en Picardie, em França, o Ossola Guitar Festival, em Itália, e o Guitar Art Festival, na Sérvia.

O quarteto apresentou-se igualmente em festivais realizados em Macau, Hong Kong e Ronda, em Espanha, consolidando um percurso internacional assente na interpretação e valorização de obras de compositores portugueses.

Os bilhetes podem ser adquiridos diretamente no local ou através da plataforma BOL.

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Futebol Clube de Ferreiras conquista prémio nacional pela gestão do futebol feminino

21 October 2026 at 18:56

A conquista do primeiro lugar na Sessão Nacional dos Prémios CLUBE TOP 2026, realizada a 17 de outubro, em Lisboa, distinguiu o Futebol Clube de Ferreiras, do concelho de Albufeira, pelo seu modelo de gestão do futebol feminino, centrado no desenvolvimento desportivo e pessoal das atletas. O clube algarvio destacou-se entre sete candidaturas finalistas de diferentes regiões do país, incluindo os Açores e a Madeira.

A distinção foi atribuída à candidatura “SER ATLETA POR INTEIRO – Modelo de Governação Estratégica dos 7 Pilares no Futebol Feminino”, que apresenta uma abordagem à formação das jogadoras baseada na articulação entre o desempenho desportivo, o crescimento individual e a igualdade de oportunidades.

O reconhecimento integra a Medida Mérito do programa CLUBE TOP, promovido pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), que distingue boas práticas de gestão e organização dos clubes desportivos portugueses.

Projeto de Ferreiras distingue-se entre sete finalistas nacionais

A sessão nacional decorreu no Auditório do Centro de Juventude de Lisboa do IPDJ, no Parque das Nações, onde os sete clubes finalistas apresentaram e defenderam os respetivos projetos perante um júri nacional.

A escolha do vencedor resultou de um processo de avaliação desenvolvido em várias etapas. Inicialmente, cada Direção Regional selecionou cinco candidaturas para a respetiva sessão regional, da qual saiu a proposta que avançou para a final nacional.

Entre os critérios considerados pelo júri estiveram a qualidade das práticas de gestão, a originalidade e a inovação das propostas, bem como o impacto junto dos destinatários e a articulação com entidades parceiras.

A avaliação teve ainda em conta a sustentabilidade dos projetos e a possibilidade de as soluções apresentadas serem adaptadas e aplicadas noutras organizações desportivas.

Foi neste contexto que o Futebol Clube de Ferreiras alcançou a primeira posição, através de uma candidatura que procura demonstrar como a gestão estratégica pode contribuir para a formação das atletas e para a sustentabilidade das estruturas desportivas.

Modelo aposta na formação integral das atletas e na igualdade de oportunidades

O projeto “SER ATLETA POR INTEIRO” assenta num modelo de governação estratégica organizado em sete pilares, procurando associar a formação desportiva ao desenvolvimento pessoal das futebolistas.

A candidatura valoriza uma abordagem que ultrapassa a vertente competitiva, reconhecendo a importância de proporcionar condições para o crescimento das atletas e para a promoção da igualdade de oportunidades.

Segundo a informação divulgada pelo Município de Albufeira, o modelo pretende demonstrar que uma gestão estruturada pode contribuir não apenas para a sustentabilidade dos clubes, mas também para o reforço do seu impacto social junto da comunidade.

A distinção nacional reconhece, assim, o trabalho desenvolvido pelo Futebol Clube de Ferreiras na organização e valorização do futebol feminino, através de práticas consideradas relevantes para o desenvolvimento da modalidade.

Albufeira destaca conquista no ano em que é Cidade Europeia do Desporto

O prémio surge num ano particularmente significativo para o concelho de Albufeira, que ostenta em 2026 o título de Cidade Europeia do Desporto.

A Câmara Municipal considera que a distinção alcançada pelo Futebol Clube de Ferreiras evidencia o contributo das associações desportivas locais para a qualidade da formação e para a promoção de oportunidades de participação no desporto.

A autarquia felicitou o clube e as atletas pelo primeiro lugar conquistado na competição nacional, sublinhando a importância deste reconhecimento para o associativismo desportivo do concelho.

A vitória nos Prémios CLUBE TOP 2026 coloca, deste modo, o Futebol Clube de Ferreiras em destaque a nível nacional, distinguindo um projeto que alia a gestão desportiva à formação integral das atletas e à valorização do futebol feminino.

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Eurodeputado Hélder Sousa Silva pede celeridade na entrega dos 261,5 milhões a Portugal

21 October 2026 at 18:30

O Parlamento Europeu aprovou esta quarta-feira, 21 de outubro, um apoio de 261,5 milhões de euros para Portugal recuperar dos prejuízos provocados pelas tempestades que atingiram o país entre janeiro e março de 2026. A medida recebeu 651 votos a favor, 17 contra e três abstenções, numa votação realizada em Estrasburgo, e integra um pacote de solidariedade europeia destinado a quatro países afetados por catástrofes naturais.

A verba será disponibilizada através do Fundo de Solidariedade da União Europeia (FSUE), acionado pelo Governo português na sequência dos danos provocados pelas depressões Kristin, Leonardo e Marta, que afetaram sobretudo as regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo.

O eurodeputado português Hélder Sousa Silva, que acompanhou o processo como relator sombra na Comissão dos Orçamentos, em representação do Partido Popular Europeu (PPE), manifestou satisfação com a aprovação e defendeu que os apoios devem chegar rapidamente às populações e empresas afetadas.

Eurodeputado pede rapidez na disponibilização dos fundos europeus

Após a votação favorável, Hélder Sousa Silva apelou à “celeridade na entrega deste instrumento de solidariedade, para que o dinheiro chegue rapidamente às populações e às empresas, assim como para acelerar o processo de reconstrução das áreas devastada”.

O eurodeputado considera que a aprovação do financiamento representa uma resposta europeia aos prejuízos causados pelas intempéries e demonstra “a união e a solidariedade europeias nos momentos críticos”.

Portugal já recebeu um adiantamento de 65,37 milhões de euros, correspondente a cerca de 25% da verba aprovada.

O apoio português integra um pacote global de 498 milhões de euros, que contempla igualmente Espanha, com 149 milhões de euros, Itália, com 74,8 milhões, e Malta, com 3,72 milhões.

Apoios destinam-se à recuperação de infraestruturas e serviços essenciais

O Fundo de Solidariedade da União Europeia destina-se a apoiar a recuperação de danos provocados por grandes catástrofes naturais, nomeadamente em situações cujos prejuízos não se encontrem, em princípio, cobertos por seguros.

Entre as intervenções elegíveis estão a recuperação de infraestruturas e equipamentos essenciais, incluindo redes de energia, abastecimento de água, saneamento, telecomunicações, transportes, unidades de saúde e estabelecimentos de ensino.

Hélder Sousa Silva destacou que o financiamento poderá abranger “o restabelecimento imediato do funcionamento das infraestruturas e equipamentos nos domínios da energia, do abastecimento de água, das águas residuais, das telecomunicações, dos transportes, da saúde e do ensino”.

O eurodeputado referiu ainda a possibilidade de financiar medidas provisórias de alojamento, serviços de socorro destinados às populações afetadas, intervenções de segurança em infraestruturas, proteção do património cultural e limpeza das áreas atingidas, incluindo espaços naturais.

A utilização destas verbas pretende contribuir para restabelecer serviços essenciais e apoiar a recuperação das comunidades afetadas pelas intempéries.

Tempestades provocaram 19 mortos e prejuízos superiores a cinco mil milhões de euros

As depressões Kristin, Leonardo e Marta atingiram Portugal continental durante cerca de três semanas, provocando danos particularmente graves nas regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo.

De acordo com os dados apresentados no comunicado do eurodeputado, as intempéries causaram 19 mortes, centenas de feridos e desalojados, além da destruição total ou parcial de milhares de habitações, empresas e equipamentos.

A passagem das tempestades provocou ainda quedas de árvores e estruturas, interrupções no fornecimento de eletricidade, água e comunicações, bem como inundações e cheias em diversas localidades.

Os prejuízos materiais ultrapassaram os cinco mil milhões de euros, valor que esteve na origem do pedido de apoio apresentado por Portugal às instituições europeias.

Fundo de Solidariedade criado para responder a grandes catástrofes naturais

Criado em 2002, o Fundo de Solidariedade da União Europeia tem como objetivo prestar assistência aos Estados-membros e aos países em processo de adesão que sejam atingidos por grandes catástrofes naturais, com consequências graves para as condições de vida das populações.

Para efeitos de mobilização deste instrumento, são consideradas catástrofes de grandes proporções aquelas cujos prejuízos diretos atinjam pelo menos três mil milhões de euros, a preços de 2001, ou ultrapassem 0,6% do rendimento nacional bruto do país afetado.

No caso português, os prejuízos estimados, superiores a cinco mil milhões de euros, justificaram o acionamento do mecanismo europeu.

Com a aprovação final do Parlamento Europeu, fica formalizado o apoio destinado a Portugal e aos restantes três países abrangidos, sendo agora considerada prioritária, por Hélder Sousa Silva, a rápida disponibilização dos recursos financeiros necessários à recuperação das zonas afetadas.

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Jazz nas Adegas regressa a Silves com concertos e provas de vinho até maio de 2027

21 October 2026 at 17:51

A 10.ª edição do Jazz nas Adegas começa a 6 de novembro e percorre várias quintas de Silves, com concertos, provas de vinho e gastronomia local. Os bilhetes, com um custo de 35 euros, começam a ser vendidos a 22 de outubro, às 16:00.

O Município de Silves prepara a 10.ª edição do Jazz nas Adegas, um ciclo de concertos que decorre entre novembro de 2026 e maio de 2027, em diferentes espaços de produção vitivinícola do concelho. A iniciativa combina música ao vivo, provas de vinhos e gastronomia, proporcionando ao público uma experiência cultural ligada à tradição e à identidade local.

A programação arranca nos dias 6 e 7 de novembro, na Quinta João Clara, em Alcantarilha, com atuações da Feel Good Band, dando início a uma temporada que percorrerá várias adegas e quintas do concelho.

Promovido pela Câmara Municipal de Silves, o evento procura aproximar os visitantes dos produtores locais e proporcionar um contacto mais direto com os músicos, através de espetáculos realizados em espaços diferentes das salas de concerto convencionais.

Bilhetes custam 35 euros e incluem provas de vinho, tapas e visitas culturais

Os ingressos para as primeiras sessões estarão disponíveis a partir das 16:00 de quinta-feira, 22 de outubro, através da plataforma BOL e dos pontos de venda FNAC, Worten, El Corte Inglés, CTT, Pousadas da Juventude e quiosques Serveasy.

Cada bilhete tem um custo de 35 euros e destina-se exclusivamente a maiores de 18 anos.

Além do acesso ao concerto, o ingresso inclui provas de vinho e tapas, a oferta de uma garrafa de vinho e um voucher para visitar o Castelo de Silves e o Museu Municipal de Arqueologia.

A iniciativa pretende, desta forma, proporcionar uma experiência que vai além da música, associando os espetáculos à descoberta dos vinhos produzidos no concelho e à valorização do património histórico e cultural de Silves.

Programação reúne diferentes estilos e formações de jazz

A 10.ª edição do Jazz nas Adegas apresenta um conjunto diversificado de artistas e projetos musicais, abrangendo diferentes linguagens do jazz e sonoridades próximas deste género.

Depois da abertura com a Feel Good Band, na Quinta João Clara, o ciclo prossegue nos dias 27 e 28 de novembro, com os Low Tech Groove, na Cabrita Wines, em Silves.

Em dezembro, nos dias 4 e 5, a Quinta do Francês, em Odelouca, recebe os Scooby 4 Tet.

Já em janeiro de 2027, a programação contempla as atuações dos Betty and the Boopers, nos dias 8 e 9, na Quinta do Barradas, em Silves, e do Sonic Bloom Jazz Collective, nos dias 29 e 30, na Quinta do Malaca, em Real Picadeira, Pêra.

O mês de fevereiro fica marcado pela participação do Silves Filarmónica Combo, no espaço Dito Cujo, na Casa Islâmica, em Silves.

Em março, o Sofia Moreira Quarteto atua nos dias 5 e 6, na Herdade Barranco do Vale, em São Bartolomeu de Messines, seguindo-se os Diga Diga Doo’s, nos dias 19 e 20, na Paxa Wines, em Silves.

Concertos prolongam-se até maio de 2027

A programação de abril começa nos dias 9 e 10, com o Al Guitar Duo, no Barranco Longo, no Algoz.

Nos dias 23 e 24 de abril, a Quinta do Rogel, em Silves, recebe o Jaime Almeida Trio, dando continuidade ao ciclo de concertos em espaços ligados à produção de vinho.

Em maio, estão previstas as atuações do Marta Santa Maria Trio, nos dias 7 e 8, na Patuá Wine, em Silves, e da OJA, no dia 15, na Quinta dos Sentidos.

O programa anunciado termina nos dias 21 e 22 de maio, com os Funky Noise, no Convento do Paraíso, em Silves.

Entre os projetos musicais referidos pelo município para esta edição encontra-se ainda The Invisible Tuba, embora o programa divulgado não indique a data ou o local da respetiva atuação.

Jazz nas Adegas celebra dez edições de ligação entre música e património vitivinícola

Ao longo de dez edições, o Jazz nas Adegas tem levado a música a espaços de produção de vinho, contribuindo para diversificar a programação cultural do concelho e proporcionar novas experiências aos visitantes.

O Município de Silves considera que esta iniciativa permite valorizar os produtores vitivinícolas e dar maior visibilidade aos produtos locais, estabelecendo uma ligação entre a cultura, o turismo e a atividade económica.

A realização dos concertos em adegas e quintas pretende também promover o contacto entre artistas, produtores e público, num ambiente de proximidade que constitui uma das características do evento.

A edição de 2026/2027 volta a contar com a parceria do Agrupamento de Escolas Silves Sul, reforçando a ligação do projeto à comunidade educativa.

Com o regresso do Jazz nas Adegas, a Câmara Municipal de Silves pretende continuar a valorizar o património vitivinícola e a criação artística, associando a música à promoção da identidade cultural e económica do concelho.

Para informações adicionais, os interessados podem contactar o setor de Turismo do Município de Silves através do telefone 282 440 800, extensão 2743, ou do endereço eletrónico turismo@cm-silves.pt.

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Albufeira reforça escolas com 20 assistentes operacionais e prepara contratação de mais 49 profissionais

21 October 2026 at 17:25

A Câmara Municipal de Albufeira iniciou, a 20 de outubro, o reforço das equipas das escolas do concelho, com a entrada faseada de 20 assistentes operacionais até ao final do mês. Em paralelo, a autarquia lançou o procedimento para a abertura de um novo concurso destinado à contratação de mais 35 assistentes operacionais e 14 cozinheiros, procurando responder às necessidades identificadas nos estabelecimentos de ensino.

O município prevê ainda investir cerca de 150 mil euros na vigilância das entradas das escolas, permitindo que os assistentes operacionais atualmente envolvidos nessa tarefa possam dedicar mais tempo ao acompanhamento dos alunos e ao apoio às atividades escolares.

O presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Rui Cristina, esclarece que o reforço das equipas será concretizado de forma gradual, distinguindo os profissionais que já começaram a integrar os estabelecimentos de ensino daqueles cuja contratação ainda está em preparação.

“É importante esclarecer que os 20 assistentes operacionais não entram todos no mesmo dia. As entradas começaram ontem e vão continuar até ao final do mês. Entretanto, já lançámos o procedimento para contratar mais 35 assistentes operacionais”, explica o autarca.

Município prepara contratação de mais 35 assistentes operacionais e 14 cozinheiros

Além dos 20 assistentes operacionais cuja integração está em curso, a Câmara Municipal avançou com o procedimento para a abertura de um concurso destinado ao recrutamento de mais 35 profissionais para funções de apoio nas escolas.

O processo contempla igualmente 14 cozinheiros, com o objetivo de reforçar as equipas responsáveis pelo funcionamento das cozinhas e dos refeitórios escolares.

A autarquia está também a preparar um protocolo de colaboração com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), que poderá permitir a integração adicional de até 30 assistentes operacionais.

Esta possibilidade encontra-se ainda em fase de preparação e, segundo o município, será concretizada gradualmente, caso venha a avançar.

Os profissionais abrangidos pela eventual parceria com o IEFP não estão incluídos nos 20 assistentes operacionais que já começaram a entrar nas escolas, nem nos 35 lugares previstos no novo concurso.

“Queremos dar informação clara e não criar expectativas erradas. Uma coisa são os 20 profissionais que já começaram a entrar. Outra é o concurso para mais 35, cujo procedimento já foi lançado. A colaboração com o IEFP será uma medida adicional, a concretizar mais à frente e por fases”, esclarece Rui Cristina.

Câmara investe 150 mil euros na vigilância das entradas dos estabelecimentos de ensino

Outra das medidas anunciadas pela Câmara Municipal de Albufeira passa pelo investimento de aproximadamente 150 mil euros na vigilância das entradas das escolas.

A iniciativa pretende libertar os assistentes operacionais que atualmente asseguram parte dessas funções, permitindo uma maior disponibilidade para acompanhar os estudantes e responder às necessidades quotidianas dos estabelecimentos de ensino.

A autarquia reconhece que, apesar de o concelho dispor globalmente de um número de assistentes operacionais superior ao exigido pelos rácios legais, continuam a verificar-se dificuldades em determinadas escolas.

Entre as situações identificadas estão as ausências por doença, as limitações funcionais de alguns trabalhadores, as diferenças entre os edifícios e os horários escolares e a necessidade de acompanhamento mais próximo de determinados alunos.

“Cumprimos e até ultrapassamos os rácios exigidos, mas isso não significa que não existam dificuldades. Há situações de baixa, trabalhadores com limitações funcionais, escolas com edifícios e horários diferentes e alunos que precisam de maior acompanhamento. Estamos a analisar essas situações com os agrupamentos, para reforçar as equipas onde existe maior necessidade”, afirma o presidente da Câmara.

O município está, por isso, a avaliar as necessidades específicas dos estabelecimentos de ensino em articulação com os agrupamentos escolares, procurando distribuir os recursos humanos de acordo com as dificuldades identificadas.

Albufeira investe cerca de 20 milhões de euros por ano na educação

O reforço das equipas escolares insere-se numa intervenção municipal mais abrangente na área da educação.

De acordo com os dados divulgados pela autarquia, Albufeira recebe anualmente do Estado cerca de 11 milhões de euros no âmbito da transferência de competências educativas, mas o investimento municipal neste setor aproxima-se dos 20 milhões de euros por ano.

Entre as intervenções recentes, destaca-se a instalação de nove salas modulares, num investimento próximo dos 600 mil euros, destinado a reforçar as condições de funcionamento dos estabelecimentos de ensino.

A Câmara Municipal está igualmente a preparar a requalificação e ampliação da Escola Secundária de Albufeira, uma intervenção com um investimento previsto de aproximadamente nove milhões de euros.

Autarquia reconhece dificuldades e promete reforçar equipas onde há maior necessidade

O executivo municipal considera que a resposta aos problemas identificados nas escolas exige uma combinação de medidas de contratação, reorganização de recursos humanos e investimento nas infraestruturas educativas.

A entrada faseada dos assistentes operacionais, a preparação de novos concursos e a eventual colaboração com o IEFP são apresentadas como soluções para melhorar o funcionamento dos estabelecimentos de ensino e reforçar o acompanhamento dos alunos.

“Sabemos que há dificuldades e estamos a responder. Não se resolve tudo de um dia para o outro, mas os primeiros assistentes operacionais e cozinheiros já começaram a entrar nas escolas e o procedimento para contratar mais 35 está em andamento. É com medidas concretas que vamos resolvendo os problemas”, conclui Rui Cristina.

A Câmara Municipal de Albufeira pretende, assim, prosseguir o reforço das equipas escolares, dando prioridade aos estabelecimentos onde foram identificadas maiores necessidades de apoio e acompanhamento dos alunos.

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Faro disponibiliza 60 mil euros para projetos do Orçamento Participativo e promove novos encontros

21 October 2026 at 17:11

A União das Freguesias de Faro (Sé e São Pedro) promove, nos dias 23 e 24 de outubro, dois novos encontros do Orçamento Participativo 2026, na Biblioteca Municipal de Faro e na comunidade dos Hangares, na Ilha da Culatra. A iniciativa pretende envolver os cidadãos na definição de projetos para o território, através de um processo que disponibiliza 60 mil euros para financiar propostas de interesse comunitário.

Depois das primeiras sessões realizadas no Patacão e no Areal Gordo, a segunda semana de encontros procura alargar a participação a diferentes localidades e incentivar os residentes a identificar necessidades, apresentar ideias e contribuir para a concretização de projetos.

O primeiro encontro realiza-se na sexta-feira, 23 de outubro, às 18:00, na Biblioteca Municipal de Faro. A segunda sessão está marcada para sábado, 24 de outubro, às 15:00, na Associação de Moradores dos Hangares, na Ilha da Culatra.

Encontros pretendem envolver diferentes comunidades da freguesia

A realização das sessões em diferentes pontos do território procura facilitar a participação de cidadãos com realidades e necessidades distintas, permitindo que as propostas apresentadas reflitam as prioridades das comunidades locais.

A sessão prevista para os Hangares assume particular relevância pela oportunidade de envolver a população da Ilha da Culatra na identificação de problemas e na apresentação de soluções para a freguesia.

Durante os encontros, os participantes serão convidados a integrar grupos de trabalho, partilhar ideias, debater necessidades e identificar possibilidades de colaboração.

As propostas resultantes deste trabalho serão posteriormente apresentadas em plenário, permitindo que os participantes conheçam e discutam os projetos sugeridos.

Todas as propostas formalizadas durante as sessões seguirão para a fase de análise técnica, em condições de igualdade com as restantes candidaturas apresentadas ao Orçamento Participativo.

Podem participar os cidadãos com idade igual ou superior a 16 anos que residam, estudem ou trabalhem no território da União das Freguesias de Faro.

Projetos podem receber financiamento até 15 mil euros

A edição de 2026 do Orçamento Participativo dispõe de uma verba global de 60 mil euros, destinada a apoiar projetos que contribuam para melhorar a qualidade de vida e responder às necessidades da comunidade.

Cada proposta poderá beneficiar de um financiamento máximo de 15 mil euros, de acordo com as condições estabelecidas para esta edição.

O prazo para apresentação de candidaturas termina no domingo, 25 de outubro, devendo os interessados submeter as suas propostas através do formulário disponibilizado no site oficial da União das Freguesias de Faro.

Após o encerramento das candidaturas, os projetos serão sujeitos a análise técnica, seguindo-se uma fase de consulta pública e votação.

A votação está prevista para decorrer entre 15 de dezembro de 2026 e 5 de fevereiro de 2027, estando o anúncio dos resultados marcado para 12 de fevereiro de 2027.

Iniciativa conta com parceria do Consórcio CoParticipation

O Orçamento Participativo 2026 é desenvolvido em parceria com o Consórcio CoParticipation, constituído pela One Source, Instituto Pedro Nunes e Oficina.

Os encontros de participação são dinamizados por uma equipa da Associação Oficina, responsável por acompanhar os trabalhos de grupo e apoiar os cidadãos na construção das propostas.

A iniciativa conta ainda com financiamento nacional através do Programa COMPETE 2030 e cofinanciamento da União Europeia, por intermédio do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), no âmbito do projeto COMPETE2030-FEDER-02208000.

Com este processo, a União das Freguesias de Faro pretende reforçar a participação cívica e aproximar os cidadãos das decisões sobre investimentos e intervenções no território.

Propostas podem ser apresentadas até 25 de outubro

Os interessados podem participar nos encontros presenciais ou apresentar as suas propostas através da plataforma do Orçamento Participativo, disponível no site da União das Freguesias de Faro.

A sessão de Faro decorre no dia 23 de outubro, às 18:00, na Biblioteca Municipal, enquanto o encontro dos Hangares está agendado para 24 de outubro, às 15:00, na Associação de Moradores.

Para esclarecimentos adicionais, os cidadãos podem contactar a União das Freguesias de Faro através do telefone 289 889 760 ou do endereço eletrónico geral@uf-faro.pt.

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Tavira lança concurso para exploração de sete lojas em mercados municipais com valores a partir de 250 euros

21 October 2026 at 16:50

A Câmara Municipal de Tavira abriu um concurso público para a exploração de sete lojas distribuídas pelos mercados municipais de Tavira, Cabanas de Tavira e Luz de Tavira, com valores mínimos de compensação entre 250 e 5.000 euros. Os interessados podem apresentar propostas até às 17:00 do dia 19 de novembro, estando previstas concessões com uma duração máxima de 10 anos, incluindo eventuais renovações.

A iniciativa pretende criar oportunidades para o desenvolvimento de negócios nas áreas do comércio, serviços e restauração, contribuindo para a dinamização da economia local e para uma maior utilização dos mercados municipais.

Dos sete espaços colocados a concurso, três situam-se no Mercado Municipal de Tavira, um no Mercado da Freguesia de Cabanas de Tavira e outros três no Mercado da Freguesia da Luz de Tavira.

Valores para exploração dos espaços variam entre 250 e 5.000 euros

O concurso estabelece diferentes valores mínimos globais de taxa de compensação, consoante a localização e o espaço comercial disponível.

No Mercado Municipal de Tavira, encontram-se disponíveis três lojas, todas com um valor mínimo de 5.000 euros. Trata-se das lojas n.º 4, n.º 5 e n.º 13, correspondentes aos lotes 1, 2 e 3 do procedimento.

Já no Mercado da Freguesia de Cabanas de Tavira, o concurso contempla a loja denominada “Padaria”, identificada como lote 4, com um valor mínimo de compensação de 1.000 euros.

Na Luz de Tavira, estão disponíveis três espaços comerciais com valores mais reduzidos. A loja “Verde”, correspondente ao lote 5, apresenta um valor mínimo de 500 euros, enquanto as lojas “Vermelha” e “Azul”, integradas nos lotes 6 e 7, têm um valor mínimo de 250 euros cada.

Os montantes indicados correspondem às taxas mínimas globais de compensação estabelecidas no concurso para cada espaço comercial.

Concessões podem prolongar-se por um período máximo de 10 anos

De acordo com o Município de Tavira, os contratos de exploração poderão ter uma duração máxima de 10 anos, incluindo renovações, permitindo aos futuros concessionários desenvolver e consolidar a sua atividade nos mercados municipais.

A autarquia considera que a disponibilização destes espaços poderá contribuir para atrair novos projetos empresariais e reforçar a atividade comercial em diferentes freguesias do concelho.

A localização dos mercados e a sua utilização por residentes e visitantes são apontadas pelo município como fatores que podem favorecer a instalação de negócios e a prestação de serviços de proximidade.

Com esta medida, a Câmara Municipal pretende também valorizar os mercados enquanto espaços de comércio tradicional, convívio e dinamização da vida económica e social das localidades.

Candidaturas abertas até 19 de novembro

Os interessados na exploração de qualquer um dos sete espaços comerciais deverão apresentar as respetivas propostas até às 17:00 do dia 19 de novembro.

As peças do procedimento, incluindo as condições aplicáveis a cada lote e as restantes informações necessárias à participação no concurso, podem ser consultadas nos serviços municipais e no site oficial do Município de Tavira.

O comunicado municipal indica também a plataforma eletrónica de contratação pública ACINgov, disponível aqui.

A abertura do concurso insere-se na estratégia municipal de valorização dos mercados de Tavira, Cabanas de Tavira e Luz de Tavira, procurando incentivar a criação de negócios e contribuir para o desenvolvimento económico das freguesias.

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Bilhetes para o MotoGP em Portimão dão acesso antecipado à venda para a Fórmula 1 em 2027

21 October 2026 at 16:30

Os adeptos do MotoGP que adquiram, numa única transação, pelo menos dois bilhetes para o Grande Prémio de Portugal de 2026, marcado para 20 a 22 de novembro, no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, vão beneficiar de acesso exclusivo a uma fase antecipada de venda de até dois bilhetes para o Grande Prémio de Fórmula 1 de 2027, que se realiza no mesmo circuito entre 18 e 20 de junho.

A campanha, anunciada esta quarta-feira, 21 de outubro, pelo Autódromo Internacional do Algarve (AIA), destina-se aos compradores de bilhetes para o MotoGP Repsol Grande Prémio de Portugal 2026, permitindo-lhes aceder à fase reservada de comercialização antes da abertura ao público em geral da etapa seguinte de vendas para a Fórmula 1.

Para beneficiar desta oportunidade, os interessados deverão adquirir pelo menos dois bilhetes para o MotoGP, numa única compra, através do site oficial da competição, até às 23:59 de 31 de outubro.

Quem já comprou bilhetes para o MotoGP também pode beneficiar

A campanha abrange igualmente os clientes que tenham adquirido bilhetes antes do seu lançamento, desde que a compra tenha sido efetuada numa única transação e inclua, pelo menos, dois bilhetes válidos.

Os compradores elegíveis poderão adquirir até dois bilhetes para o Formula 1 MSC Cruises Grande Prémio de Portugal 2027, numa fase de venda reservada exclusivamente a este grupo de clientes.

As datas e os procedimentos de acesso serão comunicados posteriormente, por correio eletrónico, aos beneficiários.

“Queremos proporcionar aos adeptos do desporto motorizado a oportunidade de viverem duas das principais competições mundiais numa pista que é reconhecida internacionalmente e que é um dos poucos circuitos europeus onde esta oportunidade vai ser possível”, afirma Jaime Costa, CEO do Autódromo Internacional do Algarve.

Como funciona o acesso antecipado aos bilhetes da Fórmula 1

Depois de anunciada a abertura da fase exclusiva, os clientes abrangidos deverão aceder ao site oficial do Grande Prémio de Fórmula 1 de Portugal de 2027, utilizando o endereço de correio eletrónico associado à compra dos bilhetes para o MotoGP.

A elegibilidade será validada através desse endereço, sendo posteriormente enviado um código pessoal, intransmissível e de utilização única, que permitirá aceder à fase reservada de comercialização.

A campanha abrange bilhetes de Bancada e Peão, mas exclui a Bancada Principal e as opções de Hospitalidade.

O Autódromo esclarece que os bilhetes serão vendidos ao preço em vigor para o público, sem qualquer desconto associado à campanha, estando sujeitos à disponibilidade existente durante o período de venda exclusiva.

O acesso antecipado também não garante preços ou condições mais favoráveis do que aqueles que poderão ser praticados em fases posteriores de comercialização.

Compra de bilhetes para o MotoGP não garante entrada na Fórmula 1

Apesar da vantagem anunciada, o Autódromo Internacional do Algarve esclarece que a aquisição de bilhetes para o MotoGP não assegura a possibilidade de comprar posteriormente entradas para o Grande Prémio de Fórmula 1.

O benefício consiste exclusivamente no acesso antecipado à fase reservada de venda, durante a qual o número de bilhetes disponíveis será limitado, podendo esgotar antes do encerramento do período estabelecido.

Assim, os clientes que cumpram os requisitos terão prioridade no acesso à comercialização, mas a compra ficará dependente da disponibilidade de lugares.

Os bilhetes para o MotoGP Repsol Grande Prémio de Portugal 2026 estão disponíveis aqui.

Autódromo de Portimão prepara dois grandes prémios internacionais

Inaugurado em 2008 e gerido pela Parkalgar, o Autódromo Internacional do Algarve prepara-se para receber duas das principais competições internacionais de desporto motorizado.

O circuito, com 4,653 quilómetros de extensão e 15 curvas, possui homologação de grau máximo atribuída pela Federação Internacional do Automóvel (FIA) e pela Federação Internacional de Motociclismo (FIM).

Além da pista principal, o complexo integra um kartódromo, uma pista de todo-o-terreno, um parque tecnológico e um resort turístico.

O MotoGP Repsol Grande Prémio de Portugal 2026 realiza-se de 20 a 22 de novembro, contando com o apoio do Turismo de Portugal, Turismo do Algarve, Município de Portimão, Federação de Motociclismo de Portugal e Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ).

Já o Formula 1 MSC Cruises Grande Prémio de Portugal 2027 está agendado para os dias 18, 19 e 20 de junho, marcando mais um acontecimento internacional no circuito algarvio.

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Lagos celebra Dia do Município com concertos, exposições e atividades gratuitas

21 October 2026 at 16:00

A cidade de Lagos prepara-se para celebrar o Dia do Município, a 27 de outubro, com um programa que inclui cerimónias oficiais, concertos, exposições, atividades culturais e iniciativas dedicadas à história e às tradições locais. O feriado municipal ficará ainda marcado pela entrada gratuita nos equipamentos museológicos municipais e por condições especiais de estacionamento e acesso ao Zoo de Lagos.

As comemorações começaram a 17 de outubro e prolongam-se até ao dia 31, distribuindo-se por diferentes espaços do concelho e envolvendo instituições, associações e a comunidade local.

A programação procura assinalar a identidade histórica e cultural de Lagos, combinando momentos institucionais e religiosos com propostas nas áreas da música, das artes, do património e da participação cívica.

Cerimónias oficiais e procissão de São Gonçalo marcam feriado municipal

O programa de 27 de outubro começa às 9:00, na Praça Gil Eanes, com a cerimónia de hastear das bandeiras e a sessão solene, acompanhadas pela Banda da Sociedade Filarmónica 1.º de Maio e pelo Grupo Coral de Lagos.

A celebração inclui também uma largada de pombos, organizada pelo Clube Columbófilo de Odiáxere.

Às 10:30, a Igreja de Santa Maria recebe a missa em honra de São Gonçalo, padroeiro da cidade, presidida por D. Vitorino Soares, Bispo do Algarve.

A programação prossegue às 11:00, na Praça Gil Eanes, com uma simultânea de xadrez organizada pela Associação Filatélica e Numismática Gil Eanes.

Meia hora depois, às 11:30, realiza-se a tradicional procissão com a imagem de São Gonçalo, que percorrerá as ruas do Centro Histórico de Lagos.

Barão de São João recebe exposições, cinema e música

As comemorações estendem-se à aldeia de Barão de São João, com um conjunto de iniciativas dedicadas à memória coletiva, à criação artística e ao envolvimento da população.

Entre as 10:00 e as 17:00, o Pátio Barão ConVida acolhe a exposição fotográfica “Fotos Antigas de Barão”, que recupera imagens da história da localidade e dos seus habitantes.

A programação inclui igualmente a exposição de arte pública “Esculturas na Rua”, que leva a criação artística para diferentes espaços da aldeia.

Durante a tarde, a Casa da Paragem recebe, às 15:00, a exibição de um filme comunitário. Entre as 15:00 e as 18:00, realiza-se o workshop “Vamos Bordar o Brasão da Cidade”, enquanto o Coro da Liberdade apresenta um momento musical às 16:00.

O programa do feriado termina às 18:00, no Armazém Regimental, com a apresentação do livro “Lagos a Azul e Preto: Postais dos anos 30”, de Zambrano Gomes, numa iniciativa da Associação Filatélica e Numismática Gil Eanes.

Concertos, fado e artesanato integram programação até 31 de outubro

Além das iniciativas previstas para o feriado municipal, Lagos apresenta uma programação comemorativa que reúne diferentes expressões culturais e artísticas.

Entre os destaques estão o XI Encontro Nacional de Colecionismo “Cidade de Lagos”, o XLIX Festival de Coros do Algarve e a final do XXVII Concurso de Fado Amador “Cidade de Lagos”.

O programa inclui ainda a gala comemorativa do 140.º aniversário dos Bombeiros Voluntários de Lagos, assinalando o percurso daquela instituição.

Na área cultural, estão previstas iniciativas como o colóquio “Caminhos da Democracia”, o espetáculo “O Que Torna-“, de Susana Vilar, concertos de música clássica e contemporânea, apresentações de livros e atividades de ciência destinadas às famílias.

A agenda contempla também o ciclo “À Conversa no Museu”, dedicado às operações SAAL no Algarve.

Nos dias 24 e 25 de outubro, o Mercado do Levante recebe a Mostra de Artesanato Cidade de Lagos e o 4.º Encontro de Música Popular Portuguesa, duas iniciativas que procuram valorizar o artesanato e as tradições musicais.

Museus e estacionamento gratuitos no Dia do Município

O feriado municipal de 27 de outubro ficará também marcado por condições especiais de acesso a equipamentos e serviços do concelho.

Os equipamentos museológicos municipais terão entrada gratuita, permitindo a residentes e visitantes conhecer os espaços culturais abrangidos pela medida.

O estacionamento no Parque de Estacionamento da Frente Ribeirinha será igualmente gratuito durante o dia. Para beneficiar desta condição, os utilizadores deverão retirar um ticket à entrada e proceder à respetiva validação na receção antes de abandonar o parque.

Os residentes no concelho de Lagos poderão ainda usufruir de um desconto de 50% no bilhete de entrada no Zoo de Lagos, aplicável a partir dos 3 anos de idade. As crianças até aos 3 anos, inclusive, terão entrada gratuita.

Com estas iniciativas, a Câmara Municipal de Lagos pretende assinalar uma data de especial significado para a comunidade, promovendo o acesso à cultura, a valorização do património e a participação de diferentes gerações nas comemorações.

A programação completa do Dia do Município pode ser consultada aqui.

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Albufeira volta a destacar-se na Europa com Praia da Falésia entre as quatro melhores

21 October 2026 at 15:50

A praia da Falésia alcançou o quarto lugar num ranking europeu da Condé Nast Traveller, que reuniu mais de 296 mil respostas de leitores britânicos. Com 94,70 pontos, a praia de Albufeira foi a mais bem classificada de Portugal nos Readers’ Choice Awards 2026, da edição britânica da revista Condé Nast Traveller.

A distinção coloca a Falésia entre as quatro praias mais apreciadas da Europa, numa seleção de 20 destinos costeiros que reflete as experiências e preferências dos viajantes.

Conhecida pelo extenso areal e pelas falésias em tons dourados e avermelhados, a praia de Albufeira ficou apenas atrás de três destinos internacionais, reforçando a projeção do litoral algarvio no panorama turístico europeu.

Praia de Benagil também integra lista das melhores da Europa

Na classificação divulgada pela revista britânica, a Praia da Falésia alcançou 94,70 pontos, ocupando a quarta posição, atrás de Sperlonga, em Itália, da Lagoa Azul, em Malta, e de Patara, na Turquia.

A representação portuguesa nesta seleção fica completa com a Praia de Benagil, no concelho de Lagoa, que conquistou o 16.º lugar.

Os resultados dos Readers’ Choice Awards 2026 tiveram por base mais de 296 mil respostas de leitores do Reino Unido, que avaliaram os destinos de acordo com as suas experiências e preferências de viagem.

Para a Câmara Municipal de Albufeira, a distinção constitui um motivo de orgulho para o concelho e para todos os que contribuem para o acolhimento dos visitantes.

A autarquia considera ainda que este reconhecimento reforça a importância de preservar o património natural da Praia da Falésia, garantindo que residentes e turistas possam continuar a usufruir de uma das paisagens mais características do município.

Algarve eleito Melhor Destino de Praia da Europa pela 11.ª vez

A classificação da Praia da Falésia surge num período marcado por novas distinções internacionais para o turismo algarvio.

A região foi recentemente eleita Melhor Destino de Praia da Europa nos World Travel Awards 2026, conquistando este título pela 11.ª vez.

O reconhecimento foi anunciado em Kotor, no Montenegro, voltando a destacar o Algarve entre os principais destinos balneares europeus.

Além desta distinção, a região está também nomeada para o prémio de Melhor Destino de Praia do Mundo, na mesma edição dos World Travel Awards.

A presença de duas praias algarvias entre as 20 melhores da Europa, segundo os leitores da Condé Nast Traveller, acrescenta assim mais um reconhecimento internacional ao litoral da região, com especial destaque para a Praia da Falésia, que alcançou a melhor classificação entre os destinos portugueses.

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Funcionária da Misericórdia de Tavira conquista primeiro lugar na Missão D’Chef

21 October 2026 at 15:30

A funcionária da Santa Casa da Misericórdia de Tavira, Sandra Leal, conquistou o primeiro lugar na segunda edição da Missão D’Chef, uma iniciativa promovida pelo Banco Alimentar Contra a Fome do Algarve que distingue o talento, a dedicação e o trabalho dos profissionais de cozinha das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) da região.

A informação foi divulgada na página de Facebook da Santa Casa da Misericórdia de Tavira, numa publicação que destacou a vitória da funcionária entre os 13 participantes da competição.

Sob o lema “cozinhar com saber, servir com propósito”, o concurso reuniu profissionais de cozinha de instituições sociais algarvias, proporcionando uma oportunidade de reconhecimento do trabalho desenvolvido diariamente na preparação de refeições.

Segundo a Misericórdia de Tavira, “Sandra Leal conquistou os chefs e alcançou o 1º lugar”, destacando-se entre os participantes desta segunda edição.

Gala no Pine Cliffs Resort distinguiu profissionais das instituições sociais

A gala de encerramento da Missão D’Chef realizou-se na terça-feira, 20 de outubro, no Pine Cliffs Resort Algarve, reunindo os participantes numa cerimónia dedicada ao reconhecimento do percurso desenvolvido ao longo do programa.

De acordo com a Misericórdia de Tavira, o evento “celebrou o percurso dos participantes, reconhecendo o empenho, a dedicação e o trabalho desenvolvido ao longo do programa”.

A iniciativa do Banco Alimentar Contra a Fome do Algarve procura valorizar o papel das cozinheiras e dos cozinheiros das instituições de solidariedade social, dando visibilidade à importância do seu trabalho.

A cerimónia terminou com a entrega de prémios e certificados aos participantes, assinalando o encerramento da segunda edição do concurso, que teve em Sandra Leal, da Santa Casa da Misericórdia de Tavira, a vencedora.

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