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Fortaleza de Sagres celebra as Jornadas Europeias do Património com diversas iniciativas de acesso gratuito

15 September 2026 at 19:51

As Jornadas Europeias do Património, este ano dedicadas ao tema “Reviver, resistir, reinventar”, decorrem de 18 a 27 de setembro próximos e serão assinaladas na Fortaleza de Sagres com diversas iniciativas, das quais destacamos o Cineconcerto “Almadrava”. Integram igualmente uma ação de limpeza costeira a realizar na manhã de 19 de setembro, entre as 10h e as 12h, assinalando o Dia Internacional da Limpeza Costeira que todos os anos se realiza no terceiro sábado de setembro, bem como os “Concertos ao Entardecer”, nas tardes de 20 e de 27 de setembro, pelas 18h, animados respetivamente por Serena Kaos e Gorjão e realizados em parceria com a Associação Ar Quente.

A 20 de setembro, pelas 20 horas, a Fortaleza de Sagres acolhe uma apresentação única do Cineconcerto ALMADRAVA, uma criação original da Cinemalua Associação Cultural, que beneficiou do apoio da CCDR Algarve. Cruzando cinema documental, criação contemporânea e interpretação musical ao vivo, constitui uma homenagem a uma das mais emblemáticas atividades ligadas ao mar e à identidade do Algarve: as almadravas, tradicionais armações de pesca de atum outrora distribuídas por vários pontos do litoral algarvio, incluindo a costa junto a Sagres.

O programa integra a exibição de dois documentários históricos do Arquivo RTP, realizados por Hélder Mendes em 1968 e 1969: A Almadrava e O Copejo. Estas obras constituem importantes testemunhos audiovisuais sobre a organização da pesca do atum no Algarve, registando saberes, técnicas e modos de vida que marcaram durante séculos a relação das populações costeiras com o oceano.

Para dialogar com estes documentos históricos, João Marco realizou novas filmagens que ampliam a leitura contemporânea deste legado marítimo. Sobre estas imagens inéditas, o compositor e intérprete Arsénio Martins criou quatro obras originais: Almadrava; O Labirinto das Águas; A Flutuação das Âncoras; O Equilíbrio das Espécies. A sessão contará com interpretação ao vivo do ARSÉNIO MARTINS ENSEMBLE, formado por: Arsénio Martins (Piano), Paulo Lopes (Saxofones e Flauta), Daniela Pinhel (Oboé), Daniela Vieira (Fagote) e Bárbara Santos (Violoncelo).

A apresentação deste espetáculo na Fortaleza de Sagres reveste-se de um forte significado simbólico. Local de referência na história marítima portuguesa, a Fortaleza afirma-se como espaço privilegiado para refletir sobre a ligação ancestral entre o homem e o mar, acolhendo uma proposta artística que valoriza e reinterpreta uma herança cultural profundamente enraizada na paisagem e na identidade do território algarvio, preservando legados, saberes e memórias marítimas.

Golegã apresenta programação cultural até final de 2027 com teatro, música e criação local

15 September 2026 at 12:06

O Cine-Teatro Elisa Tavares Bonacho, na Golegã, vai receber até ao final de 2027 mais de duas dezenas de espetáculos de teatro, música, dança e projetos comunitários, no âmbito de uma parceria com o coletivo artístico Persona Varia. A programação foi apresentada, ontem, dia 14 de Setembro, durante uma sessão realizada no cine-teatro, que contou com a presença de representantes de vários…

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The Diver Who Held Up a Cathedral With His Bare Hands — for Six Years, in Total Darkness

15 September 2026 at 08:16
Winchester Cathedral covers roughly 53,800 square feet (about 5,000 square meters) of floor space, making it one of the largest cathedrals in Northern Europe. At 558 feet (170 meters) long, it’s also the longest medieval cathedral in the world. Neither the congregation nor the more than 365,000 tourists who visit each year to admire its […]

Cómo un buzo salvó la catedral de Winchester trabajando 6 horas al día durante 6 años en completa oscuridad

Con sus casi cinco mil metros cuadrados de superficie, la catedral de Winchester no sólo es una de las mayores de Inglaterra sino también del norte de Europa y la de más longitud del mundo, con ciento setenta metros. Ahora bien, ni los fieles ni los más de trescientos sesenta y cinco mil turistas que […]

Livraria Lello bate recorde com 120 mil livros vendidos num único mês

14 September 2026 at 14:56
A Livraria Lello ultrapassou em agosto, pela primeira vez nos seus 120 anos de história, a marca dos 120 mil livros vendidos num único mês, consolidando a posição como livraria independente que mais livros vende no Mundo. O recorde acontece sem um aumento correspondente do número de visitantes: mais de 80% dos que entram na […]

Santarém evoca a Revolução Liberal numa visita guiada pela memória da cidade

14 September 2026 at 11:45

O Município de Santarém promove, no próximo dia 19 de setembro, entre as 10h00 e as 12h00, a visita guiada “A Revolução de Setembro: memórias e testemunhos”, um percurso dedicado à história do liberalismo e à sua influência na construção da cidade ao longo do século XIX. Com início às 10h00, no Jardim das Portas do Sol, a iniciativa propõe uma viagem pela memória histórica de Santarém…

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Jornadas Europeias do Património levam comunidade a conhecer futura Casa Tradicional da Erra

14 September 2026 at 10:50

“Antes de abrir a porta” convida a reviver memórias e a participar na construção do futuro Núcleo Museológico O Município de Coruche, através do Museu Municipal, promove no próximo dia 20 de setembro, pelas 10h30, na Casa Tradicional da Erra, a iniciativa “Antes de abrir a porta — Memórias para construir a futura Casa Tradicional da Erra”. A iniciativa insere-se no âmbito das Jornadas Europeias…

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Troppo caldo, non ci torno più

14 September 2026 at 09:50

Estati sempre più torride rendono meno piacevoli le vacanze. E se il turista non ha un buon ricordo dell’esperienza, difficilmente tornerà nella stessa località. Vale anche per chi va al mare e si aspetta il caldo. Un problema per i paesi del Mediterraneo.

L'articolo Troppo caldo, non ci torno più proviene da Lavoce.info.

Vilamoura recebe congresso dedicado à Menopausa

14 September 2026 at 06:41

A Câmara Municipal de Loulé e a Comunidade Menos Pausas promovem o I Congresso Menos Pausas, um encontro dedicado à saúde da mulher e ao bem-estar, com o propósito de criar um espaço de partilha de conhecimento, experiências e inspiração. O evento decorre no dia 24 de outubro, no Hotel Tivoli, na Marina de Vilamoura.

O Congresso será inteiramente dedicado à menopausa e às diferentes dimensões associadas a esta importante fase da vida da mulher, contando com a participação ativa de profissionais de saúde, médicas de diferentes especialidades, psicólogas e especialistas em envelhecimento consciente, que irão abordar o tema de forma rigorosa, esclarecedora e fundamentada, partilhando conhecimento, experiência e ferramentas com todos os participantes.

Para além da componente científica e informativa, o Congresso incluirá também momentos de yoga, meditação e dança, proporcionando experiências de relaxamento, movimento e bem-estar, numa perspetiva integrada da saúde física, emocional e mental, aliada aos princípios do envelhecimento consciente.

Será, assim, um espaço de conhecimento, partilha e inspiração, onde a ciência se cruza com o bem-estar e com diferentes formas de cuidar de si, valorizando a mulher, as suas escolhas e o seu percurso ao longo da vida.

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição obrigatória.

As mudanças hormonais, a sexualidade e a alimentação nesta fase da vida da mulher, a saúde em geral ou as diferenças culturais na forma como a menopausa é vista entre os países Portugal/Espanha são alguns dos temas abordados pelas especialistas convidadas.

O evento será moderado pela fundadora da Comunidade Menos Pausas, Maria Alfaro.

Os interessados poderão inscrever-se aqui: https://forms.gle/SFgvtf61fSMatDrz9

Una lezione del 1971 che parla al nostro presente: Giussani e il rischio di una Chiesa resa irrilevante

13 September 2026 at 23:01
Su La Verità del 10 settembre 2026 è apparso un ampio intervento di don Luigi Giussani, pronunciato il 14 novembre 1971 e ora pubblicato nel volume Il centro della vita, ...

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RAS#9: porque “a Cultura não pede licença”

13 September 2026 at 16:16

Ana Marta Teles, Daniela Monteiro, Filipa Carmo, Helena Mendes, Iacuba Camará, Luis Garza, Marisa Murtinha, Nuno Labau, Sílvia Ferreira e Vânia Jorge foram os artistas que participaram na residência artística RAS#9 que decorreu no Centro Cultural Regional de Santarém (CCRS). O projecto RAS nasceu há cerca de nove anos pelas mãos de João Maria Ferreira, Elias Rodrigues, o então presidente do CCRS…

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El pigmento de los faraones que un romano escondió dentro del yeso de su villa: un hallazgo cambia lo que sabíamos del comercio del azul en la Antigüedad

El azul egipcio nació en Egipto antes del año 3100 a.C. y se considera el primer pigmento fabricado por el ser humano. Para obtenerlo, los artesanos calentaban a altas temperaturas una mezcla de sílice, cal, compuestos de cobre y sales alcalinas hasta lograr que cristalizara un compuesto de color azul intenso, el silicato de cobre […]

Museu Municipal de Olhão promove Jornadas Europeias do Património com música, história e tradição oral

13 September 2026 at 07:00

O Museu Municipal de Olhão assinala as Jornadas Europeias do Património, nos dias 15 e 16 de setembro, com uma programação que convida a conhecer a cidade e a sua história através de diferentes formas de viver e interpretar o património olhanense.

Ao longo destes dois dias, o Museu Municipal abre as portas da cidade, motivando um novo olhar sobre o espaço urbano e reforçando os laços de pertença a uma identidade cultural única, profundamente moldada pelo mar e pela tradição oral.

A programação cruza a história material, a tradição imaterial e a vivência comunitária, através de propostas que levam o património para além das paredes do Museu e o aproximam dos espaços, das memórias e das pessoas que fazem parte da identidade de Olhão.

No dia 15 de setembro, às 21:30, o Largo da Restauração, junto ao Museu Municipal, recebe o concerto do Dúo Kasal, numa noite em que a música e a convivência se juntam à fruição do património no espaço público. Às 22:30, terá lugar uma visita acompanhada à Igreja Matriz de Olhão, proporcionando uma oportunidade para conhecer a arte, a arquitetura e o significado histórico daquele que é o principal monumento religioso da cidade.

No dia 16 de setembro, às 21:00, o Museu recebe um Encontro no Museu, seguindo-se, às 21:30, o percurso pela zona histórica “A Noite das Lendas Encantadas”, com Jorge Alves ao acordeão. A iniciativa propõe uma imersão no imaginário coletivo e nas histórias que integram a tradição oral olhanense, percorrendo lugares e memórias do centro histórico.

Com esta programação, o Museu Municipal de Olhão convida a comunidade e os visitantes a descobrir, escutar e experienciar o património da cidade, valorizando não apenas os seus monumentos e espaços, mas também as histórias, as tradições e as relações que lhes dão significado.

Torres ancladas a la roca desnuda: descubren el truco de ingeniería que los almorávides usaron hace 900 años en Cuenca

El 29 de mayo de 1108, un ejército almorávide derrotó a las tropas de Alfonso VI a las afueras de Uclés. En la batalla murió Sancho Alfónsez, el único hijo varón del rey y su heredero, un golpe que dejó a Castilla sin sucesor directo y que los cronistas de la época consideraron una de […]

Open Ateliers Olhão: falta uma semana para uma cidade aberta à criatividade

12 September 2026 at 11:25

 De 18 a 20 de setembro, a cidade de Olhão abre portas à Arte através da 2.ª edição dos Open Ateliers, iniciativa promovida pelo Município de Olhão de modo colaborativo com o ecossistema das artes visuais.

Integram esta edição um total de 68 artistas residentes no concelho, de várias nacionalidades, idades, formações e percursos, quer artistas/coletivos profissionalizados ou não, quer estudantes dos ensinos secundário e universitário, quer ainda diversos espaços criativos (associativos, comerciais/empresariais) sediados na cidade. 

A aposta estratégica municipal nos Open Ateliers Olhão tem vários objetivos: apoiar, valorizar e promover o ecossistema das artes visuais em Olhão; incentivar o encontro e cruzamento entre artistas/criativos portugueses e estrangeiros residentes no concelho, com partilha de experiências, processos de trabalho e produção estética; estimular a criação de práticas colaborativas, ao nível da produção e programação, entre o Município e o terceiro sector cultural e artístico; incrementar as dimensões da mediação de públicos e da capacitação artística; dar oportunidades de visibilização e divulgação a jovens criadores do concelho (emergentes), incluindo também aqueles que ainda estão em período de formação escolar; e envolver ativamente entidades privadas (lojas, ateliers, hotéis, associações e outros) do concelho em iniciativas culturais e artísticas. 

Os trabalhos dos 68 artistas participantes estarão patentes ao público em casas privadas, lojas pop-up, sedes de associações, espaços criativos, unidades hoteleiras e ateliers de arquitetura disseminados pelo centro da cidade, estando o mapa e demais informação útil (programação diária, biografias dos artistas, descrição dos espaços envolvidos) disponíveis em www.openateliersolhao.pt 

Com entrada livre, o horário de abertura desses espaços é: no dia 18 (sexta-feira), das 14:00 às 18:00; no dia 19 (sábado), das 10:00 às 13:00 e das 15:00 às 20:00; e no dia 20 (domingo), das 10:00 às 13:00 e das 15:00 às 18:00. 

A Festa de abertura dos Open Ateliers acontece a 18 de setembro, pelas 18:00, na República 14, num evento de entrada livre, que cruza convivialidade, inauguração de várias exposições e um momento musical, integrando artistas, entidades parceiras e público.

Dado que os Open Ateliers também querem privilegiar uma dimensão formativa, no mesmo dia 18 acontecem dois workshops: um de mentoria para artistas com a curadora e consultora Ana Goulão (Estúdio Onze), pelas 9:30, no Museu Municipal; e outro de colagem, com Guerrilherme e Marta BG, pelas 15:00 no Zayn Studio Interiors, este também direcionado para a comunidade escolar. 

No dia 19, há também diversos workshops: às 10:30, uma demonstração sobre a Magia do Indigo Natural com Dominique Vaes no Real Marina Hotel &. Spa; às 15:00, outro de Introdução ao Giotaku Direto, com Rachel Ramirez n’A Fábrica de Olhão; às 18:00 com SEN sobre Graffiti junto ao Coreto, no Jardim Pescador Olhanense; e às 22.00, também junto ao Coreto, o workshop “Paint Cosmos in UV light”, com Alicja Zmigrodzka (aka AAAAA) igualmente junto ao Coreto. 

Ainda no dia 19, às 16:00, com ponto de encontro no Museu Municipal, destaque para a visita mediada dinamizada por Ana Goulão, a pensar nos que estão (mais ou) menos familiarizados com o universo da arte contemporânea, a qual percorrerá, de modo informal e descontraído, vários ateliers/exposições selecionados pela mesma. 

Também no sábado (19), é de realçar, entre as 19:30 e as 23:59, junto ao Coreto no Jardim Pescador Olhanense (com entrada livre), a 1.ª edição do formato “Coreto Eletrónico”, com gravação ao vivo de podcast e posteriores sets musicais com os DJ’s Dourado, Tozé Diogo e Lord Végan, num formato que conta também com a colaboração do bar Catita & Companhia. Soma-se a isto, no mesmo local, entre as 21:30 e as 23:30, um período de pintura ao vivo (graffiti) com SEN. 

Já no dia 20 (domingo), há novamente visita mediada a vários ateliers/exposições com a curadora Ana Goulão (a partir das 15:00 e com ponto de encontro no Museu Municipal), bem como dois workshops: um de Antotipia e Cianotipia com Ricardo Braga, às 10:00 n’A Fábrica de Olhão; e outro, à mesma hora, no Museu Municipal com Paulo Côrte-Real sobre fotografia de rua. 

O último dia dos Open Ateliers Olhão termina com uma festa n’A Fábrica de Olhão, a partir das 18:30, a qual é de entrada livre e inclui um concerto com a banda olhanense Projeto M90, de Miguel Sousa. 

Para mais informações e inscrições (limitadas mas gratuitas) nos vários workshops previstos na programação dos Open Ateliers, os interessados devem utilizar o email: openateliersolhao@cm-olhao.pt 

Na edição deste ano participam os seguintes criativos portugueses: Edgar Pacheco, Célia Mendonça Mendes, Paulo Gago, Associação BeTween, um núcleo de alunos da Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes (Andreia Ciubotar, Beatriz Brito, Dinis Nazário, Helena Paz, Inês Medinas, Joana Poço Quitério, Kimoni Segundo, Lara Jesus, Laura Santos, Lia Rodrigues, Luana Rodrigues, Margarida Rato, Mateus António, Sandra Mendonça, Sofia Marques, Oleksandra Gaidenko e Xavier Vairinhos Joaquim), Elisabete Nunes, Irsa Rute Campina, Lea Damez, Luís Nestor Ribeiro, Matilde Fulgêncio Marcelino, Pedro Passos Baltazar, Igor Nunes Silva, um núcleo de pintores do Centro de Arte de Pintores Olhanense (CAPO) sob a orientação do Mestre António Leal, Eva Marcelino, Elsa Ferreira, João Lelo, Leonardo Martins, Luís Torres, Mariana Sousa, Mr Ghostie, Vasco Badalo, Joana Rosa Bragança, Mosaicolhao, Pinta Roxa, Sandra Calé, Margarida Sancho, SEN, Guerrilherme e Paulo Côrte-Real. 

De nacionalidade estrangeira, igualmente sediados em Olhão, associam-se a este evento os artistas Frédéric Flerbantier, Laura Casano, Rachel Ramirez, Angie Limmen, Antonia Williams, Joyce Paijens, Dora Keogh, Amalie Talania Zolfugl, Loy Klink, Alicja Zmigrodzka (aka AAAAA), Geertje Pruijsers, Alfred De Bruijn, Dominique Vaes (Atelier Manjishta), Julia Wylie, Jop Lissauer, Mazhew Hollebon, Nada Mandelbaum, Rebecca Hutchinson, Catherine Ducker, Clara Rozzo, Fiona Gray, Jessica Dunn, Sheila Buckley, Tineke Storteboom e Tina Mcevoy.

Os Open Ateliers Olhão contam também, neste segundo ano, com uma rede alargada de parcerias: FESNIMA, Bairros Comerciais Digitais – Olhão com Alma, Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Fernandes Lopes, República 14, A Fábrica de Olhão, Centro de Arte de Pintores Olhanense (CAPO), 4 Elements e 5.º Element, Associação BeTween, Sena Architects, 3VD, Atelier à do Caco, Almeida Morgan Real Estate, Real Marina Hotel & Spa, Guest Mar (Galeria pop-up Raminhos), Catita & Companhia, Estúdio Onze, Galeria pop-up Oscar & Sophie e Quinta do Coelho Azul.

11 de setembro: como o revide dos EUA moldou o mundo

11 September 2026 at 18:38

Compra de votos, chantagem, criação de dossiê e até a morte. 25 anos depois dos ataques contra os EUA por parte de terroristas, a constatação de observadores internacionais é de que não foram apenas as Torres Gêmeas que desabaram. Naquele dia 11 de setembro de 2001, ainda que ninguém ousasse saber o destino do mundo, inaugurou-se um novo período de ingerência dos EUA na diplomacia internacional.

Atacado em seu próprio território, o governo norte-americano se deu o direito de invadir, destituir, sequestrar e desmontar qualquer instituição que pudesse significar uma ameaça aos seus interesses. 

Gestos que até hoje ecoam pelo mundo e que transformaram para sempre regiões inteiras do planeta e abalaram a soberania de países. 

A década de 1990 havia sido de esperança. A ONU voltava a funcionar e o Conselho de Segurança era convocado a agir, finalmente. Mas o que parecia ser a exuberância do sistema multilateral escondia, na realidade, um fervor por parte dos EUA de manter um mundo à sua imagem e semelhança. E com a Casa Branca como o polo da hegemonia global. 

Mas bastou um teste para que a máscara da cooperação internacional fosse retirada. Os EUA nunca estiveram dispostos a dividir o poder e, machucado em seu orgulho a partir de 2001, iniciaram uma ofensiva para fazer valer sua visão de mundo e suas ambições.

O Iraque passou a entrar no radar e, com ele, o argumento espúrio das armas químicas. Derrubar o ditador Saddam Hussein era uma questão de honra, e de petróleo. Mas o argumento era frágil e logo uma das agências internacionais – a Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq) – alertou que poderia fazer a vistoria da suposta existência dessas armas.

Washington não gostou nada da ideia. Afinal, se houvesse um caminho diplomático, o principal argumento para a guerra estaria enterrado. George W. Bush decidiu que era hora de calar a Opaq e seu diretor, o brasileiro José Maurício Bustani. 

Lembro-me de desembarcar em Haia em abril de 2002, sede da entidade, e encontrar uma instituição no epicentro de um conflito de enormes proporções. 

Bustani, que estava no comando da Opaq desde 1997 e tinha sido reeleito por unanimidade, insistia que sua instituição tinha informações de que as armas químicas do Iraque haviam sido destruídas após a Guerra do Golfo de 1991. Além disso, a entidade dizia que o Iraque “não tinha capacidade” para repor os estoques graças às sanções sob as quais tinha sido submetido por uma década.

Ele precisaria cair e mensagens chegaram até o brasileiro, sugerindo que ele deixasse o cargo, sem alarde. Seria hipocritamente aplaudido se renunciasse. Ele não aceitou. John Bolton, que comandava parte do esforço diplomático de Bush e que tinha em sua mesa uma granada, orquestrou, assim, uma campanha contra o brasileiro. Seu argumento para derrubá-lo: “má-gestão”. 

José Maurício Bustani foi chefe e diretor geral do Departamento de Organismos Internacionais do Ministério das Relações Exteriores nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso
José Maurício Bustani foi chefe e diretor geral do Departamento de Organismos Internacionais do Ministério das Relações Exteriores nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso

Em sua sala em Haia, atrás de um quadro, foi descoberto um sistema de escutas. Bustani sabia que seu destino estaria vinculado com uma guerra muito mais ampla que sua dimensão como diplomata. 

No dia 21 de abril de 2002, a pedido dos EUA, foi realizada uma reunião especial da Opaq para votar seu afastamento. Nas semanas anteriores ao encontro, países que estavam com sua anuidade atrasada na instituição fizeram os pagamentos para poder ter direito ao voto. Alguns chegaram com dinheiro vivo, despertando a desconfiança de que a Casa Branca estaria pagando pelos votos. 

Ao final de um rápido encontro, 48 países se manifestaram a favor de seu afastamento, com sete contra e 43 abstenções. Anos depois, nos tribunais da OIT, Bustani seria recompensado por uma decisão que determinou que seu afastamento havia ocorrido sem justificativa. Mas, para os EUA, isso pouco importava. A estátua de Saddam já estava derrubada e o sequestro de um organismo internacional era realidade. 

EUA agiram para Vieira de Mello ir para Iraque e em investigação contra Kofi Annan

Não demorou para que um segundo abalo transformasse a ONU. Preocupada com o destino do Oriente Médio depois da queda de Bagdá, a entidade aceitou o papel de reconstruir o Iraque. Bush tinha chamado ao Salão Oval o brasileiro Sérgio Vieira de Mello, uma espécie de bombeiro das Nações Unidas para as crises mais impossíveis. 

A Casa Branca o queria no comando do escritório da entidade no Iraque, inclusive para dar legitimidade à nova etapa. Tanto o diplomata brasileiro quanto o secretário-geral Kofi Annan hesitaram em assumir o papel. Mas, sob pressão do maior doador do sistema internacional, cederam. 

O brasileiro seria, então, enviado ao front em 2003, como representante oficial do Secretário-geral das Nações Unidas no Iraque. Mas insistia que não via a ONU como parte das “potências ocupantes”. Numa entrevista concedida a este repórter no dia 17 de agosto daquele ano, Vieira de Mello afirmava que não estava com medo e que a instituição era vista como uma aliada dos iraquianos. Criticou os EUA e admitiu que a população local estava sendo humilhada. “Imagine como nós, brasileiros, nos sentiríamos com tanques estrangeiros em Copacabana”, disse.  

Dois dias depois, em 19 de agosto de 2003, uma bomba colocada num caminhão no muro do escritório da ONU em Bagdá tiraria a vida do brasileiro e de mais 20 pessoas. 

Sob os escombros estava o fim de uma utopia.

Militares dos EUA posicionam bandeira da ONU sobre o caixão de Sergio Vieira de Mello, vítima de atentado em Bagdá
Militares dos EUA posicionam bandeira da ONU sobre o caixão de Sergio Vieira de Mello, vítima de atentado em Bagdá

O alvo não era mais apenas os EUA, mas todos aqueles que pudessem ser vistos como cúmplices. A ONU vivia o fim de sua era da inocência com uma explosão que ainda reverbera pelos corredores da entidade. 

Ao não conseguir evitar a guerra no Iraque e diante da morte de seus funcionários e de um de seus melhores amigos, Annan declarou em setembro de 2004 que a ofensiva norte-americana era “ilegal”.

O comentário foi considerado como uma afronta em Washington e, imediatamente, a Casa Branca iniciou um processo para também silenciar o chefe das Nações Unidas. Para isso, retirou das gavetas da CIA um dossiê que revelava corrupção em programas da ONU e que envolvia até mesmo o filho de Annan. Paralisado, o secretário-geral apenas teve de assistir o desmonte do direito internacional e a marginalização de sua própria instituição. 

Annan ficou tão abalado pela crise que mergulhou em uma depressão. Ficou sem voz, literalmente. Começou a faltar a reuniões importantes e deu fortes sinais de que pretendia abandonar o cargo de maior liderança da diplomacia mundial. Afônico por motivos emocionais, um dos poucos homens que poderia frear o desmonte das leis internacionais havia sido silenciado. 

A crise de credibilidade que a ONU enfrenta hoje é a mais séria em seus mais de 80 anos. Mas foi, a partir de 11 de setembro de 2001 que começou a ruir o sonho de um organismo internacional capaz de manter a paz no mundo.  

Torres Novas recebe Jornadas Europeias do Património 2026

11 September 2026 at 17:35

O Município de Torres Novas recebe as Jornadas Europeias do Património entre os dias 17 e 27 de setembro. A iniciativa, coordenada pelo Património Cultural, I.P., será subordinada ao tema “Reviver, Resistir e Reinventar o Património”. Nesse sentido, a programação municipal propõe um conjunto de iniciativas que cruzam património histórico, arqueologia, literatura, memória coletiva e criação…

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The Last Battle of America’s Indian Wars Wasn’t Fought by the Sioux or the Apache — It Happened in 1918

11 September 2026 at 09:14
In the United States, the phrase Indian Wars conjures a specific set of images: the Battle of Little Bighorn, the massacres at Wounded Knee and Sand Creek, the forced marches of the Trail of Tears, the decades-long manhunt for Geronimo. All of it is generally remembered as a 19th-century story, closed out by the early […]

Percurso pela Foz do Almargem e do Trafal em Quarteira

11 September 2026 at 07:00

Venha descobrir o litoral de Quarteira através de um percurso que combina natureza, biodiversidade e património histórico.

Ao longo deste trilho, será possível observar diversas aves aquáticas e migratórias na Foz do Almargem e do Trafal, enquanto se conhece a riqueza histórica e cultural deste território — desde os vestígios da pré-história e das ruínas romanas até à identidade ligada à tradição piscatória.

A atividade pretende também sensibilizar para a fragilidade dos sistemas dunares, a erosão costeira e os desafios das alterações climáticas, promovendo uma reflexão sobre a importância de conciliar o desenvolvimento urbano com a preservação do património natural e cultural.

Uma oportunidade para caminhar, observar, aprender e valorizar o território, descobrindo de perto a importância da proteção deste espaço litoral.

Inscrição: https://forms.gle/8MG8nuAkV9aqorbZ8

Data: 26 de setembro
Horário: 09h00–13h00
Local: Foz do Almargem e do Trafal
Participação: Gratuita, mediante inscrição

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