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Brasil é 2º maior importador de pesticidas proibidos na UE, diz Oxfam

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Pesticidas considerados tóxicos demais para utilização dentro da União Europeia (UE) continuam sendo fabricados por empresas do bloco e exportados para dezenas de países ao redor do mundo. No Dia Mundial da Alimentação, relatório da Oxfam aponta que o Brasil foi o segundo maior importador desses produtos proibidos pela UE, recebendo cerca de 15 mil toneladas em 2024. Os Estados Unidos aparecem em primeiro lugar.

A Oxfam concluiu que as políticas e regulamentações da UE levam à aplicação de critérios desiguais e de caráter colonial em relação aos agrotóxicos altamente perigosos (AAPs). Isso porque tais mecanismos de regulação seguem protegendo parcialmente sua própria população e meio ambiente enquanto permitem que substâncias proibidas continuem sendo produzidas e exportadas para outros países.

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Em países como Brasil e África do Sul, as plantações são pulverizadas com grandes quantidades de AAPs fabricados pelas empresas europeias. A Oxfam ressalta que, além das frutas, vegetais e commodities agrícolas, trabalhadores rurais, suas comunidades e o meio ambiente são expostos aos impactos desses produtos químicos tóxicos.

“Não é aceitável que a União Europeia proíba determinados agrotóxicos para proteger sua própria população e, ao mesmo tempo, permita que essas mesmas substâncias sejam produzidas e exportadas para outros países”, apontou a diretora da Oxfam Brasil, Viviana Santiago.

Dados do relatório mostram que, em 2024, os Estados-Membros da UE exportaram quase 122 mil toneladas de pesticidas proibidos dentro do bloco, mais do que o dobro do volume exportado em 2018.

Segundo o doccumento, 93 países importam agrotóxicos perigosos da UE, sendo 75% deles de baixa e média renda do Sul Global

A Oxfam alerta que os pesticidas altamente perigosos representam cerca de um terço dos ingredientes ativos utilizados em todo o mundo e são empregados principalmente em países do Sul Global, onde os mecanismos de proteção e regulamentação costumam ser mais frágeis.

“Esse duplo padrão transfere os riscos para trabalhadores rurais, comunidades e territórios do Sul Global, enquanto os benefícios econômicos ficam concentrados em poucas empresas”, acrescentou Viviana Santiago.

A análise aponta que, no Brasil, os AAPs correspondem a 49% de todos os agrotóxicos vendidos, uma proporção muito superior à observada em países da UE, como a Alemanha, onde representam apenas 12% das vendas.

O relatório destaca ainda que seis dos dez pesticidas mais vendidos no Brasil são proibidos na União Europeia, mas continuam sendo pulverizados sobre lavouras e áreas próximas a florestas por tratores, aviões e drones.

“Esse uso intensivo está diretamente ligado ao modelo agrícola baseado em grandes monoculturas voltadas para exportação, como soja, café e cana-de-açúcar, altamente dependentes de agrotóxicos”, apontou a Oxfam, em nota.

Além dos impactos para a saúde humana e o meio ambiente, o relatório mostra como esse sistema beneficia um pequeno grupo de grandes corporações. Segundo os dados analisados, quatro empresas controlam 61% do mercado global de pesticidas e obtiveram cerca de € 2,7 bilhões em receitas (R$ 15,37 bilhões) pela venda de pesticidas altamente perigosos.

A Oxfam avalia que tais números evidenciam a concentração nas mãos das grandes multinacionais agroquímicas do poder econômico e dos lucros gerados por esse comércio de produtos tóxicos. Enquanto isso, os riscos à saúde e ao meio ambiente são transferidos para países do Sul Global.

“É preciso interromper a exportação de agrotóxicos proibidos e avançar em regras que coloquem a saúde, os direitos das pessoas e a proteção ambiental acima dos interesses comerciais”, afirmou Viviana Santiago.

Apesar do cenário em que há amplo uso de agrotóxicos, a Oxfam aponta que a expansão do mercado brasileiro segue acelerada. “Em 2025, o país registrou um novo recorde de aprovações, com 725 novos pesticidas autorizados, um aumento de quase 10% em comparação com o recorde anterior de 663 produtos registrados em 2024”, apontou a entidade.

A Agência Brasil entrou em contato com o Ministério da Agricultura e aguarda posicionamento.

Desmatamento cai 41,8% na Amazônia e 23,8% no Cerrado em um ano

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O desmatamento caiu 41,8% na Amazônia e 23,8% no Cerrado entre agosto de 2025 e julho de 2026, na comparação com os 12 meses anteriores, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (16) pelo governo federal com base no monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Com a queda, o desmatamento nos dois biomas em um ano chegou às menores extensões das séries históricas. Veja abaixo:

  • Amazônia: de 5.731 km² para 3.335 km², a menor área desde 1988;
  • Cerrado: de 7.235,27 km² para 5.516,69 km², a menor área desde 2001.

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>> Confira aqui os dados completos por estado

O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, comemorou os números, que classificou como "um sonho para ambientalistas como ele".

“Quantas vezes não ouvimos essa frase de que é impossível obter o desmatamento zero? Estamos trazendo resultados concretos para os biomas Amazônia e Cerrado”, disse.

Segundo ele, a redução gradativa, ano a ano, pode ser explicada com base em três “pilares essenciais”, que garantem a execução de políticas de combate ao desmatamento.

O ministro descreve que o primeiro pilar é seguir a ciência, respeitando dados e estudos; o segundo é a democracia, trazendo a sociedade para participar dos debates, com conselhos estaduais e municipais; e o terceiro pilar é o pacto federativo, com prefeitos e governadores aderindo ao plano de combate ao desmatamento, não importando o partido ou se são políticos de oposição ou da base do governo federal.

 

Carolina MA), 12/10/2025 – Vista do Rio Itapecuru. em meio à vegetação do cerrado, que abastace mais de 50 municípios do Maranhão. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Carolina MA), 12/10/2025 – Vista do Rio Itapecuru. em meio à vegetação do cerrado, que abastace mais de 50 municípios do Maranhão. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Vista do Rio Itapecuru, que abastace mais de 50 municípios do Maranhão. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, também reforçou a importância da integração entre todos esses fatores.

“Houve uma coordenação ministerial eficaz para contribuir com esse resultado. Houve cooperação com estados e municípios e participação da sociedade. Foi um jogo de ganha-ganha. Todo mundo trabalhou”.

O governo federal acrescenta que, entre as ações que contribuíram para a queda no desmatamento, estão o fortalecimento das operações da Polícia Federal, com quase 8 mil inquéritos instaurados sobre crimes contra o meio ambiente entre 2023 e 2026.

Também foi citado o aumento do investimento no Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a criação de 18 novas unidades de conservação e a homologação de 20 terras indígenas.

Agronegócio

Na opinião do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, o mercado exportador do agronegócio nacional é o maior beneficiário da redução do desmatamento. Ele cita a exigência cada vez maior de vários países e blocos de países de que seus parceiros comerciais promovam uma agricultura sustentável.

André de Paula citou como exemplo a União Europeia, que proíbe a entrada de produtos oriundos de áreas desmatadas.

“Esse é um passaporte para entregar os produtos brasileiros. Sem esses números, seria muito difícil comercializar os produtos brasileiros no mundo”.

Segundo ele, o Brasil superou os Estados Unidos em 2026 e se tornou o maior exportador de alimentos do mundo.

TSE define regras para canais de WhatsApp durante a campanha

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu nesta sexta-feira (16) regras para o funcionamento de canais de WhatsApp que apoiam campanhas eleitorais. 

A decisão foi tomada após a guerra de liminares sobre o funcionamento do canal Exército do Lula, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para apoiar a candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Por unanimidade, os sete ministros da Corte aprovaram uma atualização na resolução do TSE que trata da propaganda eleitoral na internet e da fiscalização dos canais de comunicação utilizados pelas candidaturas.

Conforme a decisão, canais que receberem apoio técnico ou financeiro das campanhas deverão ser registrados na Justiça Eleitoral.

O vínculo deverá ser estabelecido a partir do recebimento de recursos, ajuda técnica, além do direcionamento para página oficial do candidato.

O apoio espontâneo ou compartilhamento de materiais de campanha não poderão ser caracterizados como vínculo direto com a campanha. 

Se as regras não forem cumpridas, os canais poderão ser desativados até que a regularização seja providenciada. 

Na terça-feira (13), o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, determinou a reativação do canal Exército do Lula, após a campanha de Lula registrar o canal no tribunal, conforme determinação do ministro.

A reativação ocorreu após decisões conflitantes de Kassio e do ministro corregedor-geral do TSE, Villas Bôas Cueva, que havia liberado o canal.

Alcolumbre homenageia Paim no fim da 6x1; entenda motivo

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O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), quebrou o protocolo, nesta sexta-feira (16), durante a promulgação da emenda constitucional que acabou com a escala 6x1 no Brasil ao convidar o senador Paulo Paim (PT-RS) (esquerda na foto em destaque) para se sentar na mesa oficial da cerimônia.

“Eu sei que o cerimonial estabeleceu esse rito constitucional de uma sessão solene, mas o meu coração não me permitiria, presidente Hugo Motta e presidente Lula, deixar de convidar uma pessoa para a mesa para representar o povo brasileiro”, disse Alcolumbre.

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O parlamentar gaúcho Paulo Paim está há três mandatos no Senado, tendo sido deputado federal por outros quatro mandatos. Antes, Paim foi presidente do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Canoas (RS), na década de 1980.  

“Nós precisamos fazer uma homenagem a um grande ser humano, a um grande brasileiro que esteve, nas últimas quatro décadas, lutando por esta conquista”, completou Alcolumbre.

Ainda em 1994, Paulo Paim apresentou o Projeto de Lei 4.653 para reduzir a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais, mas o texto acabou arquivado, assim como outras propostas apresentadas durante os mandatos do político gaúcho. 

Nesta sexta, ao conversar com jornalistas, Paim destacou que a emoção de aprovar o fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso, que também reduz a jornada para 40 horas, é parecida com a promulgação da Constituição, em 1988, quando a jornada foi reduzida de 48 para 44 horas semanais.

“Eu me sinto realizado, de lá para cá, da constituinte, eu apresentei dez projetos”, disse, acrescentando que a emenda promulgada hoje “vai melhorar a vida da nossa gente”.

O senador Paulo Paim deixa o Senado no final desta legislatura.  Com 76 anos, ele decidiu não disputar nova vaga pelo Rio Grande do Sul na eleição deste ano após mais de 40 anos de vida pública.

Brasília – DF – 16/10/2026 -O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta e Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, durante promulgação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221), que acaba com a escala um dia de descanso a cada seis de trabalho no país, a escala 6x1.(Deputadões Benedita da Silva e Senador Paulo Paim)  Lula Marques/Agência Brasil. Brasília – DF – 16/10/2026 -O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta e Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, durante promulgação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221), que acaba com a escala um dia de descanso a cada seis de trabalho no país, a escala 6x1.(Deputadões Benedita da Silva e Senador Paulo Paim)  Lula Marques/Agência Brasil.
Brasília – DF – 16/10/2026 -Benedita da Silva e Paulo Paim celebram promulgação da emenda constitucional que põe fim à escala 6x1 . - Lula Marques/Agência Brasil.

Fim da 6x1

O Congresso Nacional promulgou, nesta sexta-feira (16), a Emenda Constitucional 141 de 2026, que põe fim à escala de um dia de descanso para cada seis trabalhados (6x1) e prevê a escala 5x2, com duas folgas por semana, para todos os trabalhadores do Brasil dentro de dois meses.

No caso da redução de 44 horas para 40 horas, ela terá um período de transição mais longo, caindo para 42 horas em 60 dias e para 40 horas daqui a 14 meses, também sem redução salarial.

Nascida a partir de pressão das ruas e atendendo a uma demanda histórica dos trabalhadores e sindicatos, a proposta teve a tramitação concluída na última quarta-feira (14) no Senado, com 75 votos favoráveis contra 1, do ex-vice-presidente e senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).

Apoiada pelo governo, a votação contou com apoio também da oposição, que era contra a PEC e tentava impedir a votação nesta semana. Após a sessão ter sido marcada, no entanto, a oposição liberou a bancada, que votou majoritariamente pelo fim da 6x1.

La reporter americana: “Presa a calci e bastonate dai coloni per 10 minuti, senza le protezioni non sarei qui”

Heidi Levine, giornalista del Washington Post, è stata picchiata da “uomini mascherati” durante la raccolta delle olive in un villaggio nei pressi di Ramallah, in Cisgiordania. Ha una costola rotta e un taglio profondo sulla mano per cui sarà necessaria un’operazione

The Army’s Plan For Employing LUCAS Kamikaze Drones Against Its Adversaries

16 October 2026 at 20:20

America’s adoption of long-range one-way attack munitions like the Low-Cost Uncrewed Combat Attack System (LUCAS) is evolving quickly. Training on how to fold these relatively low-cost, but potentially highly destructive systems into a joint force playbook for targeting adversaries on land and at sea, from the Pacific to Europe, and anywhere in between, continues.

How exactly LUCAS drones, and other types to come, will be used in future fights globally was highlighted during a panel at the Association of the U.S. Army’s (AUSA) main annual symposium earlier this week, at which TWZ was in attendance. The discussion was centered on how Army training is changing to meet the extreme combat demands of the future.

The U.S. military first announced it had begun fielding LUCAS, which was reverse-engineered from the Iranian-designed Shahed-136, in December 2025. This came just months after TWZ laid out a detailed case for why the U.S. military should start acquiring Shahed-136 clones in large volumes. LUCAS made its official combat debut in the opening phases of major combat operations against Iran earlier this year. The pusher-propeller, combustion-engine-powered kamikaze drones, which are employed from static launchers that can be positioned on the ground or installed on ships, and with the help of a small rocket booster, were subsequently praised as “indispensable” by America’s top commander in the Middle East.

A LUCAS drone on a static launcher. Shield AI

With all that in mind, “long-range strike drones like LUCAS, how is that fitting into your planning and training?” our Howard Altman asked the panelists at AUSA.

“We’ve taken our Bayonet Academy, as we call it, a training area at JBLM [Joint Base Lewis-McChord in Washington State], and have started incorporating the employment of long-range one-way attack. Like, how do I maintain it? How do I employ it? How does that then get orchestrated in order to achieve that effect?” Maj. Gen. Bernard Harrington, head of the 7th Infantry Division, responded. “So we see that playing a key role in order to be able to achieve that effect at mass, … [and] in an affordable manner, while also being able potentially to preserve something that’s more exquisite for something that requires an exquisite munition.”

Earlier this year, the Army brought the 7th Infantry and the 1st Multi-Domain Task Force together under the umbrella of what it now calls the Multi-Domain Command-Pacific (MDC-PAC). Maj. Gen. Harrington is also now the commander of MDC-PAC, and has talked previously about how he sees uncrewed capabilities as critical to overwhelming adversaries in future conflicts. The service’s MDTFs, of which there are now four, have been at the leading edge of fielding new long-range strike and other advanced capabilities.

In his response to Altman’s question, Harrington elaborated more on how he sees long-range one-way attack munitions like LUCAS factoring specifically into future fights in the Pacific, such as one against China. The Chinese People’s Liberation Army (PLA) has already established extensive anti-access and area denial (A2/AD) bubbles in the Western Pacific and is continuing to expand on that strategy.

A map showing Chinese military outposts in the Spratly Islands at the southern end of the South China Sea, including those seen in the pictures in this story, as well as other non-Chinese facilities in the hotly contested region. This gives a good sense of the anti-access/area denial bubbles that China has already established and continues to expand upon. DOD

“So as we start modeling out what it looks like to be able to penetrate a portion of the anti-access/area denial network in support of the joint task force in the PACOM [U.S. Pacific Command] area of operations, we started looking at, well, how do I bend – how do I achieve mass at a cost curve?” the 7th Infantry and MDC-PAC commander explained. “What effect am I really trying to achieve on a system in order to provide that window of opportunity for that joint force commander?”

“So maybe I don’t necessarily need to sink a ship, but if I take out certain systems on that vessel, well then it creates this temporal window opportunity,” he continued. “Then that joint force commander can surge in that carrier strike group or bomber task force.”

What the general is describing here is typically referred to as a mission kill. For years now, TWZ has repeatedly highlighted how long-range one-way attack drones and loitering munitions could be used in exactly this way against even larger warships. Damaging or destroying radars, communications antennas, and other subsystems could severely degrade a ship’s combat effectiveness and increase its vulnerability to follow-on attacks. The time and effort required for repairs could keep it sidelined for a protracted period of time.

A LUCAS drone seen being launched from the stern flight deck of the US Navy’s Independence class Littoral Combat Ship (LCS) USS Santa Barbara during a test. NAVCENT/C5F/U.S. Army Spc. Kayla Mc Guire

“So when we started looking at that, we saw great value. That maybe I don’t have to use specifically or unmask an exquisite system to achieve that effect,” Harrington added. “If I can achieve [the] effect of mass utilizing lower cost systems, hey, maybe that will get me there. So we modeled that, and what we saw was, particularly with our unmanned surface vessels [USV], long-range one-way attack, long-range launch effects, the ability to synchronize and mass that could potentially get us to achieve that effect.”

As with long-range one-way attack drones, the adoption of kamikaze USVs by the U.S. military is evolving rapidly. America’s first use of this capability in real combat also came against Iran in July.

Yesterday, using multiple one-way attack surface drones, CENTCOM forces successfully struck a submarine and ship maintenance facility in Iran. Three Corsair unmanned surface vessels hit the port at Bandar Abbas Naval Base, marking the first time American forces have employed sea… pic.twitter.com/bOM2kmgRxz

— U.S. Central Command (@CENTCOM) July 13, 2026

The term “launch effects” that Harrington used here is a catch-all term the U.S. military now routinely applies to a diverse array of uncrewed aerial systems designed to be launched from other platforms in the air, on the ground, and/or at sea. This includes loitering munitions, but also designs configured for surveillance and reconnaissance, electronic warfare, signal relay, and other tasks. The lines separating long-range one-way attack drones, launched effects, and traditional cruise missiles and decoys are in many cases now very blurry.

None of this is limited to the Pacific region or the Middle East, either.

“So, in terms of launch effects, I think you mentioned LUCAS. Covenant’s out there. There’s other systems that are out there,” Brig. Gen. Steven Carpenter, head of Multi-Domain Command-Europe (MDC-E), another one of the panelists, also said in direct response to Howard Altman’s question. “In Europe, we like that, more than accepting risk in an area, maybe we’re disintegrating an anti-access/area denial bubble in the center, and then way up north, we’re going to go ahead and accept some risk there. We like to use those systems to create counter-fire parity, long-range fires parity with an adversary.”

Similar to the establishment of MDC-PAC, MDC-E was formed last year by blending together the 56th Artillery Command and the 2nd MDTF, both of which are forward-deployed in Germany.

The “Covenant” mentioned by Carpenter is a U.S.-Israeli company that has been developing a long-range strike weapon system called Anthem. It was just confirmed in September that the U.S. Army has been actively engaged in testing of Anthem. This includes a live-fire demonstration in Morocco earlier this year. You can read more about Anthem and the current plans for it here.

An example of Covenant’s Anthem long-range strike weapon, seen here being tested by the US Army. US Army

“The reason we like those types of systems is because they’re EMI [electromagnetic interference] resilient, they’re longer range, and they’re higher yield, so they can go ahead and destroy like SS-26 systems, SS-21 systems,” the MDC-E commander added.

SS-26 Stone and SS-21 Scarab are the NATO reporting names for Russia’s Iskander-M and the older Soviet-designed OTR-21 Tochka short-range ballistic missiles, respectively. They are both fired from road-mobile launchers. Russia and Ukraine have employed Tochka in the course of their ongoing conflict, though their role on both sides has steadily diminished amid shrinking inventories. Tochka is also increasingly limited in service elsewhere globally. Iskander-M is a much more capable design that has factored heavily into U.S. military planning in Europe for years now. The U.S. military has previously acknowledged that war in Ukraine has led to improvements to that missile that make it even more dangerous and difficult to intercept.

A stock picture of an Iskander-M short-range ballistic missile being fired from a road-mobile transporter-erector-launcher. Russian MoD

Long-range one-way attack munitions like LUCAS are well suited to striking surface-to-surface and surface-to-air missile launchers, along with other high-value and time-sensitive targets, as TWZ highlights regularly. It’s also worth noting that Iran’s Shahed-136, specifically, traces its roots back to pioneering Israeli developments in munitions of this kind, where the focus initially was explicitly on finding new avenues to neutralize hostile air defenses. Iran has shown Shahed-136s and other related designs being employed in exactly this way in large-scale exercises in the past, as seen in the video below.

More recently, Iranian forces demonstrated just how effective these capabilities could be in a real-world context in retaliatory attacks on prized air defense radars on the opposite side of the Persian Gulf after the United States and Israel launched their open waves of strikes back in February. TWZ previously explored the far-reaching ramifications of this in a detailed feature that you can find here.

Overall, as we’ve previously written:

“When it comes to this class of drone, speed and advanced guidance concepts do not define its utility. Range and cost do. Survivability comes in numbers, and due to their smaller size, use of composite materials, and small internal combustion engine, as well as their slow speed. These attributes, along with their low-altitude flight profile, mean they possess a reduced signature and general level of detectability that can be a challenge for traditionally configured ground-based radars. Despite their smaller signature, the fact that they are still somewhat vulnerable to interception is actually a positive, but we will get to that in a moment.”

“Above all else, the Shahed-136 and other long-range one-way attack drones exist to put a relevantly-sized warhead on a target far from their launch position at the lowest possible cost. It was previously estimated that the Russian Shahed-136 variant costs around $50,000 per copy, with some estimates being far lower. This cost has also likely declined significantly since Russia has mastered the design and drastically ramped up serial production. By comparison, traditional cruise missiles with similar range have costs in the millions of dollars per round, so the price differential is very dramatic. The Shaheds are also just far easier to build and can be produced in much less time than a typical cruise missile.”

Another look at a LUCAS long-range one-way-attack drone. Mark Schauer/US Army

The ‘mass’ afforded by LUCAS and other long-range kamikaze drones also imposes problematic cost calculations for opponents when it comes to the air defense equation, and offers a way to rapidly drain an opponent’s stocks of vital interceptors. These are realities the U.S. military is currently grappling with after expending thousands of anti-air interceptors in conflict with Iran and in other crises in the Middle East in recent years, as well as supporting allies and partners, such as Ukraine.

LUCAS, specifically, is already in line to become even more capable through the introduction of a swarming capability, made possible by the Hivemind autonomy software package from Shield AI. As we’ve explained before:

“Using the software, multiple LUCAS drones will be able to share tasks and maneuver cooperatively, making saturation attacks even more effective. As well as the drones dynamically rerouting, avoiding air defenses, and otherwise adapting to changing battlefield conditions, an AI pilot makes it easier for missions to continue despite hostile jamming or loss of datalink connectivity. Indeed, using AI, drone swarms can maintain near-perfect combat efficiency even if it loses members. Drones can be configured with all different payloads, with the swarm’s makeup tailored to each mission, and the AI system can maximize their collective effectiveness at all times.”

The U.S. Army still has many questions to answer about how it will field LUCAS and other long-range one-way-attack drones on a more widespread basis, as well as train personnel to employ them. As evidenced by the establishment of the MDTFs, and now the MDC-PAC and MDC-E formations, the underlying force structure that will go along with all of this is still evolving, as well.

The remarks from Maj. Gen. Bernard Harrington and Brig. Gen. Steven Carpenter at AUSA this week show senior Army leaders are working hard now to lay the groundwork to answer these questions. A clear vision for how LUCAS and similar weapons will be employed in future fights against land-based and maritime threats is taking shape already.

Contact the author: joe@twz.com

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