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You Can Become Israeli

16 October 2026 at 17:00

Throughout the war, newcomers have continued to move to Israel, where integration is given rocket boosters not via civics classes but shelter drills, the draft and weekly funeral attendance, says Mark Ginsberg.

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O decolonialismo atrapalha o estudo da História

By: A A
15 October 2026 at 15:00

Decolonialismo impede estudo sério da História: mestiçagem não é só estupro, Inquisição freou senhores todo-poderosos e índios tinham escravos.

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No mês passado, o Brasil viu a historiadora Mary Del Priore pedir uma escolta policial para lançar História das Mestiçagens no Brasil, uma coletânea de ensaios organizada por ela junto com Gian Melo. Pelo simples fato de ser sério, o livro contradiz a o dogma do movimento negro brasileiro de que a mestiçagem deve ser lastimada, pois decorre exclusivamente do estupro perpetrado por senhores de escravos. Esse amável segmento da nossa sociedade não tem escrúpulos em fazer ameaças de violência física, e os hooligans de uma Federal recentemente espancaram um estudante de história por usar uma camisa da banda “Death in June” sem que ninguém fosse punido. Depois de se esclarecer que era uma camisa de banda e não uma homenagem nazista, os estudantes justificam a agressão alegando que o estudante era racista e xingou o colega de macaco.

Tudo isso é muito cansativo, pois já faz 13 anos que o sociólogo Demétrio Magnoli foi fisicamente impedido de falar num evento literário pelo crime de ser contra as cotas raciais – como o leitor pode ler aqui, neste veículo financiado pela abominável Fundação Ford que elogia a ação dos vândalos e chama Magnoli de racista. A essa altura, a gente suspira e pergunta: Quousque tandem? Até quando?

Na História tal como na Ciência

No artigo anterior, apontei que a partir do século XIX o establishment científico aboliu a ideia do Criador versado em matemática do cristianismo e instituiu, tacitamente, o materialismo, que é compatível tanto com o deísmo de alguns iluministas quanto com o ateísmo dos darwinistas. O problema é que admissões tácitas não são combatidas, pois para refutar é preciso enunciar. Quando há uma instituição por detrás de tal enunciado, a crítica tem um alvo claro.

No caso das ciências naturais, a instituição que ocupou a posição de vidraça era a Igreja Católica. Depois do caso Galileu, porém, a Igreja conseguiu recompor suas relações com a ciência e entregou cientistas do quilate do Pe. Lemaître. E mais: participar do processo de uma canonização atestando milagres não destrói a reputação de cientista nenhum, mesmo que suas conclusões contrariem os pressupostos do materialismo. Quando canonizações acontecem, porém, nenhum destaque é dado ao lado científico – e o divórcio entre religião e ciência permanece no público. Do lato materialista, não temos nenhuma autoridade científica de peso enunciando e provando o materialismo – temos apenas propagandistas aparentemente avulsos como Sagan e Dawkins que apenas pressupõem o materialismo e são apresentados como arquétipos de cientistas. E a mesma mídia fica promovendo cristais, horóscopo e outras bobagens New Age.

Ocorreu-me que algo similar se dá com a disciplina de História, trocando a Igreja pelo Estado. É fácil atacar uma historiografia oficial; no entanto, os críticos raramente oferecem uma contra-história coesa, que possa ser atacada. A Fundação Ford financia gente de toda qualidade: desde Florestan Fernandes (1920 – 1995), que tinha formação demais para dizer que mestiçagem é consequência de estupro, até ONGs de militantes acerebrados que fazem o papel de hooligans e difamadores. Há uma institucionalidade, mas é oculta e não oferece uma visão do todo – só tece críticas à visão positiva que o Estado ou estudiosos importantes como Gilberto Freyre ofereçam. As consequências disso para a educação nacional são esse adestramento à Paulo Freire, no qual a criança tem que aprender a ser “crítica” porque o “conteudismo” é ruim.

O acriticismo decolonial

O resultado é essa prepotência arrogante que tanto caracteriza os wokes: eles objetivamente não sabem de nada – pois não há um currículo “conteudista” –, mas se sentem a palmatória do mundo porque são “críticos”. A postura arrogante é um fim em si mesmo, e o próprio conceito de estudo é difícil de captar por uma mente criada nestes moldes. Quanto à objetividade, ela é abertamente criticada.

Porém, é evidente que também é possível aderir acriticamente ao decolonialismo pregado pela Fundação Ford e similares, segundo o qual o Brasil jamais deveria ter sido descoberto pelos portugueses e o povo brasileiro jamais deveria ter se formado. Segundo essa cartilha, a descoberta do México pela Espanha é o pior dos crimes… mas o verdadeiro genocídio indígena, perpetrado pelos anglófonos no território tomado do México, é tratado como uma nota de rodapé pela História. Pouco importam os sacrifícios humanos aos quais os astecas submetiam os demais ameríndios; o certo é que as Américas jamais deveriam ter sido descobertas pelas coroas ibéricas. Não é nem descoberta, é “invasão”. O Brasil é o país mais racista do mundo porque teve escravidão; já os EUA, que tiveram escravidão sem alforria e chegaram à II Guerra Mundial discriminando negros, são um modelo em que o Brasil tem que se inspirar para ser melhor.

Adesão por um bom historiador

É possível aderir a esse credo tácito de maneira irrefletida sem ser uma pessoa burra ou incompetente – muito pelo contrário. Tomemos como exemplo a obra A heresia dos índios (1995), do historiador Ronaldo Vainfas. No caso em tela, a hercúlea tarefa do historiador é, munido de conhecimentos antropológicos conquistados no século XX, consultar aos arquivos da Inquisição Portuguesa para reconstruir um pouco da realidade brasileira quinhentista a partir de uma história maluca que consta num processo.

A história maluca é a do português Fernão Cabral, senhor de escravos de Jaguaripe, Bahia, que em 1585 se tornou Tupã ou Deus para os índios rebeldes que queriam escravizar os portugueses e viver cultuando Tupã-Açu (Deus Grande) sob a sua própria Igreja. Esta tinha o seu próprio Papa, um certo índio Antônio que fora batizado e fugira para o mato. Em sua igreja, os índios cultuavam uma pedra antropomórfica à qual chamavam de Tupã-Açu (Deus Grande) e faziam festas em que todos fumavam tabaco, bebiam álcool e bailavam. Os índios fugiam das outras propriedades e das reduções jesuíticas para as terras de Fernão Cabral, onde podiam ter várias mulheres e comer carne nas sextas-feiras, conforme os costumes antigos. Diante da insatisfação dos outros proprietários, o governo acaba destruindo a Igreja dos índios e tudo volta ao normal.

Tudo poderia ter sido esquecido, se a primeira Visitação do Santo Ofício não tivesse ocorrido em 1591. Aí, uma montanha de gente correu para denunciar Fernão Cabral; e o visitador do Santo Ofício, preparado para lidar com cristãos novos judaizantes, falsos padres, bígamos e sodomitas, viu-se metido com a indecifrável cosmovisão tupi compartilhada por mestiços e até por brancos. Nisso, acabou achando que os maiores crimes dos homens tatuados era comer carne às sextas-feiras, sem saber que as tais tatuagens eram feitas em rituais antropofágicos.

Moralização sem lastro

Sem dúvida, é um trabalho de fôlego e que não está ao alcance do militante woke. No entanto, chama a atenção a moralização não-argumentada por parte do autor. A epígrafe já dá o tom: “Povos e povos indígenas desapareceram da face da terra como consequência do que hoje se chama, num eufemismo envergonhado, o encontro de sociedades do antigo e do novo mundo.” Uma epígrafe curiosa para uma obra que não versa sobre extermínio de índios, mas sim sobre sua aculturação forçada. É muito fácil encontrarmos no Brasil obras – quase sempre lacrimosas – sobre a aculturação de índios, mas não tanto sobre real genocídio. As palavras perdem o sentido.

A despeito de toda a qualidade da pesquisa, a tônica do livro é a de que o Brasil não deveria ter sido descoberto, que o “colonialismo” é mau e que a religião pré-cabralina dos índios, dotada de “conteúdo anticristão e antiescravista [sic!]”, era boa. Os tupis viviam procurando a Terra Sem Mal – por isso eram nômades – e os portugueses transformaram o Brasil na “Terra dos Males Sem Fim”. No fim do livro, chega a dizer: “É com algum constrangimento que devo reconhecer esta máxima vitória do sistema colonial, capaz de invadir a própria mitologia tupi, colonizando-lhe o imaginário: a Terra Sem Mal dos tupinambás se converteria numa utopia escravocrata.” (p. 277) Pelo que Vainfas escreve de maneira mais livre, fica parecendo que os tupis não tinham escravos. A Terra Sem Mal original não tinha escravos porque se parecia com a Cocanha, onde a comida vem sem esforço e o trabalho é desnecessário. Se a nova Terra Sem Mal tem escravos brancos, isso é apenas sinal de um humaníssimo desejo de vingança.

Após passar páginas e páginas criticando a demonização dos índios pelos inquisidores (mesmo frisando que os portugueses não fossem afeitos a tal coisa), Vainfas escreve: “Não resta dúvida de que [o visitador] Heitor Furtado derrotou, no teatro da Inquisição, o arrogante senhor de Jaguaripe, apesar de jamais ter entendido, realmente, o que fora a santidade [dos índios]. Bastava-lhe, porém, rotulá-la como idolatria e, por conseguinte, como heresia; bastava-lhe obrigar Fernão Cabral a curvar-se perante ele, visitador, com súplicas de misericórdia. No teatro barroco da Inquisição, mais valia a representação da heresia, creio eu, do que a vitória da fé” (p. 238, ênfase minha). Ou seja, os inquisidores agiam por puro sadismo, em vez de ter alguma intenção nobre.

Na verdade, porém, a rotulação de heresia é uma obsessão de Vainfas, já que não aparece em momento nenhum na pluma de Heitor Furtado para aplicar aos índios. Os pagãos eram idólatras sem serem hereges, pois só pode ser herege o batizado que alega crer em Cristo. Se uma pessoa abandona o cristianismo após o batismo, ela é apóstata, não herege. Essa obsessão custou nada menos que o título do livro, que anuncia uma coisa cuja existência não se prova. Por tudo quanto Vainfas descreve, depreende-se que os índios criaram uma nova religião sincrética que misturou a devoção mariana dos jesuítas com os ritos pré-cabralinos em torno de uma maraca antropomórfica. Não há menção a Cristo; só a Deus Grande (a pedra), Deus (o próprio Fernão Cabral), Mãe de Deus (uma índia) e Santinho (um índio).

Mas vamos ao que me parece mais prejudicial: toda essa moralização não tem anúncio, nem justificativa. Por tudo quanto o próprio Vainfas escreveu, o leitor pode concluir que a vida tupi anterior à chegada dos portugueses era infernal. Os tupis tinham grande honra em tomar vários nomes e fazer várias tatuagens de jenipapo. Cada nome e cada tatuagem valia para um guerreiro morto e devorado por eles num ritual. Seu horizonte de vida era seguir os conselhos de um pajé (um feiticeiro, um sacerdote avulso) que se comunicava com espíritos e dizia para onde eles deviam seguir. Tudo isso – os deslocamentos e as guerras – para chegar à Terra Sem Mal, que, antes de os portugueses chegarem, eles acreditavam estar no litoral. Como o litoral não estava inabitado, é claro que isso envolveu fazer guerra, ganhando nomes, tatuagens e escravos. Você queria viver assim, numa eterna peça “Esperando Godot” adaptada por Tarantino?

É digno viver desse jeito? Vainfas não gosta da escravidão. Eu tampouco. Acrescento que não gosto de guerras vãs, nem de canibalismo ou morte na flor da idade. A sociedade tupi tinha alguma perspectiva de acabar com todos esses males? A Terra Sem Mal, onde as flechas caçam sozinhas, estava ao seu alcance?

De minha parte, acho engraçado que a frase “é a cultura deles” só serve para os ditos ocidentais (isto é, europeus e seus descendentes não-miscigenados na América e na África). Ninguém diz que matar judeus é da cultura dos alemães e que o auto de fé é uma tradição da cultura espanhola. Dos europeus, exige-se elevação moral. Aos índios, o relativismo moral e a angustiosa vida sangrenta que sua cultura acarretava.

Avaliação com os dados disponíveis

Um dado relevante, que já abordei noutra ocasião aqui na SCF, é que o modelo espanhol de ocupação ultramarina é muito mais institucional e estatizante do que o Português – e o português, a seu turno, muito mais institucional e estatizante do que o holandês. Enquanto a Inquisição Espanhola tinha tribunais na América, a Inquisição Portuguesa, mesmo sob os Filipes, não tinha nenhum. Por isso as pessoas precisavam esperar a Inquisição vir para poder denunciar senhores de terra que viviam no Brasil oprimindo os outros, sem nenhuma restrição.

Chamou-me a atenção, na pesquisa de Vainfas, que a recepção aos índios apóstatas era um dos dois malfeitos de Fernão Cabral que chocaram a população baiana: a outra era o assassinato cruel de uma índia grávida. Por desgostar do mexerico da índia Isabel com a sua esposa, ele ordenou que fosse lançada viva à fornalha, e que quem tentasse impedir tivesse semelhante sorte. As súplicas da índia à Virgem Maria não surtiram efeito. O fato, passado em Jaguaripe, foi bem conhecido pela Cidade da Bahia (de que dista cerca de 100 km em linha reta). Ainda que os maus tratos aos serviçais não fosse do escopo da Inquisição, já houve até denunciante dando piruetas hermenêuticas para tentar fazer do tratamento pouco cristão um assunto inquisitorial, como revelou o historiador Luiz Mott em “Tortura de escravos e heresias na Casa da Torre”.

Querendo ou não, Vainfas mostra muito bem que o típico senhor de terras luso-brasileiro se considerava um Deus em suas terras, e só a Inquisição poderia colocar-lhe freios. Fernão Cabral passou quase um ano preso e foi condenado a dois anos de degredo, bem como a pagar uma pesada multa equivalente ao preço de 20 escravos africanos. Certamente merecia mais, e talvez só tenha escapado de arder na fogueira por ser cristão velho. Mas já é alguma coisa. A moral da história, para mim, é que a Inquisição Portuguesa foi um importante contrapeso aos senhores todo-poderosos da iniciativa privada – figuras encontradiças no Brasil, mas não na América Espanhola. A caracterização da Inquisição como essencialmente malvada dificulta a percepção do real equilíbrio de poder no Brasil, e pinta os déspotas desta terra de iniciativa privada como vítimas de um sadismo maniqueísta, como se o inquisidor não pudesse ter nenhuma preocupação política e social. Visão pobre que em nada ajuda a compreensão histórica.

A avaliação da história deveria se dar em termos de valores positivos, tais como a dignidade das pessoas que vivem numa dada conjuntura, ou a distribuição do poder na sociedade estudada. É isso permite a construção de uma agenda positiva para o país e a compreensão da realidade.

You Can Become English

14 October 2026 at 15:24

Suella Braverman says her Asian ancestry means she is British but not English. Clive Pinder argues that Englishness can be ethnic, cultural or both. If we demand assimilation, we should recognise the belonging it creates.

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Rubio pushes for “MAGA Nationalism” with “the cradle of Democracy” as backdrop

8 October 2026 at 11:46

With the Acropolis as a backdrop, US Secretary of State Marco Rubio Rubio lavishly praised the Ancient Greece with the usual clichés, all of them except the most important one: Greece is the cradle of Democracy. How could he talk about “democracy”? On the contrary. Rubio chose to rolled out the MAGA agenda as if […]

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El discreto «desencanto» de ser nazi: Friedrich Merz camina por Kiev

By: A A
5 October 2026 at 13:35

Merz caminó por Kiev. Hay una foto de él andando por ahí en una calle. Pero no es sólo él. En sus zapatos resopla toda la frustración de toda la Alemania neonazi.

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No hay mejor tranquilizante que un Martini seco. Lo leí en una revista femenina. […] Desafortunadamente estos vasos no son los correctos, los estilos cambian.

Para un Martini seco, lo ideal es una copa en forma de cono.

Obispo: He oído que es un país magnífico: la Gran Cordillera, las pampas…
Embajador: La pampa está en Argentina, monseñor.
Obispo: La pampa. Por supuesto. […] Había fotos de tus antiguas pirámides.
Embajador: No tenemos pirámides en Miranda.

Luis Buñuel 1972 “El discreto encanto de la burguesía” Fragmentos.

Friedrich Merz, actual canciller alemán, con lazos y devociones por el nazismo, -como su abuelo paterno Josef Paul Sauvigny, quien fuera afiliado al Partido Nacionalsocialista Alemán (National Sozialistische Deutsche Arbeiter Partei NSDAP) del partido Nazi y que también estuvo en las S.A. (Sturmabteilung – sección de asalto) así como su padre, Joachim; soldado de la Wehrmacht- caminó por Kiev este pasado domingo cuatro de octubre, mismo día en que su país celebra ‘la unidad alemana’.

En un arrebato desesperado entre su propia realidad de fracaso en las urnas y el delirio de la revancha nazi que se le escapa de las manos en el frente ucraniano contra la Federación Rusa, heredera del triunfo soviético de 1945, Merz, uno de los peores políticos que riñe en mediocridad con otros como Macron, Meloni, Sánchez y los incontables primeros ministros ingleses, arribó a decirle a Zelensky que contara con Alemania, o sea, con el dinero de los alemanes en quiebra energética y que deben cumplir con el sagrado mandamiento dejado por Angela Merkel de pagar cuotas mensuales a migrantes africanos para que vivan mejor que los ciudadanos alemanes.

Pero, ¿contar con cuál Alemania? – se podría preguntar el propio Neonazi Zelensky. De hecho, de paso le dijo que solo podría entrar Ucrania a la Unión Europea en calidad de observador. Zelensky respondió que, o entran como socios con plenos derechos o no entran.

Merz viajó al menos dos veces como líder de la oposición a Kiev y tan pronto fue nombrado primer ministro -como lo hizo su par inglés, Andy Burnham- fue a Kiev en visita oficial a ofrecer más armas, dinero, cooperación industrial para desarrollo de drones y apoyo. Todo ello bajo el mantra de: ‘Rusia quiere invadir Europa’, o, ‘si no ayudamos a Ucrania, seremos los próximos’.

En otras ocasiones cuando iban de visita altos funcionarios europeos, Rusia mermaba las hostilidades y la capital ucraniana descansaba de los bombardeos; tal como señaló Zelensky durante la visita de Steve Witkoff y Jared Kushner en el mes de septiembre. Tales bombardeos intensificados como retaliación rusa a los ataques a civiles y centros energéticos en la Rusia profunda.

Es claro que los viajes a Ucrania de Merz, así como de otros europeos con herencias nazis, implica una peregrinación santa a esa punta de lanza que logrará, con la ayuda de las almas de todos los nazis bien muertos, sepultos e insepultos entre 1939 y 45, derrotar a los eslavos herederos soviéticos, a esos ‘orcos’ como suelen llamarles a los rusos.

Esta peregrinación es mística. Además, es el reto a ser un mártir por aniquilación de algún drone Geran, un misil Kinzhal, tal vez por un Skander M y por qué no, ser atomizado por un Oréshnik. Esto es una posibilidad latente. Los altos mandos rusos instaron a no viajar a Ucrania. Ya hay bombardeos a los puentes de Kiev. Quedará cerrada como una isla al otro lado del Dniéper. Es posible que esta sea la última vez que un europeo vaya a Kiev y salga vivo.

Así, Merz, un derrotado pronazi de hueso colorado se paseó una vez más por la capital ucraniana. La escena es tan absurda y cosmética como las escenas de la película de Buñuel, El discreto encanto de la burguesía, con las que inicio este escrito.

Aquella comedia hecha por un renombrado surrealista, utiliza la sátira y el refinamiento sobreactuado de burgueses que cada vez que intentan cenar juntos son interrumpidos por situaciones absurdas. Como señalan en el análisis crítico de la película:

Cada vez que están a punto de sentarse a la mesa, algo absurdo o inquietante interrumpe el acto: confusiones de horario, la muerte del dueño de un restaurante, un pelotón militar, un obispo que aparece de repente, sueños que se confunden con la realidad, etc.

La película no tiene una trama lineal clásica. Es una sucesión de intentos fallidos de cenar, intercalados con sueños de los personajes y situaciones cada vez más surrealistas. El acto de comer (símbolo de civilización, placer y status) se convierte en algo imposible. […]

Pero es precisamente esto lo que la obra señala en última instancia: la vida que llevan los individuos que forman parte de la alta burguesía es irreal, un espejismo, un islote en medio del océano de la verdadera realidad. A pesar de que su aislamiento propicia el empobrecimiento del resto del mundo, ni siquiera de este modo logran ser felices y esta frustración se ve reflejada en especial en la imposibilidad de conseguir lo que con más ímpetu desean, simbolizado aquí por la comida que no consiguen disfrutar nunca y por la inconveniencia de practicar sexo cuando y con quien desean.

Merz vive el discreto ‘desencanto’ de encarnar a un nazi de tercera generación sin chance de ganar lo que tampoco ganaron abuelo y padre. Merz es como una película que además de hablar de la mediocridad y la derrota, es de bajo presupuesto, reforzando por inercia la idea de derrota y mediocridad.

Se pasea por Kiev, una vez más, con el anhelo y el espejismo febril, nada discreto de triunfar sobre Rusia.

Lo que en la película es para los burgueses el deseo frustrado de ser felices en una cena, como hecho imposible lo es para Merz el no ser un nazi triunfando sobre un heredero de los padres y abuelos soviéticos. Además, Merz en realidad ha encarnado ya la personificación del desfase, de la ubicuidad errática: ¿Por qué sale de Alemania el día que allí celebran el día de la unidad alemana?

Merz sale de allí porque esa Alemania, esa que lo derrotó en las urnas hace unas semanas, no sustenta a la nación germana de su imaginación. Aquel campo onírico de Buñuel toma sentido en este ‘loco’ transeúnte por Kiev. Lo que danza en la amplia frente de Merz está hecho de esvásticas, columnas enormes, águilas imperiales, runas, antorchas, cuerpos esculpidos a imagen del ario que soñó su ídolo, Adolfo.

El día de la unidad alemana, habrá negros y musulmanes, quizá latinos, fornicando con las mujeres alemanas. Eso sí, a la luz de ‘antorchas’, debido a la crisis energética que asumieron Olaf Schulz y su gobierno de abyectos, al avalar el ‘Ka boom’ del Nord Stream.

Cada vez que quiere sentarse a la mesa con Zelensky, éste le recuerda que es el monstruo que creó la Unión Europea y EE.UU. y que le han subestimado como un simple histrión. Entonces, la cena fracasa. El ‘duende verde’ acosado por los neonazis de Azov sólo repite los mantras de ‘más dinero’, ‘pago a funcionarios’’, dinero para la guerra’, ‘escudo antimisiles’, ‘ingreso a la OTAN y a U.E.’ etc. La cena se frustra, pero es necesaria la esperanza para continuar con la trama, el anhelo por lograr la gran cena final: derrotar a Rusia.

Como en la descripción de la película, la vida de estos capitalistas, tecnócratas, burgueses neonazis empobrece a sus sociedades. Mientras, la cena anhelada que costará mucho dinero, se escapa entre el realismo de la incapacidad alemana por un rearme eficiente y donde sus jóvenes no desean prestar servicio militar, no hay dinero y su base industrial está rezagada al menos quince años detrás de la rusa.

Siempre que Merz se quiere sentar a cenar sabe que algo pasará y está pasando: Rusia sigue avanzando hacia occidente, para ubicarse allí, en esas calles donde aún él y el neonazi Volodómir caminan. Sólo queda un 9% del Donbás en manos de los ucronazis respaldados por la OTAN. El sueño húmedo de este nazi está por finalizar.

Al igual que la forma en que Buñuel dispuso ese ‘encanto’ burgués, la trama hecha por Merz, y toda su camarilla europea sufre de confusiones de horario, no linealidad y coherencia en el discurso, lo que deviene en la eterna frustración de no lograr lo que con tanto ímpetu desean.

Por ejemplo, el señor Friedrich ha señalado varias veces que Rusia es débil y va perdiendo la guerra y que por eso es clave apoyar a Ucrania. Por otro, dice que de ganar Rusia avanzará hacia Europa. Entonces, o es débil y puede ser derrotada o es fuerte y puede avanzar hacia Europa. No puede ser las dos cosas.

En cuestión de tiempos, tampoco le da o les da a los nazis y europeos colaboradores de éstos. No hace falta sino ver las más de treinta mil sanciones impuestas a Rusia para comprender cómo sus cálculos de tiempo sobre una Rusia que caerá, cada vez de manera definitiva, han fracasado. Más de veinte veces la cena surrealista, la cena antropofágica devoradora de rusos y Rusia se ha frustrado.

También han apostado a que, con el tiempo, el presidente Putin perdería apoyo de la sociedad y, por el contrario, su partido Rusia Unida, lideró y aumentó posiciones en la pasada jornada electoral, que fue acechada por drones y ataques ucronazis. De nuevo, el burgués nazi no comió.

Las declaraciones de Merz acerca de Rusia nunca han sido amables. El gobierno alemán se encuentra en pie de guerra con los puños apretados, impotente y alucinando. En la asamblea anual de Naciones Unidas, la parte alemana solicitó a los rusos una reunión. La misma duró veinte minutos, tiempo suficiente para insultar al canciller Lavrov y fijar ultimátum a Rusia:

El contenido de la conversación se centró en la guerra en Ucrania y las relaciones bilaterales. Wadephul exhortó al Kremlin a “abandonar la peligrosa senda de escalada frente a Alemania, Europa y la OTAN (Organización del Tratado del Atlántico Norte)”, citó una fuente alemana recogida por Reuters y AP. El ministro germano también insistió en que Rusia debe facilitar un acuerdo para reactivar las exportaciones de cereales por el mar Negro, afectadas por ataques a infraestructuras y barcos de ambos países.

No obstante, Lavrov aseguró que “no surgió nada nuevo” tras el diálogo, y posteriormente aprovechó su discurso ante la Asamblea General para reforzar la postura rusa sobre la guerra e intensificar las críticas contra Occidente, incluida Alemania. El ambiente previo al encuentro estuvo marcado por señalamientos bilaterales: Wadephul denunció crímenes de guerra rusos en Ucrania y abogó por incrementar la presión internacional sobre Moscú, al tiempo que expresó desconfianza sobre la voluntad real del Kremlin de negociar la paz.

Es una clara ofensa al canciller y el pueblo rusos, citar a éste a una reunión en donde le exige lo que se vio en los párrafos anteriores. Los alemanes neonazis quieren cenar y no pueden. Se frustran y explotan a su pueblo.

En contra eso sí de cualquier libreto surrealista de Luis Buñuel, quien no tuvo tanta creatividad o no conocía ni imaginaba este tipo de burgués, los alemanes mientras izan su brazo derecho con los dedos puestos como una saeta para saludar el alma de Hitler, de una esvástica o a la raza blanca superior, entregan los vientres de sus mujeres y los impuestos de sus ciudadanos a comensales no arios. Otra escena absurda de esta película de bajo presupuesto.

Merz caminó por Kiev. Hay una foto de él andando por ahí en una calle. Pero no es sólo él. En sus zapatos resopla toda la frustración de toda la Alemania neonazi; el discreto y terrible desencanto de ser perdedores, para fortuna del mundo una vez más en menos de cien años y nuevamente gracias a Rusia. Ojalá ahora desaparezcan para siempre. ‘Good Bye Merz’.

L’invenzione dell’ebraicità dei cazari, una vergognosa trovata antisemita

By: A A
30 September 2026 at 22:05

La teoria delle origini cazare degli ebrei ashkenaziti: un mito storico o una deliberata distorsione dei fatti? Gli argomenti storici, linguistici e genetici mettono in discussione l’idea delle radici cazare dell’ebraismo europeo.

Segue nostro Telegram.

Io amo la lingua, la cultura e la religione ebraica, che sono parte della comune famiglia abramitica, capace di legare indissolubilmente l’ebraismo al cristianesimo e all’Islam.

Allo stesso tempo reputo sempre necessario condannare e contrastare i crimini sionisti e dell’entità statuale israeliana, ugualmente criminale. Spiace, occorre dirlo, che molte comunità ebraiche in giro per il mondo solidarizzino con questi criminali, incrinando la possibile simpatia per la più antica tra le fedi abramitiche.

Ritengo altresì che si debba contrastare ogni forma di antisemitismo, a partire dalla volgare confusione tra l’odio per gli ebrei e l’ebraismo, sempre esecrabile, e la condanna di Israele e dei sionisti, sempre giusta, impellente e importante.

Tra i fenomeni di più spiacevole antisemitismo c’è la teoria, del tutto assurda e infondata, propalata da Arthur Koestler nel 1976 con il saggio “La tredicesima tribù”, secondo cui gli ebrei ashkenaziti d’Europa orientale non discenderebbero dagli antichi ebrei della Palestina romana, ma dai Cazari. Stupidaggine colossale e falsità assoluta.

I cazari, tribù nomade di origine turca dell’Asia centrale, governano tra il VII e il X secolo un khanato indipendente e potente, compreso tra il bacino della Volga, il Caucaso settentrionale e il Mar Caspio, poco dediti alle guerre e molto ai commerci, garantiscono il fluire delle mercanzie in viaggio attraverso la Via della Seta lungo le terre da loro controllate e gli scambi con i variaghi attraverso la Volga e il Don. Alleati dell’impero romano d’Oriente, si barcamenano nel difficile contenimento dei musulmani abbasidi che da Baghdad irradiano il potere e la scienza dello loro straordinario califfato.

Non è mai esistita una conversione dei cazari all’ebraismo, come ha spiegato con dovizia di documenti lo storico Shaul Stampfer, la conversione ha riguardato soltanto i sovrani e le loro famiglie, una bonaria scusa per sottrarsi a più vincolanti sottomissioni tanto verso l’Occidente cristiano, quanto vero l’Oriente islamico.

I cazari, popolo forte e numeroso, resta legato allo sciamanesimo di Tengrì, il cielo, tanto caro anche ai mongoli, pur con una porzione non indifferente di cazari convertitisi all’Islam e al cristianesimo, spesso per facilitare lo scambio commerciale con i vicini di quelle religioni.

Dunque i cazari non sono mai stati ebrei, solo i sovrani, ovvero una ristrettissima minoranza di quel popolo, hanno blandamente aderito alla religione mosaica. Insomma non si è mai prodotta una conversione di massa, come ad esempio a Kiev, quando il principe Vladimir nel 988 procede a far raccogliere gli abitanti della città sulle rive del Dniepr, infastidito dalle critiche di un vescovo venuto da Costantinopoli e inorridito dalle pratiche pagane osservate durante il lungo viaggio. Vladimir ordina contemporaneamente al popolo di immergersi nelle acque e al patriarca kievita, vicino a lui dall’alto della città fortificata, di impartire la benedizione per il più straordinario e colossale battesimo di massa della storia. Proprio in ragione di questa conversione al cristianesimo del popolo russo, Vladimir è ancora oggi celebrato come santo tanto dalla chiesa ortodossa, quanto da quella cattolica.

A quel tempo i cazari sono già scomparsi. Il padre e predecessore di Vladimir, il principe Sviatoslav I, sovrano della Rus’ di Kiev, scatena alla metà del X secolo una guerra insieme ai romani d’Oriente e ai nomadi peceneghi contro i cazari, ne conquista l’interezza del territorio, rade al suolo la capitale Itil e cancella, con la morte dei sovrani, ogni traccia di ebraismo cazaro.

Quelle terre saranno abitate e governate, oltre che dai russi, dai bulgari della Volga, dai cumani, dai calmucchi, dai cabardini. Ridicolo che si richiamino i cazari, scomparsi da oltre mille anni, per raccontare qualcosa che non li riguarda, ovviamente la popolazione cazara non evapora nel nulla, ma nemmeno migra, subisce come sempre accade nella storia in questi casi, un lento processo di frammentazione e assimilazione ai nuovi gruppi dominanti sul suo territorio, perdendo con il tempo, in assenza di una radicata alfabetizzazione, ogni traccia della passata cultura, in ogni caso in nulla e per nulla ebraica.

Consiglio piuttosto di visitare il museo ebraico di Mosca, delle grandi carte geografiche scorrono su uno schermo elettronico e raccontano con evidenza come nel regno di Ivan il Terribile alla fine del XVI secolo non abitasse nelle Russie nemmeno un ebreo, mentre, agli albori del XIX secolo oltre i tre quarti degli ebrei di tutto il mondo fossero cittadini dell’impero russo.

Come si è creato questo fenomeno in poco più di due secoli?

Occorre studiare la storia delle comunità ebraiche dopo la distruzione di Gerusalemme nel 70 dopo Cristo. Per capire come si siano formate le comunità sefardita e quella ashkenazita.

Laddove si preferisca evitare i polverosi tomi scritti dagli storici, ecco che ci viene in soccorso uno straordinario romanzo, forse il più bello di Abraham Yehoshua, ovvero “Viaggio alla fine del millennio”, i fatti narrati si svolgono nell’anno 999, quando gli ebrei franco – tedeschi, dopo aver assorbito la cultura dei loro vicini cristiani, provano orrore per il correligionario ebreo nordafricano che come i suoi vicini musulmani ha due mogli. I primi, gli europei, decidono di non commerciare più con il secondo, che reputano un peccatore. A poco servirà un tentativo di porre soluzione alla disputa con un confronto tra due rabbini, uno per parte, dentro la sinagoga di Worms, la più antica del vecchio continente.

Gli ebrei immersi nell’Islam son diventati sefarditi, quelli dell’Europa occidentale sono diventati ashkenaziti, questi ultimi in terra germanica hanno sviluppato una nuova lingua: l’yiddish, nata proprio negli anni in cui è ambientato il romanzo citato. L’yiddish è una lingua dalle profonde inferenze antico – tedesche, come qualsiasi linguista può confermare, per altro con nessuna connessione con le lingue turchidi o mongole e i pochi elementi slavi derivanti dalla successiva e tardiva prossimità con il mondo russo.

Quelle comunità ebraiche, per l’intolleranza prima cattolica e poi luterana si spostano verso Oriente, entrando nel regno polacco – lituano, formando i noti shtetl, piccoli villaggi di contadini poveri, quando queste terre sono entrare a far parte dell’impero russo, piccoli gruppi sono andati ancora più ad Oriente, nell’attuale Russia e Bielorussia.

Ecco spiegato in modo inequivocabile come la presenza ebraica in Russia sia il frutto di una migrazione da occidente verso oriente delle comunità ebraiche ashkenazite, che si sono portate appresso la loro cultura, la loro nuova lingua, le loro tradizioni.

L’invenzione del viaggio al contrario, da est a ovest, di un fantasmagorico ebraismo cazaro – ashkenazita è stato dimostrato essere totalmente falsa da tutti i documenti storici, dunque una pessima trovata antisemita.

Altro fatto è voler attribuire qualche malefatta nel corso della modernità o talune responsabilità alle arricchite borghesie occidentali, che del colonialismo, dello schiavismo, della subordinazione dei contadini e degli operai dopo la rivoluzione industriale hanno fatto il volano per le loro personalissime ricchezze a danno di porzioni rilevanti dell’umanità. A questa costruzione del bestiale sfruttamento dell’uomo sull’uomo hanno partecipato evidentemente anche i Rockefeller e i Rothschild, tenendo però presente che i primi sono forse di origine ebraico – francese, ma poi da secoli comunque cristiano – protestanti ugonotti in fuga verso le Americhe, i secondi ebreo – tedeschi, con origini nella nobiltà austriaca.

Di più. I fatti storici dovrebbero essere sufficienti a smentire anche le tesi palesemente assurde e sgangherate, tuttavia un’ulteriore dimostrazione dell’inesistenza di un ebraismo cazaro ci è offerta dalla scienza con le moderne modalità di studio genetico. Il DNA degli ashkenaziti rimanda agli avi mediorientali e ai più secolarmente recenti imparentamenti con gli europei occidentali, niente di slavo, mongolo, turchide o centro – asiatico, quindi nulla e poi nulla dei lontani cazari, anzi, i geni maschili sono chiaramente mediorientali, quelli femminili rimandano non solo all’Europa occidentale, ma anche a quella meridionale, in particolare italiana, a sostanziare una lunga permanenza delle comunità ebraiche nel territorio dell’impero romano, prima di muoversi verso settentrione dopo la scomparsa di questo al tempo delle invasioni barbariche.

Credo dunque che si debbano lasciare i simpatici cazari al loro sperduto passato mercantile, contrastare i crimini del presente operati da sionisti e israeliani e soprattutto agire sempre contro ogni forma di antisemitismo.

Bangladesh energy crisis calls for pragmatism, not political purity

29 September 2026 at 10:57

For more than three decades, the Bangladeshi political left has maintained an unyielding stance on natural resources like gas, coal, and minerals, insisting that state entities must develop them exclusively. Foreign energy companies are viewed with deep suspicion, while production-sharing contracts are routinely condemned as vehicles designed to siphon national wealth to foreign multinationals. Coal […]

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