Luís Soares, comandante dos bombeiros de Mirandela, disse à VTM que do acidente resultaram “quatro feridos, dois deles graves, um homem, de 33 anos, e uma criança, de 5 anos. Os feridos leves são uma mulher, com 29 anos e uma outra criança de 2 anos”.
O comandante acrescentou que o homem “foi helitransportado para o Hospital de Bragança, para onde também foram transportados os outros três feridos, mas por via terrestre”.
Disse ainda que os feridos seguiam todos na mesma viatura.
O alerta para o acidente foi dado às 16h37 e para o local foram mobilizados 23 operacionais, apoiados por sete veículos e um meio aéreo, o helicóptero do INEM que está sediado em Macedo de Cavaleiros.
A GNR também está no local do acidente e vai investigar as causas desta colisão.
O comandante dos bombeiros de Mogadouro, Luís Azevedo, disse à VTM que quando os bombeiros chegaram o “homem já estava em paragem cardiorrespiratória e foi atingido na cabeça por uma viga de ferro”.
Acabou por ser transportado pelos bombeiros de Mogadouro com ferimentos graves para o Serviço de Urgência Básica de Mogadouro, onde foi decretado o óbito apesar das tentativas de reanimação.
Para o local foram mobiliados vários operacionais, apoiados por quatro veículos, entre os quais os bombeiros de Mogadouro, a equipa da ambulância de Suporte Básico de Vida (SIV).
A GNR também se deslocou ao local e tomou conta da ocorrência.
Segundo fonte do Comando Sub-regional do Douro, a mulher caiu numa ravina e foi necessário proceder ao seu desencarceramento, tendo sido considerado um ferido grave.
Foi transportada pelos Bombeiros da Cruz Branca para o Hospital de Vila Real.
O alerta foi dado às 11h58 e para o local foram mobilizados nove operacionais, apoiados por três veículos, entre os quais os Bombeiros da Cruz Branca.
A GNR também esteve no local e tomou conta da ocorrência.
O novo veículo vem reforçar a capacidade de resposta operacional e a segurança das populações do concelho.
Equipado com um tanque com capacidade para 16.000 litros de água e 200 litros de espumífero, bem como uma bomba de combate a incêndios com um caudal de 4.100 litros por minuto, o novo VTTU está preparado para apoiar o combate a incêndios urbanos e industriais, reforçar o abastecimento de outros veículos de socorro e responder a necessidades excecionais de fornecimento de água às populações.
A apresentação da nova viatura contou com a presença do presidente da Câmara Municipal, Jorge Mata Pires, que foi recebido pela direção e pelo comando da associação.
Durante a visita, o Comandante, Luís Nogueira, deu a conhecer as principais valências e funcionalidades do veículo, bem como as condições de conforto, segurança e operacionalidade.
Jorge Mata Pires destacou a importância do investimento nos meios de proteção e socorro. “O reforço dos meios ao serviço dos Bombeiros Voluntários de Valpaços é um investimento na segurança de todos”, sublinhou, adiantando que esta nova viatura vem “aumentar a capacidade de resposta perante situações de emergência, melhorar as condições de operacionalidade dos nossos bombeiros e reforçar o apoio prestado à população”.
“Valorizar os nossos bombeiros é reconhecer o seu papel fundamental na proteção de pessoas e bens e na segurança do nosso concelho”, acrescentou o autarca.
Uma bebé nasceu, na madrugada desta sexta-feira, numa ambulância dos Bombeiros de Barcelinhos.
Por volta das 02:30, a corporação barcelinense foi acionada para prestar assistência a uma mulher grávida de 37 semanas, que estava em parto iminente, na freguesia de Perelhal, concelho de Barcelos.
Os dois bombeiros, Catarina Teixeira e João Castro, que também é enfermeiro, ajudaram a pequena Clarinha a nascer já dentro da ambulância.
Após o parto, foi realizado rendez-vous com a VMER de Barcelos, seguindo-se o transporte da mãe e da bebé para o Hospital de Braga, tendo tudo corrido da melhor forma.
“Estão bem”, disse a O MINHO o comandante dos Bombeiros de Barcelinhos, José Beleza.
Bruno Henriques, comandante dos bombeiros de Vidago, disse à VTM que o “óbito foi declarado às 13h08 pela equipa médica da VMER de Chaves e era o condutor do motociclo. Há ainda a registar um ferido ligeiro, um jovem, de 22 anos”.
O alerta para a colisão foi dado meio dia e para o local foram mobilizados 16 operacionais, apoiados por sete veículos, entre os quais os bombeiros de Vidago.
A GNR também esteve no local e está a investigar as causas do acidente fatal.
As vítimas, com 36 e 56 anos, apresentavam fraturas nas pernas e uma poderá ter sofrido um traumatismo craniano. As mulheres foram transportadas para hospital de Bragança.
O comandante dos Bombeiros Voluntários de Mondim de Basto, Carlos Magalhães, explicou à VTM que o acidente “ocorreu quando o trator agrícola capotou e despencou por uma vereda com cerca de 60 metros de extensão”.
Acrescentou que os Bombeiros Voluntários de Mondim de Basto mobilizaram para o local uma ambulância de socorro com dois operacionais. “Dada a gravidade do cenário e a complexidade do socorro, as equipas contaram com o apoio diferenciado do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), através da ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) de Amarante e da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Vila Real”.
A vítima recebeu assistência médica no local pelas equipas especializadas do INEM e foi estabilizada antes do transporte para o Hospital de Vila Real, acompanhada pela equipa da VMER.
O alerta foi dado às 07h14 e o acidente ocorreu na área florestal do Toumilo.
A Guarda Nacional Republicana de Mondim de Basto esteve também no local e tomou conta da ocorrência.
Alerta foi dado às 02h28, tendo o fogo deflagrado no pavilhão de pinturas manuais situado na Rua Manuel Lopes Vieira, em Nespereira. O incêndio não causou feridos e foi dado como extinto às 03h30.
Alerta para a ocorrência foi dado às 17h29, e o incêndio já estava extinto à chegada dos meios ao local, tendo causado um ferido grave que foi transportado para o hospital. A casa ficou inabitável.
No local estiveram oito viaturas e 21 operacionais, entre os quais os bombeiros voluntários de Ermesinde, uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Hospital São João, a PSP e elementos da Câmara Municipal de Valongo
Um exercício dos Sapadores Bombeiros de Braga testou durante a manhã desta quinta-feira as condições de operacionalidade na atuação em águas bravas, na Praia do Cavadinho, em Braga.
O Exercício “Livex Cavadinho” surge também na sequência de casos frequentes de salvados, no rio Cávado, após descargas da Barragem da Caniçada, mas para melhorar os procedimentos.
Apesar dos sucessivos avisos, incluindo placas nas praias fluviais bracarenses, são recorrentes os casos de quem procura “ilhotas”, continuando, após as 17:00, ficando isolado pelas águas.
Foto: Joaquim Gomes / O MINHO
O cenário previsto e executado pelos operacionais foi o dos casos típicos que têm sucedido, de vítimas isoladas após subida rápida da água, em que pelas características do local, com um leito maioritariamente rochoso e pouca profundidade, nunca é seguro navegar em barco com motor.
Por isso mesmo, assim que acionados, a partir do seu quartel, chegados ao local, colocaram a chamada “rig norueguesa” (plataforma norueguesa), incluindo como sempre as cordas para que primeiro os bombeiros e depois os “isolados” sejam conduzidos para a margem do rio Cávado.
Naquela que é a mais recentemente requalificada praia fluvial pela Câmara de Braga, a Praia Fluvial do Cavadinho, em Crespos, da União das Freguesias de Crespos e Pousada, este cenário previa feridos, ou muito grave, ou grave, ou pouco grave e também um sem gravidade.
Foto: Joaquim Gomes / O MINHO
Curiosamente, este exercício, que também é designado popularmente por simulacro, partiu da realidade para a ficção, não da ficção para a realidade, porque traduziu aquilo que já é realizado no quotidiano, como no verão de 2026, mas proporcionou repetir procedimentos operacionais.
“O principal objetivo foi o de testar operacionalidade, o cenário foi o minimamente assegurado para ter características que exijam resgate específico em águas bravas, em outros fatores como as correntes provocadas pela fisiologia do rio Cávado, não são controladas”, disse a O MINHO o comandante do Batalhão de Sapadores Bombeiros de Braga, Nuno Osório.
“Foi o testar e capacitar todos os operacionais envolvidos, em cenários com registos já de situações semelhantes, face ao histórico e probabilidades de novos eventos ocorrerem, há necessidade crescente de capacitar a resposta e mitigar ou eliminar consequências diretas ou indiretas para pessoas e/ou ambiente”, afirmou o responsável.
“O cenário previsto, foi baseado em algumas situações reais, já ocorridas neste local, porque há registos de dez vítimas resgatadas nesta área do exercício ou nas áreas próximas”, explicou Nuno Osório, exemplificando duas vítimas, que ficaram isoladas após a subida rápida da água.
Sob a observação de turcos
O Batalhão de Sapadores Bombeiros de Braga já tem realizado idênticos exercícios, noutras praias fluviais do concelho de Braga, como as de Adaúfe, de Palmeira, de São Paio de Merelim, além de mais ações em locais com municípios limítrofes, mas o desta quinta-feira era especial. É que estiveram observadores turcos, um dos quais professor nessa área, além de alunos de Erasmus+, analisando procedimentos e ouvindo as explicações de um especialista, João Ferreira, engenheiro e membro do Estado-Maior do Batalhão de Sapadores Bombeiros de Braga.
Foto: Joaquim Gomes / O MINHO
O exercício teve ainda como objetivos específicos testar toda a operacionalidade da Equipa de Resgate em Águas Bravas dos Sapadores Bombeiros de Braga, a operacionalidade das diversas valências, capacidade de resposta e plano de intervenção para atividades aquáticas no Cávado.
Participaram na realização do exercício “Livex Cavadinho”, a Câmara Municipal de Braga, a União das Freguesias de Crespos e Pousada e a EDP, entidade oficial esta que gere o caudal de todas as barragens hidroelétricas e nomeadamente aquelas que são banhadas pelo rio Cávado.
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António Nunes disse na CPI aos Negócios dos Incêndios Rurais que nunca teve "conhecimento objetivo" de irregularidades e que avisaria o MP se o tivesse.
Segundo o comandante dos bombeiros da Cruz Verde, José Salcedas, a colisão foi com uma “ambulância de transporte de doentes não urgentes, tendo-se registado dois feridos ligeiros, os condutores das viaturas. A ambulância era conduzida por uma bombeira, de 47 anos”.
Acrescentou ainda que os dois feridos foram transportados pelos bombeiros da Cruz Verde para o hospital de Vila Real.
O comandante disse ainda que na origem da colisão poderá ter estado uma ultrapassagem mal calculada.
O alerta foi dado por volta das 17h00 e para o local foram mobilizados 12 operacionais apoiados por cinco veículos, entre os quais os bombeiros da Cruz Verde e a GNR, que tomou conta da ocorrência.
O alerta, de acordo com o comandante dos Bombeiros da Cruz Verde, José Salcedas, aconteceu às 00h50 de sábado, tendo sido mobilizados para o local 32 operacionais e sete veículos de três corporações. Além da Cruz Verde, estiveram presentes bombeiros da Cruz Branca e de Sabrosa.
À chegada dos meios de socorro, explicou José Salcedas à VTM, o fogo já tinha atingido a zona das barracas, com o combate a centrar-se, sobretudo, nessa área. O resultado acabou por ser a total destruição de três barracas, assim como duas viaturas.
Albino Nascimento é um dos moradores que perdeu os seus pertences no incêndio. Segundo contou à VTM, as chamas propagaram-se rapidamente e várias botijas de gás rebentaram, obrigando os moradores a fugir. No local, diz, estavam três casais, um deles com uma filha, menor de idade.
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A posição surge após a publicação, em Diário da República, do Decreto-Lei n.º 199/2026, que atribui apoios a diferentes setores afetados pelo aumento dos custos dos combustíveis. O diploma prevê uma dotação máxima de três milhões de euros para empresas de transportes de táxis, entidades do setor social e associações humanitárias de bombeiros.
No caso das corporações, o apoio incide sobre o gasóleo rodoviário e a gasolina utilizados em veículos de socorro, combate a incêndios e transporte de doentes. O valor definido é de 10 cêntimos por litro, considerando um consumo de referência de 1200 litros mensais por viatura nos veículos de classe S (Super) das associações humanitárias e de 400 litros nos restantes veículos.
Para a federação distrital, a medida é positiva, mas deve ser acompanhada por uma resposta célere aos problemas que continuam pendentes na aplicação do anterior regime de apoio aos combustíveis. A estrutura distrital manifesta “profundo descontentamento” relativamente ao Decreto-Lei n.º 80-A/2026, de 31 de março, alegando que várias associações do distrito ainda não receberam qualquer verba, apesar de terem cumprido os procedimentos de candidatura. Nas corporações que já receberam pagamentos, a federação afirma que estes foram feitos “de forma tardia” e que os valores ficaram abaixo do que era expectável.
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Bombeiros da Póvoa de Varzim receberam o alerta pelas 07h30. Vítima foi atropelada por um carro na Rua 10 de Dezembro, em Laúndos, Póvoa de Varzim. A estrada esteve cortada por várias horas.
Bombeiros transportaram cerca de "22 mil litros de água" diariamente, chegando a haver dias em que vão duas vezes, face aos problemas cada vez mais recorrentes de abastecimento de água.
Os problemas de abastecimento de água têm sido mais recorrentes devido ao baixo caudal da nascente que abastece a aldeia, mas também às fugas na canalização.
A Associação Humanitária de Bombeiros de Mogadouro lançou hoje o concurso público para a construção da Unidade Local de Formação para Agentes de Proteção Civil, com um valor base estimado em 1,2 milhões de euros. Em declarações à agência Lusa, o presidente desta associação, João Gouveia, disse que as empresas interessadas têm um período de 14 dias para apresentar as suas propostas.
João Gouveia expressou a esperança de que o concurso não fique deserto devido à escassez de mão-de-obra e que as propostas sejam apresentadas para uma empreitada com um prazo de execução previsto de um ano. “Esperemos que haja propostas para a construção deste equipamento, e que no espaço de cerca de um ano a Unidade Local de Formação para Agentes da Proteção Civil seja uma realidade e estamos otimistas”, sublinhou.
O projeto consultado revela que esta nova unidade surge da necessidade dos bombeiros de Mogadouro terem acesso a uma estrutura moderna e funcional, ajustada às exigências atuais do treino operacional. O espaço incluirá um edifício destinado à formação, campos de treino interiores e exteriores, uma torre escola e contentores técnicos, permitindo a realização tanto da formação teórica como prática em condições realistas e seguras.
De acordo com João Gouveia, este novo equipamento estará disponível para todas as corporações de bombeiros da região e do país que desejem realizar exercícios e treinos relacionados com as missões no combate a incêndios urbanos e florestais.
O autarca António Pimentel revelou que o município disponibilizou cerca de 800 mil euros provenientes do orçamento destinado à Proteção Civil, que será utilizado pelos bombeiros na construção do campo de treinos. Em janeiro de 2025, foi assinado um contrato entre o município e a Associação Humanitária dos Bombeiros locais para a cedência de um terreno com 2,5 hectares na zona de Vale Calheiros, em Mogadouro, onde será instalada esta nova unidade.