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Macron Addresses Nation: Refuses Blame, Ignores Immigration Impact on Riots, 'How Can French People Do This?'

18 October 2026 at 21:20

In an address to the nation on Sunday evening, French President Emmanuel Macron refused to take any accountability for the national riots that erupted on Saturday, as he sought to shift the blame onto the far-left and even external forces like the Iran conflict while failing to acknowledge the role mass migration played in creating a groundswell of support for the unrest. 

The post Macron Addresses Nation: Refuses Blame, Ignores Immigration Impact on Riots, ‘How Can French People Do This?’ appeared first on Breitbart.

Macron condemns those who 'sought to bring down the Republic' after rioting mars nationwide protests

"Those who looted will have to pay back for the damage, and those who sought to bring down the Republic will be held accountable," Macron said in a televised address to the nation.

Tensões voltam a crescer; França contabiliza custos de protestos

Logo Agência Brasil

Novos confrontos eclodiram em Paris neste domingo (18), um dia depois de a França ter vivido um dos piores dias de agitação dos últimos anos, com protestos contra os preços altos que deixaram um manifestante morto, milhares de pessoas presas e lojas saqueadas ou danificadas em todo o país.

Manifestações em todo o país se transformaram em tumultos no sábado, com uma prefeitura incendiada, lojas saqueadas e prédios cobertos de pichações, enquanto grupos violentos entraram em confronto com a polícia em cidades por todo o país.

Notícias relacionadas:

Um manifestante morreu após sofrer uma parada cardíaca durante os protestos em Paris. A polícia realizou mais de 2 mil prisões em toda a França, enquanto mais de 600 policiais ficaram feridos, informou o ministro do Interior.
 
Flames and smoke rise, during civil unrest, the day after a national day of demonstrations against the cost of living and rising fuel prices, in Paris, France, October 18, 2026. REUTERS/Abdul Saboor Flames and smoke rise, during civil unrest, the day after a national day of demonstrations against the cost of living and rising fuel prices, in Paris, France, October 18, 2026. REUTERS/Abdul Saboor
Chamas e fumaça nas ruas de Paris, durante protestos da população contra os custos de vida e a alta dos preços dos combustíveis - REUTERS/Abdul Saboor/Proibida reprodução

“Aqui parece uma zona de guerra”, disse o empresário holandês Tije De Boer, que havia vindo a Paris com seus filhos para visitar um amigo e afirmou que os protestos o forçaram a deixar seu hotel na Place de la République, um dos pontos mais conturbados no sábado (17).

A polícia voltou a lançar gás lacrimogêneo contra os manifestantes na Place de la République e bicicletas foram incendiadas na tarde de domingo, um sinal de que as tensões ainda não haviam se acalmado totalmente na capital.

Mais de meio milhão de pessoas participaram de marchas em dezenas de cidades no sábado, marcando a convergência de um movimento estudantil que já dura um mês com um descontentamento social mais amplo contra o aumento do custo de vida e o declínio dos serviços públicos.
 

A destroyed car near the Marianne statue at the Place de la Republique, with a yellow vest put on it, the day after clashes during a national day of demonstrations against the cost of living and rising fuel prices, in Paris, France, October 18, 2026. The back of the vest reads: 'In 1961 the police drowns Algerian women'. REUTERS/Abdul Saboor     TPX IMAGES OF THE DAY A destroyed car near the Marianne statue at the Place de la Republique, with a yellow vest put on it, the day after clashes during a national day of demonstrations against the cost of living and rising fuel prices, in Paris, France, October 18, 2026. The back of the vest reads: 'In 1961 the police drowns Algerian women'. REUTERS/Abdul Saboor     TPX IMAGES OF THE DAY
Carro incendiado perto da estátua de Marianne, na Place de la Rèpublique - REUTERS/Abdul Saboor/Proibida reprodução

O presidente Emmanuel Macron fará um pronunciamento à nação às 20h, horário local, no domingo, informou seu gabinete.

Os distúrbios de sábado revelaram a profunda raiva contra Macron, que deixará o cargo em 2027 após uma década no poder cada vez mais marcada pelo descontentamento social, uma economia fraca e uma dívida galopante.

O governo atribuiu a violência a grupos de extrema esquerda e ultra-esquerda, bem como a criminosos que, segundo o governo, instigaram os saques.

O líder da extrema direita francesa, Jordan Bardella, afirmou que a França havia sido “humilhada” e pediu que Macron renunciasse.

“Estamos pagando por décadas de negligência, perda de autoridade e pelo desarmamento moral, psicológico e material de nossas forças de segurança interna”, disse ele durante visita a uma delegacia de polícia em Paris.

Lojas danificadas
 

A demonstrator wearing a costume stands in front of burning flames, in Paris, France, October 18, 2026. REUTERS/Abdul Saboor A demonstrator wearing a costume stands in front of burning flames, in Paris, France, October 18, 2026. REUTERS/Abdul Saboor
Ruas comerciais foram tomadas por incêndios provocados pelos manifestantes - REUTERS/Abdul Saboor/Proibida reprodução

Enquanto centenas de milhares protestavam pacificamente, grupos marginais violentos atacaram prédios públicos, saquearam butiques de luxo e supermercados e atacaram veículos e policiais.

Uma operação maciça de limpeza teve início em cidades que vão de Lille, no norte, a Marselha, no sul, e de Estrasburgo, no leste, a Bordeaux, no sudoeste, onde uma multidão mascarada invadiu a residência do prefeito local.

O ministro do Interior, Laurent Nunez, afirmou que várias centenas de lojas foram danificadas no sábado.

Em Limoges, no sudoeste da França, o prefeito Guillaume Guerin denunciou o caos após a prefeitura da cidade, de 143 anos, ter sido incendiada e amplamente destruída em um ataque criminoso no sábado, o que gerou comparações com o incêndio de 2019 que devastou a Catedral de Notre-Dame, em Paris.

“Houve uma intenção clara e premeditada de incendiar a prefeitura, e as pessoas que estavam lá dentro temeram por suas vidas”, disse Guerin à Reuters. Ele ameaçou renunciar caso a cidade não recebesse os recursos necessários para reparar a prefeitura.
 

A firefighting truck next to the burnt and destroyed Limoges town hall, which was set ablaze and largely destroyed in an arson attack amid demonstrations against the cost of living and rising fuel prices, in Limoges, France, October 18, 2026. Picture taken by mobile phone. REUTERS/Clotaire Achi A firefighting truck next to the burnt and destroyed Limoges town hall, which was set ablaze and largely destroyed in an arson attack amid demonstrations against the cost of living and rising fuel prices, in Limoges, France, October 18, 2026. Picture taken by mobile phone. REUTERS/Clotaire Achi
Caminhão dos Bombeiros trabalha no rescaldo do incêndio ocorrido na noite de Sábado, na prefeitura de Limoges, na França - Reuters/Clotaire Achi/proibida reprodução

Eleições

Os distúrbios aumentaram a pressão sobre o presidente Macron e seu governo antes da eleição presidencial prevista para o próximo ano. O primeiro-ministro Sébastien Lecornu atribuiu os distúrbios à “extrema esquerda” e aos criminosos.

O ministro da Economia, Roland Lescure, prometeu apoio no domingo aos empresários que sofreram prejuízos. “Quem destruir coisas vai pagar, reparar os danos e ser responsabilizado por sua intenção de semear o caos”, disse Lescure em comunicado.

O prefeito de Bordeaux, Thomas Cazenave, disse que até 100 lojas foram saqueadas em sua cidade, enquanto o prefeito de Marselha, Benoit Payan, anunciou ajuda financeira de emergência para apoiar as empresas afetadas pela violência.

O presidente-executivo da rede francesa de varejo Carrefour, Alexandre Bompard, disse à emissora francesa BFMTV que 50 lojas da empresa foram danificadas, incluindo 20 que foram saqueadas, com prejuízos decorrentes dos danos chegando a dezenas de milhões de euros.

Os protestos começaram no mês passado devido às condições das escolas e à escassez de professores nos subúrbios da classe trabalhadora, antes de se transformarem em um movimento contra a desigualdade, os cortes nos gastos públicos e o aumento do custo de vida.

*Reportagem adicional de Natasa Bansagi, Janis Laizans, Abdul Saboor e Clotaire Achi

Why are people protesting across Europe?

School conditions, unaffordable housing and the cost of living have brought demonstrators on to the streets in several countries

Young people have been taking to the streets across Europe, including in Spain, France and Portugal, to protest over their unhappiness at the state of schools and the wider cost of living crisis.

In France, high school pupils have clashed with police in often violent protests over long hours, missing teachers, dilapidated classrooms and an opaque university admissions system. Pupils routinely miss months of teaching due to unfilled staff absences.

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© Photograph: Benoît Tessier/Reuters

© Photograph: Benoît Tessier/Reuters

© Photograph: Benoît Tessier/Reuters

Macron criticises ‘unbridled violence’ after days of unrest and 2,400 arrests across France

Ministers, officials and police under pressure over response to protests as government holds crisis talks amid ‘colossal failure of the state’

The French president, Emmanuel Macron, has criticised “unbridled violence” after one of the most violent days of unrest in years left public buildings burned, hundreds of shops destroyed and looted and at least 2,400 people arrested in cities across the country.

“Watching these images, we have all asked ourselves how could French people do this to France?” he said in a televised address.

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© Photograph: Pascal Lachenaud/AFP/Getty Images

© Photograph: Pascal Lachenaud/AFP/Getty Images

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Macron criticises ‘unbridled violence’ after days of unrest and 2,400 arrests across France

Ministers, officials and police under pressure over response to protests as government holds crisis talks amid ‘colossal failure of the state’

The French president, Emmanuel Macron, has criticised “unbridled violence” after one of the most violent days of unrest in years left public buildings burned, hundreds of shops destroyed and looted and at least 2,400 people arrested in cities across the country.

“Watching these images, we have all asked ourselves how could French people do this to France?” he said in a televised address.

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© Photograph: Pascal Lachenaud/AFP/Getty Images

© Photograph: Pascal Lachenaud/AFP/Getty Images

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‘Like we had a war’: France reels at cost of violent protests

18 October 2026 at 15:20
Around 1,800 people arrested after hundreds of shops looted, a historic building burned to the ground, and a Paris synagogue vandalized; some 500 emergency personnel injured

Unrest Mars Day of Protest in France, as Student Movement Turns National

17 October 2026 at 19:47
Riots broke out in several French cities alongside peaceful marches of tens of thousands of people demonstrating against rising living costs and poor school conditions.

© Jeff Pachoud/Agence France-Presse — Getty Images

A tourist office in Lyon, France, that was set on fire during unrest on Saturday. Many rallies stayed peaceful as weeks of student-led protests evolved into a national display of discontent.

À beira da catástrofe a França intensifica a repressão contra o dissenso político

By: A A
17 October 2026 at 19:26

Macron, com 15% de aprovação, prepara guerra com Rússia e dissolve associação Egalité et Réconciliation de Alain Soral por “extremismo político”.

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Macron é, hoje, muito possivelmente, o presidente mais impopular do planeta, contando com apenas 15% de aprovação, segundo uma enquete Ipsos BVA-Cesi. Sob seu comando, a França se depara com a estagnação econômica (crescimento de 0,6% em 2025) e com o endividamento (120% do PIB). Sob Macron, a França viu também a desindustrialização acelerada do país, com as indústrias correspondendo a apenas 9% do PIB, menor patamar da União Europeia, e não surpreendentemente, o poder de compra despencou, com metade dos franceses dizendo que sua renda dá apenas para o essencial e apenas 70% dos cidadãos em idade ativa ocupando um posto de trabalho, atualmente.

Como se isso já não fosse o bastante, em aproximadamente 10 anos de governo Macron, aproximadamente 4 milhões de imigrantes entraram no país (muitos dos quais não trabalham, mas recebem benefícios sociais); quantia que torna impossível a absorção econômica bem como a assimilação etnocultural dos recém-chegados. Naturalmente, ao descontrole imigratório estão vinculadas taxas de criminalidade, favelização de centros urbanos e aumento das tensões sociais. Muitos franceses étnicos sentem-se demograficamente substituídos em sua terra natal, e não por acaso, tudo indica que Marine Le Pen ganhará (finalmente) as eleições presidenciais francesas em 2027.

Não sabemos quais seriam os resultados de uma presidência Le Pen e é razoável ser cético a respeito, mas claramente o atual curso da França é perigosíssimo, inclusive em sua política externa.

Gradualmente, nos últimos 2 anos, começaram a aparecer inúmeros sinais de que Macron estaria preparando o país para uma guerra com a Rússia. O governo francês criou um serviço militar voluntário e aprovou a expansão das forças armadas permanentes a 275 mil homens, bem como um aumento orçamentário para a defesa. O general Fabien Mandon, do Estado-Maior, afirmou em 2025 que a França deveria se preparar para um conflito de alta intensidade com a Rússia no prazo de três a quatro anos, e agora em setembro de 2026 Macron declarou que a França “poderia” se tornar alvo de drones explosivos. Constantemente, também, se ouve discursos sobre a necessidade de transformar a economia francesa numa “economia de guerra”.

Por isso, talvez seja surpreendente para muitos (mas não para nós) que em meio a tudo isso que tem acontecido no país, o governo Macron ainda encontre tempo para a implementação de um aparato de censura e repressão de níveis totalitários.

Sua nova vítima é a associação Egalité et Réconciliation (Igualdade e Reconciliação), criada pelo sociólogo e escritor Alain Soral. A associação se identifica como “nacionalista de esquerda” e tem como principal slogan “esquerda do trabalho, direita dos valores”, apelando a uma superação da falsa dicotomia entre esquerda e direita e, ainda mais importantemente, por uma reconciliação nacional entre todos os setores sociais; em anos recentes, ela esteve envolvida nas manifestações dos Coletes Amarelos, em algumas atividades ligadas ao partido Reagrupamento Nacional (apesar de, simultaneamente, manter uma postura de “crítica construtiva” contra certas tendências sionistas e liberais presentes no partido) e à militância pró-Palestina.

Ocorre que, no dia 9 de outubro, o Ministro do Interior do governo de Macron, Laurent Nuñez, anunciou a abertura de um procedimento de dissolução contra a associação Egalité et Réconciliation, sob a acusação de “extremismo político”. A sua equipe jurídica recebeu um prazo de 1 semana para se defender, e a decisão a respeito deve ocorrer, ainda, em outubro.

O próprio Alain Soral é uma figura de elevado espírito inconformista, razão pela qual já foi vítima de incontáveis perseguições judiciais – dezenas de fato – majoritariamente por “delitos de opinião”, ou seja, por comentários críticos contra pessoas específicas ou “minorias protegidas”. Em condenações, Soral já acumulou milhões de euros a serem pagos em indenização para ONGs globalistas diversas, soma obviamente impagável, bem como já foi encarcerado algumas vezes, também pelos mesmos motivos. A perseguição judicial foi tão intensa que Soral teve que se exilar de sua pátria, primeiro na Suíça e depois na Rússia.

Agora, para além das justificativas oficiais, por qual motivo o Estado francês baniria uma organização relativamente pequena e de poucos recursos financeiros?

É possível analisar o “ângulo” da presença de Alain Soral na Rússia, em mais de um sentido. Primeiro, porque ao estar na Rússia Soral finalmente tornou-se imune à constante perseguição judicial e às ameaças de prisão que ele sofria na França, ao mesmo tempo em que seguia tomando parte ativa no debate político e cultural francês, mesmo à distância. Nisso, ele era capaz de exercer e expandir a sua influência, “sob a proteção dos russos”, o que certamente alimenta as típicas paranoias atuais da elite francesa sobre uma “guerra informacional” russa.

Existe, porém, também um aspecto interno. Recentemente, Alain Soral voltou a ser bastante comentado pela mídia francesa por dois motivos. Um é o “caso Bardella”, o qual diz respeito à descoberta de supostos escritos “politicamente incorretos” de Jordan Bardella, presidente do partido Reagrupamento Nacional, e à informação de que em sua juventude a principal influência intelectual de Bardella era Alain Soral. O segundo é uma pesquisa de opinião indicando que 15% dos homens franceses com menos de 35 anos de idade se identificam com as ideias de Soral.

Isso às vésperas das eleições presidenciais representa um risco significativo para Macron e para o establishment francês. Ainda que, aparentemente, não haja chance de vitória para qualquer candidato contra Le Pen, não podemos duvidar da possibilidade de manipulação do processo eleitoral, tal como aconteceu na Romênia.

Esse silenciamento é ainda mais preocupante pelo fato de que Soral e o E&R serem praticamente os únicos personagens socialmente e culturalmente relevantes na França hoje que defendem a reconciliação nacional e que evitam a incitação do tensionamento interno, promovido pelos elementos mais islamofóbicos do RN e pela própria liderança do LFI de Mélenchon com seu “exército” de antifas e imigrantes.

Violence erupts at France protests as Macron warns unrest is being exploited

17 October 2026 at 17:03

Violent clashes broke out across France Saturday as demonstrations entered a fourth week. 

Earlier in the week, President Emmanuel Macron made some of his most direct comments yet on the protests as he enters his final six months in office.

In his weekly cabinet meeting, Macron "stressed that young people have legitimate concerns," government spokeswoman Maud Bregeon told the AFP, "but these are being exploited for political purposes and turned into urban violence." 

Bregeon added that Macron called on his ministers to come up with "concrete responses" to the unrest within weeks.

FRANCE EXPLODES AGAIN AS STUDENTS RIOT OVER EDUCATION

This comes as a national day of protest over rising costs of living and additional student grievances led to violence in Paris and other major cities today. 

While many of the protests were without violence, many have descended into violent riots. Police used tear gas and water cannons Saturday to disperse violent groups in the capital, where people wearing hoods and masks threw fireworks and other objects at officers in the Place de la République. 

The interior ministry reported assaults on police, looting and damage to public buildings, saying there have been at least 272 arrests nationwide.

French Prime Minister Sébastien Lecornu took a more direct approach than Macron, saying the student movement has been "instrumentalized by the allies of France Unbowed (LFI) ... for electoral reasons." 

The far-left LFI’s presidential candidate, Jean-Luc Mélenchon, even participated in one of the Paris protests this week, while LFI councilors, deputies and mayors have joined student blockades in multiple cities.

Elections to replace the term-limited Macron are set for April and May, and opposition parties have seized upon the ongoing unrest. Leading candidate Marine Le Pen of the conservative National Rally party has voiced support for the police, blaming students for any violence.

"Macron is right that students can have legitimate grievances and that political forces are exploiting them. What is missing from that diagnosis is the state’s own responsibility for the loss of authority that makes this exploitation possible," Simone Rodan-Benzaquen, senior envoy to Europe at the Foundation for Defense of Democracies, told Fox News Digital. 

"Macron cannot speak about this simply as an observer. He has to answer for the institutions he leads," she added. "His challenge is to show that democracy can both solve problems and defend itself. Otherwise, the far left profits by calling the state oppressive, and the far right profits by calling it powerless."

BEHIND FRANCE'S STUDENT RIOTS: COMMUNISTS, UNIONS AND A GLOBAL PROPAGANDA NETWORK

Meanwhile, students, unions, rights groups and parents have accused the police of using excessive force against the students.

According to the AFP, the interior ministry has opened internal investigations into 36 allegations of police officer violence against demonstrators. But the national police union, Alliance Police Nationale, says it has filed a lawsuit against the government for "putting lives in danger" over what it called "contradictory orders" given to officers deployed in the protests.

The Alliance says officers felt "betrayed, abandoned, left to fend for themselves" by their political leaders because of their "unclear instructions" and what they said were public expressions of "empathy towards the rioters."

"This is the country of the French Revolution. Everyone boasts about it," police officer and union representative Walid Hrar told The Associated Press. "Some political parties don’t hesitate to say that we need to disobey the law. That’s what Robespierre and other revolutionaries taught us in 1789.

FRANCE IS DEVOURING ITSELF AS SCHOOL RIOTS REVEAL A CRISIS FAR BIGGER THAN BROKEN CLASSROOMS

"France always tends to react rather than anticipate," he added. "In other words, we’re always going to extremes."

On the sidelines of Friday’s European Council summit in Brussels, Macron again called for calm, saying, "There is a constitutional right to protest and to express oneself. But this right comes with the need to respect. Respect for people, respect for property and, therefore, a commitment not to insult or destroy."

Lecornu told Parliament that 937 police officers and 149 teachers and school staff have been injured since the protests began, while the French justice ministry reports that nearly 8,000 people have been arrested.

Protests have also spread to neighboring Belgium. 

Several hundred mostly young people protested in Brussels Saturday, according to Reuters, clashing with police in protests at least partly inspired by what is going on in France. 

A similar protest occurred in the French-speaking city of Liege. Student groups say they are protesting rising education costs and reforms they say will make higher education less accessible.

Belgian Interior Minister Bernard Quintin posted on X that what is happening in his country "is no longer mere protest! It is pure and simple violence, organized and repeated to destabilize our society… All necessary means will be used to restore order in the face of the rioters."

Small solidarity events have also taken place in neighboring Luxembourg and the French-speaking parts of Switzerland, but they have been peaceful with no arrests reported. Student protests also occurred in India this week over education issues there, but they do not appear to be linked to the protests in France.

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French authorities have expressed hope the protest movement will ease in coming days as schools nationwide are closed until Nov. 2 due to the Toussain, or All Saints’, holiday.

The Associated Press and Reuters contributed to this report.

Macron: cortar ajuda a Kiev comprometeria segurança europeia

16 October 2026 at 22:55
Emmanuel Macron voltou a defender os apoios a Kiev, não só como uma questão de mera boa vontade, mas também como medida de segurança europeia, face à proposta de Le Pen, de acabar com eles.

© OLIVIER MATTHYS/EPA

Marine Le Pen é a favorita nas sondagens para suceder a Macron nas eleições de maio de 2027, declarou que, caso seja eleita Presidente, "manterá" a ajuda financeira à Ucrânia durante seis meses e depois "acabará" o apoio
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