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“Descalabro”: andamos a colocar resíduos elétricos no sítio errado

By: Lusa
18 October 2026 at 18:00
Ou colocamos no lixo comum, ou guardamos em casa aparelhos fora de uso, ou descartamos um aparelho que nunca foi utilizado. Um em cada seis compradores de tecnologia de consumo rápido que participaram num estudo em Portugal admitiu já ter colocado no lixo comum ou em contentores errados pequenos equipamentos elétricos desse tipo. Os dados foram hoje divulgados pela associação Electrão, no Dia Internacional dos Resíduos Elétricos, este ano dedicado ao tema da tecnologia de consumo rápido, ou ‘fast tech’, e fazem parte de uma análise ao comportamento dos consumidores de 12 países, numa iniciativa da organização WEEE Forum. Segundo

“Ecco il vero prezzo del pollo”, protesta di Essere Animali di fronte a un supermercato Esselunga

18 October 2026 at 12:53

Azione di Essere Animali di fronte a un supermercato Esselunga di Milano. “La quasi totalità delle linee di pollo a marchio Esselunga utilizzano razze selezionate geneticamente per crescere il più velocemente possibile e raggiungere il peso di macellazione in soli 40 giorni. Questo significa che il prezzo più alto del pollo che troviamo sugli scaffali non lo paghiamo noi, ma gli animali, che devono sopportare deformità dolorose, lesioni muscolari e scheletriche, difficoltà respiratorie e cardiovascolari e condizioni di grave sovraffollamento”, spiega Simone Montuschi, presidente di Essere Animali.

E aggiunge: “Nelle sue comunicazioni pubbliche, Esselunga dichiara di avere a cuore il benessere animale e, per alcuni dei suoi prodotti a marchio, sottolinea caratteristiche come la filiera 100% italiana e l’assenza di antibiotici. Ma questi elementi non garantiscono di per sé migliori condizioni di allevamento o maggiore benessere animale. Decidendo di adottare i criteri dell’ECC, che oggi rappresenta lo standard minimo di riferimento per l’allevamento dei polli in Europa, Esselunga ha il potere di ridurre drasticamente le sofferenze dei polli allevati nelle proprie filiere a marchio, che cosa aspetta a farlo?”.

“Il white striping è conseguenza diretta dell’uso di razze a rapido accrescimento. Il passaggio a razze a crescita più lenta, in linea con l’ECC è la soluzione a questa problematica, come raccomandato anche dall’EFSA, l’Autorità europea per la sicurezza alimentare. L’ECC è stato adottato da 400 aziende e numerosi gruppi europei, tra cui i leader del mercato avicolo francese (Gruppo LDC e Terrena) e aziende italiane tra cui Cortilia, Eataly e Gruppo Fileni. Esselunga può scegliere di fare lo stesso. E ogni giorno senza un impegno è un’occasione persa per ridurre le sofferenze di questi animali”, conclude Montuschi.

L'articolo “Ecco il vero prezzo del pollo”, protesta di Essere Animali di fronte a un supermercato Esselunga proviene da Il Fatto Quotidiano.

COP17 da Biodiversidade começa segunda-feira na Armênia

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Representantes de mais de 200 países se reunirão a partir desta segunda-feira (16), na Armênia, na 17ª Conferência das Partes das Nações Unidas (COP17) da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB).

O encontro sobre ações de proteção e restauração da natureza ocorre na capital do país, Yerevan, até o próximo dia 30.

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Neste ano, será realizada a primeira revisão do Marco Global de Kunming-Montreal (GBF, na sigla em inglês), assinado por 196 países. O documento reúne 23 metas a serem alcançadas pelas nações até 2030.

A conferência é realizada a cada dois anos e tem como objetivo debater estratégias e firmar acordos para enfrentar a crise global da perda de biodiversidade.

Nesta sexta-feira (16), o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, fez um discurso sobre o relatório que avalia o progresso coletivo na implementação do GBF e que servirá como base para a revisão na COP17.

Guterres alertou que os compromissos assumidos para travar a perda de biodiversidade continuam longe de ser cumpridos. Ele também destacou avanços, como a definição de metas nacionais por quase todos os países signatários da convenção e a proteção legal de mais 1,3 milhão de quilômetros quadrados (km²) de território terrestre e de 6 milhões km² de áreas marinhas.

Por outro lado, no ritmo atual, em 2030, apenas 26% dos ecossistemas terrestres e 12% dos ecossistemas marinhos estarão protegidos, afirma Guterres. Por isso, o secretário-geral lembrou que é preciso acelerar e fazer o suficiente para que as promessas assumidas sejam cumpridas.

“Yerevan é o nosso momento de prestação de contas”, destacou Guterres.

Biodiversidade em risco

Uma análise realizada Global Cooperation Institute (GCI), a pedido do WWF, mostrou que a implementação está atrasada em relação a metas importantes. Além disso, o nível de ambição continua insuficiente em muitos países.

Os ambientalistas concluem que os modelos econômicos atuais contribuem não só para a perda de biodiversidade, mas também para as mudanças climáticas, a escassez de água, a insegurança alimentar e riscos à saúde.

O estudo mostrou ainda que países com alta biodiversidade frequentemente assumem custos significativos para conservar ecossistemas que geram benefícios globais. Por isso, é necessário um maior esforço das nações para tornar acessíveis o financiamento, a capacitação e a cooperação internacional.

De acordo com o relatório do GCI, os custos não contabilizados desses impactos são estimados em pelo menos US$ 10 trilhões a US$ 25 trilhões ao ano.

“A COP17 precisa levar os países a agir e implementar seus compromissos. Os benefícios da ação coletiva em favor da natureza são claros: maior resiliência ecológica, sistemas alimentares e hídricos mais seguros e menor vulnerabilidade econômica”, afirma a diretora-geral do WWF Internacional, Kirsten Schuijt.

 

São Paulo (SP), 12/11/2024 - zoológico de SP criou um inovador centro de conservação das ararinhas-azuis (espécie em risco de extinção) onde o visitante verá a reprodução do ambiente natural da ave. Diretor de cinema Carlos Saldanha participou do evento ( Animação RIO). Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil São Paulo (SP), 12/11/2024 - zoológico de SP criou um inovador centro de conservação das ararinhas-azuis (espécie em risco de extinção) onde o visitante verá a reprodução do ambiente natural da ave. Diretor de cinema Carlos Saldanha participou do evento ( Animação RIO). Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
Zoológico de SP criou um inovador centro de conservação das ararinhas-azuis, espécie em risco de extinção. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Brasil

Representantes da delegação brasileira na COP17 consideram que o Brasil tem papel estratégico na implementação do Marco Global da Biodiversidade, seja pela vasta biodiversidade, seja pela contribuição com modelos exitosos de conservação da natureza, que podem ser adotados em escala global.

Um exemplo é o avanço da conectividade de áreas de conservação terrestres, de água doce e marinha, por meio de corredores verdes e azuis. O WWF-Brasil destacará esse tema nos debates da conferência, em busca do reconhecimento dessa ferramenta como elemento fundamental para manter a integridade dos ecossistemas, fortalecer sistemas de áreas protegidas e conservadas e garantir a sobrevivência das espécies.

“A conservação da biodiversidade exige olhar para além dos limites de áreas protegidas individuais e considerar os ecossistemas como sistemas interligados”, diz o diretor técnico de Biodiversidade do WWF-Brasil, Marcelo Oliveira.

A organização social pretende reforçar a proposta brasileira de incorporar a conectividade ecológica ao Programa de Trabalho sobre Áreas Protegidas, adotado desde 2004, na COP7, com o objetivo de criar e acompanhar redes globais de áreas protegidas.

“Proteger e reconectar paisagens terrestres, rios e ambientes marinhos e costeiros é fundamental para ampliar a efetividade da conservação e alcançar as metas de biodiversidade até 2030”, conclui Marcelo Oliveira.

Algarve conquista pela 11.ª vez o título de Melhor Destino de Praia da Europa

18 October 2026 at 08:45

O Algarve acaba de ser eleito Melhor Destino de Praia da Europa 2026 nos World Travel Awards, considerados os “Óscares do Turismo”, conquistando este prestigiado galardão pela 11.ª vez – depois das distinções alcançadas em 2012, 2013, 2015, 2016, 2017, 2019, 2020, 2021, 2022 e 2023.

Registando um recorde sem precedentes na categoria de Destino de Praia, a distinção foi anunciada este sábado, durante a Gala Europeia dos prémios, realizada em Kotor, no Montenegro.

Na prestigiada votação dos leitores da Condé Nast Traveller, o Algarve consolidou-se como um dos destinos mais amados da Europa tendo-se destacado entre oito destinos nomeados, superando concorrentes como Porto Santo, Maiorca, Sardenha, Marbella, Cannes e Corfu.

Segundo a Região de Turismo do Algarve, a conquista deste novo título europeu surge num momento particularmente positivo para a notoriedade internacional da região com duas praias a integrarem também o top-20 das melhores da Europa, segundo os leitores da edição britânica da Condé Nast Traveller.

A Praia da Falésia, no concelho de Albufeira, conquistou o 4.º lugar, com 94,70 pontos, enquanto a Praia de Benagil, no concelho de Lagoa, registou a 16.ª posição, com 81,67 pontos. São as duas únicas praias portuguesas a integrar esta classificação, que resulta de uma iniciativa com mais de 296 mil respostas de leitores do Reino Unido nos Readers’ Choice Awards 2026.

O presidente do Turismo do Algarve, disse que “conquistar pela 11.ª vez o título de Melhor Destino de Praia da Europa é um motivo de enorme orgulho para toda a região.” como reporta o Algarve Primeiro.

Enalteceu o “percurso de excelência que temos vindo a construir ao longo dos anos“, e “este reconhecimento ganha um significado ainda mais especial quando duas das nossas praias acabam também de ser distinguidas entre as melhores da Europa pelos leitores da Condé Nast Traveller.“

Gomes valorizou as distinções dizendo que elas “refletem a beleza e diversidade da nossa costa, a qualidade da nossa oferta turística e, sobretudo, o trabalho e a dedicação de todos os que contribuem diariamente para afirmar o Algarve como um destino de referência internacional.”

“Mais do que celebrar estas conquistas, importa encará-las como uma responsabilidade acrescida. Queremos continuar a valorizar aquilo que nos distingue, investindo na sustentabilidade, na preservação do nosso património natural e na qualificação da experiência turística. O nosso objetivo é garantir que o Algarve continua a merecer a confiança e a preferência de quem nos visita, mantendo-se na linha da frente dos grandes destinos turísticos internacionais”, destacou o presidente do Turismo do Algarve, André Gomes.

Importa destacar que a região Algarve está novamente nomeada para Melhor Destino de Praia do Mundo nos World Travel Awards 2026, arriscando-se a conquistar o quinto título na categoria.

Para Melhor Destino de Praia do Mundo 2026 a votação está a decorrer até ao dia 30 de outubro, através do site oficial dos World Travel Awards, em https://www.worldtravelawards.com/vote.

Os oito hábitos que podem reduzir o desperdício alimentar em casa

By: ZAP
17 October 2026 at 23:30
A fome global diminuiu pelo terceiro ano consecutivo, mas os progressos continuam a ser insuficientes para erradicar a subalimentação. Apesar da melhoria registada, a fome continua a afetar milhões de pessoas em todo o mundo, e a insegurança alimentar permanece acima dos níveis anteriores à pandemia da COVID-19. Ao mesmo tempo, uma parte significativa dos alimentos produzidos mundialmente perde-se ou é desperdiçada ao longo da cadeia de abastecimento. De acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), cerca de 13% dos alimentos produzidos perdem-se após a colheita e antes de chegarem ao retalho,

Rio: reserva marinha alia proteção ambiental com atividades econômicas

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A cidade do Rio de Janeiro agora conta com uma reserva de desenvolvimento sustentável de 3 mil hectares com

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 ambientes marinhos, ilhas e costões rochosos que servem de habitat para diversas espécies da fauna e flora, inclusive algumas ameaçadas de extinção.

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Criada nesta semana, a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Marinha Urupirá fica

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 até a Pedra do Pontal, no Recreio. A ideia é

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 proteger os ecossistemas marinhos e costeiros e ao mesmo tempo

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 garantir condições para a manutenção de atividades econômicas como a pesca artesanal e o turismo sustentável.

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Reserva marinha alia proteção ambiental com atividades econômicas. Divulgação do governo do estado do Rio Reserva marinha alia proteção ambiental com atividades econômicas. Divulgação do governo do estado do Rio
Reserva marinha alia proteção ambiental com atividades econômicas

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 - Divulgação do governo do estado do Rio

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"É um passo fundamental para o cumprimento das metas que o Brasil aderiu em relação à Convenção para Proteção da Biodiversidade. São conhecidas como metas 30x30, que é ter 30% do seu território protegido dentro de unidades de conservação", afirma o secretário estadual do Ambiente e Sustentabilidade, Rodrigo

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 Mascarenhas.

Estabelecida na COP-15 da Biodiversidade, em Montreal, no Canadá, em 2022, a meta 30x30 prevê que 30% da superfície terrestre, mar e águas interiores do país façam parte de unidades de conservação, até 2030.

"É uma meta que o Estado já alcançou no que se refere à proteção da parte terrestre do seu território. A outra meta é de ter 30% das águas jurisdicionais de cada país, também protegidas", destaca o secretário.

A categoria de Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) permite conciliar a conservação com as atividades tradicionais.

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 De acordo com o projeto Ilhas do Rio, mantido por uma organização da sociedade civil, que participou da criação da unidade de conservação,

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 as comunidades pesqueiras participam da gestão da área.

Além disso, estão previstas ações como monitoramento participativo dos recursos pesqueiros e dos ecossistemas, pesquisas científicas, educação ambiental, fiscalização reforçada e desenvolvimento ordenado do ecoturismo e da visitação, segundo o Ilhas do Rio.

Levantamento

Estudo técnico feito pelo

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 Ilhas do Rio

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  para embasar a criação da reserva identificou, por exemplo, 102 espécies de peixes que habitam recifes de corais, das quais três são endêmicas do país. Trinta e nove espécies do ecossistema da região são de interesse de pescadores, como garoupas (Epinephelus sp.), corvinas (Micropogonias furnieri), sargos (Anisotremus surinamensis), robalos

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  (Centropomus sp.) e xaréus (família Carangidae).

Também foram identificadas 143 espécies de organismos que vivem no leito do mar, os chamados seres bentônicos, como polvos e lagostas de alto valor pesqueiro. Nesse ambiente, ainda foram

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 encontradas espécies ameaçadas de extinção, como o coral-cérebro (Mussismilia hispida), a estrela-do-mar Astropecten brasiliensis e o ouriço-lilás (Lytechinus variegatus).

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"Esses estudos mostraram que a região, as ilhas, os costões rochosos, áreas rasas, elas são muito importantes para as espécies de peixe, por exemplo, espécies ameaçadas como garoupas e chernes [Hyporthodus niveatus], são

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 locais onde aquelas espécies estão se reproduzindo. Ao mesmo tempo, a gente tinha esse conhecimento que existiam as comunidades locais de pesca tradicional, que tinham aquilo ali como um território de pesca. Então, é muito importante você balancear e entender quem são as pessoas que dependem daquele território e proteger esses usos também", explica a gerente de pesquisas do Ilhas do Rio, Aline Aguiar.

Nessa parte do litoral também transitam espécies ameaçadas como a

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 baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae)

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 e

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  e as tartarugas-marinhas

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 cabeçuda (Caretta caretta), de pente (Eretmochelys imbricata), oliva (Lepidochelys olivacea) e de couro (Dermochelys coriacea).

Há também aves ameaçadas que frequentam o local, como o trinta-réis-de-bico-vermelho (Sterna hirundinacea) e trinta-réis-de-bando (Thalasseus acuflavidus), e invertebrados

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 como a borboleta-da-praia (Parides ascanius) e a formiga Atta robusta.

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 Segundo o governo fluminense, o nome Urupirá resgata a memória histórico-cultural da região. De origem indígena, a palavra é uma designação ancestral atribuída à atual Ilha das Palmas e remete à expressão “cesto do peixe”, em referência à identidade pesqueira do território.

Chuvas provocam alagamentos e deslizamentos pelo interior paulista

Logo Agência Brasil

As fortes chuvas que atingiram o estado de São Paulo nas últimas horas provocaram alagamentos, queda de árvores, deslizamentos de terra e até interdições de rodovias em diversos municípios paulistas.

Apesar das várias ocorrências, a Defesa Civil do estado de São Paulo informou que não houve registro de feridos.

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Em São Sebastião, no litoral paulista, foram registradas fortes chuvas e rajadas de vento, que ocasionaram a queda da cobertura da garagem da empresa de transporte público da cidade.

Uma das cidades que também sofreu com o temporal foi Presidente Prudente. Segundo informações da Defesa Civil do estado de São Paulo, as chuvas provocaram um deslizamento de terra nas proximidades da Avenida Miguel Damha, no sentido da Rodovia Júlio Budisk, com rompimento de uma tubulação de água. O local precisou ser interditado preventivamente.

Em Itapevi, a chuva causou diversos pontos de alagamento e também o escorregamento de um muro no Bairro Colinas de São José. Segundo a Defesa Civil, não houve vítimas.

Em São Luiz do Paraitinga, uma descarga elétrica provocou a morte de oito bovinos. As chuvas também contribuíram para um deslizamento de terra na Rodovia Oswaldo Cruz, na altura do quilômetro 42, provocando a interdição parcial da pista.

Na cidade de Jundiaí, houve quedas de muros e de árvores e um deslizamento de terra no acostamento da Rodovia Vereador Geraldo Dias.

Em Paulicéia, além dos pontos de alagamento, as chuvas contribuíram para a erosão da cabeceira de uma ponte que liga o município ao Balneário Municipal, que foi interditada parcialmente.

Já na cidade de Estiva Gerbi, uma árvore caiu sobre a fiação elétrica e ocasionou a queda de um poste de energia sobre dois carros. Não houve vítimas, mas o município enfrentou falta de energia.

Em Jaú, a enxurrada provocou o carreamento de parte do pavimento asfáltico e foi necessária uma interdição parcial do local.

Na cidade de Arujá, duas residências foram afetadas pela queda de um muro no Condomínio Vila dos Ipês.

Previsão

Segundo a Defesa Civil, o estado ainda deverá enfrentar pancadas de chuva leve ou moderada no decorrer deste sábado. A maior possibilidade de chuvas ocorre principalmente na Baixada Santista e em áreas próximas à divisa com o estado de Minas Gerais. A tendência, no entanto, é de volumes de chuva mais baixos e de menor abrangência.

Florestas afundadas renasceram como “recifes de turfa” em Moçambique

By: ZAP
17 October 2026 at 10:00
Cresceram na costa de Moçambique há milhares de anos. Acabaram submersas pelo mar. Mas estas florestas são indomáveis:  em vez de desaparecer, transformaram-se em recifes de turfa que fervilham de vida. Investigadores do Observatório Oceânico do Bazaruto Center for Scientific Studies (BCSS) documentaram florestas antigas que cresceram na costa moçambicana há milhares de anos e foram encontradas debaixo do mar. Aí funcionam agora como focos cheios de vida marinha, com uma biodiversidade semelhante à dos recifes de coral. A descoberta levanta uma questão: quantos mais destes recifes de turfa escondidos existirão ao longo das costas do mundo? O estudo, apresentado

Relatório de Sustentabilidade da Infraquinta revela desempenhos ambientais excelentes

17 October 2026 at 09:35

Primeiro Relatório de Sustentabilidade

Naquele que é o seu primeiro relatório de Sustentabilidade, a Infraquinta, E.M. começa por referir que é, desde há dez anos, a entidade em baixa com menor percentagem de água não faturada, um indicador que, em 2025, se situou nos 2,7 pontos percentuais.

Este é um dos dados que constam no 1.º Relatório de Sustentabilidade desta empresa municipal, que foi apresentado no passado dia 15 de outubro, durante a segunda parte do H2O & Sustainability Summit 2026, que decorreu no restaurante Dano’s, na Quinta do Lago.  

Segundo a divulgação da empresa municipal, outro indicador assinalável tem que ver com o facto de, em 2025, 86% dos espaços públicos verdes terem sido regados com 25% de água residual tratada. De sublinhar igualmente a taxa de resíduos recolhidos seletivamente, que, no ano passado, chegou aos 50%, sendo que a meta a atingir até 2030 é de 60%.

Em nota chegada à nossa redação por interposta via, a Infraquinta salienta que este relatório, que compreende o quadriénio de 2022-2025, “constitui uma oportunidade para revisitar o percurso realizado, reconhecer o trabalho e o empenho de todos os trabalhadores, parceiros e entidades com quem temos colaborado ao longo dos anos, e refletir sobre os desafios que se colocam ao futuro”, explicou Pedro Pimpão, presidente do Conselho de Administração da Infraquinta. 

Mais, a elaboração deste documento ganha um significado ainda mais especial, num ano em que a empresa assinala três décadas de atividade com um conjunto de iniciativas.

Ao usar da palavra, Telmo Pinto, presidente da Câmara Municipal de Loulé, enalteceu “os excelentes resultados” da Infraquinta, em particular no que diz respeito à gestão dos recursos hídricos e dos resíduos. No entender do autarca, o trabalho realizado é um reflexo da “aposta do município em ter, cada vez mais, um território de qualidade”.

E o vencedor do ‘savearth’ é …

Quem esteve na segunda parte do H2O & Sustainability Summit 2026 pôde, ainda, conhecer diversas soluções para uma gestão mais sustentável, assim como novos projetos relacionados com esta área. 

Após a apresentação dos projetos, os presentes foram convidados a votar naquele que consideravam ser o mais inovador. O vencedor foi o ‘savearth’, cujos promotores foram reconhecidos pela Infraquinta com a entrega de um troféu. 

O ‘savearth’ é um dispositivo para hotéis, que pode ser instalado em qualquer duche. Com recurso à inteligência artificial e ao reconhecimento de som, este aparelho permite medir, com precisão, o consumo de água e energia em tempo real, emitindo alertas aos hóspedes quando deteta um uso excessivo.

Resta sublinhar também que o evento H2O & Sustainability Summit 2026 integra o H2O & Innovation Hub, que foi organizado pela Premivalor – Consulting.
Para um dos seus managing partners, Telmo Vieira, esta parceria com a Infraquinta constitui-se como uma grande mais-valia para o que pretendem fazer no Hub, que é o de “aproximar um conjunto de entidades que se preocupam, estudam e trabalham os temas da água e da economia circular”.

Ripristino natura, l’Italia invia a Bruxelles la bozza annacquata di quello che doveva essere il piano originario

17 October 2026 at 08:35

Blindata nelle stanze ministeriali per mesi, presentata in ritardo a Bruxelles a fine settembre, ma rimasta ‘secretata’ fino al 7 ottobre. Perché tanto mistero attorno alla bozza del Piano nazionale di Ripristino della natura (Pnr)? Per capirlo basta leggere ciò che rimane degli obiettivi che guidano il Regolamento europeo approvato nonostante il voto contrario dell’Italia. Non resta neppure lo scheletro. Tanto che appare difficile comprendere come le misure sopravvissute potranno bastare da sole a recuperare gli ecosistemi degradati, tutelare e rafforzare la biodiversità e aumentare la resilienza del territorio di fronte anche agli effetti dei cambiamenti climatici. Obiettivi questi del regolamento Ue che, comunque, è già vigente dal 18 agosto 2024 (e non aspetta il Pnr). Ma se da un lato lo svuotamento del piano è nelle corde del Governo Meloni che tanto l’ha ostacolato, non si capisce come l’esecutivo pensa di uscire dal cul-de-sac nel quale si è cacciato, dato che la bozza dovrà essere valutata ora dalla Commissione europea. Nei prossimi sei mesi esaminerà il documento e potrà formulare osservazioni e indicazioni, in vista della definizione della versione finale. Si preannuncia l’ennesimo contrasto con Bruxelles che pone obiettivi e l’Italia che fa un po’ come le pare. L’Italia, però, dovrà arrivare alla versione definitiva entro il 1 settembre 2027. Tra le voci più critiche sulla bozza, quella di Paolo Pileri, ordinario di Pianificazione territoriale e ambientale al Politecnico di Milano. “Hanno azzerato articolo 8, quello sul ripristino degli ecosistemi urbani. Invece di lavorare alla depavimentazione – spiega a ilfattoquotidiano.it – hanno pensato bene di pavimentato il Piano nazionale di ripristino. Anche ciò che resta di quell’articolo è stato indebolito dietro le parole: da ‘devono’ a ‘possono’, da ‘obbligo’ a ‘si auspica’ e così via”.

La bozza sul ripristino nella natura rimasta secreta

La prima criticità ha riguardato l’iter poco trasparente. Il regolamento Ue Nature Restoration Law (2024/1991) imponeva la consegna dei piani entro il 1 settembre. L’Italia ha trasmesso la bozza a Bruxelles con quasi un mese di ritardo (il 25 settembre) ma, fino ai primi giorni di ottobre, il testo inviato a Bruxelles è rimasto di fatto inaccessibile. Sono quattordici le associazioni che hanno espresso forte delusione per il percorso di partecipazione, oltre alla preoccupazione per i contenuti finali del Piano, chiedendo al ministero dell’Ambiente e della Sicurezza energetica di rendere pubblico il testo definitivo e di dare conto degli esiti della consultazione pubblica aperta il 23 aprile e conclusa il 24 giugno. Tra queste, Legambiente, Slow Food, Wwf Italia, la sezione nazionale della Commissione internazionale per la protezione delle Alpi, Federazione Nazionale Pro Natura, Fondazione Marevivo, Lav (Lega antivivisezione) e Lipu.

Chi ha affossato il Piano italiano

Ma le quattordici associazioni ambientaliste hanno anche denunciato le pressioni stringenti (Leggi l’approfondimento) da parte dell’Associazione Nazionale Comuni Italiani (Anci) e dei costruttori edili (Ance) volte a indebolire e deregolamentare le tutele sugli ecosistemi urbani. Di fatto, l’Associazione nazionale costruttori edili ha elaborato e trasmesso una serie di osservazioni critiche che sono state poi ampiamente condivise e integrate nella proposta di emendamenti presentata ufficialmente dall’Associazione nazionale comuni italiani, che puntava – ed è riuscita nell’intento – a riscrivere la bozza del Pnr, stralciando diverse misure chiave elaborate originariamente dall’Istituto superiore per la protezione e la ricerca ambientale (Ispra). Il resto lo ha fatto l’Istituto nazionale di urbanistica (Inu) con i suoi appunti. Uno su tutti: “La prescrizione del Regolamento, che stabilisce che dal settembre 2026 gli Stati membri non debbano ridurre la dotazione di spazi verdi urbani (Ugs) né la copertura arborea urbana (Utc), imponendo ai comuni di dimostrare il saldo rispetto ai livelli del 2024, pone dunque rilevanti problemi applicativi”. Molto diversa la posizione della Siu, la Società italiana degli urbanisti), la principale società scientifica che riunisce i docenti e i ricercatori italiani nel campo della tecnica e della pianificazione urbanistica, di cui Pileri fa parte. E che ha sostenuto fino all’ultimo il piano di ripristino, per come era stato concepito.

Ecosistemi urbani: i Comuni coinvolti

Molto diversa la bozza inviata a Bruxelles. In un articolo su Altraeconomia, Pileri si è soffermato sull’articolo 8 del testo, quello sul ripristino degli ecosistemi urbani. A ilfattoquotidiano.it, Pilieri ricorda che l’applicazione di quell’articolo coinvolge 2.761 enti comunali, che rappresentano circa il 38% del territorio nazionale. “Metà del consumo di suolo registrata nel 2024, e si parla di quattromila ettari, è stata consumata da questi 2.761 Comuni, proprio cancellando aree verdi” aggiunge. Entro il 31 dicembre 2030 non dovrà esserci alcuna perdita netta della superficie nazionale totale degli spazi verdi urbani né della copertura arborea rispetto ai valori del 2024. Dal 1 gennaio 2031 i Comuni dovranno garantire una tendenza positiva all’aumento progressivo degli spazi verdi urbani e della copertura arborea.

Le misure sparite dal piano

“Delle 23 misure del Pnr valide per tutti i Comuni e proposte dall’Ispra – scrive Pileri – ben 15 sono state completamente cancellate, senza nessuna proposta alternativa”. Tra quelle svanite dalla bozza inviata a Bruxelles, la misura che prevedeva un registro delle perdite di aree verdi, ma anche “quella che minimizzava il consumo di suolo, quella che prevedeva oneri urbanistici supplementari per sostenere un po’ gli interventi di ripristino e quella che invocava il principio di precauzione per il quale si chiedeva di sospendere interventi che generavano riduzione degli spazi verdi fino alla pubblicazione del monitoraggio ufficiale al 2030”. Nel testo inviato alla Commissione manca la misura con la quale si sarebbero dovuti limitare gli interventi su suoli urbani non artificializzati “quella di depavimentare con contestuale ricostituzione dei suoli ed equipaggiamento ecologico delle superfici”. La depavimentazione dei cortili scolastici è ormai solo una opzione. Pileri la definisce “una posizione antistorica” e guarda ad altri Paesi, come la Francia, “dove già da alcuni anni nei quartieri del centro si stanno depavimentando tanti cortili scolastici” e la Danimarca “dove si stanno eliminando le recinzioni attorno alle scuole”. Le misure di depavimentazione rimaste, spiega Pileri “sono state un po’ declassate a deimpermeabilizzazioni e un po’ trasformate in suggerimenti”. Di obbligatorio, insomma, non c’è più nulla. “Credo che i Comuni non si stiano davvero rendendo conto che le conseguenze di questo stravolgimento ricadranno proprio sulle loro casse, oltre al fatto che queste misure – conclude Pileri – avrebbero rappresentato una difesa. Avrebbero aiutato i Comuni, infatti, a respingere alcune pretese di trasformazione che gli operatori privati vogliono fare. Ora saranno più esposti a questi rischi, oltre a quelli legati agli eventi estremi causati dai cambiamenti climatici”.

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La battaglia per gli Orti urbani di Livorno, il costruttore tira dritto: salda il prezzo ed evoca lo sgombero. Gli attivisti: “Porteremo la protesta in Regione”

17 October 2026 at 08:35

Nello stesso giorno in cui a Livorno si radunavano circa un migliaio di persone per difendere gli Orti urbani, il costruttore Frangerini annunciava di star perfezionando l’acquisto dell’area e di voler andare avanti con il progetto. La giornata di venerdì 16 ottobre segna un passaggio importante della battaglia per i sei ettari di verde di via Goito. Studenti, docenti e comitati hanno sfilato in corteo, ripetendo lo slogan: “Chi semina cemento raccoglie resistenza”. Da piazza Cavour sono arrivati proprio in via Goito, dove si sono riuniti in assemblea per capire come proseguire la mobilitazione nelle prossime settimane. Soprattutto alla luce delle recenti dichiarazioni di Stefano Frangerini. L’imprenditore edile ha spiegato in un’intervista a Il Tirreno che entro lunedì salderà il prezzo per proseguire con l’acquisto dell’area degli Orti, che si è aggiudicato all’asta a fine giugno, per circa un milione e 200mila euro, versando una caparra intorno ai 100mila. Non intende mollare, dunque, nonostante il Collettivo – che 14 anni fa ha ripulito e occupato i terreni e li ha trasformati in uno spazio sociale autogestito – continui a battersi per lo spostamento degli indici edificatori su un’area già urbanizzata, per evitare un’ulteriore cementificazione e altro consumo di suolo.

Il pagamento, però, non equivale ancora alla consegna materiale del terreno. Come dichiarato dallo stesso Frangerini, sarà il tribunale a dover completare il trasferimento dell’area, che il costruttore pretende di ricevere libera da persone e cose. Il suo legale ha già sollecitato l’Istituto vendite giudiziarie affinché venga eseguita la liberazione. Sullo sfondo c’è anche il cambio al vertice della Prefettura: Giancarlo Dionisi andrà in pensione il primo novembre e Frangerini ha lasciato intendere di attendersi che il suo successore affronti la questione dello sgombero. Uno scenario che preoccupa gli attivisti. “Ora che Frangerini perfeziona l’acquisto, la partita politica torna tutta nelle mani dell’amministrazione comunale”, dice a ilfattoquotidiano.it Giovanni Ceraolo di Usb, tra i promotori della mobilitazione. La richiesta resta quella avanzata da settimane: aprire un nuovo tavolo con il costruttore per trasferire altrove la capacità edificatoria prevista dal Piano operativo. “È una strada percorribile e a Livorno è già stata utilizzata in passato. Il Comune deve scegliere se vuole che in via Goito si costruisca oppure se vuole davvero cercare una soluzione alternativa”.

In queste ultime settimane, il confronto istituzionale si è fermato. “Negli ultimi quindici, venti giorni non abbiamo più avuto contatti né con il Comune né con la Prefettura”, spiega Ceraolo. Il Collettivo annuncia però di voler continuare la battaglia su due fronti: da una parte la mobilitazione e la resistenza pacifica a un eventuale sgombero, dall’altra quello amministrativo e legale. “Abbiamo incontrato avvocati e giuristi esperti di urbanistica e presenteremo una diffida formale all’amministrazione sul Piano operativo. Se poi verrà approvato un piano attuativo, valuteremo anche eventuali ricorsi al Tar”, aggiunge. Per ora, dicono gli attivisti, non è ancora arrivata un’intimazione formale di sgombero. Ma il timore è che la situazione possa accelerare dopo il perfezionamento dell’acquisto e l’arrivo del nuovo prefetto. “Siamo preoccupati che il costruttore possa entrare nell’area e iniziare a intervenire prima ancora che la partita politica sia chiusa, come successo a Reggio Emilia con il Bosco Ospizio”, dice Ceraolo. Il Collettivo ribadisce quindi di essere pronto a opporsi pacificamente alla liberazione dei terreni.

In ogni caso, quella di venerdì non è stata e non sarà l’ultima manifestazione. Dall’assemblea negli Orti è uscita la proposta di portare la vertenza direttamente a Firenze, davanti alla Regione Toscana. La data deve ancora essere decisa, ma Ceraolo assicura che sarà il prossimo passaggio della mobilitazione. “La Regione e il governatore Eugenio Giani devono dirci se intendono difendere questo spazio verde o sostenere la possibilità di costruirci”, commenta Ceraolo. E conclude: “Le istituzioni politiche devono prendersi la responsabilità di fare una scelta definitiva. Se il Comune deciderà di proseguire con lo sgombero, dovrà essere pronto ad accettare tutte le conseguenze sociali e politiche del caso”.

L'articolo La battaglia per gli Orti urbani di Livorno, il costruttore tira dritto: salda il prezzo ed evoca lo sgombero. Gli attivisti: “Porteremo la protesta in Regione” proviene da Il Fatto Quotidiano.

Naciones Unidas advierte sobre estado crítico en metas globales de biodiversidad para 2030

17 October 2026 at 01:56
"Por cada dólar invertido en proteger la naturaleza, todavía se gastan 30 dólares en destruirla", dijo Inger Andersen, directora ejecutiva del Programa de Naciones Unidas para el Medio Ambiente.

Desmatamento na Amazónia com a menor taxa da série histórica

17 October 2026 at 00:20
O Governo brasileiro divulgou dados históricos: a Amazónia e o Cerrado nunca registaram tão pouco desmatamento. Pará, Mato Grosso e Amazonas lideram as perdas que restam.

© ANTONIO LACERDA/EPA

Os estados amazónicos que mais registaram áreas de supressão do bioma no último ano foram o Pará (com 1.130 km²), Mato Grosso (com 849 km²), e Amazonas (com 525 km²)

Sistema Volta quer reduzir pressão junto de supermercados

16 October 2026 at 22:30
Documento com 4 eixos e 14 medidas propõe cooperação com municípios. Sistema Volta enfrenta petição com dezenas de milhares de assinaturas pelo seu fim.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Esta semana atingiu-se 500 milhões de embalagens recolhidas pelo sistema Volta

Desmatamento cai 41,8% na Amazônia e 23,8% no Cerrado em um ano

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O desmatamento caiu 41,8% na Amazônia e 23,8% no Cerrado entre agosto de 2025 e julho de 2026, na comparação com os 12 meses anteriores, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (16) pelo governo federal com base no monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Com a queda, o desmatamento nos dois biomas em um ano chegou às menores extensões das séries históricas. Veja abaixo:

  • Amazônia: de 5.731 km² para 3.335 km², a menor área desde 1988;
  • Cerrado: de 7.235,27 km² para 5.516,69 km², a menor área desde 2001.

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>> Confira aqui os dados completos por estado

O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, comemorou os números, que classificou como "um sonho para ambientalistas como ele".

“Quantas vezes não ouvimos essa frase de que é impossível obter o desmatamento zero? Estamos trazendo resultados concretos para os biomas Amazônia e Cerrado”, disse.

Segundo ele, a redução gradativa, ano a ano, pode ser explicada com base em três “pilares essenciais”, que garantem a execução de políticas de combate ao desmatamento.

O ministro descreve que o primeiro pilar é seguir a ciência, respeitando dados e estudos; o segundo é a democracia, trazendo a sociedade para participar dos debates, com conselhos estaduais e municipais; e o terceiro pilar é o pacto federativo, com prefeitos e governadores aderindo ao plano de combate ao desmatamento, não importando o partido ou se são políticos de oposição ou da base do governo federal.

 

Carolina MA), 12/10/2025 – Vista do Rio Itapecuru. em meio à vegetação do cerrado, que abastace mais de 50 municípios do Maranhão. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Carolina MA), 12/10/2025 – Vista do Rio Itapecuru. em meio à vegetação do cerrado, que abastace mais de 50 municípios do Maranhão. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Vista do Rio Itapecuru, que abastace mais de 50 municípios do Maranhão. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, também reforçou a importância da integração entre todos esses fatores.

“Houve uma coordenação ministerial eficaz para contribuir com esse resultado. Houve cooperação com estados e municípios e participação da sociedade. Foi um jogo de ganha-ganha. Todo mundo trabalhou”.

O governo federal acrescenta que, entre as ações que contribuíram para a queda no desmatamento, estão o fortalecimento das operações da Polícia Federal, com quase 8 mil inquéritos instaurados sobre crimes contra o meio ambiente entre 2023 e 2026.

Também foi citado o aumento do investimento no Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a criação de 18 novas unidades de conservação e a homologação de 20 terras indígenas.

Agronegócio

Na opinião do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, o mercado exportador do agronegócio nacional é o maior beneficiário da redução do desmatamento. Ele cita a exigência cada vez maior de vários países e blocos de países de que seus parceiros comerciais promovam uma agricultura sustentável.

André de Paula citou como exemplo a União Europeia, que proíbe a entrada de produtos oriundos de áreas desmatadas.

“Esse é um passaporte para entregar os produtos brasileiros. Sem esses números, seria muito difícil comercializar os produtos brasileiros no mundo”.

Segundo ele, o Brasil superou os Estados Unidos em 2026 e se tornou o maior exportador de alimentos do mundo.

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