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Portugal conquista quatro medalhas nos Mundiais de ciclismo

19 October 2026 at 08:26
Portugal fez história nos Mundiais de ciclismo de pista com quatro medalhas. E ainda, Lionel Messi esgotou em 13 minutos os bilhetes para o Prémio Princesa das Astúrias.

Miguel fechou com um top 10 que não chegou para o top 10

18 October 2026 at 15:05
Três pódios, sete top 6, 14 top 10: Miguel Oliveira fechou ano de rookie no Mundial de Superbike pela BMW em décimo na corrida 2 em Espanha, acabando no 11.º lugar de um Mundial dominado pela Ducati.

© Gold and Goose

Miguel Oliveira começou em 12.º na primeira volta após a partida mas ainda foi a tempo de subir e acabar no top na corrida 2 em Jerez de la Frontera

Iúri Leitão: ouro e prata em menos de 24h – e explica lágrimas depois de ser campeão

By: ZAP
18 October 2026 at 12:00
Campeão de omnium dos Mundiais de ciclismo de pista; e prata com Rui Oliveira na prova em que foram campeões olímpicos. Iúri Leitão volta a brilhar no ciclismo de pista: medalha de ouro e medalha de prata num período inferior a 24 horas, nos Mundiais na China. O ciclista português sagrou-se neste sábado campeão mundial de omnium pela segunda vez, conquistando a terceira medalha para Portugal em Xangai, na China – a primeira de ouro. Iúri Leitão, de 28 anos, venceu a vertente de scratch, foi terceiro classificado na corrida de ritmo e na de eliminação, e também venceu a

Iúri Leitão sagra-se vice-campeão do Mundo de madison

18 October 2026 at 11:32

Os campeões olímpicos Iúri Leitão e Ivo Oliveira conquistaram hoje a prata na prova de madison dos Mundiais de pista e arrecadaram a quarta medalha para Portugal em Xangai.

Dois anos depois de se sagrar campeão olímpico de madison em Paris2024, com Rui Oliveira, Iúri Leitão garantiu agora, com o outro irmão Oliveira, a primeira prata para Portugal naquela modalidade em Mundiais, tendo a dupla lusa fechado a prova com 67 pontos, menos 21 do que os vencedores, os dinamarqueses Carl-Frederik Bevort e Lasse Leth (88).

Na terceira posição ficaram os alemães Moritz Augenstein e Roger Kluge, com 52 pontos.

Portugal fecha os Mundiais de pista deste ano com quatro medalhas, após Leitão ter sido ouro em omnium, no sábado, e Maria Martins e Miguel Salgueiro terem conquistado o bronze, respetivamente, em scratch, na quarta-feira, e na corrida por pontos, na sexta-feira.

O conteúdo Iúri Leitão sagra-se vice-campeão do Mundo de madison aparece primeiro em O MINHO.

Fecho com chave de prata: Iúri e Ivo vice-campeões mundiais

18 October 2026 at 10:09
Portugal encerrou em grande melhor participação de sempre em Mundiais de ciclismo de pista, com Iúri Leitão e Ivo Oliveira a ganharem a medalha de prata na prova de madison apenas atrás da Dinamarca.

Iúri Leitão sagrou-se campeão olímpico com Rui Oliveira e foi agora vice-campeão mundial com o irmão gémeo, Ivo Oliveira

"Reação emotiva? Foi uma das semanas mais duras da carreira"

17 October 2026 at 17:58
Foi buscar 20 pontos extra para voltar à liderança, levantou os braços no último sprint, acabou a chorar na pista após a 20.ª medalha em provas internacionais que parecia a primeira – e por uma razão.

Iúri Leitão ganhou a camisola arco-íris de campeão mundial de omnium depois de já ter ganho o mesmo título nos Europeus, em fevereiro

Do tratado ao arranque canhão: Iúri sagra-se campeão mundial

17 October 2026 at 13:56
Potenciou pontos fortes, controlou eventuais fragilidades, teve mais um dia de exceção: ganhou o scratch, foi terceiro no tempo e na eliminação e voou na parte final dos pontos para vencer a prova.

© JOHN THYS

Iúri Leitão conquistou a terceira medalha de Portugal nestes Mundiais, depois dos bronzes de Tata Martins no scratch e de Miguel Salgueiro na corrida por pontos

W52. Quintanilha quer bloquear 11 testemunhas do MP

16 October 2026 at 18:03
A defesa de Adriano Quintanilha quer impedir que 11 das 13 testemunhas do MP deponham. Juiz suspendeu audiência e marcou nova data para 26 de outubro.

© NUNO VEIGA/LUSA

A 12 de dezembro de 2025, no primeiro acórdão, o Tribunal de Penafiel condenou Adriano Quintanilha e Nuno Ribeiro a penas efetivas de quatro anos e nove meses

Miguel Oliveira em nono nos treinos livres de Jerez

16 October 2026 at 16:50
Na última ronda do Mundial de Superbikes, o português passou do 10.º ao 9.º lugar após reduzir o tempo em 0,439 segundos na segunda sessão do dia.

© RODRIGO ANTUNES/EPA

Oliveira chega à ronda espanhola no 11.º lugar do campeonato, com 136 pontos, depois de ter conquistado dois quartos lugares e um oitavo no Estoril

A medalha surpresa que estava guardada: Salgueiro de bronze

16 October 2026 at 11:00
Após o bronze de Tata Martins, e ainda antes da entrada em cena de Iúri Leitão, Carlos Miguel Salgueiro brilhou na corrida por pontos e chegou a uma inédita medalha de bronze nos Mundiais de Xangai.

Miguel Salgueiro tornou-se o primeiro atleta português a conquistar uma medalha por Portugal num Campeonato do Mundo na corrida por pontos

W52-FC. Ex-diretor volta a falar no processo de doping

15 October 2026 at 16:31
Ex-diretor desportivo da W52 pretende voltar a prestar declarações, caso processo regresse à primeira instância. Em causa estão condenações de quatro anos e nove meses a Quintanilha e Ribeiro.

© NUNO VEIGA/LUSA

Recurso de Adriano Quintanilha, dono da equipa (à esquerda na foto), levou à repetição do julgamento

Ciclista italiano Filippo Ganna assina pela Lidl-Trek

13 October 2026 at 12:16
"O duas vezes campeão mundial de contrarrelógio" vai representar a equipa alemã Lidl-Trek nos próximos três anos. Diretor executivo da equipa mostra-se convicto face ao talento do ciclista italiano.

© GUILLAUME HORCAJUELO/EPA

Filippo Ganna era uma das grandes figuras da Netcompany INEOS

Scoprire l’identità di un territorio attraverso la segnaletica stradale

13 October 2026 at 03:45

Questo è un articolo del nuovo numero de Linkiesta Etc dedicato al tema dei limiti, disponibile in edicole selezionate a Milano e Roma, e negli aeroporti e nelle stazioni di tutta Italia. E ordinabile qui.

L’Ufficio Cartelli del Touring Club Italiano in uno scatto degli Anni 30. Disegnatori, grafici, calligrafi, incisori, verniciatori, operai metallurgici, tecnici, amministrativi: dalle loro mani uscirono centinaia di migliaia di cartelli che orientarono i viaggiatori sulle strade italiane fino agli Anni 70. Courtesy of Touring Club

Era il 1865 quando, per la prima volta, nel Regno Unito, fu introdotto un limite di velocità. Riguardava le road locomotive, locomotive che qualche ingegnere aveva pensato bene di togliere dai binari per metterle su strada. Il limite prevedeva un massimo di 3,2 km/h nei centri abitati, esteso a 6,4 km fuori città, e un essere umano munito di bandierina rossa che precedesse l’ingombrante veicolo. Nulla di cui stupirsi, se pensiamo che allora le strade si percorrevano a piedi o, molto raramente, a cavallo. Ne troviamo traccia, tra i tanti, nel romanzo di Grazia Deledda Canne al vento, dove nella Sardegna d’inizio ‘900, il protagonista Efisio impiega 2 giorni per raggiungere dal borgo natio il capoluogo Nuoro, oggi raggiungibile in auto in 35 minuti. 

Mentre una lettera che oggi impiega su gomma 2 giorni da Madrid per arrivare a Bruxelles, per Fernand Braudel nel XVI secolo ne impiegava 20, velocità che sarebbe rimasta pressoché inalterata per tre secoli, fino a quando arrivò un mezzo di locomozione avveniristico che cambiò non soltanto le velocità di percorrenza, ma la stessa funzione delle strade, ampliando la nostra percezione del mondo: la bicicletta, le cui “molecole d’acciaio” artisti come Filippo Tommaso Marinetti, Luciano Folgore, Umberto Boccioni celebrarono come simboli del dinamismo moderno. Se alle due ruote dobbiamo l’inizio della locomozione meccanizzata, non di meno le dobbiamo l’ampliamento dei nostri orizzonti, l’immaginario nazionale e internazionale, conquistato attraverso un’innovazione umile ma dagli esiti immensi, così consueta da sembrare lì da sempre: il segnale stradale, secondo le sue declinazioni oggi standard, di divieto, direzione, pericolo, rispettivamente, tondo, freccia, triangolo.

“Cartelli preziosi per gli egittologi” sulla rivista mensile del Touring Club Italiano. La vignetta umoristica s’accompagna al serissimo intento di convergere verso standard internazionali accessibili a tutto il mondo. Courtesy of Touring Club

Ma il protagonista di questa storia, in Italia, ha un nome: Touring Club Italiano, o meglio, Touring Club Ciclistico Italiano, il predecessore, fondato l’8 novembre 1894 a Milano da 57 velocipedisti guidati da Luigi Vittorio Bertarelli e Federico Johnson. A raccontarci la storia è Maria Chiara Minciaroni, ricercatrice e project officer di quella che oggi è diventata la Fondazione Touring Club Italiano, esperta di valorizzazione territoriale e referente per i progetti di segnaletica: «Il Touring nasce dal basso, oggi diremmo da una community di ciclisti, escursionisti, viaggiatori, fotografi, perché la bicicletta a quel tempo era il mezzo di trasporto del futuro, il primo prodigio tecnologico ad affermarsi nella mobilità moderna». 

Si trattava di un mezzo elitario, ma per i nostri visionari portava sulla canna il futuro: «La bicicletta costava tantissimo. I soci del Touring erano quindi benestanti che potevano permettersi di viaggiare, reinterpretando in chiave borghese il modello aristocratico del Gran Tour». Nacque così la prima delle grandi imprese del Club: la realizzazione e diffusione della segnaletica italiana. Parallelamente, sarebbero fiorite la cartografia e la guidistica, vero e proprio repertorio dell’arte e dell’architettura nazionale, ancora oggi testimoniato dalle celebri “Guide rosse”.

I progetti legati alla segnaletica, inizialmente finanziati dai soci, man mano che procedeva la standardizzazione di grafica e testi, venivano realizzati dai disegnatori tecnici: in questa pagina, una prova semilavorata di un cartello d’interruzione stradale. Courtesy of Touring Club

Ma come erano le strade prima che il Touring iniziasse la sua impresa? L’Italia appena unificata era un mosaico di territori mal collegati, con dialetti, sistemi di misura e toponomastiche differenti: «Chi percorreva le strade era disorientato», rievoca Minciaroni parlando dei primi anni del secolo scorso. «Non si trattava soltanto d’indicare una direzione, ma di costruire un linguaggio comune della mobilità. Così, in un Paese attraversato da ampie differenze regionali, la segnaletica fu uno dei primi strumenti di unificazione culturale ancor prima che infrastrutturale. “Far conoscere l’Italia agli italiani”, diceva Bertarelli, questo era l’obiettivo». Il che significava anche costruirne e diffonderne l’immaginario, documentandolo fotograficamente. «Era frequente per quei ciclisti montare sulla bicicletta una macchina fotografica, altro prodigio moderno al debutto, per recare traccia del paesaggio italiano, della sua varietà e bellezza, allora tutt’altro che noto a un popolo abituato a muoversi su scala locale». 

Il processo non fu facile. I cartelli erano costosi da realizzare e da posare, tanto che per anni furono frutto di mecenatismo, recando il nome del donatore in calce. Intendevano farsi capire dagli stranieri. Ma ancora non esistevano standard né nazionali né internazionali. Inoltre, non sempre ottenevano buona accoglienza. Le popolazioni locali non ne avevano bisogno: conoscevano già il loro territorio e non di rado percepivano il forestiero come uno scocciatore e i segnali stradali ausili che impedivano loro di guadagnare qualcosa indicandogli la strada. Così li danneggiavano. In alcune Regioni a forte identità locale, poi, erano considerati espressione dello Stato centrale italiano. Ne avrebbe fatto le spese la toponomastica, affiancata abusivamente o cancellata dalle vecchie denominazioni locali dei luoghi.

Cartello stradale con la pubblicità: perché no? Quella di Esso, per esempio. Courtesy of Touring Club

Passaggi cruciali, però, furono quelli della Prima e soprattutto Seconda guerra mondiale, che vide l’Italia occupata da truppe italiane e straniere in lotta: «La segnaletica fu spesso divelta, per avvantaggiare chi conosceva il territorio, gli italiani, rispetto agli altri». Ma l’opera del Touring sopravvisse, anzi, ne uscì rafforzata. Nel 1897 erano stati posati i primi 100 “pali indicatori”. Nel 1915, tra nuovi e sostituiti, ne sarebbero stati posati oltre 23 000. Intanto, tra Parigi e Rouen, nel 1894, si era tenuta la prima gara automobilistica, con motori sia a scoppio sia a vapore: primo classificato, Jules-Albert de Dion, sfrecciando a 18,5 km/h di media. Ma già l’anno seguente nella Parigi–Bordeaux–Parigi, la benzina avrebbe trionfato a 24 km/h. «Un’altra era della velocità già germinava: nel 1924 viene costruita tra Milano e Varese la prima autostrada del mondo, detta dei Laghi». 

Il Touring l’aveva fiutata già un quarto di secolo prima, lasciandosi alle spalle quel nobile aggettivo – “ciclistico” – dal quale il sogno veloce della modernità era partito. E dando nuovo impulso all’impresa segnaletica. Al suo fianco non più sognatori, ma i nuovi capitani d’industria dell’auto: Fiat e Pirelli. Cosìcché, nonostante il passaggio della Seconda guerra mondiale, nel 1953 i cartelli sarebbero diventati 426 000. Dopo 80 anni di collaborazione, nel 1973 la segnaletica è rientrata definitivamente nella esclusiva competenza dello Stato. Ma il Touring non è uscito di scena. Minciaroni: «La segnaletica oggi non è più soltanto al servizio della sicurezza e dell’orientamento, ma un progetto di marketing territoriale: noi parliamo di comunicazione d’ambiente, fornendo consulenza agli enti locali che ce la chiedono».

Nel 1919 sulla rivista mensile del Touring ci s’interroga su “i cartelli indicatori… nei libri dei popoli”: qui, la “cunetta” in rumeno. Courtesy of Touring Club

Perché un cartello che orienta o racconta, come mostra la segnaletica “turistica” in cui spesso c’imbattiamo, esprime l’identità di un territorio: «Parla attraverso i materiali che impiega, la grafica, il modo di esplicitare le informazioni». Dopo decenni di centralità automobilistica, le biciclette ora tornano a dettare l’agenda della velocità, insieme a e-bike e monopattini. Le e-bike a pedalata assistita sono equiparate a biciclette se il motore non supera 250 W e l’assistenza s’arresta a 25 km/h. Oltre, sono assimilate ai ciclomotori, con obblighi aggiuntivi. I monopattini elettrici, invece, possono circolare fino a 20 km/h, ma devono limitarsi nelle aree pedonali a 6 km/h, salvo vincoli comunali aggiuntivi. La locomotiva “scionfante” del 1865, insomma, oggi si contenderebbe la strada con gli irrequieti e-scooter. Forse, allora, un omino con bandierina rossa a precederli sarebbe ancora una utile precauzione a tutela del solo locomotore attorno a cui non è ancora stato pensato un sistema di segnaletica: il pedone, quel bipede implume cui tutto si deve.

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Iúri Leitão disputa omnium e madison nos Mundiais de pista

12 October 2026 at 18:39
O campeão olímpico de madison e vice-campeão de omnium em Paris2024 compete em Xangai entre 14 e 18 de outubro, na primeira prova de qualificação para Los Angeles2028.

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

Maria Martins vai ser a primeira portuguesa em ação, na quarta-feira, no scratch

Ciccone na Pinarello Q36.5 por três temporadas

12 October 2026 at 16:27
Vice-campeão europeu de fundo e terceiro na Volta à Lombardia, o italiano de 32 anos vai encontrar Tom Pidcock na equipa suíça. "Preciso de um novo desafio."

© LUCA ZENNARO/EPA

O transalpino, de 32 anos, terminou a época em grande forma, com o segundo lugar na prova de fundo dos Europeus, que perdeu por milímetros para o belga Remco Evenepoel

Não deu para o pódio, valeu pelo espectáculo: Miguel em 8.º

11 October 2026 at 16:04
Depois do pódio que voou na última volta para Surra na corrida superpole, Miguel Oliveira partiu mal, teve uma curva larga a abrir, desceu a 14.º mas ainda conseguiu entrar no top 10 da corrida 2.

© Eurasia Sport Images

Miguel Oliveira conseguiu o segundo melhor fim de semana da temporada no Estoril, apenas superado pelos três terceiros lugares em Portimão
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