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Soldado do Exército que desapareceu com arma é preso em Pernambuco

21 October 2026 at 18:07

Um soldado do Exército foi preso em Pernambuco, na madrugada desta quarta-feira (21), após deixar o quartel durante o serviço de sentinela levando o armamento individual. O caso ocorreu no último sábado (17).

Pedro Gabriel Bezerra do Nascimento se apresentou à 7ª DPH (Delegacia de Polícia de Homicídios), em Paulista, na região metropolitana do Recife, segundo o Comando Militar do Nordeste.

De acordo com o Exército, a Justiça Militar da União decretou a prisão preventiva do soldado no mesmo dia.

Na madrugada desta quarta, a Polícia Civil recebeu informações sobre a localização do militar e realizou diligências nos endereços indicados.

Diante da possibilidade de ser preso, a defesa do soldado entrou em contato com a delegacia e informou que ele se apresentaria à unidade policial. Após a apresentação, o mandado de prisão foi cumprido.

Militar chegou a ser dado como desaparecido

Pedro Gabriel estava desaparecido desde o último sábado, quando deixou o 7º Depósito de Suprimento, no bairro do Cabanga, no Recife, durante o serviço de sentinela, levando o armamento individual, um fuzil calibre 7,62 milímetros e 20 munições.

Segundo o advogado da família, Jario Santos, o soldado se apresentou sem o fuzil e sem as munições.

Além disso, ainda de acordo com o advogado, o soldado relatou ter um lapso de memória sobre o que aconteceu no sábado e não soube explicar onde está o armamento.

Jario disse ainda que, segundo o militar, ele estava sem acesso à internet e, quando conseguiu se conectar, viu o apelo feito pela mãe nas redes sociais e soube da prisão da namorada, suspeita de ajudá-lo. De acordo com o advogado, esses fatores motivaram a decisão de se apresentar à polícia.

O advogado também informou que a namorada do soldado está grávida de dois meses e que a gestação é considerada de risco. Ela foi presa sob suspeita de envolvimento no caso.

Militar permanece sob custódia

Após a prisão, Pedro Bezerra foi levado ao IML (Instituto de Medicina Legal) para realizar exame de corpo de delito.

Em seguida, foi encaminhado ao 4º Batalhão de Polícia do Exército (BPE), onde permanece custodiado.

Em nota, o Comando Militar do Nordeste informou que continuará atuando nas investigações em conjunto com os órgãos de segurança pública. O objetivo, segundo o comunicado, é recuperar o material levado pelo soldado.

Quem é Nelson Wilians, advogado alvo de operação da Polícia Federal

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

Vinagre en el pelo: de truco de la abuela a fórmula mágica para el cuidado capilar

21 October 2026 at 04:30

Hace no tanto, en muchas casas había una botella de vinagre que no se utilizaba únicamente en la cocina. Más allá de los trucos de limpieza, madres y abuelas reservaban un pequeño chorro para el último aclarado del pelo, diluido en agua y con dos objetivos muy propios de otoño: devolver el brillo a la melena después del verano y enfrentarse a los temidos piojos de la vuelta al colegio. TikTok ha recuperado la costumbre y la industria cosmética ha conseguido hacerla más apetecible. El olor penetrante y las medidas a ojo han dado paso a vinagres de frambuesa, mascarillas glossy y tratamientos prelavado. “Actualmente se ha puesto de moda el uso de vinagre para el pelo y es uno de esos remedios de la abuela que han perdurado en el tiempo. La razón es que sí tiene una base científica real, aunque en las redes se ha exagerado calificándolo de milagroso”, explica el doctor Francisco Javier Ruiz Solanes, cirujano capilar, director médico de Clínica Esbeltia, en Málaga, y miembro de Top Doctors.

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© Matteo Scarpellini (EL PAÍS)

Dos modelos en el ‘backstage’ del último desfile de Isabel Marant en París.

Lula moviliza apoyos en Bahía y Pernambuco

21 October 2026 at 03:32

Brasilia, 20 oct (Prensa Latina) El presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, encabezó hoy una multitudinaria caminata entre Juazeiro, Bahía y Petrolina, Pernambuco, para reforzar su campaña rumbo al balotaje del próximo 25 de octubre.

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La UCO cuestiona la veracidad del tiroteo al coche de Aldama

20 October 2026 at 19:36

La Unidad Central Operativa (UCO) de la Guardia Civil cuestiona que uno de los vehículos del comisionista Víctor de Aldama sufriese un tiroteo como amenaza, según consta en uno de sus informes enviados a la Audiencia Nacional. Los agentes han interceptado varias comunicaciones donde el empresario informa a la aseguradora de que le “han intentado robar” en su Audi A8 y que han tratado de “romper el cristal” con un “punzón”, pero no lo “han conseguido”. “No hemos puesto denuncia porque no lo hemos visto. Ha sido de madrugada y poner denuncia es ridículo porque es perder tres horas”, añadió Víctor de Aldama.

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© Rodrigo Jimenez (EFE)

El comisionista Víctor de Aldama sale del Supremo el pasado junio.

Homem preso por engano deve receber R$ 30 mil de indenização do Estado pernambucano

20 October 2026 at 17:26

Antônio Severino de Souza, de 40 anos, foi preso no próprio local de trabalho, em um hospital do Recife, por crimes que não cometeu. Depois de passar 12 dias encarcerado, ele conseguiu a liberdade e agora tem direito a receber R$ 30 mil por danos morais, conforme sentença da Justiça de Pernambuco. O governo estadual, no entanto, recorreu da decisão.

Auxiliar de serviços gerais terceirizado no Hospital Eduardo Campos da Pessoa Idosa, na zona oeste da capital pernambucana, Souza foi detido em 9 de janeiro de 2025. A prisão ocorreu diante de colegas de trabalho, superiores, pacientes e visitantes. No dia seguinte, ele foi levado ao Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, na região metropolitana do Recife.

O período na unidade prisional deixou marcas. Em relato sobre os dias de encarceramento, Souza descreveu as condições da cela onde ficou com outros detentos.

“Cheguei naquele lugar, com 183 homens dentro de uma cela. Eu dormi no chão, deitava lá no chão, no esgoto, a água caindo em mim”, contou.

Investigação confundiu dois homens

A prisão teve origem em uma investigação sobre um ataque a tiros ocorrido em 15 de dezembro de 2022, no bairro de Nova Descoberta, na zona norte do Recife. Segundo a denúncia do Ministério Público de Pernambuco, dois homens armados atiraram contra duas pessoas durante uma disputa territorial ligada ao tráfico de drogas. Uma delas morreu e a outra ficou ferida.

Souza foi apontado como um dos autores dos disparos e associado ao apelido de “João Capeta”. Ao contestar a prisão, sua defesa alegou que a investigação o havia identificado equivocadamente como suspeito dos crimes.

Após ser provocada pela defesa, a Polícia Civil produziu um relatório que reconheceu a possibilidade de a vítima sobrevivente ter confundido Souza com o verdadeiro suspeito. O documento identificou semelhanças entre os dois homens, incluindo características físicas e o fato de morarem na mesma comunidade.

Outro ponto destacado foi a semelhança entre os nomes das mães dos dois, que se diferenciavam pela presença do sobrenome “Silva” em um deles. Segundo o relatório policial, porém, o verdadeiro suspeito tinha qualificação e histórico diferentes dos de Souza.

Ele deixou a prisão em 21 de janeiro de 2025. Ao recordar o momento, descreveu a soltura como um recomeço.

“Foi como se eu nascesse de novo, voltasse ao mundo novamente”, afirmou. Ele também disse que, mesmo sabendo que era inocente, chegou a perder a esperança de sair da cadeia.

Justiça reconhece danos morais

A sentença foi assinada em 28 de setembro pelo juiz Breno Duarte Ribeiro de Oliveira, da 4ª Vara da Fazenda Pública da Capital, vinculada ao Tribunal de Justiça de Pernambuco. O magistrado considerou que a prisão indevida provocou danos que ultrapassaram os transtornos comuns do cotidiano.

Na decisão, ele destacou o constrangimento de Souza ter sido detido diante de outras pessoas no trabalho e depois encaminhado a uma unidade prisional.

O trabalhador havia pedido R$ 500 mil de indenização por danos morais. O juiz, entretanto, considerou o valor desproporcional e fixou a reparação em R$ 30 mil. Entre os fatores considerados estava o reconhecimento do erro pela autoridade estatal após a defesa questionar a prisão.

O Estado de Pernambuco sustentou no processo que a medida havia sido baseada em informações fornecidas pela vítima sobrevivente à polícia. Argumentou ainda que a atuação ocorreu no exercício regular das funções policiais e judiciais, sem abuso de poder ou intenção de causar dano.

Governo recorre da condenação

A Procuradoria-Geral do Estado apresentou recurso em 13 de outubro. Na apelação, defendeu que a investigação foi corrigida pela própria Polícia Civil e que eventuais equívocos na coleta de indícios não significam, por si só, que houve conduta passível de indenização.

O órgão afirma que a prisão não decorreu de dolo, má-fé ou erro grosseiro indenizável. A Secretaria de Defesa Social informou que a Corregedoria-Geral instaurou um procedimento preliminar para apurar o caso.

Além dos efeitos emocionais, Souza afirma que a prisão teve consequências na vida profissional. Ele foi demitido em abril de 2026 e acredita que o desligamento está relacionado ao período em que ficou preso.

Desempregado, diz que deseja voltar a trabalhar com carteira assinada e recuperar a estabilidade para sustentar os filhos. Sua defesa também avalia recorrer da sentença para tentar elevar o valor da indenização.

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La Justicia ordena a la UCO cotejar los datos fiscales y de la Seguridad Social de González Amador

20 October 2026 at 14:42
La Audiencia Provincial de Madrid revoca una decisión anterior del juez de posponer el examen de dichos datos al resultado de las primeras pesquisas de la Guardia Civil sobre sus cuentas Leer

La Audiencia Provincial de Madrid revoca una decisión anterior del juez de posponer el examen de dichos datos al resultado de las primeras pesquisas de la Guardia Civil sobre sus cuentas

El DAO investigó a la UCO cuando sus agentes aún comprobaban el origen de la filtración de los WhatsApps de Sánchez y Ábalos

17 October 2026 at 23:00
El presidente del Gobierno, Pedro Sánchez, junto a José Luis Ábalos, en una reunión del Comité Federal del PSOE

El director adjunto operativo (DAO) de la Guardia Civil, Manuel Llamas, ordenó abrir una información reservada para investigar si la filtración de los WhatsApp de Pedro Sánchez y José Luis Ábalos publicados por El Mundo procedía de la Unidad Central Operativa (UCO) mientras los agentes seguían revisando los dispositivos de la Operación Delorme para comprobar si contenían los mensajes difundidos por el periódico. La cronología figura en la documentación incorporada a la causa que instruye el juez Santiago Pedraz, que ha pedido nuevas explicaciones sobre aquellas comprobaciones y sobre la información que manejaba la cadena de mando.

El 11 de mayo de 2025, después de que El Mundo publicara nuevas conversaciones entre el presidente del Gobierno y su entonces ministro de Transportes, el DAO llamó al jefe de la Jefatura de Armas, Explosivos y Seguridad (JAES) y se reunió con él en la Dirección General de la Guardia Civil. Según declaró este mando ante la UCO, el DAO le comunicó que tenía intención de abrir una información reservada a raíz de las noticias sobre la investigación de Ábalos y Koldo García y le preguntó si tenía algún inconveniente en asumir la instrucción.

Una "posible filtración" de la UCO

La reunión se celebró entre las 11.30 y las 12.00 horas. La orden formal llegó al instructor el 13 de mayo, en un sobre cerrado, según su declaración. El objetivo era esclarecer una posible filtración por parte de la UCO relacionada con las investigaciones que desarrollaba y con las informaciones publicadas en prensa.

Sin embargo, ese mismo 11 de mayo, un mensaje de WhatsApp de López Malo a Llamas reflejaba que la UCO estaba revisando los dispositivos del 'caso Koldo' —discos duros, memorias USB, teléfonos y tabletas— "por si apareciera lo publicado en el diario Mundo". En la misma conversación se indicaba que no había nada relativo a los dispositivos a los que se refería Ábalos.

El mensaje no acredita por sí solo que la UCO hubiera abierto una investigación formal para identificar el origen de la filtración, pero sí que estaba buscando en los dispositivos que analizaba para saber si se encontraban los mensajes filtrados a la prensa y si se encontraban entonces poder actuar al respecto. Sin embargo, Manuel Llamas no esperó a que terminasen de evaluar la situación y decidió que, mientras buscaban, el DAO ponía en marcha una investigación interna para determinar si las conversaciones habían salido de la propia Unidad.

Pedraz pide aclarar la secuencia

El juez Santiago Pedraz ha pedido aclarar precisamente esa secuencia. En una providencia reclamó al jefe de la UCO un informe sobre la conversación del 11 de mayo y sobre los dispositivos intervenidos a Koldo García que podían contener información relacionada con la publicación. El magistrado quiere que se explique lo que la defensa de Llamas presenta como una contradicción entre la afirmación de que no había nada en los dispositivos a los que se refería Ábalos y el hecho de que la UCO continuara revisando otros equipos del caso para localizar los mensajes.

La cronología incluye un segundo mensaje que añade relevancia al episodio. El 14 de mayo, a las nueve de la mañana, el jefe de Policía Judicial remitió un WhatsApp al entonces responsable de la UCO en el que le trasladaba: "Me ha dicho DAO que tiene claro que la filtración no sale de UCO".

El jefe de Policía Judicial explicó que había comunicado previamente que la UCO no podía haber sido el origen de la filtración por razones cronológicas relacionadas con los archivos de los dispositivos. Según su declaración, el archivo más reciente del equipo del que supuestamente procedían los mensajes databa de octubre de 2021, antes de algunas de las conversaciones difundidas. Preguntado sobre si Llamas conocía esa circunstancia, respondió afirmativamente y aportó el mensaje del 14 de mayo como respaldo.

Pese a ello, la información reservada siguió su tramitación administrativa. El informe de la UCO destaca expresamente que, aunque el DAO conocía —según el testimonio del jefe de Policía Judicial— que la filtración no procedía de la Unidad, no se acordó el archivo de las actuaciones internas.

La difusión de datos personales

La defensa de Llamas sostiene que la apertura de la información reservada respondía a la necesidad de esclarecer la posible difusión de datos personales y que la actuación del DAO estaba justificada por la publicación de las conversaciones. También cuestiona la interpretación de los mensajes relativos a los dispositivos. Esa es la versión de la defensa, que debe contrastarse con los mensajes y las declaraciones incorporados a la causa.

La providencia de Pedraz no da por resuelta la controversia. El juez ha solicitado nuevas explicaciones a la UCO para contrastar la documentación aportada por la defensa con los extremos que constan en los informes y las declaraciones. Entre ellos figura la diferencia entre los dispositivos a los que se refería Ábalos y el conjunto de equipos que estuvo investigando la unidad.

La cronología documental sitúa, por tanto, el inicio de la información reservada el mismo día en que la UCO comunicaba que seguía buscando en sus dispositivos los mensajes publicados por El Mundo, sin dar por parte de DAO margen a que la duda sobre si estos mensajes se encontraban en posesión de la UCO en ese momento se resolviera de forma orgánica.

De las informaciones reservadas muy graves que abrió la cúpula de la Guardia Civil de 2024 a 2026 sólo las de la UCO tienen que ver con supuestas 'filtraciones'

16 October 2026 at 23:03
Varios agentes de la UCO de la Guardia Civil, durante un registro

La documentación aportada por el director adjutno operativo (DAO) de la Guardia Civil al magistrado Santiago Pedraz, recoge, entre otros, la relación de las 58 investigaciones reservadas por infracciones muy graves aplicadas por la cúpula de la Guardia Civil entre junio de 2024 y junio de 2026. La mayoría, según el documento al que ha tenido acceso El Independiente, corresponde a casos de abusos de atribuciones, desobediencia, incompatibilidades, trato vejatorio, abandono de servicios o negativa a someterse a pruebas, pero ninguna de ellas aparece vinculada a filtraciones de información.

La relación forma parte de la documentación aportada por la defensa del DAO, Manuel Llamas, después de su declaración ante Pedraz. El escrito explica que Llamas había señalado ante el magistrado que las informaciones reservadas "no son excepcionales" dentro de la Guardia Civil y que él mismo había abierto seis. El listado que se entrega al juez recoge únicamente aquellas de las que el DAO tiene conocimiento porque terminan vinculadas a infracciones muy graves. Según su declaración, si se sumaran las relativas a infracciones graves, leves o aquellas que finalmente no conllevan responsabilidad, el número podría situarse en torno al millar.

La relación, por tanto, no recoge todas las informaciones reservadas abiertas por la Guardia Civil durante esos dos años, sino el conjunto de 58 que la documentación vincula a infracciones muy graves. Y el contenido de esas investigaciones ofrece una fotografía bastante precisa de para qué se utilizó esta herramienta disciplinaria durante el periodo analizado.

El régimen disciplinario de la Guardia Civil

La conducta que aparece de forma reiterada es el abuso de atribuciones previsto en el artículo 7.7 del régimen disciplinario de la Guardia Civil. Junto a ella figuran casos relativos a incompatibilidades, discriminación o acoso, trato inhumano, degradante o vejatorio, incumplimiento o abandono de servicios de especial relevancia, grave desobediencia o indisciplina, omisión injustificada de auxilio y negativa injustificada a someterse a pruebas médicas o de alcohol y drogas.

El listado distribuye estos casos entre puestos, compañías, comandancias y otras unidades de la Guardia Civil de distintos puntos de España. Es decir, se trata fundamentalmente de investigaciones sobre la actuación profesional de los agentes y mandos como posibles abusos en el ejercicio de sus funciones, incumplimientos del servicio, conductas incompatibles con el cargo o actuaciones que pudieran causar un perjuicio grave.

La Ley Orgánica 12/2007 establece que la información reservada es una actuación previa al inicio de un procedimiento disciplinario. El artículo 39.5 permite a la autoridad disciplinaria ordenarla para esclarecer los hechos, determinar a sus posibles responsables y decidir si procede o no iniciar un procedimiento sancionador.

No aparece la filtración de información

En esa relación de 58 investigaciones no aparece, sin embargo, la filtración de información como conducta que haya motivado la apertura. No figuran como objeto de esas informaciones la publicación de informes policiales, la difusión de documentación judicial o la revelación de información reservada a medios de comunicación. Es precisamente este dato el que diferencia los casos relacionados con la UCO que el DAO ha tenido que explicar ante Pedraz.

La propia documentación aportada por Llamas incluye, además, tres informaciones reservadas abiertas por él distintas que no tienen como destinataria a la UCO. Una fue dirigida a Asuntos Internos; otra, a una Agregaduría de Interior en el extranjero por una filtración a la prensa; y una tercera afectó a un oficial del Sector de Tráfico por el uso para fines particulares de vehículos oficiales.

La primera de ellas está documentada en un escrito firmado por el propio Llamas el 30 de agosto de 2024. El DAO recibió un escrito procedente de la Agregaduría de Interior en Tánger en el que se comunicaba la filtración a la prensa de una nota informativa elaborada por el agregado y distribuida a varios destinatarios dentro de la Guardia Civil. Llamas ordenó entonces instruir una información reservada para esclarecer los hechos y determinar si procedía iniciar un procedimiento sancionador.

Pero esta investigación no forma parte de las 58 que constituyen la relación de informaciones reservadas por infracciones muy graves aportada al juez. Es decir, la propia documentación distingue entre esa información por una filtración y el listado de las 58 investigaciones que el DAO utiliza para contextualizar la frecuencia y naturaleza de estas actuaciones disciplinarias.

A la UCO sí

El contraste con la UCO es especialmente significativo. La primera información reservada relacionada con la unidad la abrieron el 4 de diciembre de 2024, después de que la prensa publicara direcciones de correo electrónico de personas a las que no se estaba investigadando en la causa de Badajoz contra David Sánchez, hermano del presidente del Gobierno.

Según la versión aportada por la defensa del DAO, Llamas se encontraba en París el 29 de noviembre de 2024 cuando tuvo conocimiento de la publicación. Pidió explicaciones al general jefe de la Policía Judicial y consideró insuficiente tanto la explicación verbal recibida como la primera nota de despacho que se le remitió. Fue después de esas explicaciones cuando ordenó abrir la información reservada.

La investigación puso posteriormente el foco en el supuesto incumplimiento del "Protocolo de control documental" en la documentación remitida al órgano judicial. Según la explicación ofrecida por el DAO, se habían incluido datos personales de personas ajenas a la investigación bajo la premisa de que no serían puestos en manos de las partes del procedimiento, algo que finalmente ocurrió.

Sánchez y Ábalos

El segundo caso es todavía más claro en cuanto a su relación con una posible filtración. Se trata de la información reservada abierta después de la publicación de los mensajes de WhatsApp intercambiados entre Pedro Sánchez y José Luis Ábalos.

El 11 de mayo de 2025, El Mundo publicó los mensajes y, al día siguiente, comenzaron las acusaciones públicas que apuntaban a la UCO como posible origen de la filtración. La documentación aportada por el DAO sostiene que la unidad tenía bajo su custodia dispositivos incautados en el 'caso Koldo' y que todavía estaba analizando parte de ese material. Por ello, Llamas defendió que existían elementos suficientes para investigar si los mensajes publicados podían haber salido de alguno de esos dispositivos.

La información reservada se abrió el 12 de mayo de 2025 y posteriormente fue cerrada después de que Ábalos afirmara que había autorizado la difusión de los mensajes. La UCO negó que los WhatsApp hubieran salido de los dispositivos que estaban bajo su custodia. La defensa del DAO insiste, no obstante, en que la investigación estaba justificada porque los mensajes afectaban a datos personales del presidente del Gobierno y porque inicialmente existía una duda sobre su posible origen.

Existe además una tercera información reservada relacionada con la UCO, aunque de naturaleza diferente a las dos anteriores. Según la documentación aportada por el DAO, fue incoada por la directora general de la Guardia Civil y estaba desvinculada de una instrucción judicial concreta. Se sitúa en el contexto de las notas de despacho de abril y mayo de 2025 que alertaban de una supuesta "campaña de descrédito contra la UCO". La defensa de Llamas niega que el DAO ocultara durante ocho días una de esas notas y sostiene que la comunicación fue finalmente despachada el 8 de mayo.

No todo acaba en información reservada

El propio DAO explicó ante el juez que la diferencia entre unas filtraciones y otras estaba precisamente en la naturaleza de la información afectada. Según su versión, cuando una filtración se produce dentro de una investigación penal y no afecta a datos de terceras personas ajenas al procedimiento, corresponde al magistrado instructor decidir si debe investigarse y no necesariamente se abre una información reservada desde la Guardia Civil. En cambio, defendió la apertura de las investigaciones relacionadas con la UCO cuando estaban comprometidos datos personales de terceros.

La documentación aportada al juez muestra, además, que no todas las filtraciones de informes de la UCO provocaron una actuación disciplinaria de la Dirección General. En el caso de Begoña Gómez, el juez Peinado abrió una pieza separada para investigar la filtración de un informe de la unidad. En la causa de David Sánchez, en cambio, la magistrada Biedma no abrió una investigación judicial y tampoco se inició una información reservada desde la Dirección General de la Guardia Civil.

El propio listado de 58 casos aporta otro elemento relevante para el debate sobre la actuación del DAO. Según la documentación, sólo en 2025 se abrieron cuatro expedientes disciplinarios por infracciones muy graves contra agentes de la UCO que no estuvieron precedidos de una información reservada porque, según explicó Llamas, los hechos estaban claros. La Guardia Civil, por tanto, no recurrió siempre a esta vía cuando se trató de posibles infracciones muy graves cometidas por miembros de la unidad.

La relación aportada a Pedraz permite así establecer una diferencia entre la utilización ordinaria de las informaciones reservadas por infracciones muy graves y los casos que han provocado la controversia en torno a la UCO.

El DAO justifica ante Pedraz las sanciones a la UCO pese a que el Supremo le frenó una investigación: "La vía judicial prevalece a la disciplinaria"

15 October 2026 at 21:47
Imagen del acto de la festividad de la Virgen del Pilar, patrona de la Guardia Civil

El director adjunto operativo (DAO) de la Guardia Civil, Manuel Llamas, defiende ante el juez Santiago Pedraz que los agentes de la Unidad Central Operativa (UCO) siguen sometidos al régimen disciplinario del Instituto Armado aunque actúen como Policía Judicial. Su argumento tiene un antecedente incómodo dentro de la misma causa, ya que en mayo de 2025, el magistrado del Tribunal Supremo Leopoldo Puente rechazó tajantemente una información reservada impulsada por la cúpula de la Guardia Civil y su respuesta acabó llevando al archivo de las actuaciones sin que se practicara ninguna diligencia.

El contraste entre estos dos conceptos salta a la luz después de la documentación que ha aportado Llamas a Pedraz. En su escrito, el DAO invoca la relación entre la dependencia funcional de los agentes respecto de jueces y fiscales y la potestad disciplinaria de sus mandos para defender que la condición de Policía Judicial no los sitúa al margen de las normas internas de la Guardia Civil.

Sin embargo, el episodio de mayo de 2025 evidencia que esa potestad no puede ejercerse de espaldas a la autoridad judicial que dirige una investigación. Fuentes de la UCO consultadas por El Independiente resumen el principio que, a su juicio, debe regir en estos casos: "La vía judicial prevalece a la disciplinaria". Cuando una actuación interna puede interferir en una investigación judicial, explican, debe prevalecer esta última y paralizarse la actuación disciplinaria que pueda comprometerla.

La decisión de Leopoldo Puente

El antecedente que se encuentra en la misma causa y que documentó la UCO en uno de sus informes se produjo después de que se ordenara una información reservada relacionada con la publicación de mensajes de WhatsApp entre el entonces ministro José Luis Ábalos y el presidente del Gobierno, Pedro Sánchez. La actuación pretendía indagar sobre el origen de las filtraciones periodísticas. La iniciativa se puso en marcha en mayo de 2025, en un momento en el que la UCO desarrollaba investigaciones judiciales sensibles para el entorno del Ejecutivo.

Según la documentación incorporada a la causa, el general que instruía aquella información reservada se reunió con responsables policiales y les trasladó su intención de informar a los magistrados que dirigían las investigaciones afectadas. El jefe de la UCO le desaconsejó hacerlo, al considerar que los agentes actuaban como Policía Judicial y que debían rendir cuentas ante el juez o fiscal responsable de cada procedimiento, no ante otros órganos ajenos a esa dirección funcional.

El instructor de la información reservada, sin embargo, ya había contactado con los magistrados. En el caso del Tribunal Supremo, la respuesta de Leopoldo Puente fue tajante. De acuerdo con la documentación presentada en la causa, la reacción del magistrado, transmitida al DAO, llevó a que se acordara el archivo de la información reservada sin practicar diligencia alguna.

La secuencia ilustra el límite de la potestad disciplinaria cuando la iniciativa interna afecta a una investigación judicial. No fue una investigación administrativa la que resolvió si había que practicar diligencias sobre los hechos investigados judicialmente, ya que la intervención del magistrado condicionó el desenlace de la información reservada.

Dependencia orgánica y funcional

En el escrito remitido a Pedraz, Manuel Llamas sostiene que la condición de Policía Judicial no exime a los agentes de la UCO del régimen disciplinario de la Guardia Civil. La cuestión jurídica exige distinguir dos planos. Los investigadores pertenecen orgánicamente al instituto armado, pero, cuando trabajan en una causa penal concreta, dependen funcionalmente del juez, tribunal o fiscal que dirige las pesquisas.

La Ley Orgánica 2/1986, de Fuerzas y Cuerpos de Seguridad, recoge esa doble relación en su artículo 31. El Real Decreto 769/1987, que regula la Policía Judicial, desarrolla la dependencia funcional de la autoridad judicial y fiscal en las tareas de investigación criminal. Su artículo 11 establece, además, que las instrucciones técnicas de los superiores policiales no pueden contradecir las órdenes dictadas por el juez o fiscal para la investigación encomendada.

La normativa incluye una garantía específica para proteger esa función: los agentes de Policía Judicial no pueden ser apartados de una investigación concreta hasta que finalice, salvo decisión o autorización de la autoridad judicial o fiscal competente. La regla pretende evitar que una decisión de la jerarquía policial interfiera en el desarrollo de las diligencias que están bajo dirección judicial.

El régimen disciplinario, por tanto, no desaparece cuando un guardia civil ejerce funciones de Policía Judicial. Pero tampoco puede interpretarse como una habilitación para que los mandos policiales intervengan sin límites en el trabajo de una unidad que actúa por encargo judicial. El artículo 17 del Real Decreto 769/1987 contempla expresamente la relación entre la autoridad judicial y la potestad disciplinaria y permite que jueces, tribunales y fiscales insten actuaciones disciplinarias cuando consideren que la conducta de un funcionario puede merecer sanción y prevé su intervención cuando los hechos tengan relación directa con la investigación.

El argumento del DAO ante Pedraz

Llamas ha remitido su escrito a Pedraz en respuesta a un requerimiento judicial dentro de la causa que investiga una presunta trama de influencias y actuaciones dirigidas a obstaculizar investigaciones policiales y judiciales. El magistrado había pedido aclaraciones sobre diferentes actuaciones de la Guardia Civil y su eventual relación con investigaciones en curso.

El DAO defiende que la estructura jerárquica del cuerpo conserva sus competencias disciplinarias sobre los agentes de la UCO. Pero el precedente de Puente obliga a atender a la otra parte de esa relación que tiene que ver con la dirección de las investigaciones penales corresponde a los jueces y fiscales competentes y las actuaciones internas no pueden convertirse en una vía para interferir en ellas.

La información reservada de mayo de 2025 no equivale a los expedientes disciplinarios que ahora se analizan ante Pedraz, ni el archivo de aquella actuación supone por sí mismo la anulación de estos procedimientos. Se trata de actuaciones distintas. Su conexión está en el debate de fondo sobre hasta dónde puede llegar la potestad de los mandos de la Guardia Civil cuando los agentes afectados trabajan en investigaciones judiciales.

Pressure mounts on EU leaders to strike a budget deal by December

15 October 2026 at 23:03

EU leaders met Thursday (15 October) for their first face-to-face talks on the 2028–2034 budget, killing the latest negotiation proposal put forward by Ireland.

Dublin, which holds the symbolic EU Council presidency, proposed cuts of up to €141bn from the long-term budget,  about eight percent less than the commission proposal. But it failed to make anybody happy, for different reasons. 

And now, EU Council president António Costa has been tasked to deliver a new compromise before EU leaders meet again on 26 November in Brussels, with the goal of striking a deal during the summit in December. 

An EU official said Costa deemed the deal in December as “essential,” urging EU capitals “to assume their responsibility”.

For Denmark, for example, it is important to have more funds for defence, borders, illegal migration, and competitiveness. “It will probably be as difficult as it was last time or even more difficult,” said Danish prime minister Mette Frederiksen ahead of the meeting.

“We need unanimity in the Council. We are far from that unanimity,” also said German chancellor Friedrich Merz before meeting counterparts.

The EU is divided into two camps. The so-called Frugals (Germany, Austria, Denmark, Finland, the Netherlands, and Sweden) want “several hundred billion” more to be cut, mostly from agriculture and cohesion funds, while 17 EU member states (self-named as Friends of Cohesion) criticise the savings. 

But time is of the essence to reach a deal this year, especially for French president Emmanuel Macron. France will hold presidential elections in the spring, and if Marine Le Pen, leader of the far-right National Rally party, wins, reaching an EU deal would become far more difficult.

Le Pen has pledged that, if she comes to power, she will halve France’s contribution to the EU budget.

And Macron reportedly said in the room with EU leaders that from January onwards, there will be no political room for reaching an agreement.

‘Easier to give up what you don’t yet have’

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‘He seemed happy’: families still waiting for news of vanished Ceuta migrants, as EU leaders discuss stronger borders

15 October 2026 at 06:36

As EU leaders gather in Brussels on Thursday and Friday (15-16 October) to discuss, among other things, the issue of Europe’s southern border, countless Moroccan families cling to the hope they may see their children again after they entered the Spanish enclave of Ceuta in north Africa in July. 

“Ayoub left on 30 July at 2PM. Since that day, I haven’t heard anything from him, apart from the fact that he went to Ceuta,” his brother said.

Ayoub Elkhamlichi was 27 when he left the north of Morocco for the nearby border with Ceuta, a half-hour drive from his home. 

In the commotion that accompanied the rush of an estimated 72,000 mostly Moroccans into the enclave over 30 and 31 July 2026, 141 people were reported to have lost their lives while attempting the crossing. 

Those that have not been heard of since that deadly July remain innumerable. 

Among them is Ayoub, who had been working in a local konafa shop before leaving.

His brother Mohamed Ali laments that he’d forgotten his ID card, which will reduce the chances he’ll be identified if he’s ever found. 

“The border with Ceuta was opened, so everyone left Morocco, because the city of Tetouan offers few job opportunities,” Mohamed Ali told EUobserver, from his home in one of Morocco’s closest cities to the Spanish border. 

“Ayoub managed to find a job, but the pay was low. So he went to Ceuta,” he said. His family, meanwhile, “are in a state of anxiety and fear.”

It has been 11 weeks since Khaled’s dad Said has also seen his son, 26, who left for Ceuta from Tidass, a small Moroccan town, which Said said “has its problems.”

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Leaders eye deep EU budget cuts, while long-term joint borrowing becomes the new normal

14 October 2026 at 12:21

Last Saturday, the Irish presidency of the EU proposed cutting nearly €160bn from the EU’s next seven-year budget against the European Commission’s proposal, a bid to bring the wealthiest, frugal member states on board. The deepest cuts fall on competitiveness (€75bn), external action (almost €38bn) and the EU’s administration costs (€10bn).

What the plan leaves alone is the borrowing.

The Irish text, known in Brussels as the negobox, keeps all three of the commission’s borrowing programmes that sit outside the budget’s normal limits: Catalyst Europe, a €150bn lending facility; a crisis mechanism of up to €395bn for major unforeseen shocks; and support for Ukraine of up to €100bn.

Add loans for defence and lending to other non-EU countries and, by our estimates, joint borrowing could still equal around 44 per cent of the new budget, about €800bn at current prices, up from 41 per cent under the Commission’s proposal. The budget shrinks, but the borrowing hardly changes. 

Ireland’s proposed budget is too small for Europe’s mounting common challenges, and its borrowing approach is too ad hoc and risky. 

Excluding the distorting effects of NextGenerationEU (NGEU), the Covid recovery fund, the Commission’s budget proposal is already far smaller than the headline figures suggest, and Ireland’s proposal would make it smaller still.

That matters because, as the Draghi report argued, Europe’s shared challenges such as Ukraine, rearmament and competitiveness require European public goods because no single member state captures their full benefits.

A budget worth just over one percent of the EU’s gross national income (GNI) is a poor match for that responsibility.

By comparison, total government expenditure across EU countries comes to close to half of their combined GNI. Keeping most fiscal capacity at national level, while expecting such a modest EU budget to finance increasingly vital continental priorities, is a bad use of public resources. 

A stronger common budget needs more of its own revenue, at least what the Commission proposes in its Own Resources Decision, which Parliament broadly supports and which would raise nearly €60bn extra a year.

The Irish plan’s acceptance of five new resources is encouraging. But it has to survive the negotiations, and the details of the final reform will decide whether it means anything.

The Council’s approach to common borrowing remains haphazard, lacking a permanent framework and relying on crisis-driven compromises. Governments may not like it, but a more European approach is coming, and the €800bn is likely to grow.

Support for Kyiv, to be provided outside budget ceilings via the Ukraine Reserve and policy loans, is capped at €100bn for the whole period. This is already looking tight given the accelerating rate of disbursements to Ukraine seen in recent years.

And a successor to SAFE, the EU’s defence loan scheme, is widely expected, since €150bn has proved far from enough for Europe’s rearmament.

France has just shown what it costs to borrow alone. Its yields recently hit a 24-year high, and the state now pays more to borrow than some major French companies. Sharing the effort through the common budget, including prudent joint borrowing, would help spread that risk.

Yet Europe has no clear, sustainable plan for borrowing. To date, EU governments have reluctantly signed up to each new borrowing instrument and called it an exception.

European borrowing capacity has been assembled one crisis at a time, starting with the euro area crisis and accelerating since the pandemic.

NGEU was accepted by fiscally cautious states as a one-off decision to deal with the Covid-19 emergency. Then the war in Ukraine and the need to fund rearmament produced new exceptions.

This year, EU governments used enhanced cooperation, a procedure that lets a subset of member states go ahead without the rest, to approve the €90bn Ukraine Support Loan, the EU’s largest foreign loan ever.

For defence, they reached for Article 122, the treaties’ emergency clause, to set up SAFE. Parliament, which felt sidelined, decided to sue the Council before the European Court of Justice.

There is a catch though.

These exceptional programmes are guaranteed by the so-called budget headroom, the margin between the EU’s revenue ceiling and the spending limits in the seven-year budget, rather than by money set aside in advance.

In barely five years, headroom-backed exposure has climbed to €681bn (see Figure 1), 82 percent of all EU debt.

The European Court of Auditors has warned that if a Ukraine loan guaranteed this way goes bad, future EU budgets, and the national contributions that fund them, would have to cover the loss.

Frugals vs Friends of Cohesion

EU capitals remain divided over the new budget and over joint borrowing. Net contributors, sometimes referred to as the Frugal Six, want deep cuts in the commission’s proposal, argue that new common borrowing is not the solution and have misgivings about the creation of new own resources.

By contrast, a group of sixteen southern and eastern countries, that call themselves the “Friends of Cohesion”, are much more open to joint borrowing and back an approach closer to the Commission and Parliament on the budget and own resources.

Ireland’s plan largely reflects the influence of the frugal countries, yet one diplomat has already dismissed it as “not even close to a landing zone.”

Europe needs an ambitious budget, backed by at least the Commission’s proposed new own resources, so it relies less on national contributions based on GNI. Joint borrowing should become a permanent, predictable part of it, with safeguards.

First, it should fund loans, not grants, as the Commission suggests. Second, riskier exposures, especially to non-EU countries, should be at least partly backed by money set aside in advance, as the Court of Auditors recommends.

Where it makes sense, the headroom guarantee could be topped up with national guarantees in proportion to each country’s size, as under SURE, and like-minded partners outside the EU could sometimes take part.

Stronger capital at institutions such as the EIB, or at any future defence-financing vehicle, would also let Europe borrow more together without putting its creditworthiness at risk.

Governments should also consider deferring repayment of the NGEU bonds, as the Draghi report suggested, especially if the own-resources reform falls short. It would protect priority spending when it is needed most.

Sustained joint borrowing brings a bonus: more common safe assets in euros, which strengthens the euro’s international role. The demand is already there.

Last month Piotr Serafin, the EU’s budget commissioner, flew to Seoul and Tokyo to meet investors. Asian buyers’ share of EU bond syndications has risen from 5 per cent to 9 per cent in the second half of 2025.

Wobbles in US bond markets, which partly reflect doubts about America’s fiscal health, its reliability as a partner and the dollar’s safe-haven status, give the euro an opening.

But it can only take it if EU governments put their own fiscal houses in order.

Ongoing tensions in the French bond market provide a clear warning. Putting France’s finances on a sustainable path would do more than reassure markets about the euro. It would restore French debt as a safe euro asset.

EU leaders meet on Thursday and Friday in Brussels. Whatever they discuss (and later decide) on the budget, Europe should keep borrowing together, and in large amounts.

The task now is to give that borrowing a coherent plan: a permanent framework, money set aside in advance and safeguards that cautious capitals can accept.

Von der Leyen pledges more cash for Egypt and Libya regimes to keep Sudanese genocide victims out of Europe

13 October 2026 at 15:58

The European Commission is promising more support to Egypt, even as Egyptian warplanes reportedly bomb in Sudan and authorities carry out a campaign of violence against the refugees it hosts.

The civil war in Sudan includes reports of genocide, chemical-weapons use, mass rape, and starvation, forcing some 1.2 million Sudanese people into Egypt, which was described as a priority migration-busting partner by commission president Ursula von der Leyen on Tuesday (13 October), who also promised continuing support for Cairo.

In a letter sent to the 27 heads of state and government ahead of an EU summit on Thursday in Brussels, she spoke of “offering protection and durable solutions in … host countries”, as well as further aid for Sudanese people who had returned to parts of the country, now deemed relatively safe.

But her warm words stand in sharp contrast to internal EU documents on Sudan, released by the London-based group Statewatch earlier this month, and which speak of an Egyptian-led campaign of violence against the Sudanese it is tasked to help.

“The Egyptian authorities have continued arbitrary arrests, detention and deportation campaign against migrants, asylum seekers and refugees, with a sharp escalation of forced deportations being observed since January 2026,” said the Irish EU presidency, in an internal document written in September.

Estimates suggest Egypt hosts over nine million migrants and refugees.

Some 80 percent are Sudanese, Syrian, Yemeni, and Libyan nationals. Of those, just over 1 million are officially registered as refugees. Most come from Sudan.

And Egypt’s crackdown also comes amid a massive 74 percent funding cut for the UN’s refugee agency in the country, even as the EU’s financial support to Cairo increases, already totalling €5bn.

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After 50 EU summits, leaders are still copy‑pasting failed migration ‘solutions’

7 October 2026 at 14:39

EU leaders meeting next week in Brussels for the usual post-summer European Council are rehashing conclusions on migration, echoing almost word-for-word statements since at least 2015.

“The European Council has developed a strategy aimed at stemming the unprecedented migratory flows Europe is facing,” they announced in December 2015, following a summit.

“It is indispensable to regain control over the external borders,” they also said, noting the perceived threat to the EU’s internal border-free Schengen zone.

And they voiced fear over the low number of deportations, insisting on “concrete measures to ensure the actual return and readmission of people not authorised to stay.”

Eeleven years later and the 15 October summit in Brussels next week is now asking almost the same thing, including to what extent previous conclusions on migration have been implemented.

Although draft conclusions can change, and likely will, the current wording essentially repeats the same demands spanning over 50 EU summits since at least 2015, when over a million Syrians entered Europe to seek protection.

Out of the 52 published conclusions since 2015, over half dealt with migration in some shape or form. The latest draft dated 5 October and seen by EUobserver is among those.

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Lula aims to pull off a miracle by mobilizing abstainers to defeat Bolsonaro

Lula, who was born in 1945 in a small town in the interior of the state of Pernambuco, defied the odds by surviving hunger and disease as a baby — a fate that befell so many of his compatriots in those same circumstances. Now he dreams of defying the odds, and history, once again. Never since Brazil restored democracy in 1985 has anyone who finished second in the first round of the presidential election gone on to win the final vote. President Lula da Silva, who on Sunday secured 45% of the vote compared to Flávio Bolsonaro’s 47%, is devising a strategy to attract centrist voters and mobilize the masses of abstainers, with a special focus on those aged over 70. He has three weeks to make what now sounds like nothing short of a miracle a reality.

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© Andre Penner (AP)

Luiz Inácio Lula da Silva addresses supporters on October 4.
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