Desalento de Altimira: «É a Champions… não podemos relaxar um segundo!»





A máquina termina o programa, os pratos e os copos parecem secos, mas os recipientes de plástico continuam cobertos de pequenas gotas de água. A diferença não significa necessariamente que exista uma avaria: o plástico perde o calor mais depressa, favorecendo a formação de condensação na superfície.
Segundo a empresa Electrolux, este comportamento pode ser observado em caixas de armazenamento, talheres e outras peças de plástico colocadas na máquina da loiça. Porcelana e vidro conservam o calor durante mais tempo e, por isso, tendem a apresentar resultados de secagem diferentes no final do mesmo ciclo.
Durante a lavagem, os diferentes materiais aquecem, mas não mantêm essa temperatura durante o mesmo período. Os utensílios de plástico libertam rapidamente o calor acumulado e começam a arrefecer antes de materiais como o vidro ou a porcelana.
É neste processo que pode surgir a condensação. Assim, encontrar gotas num recipiente de plástico enquanto um prato colocado ao lado está seco não permite, por si só, concluir que a função de secagem da máquina está a funcionar mal.
A Electrolux recomenda avaliar primeiro a secagem em peças de porcelana e vidro. Caso também estas permaneçam frias ou demasiado molhadas no final, poderá fazer sentido experimentar um programa AUTO ou intensivo e verificar se o comportamento se mantém.
Os ciclos também não secam todos da mesma forma. Segundo a mesma fonte, os programas ECO e BIO recorrem a uma secagem passiva, enquanto alguns ciclos rápidos de cerca de 30 minutos nem sequer incluem uma sequência de secagem.
A disposição da loiça dentro do equipamento influencia igualmente o resultado. Uma máquina sobrecarregada ou com peças colocadas de forma incorreta pode dificultar o escoamento da água e reduzir a eficácia das diferentes fases do programa.
Por isso, a marca aconselha a respeitar as indicações do manual e, depois de terminado o ciclo, permitir que o excesso de água evapore antes de retirar a loiça. Recipientes colocados de forma a acumularem água poderão naturalmente sair mais molhados.
Pré-lavar a loiça com detergente antes de a colocar na máquina pode ter o efeito contrário ao pretendido. A marca alerta que o excesso de espuma pode reduzir o efeito do tensioativo e acabar por prejudicar os resultados de secagem.
Também pode ser útil verificar o detergente utilizado e, quando aplicável, ajustar o abrilhantador de acordo com o manual. Nos programas mais curtos, detergentes líquidos ou em pó podem ser preferíveis a algumas pastilhas combinadas, que poderão não dissolver-se completamente durante o tempo disponível.
Filtros e braços aspersores sujos podem igualmente interferir com o funcionamento normal do equipamento. A recomendação passa por verificar e limpar estes componentes seguindo as instruções específicas previstas pelo fabricante para cada modelo.
Algumas máquinas dispõem ainda de funções como Dry+, Dry Plus ou XtraDry, destinadas a melhorar a secagem, embora possam prolongar o programa e aumentar o consumo de energia. Assim, quando apenas o plástico permanece húmido, a explicação pode estar simplesmente na sua capacidade de perder calor rapidamente. Se a porcelana e o vidro também não secarem depois de verificadas estas condições, a Electrolux aconselha recorrer a assistência técnica autorizada.
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El Real Madrid ha goleado al Leipzig este miércoles en la tercera jornada de la Champions League. En una primera parte flojísima de los blancos, Bernardo Silva adelantó al Madrid tras cazar un rechace en el área en un disparo de Güler que despejó Vandevoort. El conjunto de Martín Demichelis propuso mucho más en ataque y si no llega a ser por Courtois, que realizó cuatro paradas de mucho mérito, los alemanes se podrían haber adelantado en el marcador. Tras el gol de Bernardo, el Madrid pudo ampliar la ventaja con un arreón final, pero Vandevoort estuvo fino para que el resultado fuera de 1-0 al descanso. Tras la vuelta de los vestuarios, el Madrid salió mucho mejor y en el minuto 52 un centro de Bellingham encontró la cabeza de Mbappé y Güler empujó sobre la línea de gol el balón tras el remate del francés. Durmió el partido el Madrid que se conformaba con la renta de dos goles, pero los cambios volvieron a animar a los blancos, que lograron el tercero con un fenomenal disparo de Mbappé desde la frontal. A los dos minutos reaccionó el equipo alemán con un tanto de Gomis, pero Diomande disipó cualquier duda con un cañonazo de volea para anotar el cuarto.

© Bernat Armangue (AP Photo/Bernat Armangue)



La producción de automóviles en las fábricas españolas experimentó un ligero descenso el pasado mes de septiembre, al registrarse un total de 222.304 unidades, lo que significa una bajada de medio punto porcentual respecto al mismo mes del año pasado. En el conjunto de los nueve primeros meses, el saldo es asimismo negativo, con 1.675.092 vehículos, lo que supone una bajada del 1,6 % respecto a los tres primeros trimestres de 2025.
La entrada en producción de nuevos modelos electrificados sigue aumentando su peso en la fabricación total, lo que permite mantener la evolución de la producción en línea con las previsiones de la Asociación Española de Fabricantes de Automóviles y Camiones (Anfac). Las estimaciones apuntan a cerrar el año con alrededor de 2,25 millones de vehículos fabricados, un 1 % menos que en 2025. Por tipología de vehículo, se fabricaron 171.918 turismos durante septiembre, con un descenso del 4,3 %, mientras que, en el caso de los vehículos comerciales e industriales, la producción creció un 15,2 %, con un total de 50.386 unidades.
En cuanto a las exportaciones, 191.519 vehículos fueron enviados fuera de nuestras fronteras en septiembre, lo que supone un 1 % más que en el mismo mes del año anterior. En el acumulado anual, durante los nueve primeros meses del año, se exportaron 1.427.473 vehículos, con un descenso del 2,3 % respecto al periodo de enero a septiembre de 2025.
Por destinos de exportación, Europa representa el 92,2 % de los envíos de vehículos. Entre los cinco principales destinos en septiembre, Alemania, Francia y Reino Unido ocupan las tres primeras posiciones, seguidos de Turquía e Italia. Entre los principales mercados, destaca el crecimiento de las exportaciones a Polonia (33,3 %) y Austria (13,7 %), frente a los descensos de Turquía (-26,2 %) y Bélgica (-22,2 %).
Según el director general de Anfac, «la industria española de automoción mantiene el rumbo previsto para este año. Septiembre ha evolucionado en línea con nuestras estimaciones y seguimos contando con cerrar el ejercicio en torno a los 2,25 millones de vehículos fabricados. La entrada en producción de los nuevos modelos está impulsando el peso de los electrificados en la producción, pero el volumen total de producción continúa lejos de los niveles de 2019 y de los que aspiramos a recuperar».
En este sentido, ha señalado que «el reto ahora es convertir esta transformación en una oportunidad para reforzar nuestra competitividad industrial y generar más actividad, inversión y empleo en España. Para ello, necesitamos que el mercado acompañe el esfuerzo de los fabricantes y que la electrificación y descarbonización siga avanzando, aún más, en nuestro país y de un modo compatible con la realidad de mercado y producción. De cara a los próximos meses, es fundamental que las decisiones políticas garanticen estabilidad y continuidad en las ayudas a la compra».


© EUROPA PRESS
Quem passa pela Praia da Rocha tende a olhar primeiro para o extenso areal, para as arribas ou para o Atlântico, mas existe um pequeno espaço religioso que facilmente passa despercebido. No interior da Fortaleza de Santa Catarina de Ribamar, em Portimão, conserva-se uma ermida dedicada a Santa Catarina de Alexandria, santa cristã tradicionalmente associada à cidade egípcia de Alexandria.
Segundo o portal Visit Portimão, a ermida já existia naquele local antes da construção da fortaleza. Quando a estrutura militar foi levantada durante o reinado de D. Filipe II, o pequeno templo foi mantido e acabou integrado num conjunto que tinha uma função muito diferente: proteger a entrada marítima do rio Arade.
A presença da capela naquele ponto elevado antecede, portanto, a transformação defensiva do promontório. Ao longo dos séculos, mesmo com a importância militar adquirida pelo local, a ermida dedicada a Santa Catarina permaneceu preservada e continua atualmente acessível como espaço de contemplação.
A figura que lhe dá nome está ligada ao Egito. Segundo a tradição cristã, Santa Catarina de Alexandria terá nascido em Alexandria no ano 287, sendo posteriormente venerada como mártir. A sua história foi transmitida durante séculos através de relatos religiosos, vários deles de natureza lendária.
A tradição apresenta Catarina como uma jovem de grande formação e inteligência, características que contribuíram para que viesse a ser invocada como protetora de estudantes, filósofos e professores. Alguns dos episódios mais conhecidos da sua vida pertencem ao campo da hagiografia cristã.
Entre esses relatos encontra-se o chamado “casamento místico de Santa Catarina”, bem como o episódio em que terá enfrentado o imperador Maximino e debatido com dezenas de filósofos. Independentemente da componente lendária, a devoção à santa difundiu-se por diferentes territórios cristãos ao longo dos séculos.
Já a estrutura militar que envolve a ermida surgiu por razões estratégicas. A mesma fonte explica que a Fortaleza de Santa Catarina de Ribamar foi construída por sugestão do engenheiro italiano Alexandre Massai, durante o reinado de D. Filipe II.
O objetivo era reforçar a defesa da barra do rio Arade, cuja entrada tinha importância para Portimão e para a circulação marítima da região. A posição elevada sobre a costa permitia vigiar o acesso ao estuário e controlar uma zona particularmente exposta.
Com a perda da função militar original, o local ganhou outra utilização. A fortaleza tornou-se um dos pontos de visita da Praia da Rocha e funciona hoje também como miradouro sobre a costa, oferecendo uma perspetiva elevada sobre o areal e o oceano.
A Praia da Rocha estende-se por mais de um quilómetro e é delimitada por arribas de tonalidades quentes. Além da Fortaleza de Santa Catarina, o Visit Portimão identifica o Miradouro dos Três Castelos como outro dos locais procurados para observar a linha costeira.
A dimensão da praia e a imponência da fortaleza podem fazer com que a pequena ermida passe despercebida a muitos visitantes. No entanto, é precisamente esse contraste que torna o espaço particular: dentro de uma construção militar permanece um local religioso cuja origem é anterior às muralhas que hoje o rodeiam.
Assim, quem subir à Fortaleza de Santa Catarina de Ribamar encontra mais do que uma vista sobre a Praia da Rocha. Ali conserva-se também uma ermida dedicada a Santa Catarina de Alexandria, santa tradicionalmente ligada ao Egito, mantendo lado a lado dois capítulos distintos da história do local: a devoção religiosa e a defesa marítima de Portimão.
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Mercado. Galp foi para a bolsa há 20 anos, com ganhos acumulados para os acionistas. Negócio mudou e Brasil é hoje o motor de crescimento


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La datación de los huesos sitúa el enterramiento entre finales del siglo X y principios del XI, varios siglos después de la fabricación del sepulcro
Arqueólogos alemanes encuentran un curioso templo romano probablemente dedicado al dios Marte
Un sarcófago de época romana hallado en los terrenos de la abadía de Westminster, en Londres, ha despertado el interés de los arqueólogos después de que una investigación plantee una posible explicación a la identidad del hombre enterrado en su interior. Warwick Rodwell, arqueólogo asesor de la abadía, considera que los restos podrían pertenecer a un abad medieval del siglo XI, aunque todavía no existe una identificación definitiva.
El féretro, fabricado en piedra caliza durante la Antigüedad tardía romana, contiene una inscripción en latín dedicada a Valerius Amandinus y presenta decoración romana en uno de sus laterales. Sin embargo, el esqueleto encontrado en su interior corresponde a un periodo posterior, algo que ha alimentado durante décadas las preguntas sobre el origen del enterramiento.
El sarcófago, descubierto por primera vez en 1820 y excavado oficialmente en 1869, se encontraba en una zona que actualmente forma parte de una franja de césped junto al lado norte de la nave de la abadía. Antiguamente pertenecía al patio de una sacristía construida durante el reinado de Enrique III.
“Ese no era su lugar de enterramiento original”, explicó Rodwell. El arqueólogo considera que el sarcófago pudo estar situado inicialmente en un nicho de la pared de un mausoleo y que Valerius Amandinus habría sido una persona adinerada. La hipótesis apunta a que el recipiente fue trasladado y reutilizado siglos después para otro enterramiento.
La investigación dio un paso decisivo en 2018, cuando el sarcófago fue trasladado a un laboratorio para preparar su exhibición en las galerías del Jubileo de Diamante de la Reina. Durante esos trabajos, los especialistas retiraron la tapa y encontraron en el interior el esqueleto humano. Según Rodwell, los registros escritos apuntaban a que los restos habían desaparecido, aunque los huesos coincidían con los representados en ilustraciones del siglo XIX.
El hallazgo ha permitido conocer varias características del individuo: se trataba de un hombre que medía aproximadamente 1,75 metros con una edad que oscila entre 35 y 49 años. El dato más relevante para esclarecer el caso llegó con la datación por radiocarbono, que situó los restos entre finales del siglo X y principios del XI. Esta cronología descartaba que el cuerpo correspondiera a la época en la que se fabricó originalmente el sarcófago.
Los investigadores encontraron también en el fondo del recipiente el contorno rectangular de una sustancia blanca. Rodwell interpreta esta marca como un posible indicio de que el cuerpo fue cubierto con cal en polvo antes de introducirlo en un ataúd de madera, que posteriormente habría sido colocado dentro del sarcófago romano. Otro elemento destacado es la tapa, que data del siglo IV, pero presenta una gran cruz tallada que habría sido añadida posteriormente. “La cruz latina vuelve a apuntar a un alto dignatario eclesiástico”, señaló Rodwell.
En su investigación, publicada en el Journal of the British Archaeological Association, Rodwell propone dos posibles identidades para el hombre enterrado: Ælfwig, fallecido hacia 1020, y Wulfnoth, muerto aproximadamente en 1049. Ambos fueron abades de Westminster y encajan con la cronología establecida mediante el análisis de los restos.
Según su explicación, Ælfwig ya era monje en Westminster cuando murió el abad que le precedió y permaneció al frente de la comunidad durante unos 27 años. Estos datos, unidos a las características del sarcófago y a la datación de los huesos, refuerzan la hipótesis. Rodwell plantea, además, que el sarcófago reutilizado pudo enterrarse inicialmente en el brazo oriental de la iglesia abacial, con la tapa colocada como una losa de pavimento.
Posteriormente, habría sido desenterrado y vuelto a enterrar durante las obras impulsadas por Enrique III, un proceso que explicaría su ubicación actual y la pérdida de información sobre su historia. “La realidad es mucho más compleja de lo que parece a primera vista”, concluyó Rodwell.
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UGT denuncia que falta de coordinación impiden una respuesta eficaz ante emergencias de gran calibre, como las danas o los incendios forestales, y exigen una norma que permita disponer a las diferentes administraciones de un catálogo de recursos y la activación de protocolos comunes que unifiquen la operativa
El contraste de Adam con la dana de los 233 fallecidos: confinamientos y un president desde el principio en el Cecopi
El próximo jueves se cumplen dos años de la dana que el 29 de octubre de 2024 arrebató la vida a 233 personas en la provincia de València. Sin embargo, UGT advierte de que no se han aprendido las lecciones de aquella tragedia. Representantes sindicales de bomberos han denunciado este martes la vulnerabilidad del actual sistema de emergencias y han exigido la aprobación urgente de una ley estatal Básica de Bomberos y Bomberas que sirva para superar el actual modelo vigente, que se sustenta sobre la Ley de Bases del Régimen Local de 1985, un marco legal que consideran completamente desfasado frente a la gravedad y recurrencia de las crisis climáticas actuales, como se pudo comprobar con el temporal 'Adam' que azotó el norte de la provincia de Alicante y el sur de la provincia de Valencia -con especial incidencia en la localidad de Oliva- del pasado fin de semana.
Almanzor Guerra, responsable federal del Sindicato de Bomberos y Bomberas de UGT-SP, que ha estado acompañado por Helios Martín y Marcel Montero, representantes sindicales de UGT-PV en el Consorcio Provincial de Bomberos de Valencia, ha puesto el ejemplo de la movilización provocada por 'Adam' y ha señalado que la movilización simultánea de los servicios de los consorcios provinciales de Valencia, Alicante y Castellón para atender los daños en una sola localidad (Oliva) demuestra que el sistema actual colapsaría ante una emergencia generalizada como la sufrida en 2024.
En España existen alrededor de 22.000 efectivos de bomberos repartidos en unos 130 servicios dependientes, fundamentalmente, de administraciones locales y autonómicas. Ante este escenario, la falta de cohesión operativa obliga a los efectivos a actuar de forma precaria: “Ahora viene, por ejemplo, el compañero de Guadalajara a colaborar aquí en un gran servicio y como no estamos coordinados por canales de emisoras ni nada, pues a gritos o con el teléfono móvil; oye, dame tu teléfono y, si me hace falta ayuda, te llamo. Y esto no tiene sentido, que estamos ya en 2026”.
Para corregir esta situación, el sindicato reclama tres pilares fundamentales que incluiría la nueva normativa: un mecanismo de coordinación estatal ágil, diseñado para permitir el traslado de efectivos entre comunidades autónomas de forma acordada y sin demoras burocráticas, “que aísle las decisiones operativas de las disputas políticas”; un catálogo estatal de recursos humanos y materiales, que no es más que “una herramienta transparente para conocer de antemano la disponibilidad de medios en todo el territorio nacional”; y procedimientos integrados de activación o protocolos comunes que unifiquen la operativa y las comunicaciones radiofónicas entre distintos cuerpos de bomberos.
Desde UGT también alertan de la desigualdad en la protección de la ciudadanía según el territorio, y han señalado que los parques situados fuera de las grandes áreas metropolitanas sufren un grave déficit de personal. Según un estudio de prevención de riesgos laborales elaborado por el sindicato, una intervención segura en un incendio estructural o en un rescate complejo requiere de un mínimo de cinco efectivos (un mando y dos binomios de trabajo), una dotación que en numerosas zonas rurales se reduce a dos o cuatro bomberos de guardia.
En la misma línea, Helios Martín ha criticado que la seguridad de los ciudadanos acabe dependiendo de los recursos económicos de cada administración local o autonómica: “En función del interés político o la economía de esa comunidad autónoma se van a ver mejor o peor protegidos”. “Lo que no puede ser es que el Consorcio Provincial de Bomberos de Valencia lleve cuatro bomberos en un camión, en la zona de Teruel vayan solo dos y los servicios que dependen del Ayuntamiento de València lleven seis efectivos”, ha lamentado.
El proyecto de ley básico, impulsado a través de una plataforma sindical conjunta junto a Comisiones Obreras y que se estaba negociando con las diferentes fuerzas parlamentarias, quedó paralizado por el adelanto electoral. UGT insta al Gobierno y a las Cortes a retomar la iniciativa legislativa en cuanto se constituyan de nuevo para dotar a los profesionales de las garantías necesarias y evitar que la seguridad dependa del código postal.
Um burro carregado de tacos de golfe tornou-se uma das imagens mais improváveis da transformação turística do Algarve. Chamava-se Pacífico, custou apenas 75 cêntimos e acompanhou durante anos Sir Henry Cotton pelos campos da Penina, em Portimão, numa altura em que a região estava ainda longe de ser associada internacionalmente à modalidade.
Segundo o Observador, a história está ligada ao nascimento do Penina Hotel & Golf Resort, inaugurado em 1966 por John Stillwell. O empreendimento juntou um hotel de cinco estrelas ao primeiro campo de golfe relvado do Algarve e ajudou a introduzir um tipo de turismo muito diferente daquele que, até então, procurava sobretudo as praias da região.
A compra aconteceu durante um passeio pela Serra de Monchique. Henry Cotton, antigo vencedor por três vezes do British Open e responsável pelo desenho do campo da Penina, encontrou um agricultor que seguia acompanhado por um burro e decidiu propor-lhe negócio.
Segundo Sandra Matos, então ligada à direção do hotel e citada pela publicação, Cotton pagou 75 cêntimos pelo animal. O burro recebeu o nome Pacífico e rapidamente ganhou uma função pouco habitual para um animal comprado numa região ainda fortemente rural: passou a transportar os tacos do golfista.
Pacífico não se limitou a acompanhar partidas discretas. Ao lado de Henry Cotton, acabou por cruzar-se com nomes conhecidos do desporto e do entretenimento que passaram pela Penina durante aqueles anos.
Entre os visitantes mencionados encontram-se Bing Crosby, Bob Hope, Arnold Palmer, Jack Nicklaus, Tony Jacklin, Sean Connery e Lee Trevino. O burro assumia, assim, o papel de um verdadeiro caddie, transportando o equipamento e acompanhando Cotton durante as várias voltas ao campo.
A história de Pacífico só se entende conhecendo a transformação realizada na Penina. No início da década de 1960, John Stillwell convidou Henry Cotton para projetar um campo de golfe numa área então ocupada por um arrozal na Tapada da Penina.
Foi necessário drenar o terreno antes de avançar com o projeto. Cotton promoveu ainda a plantação de cerca de 300.000 árvores, alterando profundamente a paisagem e criando o enquadramento para aquele que viria a tornar-se um dos campos mais conhecidos do Algarve.
O primeiro Pacífico acompanhou Cotton durante vários anos e chegou mesmo a viajar com o golfista para Espanha. Foi nesse país que morreu, em 1972, quando o britânico estava envolvido no desenvolvimento de novos projetos de golfe.
Quando Cotton regressou à Penina, em 1975, encontrou Pacífico II, filho do primeiro burro, que voltou a assumir a função de acompanhante no campo até 1987. Mais tarde surgiu Pacífico III, nascido em 1990, que já não trabalhou como caddie, embora tenha participado num troféu dedicado a Sir Henry Cotton.
O golfe não começou propriamente na Penina. A modalidade tinha chegado ao Algarve décadas antes e, em 1937, existiu na Praia da Rocha um pequeno campo de nove buracos, cuja superfície era feita de terra batida e óleo queimado.
A experiência durou pouco e existem poucos registos sobre esse primeiro espaço. A mudança decisiva surgiu com a Penina, cujo campo começou a funcionar em junho de 1966, alguns meses antes da abertura do hotel, em novembro do mesmo ano.
John Stillwell procurou desde cedo divulgar internacionalmente o projeto, convidando jornalistas estrangeiros e apresentando o Algarve como um destino onde sol e praia podiam ser conjugados com golfe e alojamento de gama elevada. A estratégia ajudou a atrair um público que até então tinha uma presença reduzida na região.
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Antes de se tornar um dos hotéis mais reconhecíveis da Praia da Rocha, o edifício do atual Bela Vista Hotel & Spa teve outra vida. A antiga casa viria a transformar-se num espaço de hospedagem que, ao longo do século XX, recebeu aristocratas, artistas, refugiados europeus e até figuras ligadas à história militar do continente.
No site do Hotel Bela Vista pode ler-se que, entre os hóspedes que passaram pelo edifício esteve o barão Carl Gustaf Emil Mannerheim, uma das figuras históricas da Finlândia. Em 1945, já no final da II Guerra Mundial, escolheu aquele hotel algarvio para recuperar de uma doença.
A história do Bela Vista acompanha a transformação da própria Praia da Rocha. O imóvel nasceu como residência, mas acabaria por ganhar uma nova função quando o turismo começou a alterar a relação de Portimão com aquela faixa de costa.
Ao longo dos anos, a adaptação não apagou por completo a identidade anterior do edifício. O próprio hotel apresenta atualmente a sua história como um equilíbrio entre preservação e renovação, procurando manter elementos do passado enquanto atualiza os espaços utilizados pelos hóspedes.
Entre 1936 e 1940, o estabelecimento tornou-se ponto de passagem para aristocratas e artistas, segundo a história divulgada pelo próprio hotel. A localização junto ao Atlântico e o ambiente da Praia da Rocha ajudaram a criar um refúgio distante das grandes capitais europeias.
Essa função ganharia ainda outra dimensão durante os anos seguintes. Com a Europa mergulhada na II Guerra Mundial, Portugal manteve-se neutral e tornou-se passagem ou abrigo temporário para diferentes pessoas que procuravam afastar-se do conflito.
Foi nesse contexto que o Bela Vista recebeu refugiados europeus, oficiais alemães e nobres exilados. A mesma fonte refere ainda a passagem de espiões, mostrando como um hotel à beira-mar no Algarve acabou ligado, ainda que indiretamente, ao ambiente político e militar da época.
A Praia da Rocha estava então muito distante da realidade turística atual. O hotel assumia-se como um ponto de acolhimento numa região que começava a ser descoberta por visitantes estrangeiros, ao mesmo tempo que a guerra alterava profundamente os percursos de quem atravessava a Europa.
Entre esses nomes encontra-se Carl Gustaf Emil Mannerheim, apresentado pelo Bela Vista como “herói da Finlândia”. O antigo chefe militar finlandês esteve hospedado no hotel em 1945, onde recuperou de uma doença, segundo a memória histórica preservada pelo estabelecimento.
A presença de Mannerheim acrescentou ao edifício uma ligação inesperada à história europeia. Num momento em que o conflito mundial se aproximava do fim, uma figura militar estrangeira encontrou na costa de Portimão um lugar para permanecer durante a recuperação.
Décadas depois, o Bela Vista mantém essa passagem como parte da narrativa do edifício. A história do hotel não se resume, por isso, ao alojamento turístico, cruzando-se também com períodos de instabilidade europeia e com hóspedes que chegaram ao Algarve por razões muito diferentes das férias.
Hoje, quem observa o edifício sobre a Praia da Rocha pode não imaginar tudo o que aconteceu entre aquelas paredes. O antigo lar que se transformou em hotel passou por aristocratas, artistas, refugiados e espiões, mas guarda ainda outro episódio singular: em 1945, Carl Gustaf Emil Mannerheim escolheu aquele ponto do Algarve para recuperar de uma doença.
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Hay casos documentados en los que un gran depredador ataca a otro. Leones y hienas se atacan mutuamente. Recientemente, se grabó a orcas cazando al gran tiburón blanco. Los biólogos saben de lobos matando a coyotes en Norteamérica o jaguares a ocelotes en Suramérica. Pero lo que han descubierto en Doñana es doblemente sorprendente: un mamífero carnívoro como el lince ibérico yendo a por otro gran depredador del parque, el milano negro, un ave rapaz. Lo más llamativo es que, después de una convivencia pacífica durante décadas, los linces han empezado a cazar rapaces. Todo indica que los humanos tienen mucho que ver.
A voz de Cesária Évora volta a fazer-se ouvir. “Reina da Morna” é uma coleção de inéditos que nos leva a redescobrir a maior embaixadora da música de Cabo Verde no mundo. Como foi possível, 15 anos após a partida da artista, reunir tão suculento manancial? Esta é uma história que envolve a Lusafrica, a editora de Djo da Silva, o produtor da Cesária ‘internacional’, o interesse francês e a necessidade, nos dias de hoje, de celebrar a genuinidade e a essência de uma alma única
