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Ela usou o chat de mensagens do trabalho para combinar encontros com colega durante o expediente — e acabou demitida por justa causa

21 October 2026 at 18:08

A 5ª Vara do Trabalho de Osasco-SP manteve a demissão por justa causa aplicada a uma funcionária que utilizou o Microsoft Teams corporativo para trocar mensagens de cunho pessoal e sexual com um colega de trabalho.

A decisão considerou que o uso da ferramenta ocorreu de forma frequente durante o expediente, com referências a encontros nas próprias dependências da empresa.

Confissão e uso de capturas de tela como prova

Em depoimento prestado à Justiça, a trabalhadora admitiu o relacionamento íntimo e a veracidade das capturas de tela anexadas aos autos. Segundo a juíza Cristiane Serpa Panzan, a declaração confirmou a autoria e deu força probatória aos documentos apresentados pela defesa.

A magistrada ressaltou que a infração não ocorreu pelo conteúdo da vida privada da funcionária, mas pela forma reiterada como o assunto particular foi introduzido no ambiente profissional.

Monitoramento corporativo e regras internas

A empresa comprovou no processo a existência de normas internas que disciplinam o uso dos recursos tecnológicos e preveem a supervisão dos sistemas empresariais. A sentença apontou que a fiscalização das ferramentas do sistema não configurou violação à intimidade ou privacidade, inserindo-se no exercício regular do poder diretivo empresarial.

A decisão destacou que a gravidade da conduta resultou da combinação entre:

  • Utilização de sistema corporativo durante a jornada;
  • Reiteração do comportamento ao longo de meses;
  • Referências a encontros íntimos nas instalações da companhia.

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Caracterização de mau procedimento

A Justiça do Trabalho concluiu que a atitude ultrapassou o mero desvio ocasional e configurou mau procedimento e ato de indisciplina. Dessa forma, o pedido de reversão da justa causa foi negado. A ação ainda cabe recurso.

El tifo de los ultras fue aprobado por el PSG y el Barça espera que la UEFA tome medidas

21 October 2026 at 18:01
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El tifo que se desplegó en el fondo de los ultras del PSG en que se veía a un seguidor radical enmascarado con una motosierra descuartizando el escudo del Barça y con el lema ‘Masacre a la parisina’ no fue considerado excesivo por el club francés, según el diario ‘L’Équipe’. 

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Afirman que defensa de la cultura es expresión de vínculos Laos-Cuba

21 October 2026 at 17:46

Vientián, 21 oct (Prensa Latina) La amistad y la defensa de la cultura también se expresan hoy en los vínculos solidarios existentes entre Laos y Cuba, afirmó la embajadora de la lsla aquí, Enna Viant.

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Kitnets para alugar: quanto custa construir 4 unidades e como economizar na obra? Entenda

21 October 2026 at 14:47

O investimento para construir 4 kitnets com banheiro e cozinha individuais pode variar entre R$ 350 mil e R$ 600 mil no padrão médio de mercado para modelos de 30 m². Em projetos otimizados de 20 m² construídos com execução direta, o custo total pode iniciar em aproximadamente R$ 200 mil, cerca de R$ 50 mil por unidade.

O valor final do empreendimento é impactado diretamente pela metragem quadrada, pelo equilíbrio entre instalações hidráulicas e elétricas e pela precificação do aluguel para definir o tempo de retorno sobre o capital.

Metragem e ganho de escala no orçamento

A definição da metragem quadrada é a variável de maior peso no custo inicial de construção. Unidades compactas entre 20 m² e 30 m² oferecem a relação mais eficiente entre aproveitamento de espaço e valor investido.

Construir 4 kitnets de forma simultânea permite obter economia de escala de até 20% no custo total. Essa redução ocorre devido à padronização da planta, compras em lote e compartilhamento de estruturas, como fundações e paredes divisórias. A ampliação da área para 40 m² ou 45 m² faz elevar os custos de alvenaria e acabamento sem proporcionar um aumento proporcional no valor arrecadado com a locação.

Instalações hidráulicas e elétricas: divisão de custos

A distribuição financeira das instalações deve considerar paridade entre etapas técnicas. Em projetos de 60 m², o custo de instalação hidráulica fica em torno de R$ 8 mil, enquanto a instalação elétrica cerca de R$ 6,5 mil.

Para otimizar esses gastos no projeto de 4 unidades, a prática recomendada consiste em alinhar os banheiros e cozinhas em paredes contíguas. Essa disposição centraliza as prumadas de água, esgoto e os conduítes elétricos, reduzindo a metragem de tubulações e o tempo de execução da mão de obra.

Como reaver o investimento?

O valor do aluguel de uma kitnet depende da localização geográfica, do padrão dos acabamentos e do modelo de gestão – locação tradicional ou por temporada.

A opção por construir múltiplas unidades de menor porte diminui o risco de vacância, garantindo receita contínua mesmo quando uma das unidades está desocupada.

Além disso, a inclusão de mobília funcional ou itens essenciais amplia o valor percebido do imóvel, permitindo cobranças mais competitivas no mercado.

Regularização e planejamento prévio

A previsibilidade financeira da obra depende do detalhamento de etapas como fundação, alvenaria, cobertura, instalações e revestimentos.

A aprovação do projeto arquitetônico na prefeitura local e a emissão do alvará de construção são exigências legais que evitam paralisações, multas e atrasos na entrega dos imóveis para locação.

Mistério da “Cachoeira de Sangue” esconde vida marinha ancestral na Antártida

21 October 2026 at 13:31

Uma equipe internacional de pesquisadores identificou a presença de vida marinha ancestral em funcionamento nas águas avermelhadas e hipersalinas de Blood Falls (Cataratas de Sangue), localizadas no Glaciar Taylor, na Antártida. O estudo, baseado na análise de material genético (RNA) coletado no local, confirmou que micro-eucariotas marinhos — incluindo diatomáceas e dinoflagelados — continuam metabolicamente ativos e realizando fotossíntese, mesmo estando fisicamente isolados do oceano moderno há milênios.

A descoberta oferece evidências moleculares diretas de como ecossistemas marinhos do passado conseguiram persistir aprisionados sob espessas camadas de gelo após antigas mudanças no clima polar.

A origem das águas vermelhas no Glaciar Taylor

As chamadas Cataratas de Sangue são formadas pelo derramamento esporádico de uma salmoura subglacial rica em ferro e sal, aprisionada sob o Glaciar Taylor, nos Vales Secos de McMurdo.

Pesquisas biogeoquímicas indicam que essa água salgada se originou quando antigas incursões do oceano inundaram o vale durante períodos interglaciais mais quentes. À medida que a geleira avançou, a água do mar ficou confinada em um reservatório subterrâneo sem contato direto com a atmosfera.

Até então, a ciência conhecia apenas bactérias adaptadas a esse ambiente anóxico e escuro. No entanto, a nova análise comprovou que organismos mais complexos, pertencentes a linhagens marinhas de microalgas, também habitam o sistema e mantêm atividades metabólicas essenciais.

Análise de RNA confirma atividade metabólica e fotossíntese

Para verificar se os organismos encontrados no gelo avermelhado eram residentes ativos ou apenas resíduos fósseis transportados pelo vento, os cientistas utilizaram sequenciamento genético e metatranscritômica. As amostras revelaram a presença de RNA funcional de diatomáceas (como os gêneros Fragilariopsis e Chaetoceros) e dinoflagelados (Gymnodiniaceae).

Os dados indicaram a ativação de rotas metabólicas ligadas à fotossíntese, respiração celular, transporte de íons e reparo de DNA. Segundo a pesquisa, esses micro-organismos acionam mecanismos de osmoadaptação e tolerância a estresse salino quando a salmoura emerge e interage com a luz solar e a água de derretimento da superfície.

Em períodos desfavoráveis, as células conseguem entrar em estados de dormência ou encistamento, preservando sua viabilidade no gelo por longos intervalos.

Isolamento geográfico e divergência genética

O mapeamento de redes mostrou divergências genéticas entre as populações de Blood Falls e as espécies que povoam atualmente o Sound de McMurdo, a região oceânica mais próxima.

Essa variação genômica reforça que essas comunidades não foram trazidas recentemente pelo vento, mas descendem de populações oceânicas isoladas no local há milhares de anos.

Testemunhas biológicas do clima do passado

A constatação de que organismos marinhos fotossintetizantes conseguem sobreviver em salmouras subglaciais expande a compreensão sobre os limites da vida em ambientes extremos. Além disso, estabelece o Glaciar Taylor como um refúgio biológico relictual, onde assinaturas vivas de eras geológicas passadas permanecem preservadas.

Os resultados fornecem um modelo para investigar a capacidade de adaptação de ecossistemas polares diante de futuras variações climáticas e auxiliam na busca por biossinaturas em corpos celestes congelados.

Camboya da garantías a opositor para probar acusación contra gobierno

21 October 2026 at 13:29

Nom Pen, 21 oct (Prensa Latina) El primer ministro de Camboya, Hun Manet, acogió hoy con satisfacción la decisión del líder opositor Um Sam An de visitar el país para probar que el Gobierno cedió terrenos a Tailandia, para lo cual ratificó garantías ofrecidas.

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A China declarou guerra aos pardais batendo panelas — e acabou abrindo caminho para uma praga devastadora de gafanhotos

21 October 2026 at 12:53

Em 1958, durante o governo de Mao Zedong, a China implementou uma campanha para erradicar a população de pardais no país, sob a premissa de que as aves consumiam grãos e prejudicavam a produção agrícola.

A medida, contudo, reduziu o controle natural de insetos nas lavouras e causou a proliferação de pragas que afetaram as colheitas.

A Campanha das Quatro Pragas e os métodos de extermínio

A ofensiva contra as aves integrou a chamada Campanha das Quatro Pragas, diretriz que visava também a eliminação de ratos, moscas e mosquitos para alterar as condições sanitárias e expandir a oferta de alimentos.

Para atingir o objetivo, moradores de áreas urbanas e rurais foram mobilizados para bater panelas, frigideiras e tambores. O barulho contínuo impedia o pouso dos pássaros, provocando a morte das aves por exaustão. As ações incluíram ainda a destruição de ninhos e a aplicação de venenos.

Desequilíbrio ecológico e proliferação de gafanhotos

A estratégia governamental desconsiderou que os pardais se alimentavam de insetos prejudiciais às plantações, sobretudo no período de reprodução. Sem a presença dos predadores, houve expansão populacional de gafanhotos, que intensificaram os danos às safras.

A queda na produção agrícola coincidiu com a Grande Fome Chinesa, ocorrida entre 1959 e 1961 durante o programa Grande Salto Adiante. O período de escassez decorreu de fatores múltiplos, como políticas de produção e eventos climáticos adversos, mas a eliminação das aves contribuiu para o agravamento da situação.

Impactos mensurados nas safras de arroz e trigo

Um estudo publicado em 2025 por pesquisadores ligados à Universidade de Chicago e ao National Bureau of Economic Research (NBER) analisou estatísticas históricas de produção e mortalidade do período.

Os dados apontam que regiões com maior adequação geográfica à presença de pardais registraram reduções adicionais de 5,3% na produção de arroz e de 8,7% na de trigo, em comparação com locais de menor ocorrência da espécie.

A pesquisa estima que os impactos decorrentes da campanha tenham contribuído para cerca de 2 milhões de mortes adicionais durante a crise alimentar.

Leia Mais:

Revisão da diretriz em 1960

Em resposta às consequências ambientais e agrícolas observadas no campo, o governo chinês retirou os pardais da lista de eliminação em 1960. A ave foi substituída pelos percevejos na campanha nacional.

O episódio é registrado na história ambiental como exemplo dos impactos causados pela intervenção em ecossistemas sem a consideração do papel biológico desempenhado pelas espécies.

Aceleran protección de patrimonio de la humanidad en Camboya

21 October 2026 at 12:49

Nom Pen, 21 oct (Prensa Latina) Las autoridades camboyanas desarrollan hoy la segunda fase de un proyecto de apuntalamiento y estabilización de emergencia que abarca 29 sitios críticos del templo de Preah Vihear, declarado Patrimonio de la humanidad por la Unesco.

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El turismo de eventos como estrategia evergreen

21 October 2026 at 12:33

Londres, 21 oct (Prensa Latina) El turismo de eventos, congresos, reuniones y viajes de incentivos conocido como MICE hoy reafirma su relevancia en los mercados globales y se apoya ahora en una estrategia siempre verde o evergreen.

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Primer ministro de Polonia visitará Vietnam

21 October 2026 at 10:41

Hanoi, 21 oct (Prensa Latina) El primer ministro de Polonia, Donald Tusk, realizará una visita oficial a Vietnam este fin de semana por invitación de su homólogo vietnamita, Le Minh Hung, anunció hoy el Gobierno en su página de internet.

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Desde Vietnam, frases de aliento a Cuba contra el bloqueo de EEUU

21 October 2026 at 09:37

Hanoi, 21 oct (Prensa Latina) Vietnamitas de pueblo alientan hoy a los cubanos en su lucha contra el bloqueo, una política aplicada por Estados Unidos por más de 60 años y que volverá a examen la semana próxima en la ONU.

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Magnus Carlsen: “Queremos que el ajedrez sea algo emocionante para la gente”

21 October 2026 at 08:55
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Magnus Carlsen (Tønsberg, Noruega, 1990) lo ha ganado prácticamente todo. Cinco veces campeón del mundo de ajedrez clásico, 15 años consecutivos como número 1 del mundo en el ranking de la FIDE, también ha acumulado numerosos títulos­ mundiales en las modalidades rápida y relámpago. A sus 35 años, el noruego es considerado por muchos el mejor ajedrecista de la historia y sigue instalado en la élite, aunque sus prioridades han cambiado. Ya no necesita grandes objetivos para competir. Le basta con disfrutar. Carlsen está en Barcelona para presentar la Move Cup, un torneo que se celebrará en enero y que aspira a devolver a España el protagonismo que tuvo durante años con el mítico torneo de Linares. Esta competición promete ahora traer a ocho de los mejores jugadores del mundo y está garantizada para los tres próximos años.

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Es hora de que la diplomacia recupere el terreno que la guerra de Malvinas le arrebató

21 October 2026 at 06:33
En los quince años anteriores a la guerra, Argentina y Reino Unido estuvieron varias veces cerca de llegar a un acuerdo (Imagen ilustrativa Infobae)

Durante los quince años anteriores a la guerra de 1982, las negociaciones por la soberanía de las Islas Malvinas, Georgias del Sur y Sándwich del Sur atravesaron una etapa diplomática capaz de producir alternativas concretas hacia una solución definitiva. A partir de la resolución 2065 de la Asamblea General de las Naciones Unidas (AGNU), adoptada sin ningún voto en contra, los archivos diplomáticos muestran que Argentina y el Reino Unido mantuvieron sucesivas negociaciones en las que llegaron a considerar un abanico de fórmulas desde la formal transferencia de la soberanía, condominio, administración conjunta y hasta un mecanismo de retroarriendo de las islas.

El Memorándum de Entendimiento de 1968 presentado por el Reino Unido reconocía implícitamente la soberanía argentina sobre las Islas y, como contrapartida a fijar fecha para la transferencia, salvaguardias argentinas sobre los intereses de los isleños. Pese a que Londres adujo dificultas de orden político interno para interrumpir su implementación, fue el antecedente que enmarcó el proceso que a partir de 1971 se concentró en medidas prácticas tendientes a favorecer las comunicaciones, los servicios y los vínculos entre las Islas y el continente como puente constructivo hacia una solución.

En 1973, AGNU aprobó la Resolución 3160, que instó a acelerar las negociaciones. Sobre esta base, en junio de 1974, el Reino Unido propuso un plan de soberanía y administración compartida (condominio) como paso previo a una solución definitiva de la disputa. La idea de fondo era inédita, al plantear que ambos países ejerciesen conjuntamente la autoridad sobre las islas. Pese a que el presidente Juan D. Perón aceptó el plan británico sin alteración alguna, tras su fallecimiento Argentina agregó enmiendas que fueron rechazas por Londres.

A partir de 1975 volvió a circular la noción de condominio o administración conjunta, sin mayor éxito y afectada por una misión encabezada por Lord Shackleton en enero 1976, sin consentimiento argentino, para estudiar las posibilidades de desarrollo de las Islas que incluía estudios geológicos. Sin embargo, en 1977 se vuelve a restablecer un marco formal para negociar “futuras relaciones políticas incluyendo la soberanía” y la cooperación económica.

En 1980, Londres promovió un cambio de enfoque que consistía en la transferencia de soberanía de las Islas a la Argentina, acompañada por un arrendamiento de largo plazo de los archipiélagos al Reino Unido. La fórmula suele conocerse como leaseback o retroarriendo. Buenos Aires mostro interés y las conversaciones se concentraron en la duración del arrendamiento. La propuesta tampoco prosperó, pese a que Londres había sugerido que las conversaciones fueran secretas para evitar la interferencia de los intereses de la principal empresa isleña que había condicionado las negociaciones anteriores.

Entre 1981 y 1982, el “animus concilliandi” se fue diluyendo. A tal punto que en 1981 Londres propugnó congelar la cuestión de la soberanía y la Argentina. En febrero de 1982, en Nueva York, planteó crear una Comisión Permanente de Negociación para dar continuidad e institucionalidad al dialogo diplomático que se estaba desvaneciendo. Pero las cartas ya estaban echadas y fueron clausurando las perspectivas de una solución pacífica.

Es de lamentar que a más de cuatro décadas del fin de la guerra el Reino Unido siga obstinado en desconocer los esfuerzos diplomáticos del pasado. En particular cuando fue el partido laborista en tiempos de Harold Wilson el que contempló fórmulas concretas de reconocimiento y transferencia de la soberanía de las Islas Malvinas a la Argentina. La negativa a honrar el camino diplomático recorrido y la decisión de avanzar en actos unilaterales no hacen más que profundizar una situación de tensión e injusticia en el Atlántico Sur. Es hora de que la diplomacia vuelva a ocupar el lugar de privilegio que la guerra alguna vez desplazó.

Líder de Vietnam deja Dinamarca tras elevar rango de vínculos

21 October 2026 at 06:27

Copenhague, 21 oct (Prensa Latina) El líder vietnamita, To Lam, concluye hoy una visita de Estado de tres días a Dinamarca, durante la cual ambos países elevaron sus vínculos a asociación estratégica integral en coincidencia con los 55 años de sus relaciones diplomáticas.

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Controllo della firma, ID senza foto e voto per posta: ecco come funziona il voto nei 50 Stati Usa

21 October 2026 at 07:01

Ridisegno dei collegi elettorali. Restrizioni al voto per posta. Requisiti di identificazione più severi. Riduzione dei seggi e dell’orario di apertura delle urne. Sono alcune delle misure che i repubblicani Usa hanno introdotto, o cercato di introdurre, in vista del midterm del 3 novembre. Il partito di Donald Trump afferma di voler garantire un corretto svolgimento delle elezioni. Per i critici, il G.O.P. ha paura del risultato elettorale e cerca di limitare il diritto di voto. A evidenziare le difficoltà di tenuta del sistema è comunque un intrico contorto di procedure, in cui la gestione delle elezioni viene lasciata ai singoli Stati e dove quindi si tratta di coordinare 50 differenti eventi elettorali. Vediamo, nei limiti del possibile, di mettere un po’ di ordine su come si voterà il prossimo 3 novembre.

REQUISITI DI BASE – Ci sono poche regole che tutti gli Stati devono rispettare. Anzitutto l’Election Day, il giorno delle elezioni, che è lo stesso in tutti gli Stati Uniti e che deve sempre cadere nel martedì successivo al primo lunedì di novembre, negli anni pari. Per votare, bisogna aver compiuto 18 anni, essere cittadini degli Stati Uniti, e non essere stati soggetti a procedure di revoca o sospensione dei diritti civili (anche in questo caso, le regole sul voto di detenuti o ex detenuti variano da Stato a Stato).

AL SEGGIO – L’elettore fa la fila al seggio (si spera non troppo lunga), entra, fornisce il proprio nome e cognome – una ID, nel caso lo Stato lo richieda – e firma il registro elettorale. A quel punto, gli viene consegnata la scheda, che più che una scheda è un lenzuolo – non a caso, viene definito blanket ballot o jumbo ballot – in quanto si è spesso chiamati a votare per cariche diverse: presidente, membri del Congresso, membri dei parlamenti statali, governatore, sceriffo, referendum e così via. L’elettore raggiunge quindi la cabina, dove con una penna nera sigla i propri candidati. La scheda viene poi collocata dall’elettore stesso in uno scanner elettronico, che registra automaticamente il voto. Tutto questo vale, appunto, solo se la scheda è cartacea. In molte circoscrizioni viene infatti messo a disposizione un sistema di voto elettronico, o DRE (Direct-Recording Elettronica). L’elettore sceglie i propri candidati sullo schermo attraverso il touchscreen. La macchina quindi stampa un modulo che l’elettore può controllare e posizionare in uno scanner ottico, che conteggia il voto e l’archivia. Resta comunque la prova fisica del voto, che serve per eventuali controlli e riconteggi in caso di contestazioni – e sappiamo quante ce ne siano state negli ultimi anni.

SENZA BISOGNO DI RECARSI AL SEGGIO – L’Election Day cade di martedì, un giorno lavorativo come gli altri. Per favorire la partecipazione al voto, negli ultimi anni molti Stati hanno potenziato soluzioni alternative come l’early voting, il voto anticipato, che può avvenire in due modi: di persona (in-person early voting), presentandosi agli appositi seggi approntati prima del giorno elettorale o depositando la scheda nelle urne predisposte (drop box); o per posta (mail-in/postal voting). Anche in questo caso, non esiste una regola valida su tutto il territorio Usa, ma ogni Stato stabilisce regole proprie quanto a durata e modalità dell’early voting. 47 Stati su 50, oltre al Distretto di Columbia, consentono il voto anticipato di persona – le eccezioni sono Alabama, Mississippi e New Hampshire. Alcuni Stati consentono di votare fino a 46 giorni prima dell’Election Day – tra questi il South Dakota e il Minnesota. Altri, come il Kentucky, aprono l’early voting a soli 5 giorni dal voto. Tutti i 50 Stati americani consentono poi il voto per posta, anche qui con procedure diverse. In alcuni Stati, l’elettore può richiedere di votare per posta senza dover fornire alcuna giustificazione. In altri, bisogna fornire una ragione: malattia, età avanzata, assenza per motivi di lavoro dall’indirizzo di residenza. Ci sono però Stati, tra questi Washington, Oregon, Colorado, dove il voto per posta è prevalente e la scheda viene inviata automaticamente a casa a tutti gli aventi diritto.

IL DOCUMENTO DI IDENTITA’ – Molta della più recente discussione sulle regole elettorali si è concentrata sul tipo di documento da esibire al momento del voto. 36 Stati richiedono la presentazione di un documento di identità per poter esprimere il voto. In 24 tra questi, l’ID deve avere la foto – quindi patente, passaporto, carta d’identità statale. Se l’elettore non ne è in possesso, può comunque esprimere quello che viene definito un “voto provvisorio”, che verrà conteggiato in modo definitivo alla presentazione di una ID nei giorni immediatamente successivi. Altri 14 Stati, oltre al Distretto di Columbia, non richiedono una ID; sono, con l’eccezione dell’Iowa, Stati a maggioranza democratica. In questa parte del Paese si ritiene che l’identità sia stata verificata in precedenza, al momento dell’iscrizione nelle liste elettorali. È anche possibile, per il responsabile del seggio, confrontare la firma dell’elettore con quella presente sul registro ufficiale. In alcuni Stati, per dimostrare l’identità, è possibile esibire bollette nominali o presentare una dichiarazione giurata. La scelta di non rendere obbligatoria la presentazione di un documento di identità risponde a diverse considerazioni. Anzitutto, non esiste un vero problema di falsificazione del voto. A titolo di esempio, Heritage Foundation ha trovato solo 36 casi riconducibili a brogli nelle elezioni degli ultimi 40 anni in Pennsylvania. Il problema, negli Stati Uniti, non è tanto evitare i brogli, quanto far sì che la gente vada a votare. Esistono poi problemi legati proprio al tipo di documenti richiesti. Milioni di americani, in particolare quelli con i redditi più bassi, non hanno una ID con foto. Un sondaggio del 2024 ha per esempio rivelato che ben 21 milioni di americani in età di voto non hanno una patente valida. Ancora più alto il numero di chi non ha il passaporto. Spesso non hanno una ID con foto gli anziani, che non guidano e che non si recano di frequente all’estero. Gli Stati Uniti sono poi un Paese con una forte mobilità interna. Chi ha da poco cambiato residenza, può non avere avuto il tempo di aggiornare i propri dati. Ci sono poi gli studenti che vivono nei campus, lontani dal loro indirizzo di residenza e che non hanno la patente. E ci sono milioni di homeless, anche loro privi di documenti di identità, non per questo inabili a votare. L’ID con foto diventa quindi soprattutto un modo per limitare il diritto di voto per milioni di americani.

COME LIMITARE IL DIRITTO DI VOTO – La richiesta di una ID con foto è solo uno tra gli strumenti utilizzati – in particolare dai repubblicani – per restringere il numero il diritto di voto. Ci si è rivolti a molto altro. Anzitutto al gerrymandering, il ridisegno dei confini dei distretti in modo da concentrare il voto bianco – di solito più favorevole al G.O.P. – diluendo invece quello delle minoranze, che tendono a votare democratico. Si è poi cercato di agire sulle condizioni fisiche, materiali, del voto. Hanno ridotto le finestre temporali per potere votare per posta North Carolina, Arkansas, Montana, Utah, South Dakota, Arizona. In Georgia si sono ridotti i tempi per richiedere le schede postali e limitato il numero delle urne di drop-box dove collocare le schede. Il Texas ha reso più severi i requisiti di identificazione per il voto postale e imposto limiti di orario al voto anticipato. L’Ohio ha eliminato giorni di voto anticipato e ridotto le finestre temporali per la richiesta e la restituzione delle schede. La Florida ha limitato la possibilità di chiedere le schede elettorali per posta per più cicli consecutivi. Esiste poi un divieto di fornire acqua e cibo a chi si trova in fila. È una proibizione variamente declinata nei diversi Stati, anche se il caso più clamoroso è quello della Georgia, dove nel 2021 è stato approvato l’Election Integrity Act, che proibisce l’offerta di regali, denaro, cibo, bevande a chi si trova in fila alle urne. I repubblicani sostengono che i gruppi progressisti portino la gente a votare promettendo regalie – secondo i critici, la questione è se pane e acqua per chi è in fila da ore possano essere considerati “regali”. Per le elezioni del prossimo 3 novembre, l’amministrazione Usa ha comunque deciso di non invitare gli osservatori internazionali dell’Osce. Si tratta di una svolta storica: negli ultimi 24 anni, l’Osce ha regolarmente monitorato procedure e svolgimento delle elezioni statunitensi. In compenso, l’amministrazione non esclude l’invio ai seggi di truppe dell’esercito e della Guardia Nazionale, oltre ad agenti federali armati, tra questi quelli dell’Ice. Secondo la Casa Bianca, si tratterebbe di un modo per assicurare un corretto svolgimento del voto. Per democratici e gruppi per i diritti. Trump e i repubblicani cercano chiaramente di intimidire gli elettori.

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