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Manaus registra qualidade péssima do ar pelo terceiro dia seguido

A cidade de Manaus (AM) voltou a amanhecer sob fumaça gerada pelas queimadas no estado neste sábado (10). O Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental (Selva), da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), registrou qualidade péssima do ar na capital.

Esse é o terceiro dia consecutivo que a capital é encoberta por fumaça.

Nesta sexta (9), a Prefeitura de Manaus suspendeu as atividades escolares e nos órgãos municipais devido à péssima qualidade do ar. Na data, o índice de qualidade do ar foi de 196,4 microgramas por metro cúbico (µg/m³) de material particulado, substância tóxica presente na fumaça.

Neste sábado, por volta das 6h, o índice foi ainda maior, alcançando 209 µg/m³. A qualidade do ar é considerada boa quando atinge até 25 µg/m³.

Nesta tarde, os pontos de monitoramento da capital registram a qualidade do ar entre moderada e ruim. No município de Careiro, na Região Metropolitana, entretanto, o nível ainda é péssimo, com 117,5 µg/m³.

Suspensão de atividades e alerta à população

A Defesa Civil do Amazonas disparou alerta aos celulares orientando a população que use máscara | Foto: Reprodução/Defesa Civil

Universidades também suspenderam as atividades devido à fumaça. A Defesa Civil do Amazonas disparou alerta aos celulares orientando a população a evitar exposição à fumaça e usar máscaras ao sair de casa.

Ainda na sexta-feira, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática disse em nota que realiza ações permanentes de prevenção, monitoramento e combate aos incêndios florestais na região, com mobilização de equipes, aeronaves e recursos.

“Desde o início da temporada de incêndios florestais, o Ibama extinguiu 229 incêndios no Amazonas e segue atuando no combate a outros 20 incêndios ativos no estado”, afirmou o ministério.

A pasta acrescentou que disponibilizará mais seis aeronaves, sendo quatro aviões para lançamento de água e dois helicópteros, além de 290 profissionais brigadistas.

Governo proibiu queimadas por 120 dias

Manaus também sofreu com fumaça no mês de setembro. No dia 23, o prefeito Renato Júnior (Avante) cobrou políticas contra queimadas no interior do estado.

“Falta política pública no interior do Amazonas. E agora Manaus está pagando a conta de todo dia amanhecer encoberto de fumaça por falta de política pública nacional, dos outros estados e também do estado do Amazonas”, disse ele em publicação nas redes sociais.

O Governo do Amazonas proibiu por decreto no mês passado o uso do fogo em todo o estado por 120 dias. A medida proíbe o emprego de queimadas em atividades de limpeza, manejo e renovação de áreas.

Também em 23 de setembro, o Centro Integrado Multiagência de Coordenação Operacional Federal (Ciman Federal), coordenado pelo Ibama, recebeu solicitação de apoio do Governo do Amazonas para combate a incêndios florestais, segundo o Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática.

“Em resposta ao pedido, foram acionados combatentes do Projeto de Resposta em Ações Integradas para Atuação em Situações de Desastres (Respad) e uma aeronave do Projeto de Gerenciamento de Aeronaves para Situações de Urgência e Socorro (Pegasus)”, declarou o ministério.

De acordo com o órgão, em 30 de setembro, após as chuvas contribuírem para o controle dos focos de incêndio, o Governo do Amazonas comunicou que não seria mais necessário o apoio do Respad, dispensando a atuação da equipe federal antes do deslocamento a campo.

“O MMA informa ainda que orientou o Governo do Amazonas a solicitar recursos por meio do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (SINPDEC) para ampliar sua capacidade de resposta aos incêndios florestais. Contudo, até o momento, o estado não formalizou o pedido”, disse o ministério.

Fumaça oferece riscos à saúde

O risco de inalação de material particulado é maior dependendo do tempo de exposição e da quantidade inalada. Os mais suscetíveis a apresentar reações são crianças e idosos, mas todos podem ter comprometimento pulmonar e respiratório.

As queimadas também geram uma série de poluentes que podem permanecer no ar por semanas, como monóxido de carbono e dióxido de nitrogênio.

Governo amplia estrutura de combate a incêndios

Na última sexta-feira, o Governo do Amazonas afirmou em nota que tem feito reuniões sobre o tema das queimadas para conter os impactos ambientais, proteger a população e intensificar a fiscalização no estado. Segundo o governo, foi ampliado de 11 para 25 em um ano o número de bases permanentes de bombeiros em cidades do interior, e que o efetivo passou de 692 para 1.651.

O governo acrescentou que recebeu a aeronave Thrush S2R-510, capaz de transportar quase 2.000 litros de água, e que possui cinco viaturas Auto Bomba Tanque Florestal (ABTF). (Jorge Cosme/FOLHAPRESS)

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Gari aprovado na OAB em Goiás dedica vitória à mãe e quer servir à sociedade

10 October 2026 at 18:09

O gari Antônio José Júnior de Oliveira conquistou aprovação no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A história dele emociona pessoas em Goiás e ganhou repercussão nesta sexta-feira (09/10). Segundo o novo advogado, a mãe Ivani Vavier de Souza inspirou a continuidade dos estudos e a busca por uma vida melhor.

Antônio trabalhou na Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) por 18 anos. Foram 13 anos na coleta orgânica, três na coleta seletiva e um ano e meio na varrição. Com apoio da companhia, ele conciliou a faculdade de Direito com o trabalho nas ruas.

Ele cursou a graduação com bolsa de estudos no Centro Universo Goiânia. As aulas ocorriam das 8h às 12h; o estágio, à tarde, por três horas em audiências; e o trabalho, das 16h às 22h. Antônio abdicava dos sábados, domingos e feriados para estudar.

O Centro Universo Goiânia informou que Antônio se formou em quatro anos e meio e foi juramentista do curso. Formado em julho, ele abriu o próprio escritório em agosto e atua na área trabalhista.

“O Direito do Trabalho traz justiça e pacifica a sociedade. Meu propósito: servir à sociedade, trazer paz e ajudar as pessoas a resolver seus problemas”, declarou Antônio.

Antônio concilia as atividades como advogado e o trabalho na Comurg. Ele assumiu a função de supervisor de abastecimento de combustível após concurso interno de meritocracia e trabalha no escritório na parte da tarde.

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Russia quietly grows fleet that funds its war: one shell firm in Marshall Islands buys two gas tankers from Chinese and Greek owners

10 October 2026 at 16:11

Two weathered cargo ships sail across a dark sea beneath heavy storm clouds.

Ukraine has published data on 20 vessels that carry Russian oil and liquefied natural gas or refuel the sanctioned fleet, parts of the logistics network the Kremlin uses to fund its war, Ukraine's Defense Intelligence reports. All 20 are under British or Ukrainian sanctions, and only one faces US restrictions.

Russia’s shadow fleet runs on roughly 500 aging ships of uncertain ownership that dodge sanctions and keep oil money flowing. That seaborne oil trade is worth more than 80 billion euros a year.

The headline vessel is the Russian ship Portovyy, an LNG carrier and floating gas store owned by the sanctioned Gazprom since 2021, according to the agency. On 15 August 2026, it left the Gulf of Finland with Russian LNG for the first time since November 2021, sailing the Northern Sea Route to the Chinese port of Beihai to unload.

Portovyy is now at the Zhoushan Huafeng Shipyard in China, which has been set as the site for its maintenance, intelligence says, an example of the foreign yards Kyiv wants closed to the sanctioned fleet.

Russia buys up gas carriers through shells

Two more gas carriers show how Moscow expanded the fleet in spring 2026 through front companies, intelligence said. The Avacha, once owned by China’s Jovo Energy, was bought by the little-known Tudor Maritime of the Marshall Islands, took the Russian flag in June, and now ships gas from the Arctic LNG 2 project to Beihai.

The Chaivo, formerly owned by Greece’s Maran Gas Maritime, was also bought by Tudor Maritime and moved under the Russian flag in July. Now it carries cargo to Beihai from a floating gas storage facility off Kamchatka, intelligence says.

A call to close the loopholes

Intelligence urged partners to act together: tighten control over sales of commercially owned ships, block servicing of the sanctioned fleet at foreign yards, and cut off the energy revenue that Russia turns into weapons against civilians.

Russia is building ice-class ships at home and, at the same time, widening its shadow fleet through offshore networks. The UK Foreign Office made the same point on 1 October, saying Moscow is assembling a new shadow fleet to keep its gas revenues flowing.

Racismo afeta saúde mental de pessoas negras, alerta psicólogo

Quando uma pessoa sofre um acidente de carro, o trauma pode ser tão forte que ela desenvolve um transtorno de estresse pós-traumático. Mas, com a ajuda de um psicólogo, ela poderá, algum tempo depois, voltar a circular de carro sem crises de ansiedade.

Devido ao racismo, uma pessoa negra sofre o equivalente psíquico a um acidente de carro toda semana, diz o psicólogo e psicanalista Lucas Veiga, escritor do livro “Clínica do impossível: como pessoas negras podem cuidar da saúde mental em um mundo racista” (Paidós, 2026), uma reedição ampliada de “Clínica do Impossível: Linhas de Fuga e de Cura”, lançado em 2021.

“Como uma pessoa que é vítima de um caso de racismo toda semana se cura do estresse pós-traumático se aquilo que causa o trauma continua se repetindo?”, pergunta Veiga.

As pessoas negras vivenciam microviolências cotidianas, como serem seguidas por seguranças e verem alguém apertar a bolsa junto ao corpo quando passam. Somado a isso, há a injúria racial e ainda as estruturas econômicas, políticas e sociológicas do racismo.

Uma pesquisa do Datafolha de 2024 mostrou que 56% dos brasileiros pretos relatam sofrer discriminação. O índice cai para 17% entre pardos e, no caso de brancos, para 7%.

Racismo e saúde mental

Cuidado com a saúde mental de uma pessoa negra é fundamental para reconhecer o racismo como um problema social | Foto: Reprodução

No livro, Veiga afirma que o cuidado com a saúde mental das pessoas negras passa fundamentalmente por reconhecer o racismo como um problema social que impacta suas subjetividades. Mas explica também que não será possível eliminar o racismo nesta geração para resolver o problema.

O que fazer nesse meio-termo é o que ele chama de “clínica do impossível”.

O primeiro passo seria “tornar-se negro”, uma expressão cunhada pela psiquiatra e psicanalista brasileira Neusa Santos Souza nos anos 1980. Ela descreve esse processo como uma tomada de consciência política, afirmação do próprio corpo e reconstrução da identidade e da autoimagem.

O racismo é movido pelo ódio racial, que é constantemente projetado sobre o corpo negro, explica o psicólogo com base em estudos tanto de Neusa Souza quanto de Frantz Fanon, psiquiatra e filósofo político que escreveu “Pele Negra, Máscaras Brancas” (Ubu).

A violência racial recai sobre a cor da pele e os traços físicos, explica Veiga. Por isso, a pessoa pode concluir que é o próprio corpo que a coloca em risco.

“Nosso corpo é nossa primeira casa. É com esse corpo que a gente vive e exercita a nossa humanidade”, diz o psicólogo. “A pessoa pode, de alguma forma, desenvolver uma relação de negação do próprio corpo. Então, esse ódio que é projetado sobre o corpo negro pode ser introjetado e a pessoa passa a se odiar.”

De forma semelhante ao que ocorre com vítimas de abuso, a pessoa que sofre a violência do racismo pode passar a se sentir culpada pelo ocorrido, em vez de atribuir a culpa ao agressor ou à estrutura racista, explica o psicólogo.

Para interromper esse processo, é preciso tornar-se negro: reconhecer o racismo como problema social, reestruturar a autoimagem e valorizar corpo, pele e ancestralidade.

Psicólogos precisam estudar o racismo

Veiga defende que psicólogos estudem racismo, pois a produção hegemônica da área foi construída por teóricos brancos para subjetividades e sofrimentos da população branca.

A experiência cotidiana do racismo produz impactos específicos na subjetividade negra como baixa autoestima, insegurança, dúvidas sobre as próprias capacidades e desconforto com o próprio corpo.

Na clínica do impossível, os psicólogos podem ajudar as pessoas negras como um “quilombo”, diz Veiga, um território de proteção, fortalecimento e restauração da autoimagem.

A terapia atua para retirar o sentimento de culpa e inferioridade do paciente e devolver à branquitude a responsabilidade pelas violências raciais.

O paciente também trabalha a subjetividade para além da negritude. “É tornar-se negro, que tem a ver com a criação de uma identidade negra fortalecida e um senso de valor, para que eu possa ser eu mesmo.”

Afirmação da vida como caminho de cura

Após tornar-se negro e entender que enfrenta o impossível o fim do racismo , o livro propõe afirmar a vida.

Isso seria fugir da tentativa do racismo de impor uma tristeza compulsória, reivindicando o direito de habitar a cidade, o próprio corpo e os espaços conquistados com altivez e alegria. “A nossa maior vingança ao racismo é viver bem”, diz Veiga.

Para esse processo, uma ajuda é reconhecer um paradoxo de impossíveis, aponta a obra. Se, por um lado, o fim imediato do racismo é impossível, por outro é igualmente impossível que a subjetividade negra seja totalmente capturada ou destruída por ele.

A afirmação da vida se concretiza na capacidade ancestral de criar “rotas de fuga”, reinventar o cotidiano e produzir modos de existência livres e criativos, diz Veiga.

História do avô inspira reflexão sobre a vida

O exemplo máximo disso é apresentado logo no início do livro. O autor conta a história do seu avô, Antônio da Veiga, que tinha um diagnóstico de bipolaridade e alternava entre episódios de depressão profunda e de mania.

Antônio chegou a ser internado em uma clínica psiquiátrica e, após muitas tentativas, conseguiu fugir. Foi quando conheceu a avó do autor e deu início a toda a família.

“Meu avô pôde ter uma vida boa. Ele foi muito amado e respeitado, e a casa dos meus avós tinha muita festa. Ele tinha que lidar com a bipolaridade e com o racismo, mas isso não impediu que ele tivesse uma relação de criação e invenção com a vida, a natureza, as pessoas”, diz Veiga.

Em um dos episódios de mania, seu Antônio trocou o aparelho de som da família por um cavalo que criou no quintal, para alegria dos netos. Segundo Veiga, cuidar do animal e ensinar os netos a andar nele funcionava como uma terapia ocupacional espontânea.

A criação do cavalo, a constituição da família e o cuidado com os netos revelaram-se uma forma de criar rotas de fuga daquilo de que não se pode fugir.

“Aqui condenso o pensamento que venho desenvolvendo sobre a saúde mental de pessoas negras, e é um convite para que você possa criar o próprio cavalo no quintal, construir para si suas rotas de fuga e de cura. Que se abram os caminhos”, escreve o autor nas primeiras páginas. (Geovana Oliveira/FOLHAPRESS)

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Acidente entre caminhão e quatro carros deixa cinco mortos no RJ

Um acidente entre um caminhão e quatro carros deixou cinco pessoas mortas e nove feridas na manhã deste sábado na rodovia BR-393, em Barra do Piraí, sul do Rio de Janeiro.

Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), a colisão ocorreu por volta das 5h40 na altura do km 252 da rodovia.

Caminhão tombou na pista

O caminhão tombou na pista. A PRF interditou a passagem de veículos.

Segundo o Corpo de Bombeiros, os nove feridos foram encaminhados para hospitais da região.

Causas do acidente serão investigadas

As causas do acidente serão investigadas pela polícia.

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Rolex de 60 mil euros roubado em segundos na Quinta do Lago – TVI

10 October 2026 at 10:00

Três homens abordaram um turista perto das 15h00 desta quarta-feira, 7 de outubro, na Quinta do Lago, freguesia de Almancil, no concelho de Loulé, tendo após o roubo fugido com um relógio Rolex no valor de 60 mil euros, como é referido na reportagem da TVI.

O roubo ocorreu junto ao Hotel Conrad, perto do Quinta Shopping, quando o homem foi abordado pelos suspeitos, que lhe terão arrancado o relógio do pulso, tendo-lhe provocado escoriações num dos braços, sem necessidade de tratamento hospitalar.

Os três assaltantes, que estariam de cara descoberta para não levantar suspeitas, fugiram, depois, num carro Seat, em direção a Vale do Lobo. Saliente-se que nos últimos meses, houve outras tentativas e roubos de relógios de luxo nesta zona do Algarve, bem como em Vilamoura.

As autoridades suspeitam que o turista pudesse estar a ser vigiado há algum tempo, uma vez que os assaltantes terão atuado de forma rápida e aparentemente direcionada. Não foram utilizadas armas de fogo.

Fértil reuniu 7000 pessoas em Olhão para dois dias dedicados à sustentabilidade e à cultura

10 October 2026 at 07:08

O Parque Ribeirinho Poente de Olhão recebeu, nos dias 3 e 4 de outubro, a 4.ª edição do festival Fértil, que, numa versão ampliada e renovada, reuniu cerca de 7000 pessoas, entre residentes e visitantes de várias idades e proveniências.

Promovido pelo Município de Olhão, em coprodução com a associação Moces, o festival proporcionou dois dias de encontro, convívio e contacto com a natureza, tendo como principais eixos a Sustentabilidade, a Inovação, a Cultura e a Comunidade.

Ao longo do evento, o público teve oportunidade de participar em workshops, palestras e conversas, que abordaram temas relacionados com a sustentabilidade e os desafios ambientais da atualidade. Entre os assuntos explorados estiveram a agricultura sustentável, as agroflorestas, a economia circular, a reutilização de materiais, os plásticos nos oceanos, as plantas e jardins do futuro, a alimentação regenerativa e a educação ambiental.

A programação incluiu ainda diversas áreas de participação e lazer, como Kids, Fleamarket, Foodtrucks e Healing, bem como uma zona de cinema dedicada a causas ambientais. A diversidade de atividades e protagonistas contribuiu para atrair diferentes públicos e criar um ambiente de partilha e de (re)conexão com a natureza.

A arte e a educação ambiental tiveram igualmente um papel de destaque. O festival recebeu o projeto “LIXArte – Transformar lixo em arte”, coordenado pela artista plástica olhanense Joana Rocha, com trabalhos realizados por alunos dos Agrupamentos de Escolas Dr. Alberto Iria, Dr. Francisco Fernandes Lopes e João da Rosa. Estiveram também em exposição trabalhos do artista olhanense Igor Nunes Silva, inspirados nas relações entre criatividade e sustentabilidade.

Outro dos momentos de destaque foi a participação da bióloga Ana Pêgo, responsável pelo projeto Plasticus Maritimus, dedicado à sensibilização para a literacia dos oceanos e para o problema da poluição por plástico. A especialista apresentou uma exposição e uma palestra no festival, depois de ter dinamizado workshops junto de alunos do 1.º ciclo de escolas do concelho.

Nesta edição, o CROA – Centro de Recolha Oficial de Animais do Município, participou pela primeira vez no Fértil, promovendo, no âmbito do Dia Mundial do Animal, ações de informação e sensibilização para a adoção responsável.

O festival contou com o apoio de várias entidades, empresas e parceiros locais, entre os quais Fesnima, CCDR Algarve, Turismo do Algarve e Algarve Evolution, tendo como media partners Antena 1, RUA FM e a rádio Futura. No âmbito dos seus compromissos com a sustentabilidade, as empresas Viveiros Monterosa, Necton, Kodis e Coca-Cola foram sponsors do evento, tendo as duas primeiras entidades, sediadas no concelho, dinamizado inclusivamente palestras, exposições e workshops nos seus espaços de ativação de marca instalados no recinto.

O Fértil voltou a afirmar-se como um espaço de encontro entre cultura, ambiente, conhecimento e comunidade, promovendo a reflexão sobre formas mais sustentáveis de viver e de participar no futuro do território

Trump’s Diesel Deal with Putin Undermines US Sanctions Pressure as Ukraine Peace Talks Stall

10 October 2026 at 07:10

President Donald Trump announced an agreement with Vladimir Putin on Friday, 9th October, under which Russia will resume substantial diesel exports to American and international markets, despite Washington’s existing sanctions against Moscow over its invasion of Ukraine.

According to Trump’s announcement following the telephone conversation, Russia will immediately release more than 300,000 tonnes of diesel, followed by 500,000 tonnes in November and another million tonnes shortly afterwards. A further three million tonnes could become available once Russian refining capacity permits.

The announcement was accompanied by a temporary authorisation from the US Treasury allowing transactions involving Russian diesel until 7 April 2027. It represents a substantial departure from the administration’s recent sanctions policy, which had sought to restrict Russian energy revenues and strengthen Washington’s negotiating position over Ukraine.

The timing is politically significant. Trump faces congressional midterm elections on 3 November, while diesel prices have become a growing economic concern for American businesses and consumers. The agreement gives the White House an opportunity to present itself as addressing fuel costs, although its practical effect on prices remains uncertain.

Russian diesel cannot resolve the global supply shortage

Trump has linked the proposed Russian deliveries to his administration’s efforts to restore energy flows through the Strait of Hormuz, arguing that the combined measures will produce a rapid reduction in diesel prices.

The disruption of maritime energy supplies following the confrontation with Iran has, however, created a problem considerably larger than the quantities Russia has initially promised.

The first two deliveries amount to approximately 800,000 tonnes. Even including the subsequent million tonnes, the announced volumes are modest relative to global consumption. Their arrival may provide temporary relief in individual markets, but there is little evidence that they could independently reverse the wider shortage.

Russia’s capacity to maintain larger exports is also uncertain.

Ukrainian attacks on Russian refineries have disrupted production and contributed to restrictions on petroleum exports. Moscow has periodically imposed limits to protect domestic supplies, while damaged facilities require repairs before returning to normal operations.

The condition of those refineries is explicitly acknowledged in Trump’s announcement, which makes the proposed additional three million tonnes dependent on their recovery.

This introduces a further contradiction. Washington is seeking Russian diesel at precisely the moment Ukraine is attempting to reduce Moscow’s capacity to refine and export petroleum products.

The economic benefits of the agreement may consequently depend partly on developments in a military campaign that the United States has previously supported through intelligence cooperation with Kyiv.

Zelenskyy rejects sanctions relief without Russian concessions

President Volodymyr Zelenskyy responded critically to the agreement, describing the relaxation of economic pressure as a concession to Putin that had not been accompanied by any meaningful Russian commitment to de-escalation.

In his response to the American decision, Zelenskyy argued that Moscow would exploit renewed export revenues to prolong its war rather than make concessions towards a settlement.

Ukraine has indicated that it remains prepared to consider reciprocal measures concerning attacks on energy infrastructure. Such arrangements would require Russia to stop striking Ukrainian facilities in exchange for restrictions on Ukrainian operations against Russian energy targets.

No comparable undertaking was announced as part of Friday’s diesel agreement.

This distinction is central to Kyiv’s objections. Sanctions relief has traditionally been regarded as leverage to obtain changes in Russian behaviour. In the present arrangement, Moscow stands to receive additional commercial opportunities without publicly agreeing to alter its military campaign.

Lukoil negotiations raise further questions

The agreement also comes amid separate discussions concerning the international assets of Lukoil, Russia’s second-largest oil producer.

A recent account of negotiations involving American investors and Russian officials described proposals involving Lukoil’s overseas oilfields, refineries and distribution businesses.

The discussions have reportedly involved figures connected to Trump’s diplomatic efforts, including Steve Witkoff and Jared Kushner, alongside Russian representatives.

On Friday, another development complicated the proposed transaction when Carlyle withdrew from the competition to acquire Lukoil’s international assets, previously valued at approximately $22 billion.

The negotiations illustrate the extent to which potential commercial cooperation has entered the broader American-Russian relationship.

There is no verified evidence, however, that the diesel agreement was concluded to facilitate a particular acquisition or benefit individuals connected to Trump’s administration. The commercial negotiations and Friday’s sanctions decision remain separate developments unless further evidence establishes a direct connection.

Washington and Europe move in different directions

The American decision creates an additional complication for European sanctions policy.

On 7th October, EU ambassadors agreed to expand sanctions against Russia’s military-industrial network, approving 1,646 additional designations, many directed at the production of ballistic missiles used against Ukraine.

Britain has also introduced further restrictions on Russian oil-related businesses, tankers and financial intermediaries, reinforcing its stated objective of limiting Moscow’s ability to finance the war.

The contrast with Washington’s diesel authorisation is substantial. While European governments are attempting to restrict Russian petroleum revenues, the United States is providing a temporary legal route for renewed sales.

The development also recalls the difficulties already examined by EU Today in its reporting on sanctions enforcement against Russia’s shadow fleet, where differences in national restrictions and their application have complicated efforts to control petroleum exports.

For Moscow, the significance of Friday’s agreement extends beyond the immediate revenue generated by diesel sales. It establishes that the United States is prepared to relax particular economic restrictions before securing a settlement over Ukraine.

Whether the arrangement ultimately lowers American fuel prices will depend on production, shipping and international market conditions. The diplomatic consequence is already apparent: Russia has obtained an opportunity to restore part of its international energy trade without accepting publicly announced conditions concerning its war against Ukraine.

For Kyiv and European governments, the question is whether this remains a narrowly defined response to an energy shortage or marks the beginning of a broader American policy of separating commercial relations with Moscow from negotiations over Ukraine.

Homem faz crianças reféns e é morto pela polícia

9 October 2026 at 22:44
O homem invadiu a escola onde estudam crianças dos 0 aos 5 anos e manteve várias crianças reféns numa sala. As autoridades tentaram negociar, mas acabaram por matar o suspeito.

© ANDRE COELHO/EPA

A polícia tentou negociar com o suspeito durante mais de duas horas

Lula em campanha sem panfletos nem pedidos de voto

9 October 2026 at 22:23
A primeira campanha de rua de Lula para a segunda volta, em Ceilândia, ficou marcada pela ausência de panfletos e de apelos ao voto — e por eleitores ainda indecisos.

© ANDRE BORGES/EPA

Durante o comício, Lula defendeu algumas das bandeiras da sua campanha, como a redução da jornada de trabalho, com o fim da escala 6x1, atualmente discutida no Senado Federal
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