❌

Normal view

PF indicia Gorete Pereira e mais 28 por suspeita de fraude no INSS

A Polícia Federal indiciou a deputada Gorete Pereira (MDB-CE) e mais 28 pessoas na Operação Sem Desconto, que mira retiradas não autorizadas em benefícios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) por associações para aposentados e pensionistas.

Gorete foi indiciada sob suspeita dos crimes de organização criminosa, estelionato previdenciário qualificado e lavagem de dinheiro. De acordo com o relatório final da PF obtido pela reportagem, empresas de fachada em nome de familiares e prepostos da deputada teriam recebido ao menos R$ 11 milhões.

Suspeita de articulação política

Ainda segundo o documento, a parlamentar teria exercido o papel de articuladora política da fraude, utilizando sua influência pessoal junto ao alto escalão do INSS para viabilizar e proteger os ACTs (Acordos de Cooperação Técnica) com as associações fraudulentas.

Procurado, o advogado de Gorete, Waldir Xavier, disse que ela ainda não foi oficialmente cientificada de qualquer indiciamento e, por essa razão, não tem como se manifestar sobre a sua natureza delitiva.

Também disse que tem confiança na apuração dos fatos, sob a supervisão do ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), e “certeza de que a conduta por ela adotada foi pautada na licitude de seus atos”.

A PF afirma que a deputada tratava o então presidente do INSS Alessandro Stefanutto como amigo e, segundo análise de material apreendido pela polícia, foi chamada por ele de irmã. Ela também manteria contatos sistemáticos com outros funcionários do INSS.

Campanha eleitoral e tornozeleira eletrônica

A parlamentar é suplente de Yuri do Paredão (MDB-CE), que está licenciado. Até janeiro deste ano, ela era filiada ao PL. Gorete tentou se eleger deputada federal nestas eleições, mesmo com medidas restritivas impostas por Mendonça, que incluíam o uso de tornozeleira eletrônica.

Em seu perfil no Instagram, é possível vê-la participando de atos de campanha em Fortaleza usando calças compridas. A defesa da deputada chegou a pedir a Mendonça que fosse dispensado o uso de tornozeleira na campanha, mas o ministro negou.

No entanto, ele permitiu que ela atuasse fora da área da comarca fixada na decisão e a liberou para circular pelo estado. Ela recebeu 3.615 votos e não se elegeu, ficando como suplente.

De acordo com dados do DivulgaCand, plataforma da Justiça Eleitoral, Gorete recebeu R$ 670 mil para utilizar em sua campanha e gastou R$ 669,2 mil. Seu perfil na rede social ainda mostra que ela recebeu o apoio do presidente estadual do partido, o deputado federal Eunício Oliveira (MDB), em sua candidatura.

Tanto a PF quanto o Ministério Público Federal chegaram a pedir que Gorete fosse presa, mas Mendonça negou a medida em março, determinando que ela fosse monitorada por tornozeleira eletrônica, com limitação de deslocamento.

Advogada é suspeita de operacionalizar propina

A polícia também indiciou sob suspeita dos mesmos crimes, além de falsidade ideológica, a advogada Cecília Rodrigues Mota, que presidiu a Associação dos Aposentados e Pensionistas Nacional (Aapen) e a Associação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil (AAPB). A reportagem não localizou a defesa de Cecília.

Segundo o relatório, Cecília atuou nas entidades no período em que se iniciaram as filiações fraudulentas e os descontos associativos não autorizados sobre benefícios previdenciários. As associações teriam conseguido um novo ACT por meio do pagamento de vantagens indevidas a servidores do INSS.

Ainda de acordo com o documento, Cecília operacionalizava a propina por meio da conta de sua sociedade de advocacia e de sua própria conta bancária.

Filho de ex-diretor do INSS teria recebido R$ 2,4 milhões

Um dos pagamentos teria sido feito ao escritório de Eric Fidelis, filho de André Paulo Félix Fidelis, ex-diretor de Benefícios do INSS. Ele teria recebido R$ 2,4 milhões em 2024. Eric foi indiciado sob suspeita dos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. Seu pai foi responsabilizado pelos menos crimes, além de corrupção passiva.

A polícia também apontou que André Fidelis assinou, somente em 2024, pelo menos sete ACTs que juntos promoveram descontos de R$ 142 milhões por associações investigadas.

Também procurada, a defesa de Eric e André informou que não teve acesso ao relatório e, por isso, não tinha condições de se posicionar. (Constança Rezende/FOLHAPRESS)

The post PF indicia Gorete Pereira e mais 28 por suspeita de fraude no INSS appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

Jovem morre com 27 tiros após PMs confundirem celular com arma em SP

Policiais militares mataram Gustavo Munis de Santana, 20, com 27 tiros na madrugada deste sábado (10) em Moema, na zona sul de São Paulo.

Conforme o relato dos PMs no boletim de ocorrência, eles teriam confundido o aparelho celular que Gustavo segurava com uma arma.

O caso aconteceu por volta das 2h45, na alameda dos Guaramomis, e envolveu quatro viaturas da Polícia Militar. Dos 8 policiais que participaram da ação, 4 atiraram, totalizando 45 tiros: um deles fez 14 disparos; outro, 13; um terceiro, 6; e o último, 12.

O boletim afirma que a perícia identificou 27 ferimentos a bala em todo o corpo de Gustavo, incluindo na cabeça, no rosto e no tórax.

Imagens das câmeras corporais

Imagens das câmeras corporais dos PMs analisadas pela Polícia Civil mostram a vítima surgindo de uma área escura, junto à fachada de um imóvel, e estendendo os braços apontando algo na direção da rua, onde estavam os policiais, ainda segundo o BO.

Os policiais disseram ainda, conforme registrado no boletim, que Gustavo estaria transtornado e ameaçando atirar contra si próprio. Quando a primeira viatura chegou, ele estaria com a mão na cintura, em postura ameaçadora, disseram os PMs.

Depois ele teria saído correndo e atravessado a passarela para a alameda dos Guaramomis, abrigando-se em uma área recuada de um imóvel, diz o boletim de ocorrência. Naquele momento, outras duas viaturas chegaram ao local.

Gustavo, então, teria saído do local em que estava e apontado um objeto escuro para os policiais, identificado depois como um telefone celular preto. O documento afirma que foi naquele momento que os policiais começaram a atirar.

Investigação

O caso foi registrado como resistência e homicídio decorrente de oposição à intervenção policial no DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa). Um inquérito policial militar será aberto para analisar a conduta dos PMs, e as quatro armas usadas na ação foram apreendidas para perícia.

Familiares disseram à polícia que Gustavo vivia com a mãe e as irmãs e tomava medicamento para depressão desde o ano passado.

O boletim de ocorrência destaca que a vítima não tinha antecedentes criminais. (Claudinei Queiroz/Paulo Eduardo Dias/FOLHAPRESS)

The post Jovem morre com 27 tiros após PMs confundirem celular com arma em SP appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

Sorte distinta para as quatro equipas transmontanas no Campeonato de Portugal

11 October 2026 at 19:51

VTM

A quinta jornada da Série 1 do Campeonato de Portugal trouxe mudanças na classificação, com o Chaves B a assumir a liderança isolada e o Montalegre a sair vitorioso do dérbi transmontano diante do Bragança, que sofreu a primeira derrota na competição.

No confronto entre brigantinos e barrosões, o Montalegre venceu por 0-2, graças aos golos de Diogo Carvalho e Tiago Correia. O resultado pôs fim à invencibilidade do Bragança, que até esta jornada liderava o campeonato sem derrotas. Apesar do triunfo fora de portas, o Montalegre mantém-se igualmente invicto, confirmando o bom arranque de temporada.

A derrota do Bragança abriu caminho à subida do Chaves B ao primeiro lugar. A equipa flaviense aproveitou a deslocação ao terreno do Brito para conquistar uma vitória expressiva por 0-4. Eurio, Adílio, Pedro Silva e Carlinhos assinaram os golos que permitiram aos transmontanos somar três pontos e isolar-se no topo da tabela classificativa.

Em sentido contrário, o Vinhais continua sem conseguir pontuar nesta edição da prova. A formação vinhaense perdeu por 1-2 na receção ao Limianos, prolongando o ciclo negativo e mantendo-se à procura dos primeiros pontos no campeonato.

Concluída a quinta jornada, o Chaves B lidera isolado a Série 1, enquanto o Montalegre permanece invicto e o Bragança procura reagir a primeira derrota da temporada. Já o Vinhais terá de procurar nas próximas jornadas uma mudança de resultados que lhe permita sair da situação difícil em que se encontra.

The post Sorte distinta para as quatro equipas transmontanas no Campeonato de Portugal appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

Preciso de Dormir. 7 Estratégias para uma Rotina de Sono

11 October 2026 at 19:05
Vamos para a cama tarde e pomos quase tudo à frente do tempo de sono. Ou temos filhos pequenos e nunca mais dormimos igual. O que explica isto? E porque é que uma sesta ou um comprimido não ajudam?

Flávio Bolsonaro evita prometer aumento real do salário mínimo

O senador e candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) colocou no ar um site para rebater notícias falsas, no qual não se compromete com o aumento real do salário mínimo e menciona o reajuste pela inflação, caso seja eleito.

A regra que prevê a correção do salário mínimo acima da inflação foi retomada por Lula (PT) em 2023 e está em vigor. Economistas fazem ressalvas a essa política, uma vez que o salário mínimo corrige os valores de benefícios sociais e da Previdência, o que tem impacto nos gastos do governo.

A política de reajuste do salário mínimo provocou um embate na atual etapa da campanha presidencial. Lula afirma que Flávio cortará ações sociais do governo em nome de um ajuste fiscal. Já Flávio nega que pretenda fazer o ajuste em cima dos mais pobres, ainda que seus assessores defendam a necessidade de uma forte contração nos gastos públicos.

Site não menciona reajustes acima da inflação

Site recém-lançado, a campanha de Flávio Bolsonaro | Foto: Flávio Com a Verdade/Reprodução/ND Mais

No site recém-lançado, a campanha de Flávio Bolsonaro afirma o seguinte sobre o mínimo: “o Plano de Governo de Flávio não apresenta nenhuma proposta para extinguir o piso nacional. Além disso, ele já afirmou que não pretende desvincular o salário mínimo da inflação”. Não há menção a manter reajustes acima da inflação.

O candidato também menciona a proposta que flexibiliza a jornada de trabalho, apresentada pelo coordenador político de sua campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), para se opor ao fim da escala 6×1, de seis dias de trabalho com um de folga.

“O que Flávio defende é a remuneração por hora trabalhada, com a manutenção de todos os direitos trabalhistas conquistados, como FGTS, férias e 13º salário. A proposta de flexibilizar a jornada de trabalho não significa acabar com o salário mínimo”, afirma.

Nos quatro anos de governo, Jair Bolsonaro concedeu apenas o reajuste pela inflação ao mínimo, sem ganho real.

A regra que foi instituída no segundo governo Lula e determina que o valor seja corrigido pela inflação do ano anterior, com base no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), somado à variação positiva do PIB (Produto Interno Bruto). No atual governo, Lula aprovou uma medida que limita a expansão do mínimo a 2,5% acima da inflação, mesmo limite para a ampliação dos gastos do governo imposto pelo arcabouço fiscal.

Campanha promete manter programas sociais

No site divulgado na última quinta-feira (8), a campanha de Flávio afirma que “o Bolsa Família e todos os programas assistenciais serão mantidos” e que “não fará economia em cima dos mais pobres e dos aposentados” frases que vem repetindo publicamente.

Como mostrou a Folha, para chegar ao ajuste inicial da ordem de 2% do PIB (Produto Interno Bruto), uma das propostas em estudo é acabar com a vinculação entre o ganho real do salário mínimo e o reajuste da Previdência Social e de programas sociais, como o BPC (Benefício de Prestação Continuada).

Após a publicação da reportagem, o presidenciável se comprometeu a aumentar as aposentadorias acima da inflação.

Um dos tópicos do site do candidato do PL é: “Flávio Bolsonaro vai cortar benefícios como o BPC?”. A resposta não explica se haverá mudanças na política de valorização do benefício e diz apenas que os programas sociais serão mantidos.

“O Plano de Governo de Flávio afirma expressamente que os programas sociais existentes serão mantidos, com aperfeiçoamento da gestão, correção de distorções e combate a fraudes. Ou seja, o governo Flávio Bolsonaro vai atender quem precisa”, afirma o texto.

Argumentação similar é apresentada pelo candidato sobre o programa Pé-de-Meia. A campanha de Flávio afirma que a ideia de que ele vai acabar com o programa é parte de uma interpretação equivocada sobre o chamado “Tesouraço” e sobre a promessa de redução de despesas, mas não apresenta nenhuma proposta de extinção do programa”.

Banco Regional de Brasília

Banco Regional de Brasília(BRB) | Foto: Divulgação

O site de Flávio também dedica espaço ao escândalo envolvendo o Banco Master e o BRB (Banco de Brasília). Não há menção às conversas travadas entre ele e o ex-dono do Master, Daniel Vorcaro, nem ao repasse de ao menos R$ 65 milhões ao filme sobre Jair Bolsonaro (PL).

A campanha de Flávio afirma que não usará o dinheiro de aposentados para cobrir o rombo do Master e diz que o presidente da República “não tem qualquer ingerência sobre o BRB”.

“Sobre o BRB, o presidente da República não tem qualquer ingerência sobre o banco regional e vai trabalhar para que as instituições financeiras brasileiras permaneçam entre as mais fortes e confiáveis do mundo, entre elas, o BRB”, diz o site do presidenciável.

O discurso de Flávio sobre o banco estatal coincide com o do presidente Lula. Aliada de Flávio, a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), tem insistido em um empréstimo de até R$ 6,6 bilhões com garantia da União para bancar o rombo no BRB.

Lula, por sua vez, afirma que o governo federal não vai dar dinheiro para o BRB. “A governadora, de forma cínica e mentirosa, tenta jogar a responsabilidade no governo federal. Nós não vamos deixar de pagar o Bolsa Família, não vamos dar dinheiro pro BRB”, disse o presidente em 16 de setembro.

A governadora tem feito duras críticas ao presidente Lula e depositado expectativas na eleição do candidato do PL para dar saída à crise do banco estatal. Na quarta-feira (5), após o anúncio do partido dela de apoiar Flávio, Celina disse que a vitória dele daria fôlego ao BRB.

“A configuração hoje que nós temos no próprio Senado, e a projeção do Flávio para virar presidente, é uma situação totalmente diferente do BRB. Eu acho que isso é um fôlego ainda maior para a gente recuperar o banco”, disse Celina. “São várias as possibilidades quando o governo quer ajudar.”

A campanha de Flávio foi procurada pela reportagem na noite desta sexta-feira (9) por email, mas não houve resposta. (Thaísa Oliveira/FOLHAPRESS)

The post Flávio Bolsonaro evita prometer aumento real do salário mínimo appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

Exposição coletiva Arte em Movimento está de regresso a Ferragudo

11 October 2026 at 19:14

Iniciativa com vertente solidária a favor da Associação Caminhos do Meio

A Casa do Real Compromisso Marítimo, em Ferragudo, recebe de 9 de novembro a 16 de dezembro de 2026, uma nova edição de Arte em Movimento, uma exposição coletiva organizada pela ACAM – Associação Caminhos do Meio, com o apoio da Junta de Freguesia de Ferragudo.

Arte em Movimento é um projeto cultural itinerante criado para levar a arte a diferentes espaços e comunidades do Algarve, aproximando artistas e público e tornando a criação artística mais acessível a todos.

O projeto reúne artistas locais residentes no Algarve, de diferentes nacionalidades, origens e percursos, refletindo o carácter multicultural da região. Artistas emergentes e outros com percursos já consolidados apresentam trabalhos desenvolvidos através de diferentes técnicas e meios, da pintura à escultura, passando pelas técnicas mistas, arte tridimensional e outras formas de expressão contemporânea.

Mais do que uma exposição coletiva, Arte em Movimento procura criar uma ligação entre arte, território e comunidade, dando maior visibilidade à riqueza e à diversidade artística existente no Algarve e levando o trabalho dos artistas a diferentes públicos e localidades da região.

A iniciativa tem também uma importante vertente solidária. 25% dos lucros obtidos com a venda das obras revertem a favor da ACAM – Associação Caminhos do Meio, uma associação sem fins lucrativos que apoia crianças e famílias através de diferentes projetos e terapias nas áreas da saúde e do bem-estar físico, emocional e mental.

O trabalho da ACAM inclui ainda projetos desenvolvidos em contexto escolar, nomeadamente na área da consciência e gestão das emoções, bem como outras terapias e ações de apoio e acompanhamento dirigidas a crianças e famílias.

A exposição convida residentes, visitantes e amantes de arte a descobrir o trabalho de artistas que escolheram o Algarve como lugar para viver e criar e, simultaneamente, a contribuir para uma importante causa local.

Maaya Rajeshwaran Revathi vence III International Ladies Open de Lagos

11 October 2026 at 18:09

Jovem tenista indiana faz dobradinha e conquista a competição de pares

Maaya Rajeshwaran Revathi é a grande campeã do III International Ladies Open, de Lagos, durante o qual a teenager indiana viveu uma semana inesquecível no Clube de Ténis e Padel de Lagos juntando o título de singulares ao de pares, conquistado este sábado.

Com 17 anos e três meses, Maaya Rajeshwaran Revathi quebrou o recorde de precocidade da conceituada compatriota Sania Mirza – n.º1 em pares e 27.ª em singulares –, que conquistou o primeiro título desta categoria da carreira, em Lagos (Nigéria), com 17 anos e 10 meses.

Na final de domingo, Maaya  Rajeshwaran Revathi (1038.ª) mostrou todas as suas qualidades para desespero da espanhola de 28 anos, Celia Cervino Ruiz (587.ª) que cedeu ao fim de hora e meia, pelos parciais de 6-4, 6-2.

“Já não tive físico. Já ontem na meia-final me senti cansada. Parabém à Maaya, que já é uma grande jogadora”, admitiu a tenista galega de 28 anos, que lutou com todas as forças que tinha, recuperando no primeiro set, de 1-4 e esteve a dois pontos de fazer o 5-5.

Maaya Rajeshwaran Revathi

Maaya Rajeshwaran Revathi não acusou o facto dedisputar a primeira final da carreira no World Tour, confirmando as expectativas criadas no escalão júnior, onde ainda faz parte do top 20 mundial. Manteve a compostura na fase final do primeiro set e dominou o segundo, graças à maior agressividade e consistência.

“Foi uma semana memorável aqui em Lagos. Correu tudo bem e espero voltar”, disse a campeã, com um discurso que surpreendeu pela sua desenvoltura.

“Não tenho expectativas para o futuro, sei que vou ainda disputar alguns torneios de juniores e também do World Tour,” acrescentou Maaya Rajeshwaran Revathi, que recebeu o troféu das mãos de Hugo Pereira, presidente da Câmara Municipal de Lagos.

Com colaboração do Gabinete de Imprensa do III Internacional Ladies Open W35

Seleção Nacional A Feminina de Futebol treinou este domingo em Portimão

11 October 2026 at 17:26

A Seleção Nacional A Feminina de Futebol cumpriu este domingo, 11 de outubro, mais um treino de preparação com vista ao jogo decisivo do play-off de apuramento frente à Irlanda do Norte, que está agendado para o próximo dia 13 de outubro, terça-feira, a partir das 19h15, no Estádio Municipal de Portimão.

O jogo foi lançado esta manhã pela central lusa Alice Marques, pelo que o programa da Seleção Nacional para esta segunda-feira, 12 de outubro, começa pelas 11h15 com o treino oficial, no relvado do hotel, tendo 15 minutos aberto à Comunicação Social.

Às 16h00 realiza-se o Painel ‘Além do Jogo’ com o antigo guarda-redes Ricardo (Portugal Legend) e duas jogadoras da Seleção Nacional, com uma roda de imprensa no final Auditório da EB D. Martinho Castelo Branco.

Pelas 18h00 tem lugar a Conferência de Imprensa no Estádio Municipal de Portimão e às 18h30 realiza-se o Walk-Around também no Estádio Municipal de Portimão.

Polícia Marítima realiza ação de fiscalização em Setúbal

11 October 2026 at 16:42

Os elementos do Comando Local da Polícia Marítima de Setúbal realizaram, nas últimas 24 horas, uma ação de fiscalização dirigida à náutica de recreio, na região de Setúbal, segundo comunicado da Autoridade Maritíma Nacional (AMN)

Durante esta ação, dirigida à náutica de recreio, nomeadamente ao cumprimento dos requisitos de segurança e dos meios de salvação, bem como à prática da pesca lúdica embarcada, foram fiscalizadas 12 embarcações de recreio e 25 indivíduos a exercer a atividade de pesca lúdica embarcada.

No decorrer da operação, foram detetadas seis embarcações de recreio em presumível infração, nomeadamente duas por navegarem fora da área permitida em função da respetiva classificação, uma por navegar em zona proibida, na Área de Proteção Total do Parque Marinho Professor Luiz Saldanha, uma por possuir fachos de mão com o prazo de validade expirado, uma por apresentar o documento comprovativo do pagamento da taxa de farolagem e balizagem com o prazo de validade expirado e uma por possuir um extintor com o prazo de validade expirado.

Foram ainda detetados 14 praticantes de pesca lúdica embarcada em presumível infração, por não terem o colete de salvação envergado durante o exercício da atividade.

A AMN finaliza a missiva referindo que, na sequência das infrações detetadas, foram instaurados os respetivos processos de contraordenação.

Polícia Marítima intervém após ocupação de habitação municipal na ilha da Culatra

11 October 2026 at 16:04

Os elementos dos Comandos Locais de Olhão e de Faro, em articulação com a Polícia Municipal de Faro, intervieram este sábado, 10 de outubro, perante a ocupação indevida de uma habitação pertencente ao Município de Faro, localizada no núcleo do Farol, na ilha da Culatra, informa em comunicado a Autoridade Marítima Nacional (AMN).

Na sequência de um alerta recebido pelas 15h00, através de um popular que se encontrava nas proximidades, os elementos da Polícia Marítima deslocaram-se ao local, com a Polícia Municipal de Faro, onde identificaram seis pessoas de nacionalidade estrangeira que se encontravam a ocupar, indevidamente, a habitação. A AMN adianta que os indivíduos foram informados de que não podiam ocupar o imóvel municipal, tendo procedido à desocupação voluntária da mesma.

Aumentar salários não chega: é preciso devolver poder de compra aos portugueses

11 October 2026 at 14:40

Portugal enfrenta uma realidade económica que merece uma reflexão séria: apesar dos aumentos salariais anunciados ao longo dos últimos anos, muitas famílias continuam a sentir enormes dificuldades em fazer face às despesas mensais. Para milhares de trabalhadores, receber mais ao final do mês não significa necessariamente viver melhor.

O problema está na diferença entre aquilo que aparece no recibo de vencimento e aquilo que efetivamente sobra depois de pagar a renda da casa, a alimentação, a eletricidade, a água, os transportes, os seguros e os impostos. É nesta diferença que reside uma das maiores preocupações da sociedade portuguesa: a dificuldade crescente em transformar o trabalho numa verdadeira garantia de estabilidade financeira.

Não basta aumentar os salários se o custo de vida continuar a absorver os rendimentos das famílias

Os aumentos salariais são importantes e necessários. Contudo, não podem ser apresentados como uma solução isolada, nem utilizados como único indicador da melhoria das condições de vida dos portugueses.

Quando o salário aumenta, mas as despesas essenciais acompanham essa subida, o resultado pode ser uma melhoria praticamente impercetível no orçamento familiar.

A questão fundamental é simples: o que interessa não é apenas quanto ganha um trabalhador, mas aquilo que consegue fazer com o dinheiro que recebe.

O peso dos impostos sobre quem trabalha

Uma política económica centrada nas pessoas deve começar por reconhecer o valor do trabalho. Quem trabalha a tempo inteiro, cumpre os seus deveres e contribui para o funcionamento do país deve ter condições para viver com dignidade, constituir poupanças e preparar o futuro.

É por isso que o aumento dos salários deve ser acompanhado por uma redução responsável da carga fiscal sobre os rendimentos do trabalho, em particular nos escalões baixos e intermédios. Não faz sentido promover aumentos salariais sem avaliar quanto desse esforço chega efetivamente ao bolso dos trabalhadores.

O objetivo deve ser claro: permitir que os portugueses conservem uma parcela maior do rendimento que conquistam com o seu trabalho.

Esta redução fiscal deve ser acompanhada por uma gestão eficiente dos recursos públicos, pela avaliação da despesa do Estado e pelo combate ao desperdício. Aliviar os impostos não pode significar ignorar a sustentabilidade das contas públicas, mas também não pode continuar a ser tratado como uma questão secundária para quem vive com um orçamento limitado.

O trabalho deve compensar, e o esforço de quem produz riqueza tem de se traduzir numa melhoria concreta das condições de vida.

A habitação tornou-se um dos maiores obstáculos à estabilidade financeira

A crise da habitação é outro dos fatores que mais contribuem para a pressão sobre os rendimentos das famílias. Em diversas regiões do país, o valor das rendas e dos imóveis afastou-se da capacidade financeira de muitos trabalhadores, incluindo aqueles que têm emprego estável.

Para um jovem que pretende sair de casa dos pais, para um casal que deseja constituir família ou para um trabalhador que procura viver perto do seu local de trabalho, encontrar uma habitação a um preço comportável tornou-se um desafio cada vez maior.

Quando uma parte excessiva do salário é destinada à renda ou à prestação da casa, ficam comprometidas outras necessidades fundamentais. Poupar torna-se difícil, enfrentar uma despesa inesperada pode representar um problema grave e o recurso ao crédito pode transformar-se numa solução de recurso para despesas correntes.

Não podemos normalizar uma realidade em que trabalhar não chega para garantir o acesso a uma habitação digna. É necessário travar a escalada dos preços através de uma resposta estrutural: aumentar a oferta de habitação, simplificar e acelerar os processos de licenciamento, disponibilizar terrenos, recuperar imóveis devolutos e criar condições para construir a custos mais comportáveis.

Devem igualmente ser avaliadas medidas proporcionais que reduzam os comportamentos especulativos e promovam uma utilização mais eficiente do património habitacional, sem desincentivar a construção, o arrendamento ou o investimento necessário para aumentar a oferta.

A solução não passa por procurar culpados de forma indiscriminada, mas por corrigir os desequilíbrios que impedem o mercado de responder às necessidades reais da população.

Combater a inflação e recuperar o poder de compra

A inflação representa outro desafio, sobretudo quando incide sobre despesas das quais as famílias não podem prescindir. A alimentação, a energia e os transportes ocupam uma parcela significativa dos orçamentos familiares, pelo que qualquer aumento persistente nestes custos reduz a margem financeira disponível. É importante, contudo, distinguir a inflação geral da evolução dos preços da habitação. São fenómenos relacionados com o custo de vida, mas que exigem respostas diferentes.

No combate à inflação, o país deve promover a concorrência, a produtividade e o funcionamento eficiente dos mercados, avaliando medidas temporárias e devidamente fundamentadas quando os aumentos dos bens essenciais colocam em causa as condições de vida das famílias mais vulneráveis.

Na habitação, é necessário atuar sobre a oferta, os custos de construção, o licenciamento e os desequilíbrios entre os preços praticados e a capacidade financeira dos agregados familiares. Os aumentos salariais devem, por isso, ser avaliados em função da evolução do poder de compra real, e não apenas pelo número de euros acrescentados ao vencimento.

Uma economia que permita viver, e não apenas sobreviver

Portugal precisa de uma estratégia económica que articule três objetivos fundamentais: salários dignos, impostos mais baixos sobre o trabalho e habitação acessível.

Estas medidas devem ser acompanhadas pelo crescimento da produtividade, pela valorização das empresas que investem e criam emprego e por uma utilização criteriosa dos recursos públicos. Só assim será possível construir uma economia que concilie melhores rendimentos com estabilidade financeira e oportunidades reais para as novas gerações.

O crescimento económico não pode ser avaliado exclusivamente através de indicadores macroeconómicos. Esses indicadores são importantes, mas devem ser acompanhados por uma pergunta essencial: estão os portugueses a viver melhor?

Uma economia pode crescer e, ainda assim, deixar muitas famílias sem capacidade para poupar, adquirir habitação ou enfrentar imprevistos. É precisamente por isso que as políticas públicas devem ser avaliadas pelos seus resultados concretos na vida das pessoas.

Não se pretende defender aumentos salariais artificiais, desligados da produtividade, nem ignorar as dificuldades das empresas. Pretende-se exigir uma política económica equilibrada, em que o Estado, as empresas e os decisores públicos assumam as suas responsabilidades e em que o trabalhador não seja o elemento esquecido desta equação.

A dignidade de quem trabalha deve estar no centro das prioridades nacionais

O verdadeiro progresso não consiste em ganhar mais euros para pagar despesas cada vez maiores. Consiste em ganhar o suficiente para viver melhor, poupar, constituir família e construir um futuro com segurança e liberdade.

Portugal precisa de devolver aos seus cidadãos a confiança de que o trabalho continua a ser um caminho de mobilidade social e de realização pessoal. Aumentar salários é necessário. Reduzir a carga fiscal sobre o trabalho é essencial. Garantir habitação acessível é urgente.

Sem estas três dimensões, corremos o risco de continuar a anunciar melhorias económicas que uma parte significativa da população não consegue sentir na sua vida quotidiana.

Trabalhar para sobreviver não pode ser o destino de quem trabalha honestamente.
Trabalhar tem de voltar a ser um caminho para uma vida melhor.

Para ler o artigo anterior publicado pelo autor, clique aqui.

* Vogal da Direção Política Nacional do REAGIR

MPF aponta aprovação de alunos indígenas sem aulas no Amazonas

O MPF (Ministério Público Federal) no Amazonas identificou 11 terras indígenas, reservas extrativistas e reservas de desenvolvimento sustentável, localizadas em oito municípios, onde alunos de ensino médio foram aprovados e passaram de ano mesmo sem a oferta regular de aulas.

Faltam professores, escolas, merenda, transporte e estrutura básica para a oferta das disciplinas a indígenas e ribeirinhos que querem cursar o ensino médio sem necessidade de deslocamento às cidades, em regiões amazônicas marcadas por longas distâncias e isolamento em relação a núcleos urbanos.

Após dezenas de reuniões com integrantes de comunidades tradicionais, a Procuradoria da República no Amazonas fez um mapeamento dos casos em que alunos ficam sem aulas e, mesmo assim, conseguem aprovação no sistema de registro escolar mantido pela Secretaria de Educação do Governo do Amazonas.

A Procuradoria diz suspeitar que crimes são cometidos para efetivar essas aprovações, com uso de documentos falsos por integrantes da pasta.

MPF propõe acordo com o governo estadual

O MPF tenta fazer um TAC (termo de ajustamento de conduta) com a Secretaria de Educação do Amazonas e estabeleceu o próximo dia 13 como prazo para o aceite do governo.

No termo, são estabelecidas medidas emergenciais, como contratação de professores indígenas por meio de processos simplificados e levantamento das necessidades de transporte, infraestrutura escolar e material didático.

Se o acordo não for firmado, a Procuradoria pretende ingressar com ações judiciais na esfera cível. O MPF deve investigar as suspeitas de uso de documentos falsos na aprovação de alunos que passaram anos sem aulas.

A reportagem questionou o Governo do Amazonas sobre os apontamentos do MPF, em email enviado na tarde da última terça-feira (6), mas não obteve resposta.

Problema foi denunciado em 2025

A Folha de S. Paulo noticiou, em junho de 2025, a aprovação de alunos indígenas no ensino médio sem que o estado ofertasse aulas de disciplinas básicas. A reportagem detalhou os casos da Terra Indígena Tenharim do Igarapé Preto, no sul do Amazonas, e do Vale do Javari, a segunda maior do país, na região de fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru.

Desde então, o procurador Fernando Merloto Soave fez dezenas de reuniões com comunidades tradicionais em diferentes partes do estado, onde existem mais de mil salas de aula indígenas.

A partir desses encontros, a Procuradoria sistematizou um levantamento sobre as precariedades na oferta do ensino básico, especialmente no ensino médio, em que são frequentes aprovações de um ano pedagógico a outro mesmo sem a oferta de aulas.

A percepção da Procuradoria da República é que o problema se repete em todo o estado, o que é difícil mapear em razão da capilaridade e das distâncias das comunidades tradicionais espalhadas nas calhas dos rios.

Falta de professores e estrutura escolar

O MPF(Ministério Público Federal apontou um cenário de escassez de professores e escola sem infraestrutura básica | Foto: Puré Juma-Uru-Eu-Wau-Wau

Em reservas extrativistas de Boca do Acre, no sul do Amazonas, ribeirinhos que cursam o ensino médio são aprovados sem a oferta de aulas porque faltam professores, conforme o levantamento.

Em Coari, no centro do estado, alunos de uma reserva extrativista estão matriculados, mas faltam equipamentos para a efetivação das aulas.

Indígenas de Fonte Boa, cidade que fica no médio rio Solimões, “apenas respondem provas quando o professor manda e vão passando de ano normalmente”, registra o levantamento feito pelo MPF.

Em uma aldeia de terra indígena próxima a Humaitá, no sul do Amazonas, o transporte escolar não conta com embarcação própria e depende de empréstimos das comunidades. Há alunos que fazem trajetos de dois quilômetros por terra, a pé, para alcançar a sala de aula.

Em uma reserva extrativista na região de Japurá, no oeste do estado, faltam professores e merendeiros, e alunos de ensino médio precisam se deslocar à noite pelo rio, num trecho de duas horas, para chegar a uma sala de aula.

Já em reservas de desenvolvimento sustentável de Novo Aripuanã, no sudeste do Amazonas, pilotos de barcos fazem o transporte escolar sem contratos formais, e a merenda chegou a ficar suspensa por quatro meses consecutivos. Professores do ensino médio tecnológico dão dez dias de aulas por mês; outros não comparecem o ano inteiro, de acordo com relatório da Procuradoria da República.

Yanomamis enfrentam precariedades na educação

Os yanomamis também enfrentam precariedades no ensino básico em aldeias da parte do território que fica no Amazonas a terra yanomami, a maior do Brasil, ocupa uma extensa área de floresta no Amazonas e em Roraima.

Um relatório elaborado em setembro pela Associação Parawami Yanomami, e enviado ao MPF, descreve problemas como falta de escolas, de professores e de material didático, alunos estudando no chão, salas de aula improvisadas pelas comunidades e merenda escolar composta por alimentos ultraprocessados. São frequentes relatos de diarreia entre os alunos.

Numa aldeia, “faltam cadeiras, quadro, lápis, canetas e material de cozinha”, descreve o relatório. Em outra, “não tem prédio e alunos estudam no chão”. (Vinicius Sassine/FOLHAPRESS)

The post MPF aponta aprovação de alunos indígenas sem aulas no Amazonas appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

Colisão entre dois veículos provoca um ferido grave

11 October 2026 at 14:19

VTM

Uma mulher, de 25 anos, ficou gravemente ferida na sequência de uma colisão entre dois veículos ligeiros, ocorrida por volta das 8h00, na variante entre Benagouro e a A24.

Segundo o comandante dos Bombeiros Voluntários da Cruz Branca, Orlando Matos, a vítima ficou encarcerada no interior da viatura, tendo sido necessária a intervenção dos meios de socorro para a retirar. A mulher foi transportada para o Hospital de Vila Real.

A mulher sofreu uma fratura, necessitou de assistência hospitalar e teve mesmo que ser sujeita a cirurgia referiu Orlando Matos à VTM.

O alerta para o acidente foi dado antes das 8h00, tendo sido mobilizados meios de socorro para o local, incluindo elementos dos bombeiros, duas ambulâncias, com dois elementos cada uma, a VMER e elementos da GNR.

No total, segundo dados da Proteção Civil estiveram no local 9 operacionais e três meios terrestres.

As circunstâncias em que ocorreu a colisão não são, para já, conhecidas.

The post Colisão entre dois veículos provoca um ferido grave appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

Nepal. Deslizamento de terras provoca nova enchente no rio

11 October 2026 at 14:03
Não há registos de mortos ou feridos até ao momento, mas cinco pessoas estão desaparecidas. O nível da água chegou aos oito metros, destruindo casas, pontes e infraestruturas.

© NDRRMA/Facebook

O exército nepalês resgatou 49 pessoas em meio às cheias
❌