O plano sebastianista de Passos e as 3 oposições ao PSD


As visitas integram uma auscultação nacional para recolher contributos para um plano estratégico para a habitação.
O conteúdo Deputados do PS visitam projetos de habitação em cinco concelhos do Algarve aparece primeiro em Barlavento.
O Exército Português, através do Centro de Experimentação e Modernização Tecnológica do Exército (CEMTEx), passou a integrar a rede de Centros de Testes afiliados da NATO DIANA, acelerador de inovação de defesa e segurança da Aliança Atlântico. Integração na rede “reforça o contributo de Portugal para o desenvolvimento de soluções inovadoras ao serviço da segurança e defesa coletiva da NATO”.
O CEMTEx fechou um acordo com o NATO DIANA passando a integrar a rede de centros de teste e experimentação tecnológica da Aliança Atlântica.
“Esta integração constitui um passo relevante para o posicionamento de Portugal no ecossistema internacional de inovação para a Defesa, permitindo colocar as capacidades de experimentação do Exército ao serviço do desenvolvimento, ensaio e validação de tecnologias emergentes com aplicações civis e militares”, refere o porta-voz do Exército Português ao ECO/eRadar.
Criada em 2021, o NATO DIANA é uma iniciativa da Aliança Atlântica visando acelerar o desenvolvimento de tecnologias emergentes e disruptivas de startups ou PME no setor da defesa, ou outras entidades, aproximando as soluções criadas das necessidades operacionais das Forças Armadas. Para isso, foi criada uma rede de aceleradores e centros de testes. Este ano Portugal passou a acolher um desses aceleradores, instalado no Instituto Pedro Nunes, em Coimbra, em parceria com a idD Portugal Defence, entidade que agrega as participações do Estado português nas empresas de defesa.
Sistemas autónomos e não tripulados, a Inteligência Artificial, as comunicações seguras, a cibersegurança, as tecnologias quânticas, a energia, o espaço e a resiliência das infraestruturas críticas são algumas das áreas foco desta rede.
O CEMTex junta-se agora ao projeto passando a integrar a rede de Centros de Testes afiliados “disponibilizando infraestruturas, conhecimento técnico especializado e ambientes de experimentação operacional”.
“Estas capacidades permitirão que empresas e entidades inovadoras selecionadas no âmbito dos programas da DIANA possam testar, avaliar, verificar e validar as suas soluções tecnológicas em condições próximas das operações militares reais”, aponta porta-voz do Exército Português.
“O objetivo é contribuir para reduzir o intervalo entre o desenvolvimento de uma tecnologia e a sua potencial aplicação operacional, permitindo identificar a sua utilidade, maturidade e adequação às necessidades concretas das forças militares”, destaca.
Ao integrar uma rede internacional de experimentação, Portugal reforça a sua capacidade de participação em projetos tecnológicos desenvolvidos no contexto da Aliança Atlântica, criando condições favoráveis à atração de iniciativas internacionais e à valorização das competências nacionais.
Esta integração representa também uma “oportunidade para reforçar a ligação entre o Exército, a indústria, a academia e os centros de investigação”, refere o porta-voz do ramo da Armada. Com impactos positivos em todo o ecossistema tecnológico nacional.
“Ao integrar uma rede internacional de experimentação, Portugal reforça a sua capacidade de participação em projetos tecnológicos desenvolvidos no contexto da Aliança Atlântica, criando condições favoráveis à atração de iniciativas internacionais e à valorização das competências nacionais”, refere.
“Esta ligação poderá proporcionar maior visibilidade internacional ao ecossistema tecnológico português, facilitar a cooperação entre empresas e utilizadores militares e promover a transferência de conhecimento e a evolução tecnológica”, reforça.
A integração na rede constitui “um reconhecimento das capacidades nacionais de experimentação tecnológica e reforça o contributo de Portugal para o desenvolvimento de soluções inovadoras ao serviço da segurança e defesa coletiva da NATO”.
A participação do Exército na NATO DIANA enquadra-se na “estratégia de modernização tecnológica da Força Terrestre e no reforço da experimentação operacional enquanto instrumento de desenvolvimento de novas capacidades militares”, aponta o porta-voz do ramo da Armada.
“Mais do que proporcionar instalações de teste, pretende-se criar condições para aproximar os inovadores das necessidades operacionais, promovendo a avaliação de soluções em ambientes representativos da realidade militar”, refere ainda.
O ramo tem estado apostado em criar condições para a testagem em ambiente operacional de soluções que possam vir a adicionar capacidades às Forças Armadas, como é o caso do ARTEX, exercício anual que este ano testou mais de 110 soluções, de 70 entidades — entre as quais mais de 40 portuguesas — e mais de 900 participantes no Campo Militar de Santa Margarida, em Constância. O exercício decorreu, pela primeira vez, com o OPEX da Agência de Defesa Europeia.

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA
The World Gymnastics Championships in Rotterdam begin with the absence of Russia’s Angelina Melnikova—who was denied an entry visa by Dutch authorities—at a time when the first qualification spots for the Los Angeles 2028 Olympic Games are up for grabs.
RELATED:
Angelina Melnikova to Lead Russia at the European Artistic Gymnastics Championships
The absence of Melnikova, the reigning world and European champion, will significantly impact the course of the Artistic Gymnastics World Championships in Rotterdam, which begin this Saturday in the Netherlands. The competition will award direct Olympic qualification spots to the three countries that reach the podium in the team event, in both the men’s and women’s categories.
Russia’s participation will be severely limited; in addition to Melnikova, the team will be without Anna Kalmykova—the all-around runner-up at the most recent European Championships—and Viktoria Listunova, a member of the gold-medal-winning team at the Tokyo Olympics. All three gymnasts were denied entry visas.
The Russian Gymnastics Federation described the decision as discriminatory and a violation of the principles of equality that should govern any sporting competition. Meanwhile, the Russian ambassador to the Netherlands accused Dutch authorities of deliberately denying the visas to weaken the Russian team.
The Dutch Ministry of Health, Welfare and Sport rejected these accusations, stating that athletic performance plays no role whatsoever in the evaluation of visa applications, which are governed by the European Union’s Visa Code.
Welcome to #Rotterdam2026 ❤️🔥
— World Gymnastics (@gymnastics) October 15, 2026
🎥 A little taste of the action on the first day of Podium Training at the Ahoy Arena.#WorldGymnastics #Gymnastics pic.twitter.com/222XeJkdM6
At the same time, attention will also be focused on the return of Brazil’s Rebeca Andrade, a four-time medalist at the Paris 2024 Olympic Games. This will be the gymnast’s first major international competition since stepping away from the sport over the past year to recover—both physically and mentally—from the previous Olympic cycle.
Her return will be gradual: Andrade plans to compete, at least initially, on the balance beam and vault. The Brazilian—a silver medalist in the all-around at both the Tokyo 2020 and Paris 2024 Games—leads the Brazilian team alongside Flavia Saraiva; the squad earned a bronze medal in the team event in Paris.
The absence of Melnikova and American Simone Biles—the most decorated gymnast in history, who has not competed since the Paris Games—positions Algeria’s Kaylia Nemour as the top contender for the all-around title.
Nineteen-year-old Nemour won the Mediterranean Games this summer with a total score of 57.750, the highest mark recorded by any gymnast this season. However, she will face stiff competition from 16-year-old Qinqin Ke of China, the reigning Asian champion, and 18-year-old American Hezly Rivera, who will be making her World Championship debut.
In the men’s competition, Japan’s Daiki Hashimoto will aim for his fourth consecutive world all-around title. Should he succeed, the 25-year-old gymnast will move closer to the record held by his compatriot Kohei Uchimura, who won six consecutive gold medals between 2009 and 2015.
His primary rival may well be his teammate Shinnosuke Oka, the reigning Olympic champion. Also in the mix is Croatia’s Illia Kovtun, the current European champion and a world medalist in 2021 and 2023. China’s Boheng Zhang—an Olympic and world silver medalist—will not participate due to a last-minute injury.
Japan enters as the favorite for the men’s team gold, led by Hashimoto and Oka, though they will face a strong challenge from the Chinese squad. The United States and Great Britain—the latter having won the European title in Zagreb—emerge as the top contenders for the third spot and Olympic qualification.
In the women’s division, a revamped United States team will aim to secure its eighth consecutive world team title. Italy—an Olympic silver medalist in Paris—and Brazil, which took bronze at the same event, will be their main rivals
#Sports | Olympic champion Angelina Melnikova will lead the Russian women’s artistic gymnastics team at the European Championships in Zagreb following Croatia’s last-minute reversal of her visa ban, amid an administrative dispute and neutrality protocols.https://t.co/ky7mmLCXdJ
— teleSUR English (@telesurenglish) August 12, 2026
A nurse who was struck down with a rare neurological condition that left her unable to use her limbs while taking part in the AstraZeneca COVID-19 vaccine trial was denied compensation because she was not disabled enough.
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© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

TSMC expects overseas manufacturing to reduce its consolidated gross margin by nearly two percentage points in 2026, with the impact widening to three to four points later in its expansion program. The company plans to spend $60 billion to $64 billion on capital expenditure this year. Its latest outlook calls for fourth-quarter revenue of up […]
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© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

Giro di vite nei flussi di informazione della Pubblica amministrazione: a partire da dicembre 2026 le Pa dovranno comunicare all’Inps informazioni più dettagliate sui permessi della Legge 104, sui congedi parentali e sulle altre assenze previste dalla normativa.
Le nuove modalità riguardano il flusso UNIEMENS/ListaPosPA e prevedono l’indicazione dei periodi effettivi di assenza e del codice fiscale della persona che dà diritto al beneficio.
Le novità vengono illustrate dall’Inps con il messaggio n. 3267 del 14 ottobre 2026. L’obiettivo dichiarato è potenziare il sistema dei controlli sulla fruizione dei permessi e dei congedi.
Tutti gli Enti e le Amministrazioni pubbliche di cui all’articolo 1, comma 2, del D.Lgs. n. 165/2001 con dipendenti iscritti alla Gestione pubblica saranno tenuti ad aggiornare la compilazione delle denunce mensili nel flusso UNIEMENS/ListaPosPA.
In particolare, all’interno del flusso informativo dovranno essere puntualmente dichiarati:
Le nuove modalità di codifica tecnica interessano diverse categorie di tutela della disabilità e della genitorialità:
Per registrare le nuove informazioni, l’Inps ha previsto la compilazione di specifici elementi all’interno del flusso UNIEMENS/ListaPosPA. Il tracciato da utilizzare è quello identificato da V1, Causale 7, Codice Motivo Utilizzo (CMU) 5. La combinazione consente di identificare la tipologia di permesso o congedo e il periodo di assenza effettivamente utilizzato dal dipendente.
Qui sotto i campi da compilare:
Per il congedo straordinario previsto dall’articolo 42 del decreto legislativo n. 151/2001, il Codice Tipo Servizio 49 rimane invariato. La novità riguarda l’obbligo di aggiungere una comunicazione attraverso il tracciato V1, Causale 7, CMU 5, con IdentAtto 6.
Nel nuovo flusso dovranno essere riportati:
Per quanto riguarda i permessi previsti dalla Legge 104, la dichiarazione continuerà a essere effettuata tramite il Codice Tipo Servizio 4, Ordinario, ma dovrà essere accompagnata dagli specifici codici identificativi previsti per le diverse casistiche.
L’Inps ha individuato sei codici IdentAtto:

© MIGUEL A. LOPES/LUSA

Le quote di trattamento di fine rapporto – Tfr che il datore di lavoro avrebbe dovuto versare al Fondo di tesoreria dell’Inps mantengono natura retributiva. Perciò se l’azienda non effettua i versamenti e viene sottoposta a liquidazione giudiziale, il lavoratore potrà chiedere l’ammissione al passivo per recuperare le somme dovute.
Non solo. Se ne ricorrono i presupposti, potrà intervenire il Fondo di garanzia Inps per coprire il credito rimasto insoddisfatto. Lo affermano le Sezioni Unite della Cassazione con la sentenza 26356/2026, offrendo significativi chiarimenti sulla natura delle quote di Tfr destinate alla tesoreria.
Dopo la fine di un’attività lavorativa presso una cooperativa, un lavoratore non aveva ricevuto integralmente il proprio Tfr. Per recuperare le somme non pagate, l’uomo aveva avviato un’esecuzione forzata nei confronti del datore, senza però riuscire a ottenere l’intero importo dovuto.
Per il residuo di quasi 2mila euro si era rivolto al Fondo di garanzia dell’Inps, che tutela i lavoratori quando l’impresa insolvente non è in grado di pagare le somme spettanti. L’Istituto aveva tuttavia respinto la richiesta di pagamento, dando origine alla controversia giudiziaria.
Il Tribunale e la Corte d’appello avevano riconosciuto il diritto del lavoratore al pagamento del Tfr residuo dal Fondo di garanzia. L’Inps aveva impugnato la decisione, contestando che le quote non versate al Fondo di tesoreria potessero essere poste a carico dell’altro Fondo.
Il Fondo di tesoreria è previsto dalla legge n. 296/2006 e gestito dall’Inps per conto dello Stato. Riceve le quote di Tfr dei dipendenti non destinate alla previdenza complementare, versate dalle aziende soggette all’obbligo in base a una soglia dimensionale.
Per comprendere la portata pratica della sentenza occorre distinguere due situazioni:
È proprio su questo secondo scenario che sono intervenute le Sezioni Unite.
Con la sentenza 26356/2026, la Cassazione ha stabilito che, nelle grandi aziende, il Tfr mantiene natura di retribuzione differita quando le relative quote devono essere versate al Fondo di tesoreria.
Il riferimento fondamentale sta nelle norme di legge sul Tfr (art. 2120 c.c.). È una componente della retribuzione maturata durante il rapporto lavorativo, ma normalmente esigibile alla sua cessazione. La sua funzione è anche previdenziale in senso lato, perché consente al lavoratore di disporre di una somma quando termina l’attività lavorativa e non ha più possibilità di contare sul salario. Tuttavia questa finalità non trasforma il Tfr in una prestazione previdenziale autonoma.
Secondo la Corte la legge 296/2006 ha modificato le modalità di finanziamento e gestione delle quote, senza alterare la natura del diritto del lavoratore. Inoltre, il Fondo di tesoreria non è un ente previdenziale che garantisce una prestazione indipendentemente dai contributi o dai versamenti ricevuti: come visto, è gestito dall’Inps per conto dello Stato e corrisponde il Tfr nei limiti delle somme effettivamente trasferite.
La presenza di un soggetto diverso dal datore di lavoro nella fase del pagamento, dunque, non modifica la natura retributiva del credito Tfr. Di conseguenza, per le quote non versate, l’obbligo di pagamento resta a carico dell’impresa.
La qualificazione del Tfr come retribuzione differita ha conseguenze concrete per i lavoratori delle imprese insolventi. Nella sentenza 26356/2026 le Sezioni Unite della Cassazione hanno riconosciuto che il dipendente può presentare domanda di ammissione al passivo della liquidazione giudiziale per le quote maturate dal primo gennaio 2007 e non versate al Fondo di tesoreria.
L’ammissione al passivo consentirà al creditore di partecipare alla procedura concorsuale e concorrere alla distribuzione delle risorse disponibili. Per legge il credito per Tfr gode, inoltre, di una tutela privilegiata nella distribuzione del patrimonio del datore insolvente, rispetto ai crediti ordinari.
L’azienda, quindi, non può essere considerata una semplice intermediaria incaricata di trasferire denaro al Fondo. Conserva la titolarità passiva dell’obbligazione di corrispondere il Tfr, anche per le somme che avrebbe dovuto versare alla tesoreria.
Le quote effettivamente trasferite al Fondo di tesoreria seguiranno invece il relativo canale di pagamento, nei limiti degli importi ricevuti.
La decisione delle Sezioni Unite è importante anche perché chiarisce il ruolo del Fondo di garanzia Inps, previsto dalla legge per tutelare chi ha un lavoro subordinato in caso di insolvenza dell’azienda.
Se l’impresa non paga il Tfr e ricorrono i requisiti previsti dalla legge, il Fondo di garanzia può intervenire anche per le quote che il datore avrebbe dovuto versare al Fondo di tesoreria, ma che sono rimaste insolute. I due strumenti svolgono quindi funzioni differenti e complementari:
L’intervento del Fondo di garanzia non comporta, tuttavia, un pagamento certo e integrale in qualsiasi circostanza. E l’ammissione alla procedura concorsuale non determina in automatico l’intervento del Fondo di garanzia. Devono essere rispettate le condizioni stabilite dalla legge e occorre considerare quanto eventualmente recuperato attraverso la procedura di liquidazione giudiziale o già corrisposto dal Fondo di tesoreria.
Dopo aver pagato il lavoratore, l’Inps può inoltre surrogarsi nei suoi diritti, subentrando nella posizione creditoria per recuperare le somme anticipate nei confronti dell’impresa insolvente.
La materia è molto delicata e non manca di certo a riguardo l’apporto della giurisprudenza, come ad esempio in riferimento ai rapporti tra quota di Tfr ed ex coniuge.
Con la sentenza 26356/2026, le Sezioni Unite della Cassazione hanno stabilito che le quote di Tfr destinate al Fondo di tesoreria Inps conservano natura retributiva e non previdenziale, anche quando il datore di lavoro non le ha effettivamente versate. Spetterà ora alla Sezione lavoro della Corte pronunciarsi sugli altri motivi di ricorso e chiudere definitivamente la controversia.
Ma, al di là dell’esito del singolo caso, l’evidenziato principio giurisprudenziale smentisce, sul punto, la tesi dell’Inps e rafforza la tutela dei lavoratori delle imprese insolventi: le quote non trasferite al Fondo di tesoreria restano un debito retributivo dell’azienda e possono essere richieste attraverso l’ammissione al passivo della liquidazione giudiziale. Il Fondo di tesoreria risponderà soltanto delle somme effettivamente ricevute, mentre, se ricorrono i requisiti di legge, potrà intervenire il Fondo di garanzia Inps per il pagamento del Tfr rimasto insoluto.
L’attrazione delle elevate professionalità verso il territorio nazionale ha rappresentato, per anni, uno dei pilastri delle politiche fiscali italiane. Tuttavia, quando un professionista sceglie di trasferire la propria residenza anagrafica e fiscale in Italia svolgendo un’attività di lavoro autonomo, l’attenzione si focalizza quasi sempre sulla quota di reddito esente da Irpef, lasciando in secondo piano un interrogativo di fondamentale importanza: come impatta l’agevolazione sui contributi previdenziali?
La relazione tra il regime impatriati e i contributi Inps genera spesso dubbi interpretativi. La causa principale di questa confusione risiede nella tendenza a valutare il sistema fiscale e quello previdenziale come due comparti distinti. Per i liberi professionisti iscritti alla Gestione Separata, al contrario, esiste un legame giuridico diretto tra le due voci che incide favorevolmente sul calcolo delle somme dovute all’ente previdenziale.
Per comprendere l’evoluzione del regime impatriati occorre analizzare la sequenza legislativa che ne disciplina l’ambito applicativo.
Storicamente, la misura ha trovato il suo perimetro nella disciplina dettata dall’articolo 16 del Decreto Legislativo n. 147 del 14 settembre 2015. Questa norma offriva una generale e consistente riduzione della base imponibile Irpef per i lavoratori che trasferivano la residenza nel territorio dello Stato. In quella prima versione, la portata del beneficio risultava particolarmente estesa, intercettando sia i redditi di lavoro dipendente sia quelli d’impresa e di lavoro autonomo.
A seguito delle riforme di razionalizzazione della fiscalità internazionale, per i soggetti che trasferiscono la residenza fiscale a decorrere dal periodo d’imposta 2024, il legislatore ha riscritto le regole d’accesso. Il nuovo riferimento normativo è rappresentato dall’articolo 5 del Decreto Legislativo n. 209 del 27 dicembre 2023 (attuativo della delega fiscale per la riforma della fiscalità internazionale).
La nuova disposizione prevede, in presenza dei requisiti di qualificazione e di permanenza, che i redditi di lavoro autonomo prodotti in Italia da persone fisiche concorrano alla formazione del reddito complessivo nella misura ridotta del 50% (quota che può scendere al 40% in specifiche ipotesi legate alla presenza di figli minori o a particolari condizioni di acquisto dell’unità immobiliare residenziale). A differenza della normativa del 2015, il nuovo quadro delimitato dal D.Lgs. n. 209/2023 restringe la platea dei beneficiari, includendo espressamente l’esercizio di arti e professioni ma escludendo in modo sistematico i redditi d’impresa generati da attività commerciali o artigianali.
Compreso l’ambito fiscale dell’abbattimento del reddito, la domanda decisiva riguarda il meccanismo con cui il regime impatriati riduce la base per i contributi Inps. La risposta non risiede nelle norme tributarie, bensì nella legge di riforma del sistema pensionistico.
Il cardine su cui poggia l’intero sistema della Gestione Separata è l’articolo 2, comma 29, della Legge n. 335 dell’8 agosto 1995 (nota come Riforma Dini). Tale comma sancisce un principio fondamentale: la contribuzione dovuta dai soggetti che esercitano per professione abituale attività di lavoro autonomo si applica sul reddito delle attività determinato con gli stessi criteri previsti ai fini dell’imposta sul reddito delle persone fisiche, quale risulta dalla dichiarazione annuale dei redditi.
Questo collegamento normativo prende il nome di principio di derivazione dell’imponibile contributivo da quello fiscale. L’Inps non determina in modo autonomo la base imponibile per i professionisti privi di una Cassa autonoma, ma recepisce direttamente la misura del reddito che concorre all’Irpef.
Pertanto, quando una disposizione speciale come l’articolo 5 del D.Lgs. n. 209/2023 (o il precedente art. 16 del D.Lgs. n. 147/2015) stabilisce che soltanto una percentuale del reddito professionale costituisce materia imponibile ai fini Irpef, tale riduzione si riflette automaticamente sulla base contributiva. L’effetto di risparmio previdenziale non deriva da un’esenzione introdotta dall’Inps, ma è la conseguenza diretta della determinazione del reddito fiscale derivante dalla legge di riforma del 1995.
Dal punto di vista operativo e dichiarativo, il punto di partenza per quantificare l’imponibile è rappresentato dalle norme del Testo Unico delle Imposte sui Redditi.
L’articolo 53, comma 1, del D.P.R. n. 917 del 22 dicembre 1986 (Tuir) definisce i redditi di lavoro autonomo come quelli che derivano dall’esercizio di arti e professioni, mentre l’articolo 54 del Tuir ne stabilisce le regole di determinazione, basate sulla differenza tra i compensi percepiti e le spese sostenute ed effettivamente deducibili. Nel Modello Redditi Persone Fisiche, questa quantificazione avviene all’interno del Quadro Re.
Il collegamento formale tra la dichiarazione dei redditi e il calcolo dei versamenti previdenziali è stato specificato sul piano applicativo dalla circolare Inps n. 62 del 27 maggio 2026. Questo documento di prassi fornisce le istruzioni operative per la compilazione della Sezione II del Quadro Rr del modello dichiarativo, ossia il prospetto destinato alla determinazione dei contributi dovuti alla Gestione Separata dai liberi professionisti.
La circolare precisa che il reddito di riferimento è quello emergente dal Quadro Re (in particolare dal bilancio tra compensi e spese deducibili di cui al rigo RE6 e RE20, al netto delle perdite pregresse di cui ai righi RE23 o RE25). È su tale reddito netto professionale che si inserisce l’abbattimento percentuale dell’agevolazione. Di conseguenza, l’importo che viene trasferito nel Quadro Rr per il calcolo della contribuzione rispecchia già la misura ridotta prevista dal regime agevolato.
Un errore frequente consiste nel generalizzare l’effetto previdenziale a qualsiasi forma di lavoro autonomo. È indispensabile tracciare tre distinzioni sostanziali.
È la categoria che beneficia appieno e direttamente dell’automatismo. Non avendo una cassa di previdenza di categoria con regolamenti autonomi, per questi soggetti opera integralmente il richiamo all’articolo 2, comma 29, della Legge n. 335/1995.
Ingegneri, architetti, avvocati, medici, commercialisti e altri professionisti iscritti agli Ordini non rispondono alla Gestione Separata. Ciascuna Cassa di previdenza privata opera in forza di un proprio statuto e di regolamenti specifici approvati dai ministeri vigilanti.
Molte di queste Casse definiscono il reddito imponibile su cui calcolare i contributi soggettivi e integrativi facendo riferimento ai compensi o ai redditi netti professionali prima di qualsiasi abbattimento fiscale speciale. Pertanto, l’esistenza di un beneficio ai fini Irpef non implica automaticamente una riduzione del carico previdenziale, il quale va verificato presso la singola Cassa.
Con il quadro normativo delineato dal D.Lgs. n. 209/2023, la figura dell’imprenditore individuale è totalmente esclusa dall’ambito del regime impatriati. Qualora un soggetto stia ancora beneficiando del previgente regime di cui al D.Lgs. n. 147/2015, la Gestione Artigiani e Commercianti dell’Inps applica regole di calcolo della base imponibile che non seguono il criterio di derivazione del quadro Re, prevedendo minimali e massimali specifici.
Per eseguire correttamente la sequenza di calcolo dell’importo dovuto alla Gestione Separata, il professionista deve seguire un ordine logico e sequenziale.
Si calcola la differenza tra compensi percepiti e costi deducibili inerenti all’attività professionale secondo le regole dell’articolo 54 del Tuir. Il risultato costituisce il reddito del Quadro Re.
Si applica la percentuale di abbattimento prevista dal regime di rimpatrio spettante (ad esempio la quota imponibile del 50% prevista dall’articolo 5 del D.Lgs. n. 209/2023).
La cifra risultante dall’abbattimento viene assunta come base di calcolo per il Quadro Rr della dichiarazione dei redditi.
Sulla base imponibile ridotta si applica l’aliquota Inps di riferimento. Come ricordato dalla prassi dell’Ente, l’aliquota varia in funzione della situazione individuale del professionista:
I contributi previdenziali quantificati ed effettivamente versati nell’anno solare vengono scomputati come onere deducibile dall’imponibile IRPEF, riducendo ulteriormente il carico fiscale finale.

David Paul Morris/Bloomberg via Getty Images
William "Billy" Evans emerges as the unlikely star of "You Can See Everything," the new A24 documentary about Theranos founder Elizabeth Holmes. But while Evans is certainly a scene-stealer, the doc doesn't cast him in the best light.
Evans is Holmes' partner and the father of their two young children. The couple met in 2017, and, as Evans says in the doc, fell in love instantaneously.
The couple welcomed their first child, William, in 2021. Their daughter, Invicta (Latin for "invincible"), was born sometime around February 2023, just a few months after Holmes was sentenced to 11 years in prison for defrauding investors.
Holmes has said she knew it was bad timing — to put it lightly — to fall in love and start a family. But she didn't want her felony convictions or the perception of outsiders to "dictate how we live our lives."
"Finding your person in the middle of all of this and experiencing that love when you're going through hell is the most beautiful thing I've ever experienced," Holmes told The New York Times in 2023.
In the weeks before her looming incarceration, Holmes and Evans invited comedian Nathan Fielder to observe and document their domestic life. The resulting film, "You Can See Everything," depicts Evans as a dominant force in their home — chiding Holmes for how she prepares scrambled eggs, dictating her schedule, and frequently cutting in during her conversations with Fielder.
Holmes reported to prison in May 2023, but the movie doesn't end there. Fielder continued to document Evans as he worked on a new blood-testing startup, building upon the vision that Holmes had for Theranos.
"The idea is to put the band back together and do it all again," Evans tells Fielder.
Here's everything we know about Evans and his plans for "Theranos 2.0."

Shutterstock.com
Evans is one of three children born to his parents, Susan and William L. Evans, per the Daily Mail.
The Evans family has lived in the San Diego area for generations.
Billy Evans' grandparents, Anne and William D. Evans, founded a hotel management group in 1953 called Evans Hotels. The group manages three properties in the San Diego area: The Lodge at Torrey Pines, the Bahia Resort Hotel, and the Catamaran Resort Hotel and Spa.
After his grandfather William D. Evans died in 1984, his grandmother, Anne, added two of her children to the Evans Hotels management team, including Billy Evans' father.

Erica Denhoff/Icon Sportswire via Getty Images
Evans graduated from the Massachusetts Institute of Technology (MIT) in 2015 with a bachelor's degree in economics. During summers between school, Evans worked at various financial and consulting companies in California, according to a version of his LinkedIn profile that has since been modified.
He was also a student brand manager for Red Bull, his LinkedIn said, and he completed a study abroad program at Fudan University in Shanghai.
After graduating from MIT, Evans reportedly tried to launch a healthcare startup for transporting wealthy Chinese people to the US for "concierge medical attention."
Although he studied Chinese language and literature in Shanghai, the idea never took off, according to the New York Post.
After that, Evans worked as a strategy and leadership program analyst at LinkedIn until February 2017. Evans then moved to Luminar Technologies, a startup working on radar and sensor technology for autonomous cars, where, according to his LinkedIn, he was a manager of special projects. Evans was reportedly close with Luminar's CEO, Austin Russell, the Post reported.
Evans left his job at Luminar in January 2019. Employees told the Post they suspected the reason was the publicity surrounding his relationship with Holmes.
When asked by The New York Times what he does for work, Evans replied, "A lot of different stuff — investing, starting companies."

Nick Otto/AFP via Getty Images
Holmes had relocated to San Francisco after Theranos shut down all its clinical labs and Wellness Centers in late 2016. Holmes herself had recently been banned from the lab-testing industry for two years. But it wasn't until March 2018 when Theranos, Holmes, and her former business partner-slash-ex-boyfriend, Ramesh "Sunny" Balwani, were charged with fraud by the SEC.
During that limbo period before Holmes was indicted, she met Evans at a house party in San Francisco, according to their interview with The New York Times. The two were introduced by a mutual friend. She was 32, he was 25.
"To say we immediately fell in love isn't an overstatement," Evans told the Times.
Holmes and Evans were first spotted together at Burning Man, the arts festival in the Nevada desert, days before Theranos fully shut down in 2018. Evans also posted a selfie with Holmes taken at the event, per the Daily Mail.
Evans later told People that he proposed to Holmes in 2018 with a silver snake ring he'd bought at Taylor Swift's Reputation Tour, which the couple attended together.
Vanity Fair reported that Holmes and Evans had a secret wedding ceremony later that year, although the couple told People that they never officially married.
"Maybe we'll get married someday. But our bond is more than a piece of paper," Holmes said, adding, "We bought rings on Amazon before I went to prison."

Ethan Swope/Getty Images
In November 2022, Holmes' attorneys filed 130 letters from friends and family seeking leniency in her sentencing.
In his, Evans recounted the couple's love story, including his initial hesitation to pursue a relationship with Holmes, and gave a glimpse into their private lives throughout the trial.
Evans wrote that when he met Holmes, "it was as if the rest of the world ceased to exist."
He said Holmes wore a sunhat and oversized sunglasses to "stay under the radar," so he didn't initially recognize her as the Theranos founder. (Evans told Fielder a similar story, adding that she also wore a Band-Aid on her face.)
"It was strange to feel so comfortable and willing to share with someone who I didn't know. I was captivated by her childish wonder and authenticity," Evans wrote. "We spoke for hours, I lost track of time, and even if I didn't know it ... I fell in love. She pulled out her business card, scribbled her personal cell on the back and then it clicked who she was."
Evans said they kept things platonic for about six months, writing, "I was admittedly hesitant to dive in given all that had been said, Liz had been consistently vilified in every piece of media imaginable."
"The more I got to know her the more I loved who she was," he continued in his letter to the judge. "It was not long before the friendship turned into something more."
Evans said that he and Holmes struggled to maintain privacy throughout the trial and were forced to relocate multiple times after their home address was revealed.
"This will follow us for the rest of our lives," he wrote. "There is no avoiding the scorn that accompanies Elizabeth Holmes."

Peter DaSilva/Reuters
As the clock was running out with a scheduled sentencing date fast approaching, Holmes requested a new trial on the grounds that a key government witness visited her home in August 2022, expressing regret that his testimony had helped convict her.
The witness was Adam Rosendorff, who was Theranos' lab director from April 2013 to November 2014. Holmes' motion relied heavily on a recollection of the encounter documented by Evans, who spoke with Rosendorff when he appeared at their home.
In an email to Holmes' attorneys recalling his encounter with Rosendorff, Evans wrote: "He said he feels guilty, it seemed like he was hurting. He said when he was called as a witness he tried to answer the questions honestly but that the prosecutors tried to make everybody look bad (in the company). He said that the government made things sound worse than they were when he was up on the stand during his testimony. He said he felt like he had done something wrong. And that this was weighing on him, He said he was having trouble sleeping."
The judge agreed to postpone Holmes' sentencing to hear Rosendorff out, giving Holmes a small victory, but it backfired on her when Rosendorff stood by his testimony in the hearing, saying, "She needs to pay her debt to society."
Rosendorff explained that he'd felt bad for Holmes because of the possibility that a child would grow up without a mother, but he stressed that his testimony was accurate.

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Holmes is incarcerated at Federal Prison Camp, a minimum-security women's prison in Bryan, Texas. The facility is located about 100 miles from Houston, where she grew up.
"You Can See Everything" documents the family's move from California to Texas in the days before Holmes turned herself in.
Evans and their two children are able to see Holmes on family visitation days. However, according to People, conjugal visits between Holmes and Evans are not allowed.
"It kills me to put my family through pain the way I do," Holmes told People in 2025. "But when I look back on my life, and these angels that have come into it, I can get through anything. It makes me want to fight for all of it."
For his part, Evans told People, "Everyone tried to break us, but instead we forged an unbreakable bond," calling Holmes his "best friend and soulmate."
Holmes has continued to maintain her innocence, though her conviction was upheld last year after a failed appeals process. Her sentence has since been reduced several times, and Holmes is now set to be transferred to a halfway house next year.

A24
In 2025, The New York Times and NPR reported that Evans had raised millions for a new blood-testing startup called Haemanthus.
In marketing materials reviewed by The New York Times, Evans described Haemanthus a "the future of diagnostics" and "a radically new approach to health testing." The materials describe the company's goal as "human health optimization."
Evans will solicit Holmes for advice on the new venture, but there are no plans to give her a formal role at the company, according to NPR. As part of a 2018 settlement with the SEC, Holmes is barred from serving as an officer or director of a public company for a decade.
Evans' LinkedIn lists his current role as CEO of Haemanthus since October 2022.
"You Can See Everything" offers a closer look at Evans' biotech ambitions. He repeatedly insists to Fielder that Holmes did nothing wrong at Theranos, that her vision still deserves to be executed, and bristles at the suggestion that her failed company "used the wrong technology."
In one scene, before Holmes reports to prison, she completes a full-body scan. The scan is used to create an AI-generated three-dimensional avatar in her absence; the avatar looks and sounds like Holmes, but it's controlled by Evans, who says he also has power of attorney.
Evans tells Fielder that means he's able to make decisions on Holmes' behalf regarding her voice and likeness: "I can literally do whatever," he says.
Evans also admits to Fielder that he runs Holmes' X account, which has been active throughout her incarceration. When Fielder expresses doubt that Evans is acting in his fiancée's best interest, Evans claims he uses lines and phrases from Holmes' letters to craft the posts. He adds: "Some things that she doesn't frame as for the internet, I put there."
In other scenes, Evans says on-camera, "I've got vengeance in my heart," and says Holmes would describe her legacy as "building monuments of love for me."
Paige Leskin and Sarah Jackson contributed to previous versions of this story.

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