❌

Normal view

Miguel Oliveira garante 3.º lugar da BMW entre construtores de Superbikes

18 October 2026 at 19:46

O português Miguel Oliveira garantiu hoje o terceiro lugar da BMW no Mundial de construtores de Superbikes, ao terminar em 10.º a última corrida da temporada, numa jornada marcada pela despedida do italiano Danilo Petrucci da equipa.

 

Os pontos conquistados por Oliveira na segunda corrida de Jerez de la Frontera permitiram assegurar aquela posição, no encerramento de uma época em que a marca ficou aquém do objetivo de vencer corridas.

"Saímos de Jerez com uma nota positiva, porque experimentámos hoje algo que foi muito positivo para a segunda corrida", afirmou o piloto português, citado pela equipa bávara.

Oliveira explicou que as dificuldades começaram na qualificação, impedindo-o de alcançar uma posição mais favorável na grelha. No sábado, abandonou a primeira corrida devido a um problema técnico, antes de terminar a corrida Superpole de domingo em 11.º.

"Não terminar ontem também foi frustrante. Mas hoje melhorámos e estou satisfeito com isso", acrescentou.

O português, que concluiu a temporada de estreia no 11.º lugar do campeonato, com 142 pontos e quatro pódios, mostrou-se entusiasmado com o início da preparação para 2027.

"Mal posso esperar por voltar à moto e começar novamente a trabalhar com a equipa para a próxima temporada", declarou.

Oliveira continuará na estrutura oficial da BMW, tendo como novo companheiro o sul-africano Brad Binder, que substituirá Petrucci.

O italiano disputou em Jerez as últimas corridas pela equipa, terminando em 17.º no sábado, 19.º na corrida Superpole e 20.º na segunda corrida principal.

No sábado à noite, Petrucci foi homenageado pela equipa e pelos adeptos no palco do WorldSBK Paddock Show, numa despedida marcada pela emoção.

"Foi um sonho competir pelo maior construtor da Europa. O resultado não foi tão bom como todos esperávamos, mas todos deram o seu melhor", afirmou o italiano.

Oliveira também agradeceu o contributo do companheiro de equipa, descrevendo-o como "um grande colega e uma grande pessoa".

Miguel Oliveira termina em 11.º na Superpole de Superbikes em Jerez

Miguel Oliveira termina em 11.º na Superpole de Superbikes em Jerez

O português Miguel Oliveira (BMW) terminou em 11.º a corrida Superpole do Mundial de Superbikes em Jerez, perdendo 15,714 segundos para o vencedor, Nicolo Bulega (Ducati).

Lusa | 12:14 - 18/10/2026

O responsável da BMW Motorrad Motorsport, Sven Blusch, considerou que a temporada foi uma "montanha-russa emocional", com pódios, mas também lesões graves de Oliveira e Petrucci, que condicionaram os resultados.

"É uma pena não termos tido tanto sucesso juntos em Superbikes como esperávamos", reconheceu, elogiando o empenho do italiano até ao final.

Por sua vez, o diretor técnico Christian Gonschor admitiu que a equipa não concretizou o objetivo de vencer corridas, embora tenha defendido que o rendimento foi frequentemente superior ao demonstrado pelos resultados.

"Em muitas corridas fomos mais rápidos do que em 2025", salientou, ressalvando que a velocidade, por si só, não chega.

Miguel Oliveira foi 10.º na despedida da temporada de Superbikes

Miguel Oliveira foi 10.º na despedida da temporada de Superbikes

O português Miguel Oliveira (BMW) terminou hoje em 10.º lugar a última corrida da temporada do Mundial de Superbikes, em Jerez de la Frontera, ganha pelo italiano Nicolò Bulega (Ducati), que encerrou o campeonato com 32 vitórias em 36 corridas.

Lusa | 17:37 - 18/10/2026

Este radar esteve entre os que mais infrações registaram em Portugal: fica no Algarve

18 October 2026 at 18:40

Quem circula habitualmente pela EN125, em Faro, provavelmente já conhece este radar. O equipamento encontra-se ao quilómetro 102,0, na freguesia de São Pedro, e controla os veículos que seguem no sentido Oeste–Este.

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) chegou a colocar este local entre os cinco radares do sistema SINCRO com maior número de infrações registadas em Portugal, num conjunto que concentrava cerca de um terço de todas as infrações detetadas pelos 61 locais de controlo então existentes.

Radar fica na EN125 e o limite é de 70 km/h

O equipamento está instalado na EN125, ao quilómetro 102,0, em Faro, e fiscaliza a velocidade no sentido Oeste–Este.

De acordo com os dados oficiais do sistema Radares à Vista, trata-se de um radar de velocidade instantânea e o limite naquele ponto é de 70 km/h.

O equipamento integra a primeira fase do Sistema Nacional de Controlo de Velocidade e a via é gerida pelas Infraestruturas de Portugal.

Cinco radares concentravam cerca de um terço das infrações

Quando divulgou os dados, a ANSR identificou cinco locais que se destacavam pelo elevado número de excessos de velocidade.

Além do radar da EN125, em Faro, faziam parte desse grupo equipamentos instalados na A1, em Coimbra, na A4, em Matosinhos, na A29, em Vila Nova de Gaia, e na A23, em Vila Nova da Barquinha.

No conjunto, estes cinco locais representavam aproximadamente um terço das infrações registadas no SINCRO na altura.

Algarve tem atualmente vários radares fixos

A rede de controlo de velocidade na região foi entretanto reforçada.

Além do equipamento de Faro, existem radares fixos na EN125 em Lagoa, Guia e Ferreiras, outro na EN125-10, em Montenegro, e ainda um equipamento na A2, em Paderne.

Os limites não são iguais em todos os locais. Na EN125 variam entre os 70 e os 80 km/h nos pontos controlados, enquanto o equipamento instalado na A2 fiscaliza um limite de 120 km/h.

Radares são instalados para reduzir sinistralidade

A ANSR sublinha que o objetivo destes equipamentos não é apenas detetar infrações, mas sobretudo reduzir a velocidade e a gravidade dos acidentes.

Nos primeiros locais onde o SINCRO foi instalado, a autoridade registou uma redução de 36% nos acidentes com vítimas, 74% nas vítimas mortais e 44% nos feridos graves, quando comparados os períodos anteriores e posteriores à entrada em funcionamento dos radares.

Por isso, apesar de o radar da EN125 em Faro ter ficado conhecido pelo elevado número de infrações registadas, a recomendação mantém-se simples: respeitar o limite de 70 km/h naquele troço, independentemente da presença do equipamento.

Leia também: Novo Audi RS 5 estreia-se em Faro com 639 cv e tecnologia híbrida plug-in

Miguel Oliveira foi 10.º na despedida da temporada de Superbikes

18 October 2026 at 17:37

O português Miguel Oliveira (BMW) terminou hoje em 10.º lugar a última corrida da temporada do Mundial de Superbikes, em Jerez de la Frontera, ganha pelo italiano Nicolò Bulega (Ducati), que encerrou o campeonato com 32 vitórias em 36 corridas.

 

Oliveira, que partiu da 13.ª posição, completou as 20 voltas a 28,002 segundos do vencedor, somando seis pontos e concluindo a sua temporada de estreia no 11.º lugar do campeonato, com 142.

O português ficou a 0,860 segundos do italiano Alberto Surra (Ducati), nono, e terminou a época a 23 pontos do norte-americano Garrett Gerloff (Kawasaki), 10.º classificado do Mundial.

Bulega cumpriu a corrida em 32.56,372 minutos, impondo-se ao companheiro de equipa, o espanhol Iker Lecuona (Ducati), que terminou na segunda posição, a 4,696 segundos, e ao britânico Sam Lowes (Ducati), que foi terceiro, a 13,349.

Na despedida do Mundial de Superbikes, o italiano conquistou a 52.ª vitória na categoria, igualando o australiano Troy Bayliss no quinto lugar da lista de pilotos com mais triunfos de sempre na competição.

De resto, encerrou a temporada com os recordes de 32 vitórias, 36 pódios e 726 pontos, terminando todas as corridas dentro dos três primeiros lugares.

Lecuona assumiu o comando na partida, mas Bulega recuperou a liderança na curva seis da primeira volta e não voltou a cedê-la.

A chuva surgiu nas últimas cinco voltas, mas não impediu o italiano de completar o pleno de vitórias em Jerez.

A disputa pelo último lugar do pódio decidiu-se na volta final, quando Sam Lowes ultrapassou o espanhol Alvaro Bautista (Ducati) na curva cinco, numa altura em que as primeiras curvas do traçado andaluz já se apresentavam algo escorregadias.

Bautista, que subira de sexto para terceiro na partida, terminou em quarto, a 14,928 segundos, à frente do companheiro de equipa italiano Yari Montella, quinto, a 17,192.

O italiano Lorenzo Baldassarri (Ducati) foi sexto, seguido dos pilotos da Bimota, o britânico Alex Lowes e o italiano Axel Bassani, e de Surra.

O outro piloto da BMW, o italiano Danilo Petrucci, terminou em 20.º, numa corrida em que os 22 participantes chegaram ao final.

Bulega conquistou o campeonato com 726 pontos, mais 163 do que Lecuona, segundo, enquanto Montella completou o pódio final, com 318.

Sam Lowes terminou em quarto, com 268 pontos, seguido de Alex Lowes, com 259.

Miguel Oliveira termina em 11.º na Superpole de Superbikes em Jerez

Miguel Oliveira termina em 11.º na Superpole de Superbikes em Jerez

O português Miguel Oliveira (BMW) terminou em 11.º a corrida Superpole do Mundial de Superbikes em Jerez, perdendo 15,714 segundos para o vencedor, Nicolo Bulega (Ducati).

Lusa | 12:14 - 18/10/2026

O novo SUV elétrico da BYD promete carregar de 10% a 97% em nove minutos

By: ZAP
18 October 2026 at 12:45
A BYD apresentou em Paris o Atto 8, um SUV elétrico de sete lugares que carrega em 9 minutos, o tempo de encher um depósito de gasolina. Com uma autonomia de até 652 km, o topo de gama chinês prepara-se para medir forças no segmento premium e deixar os construtores ocidentais a correr atrás. A gigante automóvel chinesa BYD, atualmente a maior fabricante de veículos elétricos do mundo, surpreendeu o Salão Automóvel de Paris desta semana com o veículo maior e tecnologicamente mais impressionante que já fez. A estreia mundial do BYD Atto 8, o topo de gama da marca,

💾

https://www.youtube.com/watch?v=pFfoBaqE3ZY A BYD apresentou em Paris o Atto 8, um SUV elétrico de sete lugares que carrega em 9 minutos, o tempo de encher um depósito de gasolina. Com uma autonomia de até 652 km, o topo de gama chinês prepara-se para medir forças no segmento premium e deixar os con

Posso conduzir se tiver cataratas? Saiba o que diz a lei

18 October 2026 at 09:50

O diagnóstico de cataratas não implica necessariamente uma proibição geral de conduzir. A aptidão depende da capacidade visual, da evolução da doença e do cumprimento dos requisitos exigidos para os veículos que o titular está habilitado a conduzir. Não basta, portanto, atender apenas ao nome da doença ou à validade indicada na carta.

Segundo o Regulamento da Habilitação Legal para Conduzir, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 138/2012, de 5 de julho, a avaliação considera não apenas a acuidade visual, mas também o campo visual, a visão crepuscular, o encandeamento, a sensibilidade aos contrastes e a diplopia, ou visão dupla. Estas condições constam do anexo V do regulamento.

Cataratas não aparecem como proibição automática

Dois condutores com cataratas podem encontrar-se em situações diferentes. Uma pessoa pode conservar uma capacidade visual compatível com a condução, enquanto outra deixa de reunir as condições necessárias. A legislação não estabelece uma autorização ou proibição baseada exclusivamente nesse diagnóstico.

Sempre que existam razões para duvidar de que a visão é adequada, o anexo V determina que o candidato ou condutor seja examinado por um oftalmologista. A avaliação deve esclarecer como as alterações visuais interferem com a segurança ao volante.

Para ligeiros existe um mínimo de visão

No Grupo 1, que abrange a generalidade dos condutores de automóveis ligeiros e motociclos, a lei exige uma acuidade visual binocular mínima de 0,5, ou 5/10, utilizando os dois olhos em simultâneo, com ou sem correção ótica. Trata-se de um dos requisitos, não de uma garantia de aptidão independentemente das restantes funções visuais.

Quando são necessários óculos ou lentes de contacto para atingir os valores mínimos, o seu uso durante a condução deve ser imposto como restrição. Existem ainda regras próprias para situações de visão monocular, que não devem ser confundidas com a avaliação binocular.

Pesados e alguns profissionais têm regras mais exigentes

O Grupo 2 inclui os condutores de pesados de mercadorias e passageiros, como os titulares das categorias C e D. Abrange também determinados condutores das categorias B e BE, nomeadamente quando conduzem ambulâncias, veículos de bombeiros, transporte de doentes, transporte escolar, transporte coletivo de crianças ou automóveis ligeiros de passageiros de aluguer, conforme o artigo 22.º do regulamento.

Para este grupo, a acuidade visual mínima é de 0,8, ou 8/10, no melhor olho e de 0,5, ou 5/10, no pior, com ou sem correção ótica. Quando estes valores são atingidos com correção, existem requisitos adicionais relativos à visão sem correção e à potência das lentes utilizadas.

Conduzir à noite também pode ser relevante

A acuidade visual não é o único fator avaliado. A lei dedica atenção à capacidade de ver com pouca luminosidade, que pode determinar condições diferentes para a utilização do veículo. Nos condutores do Grupo 1, a verificação de visão crepuscular deficiente determina, pelo menos, uma restrição que limita a condução ao período diurno. Não se trata apenas de uma recomendação para evitar conduzir à noite, mas de uma limitação prevista no ponto 1.6.1 do anexo V.

Para o Grupo 2, a consequência é mais exigente: o título não pode ser emitido ou revalidado a candidatos ou condutores que apresentem deficiência da visão crepuscular.

Doença progressiva exige acompanhamento específico

Há outra condição que não deve ser ignorada. Segundo o ponto 1.7 do mesmo anexo, se for detetada ou declarada uma doença oftalmológica progressiva, o título só pode ser emitido ou revalidado para o Grupo 1, ficando sujeito a exame anual por oftalmologista. A avaliação da evolução da doença é, por isso, relevante, além dos resultados obtidos num determinado exame.

Assim, ter cataratas não significa necessariamente deixar de conduzir, mas exige verificar se continuam reunidas as condições aplicáveis. A avaliação médica determina a aptidão e as eventuais restrições. O artigo 16.º do regulamento recorda ainda que a validade da carta depende da manutenção das condições mínimas de aptidão física, mental e psicológica, não apenas da data impressa no documento.

Leia também: Tem Via Verde? Este gesto de dois minutos pode reduzir o valor que paga quase para metade

Tesla exibe novo Roadster que até voa e faz acrobacias

18 October 2026 at 09:03
Os fãs da Tesla (e até mesmo os “haters”) devem ter se esquecido rapidamente dos oito anos de atraso do Roadster, assim que viram o novo modelo voar, ser rápido, subir paredes e até andar pelo tecto.

A bateria portuguesa que se troca na estação é uma das invenções do ano da Time

By: ZAP
18 October 2026 at 08:30
Trocar a bateria da mota numa estação, em segundos, em vez de a deixar horas a carregar: é esta a ideia da Pollen, uma startup de Lisboa fundada por um ex-Uber. Rui Bento passou doze anos a tratar da forma como as cidades se movem. Lançou a Uber em Portugal, geriu a operação em Espanha, fundou outra empresa. E ficou sempre preso à mesma pergunta, conta o tech.eu: os carros das cidades estão a passar a elétricos a bom ritmo, mas as motas, não. Porquê? A resposta deu numa ideia que a revista Time acaba de escolher como uma das

O automóvel está a mudar e o mercado também

18 October 2026 at 00:02
O futuro do setor automóvel não será exclusivamente digital nem se resumirá à substituição de motores. Será construído pela capacidade de juntar tecnologia, serviço, sustentabilidade e confiança.

❌