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Braga: Tribunal julga homem que esfaqueou outro no pescoço numa casa da Cáritas

20 October 2026 at 19:30

O Tribunal de Braga vai julgar, por homicídio qualificado na forma tentada, um homem de 61 anos, que terá esfaqueado um outro com quem vivia numa casa da Cáritas, em Braga.

A acusação do Ministério Público (MP) diz que Fernando Teixeira, atualmente preso preventivamente no Estabelecimento de Braga, vivia com o ofendido Luís Freitas numa habitação cedida pela Cáritas, na Travessa dos Congregados, juntamente com mais dois indivíduos.

O MP descreve que, a 20 de fevereiro de 2026, pelas 20:00, enquanto o ofendido jantava com um colega de casa, na cozinha, o arguido entrou, trazendo uma embalagem de uma refeição e uma faca, com lâmina de 12 centímetros.

Aí, o ofendido disse-lhe: “Não faças como o costume”, advertindo-o para limpar o fogão, caso o sujasse.

Desagradado com a advertência, o arguido apelidou-o de “filho da p*ta” e disse-lhe: “É desta que te mato”.

Ato contínuo, posicionou-se em frente ao ofendido, agarrou-o pelo colarinho do casaco, empurrou-o e desferiu-lhe um golpe com a faca no pescoço, causando, no imediato, hemorragia abundante.

A seguir, refugiou-se no seu quarto.

Sentado a deitar sangue

Até à chegada do INEM, – acrescenta o magistrado – a vítima permaneceu sentada, a pressionar a ferida para conter a hemorragia, após o que foi transportada ao Hospital de Braga, apresentando hemorragia exsanguinante, tendo sido encaminhado para cirurgia de emergência.

O ofendido apresentava, entre o mais, uma incisão de dois centímetros na região cervical anterior, com perda de sangue pela boca.

Permaneceu internado nos Cuidados Intensivos por quatro dias.

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La Guardia Civil investiga como homicidio el hallazgo de una mujer semienterrada en una playa de Chiclana

20 October 2026 at 13:05

Un viandante encontró el pasado domingo el cadáver de una mujer semienterrado en una duna de una playa de Chiclana de la Frontera (Cádiz). El cuerpo presentaba signos de violencia, por lo que la Guardia Civil ha abierto una investigación por un presunto homicidio para tratar de esclarecer las circunstancias de su muerte. La víctima aún no ha podido ser identificada y los investigadores creen que, por el estado en el que fue encontrado el cadáver, el fallecimiento podría haberse producido entre cinco y siete días antes del hallazgo.

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© EP

Vehículo de la Guardia Civil en una imagen de archivo.
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