Regular a IA é necessário. Mas uma política educativa não se mede pelo número de recomendações publicadas nem pela rapidez com que adota a linguagem da inovação.
Era tão desejável que a esquerda decente não pactuasse com o activismo que agride, que nauseia, que vai deixar imundas as praças das cidades no dia em que se cansarem e partirem para outra!
A Proposta de Lei do OE 2027 é, pois, um orçamento de calibração. Fica por enfrentar a questão central — como simplificar um sistema que acumula benefícios, excepções e contribuições sectoriais?
Cuidar de si não é egoísmo, nem deve ficar para depois. O rosa de outubro deve continuar presente nas nossas escolhas durante os outros onze meses do ano.
Que queremos deixar? Sim. Mas antes: que fizemos do que recebemos? Da língua? Da escola? Da liberdade? Das instituições? Dos livros? Da memória dos nossos pais?