Meta Ordered to Pay $25 Billion Over Cambridge Analytica Privacy Violations

© Gabriela Bhaskar/The New York Times

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Aqui há uns tempos o meu filho mais novo tirou as amígdalas e com isso tivemos oportunidade de estar mais tempo juntos, em casa, durante a sua recuperação. E foi fácil e giro encontrar assuntos comuns em frente à televisão.
A televisão tem tido sempre esse papel central nas casas das famílias. Aglutinador. E se antigamente eram a Cornélia e as primeiras novelas brasileiras, depois poderá ter perdido alguma dessa capacidade até que o Covid chegou e nos sentou a todos em casa. E, de novo, a TV ganhou centralidade e nova vida com os canais a registarem audiências recordes, mas também com novas realidades como o streaming e o Youtube que começou aí a sua evolução de saltar do ecrã pequenino do telefone para o ecrã gigante das smartTV´s. E essa evolução é tal que já vemos tudo ou quase tudo lá, desde música a séries e até mesmo jogos do Campeonato do Mundo de futebol.
Voltando às amígdalas do meu filho e às horas que passamos juntos em frente ao ecrã da televisão a vermos YouTube, admito que me maravilhei: devorámos horas e horas de episódios de “outdoor boys” e muitas outras coisas relacionadas. Ou seja, tudo o que são os nossos interesses comuns estavam e estão lá para maratonas. Mas depois foi cansando. Vimos muito, mas quando mais víamos, mais me parecia mais do mesmo.
E foi aí que me chegou a dúvida em relação a esta utilização nova do equipamento TV. É que se sempre vi a televisão e a sua programação, desde entretenimento a informação, como uma janela para o mundo, para me abrir horizontes. Mas agora ela deixou de ser uma janela e parece-me mais um espelho. Um espelho aumentado de todos os meus interesses, mas de onde o algoritmo não me deixa sair facilmente e quase que, mesmo com muitas horas de conteúdo, não me mostra tanto o novo, mas só o reflexo de mim, um reflexo do que gosto agora, permitindo pouca descoberta para o que eu não estava à espera.
Por isso, porque achei que poderia estar a ser injusto e porque há quem sabe muito mais de televisão do que eu, pedi ajuda ao Ricardo Costa, ex-jornalista e administrador do grupo Impresa e perguntei-lhe: e tu, Ricardo, também pensas que o aparelho de TV pode estar a deixar de ser uma janela para o mundo para se transformar num espelho dos nossos interesses? Ou estamos só numa fase híbrida e evolutiva, em que curadoria de programação e conteúdos estão a aprender a conviver?
Caro António, ao contrário do Nuno Jerónimo na crónica anterior, vou discordar. Talvez seja vício dos painéis de comentário, mas convém não concordarmos em tudo. Primeiro temos de circunscrever o que estamos a discutir: a televisão é programada por um algoritmo? Não. Mas existem hoje conteúdos que se veem na televisão e que são condicionados ou programados por algoritmos? Sim e sim.
Para situar a questão convém recuar muito além da operação às amígdalas do teu filho. A televisão, como os jornais ou a rádio, nasceu como mass media. Ora, como o nome indica, a televisão trabalha para audiências vastas, cruzando dois conceitos claros: grandes denominadores comuns e simultaneidade. Mesmo num contexto de declínio de consumo, os dois conceitos mantêm-se inalterados.
Estou a escrever(-te) numa terça. Ontem, o último segmento do Jornal da Noite — o SIC Verifica, dedicado integralmente a fact checking — durou 30 minutos, com 9,7 pontos de rating, quase 1 milhão de espectadores em média. Logo de seguida — após um simpático break — veio o último episódio da novela Vitória e, com mais um simpático break, a nova novela Destino Maior, as duas com 8,2 e 8,1 pontos de rating.
As duas novelas, tal como a que se seguiu, Páginas da Vida — podes contar ao teu filho que viste a original da Globo, que esta tem um elenco estupendo e que a versão da Carminho do Wave está ao nível da do Tom Jobim — estão disponíveis em simultâneo na Disney e na Amazon Prime. Porquê? Tu sabes a resposta. Denominador comum e recorrência. E muita qualidade, claro. Tudo bens escassos.
A net está cheia de fact cheking. Se ficares interessado pelo tema, o algoritmo vai dar-te fact cheking, queiras ou não. Se fores de direita, vai expor-te a políticos de esquerda. Se fores de esquerda, é ao contrário. Se detestares um político, vai dar-te gasolina para o regares. Se gostares de outro, tê-lo-ás a saltar de nenúfar em nenúfar no teu ecrã.
Quem quiser consumir o SIC Verifica tem por onde escolher. Está no site da SIC Notícias inteiro ou por assunto, e, claro, está desagregado em redes, comandado pelos algoritmos das plataformas. Mas há quase 1 milhão de pessoas que preferem vê-lo num alinhamento linear. Porquê? Tu sabes a resposta. Curadoria, alinhamento bem feito, boa televisão.
Sabemos desde sempre que um algoritmo é o contrário de linearidade. Sabemos há cem anos que um ecrã de televisão é plano. Sabemos há vinte anos que o mundo é plano, no sentido que Thomas Friedman lhe deu, com a globalização e a tecnologia a nivelarem a concorrência económica em todo o planeta. E sabemos agora que estamos a assistir à convergência desses conceitos — linearidade, algoritmo e mundo plano — no ecrã de televisão.
Esse ecrã é janela e é espelho, depende do que se faça dele e do que se faça para ele.

© RODRIGO ANTUNES/LUSA
Em julho de 2026, a inadimplência atingiu 9,2 milhões de empresas brasileiras, somando R$ 238,6 bilhões em dívidas, segundo levantamento da Serasa Experian. Com a maior parte dos casos concentrada entre micro e pequenas empresas, o cenário reforça um desafio para os negócios: como identificar riscos com agilidade e confiança antes que se transformem em prejuízos?
Em um mercado que exige respostas cada vez mais rápidas, antecipar possíveis imprevistos pode fazer toda a diferença. A inteligência artificial tem ajudado para essa agilidade ao permitir a análise de grandes volumes de informações em poucos segundos. No entanto, antes fosse a rapidez o único fator relevante.
Para fazer escolhas mais seguras, é preciso ter informações confiáveis, especialmente quando um erro pode comprometer os resultados de uma empresa, tanto no curto quanto no longo prazo. Sem dados de qualidade e uma análise capaz de interpretar o contexto, até mesmo uma resposta rápida pode levar ao caminho errado.
É nesse ponto que entra a IA², abordagem desenvolvida pela Serasa Experian, a maior datatech do país. O conceito parte da inteligência analítica da companhia, potencializada pela inteligência artificial. Enquanto a capacidade analítica permite identificar e contextualizar os dados mais relevantes para uma avaliação precisa de cada situação, a IA amplia o poder de processamento para apoiar decisões mais ágeis e confiáveis.
Se antes dados e modelos analíticos já faziam parte das operações da Serasa Experian, hoje, com a inteligência artificial, a empresa intensificou ainda mais a velocidade e o volume de informações processadas, reforçando sua posição como referência no mercado de datatech.
Alcançar muita gente não significa chegar às pessoas certas. Para uma área de marketing, uma audiência numerosa perde valor se boa parcela dos consumidores tiver pouca afinidade com aquilo que está sendo anunciado.
Modelos de propensão cruzam diferentes variáveis para estimar a chance de compra. A IA acelera esse processamento e seleciona, entre milhões de consumidores, os grupos mais aderentes a cada campanha e os momentos mais adequados para abordá-los.
Segundo a Serasa Experian, clientes que combinam esses recursos registram economia de até 50% no investimento em mídia. Uma seleção mais precisa do público reduz o desperdício de verba com anúncios dirigidos a pessoas com baixa propensão à compra.
Em campanhas de grande alcance, essa seleção pode ser atualizada à medida que novos registros são incorporados. A inteligência artificial analisa grandes bases e atualiza os grupos de consumidores sem exigir uma avaliação individual de cada pessoa.
Histórico de pagamentos, Score e renda há tempos fazem parte da avaliação de crédito. Hoje, registros transacionais e aspectos do contexto domiciliar e relacional ajudam a ampliar essa análise sobre o consumidor.
O cruzamento dessas variáveis permite diferenciar os perfis de risco e identifica solicitações que reúnem condições para aprovação sem flexibilizar os critérios adotados pela empresa.
De acordo com a Serasa Experian, seus clientes registram redução de até 67% no tempo de análise, acompanhada de aumento nas taxas de aprovação.
Em operações com milhares de solicitações, reduzir etapas manuais encurta a espera por uma resposta e aumenta o número de pedidos analisados. A qualidade das informações, os modelos adotados e os critérios definidos para a concessão ajudam a sustentar cada decisão.
Poucos segundos separam uma compra corriqueira de uma transação que merece investigação. Reconhecer sinais suspeitos com agilidade é essencial, mas verificações excessivas criam atrito para clientes legítimos e prejudicam a conversão.
Na biometria facial, algoritmos examinam características da imagem e cruzam esses elementos com outros mecanismos de proteção. A análise procura indícios de irregularidade em plataformas que recebem um grande número de transações simultaneamente.
A Serasa Experian informa que suas análises de biometria facial atingem mais de 90% de acurácia. A tecnologia também identifica padrões emergentes e automatiza etapas da investigação, reduzindo o tempo de resposta diante de tentativas de fraude.
A automação, no entanto, exige acompanhamento, revisão de critérios e governança, da origem e do tratamento das informações à definição dos limites de cada tecnologia.
Renda, dívidas e histórico de pagamentos não são os únicos elementos considerados na avaliação de um produtor. Cultura plantada, características da propriedade e localização também entram na análise de uma operação de crédito rural.
Dados financeiros e cadastrais são cruzados com aspectos comportamentais, produtivos e de conformidade. O monitoramento geoespacial reúne informações sobre a propriedade e seu entorno, enquanto modelos preditivos e IA entram na avaliação do risco de crédito e de fatores socioambientais.
Imagens, localização, histórico financeiro e características produtivas detalham cada operação. Em carteiras extensas, esse cruzamento direciona a atenção para casos que exigem investigação adicional e identifica oportunidades comerciais de acordo com as características de cada região.
Entre clientes da Serasa Experian que adotam essa abordagem, a redução da inadimplência em operações de crédito rural chega a 50%.
Cada área ou negócio enfrentam desafios próprios e, por isso, exigem respostas que considerem seus contextos. Com soluções que atendem a diferentes segmentos das empresas, a Serasa Experian aplica a abordagem IA² para transformar dados em análises mais personalizadas, de acordo com as necessidades de cada operação. Ao potencializar sua inteligência analítica com inteligência artificial, a datatech ajuda empresas a antecipar riscos e identificar oportunidades para tomar decisões mais ágeis e confiáveis.

Jason Mendez/Getty Images for The Whitaker Peace & Development Initiative
Visa is betting that less is more when it comes to how it shows up to customers.
Starting Wednesday, the letter "V" will replace "Visa" in the center of its credit cards and on its digital properties, the company exclusively told Business Insider.
Visa's move signals that after 50 years of using the name, it feels it has enough brand recognition to be represented by a single letter. The change is also meant to pop more on small screens as people conduct more of their lives on their mobile devices.
In addition to the "V," Visa is introducing a new font, called Visa Sans, lopping off the serif in the first letter of "Visa."

Visa
The changes were developed by Visa's in-house creative studio and Base Design. It's Visa's first significant refresh since 2021, when it introduced a blue, white, and yellow flag-like brand symbol and a new font. With the new "V," that brand symbol will go away.
"There was an opportunity for us to modernize that and make it feel fresh, particularly for the next generation of consumers," Frank Cooper III, CMO of Visa, told CMO Insider. "We think it marries well with the evolution of the brand overall."
Cooper said the process took about a year.
"We do not have an awareness issue. We have deep trust. Playing around with the brand positioning is no light matter," he said.
Other big brands have increasingly leaned on symbols and pared-down names for better visibility on smaller screens.
Mastercard dropped its name from its logo in 2019. Google introduced a sans-serif logo and a new, four-color "G" icon in 2015.
Dan Nicholas, design director at creative studio Super Okay, said the move to a singular V aligns with a mobile-first approach that tech and media brands like Verizon and The New York Times have taken, in which they adopt a single letter as an icon.
He said the move simplifies Visa's appearance but could undermine brand recognition.
"What remains to be seen in the rollout is how Visa manages this new equity," he said. "If thoughtfully and strategically executed and invested in over the next few years, we can see it becoming a strong way for the brand to express itself."
Visa sees its visual changes as a companion to an effort to associate itself with culture and aspiration. It enlisted celebrities like Pharrell Williams for its "Power of Small Steps" campaign and has a partnership with the FIFA World Cup that extends through 2030. This year's World Cup campaign promoted its contactless payment option to emphasize that Visa's long-running slogan, "everywhere you want to be," was more than just a physical destination.
"We see that phrase now as representing both a physical destination and a personal aspiration," Cooper said.

Debrocke/ClassicStock/Getty Images
Influencer marketing to baby boomers hits different — and not in the way brands intended.
Research from Morning Consult, conducted exclusively for Business Insider, reveals a stark generational divide in attitudes toward influencers. Boomers — people born between 1946 and 1964 — are distrustful of influencers, skeptical of their recommendations, and more likely to find their content "annoying."
In the survey of roughly 2,000 US adults conducted in September, 31% of boomers said they trust influencer recommendations at least somewhat, compared with 62% of Gen Z and 64% of millennials. Two in five (40%) boomers surveyed said they trust influencers less than they did a few years ago.
Sure, plenty of adults become set in their ways and harder to persuade as they age. But advertising pros said there's another factor that could help explain boomers' wariness of influencer marketing: brands themselves continue to overlook the older generation.
"Brands are terrified of taking any dollars away from speaking to young people," said Jennifer Meehan, an EVP at the communications agency Edelman.
That fear also extends into the creators they look to partner with.
Florian Dost, a marketing professor at Brandenburg University of Technology in Germany, interviewed influencer agencies and talent managers as part of a recent study. Some of the managers his team interviewed found that older influencers often drove higher campaign conversion rates, but brands rejected them.
"Agencies may know that," Dost said. "They certainly sometimes try to put it forth because they also see the numbers. But clients don't want to hear."
Boomers' distaste for influencers presents a challenge for CMOs.
The generation is a considerable consumer force, accounting for 42% of spending among affluent US households, according to Visa research from last year. With US marketers forecast to spend $40 billion on creator economy partnerships and ads this year, per Business Insider sister company EMARKETER, brands risk leaving a lucrative audience on the sidelines.
Stewart Reynolds, 56, a Canadian comedy creator who posts under the name Brittlestar, said that older consumers rarely see themselves reflected in influencer marketing, which tends to favor young, attractive influencers.
Reynolds, a Gen Xer, said 45% of his audience is over 45 years old. And while he has landed plenty of brand deals with the likes of Yorkshire Tea, Yoplait, and Dairy Farmers of Ontario, he jokingly admits he's jealous of the opportunities that his son, Gregor Reynolds, another successful comedy creator, receives.
"He's getting brand deals and campaigns that I wouldn't get because I'm not young and fit," Reynolds said.

Terry Manzo
It's not just the brands, though.
Marketing insiders said some of the disconnect could be explained by influencers failing to create content that's relatable to an older audience. About a quarter (26%) of boomers surveyed by Morning Consult said influencer content made them feel annoyed — the highest proportion of any generation. Only 5% of boomers said it made them feel happy, versus 28% of Gen Z, 30% of millennials, and 13% of Gen X. Other generations said influencer content was most likely to leave them feeling "entertained," while boomers' top choice was "annoyed."
A separate study published earlier this year by Edelman, which surveyed more than 17,000 respondents worldwide, found that just 24% of boomers said they followed a content creator, compared with 86% of Gen Z, 77% of millennials, and 51% of Gen X.
The age of the influencers older generations see on their screens isn't the only factor at play.
"It's less about finding someone who's the same age and more about finding someone they can see something of themselves in," said Lucy Kruszynski, global head of brand at influencer marketing agency Buttermilk.
Shared interests and experiences can be more powerful than demographic similarities, she said. As boomers enter retirement, many have more time to rediscover hobbies and passions that took a backseat during their working lives. Brands could tap into those interests by partnering with creators who share their enthusiasm for pursuits like music, art, or home improvement.
Some of the most successful boomer creators have scored deals that lean into these passion points. The boomer weightlifting influencer Marlene "Granny Guns" Flowers has more than 4.5 million followers across her social platforms and has collaborated with brands such as YoungLA and Ryse Supps. Barbara Costello, who is in her 70s and known as "Brunch with Babs," has more than 9 million followers and has scored partnerships with brands that range from the furniture brand Birch Lane to Nellie's Eggs and Walmart.
Brands may also have to exercise patience when trying to convert older consumers. The Morning Consult survey found that 43% of boomers said they had never purchased a product based on an influencer's recommendation.
For brands accustomed to measuring influencer marketing success in clicks and immediate sales, that could require a rethink. Kruszynski said some boomers follow creators for months, sometimes up to a year, before feeling comfortable purchasing something they've recommended.
"Even though there is absolutely a level of annoyance and a lack of trust, I don't think that baby boomers are immune to influencer marketing," Kruszynski said. "Brands need to think about how creators can build credibility through consistent content over time."

Finn Gomez/Getty Images; Shawn Thew-Pool/Getty Images
TikTok's message to Meta: If you won't take our ad dollars, your competitors will.
Meta took a bold stance this month by blocking ByteDance, TikTok's parent company, from running ads on Meta apps in some markets. Why? Well, Meta's answer was pretty straightforward. It didn't want to "run ads from a competitor whose goal is to pull people off our apps."
TikTok is now redirecting that ad spend elsewhere.
Since the ban went into effect on October 8, TikTok has shifted its ad budgets to other platforms like YouTube and Pinterest, according to allocation estimates provided to CMO Insider by the analytics firm Sensor Tower.
The share of TikTok's ad spend that went to YouTube rose to 17% between October 9 and October 16, up from 9% in the first week of October. Meanwhile, its ad spend on Pinterest grew to 9% during the same period, up from 3% in the first week of October. A majority of TikTok's spend — 58% — went to mobile-app ad networks like Google's AdMob, up from 19% at the start of October, when Meta was still an option.
Meta's move against TikTok "highlights the growing intensity of the competition across the digital landscape and across the two of them," said Kate Black, EVP of social strategy at Horizon Media. "For marketers, this really just reinforces the need to be agile and build balanced media strategies — and not having all your eggs in one basket."
Meta's TikTok ousting isn't unprecedented. Other platforms like Amazon have previously blocked competitors from running ads, while Twitter in late 2022 restricted users' ability to link to their accounts on social apps like Instagram and Mastodon, calling it "free promotion."
"Declining promotional services to a competitor is a normal business practice across industries," a Meta spokesperson said. Meta's changes will impact advertising policies in the US, Canada, Egypt, Indonesia, Japan, Thailand, and Vietnam.
For Meta, a company that pulled in $117 billion in revenue in the first half of 2026, losing one advertiser won't hurt much. Still, TikTok and ByteDance were notably prominent spenders on Meta's apps, according to Sensor Tower.
Meta will also lose ad spend from third-party marketers that link to TikTok or other ByteDance properties in their ads, further increasing its potential losses. Direct-to-consumer brands that may want to drive potential customers to TikTok Shop will miss out.
For TikTok, losing access to Meta's more than 3 billion monthly users is a setback.
Like any social media giant, TikTok is incentivized to grow, grow, grow. Ads that target new users and drive new app downloads are part of the playbook — a strategy Meta uses to promote its own apps, like Instagram, too.
One TikTok staffer focused on user acquisition, James Gao, posted a LinkedIn callout on Sunday asking people to get in touch if they had ad inventory that could help the company meet its goals.
Horizon Media's Black said that while Meta controls the "lion's share" of social budgets, there are plenty of viable alternatives when it comes to using an ad to drive an action like an app download. Besides Google, YouTube, and Pinterest, marketers are increasingly turning to other platforms like Snapchat and Reddit, she said.
A intenção de compra dos consumidores portugueses na Black Friday está a crescer, com 88% dos inquiridos a admitir fazer compras durante o evento. Segundo o estudo da Netsonda para a Worten, ao qual o +M teve acesso, a previsão de gasto médio fixou-se nos 369 euros, superando em 42 euros o valor apontado no último ano e acima dos valores dos anos anteriores, incluindo durante o período da pandemia. Adicionalmente, 27% dos consumidores revelam a intenção de gastar mais nestas compras do que em 2025.
“Este aumento demonstra que a Black Friday continua a ser um dos momentos comerciais mais relevantes do ano para os portugueses, que esperam por esta altura para fazer compras mais planeadas, adquirir produtos de maior valor ou antecipar as compras de Natal“, aponta ao +M Andreia Vaz, head of brand & CX da Worten.
Além disso, acrescenta, “atualmente temos consumidores mais informados e exigentes, que valorizam não só o preço, mas também cada vez mais a confiança, a conveniência e a experiência de compra”. “As intenções declaradas não se traduzem necessariamente em compras, mas são um indicador importante das expectativas dos consumidores”, ressalva a mesma responsável.
A tecnologia mantém-se como a categoria de produtos mais procurada (47%), seguida pela moda e acessórios (32%), eletrodomésticos (32%) e livros (29%). Apesar de a maioria dos inquiridos (74%) indicar que pretende comprar maioritariamente para uso próprio, quase metade (48%) assume o objetivo de antecipar as compras natalícias — um crescimento de nove pontos percentuais face a 2025.
O mesmo estudo revela ainda um mercado dividido quanto ao nível de planeamento: 41% dos potenciais compradores acompanha a evolução dos preços com antecedência, enquanto 36% assume não realizar qualquer preparação.
“Nos últimos anos, temos verificado uma tendência de maior planeamento, comparação de preços e utilização de diferentes canais ao longo do processo de decisão, embora continuem a existir consumidores que aproveitam oportunidades sem uma preparação prévia”, sublinha Andreia Vaz.
Em Portugal, de acordo com este estudo, a Black Friday é um conceito conhecido por 96% dos inquiridos. A Worten posiciona-se como a marca mais recordada espontaneamente pelos consumidores (83%), à frente da Fnac (45%) e da Rádio Popular (35%). A insígnia lidera igualmente as intenções de compra para a edição deste ano, reunindo a preferência de 57% dos inquiridos (62% junto do público masculino e 52% no público feminino). Na edição de 2025, 49% dos compradores efetuaram aquisições na Worten, superando plataformas e insígnias como a Amazon (27%) e a Fnac (20%).
Para fazer face à concorrência e tentar transformar a notoriedade em conversão efetiva, a marca diz ter preparado uma proposta de valor alargada. “Começamos a preparar a Black Friday praticamente com um ano de antecedência, envolvendo equipas comerciais, logística, tecnologia, marketing e lojas, para garantir uma experiência simples e consistente em todos os canais”, explica Andreia Vaz.
A estratégia da marca inclui a garantia do melhor preço dos últimos 60 dias, devolução da diferença caso o valor baixe, financiamento até 10 vezes sem juros e extensão do prazo de devoluções gratuitas em loja até 31 de janeiro. “Mais do que competir apenas pelo preço, queremos continuar a ser a marca em que os portugueses confiam”, afirma a responsável.
Quanto aos canais escolhidos pelos clientes da Worten para efetuar as compras durante a campanha, 53% pondera deslocar-se às lojas físicas e 49% tenciona utilizar o ecossistema digital da marca.
Ao nível do impacto dos meios de comunicação na notoriedade das campanhas, a televisão (66%) e as redes sociais (57%) mantêm-se como os principais pontos de contacto. Contudo, os canais digitais próprios das marcas — nomeadamente os sites (77%) e as aplicações móveis (76%) — registam a maior influência declarada na decisão de compra dos consumidores.
Em sentido inverso, a recomendação por parte de familiares e amigos registou um decréscimo de 13 pontos percentuais em comparação com 2025, ocupando a sétima posição nas fontes de influência (66%).
O estudo Black Friday 2026, realizado pela NetSonda para a Worten, decorreu entre os dias 9 a 18 de setembro de 2026. Foram realizadas mil entrevistas online, com uma amostra representativa da população portuguesa entre os 18 e os 54 anos. Esta dimensão de amostra corresponde a uma margem de erro de próxima dos 3,10%.