Caracas, 21 oct (Prensa Latina) El Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV) rechazó hoy de manera firme la nueva orden de arresto emitida por un tribunal de la Florida, Estados Unidos, contra el líder de la Revolución cubana, General de Ejército, Raúl Castro.
A Renault reforça a gama Duster com o lançamento da nova versão de entrada Zen Plus 1.6. A novidade, desenvolvida para levar o SUV para uma nova faixa do mercado, chega com preço sugerido de R$ 107.990 e nao conta com multimídia.
A nova versão oferece uma alternativa competitiva para os clientes que desejam entrar no universo dos SUVs, sem abrir mão dos atributos que consolidam o Duster no segmento desde 2011.
Ao longo de sua trajetória, o Duster conquistou os brasileiros por sua robustez, versatilidade e amplo espaço interno. Com a nova versão Zen Plus, a Renault amplia as oportunidades de acesso ao modelo, mantendo exatamente os atributos que consolidaram o SUV como uma referência em seu segmento.
A nova versão Zen Plus preserva características que fazem parte do DNA do Renault Duster. Equipado com o motor 1.6 SCe flex associado ao câmbio manual de cinco marchas, o SUV oferece um conjunto reconhecido pela confiabilidade e eficiência para o uso diário.
Assim como as demais versões da linha, o Duster Zen Plus traz itens importantes de segurança e conforto, como seis airbags, controles eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, direção elétrica, sistema Stop & Start, faróis com assinatura em LED e grade frontal com acabamento em preto brilhante.
No interior, a versão conta com bancos revestidos em tecido com tons preto e cinza, com detalhes em azul nas costuras. Detalhes na cabine em cromado reforçam o design da versão, preparada para diferentes tipos de uso cotidiano.
A nova versão Zen Plus mantém os principais atributos do Duster. O SUV continua oferecendo o maior espaço interno do segmento e um dos maiores compartimentos de bagagem da categoria, com 475 litros de capacidade.
O Duster também preserva sua reconhecida aptidão para enfrentar diferentes tipos de terreno. Com 237 mm de altura do solo, além dos melhores ângulos de entrada e saída da categoria, o SUV entrega a robustez que se tornou uma de suas principais marcas ao longo de sua trajetória no mercado brasileiro.
Duster Zen Plus 1.6 MT (R$ 107.990)
Motor 1.6 SCe flex Câmbio manual Seis airbags Controle eletrônico de estabilidade (ESP) Controle eletrônico de tração (TC) Assistente de partida em rampa (HSA) Direção elétrica Faróis com DRL em LED Grade frontal em preto brilhante Rodas de 16″ Sistema Stop & Start Ar-condicionado
Il Lago Maggiore è lì vicino, ma oggi il panorama si guarda di sbieco. È una giornata d’autunno ancora calda, il cielo promette pioggia e poi ci ripensa. Nell’area tecnica dove proviamo la GWM Tank 300, invece, le intenzioni sono chiare: rampe, pendenze laterali e passaggi stretti servono a capire quanto valgano le promesse di questo fuoristrada cinese.
Dopo Ora 5 e H7, GWM porta in Italia il marchio Tank, dedicato all’off-road. Secondo le stime della casa cinese, i fuoristrada con telaio a longheroni nel marcato Italia circa duemila unità l’anno: una nicchia nella quale c’è spazio per chi offre meccanica specialistica e prezzi accessibili. GWM punta a dieci modelli italiani entro il 2027.
“Born to be wild”, cantavano gli Steppenwolf. Davanti alla Tank 300 il ritornello viene spontaneo: carrozzeria squadrata, fari rotondi, passaruota pronunciati e ruota di scorta sul portellone. Lunga 4,76 metri e larga 1,93, con una presenza robusta che trova sostanza nel telaio a longheroni, nell’assale posteriore rigido e nelle protezioni sottoscocca. Qui il vestito da esploratore ha parecchie tasche utili.
Saliamo a bordo e il registro cambia. La posizione di guida è alta e comoda, la plancia ben disegnata, i sedili rivestiti in pelle Nappa. Davanti abbiamo due schermi da 12,3 pollici: convincono le grafiche e il modo in cui si passa fra le schermate dell’infotainment. Ci sono Apple CarPlay e Android Auto wireless, climatizzatore bizona, tetto panoramico, ricarica senza fili e sedili anteriori riscaldati e ventilati, con massaggio per il driver. Un ambiente accogliente anche quando fuori il terreno suggerisce di tenersi forte.
La nostra prova riguarda la plug-in Hi4-T, che abbina un 2.0 turbo a benzina a un motore elettrico: 408 cavalli e 750 Nm complessivi, cambio automatico a nove rapporti e trazione integrale meccanica con riduttore. La batteria da 37,11 kWh offre un’autonomia elettrica dichiarata di 95 chilometri; il collegamento meccanico permette al termico di continuare a muovere le ruote anche quando la carica disponibile si riduce.
Sul percorso la Tank si comporta bene. Affrontiamo salite ripide, discese impegnative e pendenze laterali con una sensazione di controllo convincente. Le geometrie aiutano: sulla plug-in l’angolo di attacco è di 32°, quello di uscita di 33° e quello di dosso di 22°. L’altezza minima da terra è di 222 mm, mentre la capacità di guado dichiarata raggiunge 70 centimetri. Sul diesel i valori salgono rispettivamente a 33°, 34°, 23° e 224 mm.
Ridotte e bloccaggi dei differenziali anteriore e posteriore aiutano a trovare trazione nei passaggi più difficili. In discesa c’è l’Hill Descent Control; il Crawl Control, cruise control da fuoristrada, mantiene invece l’andatura impostata anche in salita, gestendo acceleratore, cambio e freni e lasciandoci concentrare sulla traiettoria. Le telecamere, con la vista virtuale sotto la vettura, mostrano il terreno davanti alle ruote: scegliere dove appoggiarle diventa molto più semplice.
Nei tratti stretti arriva il Tank Turn. Il sistema frena la ruota posteriore interna e aiuta il mezzo a chiudere la curva con un raggio sensibilmente ridotto. Lo proviamo e l’effetto è evidente: un aiuto concreto dove altrimenti servirebbero più manovre.
La gamma comprende anche il 2.4 turbodiesel da 184 cavalli e 480 Nm, con automatico a nove rapporti. Unico allestimento Premium, ricco di dotazioni e con oltre venti assistenti alla guida: 46.500 euro per il diesel, 51.400 per la plug-in, messa su strada inclusa e IPT esclusa. Il diesel parte al lancio da 39.940 euro con permuta o rottamazione, escluse messa su strada e IPT. Consegne da novembre e garanzia di sette anni o 150.000 chilometri. Una proposta convincente per chi guarda a mezzi con capacità fuoristradistiche ma anche confortevoli a un prezzo che merita attenzione.
O Leapmotor B10 é o carro elétrico de entrada da marca chinesa. O SUV tem preço de R$ 182.990 e porte maior do que o Volkswagen Taos. O preço é R$ 10 mil a mais do que quando o carro foi lançado, em novembro de 2025.
Com uma autonomia razoável e uma boa lista de equipamentos, o B10 BEV está na 15ª posição de emplacamentos entre os modelos 100% elétricos. Este ano foram 1.349 vendas entre janeiro e setembro.
Para entender um pouco mais sobre as curiosidades do Leapmotor B10 elétrico, a reportagem da CNN Brasil testou o modelo por mais de 500 quilômetros em trajeto exclusivamente urbano.
Um dos pontos mais chamativos do carro é a dirigibilidade. Na cidade, o B10 tem uma suspensão que agrada para a grande maioria dos terrenos. Com um tamanho médio, não é difícil encontrar locais para estacionar. A câmera 360º também facilita quando o local é mais apertado.
Além disso, o B10 também conta com a função de chassi transparente, onde faz uma projeção embaixo do carro baseada nas quatro câmeras que estão instaladas ao redor do veículo.
Comprimento: 4.515 mm;
Largura da carroceria: 1.885 mm (s/espelhos) / 2.110 mm (c/espelhos);
Altura do veículo: 1.670 mm;
Distância entre eixos: 2.735 mm;
Altura mínima do solo: 185 mm;
Ângulo de entrada: 22º;
Ângulo de saída: 28º.
O B10 tem um motor elétrico traseiro que entrega 218 cv de potência e 24,5 kgfm de torque. A potência é suficiente para o uso tanto na cidade quando na estrada.
O B10 também conta com três modos de condução: Confort, Standard e Sport, cada um desenhado para se ajustar aos diferentes perfis de seus proprietários.
Também é possível alterar outros parâmetros da dirigibilidade do veículo, incluindo intensidade do freio regenerativo, controle do Auto-Hold, assistente de descida (HDC), entre outros recursos.
Interna do Leapmotor B10 100% elétrico • Rodrigo Barros/CNN Brasil
O porta-malas do SUV tem 405 litros de capacidade, que podem ser expandidos para mais de 1.600 litros com os bancos traseiros rebatidos.
Além disso, há um compartimento de 21,5 litros sob o capô e 22 porta-objetos distribuídos por todo o interior do B10, maximizando o aproveitamento do amplo espaço dentro do SUV.
Em termos de segurança, o SUV também tem um bom sistema. O B10 oferece ADAS de nível 2 e itens como centralização de faixa, alerta de colisão frontal, frenagem autônoma de emergência, detecção de ponto cego, aviso de abertura de porta, aviso de saída de faixa, assistente de permanência em faixa, aviso de colisão traseira, entre outros.
Confira dez curiosidades sobre o Leapmotor B10 BEV:
O B10 BEV não tem bancos elétricos;
O carregador por indução tem boa posição, mas não conta com climatização;
Retrovisor não conta com rebatimento elétrico;
O sistema de som é bom: Theater Sound System com 6 alto-falantes;
A recarga na tomada é rápida com até 140 kW;
O interior tem design minimalista e é semelhante aos demais da marca;
Multimídia 14,6 com espelhamento para Android e Apple;
B10 tem sistema de câmeras e pode ser gravada com uso de um Pen-drive;
ADAS nível 2 torna condução mais segura;
Espaço interno é muito bom mesmo para cinco ocupantes