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Courtois revela que foi retirado de grupo de WhatsApp da seleção da Bélgica

21 October 2026 at 23:01

O experiente goleiro Thibaut Courtois afirmou que foi excluído do grupo de WhatsApp do elenco da seleção da Bélgica. O arqueiro anunciou em setembro que não disputaria a Liga das Nações pela equipe nacional.

O goleiro conversou com o técnico Van Bommel e disse que se afastaria por um tempo da seleção. No entanto, deixou em aberto a possibilidade de voltar a ser convocado no futuro, se colocando à disposição para as Eliminatórias da Eurocopa de 2028.

“Fui expulso do grupo de WhatsApp dos jogadores. Esse grupo é usado para comunicar informações, como horários de treino. Há algumas mensagens de vez em quando, mas não muitas”, afirmou o belga em entrevista à “Dazn”.

O treinador da seleção da Bélgica não garantiu a titularidade ao goleiro do Real Madrid caso ele voltasse a ser chamado para defender o time nacional.

“Nunca fui para a seleção esperando jogar automaticamente. Conheço minhas qualidades e sei que posso ser importante para a equipe. Ninguém precisa me garantir uma vaga no time titular”, disparou.

Thibaut Courtois esteve com a Bélgica na última edição da Copa do Mundo. A seleção foi eliminada pela campeã Espanha, nas quartas de final do Mundial.

“Nós estamos muito orgulhosos de tudo o que fizemos até agora. Eu sei que muitas vezes você recebe críticas como ‘a geração de ouro nunca ganhou nada’, mas nós somos a Bélgica, não somos a Inglaterra, não somos a Espanha, não somos a França. Nós somos um pequeno país de quase 12 milhões de pessoas que, em grandes torneios, fez coisas incríveis”, discursou na ocasião.

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Tendas de volta ao Rossio, mas sem resistência; momento de tensão envolveu manifestante pró-Israel

21 October 2026 at 22:05

Foi uma votação confusa, mas os manifestantes no Rossio acabaram por decidir acampar na praça, desmontando as tendas próximo da hora limite autorizada para o protesto. Muitos concordaram em ficar depois disso, mas ao relento. E aprovada ficou também a realização de uma nova contestação, este sábado à tarde, em Lisboa

Cristiano Ronaldo manda mensagem de apoio a Kvaratskhelia após grave lesão

21 October 2026 at 20:53

Cristiano Ronaldo prestou apoio a Khvicha Kvaratskhelia após o atacante do PSG sofrer uma grave lesão no joelho direito. O georgiano rompeu o ligamento cruzado anterior (LCA) durante a vitória por 4 a 2 sobre o Barcelona, na terça-feira (20), pela terceira rodada da Uefa Champions League.

Em publicação nas redes sociais, Kvaratskhelia lamentou a lesão e agradeceu o carinho dos torcedores. O jogador também prometeu voltar mais forte, apesar da possibilidade de ficar fora do restante da temporada.

“Eu sei que tenho que voltar mais forte pelo meu povo, que sempre me apoia. Não vou te decepcionar, prometo que não vou perder um segundo. Obrigado a todos pelo apoio, até breve”, escreveu o atacante.

Cristiano Ronaldo respondeu à publicação e incentivou o colega de profissão a manter a confiança durante o período de recuperação. O português destacou as dificuldades que os jogadores enfrentam longe dos holofotes e afirmou que o melhor momento do georgiano “ainda está por vir”.

“As batalhas mais difíceis do futebol são muitas vezes aquelas que ninguém vê. Conheço essa sensação, Kvara. Mas nunca esqueça o que te trouxe até aqui, e não deixe que um momento difícil te faça duvidar do quão longe você pode ir. Mantenha essa fogueira acesa. O seu melhor ainda está por vir”, afirmou o craque português.

Quando Kvaratskhelia deve voltar a jogar?

O PSG ainda não informou o prazo de recuperação do atacante. A expectativa, porém, é que o georgiano volte aos gramados apenas na temporada 2027/28, o que representaria uma ausência prolongada para a equipe francesa.

Veja quais são e quantos títulos têm os campeões da Champions League

Con más de 10,000 pandilleros condenados, El Salvador extiende por 56.ª vez el régimen de excepción

21 October 2026 at 20:46
Varios detenidos durante el régimen de excepción son trasladados a una cárcel, en Ilopango (El Salvador), en una fotografía de archivo. EFE/Rodrigo Sura

La Asamblea Legislativa de El Salvador aprobó una nueva prórroga de la medida de emergencia que rige la seguridad pública, en una sesión que coincidió con la revelación oficial de que la justicia dictó sentencia contra más de 10 mil pandilleros.

Con 57 votos a favor y uno en contra, los diputados respaldaron la extensión número 56 de este marco normativo, implementado en marzo de 2022 para combatir las estructuras criminales.

El respaldo parlamentario reafirmó el curso de la estrategia de seguridad pública impulsada por el Gobierno. Durante la sesión plenaria de la Asamblea Legislativa, el diputado del partido Nuevas Ideas, Walter Alemán, defendió la aprobación de una nueva prórroga del régimen de excepción y sostuvo que la medida devolvió la paz y la tranquilidad a la población salvadoreña.

Alemán afirmó que la estrategia de seguridad permitió superar 20 años bajo el asedio de las pandillas y posicionó al país como un referente internacional. Según expuso, los resultados en el combate a la delincuencia facilitaron avances en otros rubros, entre ellos el crecimiento del turismo y la proyección de inversión educativa para el presupuesto de 2027.

En la misma línea, el diputado Reinaldo Carballo, tercer secretario de la Asamblea, ratificó el apoyo de su fracción tras asegurar que la medida devolvió la tranquilidad a los salvadoreños.

El pleno de la Asamblea Legislativa aprobó una nueva prórroga del régimen de excepción con 57 votos a favor y un voto en contra (Cortesía: Asamblea Legislativa).

La Fiscalía confirmó 10,561 miembros de maras ya fueron condenados

El balance de los procesos penales quedó al descubierto durante la comparecencia del titular de la Fiscalía General de la República (FGR), Rodolfo Delgado, ante la Comisión de Hacienda y Especial del Presupuesto de la Asamblea Legislativa. El funcionario expuso ante los legisladores la ejecución financiera de la institución y presentó el desglose judicial acumulado desde mayo de 2021 hasta el 16 de octubre.

De acuerdo con el reporte oficial, el Ministerio Público consiguió el veredicto de culpabilidad para 9,213 adultos y 1,348 menores de edad, lo que suma un total de 10,561 resoluciones contra integrantes de grupos ilícitos.

La mayor parte de los procesados pertenecía a las dos facciones criminales hegemónicas en el territorio:

  • La Mara Salvatrucha (MS-13)
  • La pandilla Barrio 18.
Reos en uno de los módulos del CECOT, cárcel de máxima seguridad que concentra a personas juzgadas y sentenciadas durante el régimen de excepción. REUTERS/Jose Cabezas     TPX IMAGES OF THE DAY

Delgado enfatizó la efectividad de las causas que ya concluyeron la vista pública en sede judicial. “Del total de imputados con sentencia, el 98% ha sido condenado, es decir, solo un pequeño margen de estas personas son las que actualmente han quedado en libertad”, explicó el fiscal general en San Salvador.

El titular del ente acusador precisó que las estadísticas corresponden estrictamente a expedientes que llegaron a la etapa de juicio, y anticipó que los registros numéricos aumentarán según los tribunales desarrollen las audiencias pendientes.

El Gobierno eliminó beneficios de excarcelación y mantiene los operativos

A la par de las cifras judiciales, el Ejecutivo ratificó que no otorgará ningún tipo de concesión procesal a los detenidos. El ministro Villatoro, sostuvo que la legislación actual clausuró de manera definitiva cualquier opción de liberación anticipada o beneficio penitenciario para los condenados.

Villatoro explicó que las patrullas conjuntas de la Policía Nacional Civil (PNC) y de la Fuerza Armada continúan desplegadas en asentamientos urbanos y áreas rurales para ubicar a prófugos de la justicia.

Las autoridades detectaron que diversos sospechosos intentaron burlar las inspecciones mediante la alteración o el borrado de sus tatuajes, así como a través de escondites en templos religiosos. El ministro aseveró que las redadas continuarán de manera sostenida hasta localizar al último miembro de estas estructuras criminales en suelo nacional.

© Salvador Melendez

Con más de 10,000 pandilleros tras las rejas, El Salvador extiende por 56.ª vez el régimen de excepción (AP Foto/Salvador Melendez, archivo)

Minneapolis Mayor Jacob Frey Praises Somali Migrants as 'CEOs of the Future'

21 October 2026 at 18:57

Minneapolis Mayor Jacob Frey (D) praised Somali migrants as the "CEOs of the future" and claimed that Somalis were being criticized because people see "the kind of economy and entrepreneurship" they are trying to build.

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Arizona Man Awarded $67,500 on Behalf of Aborted Embryo

21 October 2026 at 18:50
An ultrasound image showing a judge's gavel | Photo: Kohanova/Envato (AI-modified)

An Arizona abortion clinic that didn't tell a pregnant woman about the physical characteristics of her 8-week-old embryo before prescribing abortion pills has been found liable in a case brought by the ex-husband of the pregnant woman, who didn't want her to get an abortion.

The ex-husband, Mario Villegas, was awarded $67,500 in a civil lawsuit accusing the clinic of violating an informed consent law that an Arizona court declared unconstitutional earlier this year.

'A Dangerous Precedent'

The Lawyering Project, which represented the doctor and clinic being sued by Villegas, had warned that the case could "establish a dangerous precedent in Arizona concerning embryonic personhood and chill the provision of abortion care."

"A pre-viability embryo or fetus is not a person," says its website in a summary of the case, "and a physician cannot be subject to a wrongful death action for providing high-quality abortion care to a patient who wants an abortion."

In an August 2024 order, Judge Bryan B. Chambers of the Arizona Superior Court in Gila County agreed with the defendants that Arizona's wrongful death statute does not, as written, apply to the death of embryos. The court is "unwilling to expand the common law definition of 'person' as applied to the wrongful death statute to include all unborn children whether viable outside the womb or not," Chambers wrote.

But that doesn't mean he tossed Villegas' lawsuit entirely. And in a judgement released July 22 but largely unnoticed until this week, Chambers wound up holding that Villegas is entitled to $5,000 in statutory damages and $62,500 "in compensatory damages for his psychological, emotional, and physical injuries."

No one in the case alleges that Villegas' ex-wife—referred to in court documents as M.S.V.—was tricked, coerced, or generally uninformed about the abortion. The case turns on technicalities and Arizona's onerous, biased (and now barred) requirements for what abortion doctors must tell patients in order to obtain informed consent.

'Deprived of the love….of his child'

M.S.V's abortion took place in July 2018, when she was around eight weeks pregnant. At the Camelback Family Planning clinic in Phoenix, she was provided with information at least 24 hours before she could come back for the abortion pills, and she signed various consent forms, including one affirming that she was "comfortable with [her] decision to terminate this pregnancy," according to ProPublica.

Around two years later, in July 2020, Villegas—now divorced from M.S.V.—sued the clinic and physician Gabrielle J. Goodrick, alleging medical malpractice and wrongful death. Villegas "has been deprived of the love, affection, comfort, and companionship of his child," his initial complaint stated. He "has been deprived of his constitutionally protected right to parent Baby Villegas."

Villegas sought to have himself appointed the personal representative of the estate of the aborted embryo, and a probate judge agreed.

In an amended complaint, Villegas added that "the estate has been deprived of the net income Baby Villegas would have earned during her lifetime" and sought damages for that, too. (Villegas took the liberty of assuming the embryo was a girl, even though the abortion would have been too early in the pregnancy to tell.)

"Across the U.S., people have sued for negligence in the death of a fetus or embryo in cases where a pregnant person has been killed in a car crash or a pregnancy was lost because of alleged wrongdoing by a physician," noted ProPublica in a 2022 article about the case. "But a court action claiming the wrongful death of an aborted embryo or fetus is a more novel strategy, legal experts said."

Informed Consent or Compelled Speech?

Ultimately, the case came down to Arizona's informed consent law, not fetal personhood.

In the amended complaint, Villegas argued that the clinic had violated Arizona law on informed consent for abortion.

That law—declared unconstitutional in February 2026—said that doctors must obtain informed consent before performing abortions (which is normal) and then added that this consent only counts if clinics obtain it in highly particular (and medically unnecessary) way and tack on a lot of loaded language and anti-abortion rhetoric.

It says that "at least twenty-four hours before the abortion, the physician who is to perform the abortion or the referring physician" must inform a patient woman "orally and in person" about topics such as "alternatives to the procedure or treatment" and "the probable anatomical and physiological characteristics of the unborn child at the time the abortion is to be performed." Doctors were also required to tell a woman seeking an abortion that if she went through with the pregnancy, various forms of assistance may be available.

Villegas alleged that even though his wife technically consented to the abortion, it didn't count because the information wasn't provided by the same doctor who prescribed her the pills, and because doctors didn't warn her about the potential "loss of the 'maternal-fetal' attachment bond inherent in birthing a child" and didn't explain alternatives to abortion or the 8-week-old embryo's physical characteristics.

He also complained that the printed form M.S.V. was given "changed the statutory term 'the probable gestational age of the unborn child' to 'the probable gestational age of the pregnancy,' which misstates Arizona's legislative determination that every pregnant woman is carrying a human child."

M.S.V. testified in court "that nothing would have changed her mind about obtaining the abortion," as Chambers put it in his judgement. And no one alleges that the clinic simply failed to discuss some risks and other relevant information with her before the procedure. It simply failed to use the loaded language preferred by the state.

But "the statute does not require proof that M.S.V. would have made a different decision had she been fully informed," wrote Chambers in his judgement. And even if some of the rules of informed consent were followed, "nothing in [Arizona law] suggests that substantial compliance with the consent provisions is all that is necessary."

Fortunately, the informed consent law at the heart of this case has been struck down, so future doctors don't have to worry about being sued for failing to say "unborn child."

But there's still something chilling about the way all this played out. M.S.V. had argued to court that she was tricked into pregnancy—she thought her ex-husband "was fixed," because he'd had a vasectomy, though it was since reversed. Chambers said this did not negate her consent to sex with him, since M.S.V. "was not deceived about the nature of the act. At most, she was deceived about a potential consequence (pregnancy risk)."

In M.S.V.'s telling, she did not exactly give informed consent to the sex that led to pregnancy, but she did give informed consent to the abortion procedure. In neither situation, however, do M.S.V.'s claims about her own consent seem to have mattered much at all.


In the News 

The Transportation Security Administration (TSA) shows "significant weakness" when it comes to protecting passenger data, according to the Department of Homeland Security Office of Inspector General.

A TSA authentication vendor "was able to access and extract sensitive passenger information, including driver's license and passport images, during system troubleshooting and enhancements, without TSA's knowledge," the report says. More:

TSA lacked clear policies, did not track when this data was extracted, could not verify that extracted information was properly deleted, and did not notify passengers when their biometric and biographic information may have been stored. As a result, although passenger information was generally protected during routine operations, weaknesses in vendor oversight created a risk that sensitive personal information could be retained or exposed.

The Electronic Frontier Foundation comments:

As the OIG's audit underscores, this technology presents privacy risks associated with unsecured data, unauthorized access, and data breaches. The government's use of this technology also creates a mass surveillance system and facilitates the creation of warrantless biometric records for unconsenting parties.

[…] Given that facial recognition technology is prone to mistakes, combined with the OIG's audit revealing significant privacy weaknesses, it is imperative that travelers remember that opting out is possible. TSA's own website emphasizes that travelers who wish to decline to have their photo taken for facial comparison can do so without any delay, disruption, or recourse.


More Sex & Tech 

• You could make a full-time beat out of covering cops' misuse of Flock cameras these days. The latest: "A former Joliet police lieutenant is now facing felony charges for misusing the city's Flock camera system," per CBS News. And, in Sharonville, Ohio, "a police lieutenant was indicted Tuesday after he allegedly used Flock camera systems…29 times between Dec. 19, 2024, and April 20, 2026, to track a person's whereabouts" for personal reasons, Fox 10 reports.

• Airbnb says hosts can't make you wash and dry your own dishes anymore:

I just got an email from Airbnb laying out new ground rules for what hosts can demand of guests, and THANK GOD.

At my last Airbnb, I had to strip the beds, wash every dish, clean the kitchen, haul the trash out to the road, and there was still a $100 cleaning fee! https://t.co/tfQGqQKsRo

— Jessica Huseman (@JessicaHuseman) October 20, 2026

• Another case challenging the use of Flock cameras to get convictions. In Texas, Charles Brownlee—sentenced to 60 years in prison for armed robbery—is asking a federal appeals court to throw out his conviction, "arguing that the AI-powered camera system gives law enforcement more surveillance power than the Constitution allows," per The Texas Tribune.

• A California law that takes effect in 2027 "will require large companies to make a good-faith effort to link customers to a human by phone within 15 minutes," notes The San Francisco Standard. "But it has a carveout for companies that never offered phone support in the first place. It remains to be seen whether the legislation will hold any sway over the AI firms leading the charge to replace human agents."

• Jacob Sullum delves into a convoluted lawsuit filed against Students for Life by a Texas woman who opposes a Texas anti-abortion law.

• In the latest incident to blur the line between the FBI catching criminals and creating them, an FBI task force catfished a high school maintenance worker using an AI-generated image of a 15-year-old, then used Clearview AI facial recognition tools to identify him and Flock to track his car.

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Estados Unidos pide rechazar la resolución de Cuba por abusos laborales y reclutamiento militar con Rusia

21 October 2026 at 18:35
Una ilustración combina elementos sanitarios con la bandera cubana y el emblema de la ONU para representar el envío de médicos al exterior. (Imagen Ilustrativa Infobae)

El Departamento de Estado de Estados Unidos lanzó una ofensiva diplomática contra la iniciativa anual que impulsa Cuba en la Asamblea General de la Organización de las Naciones Unidas (ONU), tras advertir que el respaldo internacional a la resolución contra el embargo legitima abusos laborales y el envío de combatientes a Europa.

La Subsecretaría de Estado para Asuntos del Hemisferio Occidental difundió un posicionamiento categórico frente al debate multilateral: “Votar a favor de la resolución del régimen cubano supone apoyar la trata de personas patrocinada por el Estado, la corrupción y los lujosos estilos de vida de la élite de la dictadura”.

Washington estructuró sus argumentos en tres ejes centrales: la apropiación casi total de los ingresos de trabajadores en misiones oficiales, las condiciones de trabajo forzado que sufren las brigadas sanitarias y la participación de ciudadanos cubanos en las filas militares de Rusia.

El primer pilar de la denuncia estadounidense documenta los mecanismos económicos mediante los cuales el gobierno insular capta divisas en el mercado internacional a costa del personal que envía al exterior.

De acuerdo con los datos presentados por Washington, las autoridades de La Habana retienen hasta el 95% de las remuneraciones devengadas por los profesionales en el extranjero, en particular aquellos asignados a misiones de salud pública. Este esquema sustrae la mayor parte del ingreso contractual que abonan los países receptores por los servicios prestados.

El análisis de la cancillería norteamericana subrayó que estos recursos no se destinan a la mejora de los servicios básicos para la población ni a la infraestructura civil de Cuba.

Departamento de Estado de Estados Unidos que detalla los argumentos de Washington para rechazar la resolución de Cuba en la Asamblea General de la ONU. ( Cortesía: @WHAAsstSecty).

Por el contrario, las divisas ingresan de forma directa a las arcas controladas por la cúpula estatal para mantener el funcionamiento operativo de los cuerpos policiales y los organismos de seguridad interior. Washington sostiene que esta apropiación sistemática constituye la principal fuente de financiamiento que permite preservar los privilegios de los jerarcas gubernamentales mientras persiste la escasez generalizada en el país caribeño.

Las brigadas sanitarias operan bajo esquemas de trabajo forzado y falta de preparación técnica

El segundo foco de la acusación aborda el régimen de control laboral que enfrentan los especialistas sanitarios desplegados en territorio internacional. El documento del Departamento de Estado remarcó que estos trabajadores se encuentran sometidos a condiciones que califican como trabajo forzado.

Quienes integran estos contingentes sufren la retención de documentos personales, severas restricciones para circular libremente en los países donde prestan servicio y la amenaza de penas que les impiden regresar a su país de origen durante ocho años si deciden abandonar la misión oficial.

Diversos testimonios de desertores han sacado a la luz la vigilancia constante que ejercen funcionarios de seguridad encubiertos dentro de los equipos médicos. Asimismo, el informe advirtió sobre la deficiente formación que reciben muchos trabajadores sanitarios antes de salir de la isla.

En numerosos destinos, estos profesionales son asignados a realizar procedimientos clínicos e intervenciones complejas sin los conocimientos requeridos, lo cual expone a los pacientes locales a riesgos asistenciales y genera que diversos gobiernos revisen o cancelen estos convenios bilaterales por considerarlos formas encubiertas de trata laboral.

Ucrania denunció ante la ONU que más de 1,000 cubanos fueron reclutados por el Ejército de Rusia

El tercer eje central involucra la participación de nacionales caribeños en la invasión contra el territorio ucraniano. El pasado 19 de octubre, durante el foro sobre derechos humanos “Cuba Libre: la opresión que esconde La Habana” celebrado en la sede de la ONU en Nueva York, el representante permanente adjunto de Ucrania, Volodymyr Pavlichenko, solicitó frenar la captación de ciudadanos de la isla por parte de Rusia y exigir la liberación inmediata de quienes permanecen retenidos ilegalmente en el servicio castrense de Moscú.

Pavlichenko alertó que los reclutas de la isla representan uno de los cuatro grupos extranjeros más numerosos enrolados por las fuerzas rusas, las cuales aprovechan ofertas laborales falsas con sueldos de USD 2.000 para atraer a civiles asfixiados por la pobreza. Estados Unidos sumó a esta advertencia denuncias sobre la presencia de saboteadores cubanos operando bajo órdenes rusas en zonas de la OTAN, lo que profundiza el debate internacional en vísperas de la votación en el plenario de Naciones Unidas.

Una figura dividida entre médico y militar ilustra la asignación de recursos entre el sector sanitario y la defensa frente al emblema de las Naciones Unidas. (Imagen Ilustrativa Infobae)

Democracia exige que perdedor respeite as regras do jogo, diz Fachin

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou nesta quarta-feira (21) que o Estado Democrático de Direito exige “lealdade às regras do jogo, inclusive por parte de quem perde”. 

O ministro discursou na abertura de um seminário realizado no STF sobre o papel dos tribunais constitucionais. Em sua fala, Fachin acrescentou que a democracia depende do respeito às decisões judiciais bem fundamentadas, embora com frequência, em tempos de polarização política, elas sejam “reduzidas e instrumentalizadas por slogans”.

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Fachin deu as declarações a quatro dias do segundo turno da eleição presidencial, marcado para o próximo domingo (25). 

Ele destacou que as democracias contemporâneas raramente são desfeitas por golpes abruptos, mas são corroídas por dentro, muitas vezes com aparência de legalidade: “pela captura gradual das instituições, pelo enfraquecimento dos controles, pela erosão da confiança pública”. 

O presidente do STF disse ainda que “a consolidação democrática nunca é um ponto de chegada que, uma vez ultrapassado, está definitivamente conquistado; é uma tarefa permanente, que depende de instituições capazes de resistir e de uma cidadania disposta a defendê-las”. 

O discurso do ministro foi proferido em meio a uma crise institucional sem precedentes no STF, com embates e acusações entre ministros envolvendo o caso do Banco Master, em que se apura fraudes financeiras bilionárias e a corrupção de agentes públicos. 

A crise no STF acabou entrando na pauta das campanhas presidenciais, levando os principais candidatos a proporem reformas no Poder Judiciário. 

 

Puig crece un 4,8% y supera los 3.700 millones en ventas hasta septiembre

21 October 2026 at 18:06
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Puig creció un 4,8% en los primeros nueve meses del año, hasta alcanzar unas ventas de 3.745 millones de euros. La compañía de fragancias y cosmética con sede en Barcelona ha registrado incrementos en todas las divisiones y regiones en las que opera, aunque destaca el crecimiento del 12% en maquillaje y del 17,9% en el área de Asia-Pacífico. La firma se ha visto beneficiada por la evolución de los tipos de cambio, principalmente gracias a la fortaleza del dólar, en el tercer trimestre, con un impacto positivo del 1,7%, mientras que en el periodo de enero a septiembre el impacto es ligeramente negativo (-0,9%).

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TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição

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Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil. 

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A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral. 

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE. 

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça. 

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”. 

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos. 

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas. 

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”. 

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”. 

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação. 

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor. 

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal. 

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial. 

Charles Oliveira quiere adelantar a Ilia Topuria en la carrera por el cinturón

21 October 2026 at 17:10

Charles Oliveira es una leyenda viva de las artes marciales mixtas. El luchador brasileño ha sido campeón del peso ligero de la UFC —una de las divisiones más competitivas— y es el actual campeón BMF. Además, ostenta el récord de mayor número de finalizaciones de la UFC. Sin embargo, a sus 37 años, Do Bronxs todavía aspira a más: el próximo 12 de diciembre defenderá el título BMF ante Diego Lopes y cree que una victoria le otorgaría el derecho a volver a pelear por el cinturón indiscutido.

"Charles Oliveira vende mucho, todo el mundo lo sabe. Una victoria sobre Diego Lopes definitivamente me otorga una oportunidad por el título", decía el brasileño en una entrevista con el periodista Laerte Viana. No obstante, el excampeón es consciente de que existen muchas posibilidades y de que Arman Tsarukyan ha hecho méritos suficientes ser el próximo contendiente al campeonato.

"Yo pienso que [Tsarukyan] debería haber luchado por el título hace mucho tiempo si no hubiera hecho esas cosas que complicaron el asunto con la UFC", aclaraba. Con esto en mente, Oliveira ha diseñado su propio camino a la cima. "Hay varios escenarios. Justin Gaethje, ¿se retira o sigue peleando? Si se retira, Charles Oliveira definitivamente peleará por el título contra Tsarukyan, el número dos", aseguraba convencido el brasileño.

En esta ecuación, Oliveira parece olvidar a Ilia Topuria, el exmonarca de la división. Y es que fue precisamente el hispano-georgiano quien acabó con las esperanzas de Do Bronxs en su última pelea por el título en junio de 2025: El Matador noqueó a Oliveira en tan solo dos minutos y medio, y se convertía así en doble campeón de la UFC.

No está claro si la UFC estará de acuerdo con el escenario presentado por el excampeón, pero, en cualquier caso, Oliveira tendrá que vencer primero a uno de los luchadores con más proyección de la compañía, a su compatriota Diego Lopes.

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