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A Kia revelou uma nova versão mais completa e com preço mais alto para a Tasman, a picape média da marca. A nova Kia Tasman PGL tem preço de R$ 319.990 e chega para unir-se à configuração GL (de entrada), lançada em agosto.
Entre os diferenciais, a novidade se diferencia pela oferta de sistemas de assistência à condução (ADAS) e itens adicionais de conforto e praticidade. A nova variante também é uma tentativa de acelerar as vendas da picape, que não vai bem e, até setembro deste ano, emplacou 12 unidades.
O conjunto mecânico é o mesmo da versão de entrada: motor 2.2 turbodiesel de quatro cilindros, com 210 cv de potência e 45 kgfm de torque, associado ao câmbio automático de oito marchas e à tração 4×4 com reduzida.
A picape também oferece sete modos de condução, incluindo configurações para terrenos como areia, lama e neve.
Entre os recursos de segurança da Tasman PGL estão piloto automático adaptativo, assistente de permanência e centralização em faixa, frenagem autônoma de emergência com detecção de veículos, pedestres e ciclistas e monitoramento de ponto cego.
O modelo também conta com alerta de saída segura, que ajuda a evitar acidentes durante a abertura das portas, e comutação automática do farol alto.

A lista de equipamentos inclui ainda bancos com revestimento em Altaica, ajustes elétricos para o banco do motorista, sensor de chuva, retrovisor interno eletrocrômico, estribos laterais e iluminação de LED na caçamba.
O painel reúne telas que somam 29,6 polegadas, incluindo quadro de instrumentos digital de 12,3 polegadas, central multimídia de 12,3 polegadas e uma tela de 5 polegadas dedicada ao sistema de climatização. Há também compatibilidade sem fio com Apple CarPlay e Android Auto.
Com entre-eixos de 3,27 metros, a Tasman tem uma capacidade volumétrica na caçamba de 1.173 litros, enquanto a capacidade de carga útil chega a 1.007 kg. Segundo a Kia, a capacidade máxima de tração é de 6.200 kg.
O modelo tem garantia de cinco anos sem limite de quilometragem.
A Kia Tasman PGL está disponível em sete opções de cores:
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Um Ferrari F50 de 1997 com apenas 170 km rodados pode estabelecer um novo recorde de preço para o modelo. O superesportivo será oferecido em um leilão marcado para 31 de outubro, com expectativa de superar US$ 20 milhões (cerca de R$ 108 milhões).
Se a estimativa se confirmar, o exemplar poderá se tornar o F50 mais caro já vendido em um leilão público. Produzido entre 1995 e 1997, o Ferrari F50 teve apenas 349 unidades fabricadas. A quilometragem excepcionalmente baixa é um dos principais fatores que explicam a expectativa de valorização.
O carro em questão é do último ano de produção e foi entregue novo no Reino Unido. Desde então, permaneceu praticamente parado por quase três décadas.
O F50 é equipado com motor V12 aspirado de 4,7 litros, derivado da experiência da Ferrari na Fórmula 1. O conjunto mecânico privilegia a condução direta e a conexão entre motorista e máquina, sem os sistemas híbridos que se tornaram comuns nos superesportivos atuais.
Por isso, o modelo é considerado uma peça importante na história da fabricante italiana e desperta o interesse de colecionadores.

A cifra projetada supera os valores recentes alcançados por outros exemplares. Em agosto, um F50 amarelo, na cor Giallo Modena, foi vendido por US$ 14,575 milhões, cerca de R$ 78,7 milhões, tornando-se o modelo mais caro da linha vendido publicamente até então.
Outro F50 vermelho, que pertenceu ao ex-boxeador Mike Tyson, foi negociado por US$ 12,1 milhões, aproximadamente R$ 65,3 milhões, também em agosto.
Até recentemente, exemplares do F50 costumavam ser negociados por valores entre US$ 4 milhões e US$ 5 milhões. A valorização ganhou força em 2025, quando um modelo amarelo que pertenceu ao estilista Ralph Lauren foi vendido por US$ 9,2 milhões, cerca de R$ 49,7 milhões.
Caso o exemplar de 1997 ultrapasse a marca de R$ 100 milhões, o F50 entrará em um grupo restrito de carros de coleção com valores comparáveis aos do lendário McLaren F1.

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