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La acampada por la vivienda cumple tres semanas en plaza Catalunya, suma 360 tiendas y quiere crecer

Acampada en Plaza Catalunya (Barcelona), el 22 de octubre.

Los acampados por la vivienda de Barcelona llevan tres semanas en plaza Catalunya y aseguran que no tienen intención de marcharse. Pasados los temporales de lluvia, han retirado los toldos de la parte central del campamento, que ya ocupa toda la plaza en círculos concéntricos, y está vallada en todo el perímetro salvo en dos puntos de entrada y salida. Hay quien ha interpretado el movimiento como el inicio de una retirada, pero Kiara Monroy, portavoz de la acampada, lo aclara: “La gente nos ha visto mover los plásticos y cree que nos vamos. No nos vamos, estamos mejorando el espacio”. En realidad, planean ampliar el recinto: la organización calcula que hay más de 600 tiendas, una cifra que el Ayuntamiento rebaja a 360. El Sindicato de Inquilinas, que no estuvo presente de origen en la acampada, se sumó posteriormente, pero se retiró de nuevo para, dijeron, dedicarse al 100% a preparar la huelga general del 11 de noviembre. Fuentes policiales expresan sus dudas sobre la “naturaleza actual” de la acampada, sin la presencia del sindicato provivienda, pero insisten en que es potestad del Ayuntamiento decidir cómo proceder.

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Acampada en Plaza Catalunya (Barcelona), el 22 de octubre.

Justiça rejeita prisão de vice-presidente do Corinthians

23 October 2026 at 03:25

A Justiça de São Paulo rejeitou, nesta quinta-feira (22), o pedido do Ministério Público para decretar a prisão preventiva do vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça.

O Ministério Público apresentou o pedido, na última sexta-feira (16), após a demissão de Marcelo Munhoes, ex-diretor de Tecnologia da Informação do Corinthians e testemunha no caso.

Em manifestação encaminhada à 25ª Vara Criminal, o promotor Cássio Conserino afirmou que a demissão de Munhoes, testemunha-chave do Ministério Público, ocorreu às vésperas da audiência de instrução, marcada para 10 de novembro. Segundo ele, o episódio deveria ser analisado no contexto da investigação sobre coação no curso do processo.

Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians
Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians • Raul Moura/CNN

Na decisão, a juíza Amanda Eiko Sato afirmou que não há elementos concretos suficientes para demonstrar que Armando tenha influenciado o desligamento de Marcelo Munhoes ou colocado em risco a instrução criminal.

A magistrada concluiu que faltavam elementos para justificar a prisão preventiva ou a aplicação de medidas cautelares. Segundo a decisão, a demissão de Munhoes ocorreu em um contexto político-eleitoral.

Na mesma decisão, a juíza também indeferiu todas as medidas cautelares solicitadas pelo promotor Cássio Conserino.

Procurado, o Corinthians informou que não irá se manifestar. A defesa de Armando Mendonça não retornou ao pedido de posicionamento. O espaço segue aberto para manifestação.

“Escândalo das camisas”

A renovação do contrato entre o Corinthians e a Nike tem gerado controvérsias no cenário esportivo. Durante o programa Domingol, Benjamin Back questionou a decisão do clube de manter a parceria com a Nike, mesmo diante de uma oferta aparentemente mais vantajosa da Adidas.

De acordo com informações debatidas no programa, a proposta da Adidas seria supostamente superior à renovação firmada com a Nike. A situação ganhou ainda mais destaque após o surgimento de um escândalo envolvendo valores excedentes cobrados pela Nike em contratos anteriores.

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