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Uma Cripto-História de Santarém (80): Uma Santíssima Trindade do Museu Diocesano inspirada em Guido Reni

O Museu Diocesano de Santarém, instituído em 2013 e galardoado com o prémio Europa Nostra pelo carácter excepcional da sua montagem e dos seus acervos, abre a primeira sala de exposição permanente com uma imponente tela do terceiro quartel do século XVIII que representa a Santíssima Trindade. O grande quadro mede 3,45 de altura e 2,06 m de largura e mostra-nos as figuras de Cristo vivo na cruz…

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Coruche coloca ciência e tecnologia ao serviço do futuro da agricultura

Dia de Campo do InovMilho reuniu investigadores, agricultores, empresas e responsáveis políticos na Estação Experimental António Teixeira. Governo anunciou que os apoios pagos aos agricultores de Coruche passaram de 6,3 milhões de euros, em 2023, para 19,4 milhões em 2025 e revelou estar a preparar um projecto-piloto para reduzir as populações de javalis nas zonas mais afectadas. Ciência…

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RAS#9: porque “a Cultura não pede licença”

Ana Marta Teles, Daniela Monteiro, Filipa Carmo, Helena Mendes, Iacuba Camará, Luis Garza, Marisa Murtinha, Nuno Labau, Sílvia Ferreira e Vânia Jorge foram os artistas que participaram na residência artística RAS#9 que decorreu no Centro Cultural Regional de Santarém (CCRS). O projecto RAS nasceu há cerca de nove anos pelas mãos de João Maria Ferreira, Elias Rodrigues, o então presidente do CCRS…

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Como 88 estacas seguram o postal ilustrado mais famoso de Olhão

Os Mercados Municipais de Olhão são, oficialmente, uma das Novas 7 Maravilhas de Portugal.

A distinção foi atribuída por votação para o concurso televisivo com o mesmo nome.

Mas o que poucos saberão é que estes equipamentos foram erguidos sobre uma impressionante fundação de 88 estacas, escondendo-se, portanto, sob o solo o segredo da sua longevidade e imponente estrutura.

Esta inovadora técnica de bate-estacas, que ligou cada pilar através de arcos de alvenaria de tijolo, permitiu a consolidação ideal das edificações, tornando este complexo um dos principais postais ilustrados da cidade e um dos ex-libris mais fotografados da região olhanense.

Inaugurados em 1916, após quatro anos de obras iniciadas em 1912, estes edifícios icónicos afirmam-se há mais de um século como um local de paragem obrigatória para residentes e turistas. Todos os dias, centenas de pessoas cruzam as suas portas em busca do melhor peixe fresco, frutas e verduras, fundindo a azáfama do comércio tradicional com a admiração por um património histórico e cultural único no Algarve.

Do ponto de vista arquitetónico, o complexo constitui um exemplo modelar da arquitetura do ferro e do vidro do início do século XX, marcando de forma indelével a introdução de soluções construtivas modernas em Portugal. O projeto, dotado de um enorme impacto urbanístico, destaca-se pela sua clareza visual, funcionalidade e por uma abordagem vanguardista perfeitamente alinhada com as necessidades comerciais da época.

A nível estrutural, os Mercados apresentam uma planta longitudinal dividida em dois corpos retangulares de vértices arredondados: o Mercado das Verduras e o Mercado do Peixe. Ambas as alas exibem fachadas marcantes em tijolo aparente e estrutura metálica, sendo delimitadas exteriormente por quatro elegantes torreões circulares envidraçados.

Embora tenham sido submetidos a profundas obras de reabilitação no final do século XX — reabrindo ao público em 1998 com o seu aspeto exterior e integridade originais totalmente preservados —, os Mercados continuam a saber renovar-se. A prova disso é o seu interior, que recentemente foi forrado e enriquecido com painéis de azulejos pintados pelo artista Costa Pinheiro.

Unindo a robustez da engenharia centenária à delicadeza da arte contemporânea, os Mercados Municipais de Olhão consolidam-se como uma referência incontornável da arquitetura portuguesa.

Leia também: A lenda secreta de uma igreja algarvia

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Vale de Santarém celebra associativismo e identidade histórica

O Vale de Santarém recebeu este fim de semana, dias 11 e 12 de setembro, a segunda edição do Dia do Associativismo, uma iniciativa que reuniu associações locais e instituições locais, com o objetivo de promover a cooperação entre as diversas entidades da vila. Organizado este ano pela Associação Cultural Vale de Santarém Identidade e Memória (ACVISM), Sociedade Recreativa Operária (S.R.O.

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Administrador do CNEMA leva ao Parlamento Europeu parecer sobre gestão do risco de incêndios

Luís Mira, secretário-geral da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) e administrador do CNEMA, em Santarém, vai apresentar no Parlamento Europeu um parecer sobre a gestão integrada dos riscos de incêndios florestais, aprovado em Julho pelo Comité Económico e Social Europeu (CESE). O dirigente português foi nomeado relator do parecer “Abordagem da União Europeia em matéria de gestão…

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Novas Regras na VCI: Proibição de Pesados de Mercadorias Entra em Vigor a 15 de Setembro

A partir do dia 15 de setembro, entram em vigor novas restrições de trânsito na Via de Cintura Interna (VCI), no Porto. A medida visa redistribuir os fluxos de tráfego, reforçar a segurança e diminuir a pressão sobre esta artéria fundamental da Área Metropolitana do Porto, segundo o Decreto-Lei n.º 155-A/2026.

As limitações aplicam-se nos dias úteis, entre as 07h00 e as 21h00, a todos os veículos pesados de mercadorias com peso bruto superior a 3.500 kg, que possuam três ou mais eixos e uma altura igual ou superior a 1,1 metros no primeiro eixo.

Principais Pontos da Nova Medida:

* Período de Restrição: Dias úteis, das 07h00 às 21h00.
* Exceções e Autorizações: Veículos que realizem operações de carga ou descarga nos concelhos do Porto ou de Vila Nova de Gaia podem circular, desde que efetuem um registo prévio e obtenham habilitação na plataforma digital dos respetivos municípios, apresentando o devido documento de transporte.

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* Alternativa Gratuita (CREP): Como alternativa de circulação, a Circular Regional Exterior do Porto (A41/IC24) dispõe de isenção total do pagamento de portagens para este tipo de veículos, aplicável 24 horas por dia, sem necessidade de registo prévio.
* Fiscalização e Sanções: A fiscalização estará a cargo da PSP e da GNR, com acesso em tempo real à plataforma de registos. O incumprimento das regras constitui contraordenação punível segundo o Código da Estrada, sob alçada da ANSR.

Tratando-se de um projeto-piloto, a iniciativa será alvo de uma monitorização contínua para avaliar os impactos na mobilidade da região.

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Regime de circulação na VCI e isenção de pagamento das taxas de portagem na CREP


A VCI é uma das principais artérias rodoviárias da Área Metropolitana do Porto, mas o elevado volume de tráfego coloca desafios crescentes à mobilidade, à segurança e à sustentabilidade da região.



Para responder a este desafio, está em marcha uma nova solução para redistribuir o tráfego, aliviar a pressão sobre a VCI e potenciar a utilização da CREP, promovendo uma circulação mais fluida e eficiente na rede rodoviária da Área Metropolitana do Porto.



A partir de 15 de setembro, entram em vigor novas regras de circulação para os veículos pesados de mercadorias na VCI.



Saiba o que muda, quem é abrangido e quais as alternativas disponíveis.







A Via de Cintura Interna do Porto (VCI), que integra troços das autoestradas A1/IC1, A20/IC23, A28/IC1 e A44/IC23, formando um anel em torno dos núcleos urbanos das cidades do Porto e de Vila Nova de Gaia, é uma das principais infraestruturas rodoviárias da Área Metropolitana do Porto. Todos os dias, milhares de pessoas e veículos utilizam esta via, essencial para a ligação entre o Porto, Vila Nova de Gaia e os principais eixos rodoviários da região e do País.



O elevado volume de tráfego, em particular a circulação de veículos pesados de mercadorias, tem vindo a colocar uma pressão significativa sobre a VCI, com impacto na fluidez da circulação, na segurança rodoviária e na sustentabilidade ambiental.



Uma rede mais equilibrada
A Área Metropolitana do Porto dispõe de outras vias com capacidade disponível que podem contribuir para uma distribuição mais eficiente do tráfego. É o caso da A41/IC24, a Circular Regional Exterior do Porto (CREP), que constitui uma alternativa para a circulação de veículos pesados e permite reforçar a articulação entre os diferentes eixos rodoviários da região.



É neste contexto que o Governo, através do Decreto-Lei n.º 155-A/2026, de 31 de julho, definiu uma solução global para melhorar a gestão dos fluxos de tráfego na Área Metropolitana do Porto.



O objetivo é claro: aliviar a pressão sobre a VCI, promover uma utilização mais equilibrada da rede rodoviária existente e contribuir para uma mobilidade mais segura, eficiente e sustentável.



O que vai mudar?
A partir de 15 de setembro, a circulação de determinados veículos pesados de mercadorias na VCI ficará condicionada nos dias úteis, entre as 07h00 e as 21h00.



A medida aplica-se a veículos de mercadorias com peso bruto superior a 3.500 kg, três ou mais eixos e altura igual ou superior a 1,1 metros, medida na vertical do primeiro eixo.



Existem, contudo, exceções. Os veículos abrangidos que tenham como origem ou destino os municípios do Porto ou de Vila Nova de Gaia, para operações de carga ou descarga nesses municípios, poderão circular na VCI, desde que estejam previamente habilitados através da plataforma digital disponibilizada pelos respetivos municípios.



A CREP como alternativa
Para facilitar a redistribuição do tráfego, está também previsto um regime de isenção do pagamento de portagens na CREP para os veículos abrangidos pela medida.



Esta solução permite reforçar a utilização de uma via com capacidade disponível, criando uma alternativa competitiva para o transporte de mercadorias e contribuindo para uma distribuição mais equilibrada dos fluxos de tráfego na região, em especial para o tráfego que pretenda atravessar o Porto através da VCI.



O regime de isenção de portagens na CREP entrou em vigor a 1 de janeiro de 2026.



Uma solução acompanhada de perto
A implementação destas medidas será acompanhada através de monitorização contínua, permitindo avaliar os seus resultados e, sempre que necessário, ajustar ou complementar as soluções adotadas.



Mais do que uma alteração às regras de circulação, esta é uma medida que procura melhorar o funcionamento de toda a rede rodoviária, aproveitando a capacidade instalada da Rede Rodoviária existente, reforçando a mobilidade, a segurança e a sustentabilidade na Área Metropolitana do Porto.



Consulte abaixo toda a informação sobre as novas regras, os veículos abrangidos, as exceções e as alternativas disponíveis.





Perguntas Frequentes


O que vai mudar na VCI?

A partir de 15 de setembro será proibida a circulação a veículos pesados de mercadorias na VCI (IC1/IC23), entre as 07h00 e as 21h00, nos dias úteis.



Que veículos são abrangidos pelo regime excecional de proibição de circulação na VCI?

Para este efeito, entende-se por “veículos pesados de mercadorias” os veículos com peso bruto superior a 3500 kg, com três ou mais eixos, e com altura, medida na vertical do primeiro eixo, igual ou superior a 1,1 m, que se destinam ao transporte de mercadorias, por conta própria ou de outrem.



A proibição aplica-se 24 horas por dia?

Não. A proibição aplica-se num período definido do dia útil, das 07h00 às 21h00, concentrando-se nas horas de maior intensidade de tráfego.



Está prevista alguma exceção?

Sim, estão excecionados da proibição, i.e. podem circular a qualquer hora do dia na VCI, os veículos pesados de mercadorias que tenham como origem ou destino os municípios do Porto ou de Vila Nova de Gaia, para efeitos de carga ou descarga de mercadorias, desde que previamente habilitados através de um registo na plataforma digital disponibilizada pelos municípios do Porto e de Vila Nova de Gaia.



Como é que é obtida a habilitação de circulação?

Para que os veículos excecionados possam circular na VCI, dentro do horário em que se aplica a interdição, deve ser previamente obtida a habilitação de circulação, para cada movimento de transporte, através de um registo na plataforma digital disponibilizada pelos municípios do Porto e de Vila Nova de Gaia.



O processo de habilitação inclui, para além do preenchimento de um formulário, a submissão de um documento de transporte, tal como definido na alínea b) do n.º 1 do artigo 2.º do anexo ao Decreto-Lei n.º 147/2003, de 11 de julho.



O documento de transporte deve indicar, pelo menos, o local de carga e descarga da mercadoria, a data e hora em que se inicia o transporte e a matrícula do respetivo veículo e o código de identificação atribuído pela Autoridade Tributária e Aduaneira. Nas situações em que o documento de transporte não tenha código de identificação, em virtude de o mesmo não ser legalmente exigido, a habilitação deve prosseguir sem esse código.



Após submissão do formulário e da documentação referida, é gerado um registo pela plataforma, que serve de comprovativo de habilitação para circulação na VCI, registo esse que deve ser apresentado às autoridades policiais competentes para verificação da regularidade da circulação.



A eventual anulação de um pedido de habilitação efetuado na Plataforma deve, de igual modo, ser registada por essa via.



Em caso de dificuldades com a Plataforma quem devo contactar?

Em caso de dificuldades com a Plataforma, contacte:

Linha Porto. — 220 100 220 (dias úteis, das 9 às 19 horas)
suporte.acessovci@portodigital.pt  (endereço destinado exclusivamente ao reporte de anomalias ou problemas técnicos da plataforma)


Que alternativa existe para os veículos pesados de mercadorias?

A alternativa recomendada é a CREP (A41/IC24), Circular Regional Externa da Área Metropolitana do Porto, onde será aplicada a isenção de pagamento de portagens para os veículos abrangidos pela medida.



Como funciona a isenção de portagens na CREP?

Todos os veículos com três ou mais eixos, e altura, medida na vertical do primeiro eixo, igual ou superior a 1,1 m, beneficiam de isenção do pagamento das taxas de portagem na autoestrada A41/IC24.

A isenção aplica-se todos os dias, 24h, não sendo precisa qualquer habilitação.



Como vou saber, na estrada, que existe esta proibição?

Em pleno cumprimento do estabelecido no Regulamento de Sinalização de Trânsito (RST), encontra-se instalada, nas vias de entrada na VCI, sinalização vertical de código (sinal C3d) e painéis adicionais, com a indicação: “Exceto veículos autorizados” e “Dias úteis, das 07h às 21h”. Essa sinalização será complementada com painéis informativos nos principais acessos á VCI e, sempre que se justifique, por marcas rodoviárias no pavimento.



Como será feita a fiscalização?

A fiscalização da circulação na VCI é feita pelas autoridades policiais competentes (PSP e GNR), em articulação com os municípios e demais entidades responsáveis.



Para exercício dos poderes de fiscalização das infrações resultantes do incumprimento das restrições de trânsito estabelecidas, as autoridades policiais têm acesso à Plataforma, em tempo real, para a verificação da regularidade da circulação dos veículos pesados de mercadorias na VCI.



Sem prejuízo, podem os munícios do Porto ou de Vila Nova de Gaia, conforme aplicável, retirar ou invalidar o registo decorrente do processo de habilitação, por identificação de desconformidades entre o preenchimento do formulário e a documentação submetida ou por falsidade ou insuficiência desta última.



A infração ao regime de proibição é punível por Lei?

Sim, a violação do regime de proibição da circulação na VCI constitui uma contraordenação, punível nos termos fixados no n.º 4 do artigo 10.º do Código da Estrada.

A competência para processamento das contraordenações, e respetiva aplicação das coimas e sanções, cabe à ANSR, nos termos previstos no Código da Estrada e, subsidiariamente, no regime geral das contraordenações.



A medida é definitiva?

Trata-se de uma medida que deve ser encarada como um projeto-piloto que será objeto de monitorização contínua, para efeitos de avaliação da sua eficácia e, se necessário, adequação das mesmas através de medidas complementares.

Por: Dino Frazão

13/09/2026



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Museu Municipal de Olhão promove Jornadas Europeias do Património com música, história e tradição oral

O Museu Municipal de Olhão assinala as Jornadas Europeias do Património, nos dias 15 e 16 de setembro, com uma programação que convida a conhecer a cidade e a sua história através de diferentes formas de viver e interpretar o património olhanense.

Ao longo destes dois dias, o Museu Municipal abre as portas da cidade, motivando um novo olhar sobre o espaço urbano e reforçando os laços de pertença a uma identidade cultural única, profundamente moldada pelo mar e pela tradição oral.

A programação cruza a história material, a tradição imaterial e a vivência comunitária, através de propostas que levam o património para além das paredes do Museu e o aproximam dos espaços, das memórias e das pessoas que fazem parte da identidade de Olhão.

No dia 15 de setembro, às 21:30, o Largo da Restauração, junto ao Museu Municipal, recebe o concerto do Dúo Kasal, numa noite em que a música e a convivência se juntam à fruição do património no espaço público. Às 22:30, terá lugar uma visita acompanhada à Igreja Matriz de Olhão, proporcionando uma oportunidade para conhecer a arte, a arquitetura e o significado histórico daquele que é o principal monumento religioso da cidade.

No dia 16 de setembro, às 21:00, o Museu recebe um Encontro no Museu, seguindo-se, às 21:30, o percurso pela zona histórica “A Noite das Lendas Encantadas”, com Jorge Alves ao acordeão. A iniciativa propõe uma imersão no imaginário coletivo e nas histórias que integram a tradição oral olhanense, percorrendo lugares e memórias do centro histórico.

Com esta programação, o Museu Municipal de Olhão convida a comunidade e os visitantes a descobrir, escutar e experienciar o património da cidade, valorizando não apenas os seus monumentos e espaços, mas também as histórias, as tradições e as relações que lhes dão significado.

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U. Santarém estreia-se a vencer com ‘remontada’

A União Desportiva de Santarém venceu esta tarde o Louletano, por 1-2, em jogo disputado no estádio do Algarve a contar para a 5.ª jornada da Liga 3 (Série B). Marcou primeiro a turma da casa, logo aos sete minutos, por intermédio de Daniel Paulino, tendo a UDS empatado já na recta final da partida (85’), através de uma grande penalidade. Chamado a marcar Rodrigo Silva assumiu a responsabilidade…

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Nazaré – Para o ano há mais…

Integrada no programa das Festas em honra de Nossa Senhora da Nazaré realizou-se na noite do passado sábado a última corrida da temporada, uma noite memorável num ambiente de excelência à identidade de um povo que começou nas escadas do Santuário com a Procissão de Velas pelas ruas do Sítio – onde marcaram presença todas as figuras da Festa – terminando com uma volta à praça, seguindo-se o Fado…

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Duplo homicídio em Lagos: suspeito fica em prisão preventiva e preparava, ao que tudo indica, fuga de Portugal

Caseiro , de 45 anos, é suspeito de matar casal estrangeiro e esconder os corpos numa cisterna. Tinha na sua posse dinheiro e objetos de valor alegadamente pertencentes às vítimas. Tribunal decretou a medida de coação mais gravosa.

O homem de nacionalidade brasileira, de 45 anos, detido pela Polícia Judiciária por suspeitas de envolvimento no duplo homicídio de um casal estrangeiro em Lagos, ficou esta manhã em prisão preventiva, a medida de coação mais gravosa, segundo apurou o nosso jornal.

O suspeito é investigado pela prática de dois crimes de homicídio qualificado e de profanação de cadáver, depois de as autoridades terem encontrado os corpos de Jean Marie Grenier de 79 anos e de sua esposa de 62 anos, empresários ligados ao setor da saúde e residentes em Portugal há vários anos.

CORPOS ESCONDIDOS NUMA CISTERNA

De acordo com os elementos conhecidos até ao momento, o casal terá sido violentamente agredido com um objeto contundente dentro da própria residência. Os ferimentos provocados pelas agressões terão sido fatais.

Após as mortes, o suspeito terá arrastado os corpos para o interior de uma cisterna de água existente na propriedade, numa tentativa de ocultar os cadáveres.

As autoridades suspeitam ainda que tenham sido utilizados produtos químicos com o objetivo de acelerar a decomposição dos corpos, numa tentativa de dificultar a sua descoberta e identificação.

A remoção dos cadáveres obrigou a uma operação particularmente complexa, devido às condições em que estes se encontravam e ao local onde tinham sido escondidos, contando as autoridades com o apoio dos Bombeiros de Lagos.

DINHEIRO E OBJETOS DE VALOR NA POSSE DO SUSPEITO

O homem foi localizado pela GNR de Lagos nas imediações do local onde ocorreram os crimes. Segundo a informação divulgada pelas autoridades, tinha consigo uma quantia considerável de dinheiro e vários objetos de valor que serão, presumivelmente, pertencentes às vítimas.

O facto de o suspeito ter sido encontrado com estes bens constitui uma das linhas de investigação das autoridades para esclarecer o que terá acontecido após a morte do casal.

PREPARAVA-SE PARA FUGIR DE PORTUGAL

Ao que o nosso jornal apurou, o suspeito estaria a preparar-se para abandonar Portugal, uma circunstância que poderá ter pesado na avaliação do risco de fuga feita pelas autoridades e pelo tribunal.

A possibilidade de fuga, aliada à gravidade dos crimes em investigação e aos restantes elementos recolhidos durante a investigação, terá contribuído para a decisão judicial de aplicar prisão preventiva.

O suspeito não tinha, até à sua detenção, antecedentes criminais conhecidos.

MOTIVO CONTINUA POR ESCLARECER

Apesar dos avanços na investigação, permanece por esclarecer o móbil do crime.

A Polícia Judiciária continua a recolher prova e a reconstruir as últimas horas de vida das vítimas, procurando determinar o que terá desencadeado a violência e qual terá sido exatamente o papel do suspeito.

A investigação prossegue agora para esclarecer todas as circunstâncias do crime, nomeadamente a eventual existência de outros envolvidos e o destino que o suspeito pretendia dar ao dinheiro e aos objetos encontrados na sua posse.

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Música, artesanato, gastronomia e jogos de cartas, entre outras iniciativas, animam 32º. edição da Artechique 2026, neste fim-de-semana, em Monchique

A “Artechique – Feira de Artesanato e Sabores 2026”, como é apresentada pela Junta de Freguesia de Monchique, entidade organizadora do evento, promete ser “um encontro de gerações”, com muita animação, que se realiza sábado e domingo, dias 12 e 13 de Setembro, no passeio contíguo à sede desta autarquia e ao Largo dos Chorões, no centro da localidade. Os visitantes têm entrada gratuita.

José Manuel Oliveira

Numa organização da Junta de Freguesia de Monchique, tem lugar neste fim-de-semana, dias 12 e 13 de Setembro, a XXXII edição da Artechique – Feira de Artesanato e Sabores 2026, no passeio contíguo à sede da autarquia e ao Largo dos Chorões, no centro desta localidade do barlavento algarvio. O certame, com entrada gratuita, encontra-se aberto no sábado, das 10h00 às 22h00, e no domingo, das 10h00 às 20h00, indica o comunicado enviado ao ‘Litoralgarve’ pela Junta de Freguesia de Monchique.

No sábado, dia 12, à noite, há animação musical a cargo da Versus Tuna, da Universidade do Algarve, um concerto da cantora Elena Correia e baile com a acordeonista Débora Machado

E no domingo, dia 13, a música tem início às 15h00, “com o artista Luís Simenta canta Alentejo, o one man-show alentejano, seguindo-se o tradicional Encontro de Acordeonistas, que já vai na sua XXXVII edição”, informa a organização, em comunicado

No dia 12, a animação musical está a cargo do grupo de estudantes Versus Tuna, da Universidade do Algarve, com início pelas 20h00, a que se segue, às 21h00, um concerto da cantora Elena Correia. A partir das 22h30, realiza-se um baile, no quintal da Junta de Freguesia de Monchique, com a conhecida acordeonista Débora Machado. Já no domingo, dia 13, a música tem início às 15h00, “com o artista Luís Simenta canta Alentejo, o one man-show alentejano, seguindo-se o tradicional Encontro de Acordeonistas, que já vai na sua XXXVII edição”, informa a organização.

Os ‘stands’ dos cerca de 30 expositores vão mostrar artesanato, produtos locais e gastronomia. Tasquinhas com comes e bebes também estão ao dispor dos visitantes.

Ao mesmo tempo, os ‘stands’ dos cerca de 30 expositores, presentes neste certame, vão mostrar artesanato, produtos locais e gastronomia aos visitantes, que também têm ao seu dispor tasquinhas de comes e bebes.

Em simultâneo à Artechique, e organizado pelo Clube de Caça e Pesca de Monchique, realiza-se o XIV Torneio “3 setes”, apresentado como um tradicional jogo de cartas, no qual duplas tentam alcançar em primeiro lugar os 40 pontos.

Paralelamente à Artechique, e organizado pelo Clube de Caça e Pesca de Monchique, realiza-se o XIV Torneio “3 setes”, apresentado como um tradicional jogo de cartas, no qual duplas tentam alcançar em primeiro lugar os 40 pontos. Pelo meio, “há apultanas, arrifadas, acusos, batidas, rompidas, varridas e muita emoção” sublinha o comunicado da Junta de Freguesia.

José Gonçalo da Silva, presidente da Junta de Freguesia de Monchique: “O executivo atual procurou trazer aos visitantes o melhor que aqui se faz e a melhor gastronomia local.”

“Vão ser dois dias de grande divertimento, com a exposição de peças únicas, algumas delas feitas pelas mãos dos nossos artesãos, que são cada vez mais raros, e muita animação, principalmente o Encontro de Acordeonistas, que traz aos tempos de hoje o som e o ritmo de outros tempos atualizados também pelas mãos dos mais jovens.”

O presidente da Junta de Freguesia de Monchique, José Gonçalo da Silva, promete “novidades” neste evento. “O executivo atual procurou trazer aos visitantes o melhor que aqui se faz e a melhor gastronomia local. Vão ser dois dias de grande divertimento, com a exposição de peças únicas, algumas delas feitas pelas mãos dos nossos artesãos, que são cada vez mais raros, e muita animação, principalmente o Encontro de Acordeonistas, que traz aos tempos de hoje o som e o ritmo de outros tempos atualizados também pelas mãos dos mais jovens.”

“Acaba por ser um momento de encontro de gerações num local de tradições”

Como tal, “acaba por ser um momento de encontro de gerações num local de tradições”, refere, a concluir, o autarca de Monchique.

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SNS chega aos 47 anos entre a força de uma conquista e os desafios do futuro

Criado a 15 de Setembro de 1979, o Serviço Nacional de Saúde mudou profundamente o acesso dos portugueses aos cuidados de saúde e acompanhou uma transformação sem precedentes nos principais indicadores do País. Quarenta e sete anos depois, o SNS mantém-se como o principal pilar do sistema de saúde português, mas enfrenta problemas que vão do envelhecimento da população à falta de profissionais…

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Open Ateliers Olhão: falta uma semana para uma cidade aberta à criatividade

 De 18 a 20 de setembro, a cidade de Olhão abre portas à Arte através da 2.ª edição dos Open Ateliers, iniciativa promovida pelo Município de Olhão de modo colaborativo com o ecossistema das artes visuais.

Integram esta edição um total de 68 artistas residentes no concelho, de várias nacionalidades, idades, formações e percursos, quer artistas/coletivos profissionalizados ou não, quer estudantes dos ensinos secundário e universitário, quer ainda diversos espaços criativos (associativos, comerciais/empresariais) sediados na cidade. 

A aposta estratégica municipal nos Open Ateliers Olhão tem vários objetivos: apoiar, valorizar e promover o ecossistema das artes visuais em Olhão; incentivar o encontro e cruzamento entre artistas/criativos portugueses e estrangeiros residentes no concelho, com partilha de experiências, processos de trabalho e produção estética; estimular a criação de práticas colaborativas, ao nível da produção e programação, entre o Município e o terceiro sector cultural e artístico; incrementar as dimensões da mediação de públicos e da capacitação artística; dar oportunidades de visibilização e divulgação a jovens criadores do concelho (emergentes), incluindo também aqueles que ainda estão em período de formação escolar; e envolver ativamente entidades privadas (lojas, ateliers, hotéis, associações e outros) do concelho em iniciativas culturais e artísticas. 

Os trabalhos dos 68 artistas participantes estarão patentes ao público em casas privadas, lojas pop-up, sedes de associações, espaços criativos, unidades hoteleiras e ateliers de arquitetura disseminados pelo centro da cidade, estando o mapa e demais informação útil (programação diária, biografias dos artistas, descrição dos espaços envolvidos) disponíveis em www.openateliersolhao.pt 

Com entrada livre, o horário de abertura desses espaços é: no dia 18 (sexta-feira), das 14:00 às 18:00; no dia 19 (sábado), das 10:00 às 13:00 e das 15:00 às 20:00; e no dia 20 (domingo), das 10:00 às 13:00 e das 15:00 às 18:00. 

A Festa de abertura dos Open Ateliers acontece a 18 de setembro, pelas 18:00, na República 14, num evento de entrada livre, que cruza convivialidade, inauguração de várias exposições e um momento musical, integrando artistas, entidades parceiras e público.

Dado que os Open Ateliers também querem privilegiar uma dimensão formativa, no mesmo dia 18 acontecem dois workshops: um de mentoria para artistas com a curadora e consultora Ana Goulão (Estúdio Onze), pelas 9:30, no Museu Municipal; e outro de colagem, com Guerrilherme e Marta BG, pelas 15:00 no Zayn Studio Interiors, este também direcionado para a comunidade escolar. 

No dia 19, há também diversos workshops: às 10:30, uma demonstração sobre a Magia do Indigo Natural com Dominique Vaes no Real Marina Hotel &. Spa; às 15:00, outro de Introdução ao Giotaku Direto, com Rachel Ramirez n’A Fábrica de Olhão; às 18:00 com SEN sobre Graffiti junto ao Coreto, no Jardim Pescador Olhanense; e às 22.00, também junto ao Coreto, o workshop “Paint Cosmos in UV light”, com Alicja Zmigrodzka (aka AAAAA) igualmente junto ao Coreto. 

Ainda no dia 19, às 16:00, com ponto de encontro no Museu Municipal, destaque para a visita mediada dinamizada por Ana Goulão, a pensar nos que estão (mais ou) menos familiarizados com o universo da arte contemporânea, a qual percorrerá, de modo informal e descontraído, vários ateliers/exposições selecionados pela mesma. 

Também no sábado (19), é de realçar, entre as 19:30 e as 23:59, junto ao Coreto no Jardim Pescador Olhanense (com entrada livre), a 1.ª edição do formato “Coreto Eletrónico”, com gravação ao vivo de podcast e posteriores sets musicais com os DJ’s Dourado, Tozé Diogo e Lord Végan, num formato que conta também com a colaboração do bar Catita & Companhia. Soma-se a isto, no mesmo local, entre as 21:30 e as 23:30, um período de pintura ao vivo (graffiti) com SEN. 

Já no dia 20 (domingo), há novamente visita mediada a vários ateliers/exposições com a curadora Ana Goulão (a partir das 15:00 e com ponto de encontro no Museu Municipal), bem como dois workshops: um de Antotipia e Cianotipia com Ricardo Braga, às 10:00 n’A Fábrica de Olhão; e outro, à mesma hora, no Museu Municipal com Paulo Côrte-Real sobre fotografia de rua. 

O último dia dos Open Ateliers Olhão termina com uma festa n’A Fábrica de Olhão, a partir das 18:30, a qual é de entrada livre e inclui um concerto com a banda olhanense Projeto M90, de Miguel Sousa. 

Para mais informações e inscrições (limitadas mas gratuitas) nos vários workshops previstos na programação dos Open Ateliers, os interessados devem utilizar o email: openateliersolhao@cm-olhao.pt 

Na edição deste ano participam os seguintes criativos portugueses: Edgar Pacheco, Célia Mendonça Mendes, Paulo Gago, Associação BeTween, um núcleo de alunos da Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes (Andreia Ciubotar, Beatriz Brito, Dinis Nazário, Helena Paz, Inês Medinas, Joana Poço Quitério, Kimoni Segundo, Lara Jesus, Laura Santos, Lia Rodrigues, Luana Rodrigues, Margarida Rato, Mateus António, Sandra Mendonça, Sofia Marques, Oleksandra Gaidenko e Xavier Vairinhos Joaquim), Elisabete Nunes, Irsa Rute Campina, Lea Damez, Luís Nestor Ribeiro, Matilde Fulgêncio Marcelino, Pedro Passos Baltazar, Igor Nunes Silva, um núcleo de pintores do Centro de Arte de Pintores Olhanense (CAPO) sob a orientação do Mestre António Leal, Eva Marcelino, Elsa Ferreira, João Lelo, Leonardo Martins, Luís Torres, Mariana Sousa, Mr Ghostie, Vasco Badalo, Joana Rosa Bragança, Mosaicolhao, Pinta Roxa, Sandra Calé, Margarida Sancho, SEN, Guerrilherme e Paulo Côrte-Real. 

De nacionalidade estrangeira, igualmente sediados em Olhão, associam-se a este evento os artistas Frédéric Flerbantier, Laura Casano, Rachel Ramirez, Angie Limmen, Antonia Williams, Joyce Paijens, Dora Keogh, Amalie Talania Zolfugl, Loy Klink, Alicja Zmigrodzka (aka AAAAA), Geertje Pruijsers, Alfred De Bruijn, Dominique Vaes (Atelier Manjishta), Julia Wylie, Jop Lissauer, Mazhew Hollebon, Nada Mandelbaum, Rebecca Hutchinson, Catherine Ducker, Clara Rozzo, Fiona Gray, Jessica Dunn, Sheila Buckley, Tineke Storteboom e Tina Mcevoy.

Os Open Ateliers Olhão contam também, neste segundo ano, com uma rede alargada de parcerias: FESNIMA, Bairros Comerciais Digitais – Olhão com Alma, Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Fernandes Lopes, República 14, A Fábrica de Olhão, Centro de Arte de Pintores Olhanense (CAPO), 4 Elements e 5.º Element, Associação BeTween, Sena Architects, 3VD, Atelier à do Caco, Almeida Morgan Real Estate, Real Marina Hotel & Spa, Guest Mar (Galeria pop-up Raminhos), Catita & Companhia, Estúdio Onze, Galeria pop-up Oscar & Sophie e Quinta do Coelho Azul.

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Município entregou chaves de 18 habitações reabilitadas no antigo bairro operário de Loulé

São 18 famílias que começam uma nova vida no histórico Bairro Municipal Frederico Ulrich, em Loulé, outrora conhecido como “Bairro Operário”. A Câmara Municipal de Loulé assinalou mais um marco na sua política de habitação com a entrega das chaves de 18 habitações totalmente reabilitadas, naquela que foi a primeira fase da empreitada.

A intervenção, financiada pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, passou pela reabilitação do espaço de cada um dos fogos, de tipologia T2 e T3, através da ampliação da área e compartimentação interior, bem como a requalificação dos respetivos logradouros, garantindo “novas e modernas condições de habitabilidade” para as famílias.

“É com enorme alegria que hoje devolvemos vida a esta obra, recuperando para as pessoas um projeto que, há mais de sete décadas, já colocava a dignidade das famílias no centro do desenho da nossa cidade, e que hoje volta a fazer exatamente isso”, afirmou o presidente da Câmara de Loulé, Telmo Pinto.

Mas este foi também um momento de valorização do património e identidade local – e sentimental – pela carga histórica que o bairro encerra. Nascido entre 1948 e 1950, desenhado originalmente pelo engenheiro Alberto da Silveira Ramos e pelo icónico arquiteto louletano Manuel Maria Laginha, o Bairro Frederico Ulrich foi a primeira iniciativa de habitação social em Loulé para famílias com poucos recursos. Alguns dos primeiros moradores continuam a viver aqui.

Mas o compromisso do Município com o Bairro Frederico Ulrich terá continuidade imediata com o arranque da segunda fase de reabilitação do edificado, correspondendo a 30 fogos. À semelhança do que aconteceu com a primeira fase, os moradores serão realojados temporariamente em apartamentos da cidade, e também em algumas das casas reabilitadas na primeira fase e que não foram ocupadas.

Durante a cerimónia, Telmo Pinto recordou o percurso iniciado em 2019, com o lançamento da Estratégia Local de Habitação, numa altura em que o parque habitacional do Município contava com apenas 280 fogos. Com as 18 chaves disponibilizadas esta quinta-feira, o concelho ultrapassa a marca das 490 casas, o que representa um crescimento superior a 70% em pouco mais de sete anos.

“Ainda temos muitos projetos pela frente”, assegurou o autarca. Para responder de forma robusta à pressão demográfica e à escalada de preços no setor imobiliário, a Autarquia está a avançar neste momento com mais de 500 novas habitações, através da aquisição de terrenos, projetos de compra e construção em vários pontos do concelho. “Já no próximo ano iremos avançar com mais 600 fogos”, anunciou Telmo Pinto.

Também o apoio ao arrendamento, que contemplou recenetemnte mais 65 famílias, continua a ser um instrumento importante para responder, no imediato, às necessidades habitacionais dos louletanos. No futuro, a Autarquia quer “triplicar o número de famílias apoiadas e aumentar também o valor atribuído”.

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Restaurantes do Algarve – Menus do Dia (sábado, 12 de setembro)

Está a pensar ir comer fora? Veja aqui algumas sugestões de menus a preços económicos.

Se tem um restaurante e pretende colocar aqui – de forma gratuita – o seu menu, envio-o no dia anterior ou, no máximo, até às 10h00 do dia a que se refere para: guiaalgarve@gmail.com.

Leia também: Festas com bons petiscos: berbigão, javali e sabores da serra de Monchique e… do Brasil

Restaurante O Quinto Império (Portimão)

Avenida João Paulo II, L2. Contacto: 282 074 993. Email: reservas@oquintoimperio.com

Aberto de 2ª feira a sábado, das 12h00 às 14h30 e das 19h00 às 22h00

O Ténis Restaurante/Snack Bar (Portimão)

Rua do Viveiro. Contacto: 282 485 715. Email: rest.otenis.ezequiel@gmail.com

Aberto de terça a sábado, das 12h00 às 15h00 (almoço); das 15h00 às 17h00 (petiscos/snacks) e das 19h00 às 22h00 (jantar) e ao domingo, das 12h00 às 15h00

Restaurante Ti Emília (Portimão)

EN 124, nº6. Contacto: 963 795 627

Snack-Bar Raminha (Portimão)

Rua da Raminha, Lote 19, Loja A, Portimão

Contacto: 282 482 522

Sábado:

Sopa do Dia
Entrecosto Assado no Forno
Peixe Grelhado

Restaurante Prato Cheio (Lagos)

Rua Francisco Sá Carneiro, 23 A, Lagos. Contacto: 282 037 469. E-mail: prato.cheio.lagos@gmail.com

Aberto de quarta-feira a domingo, das 12h00 às 15h00 e das 19h00 às 22h00 e à segunda-feira, das 12h00 às 15h00

Restaurante O Caseiro (Lagos)

Sítio do Arão, EM 539, Sítio do Arão, Odiáxere, Lagos. Contacto: 910 799 846

Aberto de terça-feira a sábado, das 10h00 às 22h00, e ao domingo, das 12h00 às 15h00

Restaurante O Casinhas (Silves)

Torre e Cercas de Silves. Contactos: 967 677 848 e 282 115 692

Aberto de 2ª a sábado, das 11h00 às 21h00

Cantinho da Dora (Armação de Pêra)

Av. Beira Mar 1, Armação de Pêra, Portugal, 8365-101. Contacto: 965 791 084. E-mail: cantinhodadora@gmail.com

Recanto do Zé (Armação de Pêra)

Rua D. João II, Armação de Pêra. Contacto: 282 315 533

Aberto de terça-feira a domingo, das 10h00 às 15h00 e das 18h00 às 23h00

Restaurante Bambu (Quarteira)

Rua da Nora, Quarteira (em frente ao Intermarché). Contacto: 968 557 477

A Minha Cozinha (Olhão)

Rua Dr. João José de Mendonça Cortez, nº 2, Olhão. Contactos: 965 121 030 e 289 723 095

Aberto de segunda a sexta, das 11h30 às 18h00, e ao sábado, das 11h30 às 15h00

Manos Consta Restaurante (Olhão)

Sítio do Lamaceiro 253A, Olhão. Contacto: 289 101 750

Casa da Avó (Tavira)

Avenida Doutor Mateus Teixeira de Azevedo, Tavira. Contacto: 281 326 279/915 313 009. E-mail: casadaavo2020@outlook.pt

Leia também: Festas com bons petiscos: berbigão, javali e sabores da serra de Monchique e… do Brasil

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Filipa Galache leva as cores do Ribatejo ao Open dos Balcãs

A judoca scalabitana Filipa Galache vai representar Portugal no Open dos Balcãs, que se realiza entre os dias 8 e 14 de Setembro, em Banja Luka, na Bósnia e Herzegovina. Em entrevista ao Correio do Ribatejo, a jovem atleta de Santarém, que compete no escalão Sub-18 (-52kg), revela o orgulho de levar as cores da região além-fronteiras e a cumplicidade com o seu pai e treinador…

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