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RDC propone coalición africana para seguridad hídrica

Luanda, 22 oct (Prensa Latina) El presidente de República Democrática del Congo (RDC), Félix Tshisekedi, reiteró hoy la propuesta de su país de crear una coalición africana para la seguridad hídrica, con vistas a prevenir tensiones y promover el desarrollo.

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Bienal de Luanda por refuerzo de gobernanza del agua en África

Luanda, 22 oct (Prensa Latina) El Foro Panafricano para la Cultura de Paz y la No Violencia- Bienal de Luanda inicia hoy sus sesiones bajo el lema “Reforzar la gobernanza del agua en África como instrumento de prevención, mediación y resolución de conflictos”.

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Salazar e as origens do marketing político em Portugal

Desde cedo o Estado Novo utilizou ferramentas estéticas e metodológicas da propaganda moderna, contribuindo largamente para uma clara aproximação ao que hoje chamamos marketing político.

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Comité Central do MPLA mantém nula candidatura de Higino Carneiro a líder do partido

O Comité Central do MPLA, partido no poder em Angola, manteve esta quarta-feira, 21 de outubro, a decisão, depois de recurso, que declara nula a candidatura de Higino Carneiro à liderança desta organização política e decidiu instaurar-lhe um processo disciplinar.

O porta-voz do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), Esteves Hilário, leu o comunicado final da XI reunião ordinária do Comité Central, anunciando a decisão.

Segundo o secretário para a Informação do Bureau Político do MPLA, o Comité Central declarou nula a candidatura de Francisco Higino Lopes Carneiro Higino carneiro em conformidade com os estatutos e demais normativos vigentes no partido.

O órgão máximo do partido deliberou ainda instaurar um processo disciplinar contra o pré-candidato Higino Carneiro, “com fundamento na violação das normas de forma voluntária e consciente dos deveres éticos e morais impostos pelos estatutos e pelo código de ética partidária do MPLA”.

“Comunicar os factos à Procuradoria-Geral da República face à existência de fortes inícios da prática de crimes de falsificação de documentos pelo camarada Francisco Higino Lopes Carneiro”, referiu.

Na terça-feira, o Bureau Político do MPLA aprovou o parecer da Comissão de disciplina, Ética e Auditoria o partido sobre o recurso hierárquico apresentado pelo pré-candidato Higino Carneiro, tendo recomendado a sua submissão ao Comité Central.

Entretanto, a decisão hoje divulgada começou a ser partilhada nas redes sociais na noite de terça-feira.

Francisco Higino Lopes Carneiro membro do Comité Central e pré-candidato à liderança do MPLA submeteu uma reclamação na sequência do chumbo, a 21 de julho, da sua candidatura apresentada a 25 de junho passado, devido a “graves irregularidades”, nomeadamente assinaturas alegadamente falsificadas e a utilização indevida de documentos de identificação.

Na altura, o responsável da subcomissão de candidaturas do MPLA anunciou a anulação da candidatura de Higino Carneiro à presidência do partido, alegando foram detetadas assinaturas de “supostos militantes” não inscritos nos comités de ação do partido (CAP), cartões descontinuados com datas de emissão recentes, listas assinadas por uma única pessoa em nome de vários e bilhetes de identidade falsos.

Das 19.158 fichas de subscrição que o mandatário da candidatura declarou ter entregado, a subcomissão apurou que constavam apenas 14.493, das quais 2.561 válidas (17,6%), 9.659 não válidas (66,6%) e 2.273 falsas (15,6%).

O responsável da subcomissão, Job Capapinha, disse que os factos, “passíveis de responsabilização criminal”, seriam submetidos aos órgãos competentes do partido.

Na reclamação apresentada junto da Comissão Nacional Preparatória do congresso, Higino Carneiro argumentou que o prazo de validação das candidaturas ao IX congresso do partido, que se realiza entre 9 e 10 de dezembro deste ano, termina apenas a 25 de outubro.

Sobre a reunião hoje do Comité Central, da qual participou Higino Carneiro, membro deste órgão, fonte do MPLA disse à Lusa que o general teve duas intervenções em autodefesa, tendo alegadamente os membros se limitado a votar, uns por abstenção, a maioria a favor e um voto contra do próprio visado.

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Sonangol abre a porta a reforçar no BCP se Fosun sair

✇ECO
By: ECO

A petrolífera estatal angolana Sonangol está disponível para reforçar a sua participação no BCP BCP 2,14% se os chineses da Fosun venderem a sua posição no banco português.

Em declarações à agência Bloomberg, o presidente da Sonangol, Sebastião Gaspar Martins, adiantou que a companhia petrolífera continua a ver “valor estratégico” nas suas participações no BCP e também na Galp, onde detém 19,9% e 16,9% (indiretamente), respetivamente.

“Em relação a uma potencial saída da Fosun do BCP, a Sonangol não tomou, até este momento, nenhuma decisão de aumentar a sua participação”, referiu numa entrevista por escrito.

“Qualquer potencial oportunidade será cuidadosamente avaliada, tendo em conta a sua adequação estratégica, os retornos esperados, as condições de mercado e a alocação eficiente de capital”, frisou ainda o responsável.

A Fosun detém 20,45% do BCP, mas está a avaliar as opções para a sua participação no banco português, revelou o Expresso em abril.

O ECO adiantou que a seguradora Ageas poderá regressar à estrutura acionista do banco, onde pode assumir uma participação de 5%, em caso de saída da Fosun.

O Jornal de Negócios noticia esta quarta-feira que, por causa do programa de recompra de ações do BCP, a Sonangol terá de vender ações do banco para não superar a fasquia dos 20%, que obrigaria a autorização do Banco Central Europeu (BCE).

As ações do BCP estão a subir 1,8% para 1,118 euros e desde o início do ano acumulam uma valorização de 23%, superando o desempenho do PSI.

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Convocan en Angola marcha de solidaridad con Cuba y contra el bloqueo

Luanda, 21 oct (Prensa Latina) Cubanos residentes en Angola y organizaciones de amistad con Cuba preparan hoy una marcha de solidaridad con la nación caribeña, contra el bloqueo económico y en homenaje al centenario del líder histórico de la Revolución, Fidel Castro.

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BPI diz adeus ao ‘sonho africano’ que lhe deu um terço dos lucros desde 2010


Depois de Angola, o BPI também está de saída de Moçambique. O banco português prepara-se para vender a sua participação de quase 36% no Banco Comercial e de Investimentos (BCI). A operação marcará um ponto final no ‘sonho africano’ que deu muitos frutos à instituição detida pelos espanhóis do Caixabank, tendo contribuído para praticamente um terço dos lucros desde 2010, de acordo com os dados compilados pelo ECO.

Na semana passada, o Presidente moçambicano manifestou o desejo e a vontade de colocar o BCI nas mãos dos moçambicanos e de outros investidores institucionais e empresas do país.

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Nas ruas, "ninguém vai esperar pelo apito da UNITA"

A crise de sucessão de João Lourenço abriu uma "janela de oportunidade" para retirar o MPLA do poder. Membros da sociedade civil ouvidos pelo Observador sonham com um resultado diferente de 2022.

© JULIO PACHECO NTELA/AFP via Getty Images

Ativistas e analistas acreditam que o resultado eleitoral será efetivado nas ruas
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UNITA considera mandato de Lourenço "década perdida"

Adalberto Costa Júnior relatou cinco histórias que, segundo o líder da UNITA, ilustram os problemas estruturais do país: desemprego, saúde, pobreza, dificuldades na agricultura e dívidas do Estado.

© AMPE ROGERIO/EPA

O líder da oposição começou o seu discurso com "cinco histórias que não são cinco casos isolados, são cinco problemas estruturais da mesma governação"
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10h. PJ lança buscas a bancos por fraude no IMT

Em causa está um alegado esquema milionário de fuga ao pagamento de IMT na aquisição de imóveis. Ainda, a greve do Metro de Lisboa tem provocado trânsito e constrangimentos nas paragens de autocarros.

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ONU. Pobreza multidimensional aumenta mundialmente

É a primeira vez, desde 2010, que a pobreza multidimensional aumenta. Do total de 1,2 mil milhões, 83% vivem em zonas rurais, sendo que mais de metade das pessoas afetadas são crianças.

© LINA CEBOLA/LUSA

Moçambique tem 38,8% da população afetada, Guiné-Bissau 35,9%, Angola 29,6%, Timor-Leste 17,4%, São Tomé e Príncipe 2,1%, e Brasil 0,9%
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Kongo et Angola. 1650-1750. Une rencontre en images

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Les centaines de textes, dessins et gravures qui illustrent cet ouvrage lèvent le voile sur un pan méconnu de l'histoire de l'Afrique précoloniale. En 1645, des capucins franciscains abordent l'embouchure du fleuve Congo, afin d'évangéliser les populations du royaume du Kongo et de l'Angola. Ils multiplient les écrits, riches de très nombreuses images destinées à la hiérarchie papale et à l'instruction des futurs frères. Cécile Fromont, professeure d'histoire de l'art et d'architecture à Harvard, interroge ce « corpus visuel capucin » en le reliant aux contextes culturel, social et politique des peuples concernés. Elle note que l'enjeu central des capucins consistait à « extirper de cette région ce qu'ils jugeaient être de l'idolâtrie ». Certaines aquarelles montrent des scènes pacifiques et d'autres d'une extrême violence. L'historienne insiste sur le « processus de création transculturelle » qui fut mis en œuvre, les missionnaires ayant développé des échanges avec les érudits africains.

Voir en ligne : /2026/10/PIOT/70073

CNRS Éditions, Paris, 2026, 254 pages, 39 euros.

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