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Bensafrim: entre a Escrita do Sudoeste, menires e uma necrópole perdida

O novo centro interpretativo e as Rotas Rurais explicam e divulgam o património arqueológico de Bensafrim, em Lagos, os achados e as perguntas em aberto.

O conteúdo Bensafrim: entre a Escrita do Sudoeste, menires e uma necrópole perdida aparece primeiro em Barlavento.

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O Exército de Terracota foi criado com uma mãozinha de mulheres e jovens

Uma única impressão digital parece dizer pouco sobre uma pessoa. O segredo não está no tamanho, mas nas minúsculas distâncias entre as linhas. E, guardadas no barro húmido, revelam agora que mulheres e crianças terão colaborado na obra. Durante milhares de anos, um exército silencioso montou guarda na escuridão. São os guerreiros do Exército de Terracota, feitos há 2.200 anos, na China, para guardar o túmulo do imperador Qin Shihuang. À primeira vista parecem todos iguais, mas basta olhar de perto para encontrar uma variedade espantosa de rostos, penteados e armaduras. Durante muito tempo, os arqueólogos partiram do princípio de

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Una tumba de 55 metros de longitud descubierta en el Sáhara Occidental tiene más de 4.000 años

En una llanura de grava del norte del Sáhara Occidental, sin una sombra donde resguardarse, hay un montón de piedras de casi 55 metros de largo del que salen dos hileras de losas. Los arqueólogos las llaman «antenas», y de ahí el nombre de estos monumentos, túmulos con antenas. Son frecuentes en el país y […]

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Arqueológos encontram moeda em cima de túmulo de criança romana e sugerem que objeto seria a porta de entrada para o submundo

Uma nova descoberta durante escavações arqueológicas na cidade de Stara Zagora, na Bulgária, revelou uma necrópole e vestígios de diversos objetos da época romana. Entre os tesouros, havia uma moeda e um par de brincos posicionados em cima de um túmulo infantil, o que arqueólogos sugerem ser uma oferenda para os deuses do submundo.

Os romanos costumavam colocar uma moeda em cima dos túmulos para pagar o barqueiro que transportaria suas almas para o submundo. O ritual tem origem grega, mas foi incorporado a outras culturas com o passar do tempo.

A moeda encontrada é um antoniniano do imperador Aureliano, cunhado em Sérdica, nome antifo de Sófia, atual capital da Bulgária, entre 274 e 275 d.C. A estrutura funerária também foi datada desse mesmo período, informou o Museu de História Regional de Stara Zagora em uma publicação do Facebook.

Durante a escavação, também foram descobertos vestígios e objetos de outros períodos, como do final do século II ao século IV, dos séculos IV a V, dos séculos XVII a XVIII e do final do século XIX ao século XX.

A necrópole compreende 135 estruturas funerárias de variados tipos: covas simples contendo restos cremados; covas simples cobertas com telhas; covas simples cobertas com tijolos; covas simples cobertas com lajes de pedra e covas simples sem cobertura.

Necrópole encontrada durante escavação na Bulgária
Necrópole encontrada durante escavação na Bulgária • Reprodução/Facebook/Museu de História Regional de Stara Zagora

Os arqueólogos afirmaram que dois ritos funerários eram praticados na época: quatro dos sepultamentos envolviam cremação, enquanto os demais envolviam inumação, quando os restos mortais são colocados direto na terra.

Arqueólogos encontram passagens secretas subterrâneas incas

 

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En la Edad del Hierro ya sabían hacer tintes que no se iban con el agua usando roca triturada, vinagre y flores: descubren un taller de teñido en Portugal

Lo normal es que de la ropa de la Edad del Hierro no quede nada. Lino, lana y tintes son materia orgánica y se pudren en casi cualquier suelo, de modo que los arqueólogos suelen reconstruir la historia textil a partir de las herramientas que sí sobreviven, sobre todo las fusayolas, esas piezas redondas de […]

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Novo bovino pré-histórico de 250 mil anos atrás é descoberto na mesma caverna que escondia fósseis de primatas

A mesma caverna que presenteou a ciência com evidências de um grupo de hominídeos totalmente inédito em 2008, agora é local de descoberta de uma espécie bovina extinta até então desconhecida.

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Estocolmo investigou pequenos fragmentos de ossos desconhecidos em escavação da caverna Denisova, nas montanhas de Altai na Sibéria. Uma análise dos restos mortais não encontrou correspondência em nenhuma outra espécie, viva ou extinta; agora, o animal misterioso ganhou o nome de “Yak X”.

Para dar um nome à nova espécie e oficializar a descoberta, serão necessárias evidências além do código genético.

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Segundo o pesquisador Alexandre Gilardet, a equipe não participou diretamente da exploração da caverna, mas teve acesso a “centenas” de fragmentos encontrados neste e em outros três sítios arqueológicos próximos. Ele disse à revista New Scientist que o material continha material genético de 20 indivíduos da espécie inédita, com idades entre 250 mil e 27 mil anos.

Detalhes das características destes animais ainda serão reconstruídos. Por enquanto, os paleontólogos conseguem afirmar que se trata de um parente do iaque moderno – herbívoro de pelo longo natural da Ásia, domesticado pelos humanos para montaria, leite e couro.

O bovino desconhecido teria sido contemporâneo ao mamute-lanoso, ao bisão-da-estepe e ao auroque, o ancestral selvagem extinto do gado doméstico atual.

A pesquisa foi publicada no Current Biology com destaque para a evolução da análise de DNA antigo, graças à biotecnologia. “Não é comum reconhecer, especialmente uma espécie de mamífero de grande porte, por fragmentos pequenos, não identificáveis”, disse à Reuters o geneticista Love Dalén, autor da publicação.

Em 2008, um fragmento de dedo descoberto na caverna Denisova deu o pontapé inicial da pesquisa dos Denisovanos, grupo de hominídeos precursor do Homo sapiens e parente dos Neandertais. Ainda não é possível dizer com certeza se os humanos já conviveram com esta nova espécie de iaque pré-histórico; Dalén sugere, no entanto, que os denisovanos poderiam tê-lo visto como animal de caça.

*Publicado por Juliana Santos.

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Descoberta moeda na sepultura de uma criança romana para pagar a entrada no além

Uma sepultura infantil descoberta na atual Bulgária oferece aos arqueólogos novos elementos para compreender as práticas funerárias da época romana.   O túmulo foi identificado em Stara Zagora durante trabalhos arqueológicos preventivos num terreno destinado à construção de um edifício residencial com garagens. No seu interior, os investigadores encontraram duas arrecadas de ouro bem preservadas e uma moeda de bronze conhecida como antoniniano. Embora seja possível datar a cunhagem da moeda com uma margem de incerteza de apenas um ano, o seu significado funerário permanece desconhecido. Uma das hipóteses é que tenha sido depositada junto da criança como parte de um

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Trasímedes, el hombre que ofreció una hoja de oro a un dios sirio en un fuerte del mar Negro hace 1.900 años, pudo ser un comerciante griego proveedor del ejército romano

Hace unos 1.900 años, un hombre llamado Trasímedes dedicó una lámina de oro, con su nombre escrito en griego, a un dios que no era ni griego ni romano, sino originario del sureste de Anatolia. La pieza quedó en un fuerte romano de la costa oriental del mar Negro, en la actual Georgia, y allí […]

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Descubren que una iglesia de Lugo que se creía románica es prerrománica asturiana del siglo IX

A pocos kilómetros al suroeste de Lugo, en una aldea del municipio, se encuentra la iglesia de Santa Eulalia de Esperante, o Santalla de Esperante en gallego. La historiografía la describía como un templo rural sencillo de época plenomedieval, con una sola nave, una cabecera recta y una fachada lisa del siglo XVIII coronada por […]

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El misterio de las Cinco Vírgenes Necias, las piedras gigantes que marcan una tumba de época romana en Noruega desde hace 1700 años

En el punto más estrecho del Karmsundet, el canal que separa la isla de Karmøy del continente en la costa occidental de Noruega, se alzan cinco piedras hincadas en vertical, algunas de más de cinco metros de altura. Se levantaron dentro de un túmulo de piedras con forma de estrella de tres brazos, y bajo […]

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Uma erupção apocalíptica quase aniquilou uma cultura japonesa. Mas ainda assim, sobreviveu

As sociedades Jōmon em Kyushu nem colapsaram por completo nem simplesmente sobreviveram à erupção Kikai-Akahoya. Após a catástrofe, migraram para norte — e levaram os seus brincos de pedra com eles. Quando há 7.300 anos o vulcão submarino Kikai decidiu acordar, as comunidades pré-históricas da ilha japonesa de Kyushu passaram por uma das maiores erupções vulcânicas do Holocénico, Os arqueólogos assumiram que a catástrofe tinha dizimado as populações de caçadores-recoletores da região. Mas um novo estudo sugere agora que talvez não tenha sido bem assim. Situado a cerca de 30 quilómetros de Kyushu, sob as águas do Mar da China

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Descubren que un santuario de Deméter escondido en la cantera de un bosque y sellado desde época romana es anterior a los etruscos

En 2006, los carabineros dieron la voz de alarma por unas excavaciones clandestinas en un bosque de robles y castaños del término de Vetralla, en la provincia de Viterbo, al norte de Roma. La Soprintendenza arqueológica de la Etruria meridional intervino con una excavación de urgencia entre mayo y junio y se topó con algo […]

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Encuentran en una cueva de Navarra una mano de neandertal de hace 46.000 años que aún conserva su ADN

Durante décadas, Navarra ha sido un hueco en el mapa neandertal. El Pirineo occidental guarda numerosas evidencias arqueológicas del paso de esta especie, pero nunca se había identificado un solo hueso humano atribuido directamente a ella. Eso ha cambiado este lunes con la presentación de seis fósiles de la cueva de Abauntz, en Arraitz-Orkin (valle […]

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Los casi 50 kilómetros de misteriosos surcos en la roca de Malta podrían no ser prehistóricos: un estudio sugiere que fueron hechos por carros romanos

En la zona de Misraħ Għar il-Kbir, al oeste de Malta, hay un tramo de roca desnuda de solo 80 por 100 metros donde decenas de surcos paralelos se cruzan, se solapan y se funden unos con otros. El lugar es tan enrevesado que se le conoce popularmente como Clapham Junction, por la gigantesca estación […]

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Caminhos da Reportagem exibe edição sobre Serra da Capivara, no Piauí

No Dia do Piauí, celebrado nesta segunda-feira (19), o programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, exibe, às 23h30, uma produção da TV Antares que revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. Em meio a paredões que guardam as marcas do tempo, as pinturas rupestres resistem há milhares de anos e revelam vestígios da presença dos primeiros habitantes do continente americano.

Reconhecido como Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o parque tem cerca de 129 mil hectares, área equivalente a quase 80 mil campos de futebol, e mais de mil sítios arqueológicos catalogados. No local, ciência, natureza e cultura conduzem os visitantes a um capítulo da história marcado por pinturas rupestres, formações geológicas e sítios arqueológicos. As pinturas preservadas no parque têm idades que variam de cerca de 12 mil a 3,5 mil anos, revelando registros da presença humana ao longo do tempo.

14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. O parque é repleto de inscrições rupestres . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem 14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. O parque é repleto de inscrições rupestres . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem
Inscrições rupestres do parque datam de 3 mil a 12 mil anos Foto: Frame/Caminhos da Reportagem - Frame/Caminhos da Reportagem

Em sua primeira visita à Serra da Capivara, o dentista Rodrigo Camazan se encantou com os vestígios do passado.

“A gente gosta de viajar e conhecer a história dos lugares, a gente já viajou em outros lugares, outros sítios arqueológicos, e a gente sempre procura entender e compreender como isso tudo pode estar interligado lá atrás”, conta.

14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. A arqueóloga Gisele Felice se dedica à preservação do Parque.  Foto: Frame/Caminhos da Reportagem 14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. A arqueóloga Gisele Felice se dedica à preservação do Parque.  Foto: Frame/Caminhos da Reportagem
A arqueóloga Gisela Felice se dedica à preservação do Parque. Foto: Frame/Caminhos da Reportagem - Frame/Caminhos da Reportagem

Muito da preservação da Serra da Capivara se deve à arqueóloga Niède Guidon, que, por mais de cinco décadas, pesquisou e protegeu esse patrimônio. Ela morreu em junho de 2025, mas deixou um legado que continua sendo preservado por pessoas como Gisele Felice, amiga e parceira de trabalho da pesquisadora.

“Eu aprendi muito sobre arqueologia com a Niède e aprendi muito sobre arqueologia com os técnicos, as pessoas da região que sempre escavaram com ela e com todos os outros pesquisadores que passaram por aqui. Niède sempre foi muito generosa em relação a repassar o conhecimento e dar oportunidades”, afirma Gisele.

O Parque Nacional Serra da Capivara abrange vários municípios, entre eles São Raimundo Nonato e Coronel José Dias. A região também oferece atrações aos visitantes, como o Museu do Homem Americano, que preserva peças encontradas em pesquisas arqueológicas, fósseis, esqueletos e réplicas de povos antigos que viveram na região. Recursos audiovisuais e projeções ampliam a experiência dos turistas.

Já em Coronel José Dias fica o Museu da Natureza, que conta com elementos interativos capazes de simular até um voo panorâmico sobre as formações rochosas do parque.

14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. Museu do Homem Americano preserva a pré-história do PI .  Foto: Frame/Caminhos da Reportagem 14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. Museu do Homem Americano preserva a pré-história do PI .  Foto: Frame/Caminhos da Reportagem
Museu do Homem Americano preserva a pré-história do Piauí . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem - Frame/Caminhos da Reportagem

A aposentada Luciana Moreira descreve a experiência no museu.

“Eu achei fantástico, eu realmente me senti sobrevoando de asa delta e ver todos os ambientes que a gente visitou, eu me senti muito emocionada”, relata.

14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. A aposentada Luciana Moreira se encantou com o Museu da Natureza . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem 14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. A aposentada Luciana Moreira se encantou com o Museu da Natureza . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem
Aposentada Luciana Moreira se encantou com Museu da Natureza . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem - Frame/Caminhos da Reportagem

Além da riqueza histórica, os turistas que visitam a região podem desfrutar de um espetáculo cultural que reúne música, dança, teatro, circo e artes visuais em meio às paisagens da Caatinga.

Em sua sétima edição, a Ópera da Serra da Capivara apresentou neste ano o espetáculo Cleópatra Rainha Caatingueira, que uniu referências do Egito Antigo à paisagem sertaneja. Luzes e projeções gráficas transformam a noite e criam uma atmosfera que envolve o público em um grande palco a céu aberto.

“O corpo do Brasil está aqui na América, mas a nossa alma, nossa história, nossa cultura, ela começa pela África também”, explica a organizadora do espetáculo, Sádia Castro.

14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. Escadaria que faz parte da trilha do Parque Nacional . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem 14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. Escadaria que faz parte da trilha do Parque Nacional . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem
Escadaria que faz parte da trilha do Parque Nacional. Foto: Frame/Caminhos da Reportagem - Frame/Caminhos da Reportagem

Ela lembra que as pesquisas de Niède Guidon também apontam a África como origem dos primeiros habitantes das Américas e explica que essa relação inspirou a escolha do tema do espetáculo.

“A gente tentou contar essa história por uma mulher, uma mulher grande, poderosa, que renasce, morre e renasce aqui no sertão”, completa.

Durante quatro noites, cerca de 50 artistas de vários estados brasileiros, entre músicos, cantores e bailarinos, encantaram o público na Serra da Capivara.

14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. Luzes transformam a noite num espetáculo a céu aberto .  Foto: Frame/Caminhos da Reportagem 14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. Luzes transformam a noite num espetáculo a céu aberto .  Foto: Frame/Caminhos da Reportagem
Artistas de várias parte do Brasil integram a Ópera Foto: Frame/Caminhos da Reportagem - Frame/Caminhos da Reportagem

Entre os espectadores estava a cirurgiã-dentista Rose Braga, que nunca havia assistido a uma ópera.

“Eu estou simplesmente encantada. Enquanto eu assistia, eu falava para meu esposo que não perco mais nenhum ano. Foi um espetáculo lindo”, afirma.

14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. A dentista Rose Braga pretende voltar mais vezes para assistir a ópera . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem 14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. A dentista Rose Braga pretende voltar mais vezes para assistir a ópera . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem
A dentista Rose Braga deseja voltar mais vezes para assistir à ópera . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem - Frame/Caminhos da Reportagem

Para o empresário Bernando Boljean, a combinação de músicas compostas especialmente para a ópera, cenário natural, história e efeitos visuais tornou a experiência ainda mais especial.

“Eu já fui em muitos espetáculos fora do Brasil, mas igual a esse, eu nunca fui. Isso aqui é um negócio para a gente se orgulhar, toca o coração, em todo sentido. Me emocionei várias vezes. Nunca senti tanto orgulho de ser brasileiro e de vir aqui, porque a gente tem mania de prestigiar a cultura lá de fora. Essa cultura aqui, ela tem que ser vista pelo Brasil e pelo mundo”, conclui.

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Palácio feito em África há 3 mil anos aguentaria 19 pisos

Edifício ficava na Etiópia, construído há cerca de 2.800 anos. Estudo recorreu a simulações informáticas para avaliar a resistência das suas paredes. Um palácio construído há cerca de 2.800 anos no norte da Etiópia poderá ter tido capacidade estrutural para suportar até 19 andares, segundo um estudo que recorreu a simulações informáticas para avaliar a resistência das suas paredes. O edifício, conhecido como Grat Be’al Gibri, fica na antiga cidade de Yeha, nas terras altas do norte da Etiópia. Com uma área aproximada de 60 por 60 metros, é considerado o maior complexo palaciano conhecido da sua época na África

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Huellas dactilares descubiertas en los Guerreros de Xi’an revelan que en su fabricación participaron también mujeres y niños

Hace unos 2.200 años, alguien apretó con el dedo un trozo de arcilla húmeda para pegar la solapa de una coraza. Esa presión dejó una huella que el horno selló y que ha llegado intacta hasta hoy. Ahora, un equipo del Museo del Sitio del Mausoleo del Emperador Qin Shi Huang y de la Universidad […]

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Ferida de 75 mil anos pode ser o mais antigo ataque conhecido com lança de madeira

Um dente incisivo inferior de um neandertal que viveu há cerca de 75 mil anos no atual Curdistão iraquiano apresentava uma fratura longitudinal que lhe tinha destruído aproximadamente metade da coroa. O indivíduo continuou a utilizar o dente depois da fratura. O tártaro dentário acumulou-se sobre a superfície fraturada e o desgaste foi arredondando a margem de corte do dente, indícios de que sobreviveu à lesão durante algum tempo. Os restos mortais deste neandertal, identificado como Shanidar A, fornecem pistas sobre as condições em que viveu e sobre a forma como poderá ter sido tratado pelos seus companheiros, tanto em

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Así resistió el norte de la Península Ibérica a El Argar, el primer estado creado hace 4.000 años en la Edad del Bronce

Hace unos 4.200 años, en el sureste de la península ibérica, una sociedad levantó ciudades en lo alto de los cerros, almacenó cereal a gran escala y armó a sus guerreros con alabardas y espadas de metal. Es lo que los arqueólogos llaman El Argar. Más al norte, en lo que hoy son La Mancha, […]

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Descubren en Córcega una casa romana tallada en la roca con su propio puerto de los últimos siglos del Imperio

Cuando alguien quiere construirse una casa en la marina de Meria, en el extremo norte de Córcega, antes de poner el primer ladrillo hay que mirar qué hay debajo. Así lo exige el Servicio regional de Arqueología (la DRAC de Córcega), y gracias a esa norma los arqueólogos del Inrap, el instituto francés de arqueología […]

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